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Tag: Facebook


08:11 · 13.06.2018 / atualizado às 13:31 · 13.06.2018 por

Com mais de 400 milhões de fãs de futebol no Facebook, o momento mais discutido na história da plataforma foi justamente a Copa do Mundo de 2014. E para a disputa deste ano, o Facebook e o Messenger trazem vários recursos para ajudar os torcedores a ampliar essa torcida:

· Mostre as cores do seu time: Na véspera do torneio, os fãs poderão ver uma mensagem animada no topo do Feed de Notícias convidando-os a compartilhar sua torcida com uma moldura para foto de perfil. Os fãs que clicarem na mensagem poderão escolher entre as 32 molduras de equipes participando da Copa.

· Torça com animações em posts e comentários: Os fãs descobrirão animações divertidas quando celebrarem seu time favorito usando frases selecionadas no Feed de Notícias. Esse recurso vai desbloquear novas maneiras para celebrar a ação em campo. Por exemplo, esse recurso poderá ser visto se a pessoa digitar “goool” para comemorar a pontuação da equipe ou se digitar uma das saudações selecionadas de um dos 32 países na competição. Essas frases podem ser ativadas ao postar ou comentar com o texto ou tocando na frase quando estiver destacada.

· Efeitos criativos: Durante todo o torneio, os fãs poderão acessar a Câmera do Facebook ou do Messenger para capturar e compartilhar seu espírito de equipe usando os seguintes efeitos:

  • Facebook: Clique no ícone da varinha para encontrar stickers de realidade aumentada de jogadores como Sergio Ramos. Inclua-os na cena à sua volta e comece a filmar; por exemplo, faça malabarismos ao lado de Sergio Ramos e compartilhe seus momentos no Stories ou no Feed de Notícias.
  • Facebook e Messenger: Através da câmera no Facebook e no Messenger, adicione efeitos de realidade aumentada para exibir sua torcida. Você pode tirar uma foto incluindo efeitos de pintura no rosto ou uma peruca colorida para mostrar sua torcida e celebrar as equipes.

· Jogue com amigos no Messenger: O jogo de embaixadinhas retorna ao Messenger. Descubra o jogo enviando uma mensagem com a bandeira de sua escolha e uma bola de futebol para seus amigos em uma conversa no Messenger. Dispute com amigos em todo o mundo. Para vencer, não deixe cair essa bola.

06:53 · 09.03.2018 / atualizado às 10:59 · 08.03.2018 por

A Konami realizará a Final Regional das Américas da PES League World Tour 2018, competição eSports oficial do PES 2018 da Konami, no Eventos Costanera, em Buenos Aires, no dia 17 de março. Como um torneio de qualificação, a Final Regional das Américas premiará os quatro melhores competidores no modo de único jogador e as duas melhores equipes no modo co-op para disputarem a Americas Round (Etapa das Américas).

O evento terá a participação de 16 competidores no modo de único jogador e oito equipes das Américas. Entre os jogadores brasileiros, estão: Renan_Sapuka e Ghalbim_pes equipe The Beckham’s. A lista completa dos jogadores qualificados pode ser acessada aqui.

Após a Final Regional das Américas, a Konami realizará a Americas Round, o evento final da segunda temporada da competição PES League, em Buenos Aires no dia 31 de março. Os finalistas da Americas Round estarão mais próximos da Final Mundial da PES League, que acontecerá no verão de 2018.

A PES League é a competição eSports oficial da Konami, em que jogadores do PES 2018 do mundo todo competem em eventos locais e on-line nos principais mercados, tendo como objetivo principal a Final Mundial da PES League.

Assista às partidas ao vivo da PES League em um dos canais a seguir:

Twitch

Facebook

YouTube

07:55 · 09.02.2018 / atualizado às 07:55 · 09.02.2018 por

Durante uma olhada no meu feed do Facebook me deparei com a mensagem que está neste post. Ela fala que a rede social adicionou novidades no software de reconhecimento facial. Estas mudanças vão além do recurso de sugerir marcações. Vai além mesmo.

