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Tag: iOS


07:05 · 19.09.2017 / atualizado às 07:05 · 19.09.2017 por
LG Prime Plus também pode precisar ir para uma assistência técnica

Os brasileiros conferem o celular 78 vezes diariamente. É o que diz uma pesquisa realizada com 2 mil pessoas entre 18 e 55 anos pela consultoria Deloitte. Com tanta intensidade no uso, é necessário que o aparelho esteja apto a cumprir as necessidades dos usuários. Por isso, aqueles que apresentam lentidão ou outros problemas, talvez não sirvam mais para aguentar o tranco do cotidiano.

Mas quando é a hora certa de levar ao suporte técnico? Para tirar essa dúvida, consultamos a plataforma nerd2.me, startup que funciona como um Uber dos técnicos de TI. Confira:

Travamento
Memória insuficiente por excesso de apps e arquivos armazenados, interferência no sistema operacional por programas como Root (Android) e JailBreak (iOS), atualizações de aplicativos, vírus, programas rodando em segundo plano ou no fundo de tela, como por exemplo, papéis de parede animados, são algumas das razões para que seu dispositivo deixe de funcionar repentinamente. Esses são alguns dos principais motivos para resolver levar o objeto a um especialista que o deixará como novo.

Bateria não dura
Hoje em dia o telefone não serve apenas para realizar ligações, mas também para tirar fotos, fazer vídeos, ouvir música, atualizar as redes sociais e se comunicar por mensagens com a lista de contatos. Tudo isso exige bastante da bateria. Aprender com um especialista a manter seu celular funcional e gerenciar o consumo de energia desligando configurações de Wi-Fi, Bluetooth e GPS, atualizações frequentes, redução de brilho da tela e widgets são soluções mais baratas do que substituí-lo.

Desliga sozinho
Algumas causas desse problema podem ser excesso de calor, conflitos de hardware ou software ou ainda peças mal encaixadas. Outro sintoma é quando o aparelho não carrega, mesmo estando horas ligado à tomada, pode ser resolvido simplesmente com a troca do cabo do carregador ou com a limpeza da entrada da fonte de energia.

Comportamento estranho
Não é incomum ver donos de smartphones perdendo a cabeça com seus aparelhos. Muitas pessoas chegam a ‘maltratar’ fisicamente seu celular quando ele começa a ter um comportamento ‘rebelde’: programas às vezes não abrem, param do nada, não atualizam e até reiniciam o smartphone tornando praticamente impossível usá-lo.

Se algum destes problemas ou todos aparecerem é bom procurar uma assistência técnica.

05:44 · 30.08.2017 / atualizado às 11:50 · 29.08.2017 por
O Zenfone 3 Zoom é um ótimo aparelho, mas até ele pode travar com o tempo

Brasileiros conferem o celular 78 vezes diariamente. É o que diz uma pesquisa realizada com 2 mil pessoas entre 18 e 55 anos pela consultoria Deloitte. Com tanta intensidade no uso, é necessário que o aparelho esteja apto a cumprir as necessidades dos usuários. Por isso, aqueles que apresentam lentidão ou outros problemas, talvez não sirvam mais para aguentar o tranco do cotidiano. Mas quando é a hora certa de levar ao suporte técnico? Para nos ajudar, os colegas do nerd2.me, empresa que funciona como um Uber dos técnicos de TI, nos enviaram o raio-x abaixo para você saber identificar a hora certa de levar seu aparelho para o suporte técnico:

1. Travamento: memória insuficiente por excesso de apps e arquivos armazenados, interferência no sistema operacional por programas como Root (Android) e JailBreak (iOS), atualizações de apps, vírus, programas rodando em segundo plano ou no fundo de tela, como por exemplo, papéis de parede animados, são algumas das razões para que seu dispositivo deixe de funcionar repentinamente. Esses são alguns dos principais motivos para resolver levar o objeto a um especialista que o deixará como novo.

2. Bateria não dura: hoje em dia o telefone não serve apenas para realizar ligações, mas também para tirar fotos, fazer vídeos, ouvir música, atualizar as redes sociais e se comunicar por mensagens com a lista de contatos. Tudo isso exige bastante da bateria. Aprender com um especialista a manter seu celular funcional e gerenciar o consumo de energia desligando configurações de Wi-Fi, Bluetooth e GPS, atualizações frequentes, redução de brilho da tela e widgets são soluções mais baratas do que substituí-lo.

