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Tag: Anatel


07:13 · 19.07.2017 / atualizado às 14:27 · 20.07.2017 por

O serviço de banda larga fixa (internet fixa) contava com 27.469.555 milhões de assinantes até o final de maio deste ano, foram mais 163.398 mil clientes um aumento de 0,60%, se comparado ao mês anterior. Nos últimos doze meses, foram adicionados à rede 1.419.082 milhão de clientes (+5,45%).

Segundo dados da Anatel, no Ceará a elevação foi de 32.196 mil (+5,12%). O Estado, aliás, é o segundo do Nordeste em números absolutos de usuários de banda larga fixa com 661.379. A Bahia é o Estado com mais usuários: 826.835. Em termos nacionais, o Ceará ocupa a nona colocação entre os estados com mais gente com acesso a banda larga fixa.

Se você analisar que o Estado do Ceará tem 8.842.791, ter cerca de 13,37% ainda é pouco. Vejo que há muita dificuldade das empresas em expandir os pontos com cabos para banda larga fixa. Porém, as pequenas empresas estão crescendo e ganhando espaço nos bairros descartados pelas grandes. Talvez a questão seja também por conta dos preços dos serviços ou por conta ainda da questão da internet móvel em celulares que está melhorando a qualidade e muita gente hoje nem liga muito.

Nos demais estados, entre abril e maio deste ano, a base de assinantes de Minas Gerais aumentou 41.406 mil novos clientes (+1,55%), e no Rio Grande do Norte 27.779 mil (+9,91%). Nos últimos doze meses, houve aumento de usuários em todos os estados. Os maiores percentuais foram registrados nos estados de São Paulo, com 248.014 mil novos clientes (+2,63%); Minas Gerais com 207.821 mil (+8,28%) e Rio Grande do Sul com 135.237 mil (+8,56%).

A prestadora Vivo liderou o crescimento no mês de maio, se comparado ao mês anterior, foram mais 28.073 mil novos assinantes (+0,37%). A Tim apresentou uma elevação de 10.219 mil (+2,96%), seguida pela Sky com 6.069 mil (+1,77%).

Em comparação com abril de 2016, a Vivo teve um aumento de (+1,89%) na sua base de assinantes, foram mais 140.435 mil. A Tim registrou 57.135 mil novos clientes (+19,15%), e a operadora Claro mais 332.367 mil (+4,03%).

 

12:20 · 07.07.2017 / atualizado às 12:20 · 07.07.2017 por

A Anatel liberou o licenciamento de estações do serviço de telefonia móvel (Serviço Móvel Pessoal – SMP) na faixa de 700 MHz para mais 156 cidades brasileiras. Com isso, agora já são mais de 1,8 mil cidades aptas a utilizar essa faixa para a prestação da banda larga móvel, dentre elas 12 capitais: Aracaju/SE, Boa Vista/RR, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Fortaleza/CE, Macapá/AP, Natal/RN, Palmas/TO, Recife/PE, Rio Branco/AC, Teresina/PI.

O licenciamento de estações na faixa de 700 MHz, nesse momento, é fruto do trabalho realizado no âmbito do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) para a antecipação do desligamento do sinal analógico de televisão em algumas localidades e consequente liberação dessa faixa para utilização das operadoras do serviço móvel em tecnologia de quarta geração (4G).

Para possibilitar a convivência harmônica entre os serviços de televisão e de telefonia móvel, a Anatel realiza estudos de viabilidade técnica nos municípios a serem liberados para evitar interferências entre os serviços. Tal estudo é aprovado pelo Gired, grupo presidido pela Agência e que conta com a participação da Secretaria de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, além das associações representativas das empresas de radiodifusão e das prestadoras de serviços de telecomunicações vencedoras do processo licitatório da Anatel que conferiu o uso da faixa de 700 MHz.

