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Tag: apple


07:06 · 14.09.2017 / atualizado às 07:07 · 14.09.2017 por
iPhone 5s

Você sabia que os produtos eletrônicos são uma das categorias favoritas entre brasileiros e latino-americanos no eBay. Em 2016, o eBay vendeu mais de 300 mil smartphones na América Latina, mas, qual o smartphone favorito no Brasil? E no México? Argentina?

Abaixo vamos mostrar os dados mais recentes sobre compras de iPhone no eBay e os smartphones favoritos de cada região.

Dados sobre iPhone no eBay:
Número de iPhones vendido por hora:
Brasil: 2
Argentina: 3
México: 5

iPhone mais popular em 2016 no eBay
Brasil: iPhone 5s (27% do total de compras)
Argentina: iPhone 5s (40% do total de compras)
Mexico: iPhone 5s (26% do total de compras)

Venda total de iPhone de janeiro até agosto de 2017
Brasil: 7,874 iPhones vendidos
Argentina: 5,712 iPhones vendidos
México: 12,635 iPhones vendidos

Os iPhones vendidos em todo o mundo em 2016: 2,430,462

Smartphone favoritos na América Latina
Top 5 smartphones mais vendidos no Brasil:
iPhone – 21,192 vendidos
Outros – 15,699 vendidos
Samsung – 4,455 vendidos
Motorola – 1,895 vendidos
LG – 1,339 vendidos

Top 5 smartphones mais vendidos na Argentina
iPhone – 25,977 vendidos
Outros – 22,977 vendidos
Samsung – 15,081 vendidos
Motorola – 6,602 vendidos
LG – 6,469 vendidos

Top 5 smartphones mais vendidos no México
Samsung – 51,923 vendidos
iPhone – 41,194 vendidos
Outros – 39,925 vendidos
LG – 22,864 vendidos
Motorola – 18,787 vendidos

São números impressionantes. Realmente não acreditava que tanta gente assim comprava não só iPhones, mas qualquer tipo de smartphone em sites como eBay, AliExpress e outros do gênero. Não só pela insegurança de que se vai receber ou não. Há sempre o perigo do extravio, mas também ele poderá ser taxado, pode vir quebrado. Além disso, se você não cuidar de analisar bem o vendedor, ainda pode receber um tijolo ou similar ao invés do seu smartphone. Aí, o barato vai sair bem caro.

>>>Psicóloga paga por iPhone 6 e recebe tijolo

Óbvio, tudo isso pode ocorrer até em lojas online conhecidas, ainda mais agora que começaram os marketplaces em redes grandes nacionais. O marketplace é aquela reunião de lojas de terceiros que ficam dentro de um gigante do varejo como a Casas Bahia, por exemplo. São ótimas ideias, mas algumas vezes já vimos problemas de compras que não eram, digamos assim, exatamente o que o cliente pagou, não é mesmo?

10:45 · 13.09.2017 / atualizado às 11:45 · 13.09.2017 por
O iPhone X custará a partir de US$ 999, nos EUA, com 64 GB de armazenamento interno

Segundo a Apple, os novos processadores, os A11 Bionic terão 25% de performance superior aos modelos A10 Fusion. Se analisar a eficiência dos atuais com os futuros iPhones, os modelos 8, 8 Plus e X seriam 70% mais rápidos.

>>iPhone X chega por US$ 999 com reconhecimento facila e traseira de vidro
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Teoricamente isso seria possível, entre outras coisas, porque a GPU do A11 Bionic foi feita pela Apple e daria 30% mais performance que os atuais processadores.

O A11 Bionic tem 6 núcleos, sendo 2 focados em performance e 4 em eficiência energética. Também terá um coprocessador de movimentos M11 e um engine neural embutido para realizar até 600 bilhões de operações em segundo. Isso, na teoria, é fantástico. Veremos na prática, claro.

Além disso, há a velha promessa da Apple de aparelhos com duas hora a mais de autonomia de bateria. Também é algo que só poderemos verificar na prática, pois a bateria dos iPhones é, sem dúvida nenhuma, o maior problema dos aparelhos da Apple sempre.

Memória RAM
Os novos iPhones 8, 8 Plus e X terão 2GB no iPhone 8 e 3GB tanto no iPhone 8 Plus quanto no iPhone X.

À esquerda os modelos de iPhone 8 (começam em US$ 699 nos EUA) e à direita os modelos de iPhone 8 Plus (começam em US$ 799 nos EUA)
06:54 · 11.09.2017 / atualizado às 06:55 · 11.09.2017 por
O possível iPhone 8 ou iPhone Pro ou iPhone X, nome mais cotado

Reforçando rumores bem antigos de que o iPhone de comemoração dos 10 anos do smartphone da Apple (iPhone X) custaria algo em torno de US$ 1.000 nos EUA, Debby Ruth, vice-presidente sênior da firma de consultoria Frank N.Magid Associates, o iPhone especial, afirmou que o aparelho cruzará uma nova fronteira e fará as pessoas pensarem melhor.