Segundo a mensagem, agora será possível fazer 3 novas ações via o software de reconhecimento facial do Facebook:

– Encontrar fotos em que você aparece, mas não foi marcado.
– Ajudar a proteger você impedindo que pessoas desconhecidas usem a sua foto.
– Informar a pessoas com deficiência visual quem está na sua foto ou vídeo.

Claro, se você não quiser que estas novidades sejam implementadas, o Facebook te dá uma ajuda ofertando que você desconfigure estas novas opções.

Fico pensando onde esta ferramenta vai parar. No momento, as mudanças que ela traz são todas positivas. Afinal, eu e, creio, você também, não vai querer alguém desconhecido com suas fotos, certo? Pode ajudar muito a evitar bullying, por exemplo. Só fico preocupado até onde ela poderá ir. E você? O que acha?

09:13 · 27.12.2017 / atualizado às 09:24 · 27.12.2017 por

A Trend Micro – empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem – encontrou um novo bot de mineração de criptomoeda que passou a se disseminar pelo Messenger do Facebook, observado pela primeira vez na Coreia do Sul.

Batizado pela Trend Micro como Digmine, o bot foi citado em um relatório de ocorrências recentes relacionadas na Coreia do Sul. O Digmine foi também observado se disseminando em outras regiões, como Vietnã, Azerbaijão, Ucrânia, Vietnã, Filipinas, Tailândia e Venezuela. No entanto, o Digmine deve logo chegar em outros países, devido a sua forma de propagação.

Se a conta do Facebook do usuário estiver configurada para iniciar sessão de forma automática, o Digmine consegue manipular o Messenger do Facebook fazendo com que seja enviado um link com o arquivo para os amigos do usuário.

O Messenger do Facebook funciona em diferentes plataformas, mas o malware afeta apenas a versão do navegador web Google Chrome. Se o arquivo for aberto em outras plataformas (por exemplo, celular), o malware não funcionará da forma correta.

Por enquanto, o Facebook só é explorado para propagar o bot, mas no futuro é possível que os hackers sequestrem a conta do Facebook do usuário. O código do recurso é impelido do servidor de comando e controle (C&C), ou seja, pode ser atualizado.

Cadeia de ataque do Digmine

Um modus operandi comum dos botnets de mineração de criptomoeda, e particularmente do Digmine (que faz mineração de Monero), é permanecer no sistema da vítima o maior tempo possível. O objetivo também é infectar o máximo de máquinas que for possível, pois isso se traduz em um hashrate maior e potencialmente gera mais renda para o cibercriminoso.

Etapas da Infecção
O Digmine é um downloader que primeiro se conecta ao servidor de C&C para ler sua configuração e baixar vários componentes. A configuração inicial contém links para baixar os componentes, a maioria também hospedados no mesmo servidor de C&C. Ele salva os componentes baixados por download no diretório %appdata%\<username>.

O Digmine também executa outras rotinas, como a instalação de um mecanismo de autostart da inscrição, e um marcador de infecção do sistema. O Chrome é iniciado e então carrega uma extensão maliciosa no navegador, recuperada do servidor de C&C. Se o Chrome já estiver em execução, o malware fecha e abre novamente o programa para garantir que a extensão seja carregada. As extensões só podem ser carregadas e hospedadas na Chrome Web Store, mas os cibercriminosos ignoram isso e iniciam o Chrome (com a extensão maliciosa) através da linha de comando.

A extensão lê sua própria configuração a partir do servidor de C&C. Consequentemente, a própria extensão leva ao login no Facebook ou abert ura de uma página falsa que reproduz um vídeo, também parte da estrutura de C&C.

O site fake se passa por um site de transmissão de vídeo, mas também tem muitas configurações para os componentes do malware.

Disseminação

A extensão do navegador é responsável pela disseminação via interação com o Chrome e, por extensão, com o Messenger do Facebook. Esta rotina é desencadeada por condições disponíveis no arquivo de configuração recuperado do servidor de C&C.