A partir da aprovação do Gired, a Entidade Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV inicia um estudo preventivo de mitigação de eventuais interferências e, após o encerramento dessa atividade, a Anatel libera o licenciamento das estações.

Todo o trabalho vinculado à migração para o sistema digital de TV está inserido em um contexto maior de política pública governamental que tem por objetivo proporcionar a melhoria da qualidade do sinal de televisão para os brasileiros e, também, possibilitar maior qualidade, velocidade de conexão e cobertura para o serviço de banda larga móvel proporcionadas pela telefonia 4G na faixa de 700 MHz, permitindo, assim, a inclusão digital para a população enquadrada nas classes C, D e E no País.

07:05 · 06.07.2017 / atualizado às 07:11 · 06.07.2017 por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou nesta quarta-feira, dia 5/7, o Seminário “Conecta Brasil” de expansão da banda larga pelos provedores regionais. Participaram da abertura do evento o presidente da Agência, Juarez Quadros; o conselheiro do órgão regulador Aníbal Diniz; o diretor da Associação Brasileira de Internet (Abranet), André Costa; e o diretor de Regulação e Legislação da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Carlos Godoy. Cerca de 60 pessoas acompanharam o seminário no auditório da Agência em Brasília e mais 140 pela internet.

No período da manhã, o presidente Juarez Quadros disse que são mais de 27 milhões de acessos à banda larga no país e que os provedores regionais representam uma importante fatia desse mercado, atuando em locais onde as grandes operadoras ainda não chegaram. Ele afirmou que já ouviu depoimentos de usuários falando de sua preferência pelos pequenos provedores, por ser mais fácil a solução de seus problemas. “A Agência tem o máximo interesse em prestigiar os pequenos provedores”, disse.

O conselheiro Aníbal Diniz afirmou que os provedores regionais têm contribuído muito para o desenvolvimento do setor e, mesmo num momento de crise, esse segmento não parou de investir. No final de 2014, os provedores regionais já detinham 10% no mercado da banda larga no país. No final do ano passado, essa participação aumentou para 13% e agora em 2017 já está em 15%. São cerca de 6 mil provedores atendendo a mais de 4 milhões de assinantes, quando se inclui os grupos Algar, em Minas Gerais, e Sercomtel, no Paraná.

André Costa da Abranet falou de duas dificuldades do setor: o financiamento e os preços pelo uso dos postes, que varia de R$ 3 a R$ 20. Para ele, o custo de manutenção precisa ser revisto. O diretor da Abrint disse que órgão regulador de telecomunicações deve equilibrar a balança competitiva e que apesar da Anatel e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terem acertado um preço de referência, as empresas “continuam a pagar preços absurdos”.

Perspectivas Globais – O superintendente de Outorgas da Anatel, Vitor Menezes, disse que o Brasil ocupa a 7ª posição em banda larga no mundo e que a estimativa é que a banda larga cresça 60% até 2020. Segundo ele, os principais desafios são a grande demanda por mais serviços e o cuidado extra com segurança da informação. Vitor acredita que a dispensa de outorga estabelecida pela Agência para provedores com até 5 mil acessos cabeados vai servir de portal de entrada de novos pequenos provedores.

No período da tarde, o diretor do Escritório Regional da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para as Américas, Bruno Ramos, informou que a tendência regulatória no mundo é a da ampliação do espectro não licenciado para comunicações terrestres e que, no longo prazo, os provedores regionais podem levar este fato em consideração na estruturação de seus negócios. Para ele, apesar de os principais objetos da ação regulatória serem atualmente o preço dos serviços e o espectro utilizado, isto deve ser alterado para a proteção de dados, a internet das coisas e a segurança cibernética. Ele também acrescentou que a UIT realiza ações para ampliar a participação dos pequenos provedores em Pontos de Troca de Tráfego, que permitem às empresas de Internet conectar seus servidores para a troca de informações.