O iPhone sempre foi considerado um aparelho “premium”, mas agora, esta versão comemorativa está levando este conceito diretamente a um prêmio bem superior: a do luxo, oficialmente.

Para se ter uma ideia, o iPhone de luxo custará tanto quanto o MacBook Air de entrada. Um total absurdo.

Por enquanto isso são apenas rumores, mas nesta terça-feira, 12, saberemos a verdade. Inclusive se o nome do aparelho será mesmo iPhone X, o rumor mais forte.

E você? Estará disposto a pagar quase US$ 1.000 por um telefone celular inteligente?

07:38 · 23.08.2017 / atualizado às 08:25 · 23.08.2017 por
Descontos no valor original do iPhone 7 podem ser encontrados no mercado online

Os consumidores que conseguiram controlar a ansiedade e esperam o melhor momento para comprar o iPhone 7, já podem encontrar o smartphone da Apple até 20% mais barato nas lojas online, segundo levantamento realizado pelo Cuponomia, portal que reúne ofertas e cupons de descontos para compras online.

Lançado em novembro de 2016 por R$ 4.299,00, o iPhone 7 de 256GB pode ser encontrado, atualmente, por R$ 3.431,12 no e-commerce. Enquanto o modelo de 32GB, antes com o preço de R $3.499,00, pode comprado até por R$ 2.815,12. Já o iPhone 7 Plus 32GB, divulgado no valor de R$ 4.099,00 pode ser adquirido partir de R$ 3.549,00 nas lojas virtuais.

O iPhone 7 Plus segue com preço em alta, mas pode ter queda similar com a proximidade do lançamento dos novos modelos da Apple

Diferença de preços nas lojas físicas
De acordo com a pesquisa feita pelo site Cuponomia, o preço do iPhone 7 nas lojas físicas pode ficar até 18% maior em comparação ao e-commerce. O modelo de 32GB, disponível no site da Magazine Luiza por R$ 2.815,12, não sai por menos de R$ 3.399,00, no varejo físico. Na Saraiva online, o celular está à venda por R$ 2.999, enquanto na loja física custa R$ 3.899,00.

Segundo o Cuponomia, a diferença nos valores acontece devido à alta competitividade do e-commerce, que favorece as promoções para pagamentos à vista e o uso de cupons de desconto oferecidos pelas lojas online para abater o preço dos produtos em campanhas mais segmentadas.

A pesquisa analisou os preços de aparelhos iPhone 7, modelos 32GB, 128GB e 256GB, em 15 lojas do e-commerce e lojas físicas como Magazine Luiza, Casas Bahia, Saraiva e Lojas Americanas, no período de 16 a 18 de agosto de 2017. Os preços e disponibilidade dos produtos anunciados pelas lojas estão sujeitos a alteração sem aviso prévio.

08:52 · 21.08.2017 / atualizado às 07:00 · 28.08.2017 por
O iPhone 6 Gold tem suporte no Brasil

Quando vamos a outro país, notadamente os EUA, sempre há esta dúvida se vale a pena comprar um eletrônico por lá por conta da garantia. Pelo preço, certeza que quase sempre vale. Mas pela garantia é outra conversa.

Consultamos as assessorias de 4 marcas internacionais que atuam fora e aqui no Brasil. Tanto a Lenovo quanto a Motorola, controladas pelo mesmo grupo, que afirmam que só dão suporte técnico por meio de seu Serviço de Atendimento e Vendas ao Consumidor apenas a produtos da marca produzidos e adquiridos no Brasil, ou seja, não dá para comprar lá fora e tentar suporte aqui. Portanto nada de tentar comprar o Moto Z2 Play nos EUA caso queira ter garantia no Brasil.

>>>Onde comprar iPhone com segurança no exterior

>>>Comprar computador no exterior vale a pena? Confira quem dá garantia mundial

A Samsung Brasil também não fornece garantia para smartphones comprados em outros países. Nada de achar que aquele Galaxy S8 comprado em Londres e com problema vai ter suporte em solo nacional.

Apple
Então está tudo perdido? Não há garantia internacional para nenhum smartphone? Não é bem assim. No caso da Apple, há suporte para seus smartphones no Brasil. Há algum tempo ela só dava suporte de 1 ano para os aparelhos que tinham sido licenciados por aqui pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, como aconteceram alguns processos na Justiça, a gigante acabou aceitando e agora é possível resolver problemas diretamente com o suporte da Apple.

