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Tag: iPhone


14:13 · 24.10.2017 / atualizado às 14:30 · 24.10.2017 por
Os 72 iPhones apreendidos pela Receita Federal em Congonhas

A Polícia Federal prendeu na manhã do último dia 20/10 um passageiro que desembarcou  no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, em voo proveniente dos Estados Unidos com 72 iPhones. Servidores da Receita Federal selecionaram, no canal de inspeção “nada a declarar”, um passageiro que vinha de Dallas e, ao revistarem sua bagagem, localizaram 72 aparelhos celulares da Apple sem a documentação que autorizasse sua importação.

Policiais federais foram acionados e conduziram o homem à delegacia, onde declarou que trazia os aparelhos para realizar reparos aqui no Brasil e que era a primeira vez que realizava este tipo de transporte, mesmo tendo realizado mais de 20 viagens internacionais nos últimos dois anos.

O homem, de 38 anos de idade, foi preso pelo crime de descaminho.

A informação é da Polícia Federal

 

 

08:34 · 16.10.2017 / atualizado às 08:48 · 16.10.2017 por

O Horário de Verão está em vigor desde o primeiro minuto de domingo, 15, para moradores das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, além do Distrito Federal. Mas se você não está nestas áreas é fácil desabilitar o recurso automático tanto para smartphones Android quanto iOS. Vamos lá?

Android

Como desconfigurar a função Horário de Verão no Android

No seu smartphone Android basta ir em configurações, depois buscar em Sistema a opção Data e Hora. Em seguida, desmarque as opções “Data e hora automáticas” e “Fuso horário automático”. Pronto.

iOS

Como desconfigurar função Horário de Verão no iOS

No sistema iOS é tão simples quanto. Vá em Ajustes. Depois na guia Geral escolha a opção Data e Hora. Clique lá e escolha a sua cidade como Fuso Horário. Problema resolvido.

Horário de Verão Mac OS X

E nos computadores? Bem, no ambiente Mac OS X, da Apple, basta ir em Preferências do Sistema, depois clicar na opção Data e Hora, ir em Fuso Horário e deixar desmarcada a caixa da opção “Definir fuso horário automaticamente utilizando a localização atual. Abaixo, defina a sua cidade e pronto, adeus mudança automática.

No Windows vai depender de sua versão, mas, basicamente, deverá procurar, em configurações, a opção Data e Hora e desmarcar a opção de ajuste automático para o Horário de Verão.

11:14 · 05.10.2017 / atualizado às 11:14 · 05.10.2017 por
Steve Jobs com seu iPhone, o primeiro. Foto: Diário do Nordeste/Arquivo

Há muitas críticas (algumas bem justas) ao criador da Apple, Steve Jobs. Porém, não há como não tê-lo como fundamental na história da tecnologia e até da humanidade. Especialmente se você pensar o que tínhamos de telefonia antes do iPhone e o que tivemos depois. Foi uma revolução. Ele destruiu paradigmas, ao certo. Aquele pequeno aparelho destruiu a concorrência e a fez renascer forte ao mesmo tempo, sob o conceito de telefone inteligente e ecossistema rico em aplicações.

Claro, você pode dizer que depois de sua morte a Apple não voltou a ser tão disruptiva como antes. Mesmo assim, ela segue sendo tendência e fazendo fortuna lançamentos após lançamentos.

Seus computadores já não são unanimidade, como em anos passados, quando ao pensar em edição de vídeos e fotos só se falava nas máquinas da Apple. Os smartphones já não tem a esmagadora preferência dos apaixonados por tecnologia. Mesmo assim, ninguém nega que tanto seus computadores quanto desktops e telefones celulares são destaques mundialmente como produtos de muita qualidade e durabilidade.

O que não mudou foi a garantia, o pós-venda, que muitos tentam imitar, mas poucos conseguem. Este segue imbatível.

A marca Apple é uma das mais fortes e vitoriosas da história ao lado de outras como Facebook, Amazon, Google e Microsoft. Não há quem não conheça e respeite e deve ser assim por longos e longos anos.