Regulação

O gerente de regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali, orientou os participantes do seminário a acompanhar a reavaliação do modelo de outorga e licenciamento dos serviços de telecomunicações, a abertura de consulta pública está em análise no Conselho Diretor da Anatel. Há a possibilidade de que o processo simplifique as outorgas, permitindo uma única autorização para diversos serviços de telecomunicações. Ele também informou que o órgão regulador estuda alterar a definição de Prestadora de Pequeno Porte (PPP), empresas com até 50 mil acessos de acordo com as regras atuais, por uma definição mais estável. “Todos acham que 50 mil é um limite muito baixo, que passa de uma situação de pouca regulação para regulação plena. Não é um cenário desejável para os pequenos e não é também para a Anatel”, disse.

A superintendente de Planejamento e Regulamentação da Agência, Maria Lúcia Bardi, apresentou informações do mapeamento de infraestrutura de telecomunicações realizado pelo órgão regulador. Os dados apresentados informam que 86% da população brasileira se concentram em 58% dos municípios que são atendidos com fibra ótica. Dos municípios sem fibra, 54% estão na Região Norte e Nordeste. A proposta da Anatel é levar fibra a 95% dos municípios e conexão de alta capacidade por rádio ao restante, afirmou.

O presidente da Telebrás, Jarbas Valente, informou que a empresa deve começar a vender a capacidade do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) em outubro deste ano. Vitor Menezes disse que esta é uma solicitação constantemente apresentada a ele pelos pequenos provedores. O SGDC pode prover serviços de Internet a todo o território brasileiro. Valente também propôs que os fundos de investimentos do setor de telecomunicações sejam alterados para financiarem a construção de uma infraestrutura de conexão de alta velocidade (backhaul) nos municípios brasileiros.

Sici

Maria Lúcia, durante o seminário, informou que muitos provedores regionais de banda larga fixa não estão encaminhando os dados ao Sistema de Coleta de Informações (Sici) de acordo com a regulamentação. A precisão dos dados é importante para elaboração das políticas públicas e um correto mapeamento do setor. “A evolução é constante e se você não estiver dentro das regras a tendência do negócio é acabar. Se você fizer da melhor maneira possível, a tendência é que se solidifique”, alertou.

O diretor técnico da Solintel, empresa especializada no assessoramento de prestadores de serviços de telecomunicações, Lacier Dias, sugeriu que os Termos de Ajustamento de Conduta estabelecidos pela Anatel incluam financiamento aos provedores regionais. Além disso, o Sici poderia indicar a evolução do provedor e ser utilizado pelo sistema bancário para análise de financiamento. Segundo ele, assim o provedor teria um incentivo à precisão dos dados.

Participação

Bruno Ramos analisou que a organização dos pequenos provedores na Argentina, no Peru e no Equador tem permitido um contato profissional com os promotores das políticas públicas. Para ele, se os pequenos provedores brasileiros não se organizarem, será difícil negociar. “Outros países têm entidades únicas, o Brasil tem várias.”

Em relação à organização dos pequenos provedores, Maria Lúcia apresentou o projeto de estruturação do Comitê de Prestadoras de Pequeno Porte junto à Anatel, cujo objetivo é propor alterações na regulamentação, remoção de barreiras aos pequenos, ações de redução de desigualdades regionais e consolidação das demandas do setor.

Fonte: Anatel

11:33 · 25.06.2017 / atualizado às 11:33 · 25.06.2017 por

Assim como a TIM, a Claro afirmou que já está testando a conexão banda larga móvel de frequência de 700 MHz há algum tempo. No caso da operadora Claro, desde 2015 quando testou a frequência na cidade de Anápolis, em Goiás. Em dezembro desse mesmo ano foi a vez de Rio Verde/GO, primeiro município brasileiro a desligar o sinal analógico de TV. “A ativação do 700MHz e a introdução da tecnologia 4,5G colocam a prestação do serviço móvel pessoal num novo patamar”, garante comunicado da Claro enviado por e-mail.

