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Tag: Anatel


08:00 · 18.09.2018 / atualizado às 07:39 · 19.09.2018 por
iPhone Xs e Xs Max podem não funcionar adequadamente no Brasil quando comprados nos EUA. Foto: Noah Berger/AFP

Os modelos de iPhone Xs e Xs Max não têm suporte à banda 28 (700 MHz APT). Entre outras bandas, eles funcionam na banda 7 do LTE (2.600 MHz) que é usada no Brasil também. Porém, a banda 28 é mais nobre delas, a que ganhamos graças ao fim do sinal analógico de TV que está sendo encerrado no Brasil inteiro. E aí fica a dúvida? Como vai ser para quem comprar o aparelho nos EUA?

De acordo o Tech Tudo, a Apple Brasil vai prestar assistência a quem comprar nos EUA. A Apple Brasil substituirá o iPhone Xs ou Xs Max norte-americano pelo modelo brasileiro.

Entramos em contato com a assessoria de imprensa da Apple e eles não afirmaram claramente sobre a troca.  Diz a assessoria em resposta ao nosso contato: “A assistência técnica da Apple funciona mundialmente em caso de defeito. Os produtos serão lançados no mercado até o final do ano”.

A questão é que não é um problema. É uma rede diferente. A 2.600, banda 7, deverá continuar existindo. A diferença para quem navegar nela e não na 28, 700 MHz, é que a de 28 será mais rápida.

Entramos em contato com as 4 operadoras principais do Brasil (Claro, Oi, TIM e Vivo). A Claro reforçou que os iPhones Xs e Xs Max realmente não irão funcionar com a frequência 700 MHz, a banda 28 brasileira. Também nos confirmou que os dois modelos irão sim funcionar com as demais bandas. Porém, de acordo com a assessoria de imprensa brasileira da Claro “a faixa de frequência de 700 MHz é a mais nobre dedicada ao 4G no Brasil, oferecendo maior alcance e melhor qualidade de sinal em ambientes fechados. Esta faixa de frequências foi recentemente migrada para o Serviço Móvel Pessoal, após processo de desligamento da TV Analógica, e encontra-se em acelerado processo de implantação pelas operadoras”.

A nota da Claro também ressaltou que os aparelhos que não suportem uma das faixas disponíveis terão performance de acesso inferior quando comparados com aparelhos que suportem plenamente a tecnologia e as frequências de transmissão disponíveis no país. Para a operadora, o ideal é que os consumidores comprem seu aparelho no Brasil, pois a Apple customiza e otimiza os aparelhos dela para as características técnicas das redes móveis locais. “Para garantir a melhor performance e aproveitar ao máximo seu novo smartphone, junto com todas as novas funcionalidades das redes móveis brasileiras, recomendamos aguardar o lançamento oficial desses novos produtos no Brasil”, finaliza.

3,5x melhor

Segundo a nota da TIM, fica reforçado que os iPhones Xs e Xs Max vão funcionar na rede 4G brasileira menos na mais nova e rápida rede, a banda 28 (700 MHz). Esta frequência é importante, pois, no caso da TIM, até 2020 ela estará em todo o território nacional e, principalmente, porque a nova rede tem alcance 3,5x superior à frequência 2600 MHz, ou banda 7 . “De acordo com nosso plano Industrial para evolução do 4G, até 2020 teremos mais de 4 mil cidades cobertas com a tecnologia 4G em 700 MHz no Brasil (ex-frequência da TV analógica). A frequência de 700 MHz tem um alcance 3,5x superior a frequência 2600 MHz, e permite uma melhor experiência do usuário, especialmente em ambientes indoors, como dentro das residências e escritórios”.

Nada de iPhone

A Vivo não falou sobre como os clientes da operadora devem agir com relação a compra do aparelho – se esperam o lançamento no Brasil ou optam por outro país. Ao contrário disso, a operadora preferiu falar que já possuem ampla cobertura na frequência 700 MHz, inclusive em Fortaleza. A Oi, que não participou do leilão da banda 28, respondeu que a os novos iPhones XS e XS Max, recentemente anunciados pela Apple, são plenamente suportados nas faixas de frequências utilizadas na rede LTE da companhia.

E agora?