Apesar disso, quando liguei para o suporte da Apple, no final do ano passado, para saber da troca do meu aparelho, eles pediram sim o código dele atrás para saber se ele havia sido homologado pela Anatel. Então, para evitar dores de cabeça, consulte que modelos são aprovados pela Agência aqui antes. No caso dos mais recentes aparelhos da Apple (iPhone 7 e 7 Plus), os homologados da Anatel são: A1778 (iPhone 7) e A1784 (iPhone 7 Plus).

Atualização – Segundo e-mail enviado pela assessoria de imprensa da Apple “todos os aparelhos são contemplemos, conforme o link enviado anteriormente”. O e-mail trazia o seguinte link.

Chineses
Os aparelhos chineses, apelidados de “xinglings” por aqui e que não têm nem representantes no Brasil, podem ser comprados via internet. Porém, eles não têm suporte algum. Há casos até de vendedores que aceitaram ressarcir os clientes pelo aparelho com defeito ou trocaram o defeituoso por um novo, mas isso não é regra. Até porque a viagem é longa para chegar ao Brasil e ainda tem uma possível taxação pela Receita Federal. Além disso, o produto pode chegar quebrado. O preço destes aparelhos e configurações, geralmente, são bem melhores que muitos aparelhos locais e isso é um atrativo. Mas, é sempre bom pesar os prós e os contras.

Asus

Segundo a assessoria de imprensa da Asus no Brasil, só há garantia produtos da Asus comprados em território nacional.

Anatel contra xinglings
A Anatel já avisou que irá suspender, a partir de setembro, os celulares considerados irregulares. A medida visa impedir que dispositivos sem certificação da Agência sejam ativados e usados no Brasil. Somente os novos, comprados a partir de 1º de setembro, serão bloqueados. Os antigos seguem em funcionamento. Isso deve afetar diretamente os chineses ou “xinglings”. Veja matéria completa aqui.

00:32 · 21.08.2017 / atualizado às 12:11 · 21.08.2017 por
Novos planos para o uso do iCloud. Melhorou, mas segue inferior ao Google Drive

Só quem já perdeu alguma coisa sabe o quanto é doloroso. E eu não falo apenas daquele fone de ouvido preferido que se encaixa perfeitamente na sua orelha. Perder aquela pasta inteira de fotos do casamento ou, pior ainda, perder simplesmente tudo que existe no seu computador é uma mágoa que perdura por anos. Quem nasceu no final da década de 80 e começo de 90, ainda deve lembrar dos famigerados disquetes, onde as pessoas copiavam seus arquivos para transporte ou mesmo para fazer cópias de segurança. Mas as tecnologias evoluíram. Hoje, a maneira mais fácil (e rápida) de guardar informações e proteger os seus documentos é na nuvem. Mas ainda tem muita gente que não sabe exatamente o que é a nuvem, ou melhor ainda, em qual “céu” ela fica.

Na informática, o conceito de nuvem é simplesmente tudo que está na Internet. Os seus e-mails e os sites que você acessa estão na nuvem, por exemplo. Dos grandes dos serviços de armazenamento, foi o Box, em 2005, que lançou o primeiro serviço de hospedagem de dados online. Vendo que o modelo de negócio era interessante e poderia, no futuro, dar bons lucros, os estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Drew Houston e Arash Ferdowsi, lançaram, em junho de 2007, o DropBox, hoje um gigante do armazenamento virtual.

Com a promessa de 2GB de hospedagem online, o serviço da empresa dos estudantes se tornou sucesso entre os internautas. A publicitária Thalyta Magalhães não conhecia o serviço, mas hoje não vive sem. “Eu recebi o convite de um amigo e passei a usar depois que vi como era prático”. Ela conta que para editar as fotos em programas profissionais, antes tinha que conectar sempre o celular no computador para passar os arquivos. “Agora o celular manda as fotos pro DropBox e quando eu ligo o computador elas já estão lá. Eu não preciso fazer nada”, explica.

Percebendo que a nuvem seria a próxima revolução no mundo da informática, a Microsoft lançou, apenas dois meses depois do DropBox, o SkyDrive, hoje conhecido como OneDrive, outro dos grandes serviços de nuvem pessoal. Apesar de oferecer o serviço gratuitamente em suas contas, a nuvem da empresa de Bill Gates tem ganhado seguidores com seus pacotes de 1TB por preços supercompetitivos.