Recentemente, a Claro realizou a implantação do 4,5G em Brasília, primeira capital a liberar a faixa de 700 Mhz para uso em telefonia móvel. As primeiras células de transmissão com a nova tecnologia foram ativas assim que a Anatel liberou a utilização do novo espectro, garante comunicado enviado pela Claro. Também conhecida como LTE-Advanced Pro, permite que se agregue várias faixas de frequência na mesma portadora da estação radiobase (ERB). Com isso é possível usar o sinal de modo mais eficiente e obter melhor uso dos recursos da rede, garante a assessoria de imprensa da operadora.

A operadora reforça que todos os usuários com aparelhos 4G, mesmo que não suportem a agregação das faixas, usufruirão o benefício de ter mais capacidade na rede, utilizando ou não as novas faixas de frequência implantadas. Isso acontece porque os celulares compatíveis passam a transmitir na nova frequência e a demanda sobre a antiga diminui, dando maior capacidade de transmissão para todos.

Sobre quando a frequência de 700 MHz estará disponível em Fortaleza, a assessoria de imprensa da Claro informa que a ampliação do 4,5G depende das liberações da faixa de 700MHz que está ligado diretamente ao desligamento da TV analógica e limpeza da faixa de espectro de 700 MHz.

“Todo este processo segue o cronograma do Gired e, diante disso, a Claro entende que se o cronograma não for afetado a expansão seguirá como planejado. Além disso, é necessário fazer investimentos e implantar novos equipamentos nas torres de transmissão das cidades onde a frequência nova é liberada”, finaliza a operadora.

09:00 · 11.10.2016 / atualizado às 09:13 · 11.10.2016 por
iPhone 7
iPhone 7

Segundo o MacMagazine, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou 12 modelos de baterias dos iPhone 7 e 7 Plus e, desta forma, oficializou que modelos serão vendidos no Brasil, em breve.

Os modelos escolhidos são o A1778 para o iPhone 7 e o A1784 para o 7 Plus (os mesmos comercializados por AT&T e T-Mobile nos EUA).

>>>Apple apresenta iPhone resistente a água, com duas câmeras traseiras no 7 Plus, Watch Series 2, entre outras novidades

>>>>Você sabia? Qualquer iPhone 7 ou 7 Plus comprado no exterior é compatível com o 4G brasileiro

Não há nenhuma informação sobre preço, ainda. As estimativas são as piores possíveis, ou seja, preços bem superiores a R$ 4 mil para o modelo básico do iPhone 7. Imagina aí o preço do iPhone 7 Plus…

O lado bom dessa história é que eles já começam em 32 GB de armazenamento, ao menos.

13:13 · 28.04.2016 / atualizado às 07:02 · 29.04.2016 por
André Figueiredo (PDT-CE) é o atual ministro das Comunicações. Foto: Agência Brasil
André Figueiredo (PDT-CE) é o atual ministro das Comunicações. Foto: Agência Brasil

Atualizada às 07h03, de 29/04

Segundo fontes escutadas pela agência Reuters, se o vice-presidente Michel Temer for empossado como presidente da República, com o possível impeachment da atual presidente Dilma Rousseff, ele poderia cortar 7 ministérios, entre eles, o das Comunicações.

A fonte não revelou mais detalhes de como seria isso, mas informou que, com os avanços dos marcos legais e as agências reguladoras, o papel do ministério ficaria restrito, basicamente a concessões.

Em caso de passar o fim do Ministério das Comunicações, o mesmo deverá ser fundido com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Recentemente, o Ministério das Comunicações, depois da pressão popular grande contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atuou cobrando uma postura da autarquia de maior proteção do consumidor no caso da limitação da banda larga fixa.

Entramos em contato com a assessoria de imprensa do atual ministro das Comunicações, André Figueiredo, para que ele comentasse sobre a importância de um ministério sobre o tema e o que acha da possível extinção da pasta. Até agora não recebemos retorno.