Bem, há opção de comprar no exterior e manter o uso adequado da rede 28. Basta buscar os iPhones do Japão e Austrália dizem especialistas como Marília Guimarães, do canal de YouTube, EntendendoiPhone. Você também pode aguardar mais um pouco e verificar se realmente os aparelhos que a Apple vai trazer para o País são realmente adaptados para a banda 28 ou não. Isso só saberemos futuramente.

Anatel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que informou que a “banda 28 se refere ao nosso 700 MHz. No Brasil utilizamos também as faixas de 450 MHz, 800 MHz, 900 MHz, 1800 MHz, 2100/1900 MHz e 2,6 GHz. Em breve teremos também 2,3 GHz e 3,5 GHz, seguido do 1,5GHz. Caso o equipamento em questão não suporte essa canalização, não será possível utilizá-la”. Não explicou porém que bandas os aparelhos novos da Apple estarão aptos para captar.

Ainda segundo a Anatel, o Brasil continuará com múltiplas faixas de frequências (bandas). “Os equipamentos que tem chegado para operar no Brasil, passando pelo processo de certificação, que é compulsório, normalmente operam em todas as faixas que temos disponíveis. Todavia, não é obrigatório que operem em todas essas faixas”.

e-SIM

Quanto ao chip virtual, TIM e Claro responderam. De acordo com a TIM, a empresa irá garantir o funcionamento dos novos iPhones homologados pela Anatel e vendidos pela Apple no Brasil, com o SIMCard 4G TIM. “Ainda não temos informações a respeito do funcionamento da tecnologia eSIM dos novos produtos e como será empregado o uso do Dual SIM nesses modelos”, informou.

Já com relação a Claro, a empresa aproveitou para informar que foi a primeira operadora no Brasil a ativar a tecnologia e-SIM. “A tecnologia permite ativar serviços móveis sem exigência de um chip físico (SIM card) instalado no dispositivo. O Apple Watch Series 3 com celular foi o primeiro dispositivo conectado a operar com a tecnologia e a Claro é atualmente a única operadora brasileira habilitada pela Apple para oferecer conectividade via rede celular para o dispositivo. Além de permitir uso do relógio mesmo longe do smartphone, o serviço Claro Sync permite utilizar o mesmo número e o mesmo plano do smartphone em outros dispositivos conectados”, afirma a nota enviada para nós.

Ainda de acordo com a operadora, por meio da tecnologia e-SIM, as configurações da Claro e o número do celular são enviados através da própria rede, direto para o equipamento. Um perfil digital de configuração substitui o papel do chip ou SIM card. “Em breve, inúmeras aplicações de Internet das Coisas, tais como carros conectados, wearables e sensores farão uso da tecnologia e-SIM. O suporte a nova tecnologia soma-se aos investimentos que a Claro vem fazendo na sua rede, como a evolução para 4.5G e a disponibilização de novas tecnologias de transmissão específicas para IoT, como o LTE-M e NB-IoT (Narrow Band IoT)”, encerrou.

Já a Vivo informou, sobre o tema, que já está trabalhando para oferecer a funcionalidade do e-SIM para seus clientes. Porém, não adiantou quando.

Nota oficial Claro na íntegra

“Com relação aos novos modelos do iPhone, o fabricante ainda não divulgou a data oficial de lançamento comercial no Brasil.
Os modelos recentemente anunciados pela Apple, para comercialização restrita em outros países no momento, não suportam a nova frequência de 700 MHz recentemente implantada nas redes 4G do Brasil. Essa restrição se aplica aos modelos Xs e e Xs Max, conforme informações publicadas no site da Apple.
Embora os aparelhos da nova geração suportem algumas das bandas de frequência usadas pelo 4G no Brasil, a banda 28 é muito importante no contexto nacional. A faixa de frequência de 700 MHz é a mais nobre dedicada ao 4G no Brasil, oferecendo maior alcance e melhor qualidade de sinal em ambientes fechados. Esta faixa de frequências foi recentemente migrada para o Serviço Móvel Pessoal, após processo de desligamento da TV Analógica, e encontra-se em acelerado processo de implantação pelas operadoras.
Além disso, a tecnologia 4.5G da Claro combina funcionalidades de última geração com o uso simultâneo de todas as faixas de frequência do 4G. Aparelhos que não suportem uma das faixas disponíveis terão performance de acesso inferior quando comparados com aparelhos que suportem plenamente a tecnologia e as frequências de transmissão disponíveis no país.
Os modelos comercializados pela Apple no Brasil são customizados e otimizados para as características técnicas das redes móveis locais. Para garantir a melhor performance e aproveitar ao máximo seu novo smartphone, junto com todas as novas funcionalidades das redes móveis brasileiras, recomendamos aguardar o lançamento oficial desses novos produtos no Brasil.