Hoje, nos seus 6 anos sem Steve Jobs, morto por conta de um câncer pancreático aos 56 anos de idade, há muito a que se lamentar. O que mais a mente inquieta dele traria para nós? Ele se foi e um pouco da criatividade da Apple também se apagou com ele. Mas ainda há muito dinheiro em caixa para queimar antes que o mundo deixe para trás a força da “Maçã”.

08:04 · 29.09.2017 / atualizado às 14:57 · 29.09.2017 por
Compartilhar Wi-Fi com amigos mesmo sem saber a senha – desde que ela esteja cadastrada no seu iPhone – agora é possível

O novo iOS, a versão 11 do sistema operacional dos iPhones e iPads da Apple, já foi atualizado. Sim, porque a versão inicial nos deu um sanguessuga de baterias. Parecia que alguém estava sugando a força vital dos nossos iPhones e iPads de canudo. Foi horrível. Mas passou. A versão 11.0.1 trouxe a paz aos nossos lares e agora podemos comentar o que de melhor encontramos na atual versão do iOS.

A primeira e mais interessante é, sem dúvida alguma, a função de compartilhamento de Wi-Fi. Como funciona? Simples. Você que tem a senha da rede, sabendo ou não o código (afinal há sempre lugares em que pedem o seu aparelho para inserir a senha para que você não possa compartilhar depois sem autorização), poderá compartilhá-lo apenas autorizando (veja imagens) que um iPhone de um amigo ou conhecido receba esta senha. Para isso, basta autorizar, clicando em enviar senha. Pronto. Está feito. Para dar certo, você e o amigo ou conhecido precisam estar com o Bluetooth ligado.

Escanear documentos com o Notas é possível agora

Outra função interessante é usar o Notas para escanear documentos. Já tínhamos bons apps na loja da Apple para fazer isso até de graça como o CamScanner. Porém, ter algo nativo é bem interessante. O processo é simples. Abra o Notas, clique no ícone de adicionar nota e depois do botão “+”, basta depois clicar na opção “Escanear Documentos”. Pronto. Bem simples, não?

Outra função útil é a de criar PDFs nas páginas do Safari. Basta selecionar o ícone de compartilhar e procurar até o final pelo ícone “Criar PDF”. Pronto.

Outras boas opções do novo iOS são o suporte a QR Code que as câmeras agora dos iPhones terão, ou seja, nada de precisar de aplicativos de terceiros para isso. Um novo serviço de SOS de Emergência onde com um toque no botão de liga desliga você poderá ligar para os contatos já configurados como pessoas que podem te ajudar em situações de perigo.

Há muitas outras funções que com o tempo iremos descobrir, mas estas foram as que eu mais curti com o novo iOS. E vocês? O que gostaram na versão, agora 11.0.1, do sistema operacional da Apple para iPhones e iPads.

Transformar uma página web em PDF agora é realidade
15:53 · 19.09.2017 / atualizado às 07:02 · 20.09.2017 por
O iOS 11 chegou

A espera acabou e os usuários de iPhone e iPad já podem baixar o iOS 11. O arquivo tem 1,9 GB e poderá ser baixado via rede Wi-Fi através da aba Geral>Atualização de Software>Transferir e Instalar. Vai demorar um pouco. Então tenha paciência e só comece o download se tiver tempo disponível para deixar o aparelho parado por algum tempo.

Os equipamentos disponíveis são:

Para iPhone – iPhone 5s, iPhone SE, iPhone 6 Plus, iPhone 6, iPhone 6s, iPhone 6s Plus, iPhone 7, iPhone 7 Plus, iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X

Para iPad – iPad mini 2, iPad mini 3, iPad mini 4, iPad (5ª geração), iPad Air, iPad Air 2, iPad Pro de 9,7 polegadas, iPad Pro de 10,5 polegadas, iPad Pro de 12,9 polegadas (1ª geração) e iPad Pro de 12,9 polegadas (2ª geração).