3. Desliga sozinho: algumas causas desse problema podem ser excesso de calor, conflitos de hardware ou software ou ainda peças mal encaixadas. Outro sintoma é quando o aparelho não carrega, mesmo estando horas ligado à tomada, pode ser resolvido simplesmente com a troca do cabo do carregador ou com a limpeza da entrada da fonte de energia.

4. Comportamento estranho: não é incomum ver donos de smartphones perdendo a cabeça com seus aparelhos. Muitas pessoas chegam a ‘maltratar’ fisicamente seu celular quando ele começa a ter um comportamento ‘rebelde’: programas às vezes não abrem, param do nada, não atualizam e até reiniciam o smartphone tornando praticamente impossível usá-lo. Consultar técnicos como os da nerd2.me ou mesmo visitando canais de tira-dúvida no YouTube ou fóruns na internet podem ser soluções práticas para ajudar a resolver estes problemas.

Se tudo isso não funcionar, talvez seja a hora de passar o velho smartphone para frente e comprar um novo. Procure sempre escolher o aparelho não só pelo preço, mas pela questão custo x benefício que ele poderá te dar e pela longevidade que ele pode te oferecer. 30

08:07 · 26.08.2017 / atualizado às 08:07 · 26.08.2017 por

A Amazon anunciou que o aplicativo do Prime Video estará disponível na PlayStation Store brasileira e clientes Prime Video poderão aproveitar, via streaming, os melhores filmes e programas de TV pelo sistema de entretenimento PlayStation 3 da Sony e também no PlayStation 4.

Novos clientes podem obter uma assinatura do Amazon Prime Video pelo site PrimeVideo.com para assistir em online streaming no PlayStation e em vários outros dispositivos, como smartphones e tablets Android e iOS, Smart TVs LG e Samsung, e Android TV da Sony. Os assinantes também podem fazer o download de todos os filmes e programas de TV para assistir offline em dispositivos móveis – possibilitando que o cliente assista em um avião, trem ou qualquer outro lugar sem custo adicional. Os clientes no Brasil podem assinar o serviço a um preço inicial de US$ 2,99 mensais até o fim de 2017 e fazer um teste gratuito de 7 dias pelo site do Prime Video.

O serviço
Em dezembro, o Amazon Prime Video foi lançado para clientes em mais de 200 países e territórios globalmente. Os assinantes do Prime Video no Brasil podem curtir novas produções originais e populares, como a recém-lançada comédia de super-heróis The Tick; a série mais assistida no Prime Video em todo o mundo, The Grand Tour – com Jeremy Clarkson, Richard Hammond e James May – e outras premiadas séries originais Amazon, como The Man in the High Castle, Transparent, Mozart in the Jungle, American Gods e Goliath, além de programas populares na TV e filmes de Hollywood.

00:32 · 21.08.2017 / atualizado às 12:11 · 21.08.2017 por
Novos planos para o uso do iCloud. Melhorou, mas segue inferior ao Google Drive

Só quem já perdeu alguma coisa sabe o quanto é doloroso. E eu não falo apenas daquele fone de ouvido preferido que se encaixa perfeitamente na sua orelha. Perder aquela pasta inteira de fotos do casamento ou, pior ainda, perder simplesmente tudo que existe no seu computador é uma mágoa que perdura por anos. Quem nasceu no final da década de 80 e começo de 90, ainda deve lembrar dos famigerados disquetes, onde as pessoas copiavam seus arquivos para transporte ou mesmo para fazer cópias de segurança. Mas as tecnologias evoluíram. Hoje, a maneira mais fácil (e rápida) de guardar informações e proteger os seus documentos é na nuvem. Mas ainda tem muita gente que não sabe exatamente o que é a nuvem, ou melhor ainda, em qual “céu” ela fica.

Na informática, o conceito de nuvem é simplesmente tudo que está na Internet. Os seus e-mails e os sites que você acessa estão na nuvem, por exemplo. Dos grandes dos serviços de armazenamento, foi o Box, em 2005, que lançou o primeiro serviço de hospedagem de dados online. Vendo que o modelo de negócio era interessante e poderia, no futuro, dar bons lucros, os estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Drew Houston e Arash Ferdowsi, lançaram, em junho de 2007, o DropBox, hoje um gigante do armazenamento virtual.

Com a promessa de 2GB de hospedagem online, o serviço da empresa dos estudantes se tornou sucesso entre os internautas. A publicitária Thalyta Magalhães não conhecia o serviço, mas hoje não vive sem. “Eu recebi o convite de um amigo e passei a usar depois que vi como era prático”. Ela conta que para editar as fotos em programas profissionais, antes tinha que conectar sempre o celular no computador para passar os arquivos. “Agora o celular manda as fotos pro DropBox e quando eu ligo o computador elas já estão lá. Eu não preciso fazer nada”, explica.