A Claro foi a primeira a ativar a tecnologia e-sim no Brasil. A tecnologia permite ativar serviços móveis sem exigência de um chip físico (SIM card) instalado no dispositivo.
O Apple Watch Series 3 com celular foi o primeiro dispositivo conectado a operar com a tecnologia e a Claro é atualmente a única operadora brasileira habilitada pela Apple para oferecer conectividade via rede celular para o dispositivo.
Além de permitir uso do relógio mesmo longe do smartphone, o serviço Claro Sync permite utilizar o mesmo número e o mesmo plano do smartphone em outros dispositivos conectados.
Por meio da tecnologia e-sim, as configurações da operadora e o número do celular são enviados através da própria rede, direto para o equipamento. Um perfil digital de configuração substitui o papel do chip ou SIM card.
Em breve, inúmeras aplicações de Internet das coisas, tais como carros conectados, wearables e sensores farão uso da tecnologia e-SIM. O suporte a nova tecnologia soma-se aos investimentos que a Claro vem fazendo na sua rede, como a evolução para 4.5G e a disponibilização de novas tecnologias de transmissão específicas para IoT, como o LTE-M e NB-IoT (Narrow Band IoT). Essas inovações da Claro foram recentemente reconhecidas e premiadas no evento 5G & LTE Latin America.”

Nota oficial da TIM na íntegra

“Os novos iPhones que virão ao Brasil e serão vendidos aqui possuem todo o suporte técnico que a TIM requer em sua homologação. Portanto, as bandas de frequência 4G estarão presentes.

Quem comprar o aparelho nos Estados Unidos irá utilizá-lo normalmente no Brasil, uma vez que todas as operadoras suportam a banda 7 (2600 MHz), pois o investimento nesta frequência continua. No entanto, os novos iPhones não terão suporte da banda 28 (700MHz), frequência importante para a experiência de uso do cliente.

De acordo com nosso plano Industrial para evolução do 4G, até 2020 teremos mais de 4 mil cidades cobertas com a tecnologia 4G em 700 MHz no Brasil (ex-frequência da TV analógica). A frequência de 700 MHz tem um alcance 3,5x superior a frequência 2600 MHz, e permite uma melhor experiência do usuário, especialmente em ambientes indoors, como dentro das residências e escritórios.

Quanto ao chip virtual, a TIM irá garantir o funcionamento dos novos iPhones homologados pela Anatel e vendidos pela Apple no Brasil, com o SIMCard 4G TIM. Ainda não temos informações a respeito do funcionamento da tecnologia eSIM dos novos produtos e como será empregado o uso do Dual SIM nesses modelos.”

Nota oficial da Vivo

“A Vivo é guiada pela constante inovação e alta qualidade dos seus serviços e já está trabalhando para oferecer a funcionalidade do e-SIM para seus clientes.
Quanto à frequência de 700MHz, a Vivo já utiliza esta faixa de espectro – até então utilizada para transmissão de TV -, em todas as capitais brasileiras. Fortaleza já conta com cobertura de quarta geração na frequência 2.600MHz, primeira faixa disponível para o 4G no Brasil, 1.800MHz e também na de 700MHz. Além de Fortaleza, a Vivo já opera na frequência de 700MHz nas cidades cearenses de Acopiara, Barbalha, Beberibe, Cariré, Caririaçu, Cascavel, Caucaia, Cedro, Eusébio, Horizonte, Icó, Itaitinga, Jardim, Jijoca De Jericoacoara, Juazeiro Do Norte, Limoeiro Do Norte, Mauriti, Morada Nova, Pereiro, Pindoretama, Porteiras, Quixelô, Russas, Saboeiro, São Gonçalo Do Amarante e Tabuleiro Do Norte. O estado de Ceará já conta com cobertura móvel 4G da Vivo (em 1.800MHz, 2.600MHz e/ou 700MHz) em 33 municípios”.

14:56 · 17.09.2018 / atualizado às 15:04 · 17.09.2018 por
Os iPhone Xs e Xs Max

Neste fim de semana muito se falou que os iPhones Xs e Xs Max vendidos nos EUA não iriam funcionar no Brasil devido a ausência da banda 28 no seus specs (veja aqui a página com todas as bandas suportadas). Mas eles vão funcionar mesmo sem esta banda, pois, hoje em dia, a banda de 2.600 MHz, a banda 7, é suportada pelos dois smartphones e está ainda ativa no Brasil.