O hobby da assistente social Luciene Cavalcante ocupa muito espaço em seu computador. A ex-funcionária pública gosta de tirar fotos e cada clique na câmera profissional produz um arquivo de aproximadamente 10mb. “Eu geralmente tiro 50 fotos em um ensaio, só aí já são 500mb. Ela esclarece que a versão gratuita do OneDrive tem atendido bem suas necessidades. “Nesses 30GB eu guardo as coisas principais, aquilo que eu tenho mais medo de perder sabe?”.

O professor Rodrigo Dantas também não conhecia “as nuvens”. Ele revela que já tinha o serviço e nem sabia. “Eu tinha comprado uma licença do Office pro meu irmão e nem sabia que a versão que eu paguei dava direito à mais quatro usuários e muito menos que cada um tinha direito à 1TB de espaço”. O enfermeiro recorda que um amigo foi fazer manutenção em seu computador e descobriu por acaso. “Ele me perguntou se eu tinha uma licença do Office e eu falei que tinha a do meu irmão. Quando eu entreguei a caixa pra ele veio a surpresa”.

A nuvem veio em um bom momento para Rodrigo. Ele explica que já teve problemas com o HD de uma máquina relativamente nova, de apenas três anos. “Na época eu perdi simplesmente tudo”. Hoje, o profissional da saúde explica que não tem mais esse problema. “Eu uso pra salvar tudo que tem no computador, se der algum problema, tá na nuvem”. Como também é professor, Rodrigo explica que fazer coisas no computador e ter o conteúdo em seu tablet é muito prático. “Antes eu tinha que salvar e enviar por e-mail pra mim mesmo. Se eu fizesse alguma alteração, tinha que enviar de novo”. Ele esclarece que os R$ 60 que pagou pela licença compartilhada de um ano da versão Home vale cada centavo. “Quando acabar vou comprar de novo!”, promete.

Inovação
Dona de um ecossistema bem completo, a Apple não poderia ficar sem o seu serviço armazenamento virtual. Em outubro de 2011, o iCloud foi liberado para todos os usuários que tinham uma conta da Maçã. O diferencial seria os backups automáticos dos dispositivos e a integração que o sistema ofereceria aos usuários em todos os seus aparelhos. A aposentada Maria Lima adora a forma como o aplicativo Fotos trabalha. “Eu tiro uma foto no celular e quando eu chego em casa já está no tablet. Se eu tirar com o tablet, em poucos segundos está no celular, é muito fácil”.

A empresa da Maçã ainda inovou mais uma vez. Em 2013, a companhia ressuscitou o antigo Keychain do MobileMe, que havia sido deixado de lado com a chegada do iCloud, em 2011. Com um novo nome, a novidade das “Chaves do iCloud” era que as senhas de redes sem fio ou digitadas em sites nos dispositivos da Maçã também eram guardadas no serviço online e sincronizadas automaticamente entre os aparelhos. O administrador Francisco Leite usa o serviço direto. Como viaja muito, o gerente de contas se conecta em pelo menos 10 redes em fio diferentes por mês. “O Keychain facilitou muito o meu dia-a-dia. Sempre que vou à um hotel novo, eu digito a senha apenas no celular. Quando chego no quarto, o tablet e o computador já estão conectados e com os meus e-mails mais recentes, é ótimo”.

For Business
Para não ficar pra trás, em 2012, o Google disponibilizou o Google Drive. Mas a dona do Gmail percebeu que o mercado coorporativo seria um nicho em potencial e lançou também o Google Apps for Business, hoje conhecido como G Suite. Alexandre Porto, gerente de tecnologia da informação da Tijuca Alimentos, apostou na nuvem e migrou e-mails e arquivos para os servidores do Google. “Hoje não temos mais nem suíte de aplicativos pra escritório nos computadores, está tudo na nuvem”. O gestor explica que a independência entre unidades foi o primeiro fator que levou a decisão já que antes, todas as filiais se conectavam à matriz para fazer uso dos arquivos compartilhados. “A gente teve um bom exemplo disso no primeiro dia após a migração, a matriz teve uma pane elétrica e todas as filiais continuaram trabalhando normalmente”.

Alexandre conta que a colaboração mudou a forma como os funcionários trabalham, aumentando muito a produtividade. Ele explica que os arquivos locais só podiam ser acessados por um usuário por vez e que as outras unidades recebiam planilhas por e-mail, o que mudou com a nuvem. “Hoje temos condição de trabalhar de forma simultânea nos mesmos documentos, mesmo em unidades diferentes, sem ter nenhum atraso e nenhuma perda de dados”. O gestor explica que a suíte do Google ainda permite um maior nível de controle. “Eu consigo saber exatamente quem fez o que, aonde, como e quando, é segurança”.

