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Tag: IDC Brasil


10:55 · 13.12.2017 / atualizado às 10:55 · 13.12.2017 por
Homem usando uma caneta Stylus no Dell Inspiron 13 7000, uma das máquinas que ajudou na recuperação

O ano de 2017 tem sido muito positivo para o mercado brasileiro de PCs. Depois de crescer 5% no primeiro trimestre e 5% no segundo, o setor voltou a apresentar números expressivos e, entre os meses de julho e setembro, comercializou 1,36 milhão de máquinas, 30% a mais do que no mesmo período de 2016, quando foram vendidos 1,04 milhão de equipamentos. Os dados são do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, empresa de inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. A receita do terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 3 bilhões, alta de 28% em comparação com o terceiro trimestre de 2016, quando a receita foi de R$ 2,3 bilhões. Na comparação com o trimestre anterior o crescimento foi de 9% em unidades e de 11% em receita.

Do total de computadores vendidos no terceiro trimestre de 2017, 424 mil foram desktops e 936 mil foram notebooks, o que representa, respectivamente, 14% e 38% a mais na comparação com o mesmo período do ano passado. “Os notebooks puxaram o crescimento do setor, representando 69% das vendas entre julho e setembro e superando a expectativa da indústria, já que houve crescimento também no mercado corporativo”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Além disso, Hagge aponta a proximidade com a Black Friday e a renovação da base instalada como motivos para o crescimento do setor. “Com a chegada de duas datas sazonais bem importantes (Black Friday e Natal), os varejistas antecipam as compras das máquinas para o estoque já que a procura aumenta consideravelmente. A volta da confiança do consumidor e a necessidade de trocar equipamentos comprados em meados de 2011 são outros pontos que influenciaram o bom momento do mercado.” completa o analista.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o tíquete médio dos computadores no terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 2.200, contra os R$ 2.234 de 2016, recuo de 2%.

4º trimestre e 2017
Para o último trimestre do ano, a IDC Brasil prevê venda de 1,38 milhão de PCs, alta de 13% na comparação com o mesmo período de 2016, quando foram vendidas 1,22 milhão de máquinas A receita deve crescer 10%, atingindo os R$ 3 bilhões de outubro a dezembro de 2017.

No acumulado para o ano, a consultoria aponta crescimento de 13% na comparação com 2016. “Acreditamos que o mercado chegue a 5,1 milhões de unidades vendidas, sendo 1,655 milhão de desktops e 3,436 milhões de notebooks. A receita deve ficar na casa dos R$ 11 bilhões”, finaliza o analista da IDC Brasil.

Dell líder

Dell Alienware 17 notebook seria um dos que ajudou no resultado

A Dell alcançou o 11º trimestre consecutivo como líder de vendas no mercado nacional de computadores, com 25,3% das unidades comercializadas no país entre julho e setembro, de acordo com o relatório Brazil PC Tracker 2017Q3 da consultoria IDC. Com os resultados obtidos no terceiro trimestre do ano, a marca registra um acréscimo de 33,8% no volume de máquinas vendidas na comparação com o mesmo período em 2016.

No período, a Dell liderou o mercado tanto nas vendas para usuários domésticos – com 18,9% de participação, quanto nos PCs comercializados para pequenas (25%), médias e grandes (44,6%) empresas. O relatório da IDC revela, ainda, que a fabricante também protagoniza as principais categorias do segmento local de computadores quando consideradas de forma isolada, com: 27,4% das vendas totais de desktops; 24,3% de notebooks; e 63,7% de workstations.

“A sequência positiva da Dell no mercado de PCs reflete nossa aposta em inovações práticas e no desenvolvimento de um portfólio com atributos que tragam benefícios tangíveis aos mais diversos perfis de usuários”, explica Diego Puerta, vice-presidente para Consumidor Final e Pequenas Empresas da Dell no Brasil. “Além disso, o mercado brasileiro tem respondido positivamente à ampliação dos nossos canais de venda no país e à oferta de serviços diferenciados, como o suporte 24×7 (24 horas por dia, 7 dias por semana), que são exclusivos da marca no Brasil,” conclui.