Se o usuário fizer login automaticamente no Facebook, a extensão do navegador pode interagir com sua conta, baixando outro código do servidor de C&C. A interação do Digmine com o Facebook pode ter mais funções no futuro, sendo que pode adicionar mais códigos.

Componente de mineração

O módulo de mineração é baixado pelo codec.exe, um componente de gestão da mineração. Ele se conecta a outro servidor de C&C para recuperar o bot e seu arquivo de configuração.

O componente de mineração miner.exe é uma interação de um bot de mineração Monero de código aberto conhecido como XMRig. O bot de mineração foi reconfigurado para executar com um arquivo config.json em vez de receber parâmetros diretamente da linha de comando.

Comunicação e Protocolo da C&C
Tanto o componente de downloader quanto o de gestão da mineração usam cabeçalhos HTTP específicos para se comunicar com o servidor de C&C. Ao baixar a configuração inicial, o malware constrói a solicitação HTTP GET antes de enviar para o servidor de C&C:

GET /api/apple/config.php HTTP/1.1
Connection: Keep-Alive
Accept: */*
User-Agent: Miner
Window: <Window name of active window>
ScriptName: <filename of malware>
OS: <OS version>
Host: <C&C>

Um diferencial é a forma que o malware usa um User-Agent específico batizado de Miner, que nega o acesso ao arquivo de configuração inicial caso o cabeçalho HTTP da solicitação esteja incorreto.

Práticas recomendadas

A crescente popularidade da mineração de criptomoeda faz com que criminosos se voltem para o negócio com botnets de mineração. E, como a maioria dos esquemas de cibercriminosos, os números são cruciais: quanto maior o número de vítimas, maior o lucro.

O fato de explorarem plataformas populares como as redes sociais para espalhar o malware não é surpreendente. Para evitar esse tipo de ameaças, veja aqui as práticas recomendadas pela Trend Micro para proteger as contas em redes sociais: pense antes de compartilhar, fique ligado em mensagens suspeitas e não solicitadas e ative as configurações de privacidade da sua conta.

Em tempo

A Trend Micro compartilhou as descobertas com o Facebook, que rapidamente removeu muitos dos links com Digmine de sua plataforma. O comunicado oficial do Facebook afirmou, “temos diversos sistemas automatizados para ajudar a impedir que links e arquivos prejudiciais apareçam no Facebook e no Messenger. Se suspeitarmos que seu computador esteja infectado com um malware, forneceremos uma verificação gratuita antivírus de nossos parceiros de confiança. Compartilhamos dicas de como se proteger e links para essas verificações facebook.com/help.”

08:57 · 29.11.2017 / atualizado às 12:19 · 30.11.2017 por

O DFNDR Lab, laboratório de segurança digital especializado no combate ao cibercrime, identificou, somente no último mês, mais de 30 golpes que divulgam falsas vagas de emprego. Em um cenário com mais de 12 milhões de pessoas desempregadas, os golpistas utilizam essas armadilhas para levar o internauta a sites maliciosos, além de o induzir a compartilhar o golpe com amigos, fornecer seus dados pessoais e até mesmo as credenciais de acesso ao Facebook. Até o momento, mais de 300 mil pessoas curtiram ou estão seguindo essas páginas falsas na esperança de se realocarem profissionalmente.

As armadilhas se apropriam de nomes de grandes empresas, como Assaí, Coca Cola, Carrefour, entre outras, para aparentar credibilidade e enganar usuários que buscam por processos seletivos. Apenas nos últimos 30 dias, mais de 150 mil pessoas foram impedidas de cair nesse tipo de golpe pelo aplicativo de segurança digital DFNDR Security, que promete oferecer proteção em tempo real aos usuários, alertando-os se as páginas, inclusive de Facebook, são falsas ou não.