Segundo Alexandre, outro motivo foi a comunicação pela nuvem, que acabou aproximando não só os funcionários, mas as unidades, que ficam em torno de 70km de distancia uma da outra. “Hoje a gente não precisa se locomover para fazer uma reunião, é cada um na sua unidade”. Por fim o gerente de TI explica que o principal motivo da mudança foi a segurança das informações. “É mais fácil o hacker invadir a Tijuca ou invadir o Google? Eu acho que é mais fácil invadir a Tijuca”. O gerente pontua que o ganho maior foi a tranquilidade de saber que os dados da empresa estão bem guardados e melhor protegidos do que localmente.

Rodrigo Salvo, especialista em segurança da informação, tem uma opinião similar e acredita que a adoção da nuvem como uma camada de proteção pode ajudar a impedir o comprometimento de dados durante ataques. “As empresas têm que pensar em segurança como plataforma, e a nuvem pode ajudar a deixar os ambientes menos vulneráveis”, diz. Alexandre está contente com o resultado e não se arrepende da migração. “O nível de satisfação de todos os usuários da empresa é muito grande”, finaliza.

Pagar vale?
O diferencial do Google são os seus espaços de armazenamento, que chegam aos absurdos 30 Terabytes. Para ter acesso à esses “hectares” de espaço virtual, entretanto, o usuário precisa desembolsar mensalmente R$ 1.049,99. Mas a criadora do Android, assim como suas concorrentes, também tem uma opção gratuita. Ao fazer uma conta do Gmail, você ganha 15GB para dividir entre o correio eletrônico e o Drive.

A vantagem da nuvem da subsidiária da Alphabet é que o Google Fotos, parte do sistema que trata as imagens, oferece espaço ilimitado para as fotos tiradas com o smartphone. Em comparação ao que a Microsoft oferece, o Google cobra R$ 350 por ano para dar direito ao mesmo 1TB que os usuários do Office 365 Home têm por aproximadamente R$ 60.

Apesar de ter o melhor custo benefício nas versões pagas, a conta grátis da Microsoft já foi melhor. Na época do SkyDrive, a empresa de Bill Gates chegou a oferecer 25GB para quem se cadastrasse no serviço. Pouco tempo depois, reduziu o espaço para 15GB, mas oferecendo um bônus de 15GB para quem usasse o envio automático de fotos para a nuvem da empresa. Em outubro de 2014, o OneDrive chegou a oferecer espaço ilimitado para os assinantes, mas a promoção foi cancelada pela empresa apenas um ano e um mês depois, alegando que as pessoas estavam abusando do termo “ilimitado”. Quem faz uma conta da Microsoft hoje recebe “apenas” 5GB, o mesmo que a versão sem custos da Apple que, a partir do iOS 11, permitirá o compartilhamento do espaço comprado, algo ainda não disponível nas outras empresas.

Mega
Pouco conhecido, e talvez por isso pouco utilizado, o Mega oferece hoje a melhor opção gratuita: 50GB de espaço. Sua versão paga porém, não é muito atrativa, já que cobra €$ 99, hoje cerca de R$ 380, por 1TB. Apesar de oferecer 10GB de graça, o pioneiro Box tem o pior valor pago, cerca de R$ 500 por míseros 100GB.

00:30 · 14.08.2017 / atualizado às 13:36 · 08.08.2017 por
O uso de tablets não te deixa 100% livre de ameaças, apesar de que elas estão mais presentes em sistema operacional Android que iOS

Apesar de todos os benefícios, como navegar na internet, checar o resultado do jogo de futebol, ver as notícias do dia e realizar transações financeiras, é importante estar consciente de todas as ameaças enfrentadas no dia a dia e estar protegido com uma boa solução de segurança quando usar seus dispositivos móveis.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab para apoiar a Campanha Anti-Malware para Dispositivos Móveis da Europol em 2016, apesar de 56% das pessoas acharem que seus equipamentos eletrônicos e notebooks precisarem de um software de segurança, apenas 42% pensam o mesmo sobre seus smartphones e tablets. Além disso, um em cada cinco (21%) usuários não estão cientes do que é malware para dispositivos móveis.

Em alguns casos, a proteção de dados armazenados em dispositivos móveis se limita ao uso de senhas: 81% das pessoas tem senhas de acesso em computadores e 81% protegem seus smartphones da mesma maneira. Estes resultados evidenciam uma situação preocupante e, apesar das senhas evitarem que o dispositivo físico seja utilizado por outras pessoas, elas não oferecem proteção contra malware, fraude ou ataques de phishing que possam comprometer o aparelho sem que os usuários percebam.