07:14 · 11.12.2017 / atualizado às 07:14 · 11.12.2017 por
Quanto mais baratos os tablets, mais chance de serem comercializados

O mercado de tablets continua em queda. De acordo com o estudo IDC Brazil Tablets Tracker, realizado pela IDC Brasil, as vendas do dispositivo caíram 3% no terceiro trimestre de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. Foram vendidas 1,02 milhão de unidades contra 1,05 milhão em 2016. A receita total foi de R$ 485 milhões, 6% a menos do que no terceiro trimestre de 2016, quando a receita chegou a R$ 516 milhões. Já na comparação com o segundo trimestre de 2017 as vendas cresceram 30% e a receita total teve alta de 33%, em função, basicamente, das compras antecipadas para o Dia das Crianças.

“Mesmo com o varejo estocando tablets para atender a demanda do Dia das Crianças, o mercado apresentou queda. Porém, foi uma retração menor do que a apresentada nos terceiros trimestres dos últimos dois anos”, afirma Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, a data influenciou também a queda no tíquete médio no período. “Houve grande procura por aparelhos mais baratos e promoções. Por isso, o preço médio dos aparelhos passou de R$ 488, no terceiro trimestre de 2016, para R$ 472 no mesmo período de 2017, ou seja, queda de 3%”, completa.

Para o quarto trimestre, a IDC prevê a comercialização de 1,18 milhão de tablets, com uma receita semelhante a do mesmo período de 2016, quando foram movimentados R$ 600 milhões. “Acreditamos que serão vendidos 3,76 milhões de tablets em 2017, 5% menos do que em 2016, quando chegamos a 3,98 milhões de unidades comercializadas. A receita total de 2017 deve ser de R$ 1,85 milhão, o que representa uma retração de 10% na comparação com o último ano”, conclui La Falce.

12:32 · 04.12.2017 / atualizado às 12:32 · 04.12.2017 por
Asus Zenfone 3 Deluxe é um dos aparelhos que deixou de ser buscado no período se comparado com outros momentos do ano

O mercado brasileiro de celulares voltou a cair no terceiro trimestre de 2016. Segundo o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, entre os meses de julho e setembro de 2017 foram comercializados 12,4 milhões de aparelhos, 2% a menos do que no mesmo período de 2016. Do total de celulares vendidos, 11,7 milhões foram smartphones, 5% a mais do que no terceiro trimestre de 2016, quando foram vendidos 11,2 milhões, e 700 mil unidades foram feature phones, ou seja, 51% a menos do que no terceiro trimestre de 2016, quando foram comercializados 1,4 milhão de aparelhos. A receita total aumentou 18% em relação ao terceiro trimestre de 2016, chegando a R$ 13,1 bilhões.

“O mercado de smartphones ainda apresentou crescimento se comparado com o mesmo período no ano passado, porém ficou abaixo das nossas expectativas para o período. O fim da liberação do FGTS e o adiamento de compra para a Black Friday e o Natal foram os principais motivos que levaram essa pequena queda”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina. O analista destaca ainda uma mudança de comportamento do brasileiro em relação aos aparelhos.

“O consumidor procura por celulares com melhores funcionalidades. Os modelos que oferecem memória interna acima de 32GB representaram 10,6%, do total de smartphones vendidos em 2016. Em 2017, já representam 33% do acumulado das vendas até setembro”, explica o analista. Além disso, no ano passado foram comercializados 28,9 milhões de aparelhos com tela acima de 5 polegadas, 65% do total do ano. Até setembro de 2017, foram vendidos 29,1 milhões destes aparelhos, ou seja, 83% do total”, finaliza Munin.

O estudo da IDC Brasil também constatou que o tíquete médio dos aparelhos no terceiro trimestre de 2017 teve aumento de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado, passando de R$ 994 para R$ 1118.

Para o último trimestre de 2017, a IDC acredita que serão comercializados 13,1 milhões de smartphones e 650 mil feature phones. Já para o ano todo, a previsão é de que sejam vendidos 52,1 milhões de aparelhos, crescimento de 6% em comparação ao ano de 2016.

