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01:20 · 28.11.2016 / atualizado às 06:52 · 28.11.2016 por
Smartband Healbe GoBe 1.0 e aplicativo Healbe para analisar os dados coletados pela pulseira inteligente
Smartband Healbe GoBe 1.0 e aplicativo Healbe para analisar os dados coletados pela pulseira inteligente

Recebemos, direto da Califórnia, nos EUA, a pulseira inteligente Healbe GoBe 1.0, criada por uma empresa sediada naquele país, mas de donos russos. A ideia básica é que ela vai ajudar, com maior precisão do que outros métodos, a contar as calorias consumidas e gastas por você no dia a dia, além do seu nível de estresse, consumo de água e qualidade de sono, além dos seus batimentos cardíacos. E posso afirmar que acertou muito mais que errou.

Mas e como ele faz?
Essa é a maior dúvida que tivemos. Segundo a empresa, a pulseira irá calcular a “energia” de forma autônoma. Isso se torna possível porque Healbe GoBe “enxerga” as modificações na resistência dos tecidos, o influxo de glucose, tais como comida, treino cardíaco, estresse etc. E esse cálculo se dá através da concentração da glucose no sangue através de um método não invasivo, agora patenteado com a designação de tecnologia Healbe Flow e que é a base da pulseira Healbe GoBe.

“Foi assim que a primeira versão da Healbe GoBe foi criada. A continuação lógica seria a criação de um dispositivo de nova geração, com inteligência artificial e personalização, com a codificação de análise preditiva para o corpo, que cria motivação útil e dados pessoais para cada usuário. Por exemplo, você quer perder peso sem dietas ou manipulações complexas? Você se encontra em dissonância cognitiva, depressão ou estresse, não consegue controlar as consequências desagradáveis do “jet lag” após voos intercontinentais? Você não pensa que é possível ter um esgotamento em seu trabalho e dormir relaxado, se mantendo em excelente forma física, pois não? Você precisa de segredos que façam você alcançar um estilo de vida saudável ou tem em sua lista de objetivos perder peso até o verão? Você quer reduzir os custos do seu plano de saúde?”, questiona o comunicado enviado para o Diário do Nordeste.

Quando você entrar no aplicativo que baixou para seu smartphone, ele irá jogar uma sequência de horários para você inserir quando foi sua última alimentação. E, sim, aquele horário que você comeu por último estará presente nela em quase a totalidade das vezes. Apenas uma vez não vi o momento ou intervalo exato da minha alimentação. Não sei se ela acerta exatamente os nutrientes ingeridos, mas ela sabe exatamente quando eu estou comendo.

Não há como afirmar 100% se os dados prometidos e geridos pela pulseira serão os corretos. Porém, não há como dizer com convicção que estão errados. O certo é como ele acerta a hora que comemos e sabe quando estamos em déficit de sono e com sede, que é um acessório interessante para complementar uma dieta e seus exames e idas aos médicos para check ups. Se você optar por ter a pulseira para ajudá-lo e não ser o começo, o meio e o fim, ela pode ser uma ótima parceira na luta por uma vida mais saudável.

Com relação ao consumo de calorias, que é a maior promessa do produto, ela, como já dissemos, acerta o período da alimentação, mas não sabemos ao certo a precisão dela em saber exatamente que produto está sendo consumido e qual a quantidade exata de carboidratos, proteínas e alimentos mais gordurosos. Quando comparamos, por um dia, com o aplicativo My FitnessPal que serve para você inserir as calorias consumidas diariamente através da inserção dos alimentos consumidos, a diferença entre as calorias consumidas e perdidas de um e de outro não bateram. Enquanto o aplicativo mostrou que, da meta de 1.550 calorias diárias, eu, na hora da última análise, havia consumido 827 calorias, o Healbe marcava 1.354 com gasto calórico de 1.761.

Interagindo

Smartband promete contar suas calorias sozinha
Smartband promete contar suas calorias sozinha

Além de aguardar a própria pulseira processar as informações, você pode dar uma dica segurando o botão central dela por alguns segundos. Aí aparece, por duas vezes, a palavra “Food” indicando que você vai se alimentar. Esse alerta vai surgir sozinho se a pulseira entender que você está precisando se alimentar. Além de aparecer a palavra “drink” te cobrando para beber mais água. Ele também pode alertá-lo quanto ao nível de estresse e falta de sono, por exemplo. É um bom referencial para te ajudar a aprender a se hidratar e entender que é preciso dormir um pouco mais ou muito mais.