“Não há como negar que tanto celulares como tablets e laptops são uma parte relevante de nossas vidas. Não só permitem guardar informações, mas também podem acessar internet banking, e-mails, fotos, redes sociais, entre outros, sendo importantes meios de comunicação com os nossos entes queridos”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab. “Está evidente que a metade dos dispositivos móveis do mundo não estão protegidos contra as ciberameaças. Por isso, não proteger estes aparelhos não é uma opção, já que queremos preservar o que mais nos importa”, completa o analista.

Para manter os smartphones e tablets dos papais seguros, a Kaspersky Lab separou cinco dicas:

1. Bloqueio com senha: para evitar que pessoas não autorizadas tenham acesso à sua lista de contatos, fotos, apps, e-mails, é importante bloquear o aparelho com uma senha. Com essa simples ação, você poderá controlar o que os outros veem se perder seu telefone.

2. Evitar Wi-Fi público: Apesar dos smartphones nos manter conectados enquanto estamos em um restaurante ou estádio de futebol, os cibercriminosos podem interceptar e controlar facilmente toda a informação que está sendo enviada por meio das redes públicas de Wi-Fi – o que pode incluir o número da sua conta do banco ou cartão de crédito. Além de ter uma proteção em seu celular para que não ser vítima, como o Kaspersky Secure Connection, evite utilizar redes públicas de Wi-Fi e desabilite a conexão Wi-Fi do smartphone quando estiverem longe da sua rede doméstica. A maioria dos smartphones tentará se conectar automaticamente quando detectam um sinal de Wi-Fi, então desabilitar esse recurso manterá os dados do seu celular ou tablet seguro.

3. Proteja seus dispositivos: Qualquer dispositivo móvel com Android que é utilizado para se conectar à internet deverá ter um software de segurança, como o Kaspersky Internet Security for Android, instalado e atualizado. Ele protegerá contra apps e sites fraudulentos, mantendo a privacidade do usuário graças aos recursos como filtro de texto e chamada antirroubo, que garantirá a segurança dos dados do usuário se dispositivo for perdido ou roubado.

4. Cuidado ao baixar apps: Crianças muitas vezes utilizam os dispositivos para se distraírem. Baixam jogos que, aparentemente, são inofensivos para passar o tempo. Porém, você realmente checou se o app foi baixado de uma loja oficial? Para se proteger, apenas faça download de fontes confiáveis, como a App Store (loja oficial da Apple) e Google Play. Além disso, você também pode instalar o Kaspersky Safe Kids, que te ajudará a gerenciar as atividades dos seus filhos na internet.

5. Seja cauteloso: As fraudes online podem aparecer de vários jeitos – por meio de e-mails ou redes sociais – e as vezes pedem dados pessoais. Por isso, nunca baixe arquivos estranhos ou clique em links suspeitos, além de nunca acreditar em mensagens com erros de português. Com o Kaspersky Internet Security para Android, você pode navegar com mais segurança em seu dispositivo móvel. Outra dica importante é checar o endereço que te enviou o e-mail também uma dica importante. Se você acha que a mensagem que recebeu é real, cheque a informação. Expressões como “seu e-mail foi selecionado” ou “seu e-mail ganhou” são sinais de que a mensagem é uma fraude.

06:30 · 11.08.2017 / atualizado às 09:32 · 10.08.2017 por

Desde o seu lançamento no Brasil, o Samsung Pay, serviço de pagamentos móveis promete segurança, facilidade e garante ser aceito em quase todos os lugares. O serviço da gigante sul-coreana ampliou a gama de parceiros e dispositivos para oferecer ainda mais benefícios. Confira 4 dicas que a Samsung nos enviou para ajudar os consumidores a aproveitarem o máximo que o Samsung Pay pode oferecer.

A promessa é de maior segurança e agilidade com o formato de pagamento

1 – Cadastre seus cartões de forma simples e diga adeus à carteira
Esquecer a carteira em casa já não é um problema se o usuário tiver um smartphone Samsung compatível (veja lista abaixo) ou o novo Gear S3. Adicionar cartões (detalhes abaixo) de crédito e débito, além de documentos importantes, como plano de saúde e seguro do carro não é deve ser complicado, já que o aplicativo identifica os números dos cartões automaticamente quando a câmera captura a imagem. Depois do cadastro, basta digitar o código de verificação enviado por SMS e pronto, o usuário não precisará mais percorrer sua carteira ou bolsa para encontrar um cartão.

2 – Aproveite as vantagens das promoções exclusivas do Samsung Pay
Constantemente, em parceria com diversas empresas, o Samsung Pay oferece benefícios exclusivos aos seus usuários. Para aproveitar é só acessar a aba promoções no menu principal ou na opção localizada no canto superior direito e verificar as ofertas na categoria promoções.