11:49 · 19.09.2017 / atualizado às 11:49 · 19.09.2017 por
Magic Tablet. Este tipo de tablet é um dos que ainda têm mercado no Brasil, os voltados para o público infantil

As vendas de tablets no Brasil recuaram novamente nos meses de abril, maio e junho deste ano. Segundo o estudo IDC Brazil Tablets Tracker, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, o mercado de tablets caiu 8% no segundo trimestre de 2017 em comparação ao mesmo período do ano passado. Ao todo foram vendidos 790 mil máquinas contra 860 mil em 2016. A receita total foi de R$ 400 milhões, 11% a menos do que no segundo trimestre de 2016, mas 9% a mais na comparação com o primeiro trimestre de 2017.

Esse movimento já era esperado pela IDC. “Temos observado um comportamento agressivo dos fabricantes, com preços promocionais e brindes para frear a queda. Além disso, notamos que as empresas estão diversificando os produtos para gerar mais demanda”, diz Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil. “O mercado de tablets para o público infantil é bastante forte, mas produtos voltados para o idoso, por exemplo, estão entrando agora no radar”, avalia La Falce.

A IDC destaca também a alteração do tíquete médio no período. Em comparação com o primeiro trimestre de 2017, o valor médio dos aparelhos teve alta de 6%, passando de R$ 477, de janeiro a março, para R$ 505, de abril a junho. Na comparação ano a ano, houve crescimento de 14%, já que o tíquete médio no segundo trimestre de 2016 foi de R$ 443. “Os aparelhos de melhor qualidade tiveram mais espaço no período. O setor está empenhado em mostrar que os tablets não são apenas para entretenimento e sim para educação, trabalho e para consumo de conteúdo em geral”, argumenta o analista.

Para a IDC, até o fim de 2017 devem ser comercializados 3,75 milhões de tablets, o que consolida o recuo de 6% nas vendas ante 2016, quando 4 milhões foram vendidos. “A receita total de 2017 deve fechar o ano em R$ 1,967 bilhão. O que representa uma retração de 6% na comparação com os números do último ano”, conclui La Falce.

07:10 · 27.07.2015 / atualizado às 07:10 · 27.07.2015 por

dlinkswitchA IDC Brasil acaba de divulgar os números do mercado de switches, referentes ao primeiro trimestre de 2015. Entre janeiro e março, cerca de 1,986 milhão de portas de conexão de redes foram vendidas ante 2,288 milhões comercializados no mesmo período do ano passado. Em relação à receita, houve queda de 6,8% sendo que, na comparação com o último trimestre de 2014, o decréscimo é ainda maior: 15%.

Segundo João Paulo Bruder, gerente de pesquisas da IDC Brasil, esse desempenho deve-se basicamente ao baixo desempenho da economia e à volatilidade do dólar. “A moeda americana variou cerca de 30% nos três primeiros meses do ano, impactando diretamente o cronograma de investimentos dos empresários. Mas, apesar da queda, o Brasil ainda é o maior mercado de switches da América Latina, região que cresceu 0,5% neste primeiro trimestre”, afirma.

De acordo com o estudo da IDC Brasil, as vendas de switches de 10Gb e 40Gb, as duas categorias mais rápidas, já representam quase 50% do mercado no Brasil. “Atribuo esse movimento ao uso crescente de switches em data centers”, afirma o gerente da IDC. Além disso, 26% dos switches vendidos foram de layer 3 (80% da receita do mercado) – no mesmo período do ano passado essa categoria correspondia a 23% do mercado.

O estudo traz também o volume comercializado por tipo de switch. No primeiro trimestre de 2014, os fixos gerenciáveis representavam 65% do mercado. Este ano, o índice passou para 74%. Já os switches fixos não gerenciáveis e os modulares caíram de 7% para 4% e de 28% para 23%, respectivamente. Segundo Bruder, por conta do período econômico conturbado, existe uma tendência de se usar switches fixos com gerenciamento, que são mais baratos, ao invés do modular, que se caracteriza por um maior investimento para sua implementação.

