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Categoria: Tecnologia na educação


12:03 · 20.09.2014 / atualizado às 09:08 · 17.09.2014 por

Changemakers da Ashoka, em parceria com o Instituto Embratel Claro, anunciou no último dia 20 de agosto o desafio “Tecnologia é Ponte: diminuindo as distâncias na educação”. A proposta tem o objetivo de premiar novas soluções que, por meio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), viabilizem o ingresso de crianças e jovens, de 6 a 20 anos, em projetos educacionais e de inclusão social. Os interessados podem inscrever seus trabalhos até o dia 22 de outubro de 2014.

“Com esta parceria e este desafio, esperamos contribuir com o desenvolvimento da educação brasileira e, com isso, diminuir a distância cultural que ainda temos no Brasil”, diz Oscar Petersen, Presidente do Instituto Embratel Claro, destacando que a premiação está alinhada aos princípios da empresa de investir em importantes projetos que são agentes de transformação social no Brasil.

Segundo dados do MEC (Ministério da Educação e Cultura), 3,6 milhões de jovens em idade escolar não recebem educação adequada. Por esse motivo, o desafio irá identificar e destacar soluções capazes de quebrar barreiras de acesso à educação (formal e informal), acelerar a alfabetização digital, e promover o crescimento econômico através de processos educativos sustentáveis e democráticos.

Podem participar do desafio “Tecnologia é Ponte: diminuindo as distâncias na educação” professores, pais, alunos, designers, desenvolvedores, empreendedores e educadores que, por meio das TICs, tenham criado oportunidades para diminuir distâncias educacionais. Nessa edição do projeto, terão atenção especial os trabalhos voltados para promover a acessibilidade de deficientes físicos e mentais, bem como a educação para populações marginalizadas ou distantes de centros urbanos, integração e participação de alunos em sala de aula, trabalho com pais e professores sobre inclusão e acesso, além de aplicativos e metodologias que permitam acabar com as limitações à educação formal ou informal.

O desafio irá distribuir R$ 36 mil em prêmios para os três projetos vencedores. Um painel de jurados especialistas irá selecionar um grupo de finalistas e os responsáveis pelos melhores projetos serão convidados para um workshop online com a equipe do Instituto Embratel Claro, Ashoka e empreendedores sociais de referência na área de educação. O anúncio dos finalistas acontecerá em janeiro de 2015.

As inscrições devem ser feitas online por participantes que tenham no mínimo 18 anos, por organizações e/ou parcerias entre empresas. Os projetos devem seguir os critérios de inovação, impacto social e sustentabilidade financeira. Para se inscrever, basta acessar www.changemakers.com/tecnologiaponte até o dia 22 de outubro de 2014.

23:09 · 09.03.2012 / atualizado às 11:59 · 11.03.2012 por

Hanover, Alemanha – A Positivo Informática é uma das 130 empresas brasileiras presentes na CeBIT. A companhia levou como inovação para o evento a “mesa educacional” TOQ, equipamento com superfície e interface touchscreen. A TOQ, oficialmente anunciada durante a feira, permite manipular conteúdos educacionais digitais de forma interativa por meio de uma tela horizontal sensível ao toque que funciona como uma interface de entrada e saída para o computador. O dispositivo pode ser usado por vários alunos ao mesmo tempo e possui um conjunto integrado de mais de 200 objetos de aprendizagem colaborativos, direcionados ao ensino da língua portuguesa para grupos de crianças de primeira a quinta série da educação básica.

As mesas educacionais, que já receberam diversos prêmios internacionais e são usadas em mais de 40 países, combinam hardware, software, atividades interativas multimídia e materiais concretos para o ensino em um ambiente estimulante e multissensorial. Os equipamentos também tiram proveito da nova tecnologia de realidade aumentada. O equipamento atraiu a atenção até mesmo da chanceler alemã Angela Merkel, acompanhada da presidente Dilma Rousseff. As duas sentaram diante da mesa e experimentaram o equipamento.

A chanceler alemã, Angela Merkel, com a presidente Dilma Rousseff, visita o estande da Positivo Informática

“A presença na CeBIT é muito importante para aumentar ainda mais a projeção internacional de nossas soluções de tecnologia educacional, especialmente neste ano em que o Brasil estará em destaque. Além da possibilidade de novas perspectivas de negócios, estamos motivados em mostrar soluções de tecnologia de ponta desenvolvida por especialistas brasileiros para inovação no setor de educação”, comenta Hélio Rotenberg, presidente da Positivo.