“Hackes estão se aproveitando da alta taxa de desemprego no país para chamar a atenção para falsas promessas de vagas. Na intenção de se recolar no mercado de trabalho, muitas pessoas estão se cadastrando em anúncios sem antes se certificarem sobre sua veracidade. Percebemos, ainda, que muitos brasileiros estão compartilhando seus números de celular nas páginas falsas na expectativa de aumentarem suas chances na conquista das vagas anunciadas, o que aumenta ainda mais o risco de roubo de dados e aplicação de outros golpes futuros pelos cibercriminosos”, comenta Emílio Simoni, diretor do DFNDR Lab.

Como funciona o golpe

Ao clicarem nas armadilhas, que anunciam que grandes companhias estão contratando profissionais com urgência, as vítimas deparam-se com um formulário que solicita nome completo, data de nascimento e a posição profissional que gostariam de ocupar. Dependendo do golpe, também é solicitado o telefone de contato. Em seguida, após preenchimento, as páginas solicitam que, para darem andamento ao cadastro na vaga, o usuário compartilhe o processo seletivo com amigos pelo WhatsApp. Dessa maneira, o hacker consegue impactar um grande número de pessoas em pouco tempo.

Após o compartilhamento, o usuário é induzido a se cadastrar em serviços de SMS pago – que efetuam cobranças indevidas – ou baixar apps falsos, que podem infectar o smartphone e deixá-lo vulnerável a outros tipos de crimes e/ou prejuízo financeiro.

Para evitar cair em falsas oportunidades de emprego, os especialistas do DFNDR Lab reforçam a importância das pessoas utilizarem soluções de segurança que disponibilizam uma função de bloqueio anti-phishing, como o DFNDR Security, disponível gratuitamente na Google Play, cujo sistema é capaz de analisar todas as ameaças existentes no mundo virtual e bloqueá-las instantaneamente. Além disso, é importante que o usuário crie o hábito de se certificar sobre a veracidade de qualquer informação antes de compartilhá-la com seus contatos.

Nota do Carrefour

“O Carrefour esclarece que a informação sobre vagas de emprego circulando nas redes sociais é falsa. A empresa recomenda que os usuários ignorem a mensagem, que pode conter vírus, e reforça que somente divulga suas vagas por meio dos portais Vagas.com, Catho, Curriculum.com, InfoJobs e em seu perfil oficial no LinkedIn”.

Nota do blog

Agradecemos o envio da nota pelo Carrefour. Porém, a postagem já deixa claro que são sites maliciosos com falsas promessas de emprego e que os criminosos se apropriam dos nomes das empresas para atacar os internautas. Não há informação que as empresas reais tentaram lesar os internautas.

13:09 · 09.11.2017 / atualizado às 13:12 · 09.11.2017 por

Existem mais de 5,5 milhões de blogs no Brasil, os quais representam 55,36% dos cerca de 10 milhões de sites ativos no país. Este universo está rapidamente se transformando em um mercado que começa a concorrer pela verba de propaganda: mais de 82% deles adota alguma rede de exibição de anúncios. A AdSense, do Google, reina absoluta entre os blogs, respondendo por 54,06% de participação. Todas as demais redes de anúncios somam 28,64%.

Estas e outras conclusões estão no mais novo levantamento realizado no início de setembro pela BigData Corp, empresa de big data da América Latina. A empresa realiza o monitoramento semanal de mais de 20 milhões de sites brasileiros (dos quais apenas a metade é ativa).

“Este é um universo sobre o qual pouco se sabe e direcionamos nossas pesquisas para destrinchar para onde vai esse mercado, que ganha relevância econômica em função do potencial de anúncios que possui, sem falar da capacidade de formação de opinião dos blogs mais influentes”, comenta Thoran Rodrigues, fundador e CEO da BigData Corp.

Blogosfera multifacetada
Boa parte dos sites é dedicada a um tema predominante. Lideram os blogs de moda (1,81%), os de tecnologia (1,76%), os de cultura (1,6%), os de política (1,3%), os de esportes (1,24%) e os de viagem (1,19%). No entanto, é visível a pulverização de assuntos, abrangendo, ainda entretenimento (1,12%), beleza (0,67%), games (0,38%) e humor (0,35%).

