Busca

Tag: 4G


09:34 · 30.10.2015 / atualizado às 09:40 · 30.10.2015 por
Estrutura de sinal 4G que deve ser modificada com o 5G
Estrutura de sinal 4G que deve ser modificada com o 5G

A expansão de acessos à banda larga móvel criará, no futuro, maior demanda de dados transmitidos através de redes sem fio, gerada não somente por conexões humanas, mas também por comunicações de máquinas e objetos conectados, de acordo com os últimos estudos divulgados pela 4G Americas.

A massificação de dispositivos eletrônicos, como os smartphones, permitirá que mais usuários possam se beneficiar das redes móveis, ao tempo em que segmentos como a indústria, a saúde e o transporte incorporarão aplicações baseadas em transmissão de informações através de objetos e máquinas. Este aumento de dispositivos conectados abre a porta para novas tecnologias que atenderão à complexidade destes novos cenários.

A próxima geração móvel deverá cumprir os requerimentos e especificações definidas para o programa IMT-2020, nome dado pela União Internacional das Telecomunicações (UIT). O padrão das que serão conhecidas como tecnologias 5G ainda não existe, mas cronogramas como o proposto pela UIT mostram que poderia ser definido para 2016 (com testes, inclusive na Universidade Federal do Ceará), visando aos primeiros lançamentos comerciais para 2020 aproximadamente.

Conceitualmente, a 5G se comporta como um ecossistema de redes para atender à demanda de dados móveis projetados para 2020. Isto é, esta geração vai além da procura de maiores velocidades na transmissão de dados, visando a um ecossistema com capacidade de entrega eficiente de serviços sem fio entre máquinas, coisas e pessoas.

Além da padronização de tecnologias abrangidas pela “5G”, será necessária a identificação e harmonização de bandas de frequência radioelétrica que permitam habilitar este ecossistema. Empresas e órgãos do mundo inteiro já estão trabalhando para isto em fóruns internacionais, como os da UIT e da Comissão Interamericana das Telecomunicações (CITEL). Por exemplo, nas próximas Conferências Mundiais de Radiocomunicações da UIT, programadas para novembro de 2015 e 2019, a agenda incluirá temas como a identificação de bandas de frequência aproveitáveis para o IMT-2020, chegando a envolver frequências de até mais de 5 GHz.

Para aproveitar a próxima geração móvel em aspectos como entretenimento, produtividade e desenvolvimento social, é preciso desenvolver uma nova arquitetura considerando novas interfaces de rádio, redes de transporte, dispositivos e tecnologia de acesso múltiplo ao espectro disponível.

Para tal, a evolução das tecnologias atuais é um elemento essencial. Muitos dos avanços previstos para a 5G serão também incorporados nos próximos anos para a evolução de tecnologias 4G. Os saltos entre gerações móveis não ocorrem de maneira espontânea, eles se nutrem do aprimoramento das tecnologias disponíveis. No caso da 5G, a otimização de LTE e LTE-Advanced será um fator que dará forma às bases desta nova arquitetura de redes sem fio.

O 5G deve começar os testes em 2016 na UFC e entrar em operação comercial em 2020
O 5G deve começar os testes em 2016 na UFC e entrar em operação comercial em 2020
15:04 · 02.09.2015 / atualizado às 15:06 · 02.09.2015 por

TIM-4GLTEA TIM iniciou uma ação para a troca de chip 3G pelo 4G grátis. O usuário que já possui um aparelho compatível coma rede LTE no país poderá usufruir da tecnologia de ponta sem custos adicionais.

A ação é válida para clientes de todos os planos e a troca poderá ser feita em qualquer loja da TIM até o dia 30 de setembro, nas 71 cidades onde a operadora possui cobertura 4G.

Atualmente, a TIM é a operadora que possui o maior número de antenas de quarta geração nas capitais brasileiras, segundo dados da Anatel. No Ceará, a TIM possui mais de 180 mil dispositivos 4G.

07:13 · 30.07.2015 / atualizado às 07:13 · 30.07.2015 por

 

Estrutura de sinal 4G
Estrutura de sinal 4G

Os países da América Latina têm alocado, durante décadas, uma importante fatia do espectro radioelétrico para a oferta de conteúdos televisivos que utilizam rede analógica. A evolução tecnológica permite que estes sinais possam ser transmitidos com melhoras notáveis de resolução, incorporando interatividade e um uso mais eficiente do espectro radioelétrico por meio de tecnologias digitais.

A eficiência das tecnologias digitais tem levado os governos a promoverem a chamada transição digital para abrir caminho para a Televisão Digital Terrestre (TDT) na região. Uma das consequências deste processo é a liberação do excedente de espectro, que não mais será utilizado para sinais televisivos e que será destinado para serviços de banda larga móvel. A este excedente da faixa de 700 MHz chamamos de dividendo digital.

A 4G Américas ressalta que os governos podem disponibilizar espectro do dividendo digital paras as redes móveis conforme a liberação avança. Desta forma, não seria necessário esperar que se implementem os apagões analógicos, que no caso do Peru e Paraguai estão programados apenas para 2024. Esta disponibilidade gradual de espectro beneficia os consumidores, que poderiam contar com uma frequência que oferecem maior cobertura geográfica na utilização de redes móveis e serviços com LTE.