Resposta do ministro

Segundo relato da assessoria de imprensa do Ministério das Comunicações, “o ministro não vai comentar suposições. Além disso, ele não acredita que isso ocorrerá”.

12:30 · 18.04.2016 / atualizado às 12:32 · 18.04.2016 por

anatelA medida da Anatel de impedir que as operadoras cortem ou reduzam a internet dos clientes de banda larga fixa sem avisá-los antes nos próximos 90 dias é chover no molhado. Explico: hoje quem faz corte de internet? E nos próximos 90 dias? Que eu saiba, na prática, ninguém faz isso ainda.

Até a Vivo, responsável por toda essa discussão, já prometeu, que, até 31/12 deste ano, não vai cobrar excedente de ninguém (tão boazinha ela). Logo, a medida da Anatel tem impacto zero.

Mais parece apenas uma atitude para tirar a suja que ficou quando, lá atrás, disse que a medida seria benéfica para os consumidores. Não, vai ser benéfica mesmo! E nem me venha com comparação com o serviço de água e energia elétrica porque isso não tem comparação!

Temos que seguir vigilantes e continuar atuantes contra esta medida absurda que só visa aumentar ainda mais o lucro das empresas sem preocupação alguma com o consumidor final, ou seja, nós.

12:31 · 29.03.2016 / atualizado às 12:45 · 29.03.2016 por
Com a internet de melhor qualidade é possível acessar mais serviços Foto: Kid Junior
Com a internet de melhor qualidade é possível acessar mais serviços Foto: Kid Junior

A Anatel divulgou nesta terça-feira, 29, os resultados da pesquisa que mede a satisfação e a qualidade percebida pelos consumidores dos serviços de telefonia fixa, banda larga fixa e telefonia móvel pré e pós-paga em todo o Brasil. Os dados resultantes da pesquisa estão disponíveis para consulta e download no site da agência e permitem aos consumidores conhecer quais são as empresas mais bem avaliadas em seus estados.

Em termos locais, a pesquisa mostrou uma percepção que os usuários cearenses aprovam com ressalvas os serviços de telefonia no Estado. Levando-se em conta que as notas dadas iam de 0 a 10, poucas empresas tiveram notas superiores a 7 em algum quesito. Se entendermos como uma escola, onde a média é 7, foi difícil passar de ano.

Mas vamos aos números. Com relação a satisfação geral com celular pré-pago, a Vivo recebeu nota 7,62. A Claro ficou com 7,13, TIM com 6,64 e Oi, com 6,41, foi a pior avaliada.

No quesito celular pós-pago, a Vivo apareceu como a mais bem avaliada novamente com 7,65. A Claro ficou com 7,09, a TIM levou 6,79 e Oi foi a pior com 5,65.

O ranking geral de telefonia fixa teve Net Claro com 7,64, GVT com 7,60 e Oi foi novamente a pior com 6,21.

Por fim, o ranking mediou a avaliação com a banda larga fixa no Ceará. Os números mostraram que nenhuma das operadoras tem total destaque para os cearenses. A melhor nota foi da GVT que ficou com 7,26. A Net aparece na sequência com 7,16. Sky e Oi ficaram reprovadas com notas de 5,90 e 5,70, respectivamente.

Pesquisa Anatel no Ceará
Pesquisa Anatel no Ceará

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No Brasil
Em nível nacional, a telefonia fixa foi o serviço que recebeu a maior nota referente a satisfação dos consumidores: 6,97, em uma escala que vai de zero a dez. Foi seguida pela telefonia celular pós-paga, com nota 6,72; pré-paga, com nota 6,62; e banda larga fixa, com nota 6,58.

Além de aferir a satisfação dos consumidores, a pesquisa mede como o consumidor percebe a qualidade do serviço de acordo com diferentes aspectos tais como: o funcionamento, a cobrança e a oferta e contratação, entre outros.