Apesar do primeiro trimestre considerado fraco, a expectativa da IDC Brasil é que o mercado cresça 5% em volume de vendas na comparação com 2014, passando de US$ 333 milhões para US$ 349 milhões em receita.

08:59 · 22.12.2014 / atualizado às 09:00 · 22.12.2014 por
Os aparelhos com Windows agora aparecem como em segundo lugar no número de celulares vendidos no Brasil
Os aparelhos com Windows agora aparecem como em segundo lugar no número de celulares vendidos no Brasil

O mercado de smartphones no Brasil continua crescendo. É o que aponta o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, empresa de inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De acordo com o levantamento, foram vendidos 15,1 milhões de celulares inteligentes entre os meses de julho e setembro de 2014, o que significa um crescimento de 11% na comparação com o segundo trimestre e de 49% se comparado com o mesmo período do ano passado. No período também foram vendidos 4,7 milhões de feature phones.

“Novamente os resultados de vendas superaram nossas expectativas. Os smartphones não foram impactados pelos problemas que afetaram outros mercados e a tendência é que mais um recorde seja quebrado no próximo trimestre”, afirmou Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, alguns fatores têm contribuído para a popularização dos aparelhos. Entre eles, a oferta de dispositivos cada vez mais baratos. “No começo de 2011, o ticket médio dos aparelhos estava em R$ 900. No segundo trimestre deste ano caiu para R$ 700 e, entre julho e setembro de 2014, a média de preços ficou em R$ 590”, diz Munin. Para o analista, o comportamento das redes varejistas também influi nas vendas de smartphones. “O consumidor tem familiaridade com as grandes lojas, sente segurança para realizar o negócio e ainda conta com crédito fácil”.

Ainda sobre preços, o analista da IDC Brasil destaca que os aparelhos intermediários (de R$ 450 até R$ 900) ultrapassaram os de entrada (até R$ 400) e já representam metade do mercado brasileiro. Para Munin, o movimento é positivo e mostra que “o consumidor está entendendo melhor a questão do custo benefício e concluindo que o preço mais alto significa um aparelho também com mais qualidade e recursos”.

Além dos bons resultados no varejo, o smartphone tem tido uma parcela representativa no bolo de produtos de tecnologia. “Se juntarmos celulares inteligentes, tablets e PCs em uma mesma categoria vamos ultrapassar os 72 milhões de aparelhos vendidos, sendo 55 milhões apenas de smartphones, número que evidencia sua importância para o mercado de TI”, afirma Munin. Ele lembra que seis anos atrás, em 2008, a quantidade total de vendas foi de 15 milhões. Outra comparação trazida pelo analista refere-se ao aumento no número de fabricantes no mercado “Em apenas quatro anos, quase quadruplicou esse número – passou de 55, em 2010, para 194, em 2014”.

Sistema operacional
Dos aparelhos vendidos entre julho e setembro de 2014, 91% tinham o Android como sistema operacional. A novidade do período foi o Windows Phone, que ultrapassou o iOS depois de dois trimestres em segundo lugar, sinalizando que o ano deve encerrar com o Android em primeiro lugar em market share, com iOS e Windows Phone tecnicamente empatados.

Telas grandes invadem o mercado
A tendência das telas grande continua em alta. Em 2011, 93% do mercado era composto de aparelhos com tela abaixo de 4 polegadas e, em 2014, projeta-se que o mercado de smartphones termine o ano com mais de 63% de telas acima de 4 polegadas. Com relação aos phablets – dispositivos acima de 5 polegadas – a IDC acredita que até o final de 2016, 50% do mercado mundial seja composto por phablets. No Brasil, esse índice deverá ser atingido até 2018, sendo que, em 2013, os aparelhos com tela acima de 5 polegadas representavam cerca de 7% do mercado e neste ano já devem representar 15% do total de smartphones.