Esta banda 28 ou banda APT (Arranjo Ásia Pacífico) de 700 MHz é a que está surgindo no Brasil com o fim do sinal analógico. Ao saber de tudo isso, solicitei as 4 grandes empresas de telefonia móvel (Claro, Oi, TIM e Vivo) para dizer o que vai acontecer de fato. Além disso, quando efetivamente, se acontecerá isso, a banda 28 será efetivamente a principal em nosso território.

Em contato a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), perguntei se a banda 28 será a única algum dia e quando isso irá acontecer, pois se a 28 for apenas mais uma banda (mesmo sabendo que ela será a mais veloz de todas), não há porque de se preocupar em comprar ou não o iPhone Xs ou Xs Max nos EUA.

A Apple não fala muito do assunto. Pediu para esperarmos o lançamento do produto aqui. Falou apenas que os iPhones têm suporte internacional para problemas. De fato, a banda 28 não ser coberta pelos dois aparelhos não é um problema passível de reparo ou troca.

Vamos aguardar o desenrolar desta história.

09:54 · 28.03.2018 / atualizado às 09:54 · 28.03.2018 por
Banda larga com crescimento no Brasil. Foto: Anatel/Divulgação

Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil tem 29,33 milhões de contratos de banda larga fixa ativos em fevereiro de 2018. Isso significa um aumento de 2,33 milhões (+8,64%) em 12 meses. Na comparação com janeiro deste ano, o crescimento foi de 41,62 mil contratos (+ 0,14%).

Em 12 meses, os provedores regionais foram responsáveis por mais de dois terços do aumento da banda larga fixa no País, segundo a Agência. Os provedores regionais saíram de 3,05 milhões de contratos para 4,67 milhões (+53,19%). Além deles, a Sercomtel (empresa de telecomunicações com sede em Londrina/PR e que opera com telefonia fixa, móvel e banda larga) teve o maior crescimento percentual, mais 78,44 mil contratos (+46,74%), e a TIM, mais 87,13 mil (+25,97%). A Oi apresentou queda de 176,52 mil contratos (-2,75%).

A Sercomtel, com mais 30,51 mil contratos ativos (+14,14%), foi o grupo com o maior crescimento percentual em fevereiro de 2018 comparado a janeiro, seguida da TIM, mais 4,95 mil (+ 1,19%), e da Algar Telecom, mais 3,61 mil (+0,66%). Nesse período, os provedores regionais tiveram redução de 32,56 mil contratos (-0,69%).

Estados e Distrito Federal
Em 12 meses, o Estado de São Paulo registrou mais 500,25 mil novos contratos de banda larga fixa (+5,21), seguido de Minas Gerais, mais 296,55 mil (+11,30%), e Paraná, mais 237,44 mil (+12,7%). Em termos percentuais, os maiores crescimentos ocorreram no Maranhão, mais 54,86 mil (+24,66%), Ceará, mais 135,22 mil (+22,35%), e Rio Grande do Norte, mais 61,04 mil (+21,54%). Todos os estados brasileiros mais o Distrito Federal apresentaram crescimento no período.

O Estado de São Paulo, mais 45,12 mil contratos de banda larga fixa (+0,45%), o Paraná, mais 33,05 mil (+1,59%) e Santa Catarina, mais 12,62 mil (+0,93%) lideraram o aumento da banda larga fixa na comparação de fevereiro de 2018 com janeiro. Em termos percentuais, a liderança ficou com Rondônia, mais 4,58 mil (+2,97%), Amapá, mais 1,80 mil (+2,84%) e Pará, mais 6,96 mil (+1,93%). Nove estados tiveram diminuição, o Rio Grande do Sul, menos 12,13 mil (-0,66%), apresentou a maior redução absoluta e o Rio de Janeiro, menos 60,30 mil (-1,88), a maior redução percentual.