No caso do Brasil, embora o leilão da faixa de 700 MHz tenha acontecido em setembro de 2014, a Anatel planeja realizar um novo leilão com as sobras das faixa utilizadas para a rede 4G no final de outubro e início de novembro deste ano. O leilão contará com sobras das faixas de 1,8 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz. A Anatel estuda acrescentar os dividendos digitais da faixa de 700 MHz, no entanto ainda não está confirmada a inclusão desta faixa, uma vez que o valor desta sobra seria muito alto considerando que o custo da limpeza da faixa está sendo arcado pelas operadoras que arremataram lotes no leilão do ano passado, Claro, Vivo, Tim e Algar. Embora a estimativa para término da limpeza da faixa seja em 2019, operadoras já pretendem começar a utilizá-la antes disso, conforme ocorrer disponibilidade para comercialização.

Os próximos dez anos serão de suma importância para o desenvolvimento da banda larga móvel na América Latina, pois neste período todos os países da região devem ter concluído os seus processos de apagões de sinais analógicos para darem lugar à TDT. Isso permitirá que a atribuição de espectro em 700 MHz para o desenvolvimento de tecnologias como a LTE, que permite o acesso a aplicações e serviços avançados, beneficie um número maior de pessoas na região.

Os atrasos nos processos de migração dos sinais analógicos de televisão rumo à TDT implicam em demoras na alocação, o que pode chegar a impactar no desenvolvimento da região e atrasar a expansão de redes LTE. Na atualidade, Argentina e México são os países da América Latina que lideram no desenvolvimento da TDT com mais de 85% de cobertura demográfica em ambos os países.

tdttransicao2

12:28 · 10.07.2015 / atualizado às 13:02 · 10.07.2015 por
Saiba como escolher os modelos certos de  iPhone 6 e 6 Plus nos EUA
Saiba como escolher os modelos certos de iPhone 6 e 6 Plus nos EUA

Vai viajar para os EUA e quer muito comprar um iPhone 6 ou 6Plus (os modelos de iPhones vendidos na Europa não são compatíveis com nosso 4G e não têm garantia no Brasil), mas está em dúvida como fazer para usá-lo no nosso 4G e com garantia da Apple no Brasil? Vamos te mostrar o que fazer neste post.

A primeira coisa que você precisa saber é que você precisa escolhar a operadora certa lá para comprar um iPhone com garantia no Brasil, desbloqueado e com o 4G homolado aqui no País. As operadoras que você deve escolher são: T-Mobile, AT&T e Verizon. Nunca escolha a Sprint, pois ela não comercializa o modelo vendido em solo brasileiro.

Mas que modelo é esse? Para o iPhone 6 escolha o A1549. Já para o 6 Plus escolha o A1522.

Procure nas lojas físicas da Apple ou no site da empresa nos EUA pelo modelo Contract Free ou Full Price, nunca o Sim-Free, pois ele não é homologado pela Anatel, não irá funcionar com nosso 4G e muito menos terá garantia internacional da Apple. No caso das lojas físicas, esse modelo será vendido pela T-Mobile, Verizon e AT&T. No site da Apple apenas a T-Mobile estará com o Contract Free ou Full Price. Todos estes modelos citados são desbloqueados e homologados pela Anatel para funcionar no nosso 4G.

E o preço?
Por conta que estes iPhones são Contract Free ou Full Price, o preço deles é diferente e mais caro. Eles partem de US$ 649 (mais impostos da cidade americana onde está sendo comprado) para o iPhone 6 16GB até US$ 949 (mais impostos da cidade local dos EUA onde ele está sendo comprado) para o iPhone 6 Plus 128GB (veja todos os preços na lista abaixo):

– iPhone 6 16GB: US$ 649 (+ impostos locais)
– iPhone 6 64GB: US$ 749 (+ impostos locais)
– iPhone 6 128GB: US$ 849 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 16GB: US$ 749 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 64GB: US$ 849 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 128GB: US$ 949 (+ impostos locais)

Alfândega

É importante frisar que se você voltar dos EUA com apenas 1 iPhone ou qualquer smartphone com você com o chip da operadora dentro do aparelho não será taxado de forma alguma. Mas é apenas UM MESMO. Se você levar o seu antigo e trouxe ele e mais o novo celular, será taxado.

Suporte no Brasil

Segundo o suporte técnico da Apple, os modelos A1549 e A1522 têm suporte total no Brasil. Porém, eles não podem ganhar o Apple Care, a garantia ampliada da Apple.

08:08 · 03.07.2015 / atualizado às 13:01 · 03.07.2015 por
O modelo dourado foi a nova cor criada pela Apple, mas agora o ouro rosé poderá ser a mais nova novidade
O modelo dourado foi a nova cor criada pela Apple, mas agora o ouro rosé poderá ser a mais nova novidade

Os iPhone 6S e 6S Plus devem ser anunciado em setembro pela Apple, mas os rumores já estão com força na internet. Os últimos, divulgados pelo site 9to5mac, que costuma acertar, indica que os novos modelos virão com um novo modem 4G da Qualcomm que os tornará mais 3x rápidos que os atuais, podendo fazer downloads de até 300 mbps.

E para quem acha que isso irá fazer sua bateria descarregar ainda mais rápido pode comemorar. A promessa é que o produto da Qualcomm reduza o consumo da bateria dos dois novos modelos de iPhones. Por conta disso, eles não serão tão fininhos como os atuais. Serão 0,1mm mais grossos no modelo 6S e 0,3 mm no 6S Plus.

Outra novidade é que a nova geração de iPhones terá um novo par de câmeras com 5 e 12 megapixels nas câmeras frontal e traseira, respectivamente.

Tanto o 6S quanto o 6S Plus terão um novo processador de 64 btis A9, com 2 GB de memória RAM e terão carcaça de alumínio mais resistente. Também se especula que ele terá um novo sensor de toque inteligente, o Force Touch.

Para finalizar os rumores, um cor nova poderá pintar: ouro rosé.