A pesquisa mostrou que os aspectos que recebem avaliações mais negativas – em todos os serviços – estão ligados ao atendimento telefônico das prestadoras (o que inclui o tempo de espera para falar com atendente) e também à sua capacidade de resolver demandas (como pedidos de mudança de planos e de correções em faturas).

A pesquisa também aferiu que, em alguns casos, metade dos entrevistados declarou ter entrado em contato com a prestadora nos seis meses anteriores à pesquisa para resolver problemas de cobrança ou pedir reparo do serviço.

“Em primeiro lugar, ao publicarmos os resultados, estamos dando ao consumidor informações essenciais para que ele possa escolher qual prestadora irá contratar. Ao mesmo tempo, a pesquisa dá à Anatel informações essenciais para que ela possa direcionar suas ações de fiscalização, de controle e mesmo os seus regulamentos para solucionar os problemas que mais geram insatisfação nos consumidores”, afirmou a superintendente de relações com os consumidores da Anatel, Elisa Leonel.

Sobre a pesquisa
Os dados foram coletados em mais de 150 mil entrevistas telefônicas realizadas com consumidores no segundo semestre de 2015 e abrangem os serviços de telefonia pré e pós-paga, telefonia fixa e banda larga fixa. Em abril, a Anatel divulgará também os dados da pesquisa sobre TV por assinatura, cujos dados foram coletados até meados de fevereiro de 2016, com a realização de cerca de 50 mil entrevistas.

A realização da pesquisa decorre de obrigação prevista na Resolução nº 654/2015 da Anatel, que prevê que as prestadoras de cada serviço devem, conjuntamente, contratar uma empresa pesquisadora para realizar a coleta e a apuração dos dados. Em 2015, a empresa contratada foi a TNS Brasil S.A.

À Anatel coube a definição de metodologia, a elaboração dos questionários, o cálculo das amostras e o sorteio dos usuários a serem entrevistados.

07:13 · 30.07.2015 / atualizado às 07:13 · 30.07.2015 por

 

Estrutura de sinal 4G
Estrutura de sinal 4G

Os países da América Latina têm alocado, durante décadas, uma importante fatia do espectro radioelétrico para a oferta de conteúdos televisivos que utilizam rede analógica. A evolução tecnológica permite que estes sinais possam ser transmitidos com melhoras notáveis de resolução, incorporando interatividade e um uso mais eficiente do espectro radioelétrico por meio de tecnologias digitais.

A eficiência das tecnologias digitais tem levado os governos a promoverem a chamada transição digital para abrir caminho para a Televisão Digital Terrestre (TDT) na região. Uma das consequências deste processo é a liberação do excedente de espectro, que não mais será utilizado para sinais televisivos e que será destinado para serviços de banda larga móvel. A este excedente da faixa de 700 MHz chamamos de dividendo digital.

A 4G Américas ressalta que os governos podem disponibilizar espectro do dividendo digital paras as redes móveis conforme a liberação avança. Desta forma, não seria necessário esperar que se implementem os apagões analógicos, que no caso do Peru e Paraguai estão programados apenas para 2024. Esta disponibilidade gradual de espectro beneficia os consumidores, que poderiam contar com uma frequência que oferecem maior cobertura geográfica na utilização de redes móveis e serviços com LTE.

No caso do Brasil, embora o leilão da faixa de 700 MHz tenha acontecido em setembro de 2014, a Anatel planeja realizar um novo leilão com as sobras das faixa utilizadas para a rede 4G no final de outubro e início de novembro deste ano. O leilão contará com sobras das faixas de 1,8 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz. A Anatel estuda acrescentar os dividendos digitais da faixa de 700 MHz, no entanto ainda não está confirmada a inclusão desta faixa, uma vez que o valor desta sobra seria muito alto considerando que o custo da limpeza da faixa está sendo arcado pelas operadoras que arremataram lotes no leilão do ano passado, Claro, Vivo, Tim e Algar. Embora a estimativa para término da limpeza da faixa seja em 2019, operadoras já pretendem começar a utilizá-la antes disso, conforme ocorrer disponibilidade para comercialização.