08:03 · 15.12.2017 / atualizado às 08:10 · 15.12.2017 por
Assistir a vídeos no YouTube livremente na sua conexão padrão pode não ser mais tão livre assim no futuro sem a neutralidade. Seu bolso pode pesar mais

Segunda a Folha de S.Paulo, tão logo as discussões da Reforma da Previdência sejam finalizadas, em fevereiro próximo, as empresas de telefonia partirão para cima do governo para pedir a revisão de decreto assinado em 2016, pela então presidente Dilma Rousseff, que tornava o Marco Civil ainda mais rígido contra o fim da neutralidade.  Neutralidade que é o princípio que impede as teles de cobrarem mais dos clientes para determinados serviços digitais como vídeos em streaming como os da Netflix.

>>>Neutralidade da Internet, símbolo da equidade ou freio à tecnologia? 

E isso vem na esteira da aprovação pelo Federal Communications Commision (FCC), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lá dos EUA, do fim da neutralidade naquele país na última quinta-feira, 14. O FCC derrubou as regras e agora os provedores por lá têm direito a ofertar pacotes diferenciados para os vários serviços de internet como navegação ou streaming de vídeo.

Lembra que havia a discussão de que ao atingir determinado limite de pacote sua internet seria reduzida ou se exigiria mais dinheiro para seguir com aquela velocidade? Pois bem, por lá, agora está liberado. E aqui é o desejo não secreto das nossas teles que poderá virar realidade em 2018. Além disso, o fim da neutralidade pode pôr em prática um plano para quem faz navegação apenas básica e para quem assiste a muitos vídeos do YouTube ou Netflix. O nosso Marco Civil não permite nada disso. Para este plano ir para frente, a lei teria que ser modificada. No atual cenário do parlamento não é inviável que esta mudança ocorra.

Por conta do decreto de Dilma Rousseff, o fluxo das informações na rede brasileira não distingue quem lê e-mail de quem acessa o YouTube. Foi permitido apenas que as telas façam “gestões” do tráfego, mas sem discriminação do tráfego.

Agora, com o fim neutralidade nos EUA, as teles brasileira virão com tudo para cima do governo de Michel Temer tentando a mesma coisa. Temos muito a temer sim (com perdão do trocadilho). Preparem-se, pois a guerra pela defesa da neutralidade está só começando.

14:04 · 01.11.2017 / atualizado às 14:04 · 01.11.2017 por

O serviço de internet fixa registrou 28.167.860 assinantes em setembro de 2017, aumento de 113.243 usuários (+0,40%) quando comparado a agosto, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicaçoes (Anatel). Nos últimos 12 meses, a banda larga fixa apresentou aumento de 1.575.470 usuários (+5,92%).

Nos últimos doze meses, houve aumento de usuários de banda larga fixa em todos os estados do País. Os maiores percentuais foram registrados nos estados do Rio Grande do Norte, com 54.260 novos clientes (+20,01%); Ceará com 97.977 novos usuários (+16,42%) e Maranhão com 28.920 novos clientes (+13,64%).

Outros destaques
Em termos absolutos, na comparação entre agosto e setembro deste ano, a base de assinantes de São Paulo registrou 51.877 novos clientes (+0,53%), no Paraná o aumento foi de 14.042 (+0,72%), e em Minas Gerais foram registrados 12.147 novos clientes (+0,44%).

Prestadores
A prestadora Claro liderou o crescimento no mês de setembro em comparação a agosto, a empresa registrou 51.909 assinantes (+0,60%). Outras empresas que também obtiveram crescimento em setembro foram a Sercomtel, com 8.811 novos usuários (+4,84%), e a TIM, com 6.839 novos clientes (+1,76%).

Em comparação com o ano passado, a Claro Brasil apresentou aumento de 366.971 clientes (+4,37%) na sua base de assinantes. A operadora Vivo registrou 122.366 novos clientes (+1,63 %) e a TIM mais 78.109 usuários (+24,63%).

13:09 · 24.09.2017 / atualizado às 13:14 · 24.09.2017 por
À esquerda os modelos de iPhone 8 e à direita os modelos de iPhone 8 Plus

Segundo o site MacMagazine, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já homologou os 3 novos modelos de iPhones que serão vendidos pela Apple no Brasil. Não há ainda os valores definidos. Vamos lá.

O modelo A1905 será o escolhido para o iPhone 8. O modelo A1897 será o do iPhone 8 Plus e o iPhone X terá o modelo A1901 comercializado em território nacional. Este trio é vendido nos EUA por AT&T e T-Mobile para quem não quer aguardar os novos smartphones chegarem ao Brasil e pensam em buscá-los nos EUA.