Percebendo que a nuvem seria a próxima revolução no mundo da informática, a Microsoft lançou, apenas dois meses depois do DropBox, o SkyDrive, hoje conhecido como OneDrive, outro dos grandes serviços de nuvem pessoal. Apesar de oferecer o serviço gratuitamente em suas contas, a nuvem da empresa de Bill Gates tem ganhado seguidores com seus pacotes de 1TB por preços supercompetitivos.

O hobby da assistente social Luciene Cavalcante ocupa muito espaço em seu computador. A ex-funcionária pública gosta de tirar fotos e cada clique na câmera profissional produz um arquivo de aproximadamente 10mb. “Eu geralmente tiro 50 fotos em um ensaio, só aí já são 500mb. Ela esclarece que a versão gratuita do OneDrive tem atendido bem suas necessidades. “Nesses 30GB eu guardo as coisas principais, aquilo que eu tenho mais medo de perder sabe?”.

O professor Rodrigo Dantas também não conhecia “as nuvens”. Ele revela que já tinha o serviço e nem sabia. “Eu tinha comprado uma licença do Office pro meu irmão e nem sabia que a versão que eu paguei dava direito à mais quatro usuários e muito menos que cada um tinha direito à 1TB de espaço”. O enfermeiro recorda que um amigo foi fazer manutenção em seu computador e descobriu por acaso. “Ele me perguntou se eu tinha uma licença do Office e eu falei que tinha a do meu irmão. Quando eu entreguei a caixa pra ele veio a surpresa”.

A nuvem veio em um bom momento para Rodrigo. Ele explica que já teve problemas com o HD de uma máquina relativamente nova, de apenas três anos. “Na época eu perdi simplesmente tudo”. Hoje, o profissional da saúde explica que não tem mais esse problema. “Eu uso pra salvar tudo que tem no computador, se der algum problema, tá na nuvem”. Como também é professor, Rodrigo explica que fazer coisas no computador e ter o conteúdo em seu tablet é muito prático. “Antes eu tinha que salvar e enviar por e-mail pra mim mesmo. Se eu fizesse alguma alteração, tinha que enviar de novo”. Ele esclarece que os R$ 60 que pagou pela licença compartilhada de um ano da versão Home vale cada centavo. “Quando acabar vou comprar de novo!”, promete.

Inovação
Dona de um ecossistema bem completo, a Apple não poderia ficar sem o seu serviço armazenamento virtual. Em outubro de 2011, o iCloud foi liberado para todos os usuários que tinham uma conta da Maçã. O diferencial seria os backups automáticos dos dispositivos e a integração que o sistema ofereceria aos usuários em todos os seus aparelhos. A aposentada Maria Lima adora a forma como o aplicativo Fotos trabalha. “Eu tiro uma foto no celular e quando eu chego em casa já está no tablet. Se eu tirar com o tablet, em poucos segundos está no celular, é muito fácil”.

A empresa da Maçã ainda inovou mais uma vez. Em 2013, a companhia ressuscitou o antigo Keychain do MobileMe, que havia sido deixado de lado com a chegada do iCloud, em 2011. Com um novo nome, a novidade das “Chaves do iCloud” era que as senhas de redes sem fio ou digitadas em sites nos dispositivos da Maçã também eram guardadas no serviço online e sincronizadas automaticamente entre os aparelhos. O administrador Francisco Leite usa o serviço direto. Como viaja muito, o gerente de contas se conecta em pelo menos 10 redes em fio diferentes por mês. “O Keychain facilitou muito o meu dia-a-dia. Sempre que vou à um hotel novo, eu digito a senha apenas no celular. Quando chego no quarto, o tablet e o computador já estão conectados e com os meus e-mails mais recentes, é ótimo”.

For Business
Para não ficar pra trás, em 2012, o Google disponibilizou o Google Drive. Mas a dona do Gmail percebeu que o mercado coorporativo seria um nicho em potencial e lançou também o Google Apps for Business, hoje conhecido como G Suite. Alexandre Porto, gerente de tecnologia da informação da Tijuca Alimentos, apostou na nuvem e migrou e-mails e arquivos para os servidores do Google. “Hoje não temos mais nem suíte de aplicativos pra escritório nos computadores, está tudo na nuvem”. O gestor explica que a independência entre unidades foi o primeiro fator que levou a decisão já que antes, todas as filiais se conectavam à matriz para fazer uso dos arquivos compartilhados. “A gente teve um bom exemplo disso no primeiro dia após a migração, a matriz teve uma pane elétrica e todas as filiais continuaram trabalhando normalmente”.