Outra característica dos blogs brasileiros é que menos de 1% deles (0,94%) consegue romper a barreira de meio milhão de acessos por mês. Ao contrário, 96,5% são pequenos, com até 10 mil visitas mensais. Da mesma forma, apenas 13,97% possuem mais de 5 mil imagens no seu acervo. “Talvez porque o tempo médio de vida dos blogs seja de apenas 12 meses, os acervos de fotos e posts seja pequeno”, explica o executivo. A maior parcela, 30,87%, possui menos de uma centena de fotos; e 27,03% apresentam aos seus visitantes entre mil e 5 mil imagens.

Profissionalização em curso
“Já vemos uma tendência à profissionalização desses blogs, que começam a usar ferramentas para alavancar sua exposição na web e facilitam o conhecimento de seus leitores, bem como o relacionamento mais fidelizado”, comenta Rodrigues.

De acordo com o levantamento da BigData Corp, mais de 80% (80,29%) já estão hospedados em, basicamente, duas plataformas de blogging: a Blogger, lidera com folga, com 59,76% dos blogs no país, e a WordPress (18,51%). Também o uso de mídias sociais se generalizou. Mais de 90% dos blogs aliam a sua exposição a elas: Facebook (48,53%) e Youtube (48,21%) são as favoritas dos blogueiros, os quais também lançam mão do Twitter (33,97%) e do Instagram (11,14%).

Desperdício de oportunidades
“Vale mencionar que, entre as ferramentas mais relevantes utilizadas na blogosfera brasileira, está o feed RSS, que facilita a distribuição e integração do conteúdo em outras plataformas, hoje presente em 91,49% dos blogs”, informa Rodrigues.

Curiosamente, as ferramentas de analytics, no entanto, ainda têm chão para conquistar: foram adotadas por apenas 41,39% dos blogs do país. “Isso denota um resquício de amadorismo, já que o blogueiro que dispensa a adoção de analytics não faz ideia de quem seja, de fato, o seu público. Vive às cegas, pois perde a oportunidade de apresentar um conteúdo mais dirigido e relevante a quem o segue, assim como a de alavancar o seu espaço comercialmente para as empresas que buscam atingir o seu leitor”, afirma o especialista em big data.

Thoran chama a atenção para uma tendência que indica a importância crescente do acesso aos blogs via celular: os aplicativos já estão presentes em 12,24% dos blogs nacionais.

11:14 · 05.10.2017 / atualizado às 11:14 · 05.10.2017 por
Steve Jobs com seu iPhone, o primeiro. Foto: Diário do Nordeste/Arquivo

Há muitas críticas (algumas bem justas) ao criador da Apple, Steve Jobs. Porém, não há como não tê-lo como fundamental na história da tecnologia e até da humanidade. Especialmente se você pensar o que tínhamos de telefonia antes do iPhone e o que tivemos depois. Foi uma revolução. Ele destruiu paradigmas, ao certo. Aquele pequeno aparelho destruiu a concorrência e a fez renascer forte ao mesmo tempo, sob o conceito de telefone inteligente e ecossistema rico em aplicações.

Claro, você pode dizer que depois de sua morte a Apple não voltou a ser tão disruptiva como antes. Mesmo assim, ela segue sendo tendência e fazendo fortuna lançamentos após lançamentos.

Seus computadores já não são unanimidade, como em anos passados, quando ao pensar em edição de vídeos e fotos só se falava nas máquinas da Apple. Os smartphones já não tem a esmagadora preferência dos apaixonados por tecnologia. Mesmo assim, ninguém nega que tanto seus computadores quanto desktops e telefones celulares são destaques mundialmente como produtos de muita qualidade e durabilidade.

O que não mudou foi a garantia, o pós-venda, que muitos tentam imitar, mas poucos conseguem. Este segue imbatível.

A marca Apple é uma das mais fortes e vitoriosas da história ao lado de outras como Facebook, Amazon, Google e Microsoft. Não há quem não conheça e respeite e deve ser assim por longos e longos anos.