Com relação a questão do sono, a precisão da marcação foi perfeita. Fechou a hora certa que acordei. Não posso garantir 100% a hora do sono, mas me parece que foi bem em cheio (não há como termos 100% de certeza da hora que inicia o sono). Os gráficos diários de sono vão te indicar se o seu sono é pesado, leve e se você costuma ter noites de sono recuperadoras ou não. E isso pode ser um indicador importante para analisar se há algo errado que possa estar aumentando o nível de estresse a ponto de tirar-lhe o sono. E aí a band vai te socorrer também porque ela também analisa o nível de estresse o tempo todo.

Contador de passos

Um ponto negativo foi o contador de passos. O mesmo se mostrou impreciso. Corri 6,62 km em um dia, mas ele só marcou 4 Km ao final do dia (já contando as caminhadas pela casa ou por outros lugares). Ficou devendo bastante e isso vai impactar na quantidade de calorias queimadas naquele período específico.

Comparando com outros modelos
A pulseira parece bem superior às rivais em “inteligência”, mas a bateria dura pouco mais de 24 horas. Além disso, prepare o seu smartphone com uma bateria extra por perto porque, coincidência ou não, a bateria do seu celular vai ser consumida mais violentamente do que o normal com o uso da band e do aplicativo rodando em segundo plano. Comparando com a smartband da Xiaomi – a primeira versão comercializada no Brasil – esta é menos eficiente em consumo de energia dela própria e ainda suga a bateria do smartphone. Porém, se avaliarmos as funções dela, veremos que ela é bem superior.

Carregamento
Ele carrega via USB. Não demora muito, mas, muitas vezes, foi complicado o encaixe e começar a carregar. A bateria também não dura muito, pouco mais de um dia. Nos testes, o máximo que conseguiu foram 36 horas de duração. Para uma smartband é pouco, principalmente se compararmos com a da Xiaomi que durava semanas, especialmente. Mas tem alguns detalhes. O produto da Healbe tem uma tela de led que indica suas funções e as necessidades que o usuário precisa atender e indica a hora. Isso o produto da Xiaomi não faz. Além disso, compartilha informações com o aplicativo do smartphone. Esse deve ser outro caminho para drenar a bateria do acessório – certeza que é um fator forte para acabar com a bateria do celular escolhido.

Custos
O preço do gadget é US$ 149,99 mais frete e imposto, pois, por esse preço, certeza que a Receita Federal irá parar a Healbe GoBe para análise. Só pode ser comprado diretamente no site da Healbe. Uma possibilidade é, estando nos EUA, em viagem, pois entraria na cota de US$ 500 por pessoa e você ficaria isento de pagar o imposto de importação.

12:28 · 10.07.2015 / atualizado às 13:02 · 10.07.2015 por
Saiba como escolher os modelos certos de  iPhone 6 e 6 Plus nos EUA
Saiba como escolher os modelos certos de iPhone 6 e 6 Plus nos EUA

Vai viajar para os EUA e quer muito comprar um iPhone 6 ou 6Plus (os modelos de iPhones vendidos na Europa não são compatíveis com nosso 4G e não têm garantia no Brasil), mas está em dúvida como fazer para usá-lo no nosso 4G e com garantia da Apple no Brasil? Vamos te mostrar o que fazer neste post.

A primeira coisa que você precisa saber é que você precisa escolhar a operadora certa lá para comprar um iPhone com garantia no Brasil, desbloqueado e com o 4G homolado aqui no País. As operadoras que você deve escolher são: T-Mobile, AT&T e Verizon. Nunca escolha a Sprint, pois ela não comercializa o modelo vendido em solo brasileiro.

Mas que modelo é esse? Para o iPhone 6 escolha o A1549. Já para o 6 Plus escolha o A1522.