Ainda de acordo com o MacMagazine, esta foi a mais rápida homologação de iPhones feita pela Anatel. E isso pode sugerir que, ao invés de dezembro, possamos ter o trio antes.

Eu acho que os iPhones 8 e 8 Plus chegarão perto do fim de outubro e o X em meados de novembro. Porém, é apenas um chute.

O iPhone X chegará em novembro ao Brasil?
08:52 · 21.08.2017 / atualizado às 07:00 · 28.08.2017 por
O iPhone 6 Gold tem suporte no Brasil

Quando vamos a outro país, notadamente os EUA, sempre há esta dúvida se vale a pena comprar um eletrônico por lá por conta da garantia. Pelo preço, certeza que quase sempre vale. Mas pela garantia é outra conversa.

Consultamos as assessorias de 4 marcas internacionais que atuam fora e aqui no Brasil. Tanto a Lenovo quanto a Motorola, controladas pelo mesmo grupo, que afirmam que só dão suporte técnico por meio de seu Serviço de Atendimento e Vendas ao Consumidor apenas a produtos da marca produzidos e adquiridos no Brasil, ou seja, não dá para comprar lá fora e tentar suporte aqui. Portanto nada de tentar comprar o Moto Z2 Play nos EUA caso queira ter garantia no Brasil.

>>>Onde comprar iPhone com segurança no exterior

>>>Comprar computador no exterior vale a pena? Confira quem dá garantia mundial

A Samsung Brasil também não fornece garantia para smartphones comprados em outros países. Nada de achar que aquele Galaxy S8 comprado em Londres e com problema vai ter suporte em solo nacional.

Apple
Então está tudo perdido? Não há garantia internacional para nenhum smartphone? Não é bem assim. No caso da Apple, há suporte para seus smartphones no Brasil. Há algum tempo ela só dava suporte de 1 ano para os aparelhos que tinham sido licenciados por aqui pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, como aconteceram alguns processos na Justiça, a gigante acabou aceitando e agora é possível resolver problemas diretamente com o suporte da Apple.

Apesar disso, quando liguei para o suporte da Apple, no final do ano passado, para saber da troca do meu aparelho, eles pediram sim o código dele atrás para saber se ele havia sido homologado pela Anatel. Então, para evitar dores de cabeça, consulte que modelos são aprovados pela Agência aqui antes. No caso dos mais recentes aparelhos da Apple (iPhone 7 e 7 Plus), os homologados da Anatel são: A1778 (iPhone 7) e A1784 (iPhone 7 Plus).

Atualização – Segundo e-mail enviado pela assessoria de imprensa da Apple “todos os aparelhos são contemplemos, conforme o link enviado anteriormente”. O e-mail trazia o seguinte link.

Chineses
Os aparelhos chineses, apelidados de “xinglings” por aqui e que não têm nem representantes no Brasil, podem ser comprados via internet. Porém, eles não têm suporte algum. Há casos até de vendedores que aceitaram ressarcir os clientes pelo aparelho com defeito ou trocaram o defeituoso por um novo, mas isso não é regra. Até porque a viagem é longa para chegar ao Brasil e ainda tem uma possível taxação pela Receita Federal. Além disso, o produto pode chegar quebrado. O preço destes aparelhos e configurações, geralmente, são bem melhores que muitos aparelhos locais e isso é um atrativo. Mas, é sempre bom pesar os prós e os contras.

Asus

Segundo a assessoria de imprensa da Asus no Brasil, só há garantia produtos da Asus comprados em território nacional.

Anatel contra xinglings
A Anatel já avisou que irá suspender, a partir de setembro, os celulares considerados irregulares. A medida visa impedir que dispositivos sem certificação da Agência sejam ativados e usados no Brasil. Somente os novos, comprados a partir de 1º de setembro, serão bloqueados. Os antigos seguem em funcionamento. Isso deve afetar diretamente os chineses ou “xinglings”. Veja matéria completa aqui.

13:30 · 11.08.2017 / atualizado às 13:51 · 11.08.2017 por
Moto X 4 deve ser apresentado no dia 24

Dia 24 de agosto haverá, em São Paulo, evento da Motorola. Não há confirmação do tema, mas a suspeita é que irão apresentar o Moto X4 que teve sua homologação aprovada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Não há confirmação oficial da configuração do smartphone, mas ele deve ter processador Snapdragon 660, 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. Entrada para fone de ouvido, tela AMOLED de 5,2 polegadas Full HD.