Hoje, nos seus 6 anos sem Steve Jobs, morto por conta de um câncer pancreático aos 56 anos de idade, há muito a que se lamentar. O que mais a mente inquieta dele traria para nós? Ele se foi e um pouco da criatividade da Apple também se apagou com ele. Mas ainda há muito dinheiro em caixa para queimar antes que o mundo deixe para trás a força da “Maçã”.

05:02 · 04.10.2017 / atualizado às 14:06 · 03.10.2017 por

Facebook escutando o áudio do smartphone e te oferecendo anúncios na rede social? Muita teoria da conspiração, certo? Nem tanto. Segundo Eduardo Braga, especialista em segurança de TI e diretor da Morphus (empresa cearense de segurança digital), há possibilidades técnicas suficientes para o Facebook capturar nossos áudios, mas não há nada que garanta que a rede social faz isso.

Já de acordo com a rede social, jamais fizeram captura de áudios dos smartphones dos usuários. “O Facebook não utiliza o microfone do telefone das pessoas para se informar sobre anúncios ou mudar o que as pessoas veem no Feed de Notícias. Nós não escutamos as conversas das pessoas para mostrar a elas anúncios relevantes. Nós mostramos anúncios com base nos interesses das pessoas e outras informações de perfil – não com base no que elas estão falando. Nós apenas acessamos o microfone dos telefones das pessoas quando elas estão utilizando ativamente alguma ferramenta específica que requer áudio e somente quando elas autorizam a utilização, como por exemplo gravação de vídeos ou o uso de uma ferramenta opcional que apresentamos há dois anos, para incluir músicas ou outros áudios em atualizações de status”, informou porta-voz do Facebook via e-mail.

Além disso, o porta-voz informa que “a segurança e privacidade das pessoas é a nossa maior responsabilidade e está no centro de tudo que fazemos no Facebook. Temos políticas de dados e privacidade claras que dizem que tudo o que uma pessoa pública no Facebook é de propriedade dela e só ela é quem pode determinar os níveis de privacidade de suas publicações e informações na plataforma”.

Cuidados com permissões
De acordo com o Eduardo, é preciso ter cuidado também ao autorizar que novos e velhos apps tenham acesso a seu smartphone. Segundo ele, aplicações legítimas você consegue bloquear não dando permissões para os apps, como direito de acessar seus contatos, microfone e câmera, por exemplo. Mas para coisas que já estão pré-instaladas no smartphone são bem mais complicadas de evitar. Por exemplo, qual a necessidade de uma calculadora ter acesso ao seu microfone e câmeras? Pense bem antes de instalar tal aplicativo.

09:39 · 29.08.2017 / atualizado às 10:00 · 29.08.2017 por
Usuários do Samsung Galaxy S8 são alguns, do sistema operacional Android, que podem sofrer com estes problemas

Não importa com qual plataforma social, de música ou armazenamento em nuvem você esteja mais acostumado, todas têm uma coisa em comum que é a capacidade de aniquilar o seu smartphone Android. A Avast, empresa global de produtos de segurança digital, publicou seu Relatório Trimestral Avast de Tendências e Desempenho dos Aplicativos Android do primeiro trimestre de 2017 para ajudá-lo a navegar nos turbulentos mares digitais, para poder descobrir quais aplicativos estão drenando seu celular.

Baseado numa pesquisa detalhada, o relatório identifica os 20 aplicativos considerados os mais ‘sugadores’, pela combinação do seu impacto na duração da bateria, capacidade de armazenamento e uso do plano de dados. Com as informações de mais de 3 milhões de usuários do Android, o relatório mapeia os piores infratores e os novos que entraram nas listas, incluindo um trio de recém-chegados do Google, que são o seu Play Music, o Talkback e o app Docs. Os experientes Facebook, Instagram e Amazon ilustram os gráficos mais uma vez por gastarem armazenamento.

 

Lista 1 – Apps que mais sugam bateria de usuários

Spotify e Snapchat deixaram a lista dos 10 mais sugadores depois de duas medidas. Já o Google Docs entrou e já chegou ficando no 2º lugar.