Novo recorde vem aí
Além de divulgar os resultados do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3 referente ao terceiro trimestre, a IDC Brasil antecipa dados apurados do quarto trimestre de 2014 e que apontam para a quebra de um recorde. “Outubro de 2014 foi o mês com o maior número de vendas de smartphones da história. Foram mais de sete milhões de aparelhos vendidos e, a título de comparação, apenas dois milhões a menos do que foi vendido em todo o ano de 2011. É impressionante”, afirma Munin, atribuindo parte desse movimento à Black Friday. “Segundo a e-bit, o smartphone foi o item mais procurado na Black Friday este ano. As receitas e pedidos no varejo online de celulares cresceram mais de 600% na comparação com 2013”. Para todo o ano de 2014, a IDC estima vendas de 55 milhões de celulares inteligentes.

08:40 · 14.12.2014 / atualizado às 08:50 · 12.12.2014 por
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Crescimento do mercado de tablets no Brasil ainda é tendência, segundo IDC

A IDC Brasil, empresa especialista em serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de divulgar os dados consolidados do mercado de tablets no Brasil no terceiro trimestre de 2014. Segundo o estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q3, no período, foram comercializadas 2,3 milhões de unidades, alta de 18,1% se comparado ao mesmo período do ano passado e crescimento de 18,3% na comparação com o 2º trimestre deste ano. Foram mais de 590 mil tablets vendidos em julho, mais de 755 mil em agosto e mais de 963 mil em setembro.

“Após um primeiro semestre considerado fraco, impactado principalmente pela Copa do Mundo, as nossas expectativas estão se confirmando. Ou seja, apesar do baixo desempenho da economia e das eleições presidenciais, as vendas retomaram fôlego no 3º trimestre”, afirmou Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, setembro teve um ótimo desempenho em função do início do abastecimento das lojas para o período de final de ano. “O Dia das Crianças, mais uma vez, foi uma data importante, mas devemos destacar a Black Friday, que, definitivamente, veio para ficar. Este ano, notamos uma demanda muito grande por parte de fabricantes e varejistas, que fez com que o desempenho deste trimestre quase batesse o recorde registrado no 4º trimestre de 2013”, diz Hagge.

O estudo do terceiro trimestre de 2014 da IDC Brasil mostrou também que 95% dos tablets comercializados têm sistema operacional Android, que 88% dos aparelhos possuem tela de até 8 polegadas e que 78% custavam até R$ 500, sendo 51% abaixo dos R$ 300. “O tablet continua sendo o dispositivo mais barato para quem quer acessar a internet e os produtos de entrada continuam se destacando no mercado”, completa Hagge. Para 2014, a IDC Brasil prevê 17% de crescimento do mercado, com mais de 10 milhões de unidades vendidas. Já em 2015, a consultoria prevê alta de 10%. “A expectativa para o ano que vem pode ser impactada por projetos de educação que serão implementados pelo governo federal”, ressalta o analista.

Tablets x phablets

Híbridos como este notebook da Dell tendem a ter o número de unidades vendidas crescendo no próximo ano
O número de híbridos vendidos no mercado deve crescer em 2015

Apesar dos números bem otimistas do estudo da IDC, um levantamento revelado pelo Blog do iPad e feito pelo serviço de compartilhamento de conteúdo Pocket, revela uma queda no uso de tablets pelos donos de iPhones 6 Plus. Os phablet de 6 polegadas da Apple estaria tomando o lugar do iPad na leitura de conteúdo. Além disso, segundo a pesquisa do Pocket, donos do Plus estariam abrindo 33% mais artigos e vídeos dentro do Pocket do que donos de iPhones 5 e 5s e esse número chega a 65% nos usuários de iPhone 6 Plus. Não achei estudo similar para dispositivos com Android.

Híbridos desembarcam no Brasil

A venda de notebooks com telas destacáveis não atingiu 10 mil unidades no 3º trimestre de 2014, mas a IDC Brasil espera um forte crescimento para os próximos anos, principalmente por conta da maior oferta de produtos de entrada. “Ainda é um mercado novo no país, o usuário está se acostumando com a ideia de ter duas opções de produto em um mesmo formato, mas os vários lançamentos a preços populares tendem a impulsionar ao mercado. Para 2015, nossa estimativa é que os notebooks com tela destacável aumente 500%”, finaliza Hagge.