Alexandre conta que a colaboração mudou a forma como os funcionários trabalham, aumentando muito a produtividade. Ele explica que os arquivos locais só podiam ser acessados por um usuário por vez e que as outras unidades recebiam planilhas por e-mail, o que mudou com a nuvem. “Hoje temos condição de trabalhar de forma simultânea nos mesmos documentos, mesmo em unidades diferentes, sem ter nenhum atraso e nenhuma perda de dados”. O gestor explica que a suíte do Google ainda permite um maior nível de controle. “Eu consigo saber exatamente quem fez o que, aonde, como e quando, é segurança”.

Segundo Alexandre, outro motivo foi a comunicação pela nuvem, que acabou aproximando não só os funcionários, mas as unidades, que ficam em torno de 70km de distancia uma da outra. “Hoje a gente não precisa se locomover para fazer uma reunião, é cada um na sua unidade”. Por fim o gerente de TI explica que o principal motivo da mudança foi a segurança das informações. “É mais fácil o hacker invadir a Tijuca ou invadir o Google? Eu acho que é mais fácil invadir a Tijuca”. O gerente pontua que o ganho maior foi a tranquilidade de saber que os dados da empresa estão bem guardados e melhor protegidos do que localmente.

Rodrigo Salvo, especialista em segurança da informação, tem uma opinião similar e acredita que a adoção da nuvem como uma camada de proteção pode ajudar a impedir o comprometimento de dados durante ataques. “As empresas têm que pensar em segurança como plataforma, e a nuvem pode ajudar a deixar os ambientes menos vulneráveis”, diz. Alexandre está contente com o resultado e não se arrepende da migração. “O nível de satisfação de todos os usuários da empresa é muito grande”, finaliza.

Pagar vale?
O diferencial do Google são os seus espaços de armazenamento, que chegam aos absurdos 30 Terabytes. Para ter acesso à esses “hectares” de espaço virtual, entretanto, o usuário precisa desembolsar mensalmente R$ 1.049,99. Mas a criadora do Android, assim como suas concorrentes, também tem uma opção gratuita. Ao fazer uma conta do Gmail, você ganha 15GB para dividir entre o correio eletrônico e o Drive.

A vantagem da nuvem da subsidiária da Alphabet é que o Google Fotos, parte do sistema que trata as imagens, oferece espaço ilimitado para as fotos tiradas com o smartphone. Em comparação ao que a Microsoft oferece, o Google cobra R$ 350 por ano para dar direito ao mesmo 1TB que os usuários do Office 365 Home têm por aproximadamente R$ 60.

Apesar de ter o melhor custo benefício nas versões pagas, a conta grátis da Microsoft já foi melhor. Na época do SkyDrive, a empresa de Bill Gates chegou a oferecer 25GB para quem se cadastrasse no serviço. Pouco tempo depois, reduziu o espaço para 15GB, mas oferecendo um bônus de 15GB para quem usasse o envio automático de fotos para a nuvem da empresa. Em outubro de 2014, o OneDrive chegou a oferecer espaço ilimitado para os assinantes, mas a promoção foi cancelada pela empresa apenas um ano e um mês depois, alegando que as pessoas estavam abusando do termo “ilimitado”. Quem faz uma conta da Microsoft hoje recebe “apenas” 5GB, o mesmo que a versão sem custos da Apple que, a partir do iOS 11, permitirá o compartilhamento do espaço comprado, algo ainda não disponível nas outras empresas.

Mega
Pouco conhecido, e talvez por isso pouco utilizado, o Mega oferece hoje a melhor opção gratuita: 50GB de espaço. Sua versão paga porém, não é muito atrativa, já que cobra €$ 99, hoje cerca de R$ 380, por 1TB. Apesar de oferecer 10GB de graça, o pioneiro Box tem o pior valor pago, cerca de R$ 500 por míseros 100GB.

07:33 · 16.08.2017 / atualizado às 07:33 · 16.08.2017 por

O Facebook traz mais maneiras de capturar e compartilhar momentos com a câmera do Facebook em dispositivos iOS e Android. Confira:

– Live: Agora é possível entrar ao vivo a partir da câmera do Facebook. Quando estiver ao vivo, o seu vídeo aparecerá em Sua História para o público que escolher. Você pode entrar ao vivo apenas pelo Stories ou optar por também criar um post em sua linha do tempo. As centenas de efeitos criativos da câmera do Facebook também estão disponíveis agora para o Facebook Live.