Samsung Pay te ajuda a pagar sem abrir a carteira

3 – Economize tempo e faça compras em praticamente qualquer estabelecimento
Graças ao suporte à transmissão magnética (MST), exclusiva da Samsung e à comunicação de campo próximo (NFC), os consumidores podem usar o Samsung Pay praticamente em qualquer lugar, pois as máquinas de cartão presentes na grande maioria das lojas do país trabalham com essas duas tecnologias.

4 – Use diferentes dispositivos para realizar suas compras
Quem já utiliza o Samsung Pay em seu smartphone e possui o novo Gear S3, pode ficar despreocupado caso o aparelho esteja sem bateria ou fora de alcance. Com o mais recente smartwatch da Samsung também é possível realizar pagamentos em poucos segundos, por meio do aplicativo Gear Manager. Uma vez feito o registro dos cartões, basta apertar o botão lateral, selecionar o cartão que deseja usar e encostar o smartwatch em qualquer terminal de ponto de venda.

Smartphones
O serviço está disponível para todos os consumidores brasileiros que possuam um dos smartphones compatíveis com o serviço – Galaxy S8, Galaxy S8+, Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S6 (somente com tecnologia NFC), Galaxy S6 edge (somente com tecnologia NFC), Galaxy S6 edge+, Galaxy A9, Galaxy A5 (2016 e 2017) e Galaxy A7 (2016 e 2017), Galaxy Note 5.

Também é possível pagar com o relógio inteligente da Samsung

Cartões
O Samsung Pay está disponível para os cartões pré-estabelecidos de uma das instituições financeiras parceiras: Banco do Brasil, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal, Banco Intermedium, Porto Seguro e Santander, além das bandeiras Visa e Mastercard.

Apple Pay

O serviço concorrente da Samsung, o Apple Pay, funciona perfeitamente nos EUA, mas aqui não tem data alguma para chegar. Há muitas especulações em relação aos motivos de que a Apple ainda não tenha inaugurado o serviço por estas bandas, mas a mais forte corrente fala em difícil tratativa com bancos e operadoras de cartões locais. Eu aposto nisso.

06:21 · 11.08.2017 / atualizado às 12:30 · 14.08.2017 por
Equipamentos que serão usados na internet via satélite da HughesNet

O serviço de internet via satélite da HughesNet, empresa com sede nos EUA, já está disponível no Brasil e quem mora em Fortaleza já tem acesso ao serviço. Quase 1,3 milhão de assinantes nos EUA e reconhecido pela FCC, a Anatel dos EUA, como a melhor se comporta com relação a velocidade entregada.

A partir de R$ 219,90/mês mais taxa de adesão de R$ 99 você tem acesso a internet via satélite de 10 Mega de velocidade de download, 1 Mega para upload, franquia principal de 15 Giga e franquia extra de 20 Giga. Não há bloqueio de internet, mas redução da velocidade quando a internet esgota a franquia.

Para sabermos mais sobre a qualidade deste serviço, entrevistamos, por telefone, o presidente da empresa no Brasil, Rafael Guimarães. A primeira questão levantada foi a qualidade e estabilidade da internet via satélite. Temos exemplos de TV por assinatura que, durante dias de chuva, perdem o sinal ou ficam com qualidade baixa. O presidente da HughesNet Brasil afirmou que a empresa usa tecnologia superior e que suporta bem mais tempo chuvas pesadas que já teriam tirado do ar o sinal das TVs por satélite.

Com relação a suporte técnico, Guimarães garante que o atendimento 24 horas, 7 dias na semana tem resposta muito boa. “Temos a média de 20 segundos para o cliente chegar até um atendente humano e resolver seu problema”, afirmou.

Guimarães também assegura que nas cidades onde a HughesNet atende há toda uma equipe de terceirizados para dar suporte ao cliente quando não há como resolver remotamente.

Instalador na casa de um cliente da HughesNet, posicionando a antena voltada para o satélite da empresa

Com relação ao preço acima da média da concorrência, o presidente lamenta o valor, mas explica que ele é respaldado por toda a tecnologia e infra-estrutura envolvida para atender o cliente. Ele admite que não há como rivalizar com outras empresas que oferecem cabo em grandes cidades e que a meta é atender bem onde não há outros serviços de banda larga para a população ou os serviços não são prestados com qualidade.

Aplicativo

Já disponível para usuários do sistema Android e, em breve, para iOS, o aplicativo da HughesNet promete agilizar a vida dos usuários com segunda via da conta e o controle da franquia.