Lista 2 – Apps que mais drenam bateria na inicialização do smartphone Android

Lista 3 – Apps não proprietários que mais drenam sua bateria na inicialização do smartphone Android

Deixando de lado os aplicativos pré-instalados já citados acima, Facebook, WhatsApp e WeChat são também os maiores drenos nessa categoria. No caso do Facebook e seu aplicativo de mensagens, você ainda pode desinstalar e usar a versão apenas web para ajudar a economizar recursos.

Lista 4 – Apps usados por usuários que mais drenam a bateria dos smartphones Android

O editor de vídeo integrado da Samsung se tornou o segundo aplicativo que mais drena a bateria. Ele exige processamento intenso (CPU) e recursos de vídeo (GPU) do seu telefone para editar e adicionar efeitos aos seus vídeos. Nenhuma surpresa aqui: Spotify, Netflix e Snapchat continuam a ser drenos pesados e eles usam mais recursos que seu navegador ou aplicativo de e-mail.

Lista 5 – Apps de armazenamento que mais drenam a bateria de smartphones Android

O Spotify voltou à lista de maiores consumidores de armazenamento que são executados ativamente pelos usuários. Você pode limpar as músicas ou listas de reprodução que não ouve mais para ajudar a gerenciar isso. Aplicativos encontrados no relatório do ano passado, como o aplicativo Jehovah’s Witnesses, JW Library e o leitor de gibis Comico, não estão mais na lista. A novidade da lista é o Photo Grid, um editor de imagens com efeitos, que pode ser usado para adicionar efeitos a seus selfies ou fotos.

Lista 6 – Apps que mais consomem tráfego de dados e que são executados na inicialização

Alguns aplicativos consomem seu volume de dados móveis mesmo se não estiverem sendo utilizados ativamente. A mais recente lista dos “Top 10” mostra o Facebook e Instagram, seguido pelo Yahoo! JAPAN como os três maiores usuários de dados, e o Weather Channel também aparece novamente. Considere desativar esses aplicativos ou remover sua atividade em segundo plano para ajudar a gerenciar o uso do seu plano de dados quando você não estiver conectado à Wi-Fi.

Lista 7 – Apps maiores consumidores de tráfego de dados executados pelos usuários

Netflix ainda está no topo da lista de aplicativos que nossos usuários executaram ativamente nesse trimestre, seguido pelo Spotify e Snapchat. Amazon App for Android tablets também usa muito tráfego, por isso, usar a Wi-Fi em vez do plano de dados é aconselhado.

Lista 7 – Apps de jogos que mais consomem a bateria

Jogos 2D simples, como Candy Crush Saga ou Soda Saga, continuam nas primeiras classificações nessa lista como os jogos que mais consomem recursos no Android. Essa lista não mudou muito desde que a série de relatórios sobre aplicativos da Avast foi lançada, há quase 3 anos. Duas exceções notáveis são o Piano Tiles 2 e Hill Climb Racing, que esgotaram a bateria de do dispositivo de teste da Avast, um Samsung Galaxy, em menos de 3horas30minutos, apesar dos gráficos muito simples.

Curiosidades

Uma série de novos aplicativos entraram nos gráficos pela primeira vez neste trimestre, incluindo:

Google Talkback: Na liderança entre os recém-chegados em aplicativos que são executados no start-up, o Talkback é ativado por vários aplicativos de terceiros, o que significa que ele pode permanecer ligado até mesmo depois de você reiniciar seu dispositivo

Google Play Music: Os bloqueadores de anúncios parecem ser uma causa da drenagem de desempenho desse aplicativo de música

SHAREit: Projetado para compartilhar arquivos através de Wi-Fi de um dispositivo para outro, este popular aplicativo Lenovo depende do Wi-Fi, tornando-o o quarto que mais consome o desempenho quando executado pelos usuários

Google Docs: Este simples aplicativo de editor de texto é o segundo em drenagem de desempenho executado por usuários em dispositivos Android, drenando-os ainda mais quando conectado diretamente ao Google Drive via 3G e Wi-Fi