– GIF: As pessoas poderão em breve dar vida às imagens, criando vídeos em loop de 2 segundos com a câmera do Facebook. Você pode compartilhar o conteúdo no Feed de Notícias, em Sua História ou enviar pelo Direct.

– Texto: Adicionado também uma opção para tornar as atualizações de texto mais visuais, a partir de mensagens em tela cheia que incluem um fundo colorido. Elas podem ser compartilhadas no Feed de Notícias, em Sua História ou diretamente pelo Direct.

06:21 · 11.08.2017 / atualizado às 12:30 · 14.08.2017 por
Equipamentos que serão usados na internet via satélite da HughesNet

O serviço de internet via satélite da HughesNet, empresa com sede nos EUA, já está disponível no Brasil e quem mora em Fortaleza já tem acesso ao serviço. Quase 1,3 milhão de assinantes nos EUA e reconhecido pela FCC, a Anatel dos EUA, como a melhor se comporta com relação a velocidade entregada.

A partir de R$ 219,90/mês mais taxa de adesão de R$ 99 você tem acesso a internet via satélite de 10 Mega de velocidade de download, 1 Mega para upload, franquia principal de 15 Giga e franquia extra de 20 Giga. Não há bloqueio de internet, mas redução da velocidade quando a internet esgota a franquia.

Para sabermos mais sobre a qualidade deste serviço, entrevistamos, por telefone, o presidente da empresa no Brasil, Rafael Guimarães. A primeira questão levantada foi a qualidade e estabilidade da internet via satélite. Temos exemplos de TV por assinatura que, durante dias de chuva, perdem o sinal ou ficam com qualidade baixa. O presidente da HughesNet Brasil afirmou que a empresa usa tecnologia superior e que suporta bem mais tempo chuvas pesadas que já teriam tirado do ar o sinal das TVs por satélite.

Com relação a suporte técnico, Guimarães garante que o atendimento 24 horas, 7 dias na semana tem resposta muito boa. “Temos a média de 20 segundos para o cliente chegar até um atendente humano e resolver seu problema”, afirmou.

Guimarães também assegura que nas cidades onde a HughesNet atende há toda uma equipe de terceirizados para dar suporte ao cliente quando não há como resolver remotamente.

Instalador na casa de um cliente da HughesNet, posicionando a antena voltada para o satélite da empresa

Com relação ao preço acima da média da concorrência, o presidente lamenta o valor, mas explica que ele é respaldado por toda a tecnologia e infra-estrutura envolvida para atender o cliente. Ele admite que não há como rivalizar com outras empresas que oferecem cabo em grandes cidades e que a meta é atender bem onde não há outros serviços de banda larga para a população ou os serviços não são prestados com qualidade.

Aplicativo

Já disponível para usuários do sistema Android e, em breve, para iOS, o aplicativo da HughesNet promete agilizar a vida dos usuários com segunda via da conta e o controle da franquia.

Ceará
Com relação ao Ceará, Guimarães reforçou que a meta é atender todo o Estado em até 4 anos. Hoje, São 138 no total (veja lista abaixo). Entre os municípios atendidos estão cidades como Fortaleza, Aracati, Eusébio, Itapipoca, Guaramiranga e Maracanaú.

Outros números da HughesNet Brasil:

– 82% da base de assinantes da HughesNet está em cidades com até 50 mil domicílios;
– de todos os domicílios da cobertura HughesNet, 30% está no Nordeste;
– cobrem 92% dos domicílios do Nordeste;
– de todos os domicílios da cobertura HughesNet, 4% estão no Ceará;
– cobrem 86% dos domicílios do Ceará;
– a base de assinantes ativa corresponde a 2% dos domicílios do Ceará.

Por fim, reforçando que não chegamos a testar o produto e não podemos confirmar se a tecnologia deles suporta ou não chuvas intensas a ponto de aguentar e segurar a qualidade da conexão como prometido. Também não temos como dizer se a qualidade do serviço é tanta ao ponto de valer a pena o valor que é bem superior ao mercado. Para quem tem banda larga com cabo de fibra óptica é bem melhor ficar com o serviço fixo, pois o satélite pode sim ter variação superior ao cabo. Mas em lugares que não há outra opção, talvez seja interessante analisar a opção da HughesNet.

