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Tag: Anatel


09:00 · 11.10.2016 / atualizado às 09:13 · 11.10.2016 por
iPhone 7
iPhone 7

Segundo o MacMagazine, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou 12 modelos de baterias dos iPhone 7 e 7 Plus e, desta forma, oficializou que modelos serão vendidos no Brasil, em breve.

Os modelos escolhidos são o A1778 para o iPhone 7 e o A1784 para o 7 Plus (os mesmos comercializados por AT&T e T-Mobile nos EUA).

>>>Apple apresenta iPhone resistente a água, com duas câmeras traseiras no 7 Plus, Watch Series 2, entre outras novidades

>>>>Você sabia? Qualquer iPhone 7 ou 7 Plus comprado no exterior é compatível com o 4G brasileiro

Não há nenhuma informação sobre preço, ainda. As estimativas são as piores possíveis, ou seja, preços bem superiores a R$ 4 mil para o modelo básico do iPhone 7. Imagina aí o preço do iPhone 7 Plus…

O lado bom dessa história é que eles já começam em 32 GB de armazenamento, ao menos.

13:13 · 28.04.2016 / atualizado às 07:02 · 29.04.2016 por
André Figueiredo (PDT-CE) é o atual ministro das Comunicações. Foto: Agência Brasil
André Figueiredo (PDT-CE) é o atual ministro das Comunicações. Foto: Agência Brasil

Atualizada às 07h03, de 29/04

Segundo fontes escutadas pela agência Reuters, se o vice-presidente Michel Temer for empossado como presidente da República, com o possível impeachment da atual presidente Dilma Rousseff, ele poderia cortar 7 ministérios, entre eles, o das Comunicações.

A fonte não revelou mais detalhes de como seria isso, mas informou que, com os avanços dos marcos legais e as agências reguladoras, o papel do ministério ficaria restrito, basicamente a concessões.

Em caso de passar o fim do Ministério das Comunicações, o mesmo deverá ser fundido com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Recentemente, o Ministério das Comunicações, depois da pressão popular grande contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atuou cobrando uma postura da autarquia de maior proteção do consumidor no caso da limitação da banda larga fixa.

Entramos em contato com a assessoria de imprensa do atual ministro das Comunicações, André Figueiredo, para que ele comentasse sobre a importância de um ministério sobre o tema e o que acha da possível extinção da pasta. Até agora não recebemos retorno.

Resposta do ministro

Segundo relato da assessoria de imprensa do Ministério das Comunicações, “o ministro não vai comentar suposições. Além disso, ele não acredita que isso ocorrerá”.

12:30 · 18.04.2016 / atualizado às 12:32 · 18.04.2016 por

anatelA medida da Anatel de impedir que as operadoras cortem ou reduzam a internet dos clientes de banda larga fixa sem avisá-los antes nos próximos 90 dias é chover no molhado. Explico: hoje quem faz corte de internet? E nos próximos 90 dias? Que eu saiba, na prática, ninguém faz isso ainda.

Até a Vivo, responsável por toda essa discussão, já prometeu, que, até 31/12 deste ano, não vai cobrar excedente de ninguém (tão boazinha ela). Logo, a medida da Anatel tem impacto zero.

Mais parece apenas uma atitude para tirar a suja que ficou quando, lá atrás, disse que a medida seria benéfica para os consumidores. Não, vai ser benéfica mesmo! E nem me venha com comparação com o serviço de água e energia elétrica porque isso não tem comparação!

Temos que seguir vigilantes e continuar atuantes contra esta medida absurda que só visa aumentar ainda mais o lucro das empresas sem preocupação alguma com o consumidor final, ou seja, nós.

12:31 · 29.03.2016 / atualizado às 12:45 · 29.03.2016 por
Com a internet de melhor qualidade é possível acessar mais serviços Foto: Kid Junior
Com a internet de melhor qualidade é possível acessar mais serviços Foto: Kid Junior

A Anatel divulgou nesta terça-feira, 29, os resultados da pesquisa que mede a satisfação e a qualidade percebida pelos consumidores dos serviços de telefonia fixa, banda larga fixa e telefonia móvel pré e pós-paga em todo o Brasil. Os dados resultantes da pesquisa estão disponíveis para consulta e download no site da agência e permitem aos consumidores conhecer quais são as empresas mais bem avaliadas em seus estados.

Em termos locais, a pesquisa mostrou uma percepção que os usuários cearenses aprovam com ressalvas os serviços de telefonia no Estado. Levando-se em conta que as notas dadas iam de 0 a 10, poucas empresas tiveram notas superiores a 7 em algum quesito. Se entendermos como uma escola, onde a média é 7, foi difícil passar de ano.

Mas vamos aos números. Com relação a satisfação geral com celular pré-pago, a Vivo recebeu nota 7,62. A Claro ficou com 7,13, TIM com 6,64 e Oi, com 6,41, foi a pior avaliada.

No quesito celular pós-pago, a Vivo apareceu como a mais bem avaliada novamente com 7,65. A Claro ficou com 7,09, a TIM levou 6,79 e Oi foi a pior com 5,65.

O ranking geral de telefonia fixa teve Net Claro com 7,64, GVT com 7,60 e Oi foi novamente a pior com 6,21.

Por fim, o ranking mediou a avaliação com a banda larga fixa no Ceará. Os números mostraram que nenhuma das operadoras tem total destaque para os cearenses. A melhor nota foi da GVT que ficou com 7,26. A Net aparece na sequência com 7,16. Sky e Oi ficaram reprovadas com notas de 5,90 e 5,70, respectivamente.