A bateria deverá ter 3.000 mAh, na parte frontal virá o sensor de impressão digital.

O sistema de câmera dupla terá sensores de 8 megapixels e 12 megapixels. Já a câmera frontal terá 16 megapixels.

Minha aposta é que o produto chegue com preço inferior a linha Z, mas superior a linha G. Veremos.

06:21 · 11.08.2017 / atualizado às 12:30 · 14.08.2017 por
Equipamentos que serão usados na internet via satélite da HughesNet

O serviço de internet via satélite da HughesNet, empresa com sede nos EUA, já está disponível no Brasil e quem mora em Fortaleza já tem acesso ao serviço. Quase 1,3 milhão de assinantes nos EUA e reconhecido pela FCC, a Anatel dos EUA, como a melhor se comporta com relação a velocidade entregada.

A partir de R$ 219,90/mês mais taxa de adesão de R$ 99 você tem acesso a internet via satélite de 10 Mega de velocidade de download, 1 Mega para upload, franquia principal de 15 Giga e franquia extra de 20 Giga. Não há bloqueio de internet, mas redução da velocidade quando a internet esgota a franquia.

Para sabermos mais sobre a qualidade deste serviço, entrevistamos, por telefone, o presidente da empresa no Brasil, Rafael Guimarães. A primeira questão levantada foi a qualidade e estabilidade da internet via satélite. Temos exemplos de TV por assinatura que, durante dias de chuva, perdem o sinal ou ficam com qualidade baixa. O presidente da HughesNet Brasil afirmou que a empresa usa tecnologia superior e que suporta bem mais tempo chuvas pesadas que já teriam tirado do ar o sinal das TVs por satélite.

Com relação a suporte técnico, Guimarães garante que o atendimento 24 horas, 7 dias na semana tem resposta muito boa. “Temos a média de 20 segundos para o cliente chegar até um atendente humano e resolver seu problema”, afirmou.

Guimarães também assegura que nas cidades onde a HughesNet atende há toda uma equipe de terceirizados para dar suporte ao cliente quando não há como resolver remotamente.

Instalador na casa de um cliente da HughesNet, posicionando a antena voltada para o satélite da empresa

Com relação ao preço acima da média da concorrência, o presidente lamenta o valor, mas explica que ele é respaldado por toda a tecnologia e infra-estrutura envolvida para atender o cliente. Ele admite que não há como rivalizar com outras empresas que oferecem cabo em grandes cidades e que a meta é atender bem onde não há outros serviços de banda larga para a população ou os serviços não são prestados com qualidade.

Aplicativo

Já disponível para usuários do sistema Android e, em breve, para iOS, o aplicativo da HughesNet promete agilizar a vida dos usuários com segunda via da conta e o controle da franquia.

Ceará
Com relação ao Ceará, Guimarães reforçou que a meta é atender todo o Estado em até 4 anos. Hoje, São 138 no total (veja lista abaixo). Entre os municípios atendidos estão cidades como Fortaleza, Aracati, Eusébio, Itapipoca, Guaramiranga e Maracanaú.

Outros números da HughesNet Brasil:

– 82% da base de assinantes da HughesNet está em cidades com até 50 mil domicílios;
– de todos os domicílios da cobertura HughesNet, 30% está no Nordeste;
– cobrem 92% dos domicílios do Nordeste;
– de todos os domicílios da cobertura HughesNet, 4% estão no Ceará;
– cobrem 86% dos domicílios do Ceará;
– a base de assinantes ativa corresponde a 2% dos domicílios do Ceará.

Por fim, reforçando que não chegamos a testar o produto e não podemos confirmar se a tecnologia deles suporta ou não chuvas intensas a ponto de aguentar e segurar a qualidade da conexão como prometido. Também não temos como dizer se a qualidade do serviço é tanta ao ponto de valer a pena o valor que é bem superior ao mercado. Para quem tem banda larga com cabo de fibra óptica é bem melhor ficar com o serviço fixo, pois o satélite pode sim ter variação superior ao cabo. Mas em lugares que não há outra opção, talvez seja interessante analisar a opção da HughesNet.