11:58 · 23.08.2011 / atualizado às 11:58 · 23.08.2011 por

Ontem comentei aqui no blog que os tablets viraram vedetes nas propagandas das escolas particulares em Fortaleza, em seus anúncios nos jornais e outdoors espalhandos pela cidade. Hoje, o assunto também foi tratado na Assembleia Legislativa. Em pronunciamento na sessão plenária, o deputado Professor Teodoro (PSDB) informou que deu entrada em um projeto de lei para disciplinar o uso de tablets, smartphones e similares nas escolas cearenses.

O parlamentar destacou a tendência do uso de aplicativos tecnológicos no ensino e citou que três dos maiores colégios particulares do Ceará já divulgam a adoção de tablets e lousas digitais na sala de aula. Sua avaliação é de que trata-se de um avanço positivo para a educação, que não deve ficar restrito às escolas particulares.

Já a deputada Dra. Silvana (PMDB) manifestou preocupação com o uso de equipamentos nas salas de aula e defendeu o bloqueio dos aparelhos para outros usos que possam expor os alunos aos “perigos da internet”. Mas o que nos levou à reflexão mesmo foi o posicionamento do deputado Moésio Loiola (PSDB) que, segundo notícia publicada no site da Assembleia, afirmou que o maior uso da tecnologia na sala de aula cria um fosso cada vez maior entre a escola privada e a escola pública. Ora, que não seja discutido então o investimento em tecnologia que as instituições particulares estejam fazendo em prol da melhoria da educação, e sim a falta de investimento e o atraso das políticas públicas voltadas para esta área.

Que tal discutirem melhorias para os salários dos professores da rede pública, para que eles mesmos possam adquirir seus tablets e, em contato com as novidades da tecnologia, possam repassar de forma mais atualizada o seu conhecimento em sala de aula?

(Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa do Ceará)

08:00 · 22.08.2011 / atualizado às 20:00 · 21.08.2011 por

O uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nas escolas ainda é desafio para boa parte dos professores. Uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostra que 64% dos docentes entrevistados acreditam que os alunos entendem mais de computador e internet do que eles próprios.

Entrevistados pela pesquisa, diretores, coordenadores pedagógicos e professores apontam a faltam de infraestrutura adequada como um dos fatores de limitação para o uso efetivo da tecnologia no aprendizado. Entre os problemas, foram citadas a baixa velocidade de conexão de internet e o número insuficiente de computadores conectados. Segundo o CGI.br, 100% das unidades da rede em área urbana estão equipadas com computadores e 92% têm acesso à internet. Em média, os colégios tinham 23 computadores instalados e 18 em funcionamento. Para 75% dos docentes entrevistados, a principal fonte de apoio para o desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas são os contatos informais com outros educadores.

A pesquisa entrevistou 1,5 mil professores e quase 5 mil alunos de 497 escolas para identificar os usos da internet na rotina do ensino público do país. Das escolas que participaram da pesquisa, 81% têm laboratório de informática, mas 14% não contam com conexão à rede. Apenas 4% das salas de aula têm computador. O local da escola em que a máquina está mais presente é na sala do diretor ou coordenador pedagógico (88%). Para o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que coordenou os estudos, o modelo de acesso às TICs via laboratório de informática precisa ser superado para que o computador seja inserido na rotina de aprendizagem da sala de aula.

Tablets na sala de aula – O programa Um Computador por Aluno (UCA) oferece desde o ano passado uma linha de financiamento para que estados e municípios comprem, a um custo mais baixo, notebooks para serem usados individualmente pelos alunos. Segundo o Ministério da Educação, cerca de 250 mil equipamentos já foram adquiridos pelas redes de ensino. O ministério já estuda a possibilidade do uso de tablets em sala de aula, mas ainda não há definição de qual seria a política adequada.

09:57 · 27.05.2011 / atualizado às 09:57 · 27.05.2011 por

Os profissionais de educação do Brasil são os que mais acreditam no uso da tecnologia para mudar a maneira como os estudantes aprendem. É o que mostra uma pesquisa encomendada pela Cisco e conduzida pela Clarus Research Group em 14 países nos cinco continentes. No Brasil, 100% dos profisisonais acreditam nesse potencial do uso da tecnologia na educação, enquanto que a média mundial é 85% e a da América Latina é de 99%.

O estudo global aponta, principalmente, para uma nova “aprendizagem conectada” em uma economia em rede, que exige o desenvolvimento da tecnologia para aumentar a competitividade global da educação. Para 88% dos entrevistados de instituições brasileiras, a tecnologia também deve aprimorar a forma como os professores ensinam, contra 76% de outras regiões do mundo e 91% da América Latina. Para 94% dos entrevistados na América Latina, a tecnologia terá um papel importante para preparar a força de trabalho do futuro. E 70% dos entrevistados no Brasil e México acreditam que a tecnologia deve melhorar a qualidade do ensino.