Pesquisa Anatel no Ceará
Pesquisa Anatel no Ceará

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No Brasil
Em nível nacional, a telefonia fixa foi o serviço que recebeu a maior nota referente a satisfação dos consumidores: 6,97, em uma escala que vai de zero a dez. Foi seguida pela telefonia celular pós-paga, com nota 6,72; pré-paga, com nota 6,62; e banda larga fixa, com nota 6,58.

Além de aferir a satisfação dos consumidores, a pesquisa mede como o consumidor percebe a qualidade do serviço de acordo com diferentes aspectos tais como: o funcionamento, a cobrança e a oferta e contratação, entre outros.

A pesquisa mostrou que os aspectos que recebem avaliações mais negativas – em todos os serviços – estão ligados ao atendimento telefônico das prestadoras (o que inclui o tempo de espera para falar com atendente) e também à sua capacidade de resolver demandas (como pedidos de mudança de planos e de correções em faturas).

A pesquisa também aferiu que, em alguns casos, metade dos entrevistados declarou ter entrado em contato com a prestadora nos seis meses anteriores à pesquisa para resolver problemas de cobrança ou pedir reparo do serviço.

“Em primeiro lugar, ao publicarmos os resultados, estamos dando ao consumidor informações essenciais para que ele possa escolher qual prestadora irá contratar. Ao mesmo tempo, a pesquisa dá à Anatel informações essenciais para que ela possa direcionar suas ações de fiscalização, de controle e mesmo os seus regulamentos para solucionar os problemas que mais geram insatisfação nos consumidores”, afirmou a superintendente de relações com os consumidores da Anatel, Elisa Leonel.

Sobre a pesquisa
Os dados foram coletados em mais de 150 mil entrevistas telefônicas realizadas com consumidores no segundo semestre de 2015 e abrangem os serviços de telefonia pré e pós-paga, telefonia fixa e banda larga fixa. Em abril, a Anatel divulgará também os dados da pesquisa sobre TV por assinatura, cujos dados foram coletados até meados de fevereiro de 2016, com a realização de cerca de 50 mil entrevistas.

A realização da pesquisa decorre de obrigação prevista na Resolução nº 654/2015 da Anatel, que prevê que as prestadoras de cada serviço devem, conjuntamente, contratar uma empresa pesquisadora para realizar a coleta e a apuração dos dados. Em 2015, a empresa contratada foi a TNS Brasil S.A.

À Anatel coube a definição de metodologia, a elaboração dos questionários, o cálculo das amostras e o sorteio dos usuários a serem entrevistados.

07:13 · 30.07.2015 / atualizado às 07:13 · 30.07.2015 por

 

Estrutura de sinal 4G
Estrutura de sinal 4G

Os países da América Latina têm alocado, durante décadas, uma importante fatia do espectro radioelétrico para a oferta de conteúdos televisivos que utilizam rede analógica. A evolução tecnológica permite que estes sinais possam ser transmitidos com melhoras notáveis de resolução, incorporando interatividade e um uso mais eficiente do espectro radioelétrico por meio de tecnologias digitais.

A eficiência das tecnologias digitais tem levado os governos a promoverem a chamada transição digital para abrir caminho para a Televisão Digital Terrestre (TDT) na região. Uma das consequências deste processo é a liberação do excedente de espectro, que não mais será utilizado para sinais televisivos e que será destinado para serviços de banda larga móvel. A este excedente da faixa de 700 MHz chamamos de dividendo digital.

A 4G Américas ressalta que os governos podem disponibilizar espectro do dividendo digital paras as redes móveis conforme a liberação avança. Desta forma, não seria necessário esperar que se implementem os apagões analógicos, que no caso do Peru e Paraguai estão programados apenas para 2024. Esta disponibilidade gradual de espectro beneficia os consumidores, que poderiam contar com uma frequência que oferecem maior cobertura geográfica na utilização de redes móveis e serviços com LTE.

No caso do Brasil, embora o leilão da faixa de 700 MHz tenha acontecido em setembro de 2014, a Anatel planeja realizar um novo leilão com as sobras das faixa utilizadas para a rede 4G no final de outubro e início de novembro deste ano. O leilão contará com sobras das faixas de 1,8 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz. A Anatel estuda acrescentar os dividendos digitais da faixa de 700 MHz, no entanto ainda não está confirmada a inclusão desta faixa, uma vez que o valor desta sobra seria muito alto considerando que o custo da limpeza da faixa está sendo arcado pelas operadoras que arremataram lotes no leilão do ano passado, Claro, Vivo, Tim e Algar. Embora a estimativa para término da limpeza da faixa seja em 2019, operadoras já pretendem começar a utilizá-la antes disso, conforme ocorrer disponibilidade para comercialização.

Os próximos dez anos serão de suma importância para o desenvolvimento da banda larga móvel na América Latina, pois neste período todos os países da região devem ter concluído os seus processos de apagões de sinais analógicos para darem lugar à TDT. Isso permitirá que a atribuição de espectro em 700 MHz para o desenvolvimento de tecnologias como a LTE, que permite o acesso a aplicações e serviços avançados, beneficie um número maior de pessoas na região.

Os atrasos nos processos de migração dos sinais analógicos de televisão rumo à TDT implicam em demoras na alocação, o que pode chegar a impactar no desenvolvimento da região e atrasar a expansão de redes LTE. Na atualidade, Argentina e México são os países da América Latina que lideram no desenvolvimento da TDT com mais de 85% de cobertura demográfica em ambos os países.

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