07:21 · 01.11.2014 / atualizado às 12:23 · 31.10.2014 por
Pedro Hagge, do IDC Brasil
Pedro Hagge, do IDC Brasil

Estudo realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, aponta que em julho foram vendidos cerca de 612 mil tablets, alta de 17% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Já em agosto, segundo o estudo IDC Tablets Monthly Tracker, cerca de 642 mil aparelhos foram comercializados, o que corresponde a uma pequena queda – 3% – na comparação com agosto de 2013. Dos cerca de 1.2 milhão de tablets vendidos, 96% foram para o consumidor final e 4% para o mercado corporativo. Além disso, 96% tinham o Android como sistema operacional.

Para Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, o grande momento dos tablets já passou. A tendência agora é o produto se estabelecer no mercado e não apresentar crescimento de vendas como os registrados em períodos anteriores. “Tivemos um momento em que o tablet era uma verdadeira febre, com uma enxurrada de lançamentos, alguns até de baixa qualidade o que gerou certa decepção e desconfiança para os consumidores. Muitos desistiram de uma segunda compra”, diz Hagge. Segundo o analista da IDC Brasil, “o fim da aquisição de tablets para projetos do governo e a crescente concorrência com os phablets também impactaram diretamente os números de julho e agosto”.

08:30 · 23.10.2014 / atualizado às 08:30 · 23.10.2014 por
Pedro Hagge, do IDC Brasil
Pedro Hagge, do IDC Brasil

A IDC Brasil, empresa de inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de divulgar os números do estudo PC Monthly Tracker, relativos aos meses de julho e agosto. Em julho, foram vendidos cerca de 787 mil PCs, sendo 324 mil desktops (41%) e 464 mil notebooks (59%), o que representa uma queda de 35% na comparação com o mesmo período do ano passado. Desse total, 31% representaram vendas corporativas e 69% para o consumidor final.

Já em agosto, segundo a IDC, foram vendidos 760 mil máquinas, sendo 293 mil desktops (39%) e 467 mil notebooks (61%), o que representa queda de 27% na comparação com agosto de 2013. Em agosto, 28% das vendas foram para o mercado corporativo e 72% para o consumidor. “Os números estão de acordo com a nossa projeção. Já esperávamos um desempenho negativo do mercado. O momento pré-eleição, a queda na disputa de preços pelas empresas, principalmente no setor de consumo, têm impactado os números nesses últimos meses”, diz Hagge. Para o analista da IDC, 2014 terá uma queda de 24%, a mais forte já registrada neste mercado de PCs.

12:52 · 25.09.2014 / atualizado às 12:52 · 25.09.2014 por
Pedro Hagge, do IDC Brasil
Pedro Hagge, do IDC Brasil

No segundo trimestre de 2014 foram vendidos 2,65 milhões de PCs, o que representa uma queda de 26% em comparação ao volume comercializado no mesmo período em 2013 e uma ligeira recuperação em relação ao 1º trimestre deste ano, quando as vendas foram de 2,4 milhões de unidades. Os notebooks lideram as vendas de PCs, com 62% das unidades vendidas no segundo trimestre, contra 38% dos desktops. Os dados são da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Considerando os seis primeiros meses de 2014, o estudo da IDC Brasil mostra que as vendas de PCs caíram 27% em relação ao primeiro semestre de 2013, e a queda se deu tanto no mercado corporativo (-30%) como no de consumo (-26%). “Entre os consumidores, há o fator Copa do Mundo, enquanto o mercado corporativo é sempre mais cauteloso ao fazer investimentos em anos de eleições, especialmente no setor de médias e grandes empresas. Além disso, há uma diminuição drástica nas compras do setor público, com a entrega de projetos já licitados, e poucas novas licitações”, comenta Hagge.

O desempenho do mercado de PCs confirma as projeções da IDC Brasil que indicavam um ano bastante negativo, por conta deste cenário. “Estima-se que 2014 sofrerá uma queda de 24%, a mais forte já registrada neste mercado”, diz Hagge.