Procure nas lojas físicas da Apple ou no site da empresa nos EUA pelo modelo Contract Free ou Full Price, nunca o Sim-Free, pois ele não é homologado pela Anatel, não irá funcionar com nosso 4G e muito menos terá garantia internacional da Apple. No caso das lojas físicas, esse modelo será vendido pela T-Mobile, Verizon e AT&T. No site da Apple apenas a T-Mobile estará com o Contract Free ou Full Price. Todos estes modelos citados são desbloqueados e homologados pela Anatel para funcionar no nosso 4G.

E o preço?
Por conta que estes iPhones são Contract Free ou Full Price, o preço deles é diferente e mais caro. Eles partem de US$ 649 (mais impostos da cidade americana onde está sendo comprado) para o iPhone 6 16GB até US$ 949 (mais impostos da cidade local dos EUA onde ele está sendo comprado) para o iPhone 6 Plus 128GB (veja todos os preços na lista abaixo):

– iPhone 6 16GB: US$ 649 (+ impostos locais)
– iPhone 6 64GB: US$ 749 (+ impostos locais)
– iPhone 6 128GB: US$ 849 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 16GB: US$ 749 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 64GB: US$ 849 (+ impostos locais)
– iPhone 6 Plus 128GB: US$ 949 (+ impostos locais)

Alfândega

É importante frisar que se você voltar dos EUA com apenas 1 iPhone ou qualquer smartphone com você com o chip da operadora dentro do aparelho não será taxado de forma alguma. Mas é apenas UM MESMO. Se você levar o seu antigo e trouxe ele e mais o novo celular, será taxado.

Suporte no Brasil

Segundo o suporte técnico da Apple, os modelos A1549 e A1522 têm suporte total no Brasil. Porém, eles não podem ganhar o Apple Care, a garantia ampliada da Apple.

07:36 · 02.01.2015 / atualizado às 07:36 · 02.01.2015 por
O iMac de 21,5″ de 1,4GHzsaiu de R$ 6.199,00	para R$ 6.799,00. Um reajuste de	9,7%
O iMac de 21,5″ de 1,4GHz saiu de R$ 6.199,00 para R$ 6.799,00. Um reajuste de 9,7%

Os preços dos produtos da loja online da Apple no Brasil já havia sofrido reajuste no segundo semestre do ano passado. Mas parece que não foi o bastante. Segundo levantamento do site MacMagazine, a loja online da Apple Brasil iniciou 2015 com preços novos, todos para o alto e avante.

O produto que subiu menos foi o Mac Pro quad-core que antes custava R$ 16.999,00 e agora sai por R$ 17.999,00. Um reajuste de 5,9%. Quem teve o preço mais carregado na virada do ano foi o iPhone 5s de 16GB que saiu de R$ 2.199,00 para R$ 2.499,00, um reajuste de 13,6%. Com o mesmo valor do produto é possível comprar o Moto Maxx, da Motorola que tem 3GB de RAM e armazenamento de 64 GB e já já receberá o novo sistema operacional Android, o Lollipop. Ou seja, um total absurdo por parte da Apple.

Os produtos que sofreram o aumento foram: iPhones 6, iPhones 5s, iMacs, Macs mini e Macs Pro. Além da questão dos impostos a variação do dólar poderia explicar, de certo modo, a crescente no preço dos produtos da Apple aqui no Brasil.

Infelizmente, está praticamente inviável adquirir os produtos da maçã aqui no Brasil. Ficou artigo de luxo e bote luxo nisso. Por mais que a marca tem muita qualidade e um pós-venda excelente, é complicado militar a favor depois de tantos aumentos em tão curto período de tempo. Agora, mais do que nunca, comprar produtos da Apple só vale no exterior, mesmo com os impostos que pagamos na entrada. Lembrando que se você trouxer apenas um celular da marca não paga imposto algum.

13:12 · 14.07.2011 / atualizado às 13:12 · 14.07.2011 por

Os 27 secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal decidiram unificar em 4% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre as operações interestaduais. A padronização da alíquota, que será implantada paulatinamente, foi definida em reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Atualmente, a alíquota nas operações interestaduais é 7% para os estados do Norte e Nordeste e 12% para os demais. Aqui no Ceará, o consumidor pessoa física que adquire mercadorias pela internet em valor superior a R$ 1.212,35 tem a mercadoria retida pela Sefaz-CE, que só libera após o pagamento do imposto interestadual.