Samsung Media Hub: Embora descontinuado em 2014, o ranking deste aplicativo é basicamente devido aos dispositivos Samsung mais antigos o possuírem pré-instalado. Os usuários devem removê-lo e substituí-lo com a mais nova versão disponível para eles

Piano Tiles 2: Testes executados em um Samsung Galaxy S6 revelaram que o aplicativo conseguiu drenar a bateria inteira em menos de 3 horas e meia de uso consistente

Menções notáveis vão para os próprios aplicativos do Google. Um total de oito aplicativos são destaque nas 10 principais listas de aplicativos de inicialização e executados pelo usuário. A Samsung também tem um papel destacado, com sete de seus aplicativos aparecendo nas tabelas. O fato de que as ofertas do Google e da Samsung são muitas vezes pré-instaladas na maioria dos dispositivos Android pode desempenhar um papel nisso. Quando se trata de mensagens instantâneas, o ChatON, o Google Hangouts e o LINE: Free Call & Messaging são o trio problemático que encontra a fama nas listas dos Top 10.

O título de “Mais Aperfeiçoado” deste trimestre é compartilhado entre a ferramenta de mensagens Snapchat, o gigante das redes sociais Facebook e o gigante de transmissão de música Spotify. Tendo anteriormente ocupado três das quatro principais posições dos aplicativos de drenagem de desempenho executados por usuários e de inicialização, essas empresas fizeram um esforço coordenado neste trimestre para melhorar. A Musical.ly também merece uma menção por escapar das listas dos pesos-pesados em armazenamento, já que não aparece em nenhuma delas.

“As estatísticas do setor mostram que as vendas de smartphones cresceram 9,1% no primeiro trimestre deste ano e os dispositivos Android continuam a dominar a participação no mercado. Os smartphones acessíveis, no entanto, podem comprometer recursos como armazenamento do dispositivo, para que a experiência do usuário seja cada vez mais importante, e então fica crítico o modo como os aplicativos afetam o desempenho do telefone”, disse Gagan Singh, SVP e GM Mobile Business da Avast. “Para muitos de nós, os smartphones são o principal dispositivo em nossas vidas diárias. Saber quais dos nossos aplicativos favoritos são os que mais prejudicam a vida útil da bateria, o uso de dados e o armazenamento é importante para que possamos gerenciar qualquer coisa que usemos regularmente em nossos telefones”.

Metodologia
O Relatório Avast de Tendências e Desempenho dos Aplicativos Android foi baseado numa amostra de dados agregados e anonimizados de mais de 3 milhões de usuários do Android em todo o mundo. Os dados de aplicativos incluídos neste relatório cobrem um período de janeiro de 2017 até março de 2017 e só inclui aplicativos do Google Play para os quais a Avast observou um tamanho de amostra mínimo de 50.000 ocorrências de uso.

07:33 · 16.08.2017 / atualizado às 07:33 · 16.08.2017 por

O Facebook traz mais maneiras de capturar e compartilhar momentos com a câmera do Facebook em dispositivos iOS e Android. Confira:

– Live: Agora é possível entrar ao vivo a partir da câmera do Facebook. Quando estiver ao vivo, o seu vídeo aparecerá em Sua História para o público que escolher. Você pode entrar ao vivo apenas pelo Stories ou optar por também criar um post em sua linha do tempo. As centenas de efeitos criativos da câmera do Facebook também estão disponíveis agora para o Facebook Live.

– GIF: As pessoas poderão em breve dar vida às imagens, criando vídeos em loop de 2 segundos com a câmera do Facebook. Você pode compartilhar o conteúdo no Feed de Notícias, em Sua História ou enviar pelo Direct.

– Texto: Adicionado também uma opção para tornar as atualizações de texto mais visuais, a partir de mensagens em tela cheia que incluem um fundo colorido. Elas podem ser compartilhadas no Feed de Notícias, em Sua História ou diretamente pelo Direct.