A lista de cidades atendidas no Ceará:
Limoeiro do Norte
Russas
Crateús
Aracati
Tianguá
Itapipoca
Canindé
São Benedito
Sobral
Pacatuba
Viçosa do Ceará
Quixeramobim
Nova Russas
Santa Quitéria
Tabuleiro do Norte
Pentecoste
Maranguape
Camocim
Ipu
Morada Nova
Santana do Acaraú
Paraipaba
Jaguaribe
Beberibe
Itapagé
Jaguaruana
Itarema
Novo Oriente
Acopiara
Ipueiras
Palhano
Frecheirinha
Senador Pompeu
Reriutaba
Icapuí
Pedra Branca
São João do Jaguaribe
Trairi
Ocara
Ubajara
Mombaça
Quixadá
Ibiapina
Massapê
Guaraciaba do Norte
Alto Santo
Mucambo
Granja
Coreaú
Fortim
Itaiçaba
Forquilha
Paracuru
Baturité
Hidrolândia
Irauçuba
Aquiraz
Quixeré
Eusébio
São Gonçalo do Amarante
Amontada
Capistrano
Marco
Iracema
Bela Cruz
Caridade
Umirim
Redenção
Jaguaribara
Morrinhos
Aracoiaba
Monsenhor Tabosa
Milhã
Itatira
Madalena
Tejuçuoca
Deputado Irapuan Pinheiro
Jaguaretama
Banabuiú
Cascavel
Pindoretama
Pacajus
Varjota
Boa Viagem
Ibaretama
Orós
Ararendá
Horizonte
Tamboril
Piquet Carneiro
Poranga
Icó
Barreira
Independência
Palmácia
Meruoca
Itaitinga
São Luís do Curu
Acarapé
Solonópole
Pacoti
Pereiro
Cariré
Ererê
Carnaubal
Graça
Catunda
Uruburetama
General Sampaio
Potiretama
Guaiúba
Chaval
Choró
Itapiúna
Quixelô
Croatá
Martinópole
Tururu
Alcântaras
Chorozinho
Apuiarés
Aratuba
Uruoca
Pacujá
Guaramiranga
Senador Sá
Groaíras
Barroquinha
Ibicuitinga
Ipaporanga
Miraíma
Moraújo
Mulungu
Paramoti
Pires Ferreira
Fortaleza
Caucaia
Maracanaú

07:25 · 28.07.2017 / atualizado às 11:01 · 28.07.2017 por
Go! Medina

Agora surfistas, fãs do esporte e os gamers de todo o mundo podem pegar a mesma onda do 1º brasileiro campeão Mundial de Surf pela principal categoria do esporte, Gabriel Medina. O jogo Go! Medina, chega aos celulares e tablets e pode ser baixado gratuitamente nos dispositivos móveis que utilizam os sistemas operacionais Android hoje (27/07) e iOS (Agosto/17).

“É muito legal ver que as pessoas que acompanham a minha carreira poderão ficar mais próximos, através desse game que está fantástico. Nós fizemos um jogo para mostrar as emoções que sinto ao surfar e tenho certeza que a galera que curte o esporte, a galera do surf, vai se amarrar. Tudo foi pensado para ser o mais próximo do que eu vivo, de forma divertida e fácil de se jogar. Os cenários, os personagens são bem reais e construídos com muito carinho pela equipe de desenvolvimento. Está maneiríssimo”, diz Medina.

Go! Medina, publicado pela SOMA (+), será disponibilizado no mercado global em cinco idiomas. Português e Inglês no seu lançamento, e nos próximos meses em Francês, Espanhol e Chinês.

O jogo arcade chega em um momento oportuno, onde nunca tivemos na história do surf tantos brasileiros na elite da modalidade e, é claro, a recente promoção do surf à esporte olímpico, estreando nas Olimpíadas de Tóquio em 2020.

Go! Medina

Em Go! Medina, o jogador customiza seu personagem / surfista, e vai ter o privilégio de aprender a surfar com o campeão Medina, com dicas de seu técnico e padrasto, conhecido carinhosamente como “Charlão”. A partir daí, terá de seguir a própria carreira no Circuito de Surf. Quanto melhor for seu desempenho, melhores serão suas recompensas – que permitirão que o surfista adquira novos equipamentos, como pranchas, roupas, consumíveis e manobras especiais. Outra forma de evoluir no game é comprando itens. O modelo de negócios é free-to-play com venda de itens.