A lista de cidades atendidas no Ceará:
Limoeiro do Norte
Russas
Crateús
Aracati
Tianguá
Itapipoca
Canindé
São Benedito
Sobral
Pacatuba
Viçosa do Ceará
Quixeramobim
Nova Russas
Santa Quitéria
Tabuleiro do Norte
Pentecoste
Maranguape
Camocim
Ipu
Morada Nova
Santana do Acaraú
Paraipaba
Jaguaribe
Beberibe
Itapagé
Jaguaruana
Itarema
Novo Oriente
Acopiara
Ipueiras
Palhano
Frecheirinha
Senador Pompeu
Reriutaba
Icapuí
Pedra Branca
São João do Jaguaribe
Trairi
Ocara
Ubajara
Mombaça
Quixadá
Ibiapina
Massapê
Guaraciaba do Norte
Alto Santo
Mucambo
Granja
Coreaú
Fortim
Itaiçaba
Forquilha
Paracuru
Baturité
Hidrolândia
Irauçuba
Aquiraz
Quixeré
Eusébio
São Gonçalo do Amarante
Amontada
Capistrano
Marco
Iracema
Bela Cruz
Caridade
Umirim
Redenção
Jaguaribara
Morrinhos
Aracoiaba
Monsenhor Tabosa
Milhã
Itatira
Madalena
Tejuçuoca
Deputado Irapuan Pinheiro
Jaguaretama
Banabuiú
Cascavel
Pindoretama
Pacajus
Varjota
Boa Viagem
Ibaretama
Orós
Ararendá
Horizonte
Tamboril
Piquet Carneiro
Poranga
Icó
Barreira
Independência
Palmácia
Meruoca
Itaitinga
São Luís do Curu
Acarapé
Solonópole
Pacoti
Pereiro
Cariré
Ererê
Carnaubal
Graça
Catunda
Uruburetama
General Sampaio
Potiretama
Guaiúba
Chaval
Choró
Itapiúna
Quixelô
Croatá
Martinópole
Tururu
Alcântaras
Chorozinho
Apuiarés
Aratuba
Uruoca
Pacujá
Guaramiranga
Senador Sá
Groaíras
Barroquinha
Ibicuitinga
Ipaporanga
Miraíma
Moraújo
Mulungu
Paramoti
Pires Ferreira
Fortaleza
Caucaia
Maracanaú

07:13 · 19.07.2017 / atualizado às 14:27 · 20.07.2017 por

O serviço de banda larga fixa (internet fixa) contava com 27.469.555 milhões de assinantes até o final de maio deste ano, foram mais 163.398 mil clientes um aumento de 0,60%, se comparado ao mês anterior. Nos últimos doze meses, foram adicionados à rede 1.419.082 milhão de clientes (+5,45%).

Segundo dados da Anatel, no Ceará a elevação foi de 32.196 mil (+5,12%). O Estado, aliás, é o segundo do Nordeste em números absolutos de usuários de banda larga fixa com 661.379. A Bahia é o Estado com mais usuários: 826.835. Em termos nacionais, o Ceará ocupa a nona colocação entre os estados com mais gente com acesso a banda larga fixa.

Se você analisar que o Estado do Ceará tem 8.842.791, ter cerca de 13,37% ainda é pouco. Vejo que há muita dificuldade das empresas em expandir os pontos com cabos para banda larga fixa. Porém, as pequenas empresas estão crescendo e ganhando espaço nos bairros descartados pelas grandes. Talvez a questão seja também por conta dos preços dos serviços ou por conta ainda da questão da internet móvel em celulares que está melhorando a qualidade e muita gente hoje nem liga muito.

Nos demais estados, entre abril e maio deste ano, a base de assinantes de Minas Gerais aumentou 41.406 mil novos clientes (+1,55%), e no Rio Grande do Norte 27.779 mil (+9,91%). Nos últimos doze meses, houve aumento de usuários em todos os estados. Os maiores percentuais foram registrados nos estados de São Paulo, com 248.014 mil novos clientes (+2,63%); Minas Gerais com 207.821 mil (+8,28%) e Rio Grande do Sul com 135.237 mil (+8,56%).

A prestadora Vivo liderou o crescimento no mês de maio, se comparado ao mês anterior, foram mais 28.073 mil novos assinantes (+0,37%). A Tim apresentou uma elevação de 10.219 mil (+2,96%), seguida pela Sky com 6.069 mil (+1,77%).

Em comparação com abril de 2016, a Vivo teve um aumento de (+1,89%) na sua base de assinantes, foram mais 140.435 mil. A Tim registrou 57.135 mil novos clientes (+19,15%), e a operadora Claro mais 332.367 mil (+4,03%).