Os próximos dez anos serão de suma importância para o desenvolvimento da banda larga móvel na América Latina, pois neste período todos os países da região devem ter concluído os seus processos de apagões de sinais analógicos para darem lugar à TDT. Isso permitirá que a atribuição de espectro em 700 MHz para o desenvolvimento de tecnologias como a LTE, que permite o acesso a aplicações e serviços avançados, beneficie um número maior de pessoas na região.

Os atrasos nos processos de migração dos sinais analógicos de televisão rumo à TDT implicam em demoras na alocação, o que pode chegar a impactar no desenvolvimento da região e atrasar a expansão de redes LTE. Na atualidade, Argentina e México são os países da América Latina que lideram no desenvolvimento da TDT com mais de 85% de cobertura demográfica em ambos os países.

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12:28 · 10.07.2015 / atualizado às 13:02 · 10.07.2015 por
Saiba como escolher os modelos certos de  iPhone 6 e 6 Plus nos EUA
Saiba como escolher os modelos certos de iPhone 6 e 6 Plus nos EUA

Vai viajar para os EUA e quer muito comprar um iPhone 6 ou 6Plus (os modelos de iPhones vendidos na Europa não são compatíveis com nosso 4G e não têm garantia no Brasil), mas está em dúvida como fazer para usá-lo no nosso 4G e com garantia da Apple no Brasil? Vamos te mostrar o que fazer neste post.

A primeira coisa que você precisa saber é que você precisa escolhar a operadora certa lá para comprar um iPhone com garantia no Brasil, desbloqueado e com o 4G homolado aqui no País. As operadoras que você deve escolher são: T-Mobile, AT&T e Verizon. Nunca escolha a Sprint, pois ela não comercializa o modelo vendido em solo brasileiro.

Mas que modelo é esse? Para o iPhone 6 escolha o A1549. Já para o 6 Plus escolha o A1522.

Procure nas lojas físicas da Apple ou no site da empresa nos EUA pelo modelo Contract Free ou Full Price, nunca o Sim-Free, pois ele não é homologado pela Anatel, não irá funcionar com nosso 4G e muito menos terá garantia internacional da Apple. No caso das lojas físicas, esse modelo será vendido pela T-Mobile, Verizon e AT&T. No site da Apple apenas a T-Mobile estará com o Contract Free ou Full Price. Todos estes modelos citados são desbloqueados e homologados pela Anatel para funcionar no nosso 4G.

E o preço?
Por conta que estes iPhones são Contract Free ou Full Price, o preço deles é diferente e mais caro. Eles partem de US$ 649 (mais impostos da cidade americana onde está sendo comprado) para o iPhone 6 16GB até US$ 949 (mais impostos da cidade local dos EUA onde ele está sendo comprado) para o iPhone 6 Plus 128GB (veja todos os preços na lista abaixo):

– iPhone 6 16GB: US$ 649 (+ impostos locais)
– iPhone 6 64GB: US$ 749 (+ impostos locais)
– iPhone 6 128GB: US$ 849 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 16GB: US$ 749 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 64GB: US$ 849 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 128GB: US$ 949 (+ impostos locais)

Alfândega

É importante frisar que se você voltar dos EUA com apenas 1 iPhone ou qualquer smartphone com você com o chip da operadora dentro do aparelho não será taxado de forma alguma. Mas é apenas UM MESMO. Se você levar o seu antigo e trouxe ele e mais o novo celular, será taxado.

Suporte no Brasil

Segundo o suporte técnico da Apple, os modelos A1549 e A1522 têm suporte total no Brasil. Porém, eles não podem ganhar o Apple Care, a garantia ampliada da Apple.