Destaque especial para a Ilha Medina, onde os jogadores poderão se divertir surfando em disputas de corridas contra o tempo, obstáculos e práticas do free surf. O game contará com um painel interativo incluindo a rotina do atleta, acesso a promoções e conteúdos exclusivos. Ainda está previsto um e-commerce, onde serão comercializados produtos licenciados.

Gabriel Medina é paulista de São Sebastião e foi o primeiro brasileiro a se consagrar campeão Mundial de Surf, no torneio ASP World Tour de 2014, no Havaí, quando tinha apenas 20 anos de idade. Medina também foi o mais jovem brasileiro a fazer parte da Divisão de Elite Mundial do Surf, organizada pela Liga Mundial de Surf (WSL). Além disso, aos 18 anos, ele foi o segundo surfista do mundo a executar uma das manobras mais raras e difíceis do esporte, o backflip, mortal de costas, e o primeiro atleta do planeta a executá-la em uma competição oficial em 2016.

12:47 · 20.07.2017 / atualizado às 13:02 · 20.07.2017 por
Cena do game Full Throttle

O clássico jogo para PC Full Throttle está de volta (depois de 22 anos), mas agora para a plataforma iOS, ou seja, para iPhones e iPads. Por US$ 4,99 você pode baixá-lo e alternar entre versão clássica ou remasterizada do game que foi relançado pela Double Fine Productions.

O jogo foi lançado em 1995 pela LucasArts. É uma aventura clássica de Tim Schafer que tem como personagem principal Ben Throttle, o líder brigão da gangue de motoqueiros Polecats.

No Game, Throttle se mete em uma confusão das grandes com direito até a massacres e, claro, muitas motos potentes.

Quem prefere jogar no computador, o game está disponível no Steam para MacOS e PC Windows por R$ 27,99. Também está disponível, desde abril deste ano, para PlayStation 4 e PS Vita.

Full Throttle foi um dos clássicos dos anos 90 e marcou época junto com outros sucessos como The Dig, Doom, Duke Nukem 3D, SimCity e Age of Empires.

 

 

09:39 · 28.06.2017 / atualizado às 09:39 · 28.06.2017 por

Usuários que escutam músicas pelo app do Deezer em sistemas iOS agora terão a possibilidade de adicionar faixas, listas de reprodução e álbuns a sua na fila de próximas a ser tocada (‘Ouvir próximo’ e ‘Adicionar à fila’). Eles também poderão reordenar as músicas ao arrastá-las e soltá-las, remover faixas da lista de próximas (deslizando para a esquerda) e ainda abrir o menu de cada faixa (ao tocar na faixa).

00:35 · 19.06.2017 / atualizado às 10:40 · 13.06.2017 por

Por Áquila Leite

Lançado em 2013, Injustice: Deus Entre Nós surpreendeu ao trazer uma grande história com os personagens mais conhecidos da DC ComicsSuperman, Batman, Flash, Mulher Maravilha, etc – aliada a um sistema de combate fluido e dinâmico, naquele que foi um dos melhores jogos de luta da geração passada. A pressão por uma sequência à altura era imensa, tanto que Injustice 2 só teve seu lançamento confirmado para maio deste ano, quatro anos após a chegada de seu predecessor. O lado bom para os fãs é que a espera valeu a pena, já que a NetherRealm Studios, por incrível que pareça, trouxe um game ainda melhor.

Basicamente, Injustice 2 pega tudo que deu certo no game de 2013 e melhora. O enredo, um dos pontos altos de seu predecessor, é completamente cinematográfico e começa exatamente do ponto onde o primeiro jogo termina, com o Superman preso por ter virado um ditador global e o Batman a procura de aliados para manter a paz na Terra. A história é de fazer inveja a muitos filmes e traz a participação de grandes heróis e vilões da DC, incluindo a chegada de personagens que são sucesso nas séries de TV do canal CW, como Capitão Frio (Legends of Tomorrow), Gorila Grodd (Flash), Canário Negro (Arrow) e Kara Zor-El (Supergirl), esta última com um papel muito importante na trama central.

A campanha singleplayer permite que o jogador assuma o controle de quase todo o elenco do game na batalha contra o grande vilão da história: Brainiac, o colecionador de mundos. Um detalhe interessante é que, diferente do jogo anterior, em momentos da trama é possível escolher entre um e outro personagem para a luta, o que permite conhecer melhor as características de cada herói e já ir definindo seus preferidos. A trama se passa em vários minifilmes que rodam a 60 quadros por segundo e trazem cenários deslumbrantes, com o jogador assumindo apenas na hora dos combates. O jogador se sente realmente assistindo a um filme, ainda mais por conta das expressões faciais bastante realistas que a NetherRealm implementou no game.