Ceará
Com relação ao Ceará, Guimarães reforçou que a meta é atender todo o Estado em até 4 anos. Hoje, São 138 no total (veja lista abaixo). Entre os municípios atendidos estão cidades como Fortaleza, Aracati, Eusébio, Itapipoca, Guaramiranga e Maracanaú.

Outros números da HughesNet Brasil:

– 82% da base de assinantes da HughesNet está em cidades com até 50 mil domicílios;
– de todos os domicílios da cobertura HughesNet, 30% está no Nordeste;
– cobrem 92% dos domicílios do Nordeste;
– de todos os domicílios da cobertura HughesNet, 4% estão no Ceará;
– cobrem 86% dos domicílios do Ceará;
– a base de assinantes ativa corresponde a 2% dos domicílios do Ceará.

Por fim, reforçando que não chegamos a testar o produto e não podemos confirmar se a tecnologia deles suporta ou não chuvas intensas a ponto de aguentar e segurar a qualidade da conexão como prometido. Também não temos como dizer se a qualidade do serviço é tanta ao ponto de valer a pena o valor que é bem superior ao mercado. Para quem tem banda larga com cabo de fibra óptica é bem melhor ficar com o serviço fixo, pois o satélite pode sim ter variação superior ao cabo. Mas em lugares que não há outra opção, talvez seja interessante analisar a opção da HughesNet.

A lista de cidades atendidas no Ceará:
Limoeiro do Norte
Russas
Crateús
Aracati
Tianguá
Itapipoca
Canindé
São Benedito
Sobral
Pacatuba
Viçosa do Ceará
Quixeramobim
Nova Russas
Santa Quitéria
Tabuleiro do Norte
Pentecoste
Maranguape
Camocim
Ipu
Morada Nova
Santana do Acaraú
Paraipaba
Jaguaribe
Beberibe
Itapagé
Jaguaruana
Itarema
Novo Oriente
Acopiara
Ipueiras
Palhano
Frecheirinha
Senador Pompeu
Reriutaba
Icapuí
Pedra Branca
São João do Jaguaribe
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07:34 · 07.08.2017 / atualizado às 08:29 · 18.08.2017 por
O iPhone 7 Plus

Antes de tudo é bom dizer que os preços de iPhone são tabelados nos EUA. É igual para todo mundo, especialmente se você não vai comprar o smartphone com um plano de voz/dados, ou seja, se você é turista e não vai usar este aparelho como residente naquele país.

Dito isso, a melhor dica que se pode dar é: procure o iPhone em uma Apple Store. Sim, não há lugar mais seguro para comprar o iPhone no exterior. Inclusive, principalmente nos EUA, há muitas lojas da Apple que já sabem exatamente o melhor modelo para nós, brasileiros, comprarmos. Cidades muito turísticas e procuradas por brasileiros como Orlando, Miami e Nova York é fácil conseguir esta ajuda.

>>>Comprar computador no exterior vale a pena? Confira quem dá garantia mundial

Mas e se a cidade não tiver uma Apple Store? Nas grandes cidades dos EUA isso é pouco provável, mas no resto do mundo pode acontecer. Desta forma, é bom ficar ligado e procurar grandes lojas locais de eletrônicos, especialmente as credenciadas como Premium Reseller. Estas são lojas que não são da Apple, mas têm autorização oficial da empresa para vender e dar suporte aos produtos da “Maçã”.

Além da Apple Store, que está quase sempre lotada, há a opção de comprar seu iPhone em uma loja física como a BestBuy que tem atendentes que sabem mais da realidade do Brasil e até funcionários brasileiros que podem te ajudar.

Também há a opção de comprar online. Além do site da própria Apple há outras opções como a Amazon. Porém, acredito que o melhor mesmo é procurar uma loja da Apple. A experiência é única, garanto.

E que iPhone vai funcionar no Brasil? Os atuais iPhone 7 e 7 Plus, seja qual for o modelo e qualquer que seja o lugar do mundo onde você o comprou irá ser compatível com o 4G brasileiro. E isso já valia a partir do iPhone 6s porque os aparelhos da Apple passaram a aceitar mais bandas LTE, entre elas a frequência 2600 MHz (banda 7), que é a mesma usada no Brasil.

O detalhe importante é que é preciso comprar o modelo com preço cheio (full price). Desta forma, você poderá usar no Brasil e em qualquer operadora. A Anatel homologou aqui os modelos A1778 (iPhone 7)/A1784 (iPhone 7 Plus). Lembrando que a Apple dá garantia mundial nos seus aparelhos de 12 meses. E é sempre bom buscar os homologados pela Anatel para não ter problema em conseguir a garantia, apesar de que já há casos em que, mesmo não sendo o modelo homologado pela Anatel, clientes conseguiram o suporte gratuito da Apple após recorrer a Justiça.