Jogabilidade
Assim como seu predecessor, os combates de Injustice 2 são bastante fluidos e acessíveis para jogadores iniciantes. Os golpes especiais, por exemplo, que trazem animações incríveis e adaptadas para os poderes de cada personagem, podem ser executados com o simples apertar de dois botões, assim como acontecia em Mortal Kombat X. Não pense, porém, que o game não traz a complexidade que todo grande jogo de luta precisa ter, já que há combos intricados e mecânicas de defesa e esquiva que não são nada fáceis de pegar.

As transições e interações com os cenários também permanecem e são sempre de encher os olhos, permitindo estratégias diferentes ao longo das batalhas. No geral, as lutas parecem mais ágeis, apesar da já conhecida cadência dos jogos da NetherRealm. Dentre as principais novidades, vale destacar a possibilidade de realizar novas esquivas ao custo de uma barra de Super, os rolamentos de chão e atraso no levantar do personagem, assim como a implementação do tech air (levantar de um combo no meio de um juggle — combos malabaristas).

Outra novidade são as habilidades únicas de cada personagem, que podem ser ativadas apertando Círculo (no Playstation 4) ou B (Xbox One). Tais técnicas funcionam como ‘carta na manga’ em diversas situações e deixam a estratégia de combate ainda mais interessante. Outro aspecto da jogabilidade que chama a atenção é que Injustice 2 parece mais balanceado do que seu antecessor, posto que não há personagens muito mais fortes do que outros, seja com combos ‘apelões’ (Aquaman no primeiro game), ou força desproporcional (Superman). Tudo é questão de gosto e estilo de luta do jogador, que pode optar por um lutador mais ágil e de menos dano, ou um personagem lento e com poder devastador.

Personalização
Apesar das novas mecânicas de combate, a maior novidade de Injustice 2 está, sem dúvida, na personalização dos personagens. No game, é possível recolher itens ao longo da campanha singleplayer ou nos modos online e ir customizando seu herói ou vilão preferido da forma como quiser. As alterações tornam os personagens cada vez mais únicos e não só mudam a aparência dos lutadores, como também suas habilidades e performance em combate. Máscaras, emblemas, luvas, braceletes e armaduras, tudo pode ser personalizado na medida em que o jogador for desbloqueando novos equipamentos.

Esses itens de personalização foi uma forma que a NetherRealm encontrou para dar mais vida útil ao game. A modalidade ‘Multiverso’ de jogo, por exemplo, traz missões diárias e semanais que desbloqueiam diferentes equipamentos para os personagens, em uma busca eterna peloloot do jogo. Coletar esses itens de personalização, porém, é uma tarefa trabalhosa, já que tudo é servido ao jogador de maneira aleatória, via Caixas Maternas adquiridas durante a jogatina.
Além do Multiverso, que aplica alguns conceitos do imediatismo dos jogos online do mercado, ao melhor estilo ‘Living Towers’ de Mortal Kombat X, os jogadores têm à disposição um modo multiplayer que apresenta uma área de partidas casuais e competitivas, onde é possível conseguir itens e batalhar com jogadores de todo o mundo. As partidas online não apresentaram nenhum problema de lag ou instabilidade, ou que significa que os servidores estão bem preparados.

Dublagem
A cereja do bolo de Injustice 2 é a fantástica dublagem que a Warner Games Brasil providenciou para o jogo. Além de todo o game estar traduzido para o português, as falas dos personagens são basicamente as mesmas usadas nas animações e filmes da DC que saem no País. O Batman, por exemplo, é dublado pelo excelente Márcio Seixas, que empresta sua voz há anos para o Cavaleiro das Trevas, assim como Guilherme Briggs, que interpreta o Superman desde o desenho Liga da Justiça Sem Limites, lançado na televisão brasileira em 2005.

As expressões e emoções passadas pelo time de dubladores é algo que vale destacar, principalmente em um jogo que possui um enredo tão bem trabalhado. Se a ideia é praticamente trazer um filme interativo para o jogador, o elenco de vozes brasileiras torna tudo isso ainda mais crível e gostoso de acompanhar.

Nota
9,5 é a nota de Injustice 2, que traz um time dos sonhos da DC em uma história envolvente e com dublagem impecável. A personalização de personagens e o Multiverso também são ótimas novidades. Disponível para Playstation 4, Xbox One e com versões para iOS e Android.