iPod – iPod touch de 6ª geração

O que ele traz de novo?
Entre as funções novas estão 11 destaques. Confira:
1 – Gravação de tela do celular com o toque de um botão
2 – Conectar uma rede Wi-Fi sem senha (bastando tocar um iPhone no outro)
3 – Escrever para a Siri para evitar falar em locais onde o silêncio é obrigatório
4 – Integração com a nuvem de terceiros como Google Drive e Dropbox através de um gerenciador de arquivos batizado de Arquivos
5 – Central de controle personalizada
6 – Remoção de automática de aplicativos pouco usados
7 – Suporte a QR Code na câmera automaticamente
8 – Modo Escuro para facilitar o uso em ambientes de pouca luz
9 – Gerenciamento de senhas do iCloud Keychain, antes só era possível alterar essas informaçoes pelo navegador do computador
10 – Box de volume com design reformulado para não atrapalhar a visualização
11 – Teclado para uma mão só que deverá ser ideal para usuários das versões Plus do iPhone

07:06 · 14.09.2017 / atualizado às 07:07 · 14.09.2017 por
iPhone 5s

Você sabia que os produtos eletrônicos são uma das categorias favoritas entre brasileiros e latino-americanos no eBay. Em 2016, o eBay vendeu mais de 300 mil smartphones na América Latina, mas, qual o smartphone favorito no Brasil? E no México? Argentina?

Abaixo vamos mostrar os dados mais recentes sobre compras de iPhone no eBay e os smartphones favoritos de cada região.

Dados sobre iPhone no eBay:
Número de iPhones vendido por hora:
Brasil: 2
Argentina: 3
México: 5

iPhone mais popular em 2016 no eBay
Brasil: iPhone 5s (27% do total de compras)
Argentina: iPhone 5s (40% do total de compras)
Mexico: iPhone 5s (26% do total de compras)

Venda total de iPhone de janeiro até agosto de 2017
Brasil: 7,874 iPhones vendidos
Argentina: 5,712 iPhones vendidos
México: 12,635 iPhones vendidos

Os iPhones vendidos em todo o mundo em 2016: 2,430,462

Smartphone favoritos na América Latina
Top 5 smartphones mais vendidos no Brasil:
iPhone – 21,192 vendidos
Outros – 15,699 vendidos
Samsung – 4,455 vendidos
Motorola – 1,895 vendidos
LG – 1,339 vendidos

Top 5 smartphones mais vendidos na Argentina
iPhone – 25,977 vendidos
Outros – 22,977 vendidos
Samsung – 15,081 vendidos
Motorola – 6,602 vendidos
LG – 6,469 vendidos

Top 5 smartphones mais vendidos no México
Samsung – 51,923 vendidos
iPhone – 41,194 vendidos
Outros – 39,925 vendidos
LG – 22,864 vendidos
Motorola – 18,787 vendidos

São números impressionantes. Realmente não acreditava que tanta gente assim comprava não só iPhones, mas qualquer tipo de smartphone em sites como eBay, AliExpress e outros do gênero. Não só pela insegurança de que se vai receber ou não. Há sempre o perigo do extravio, mas também ele poderá ser taxado, pode vir quebrado. Além disso, se você não cuidar de analisar bem o vendedor, ainda pode receber um tijolo ou similar ao invés do seu smartphone. Aí, o barato vai sair bem caro.

>>>Psicóloga paga por iPhone 6 e recebe tijolo

Óbvio, tudo isso pode ocorrer até em lojas online conhecidas, ainda mais agora que começaram os marketplaces em redes grandes nacionais. O marketplace é aquela reunião de lojas de terceiros que ficam dentro de um gigante do varejo como a Casas Bahia, por exemplo. São ótimas ideias, mas algumas vezes já vimos problemas de compras que não eram, digamos assim, exatamente o que o cliente pagou, não é mesmo?

10:45 · 13.09.2017 / atualizado às 11:45 · 13.09.2017 por
O iPhone X custará a partir de US$ 999, nos EUA, com 64 GB de armazenamento interno

Segundo a Apple, os novos processadores, os A11 Bionic terão 25% de performance superior aos modelos A10 Fusion. Se analisar a eficiência dos atuais com os futuros iPhones, os modelos 8, 8 Plus e X seriam 70% mais rápidos.

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Teoricamente isso seria possível, entre outras coisas, porque a GPU do A11 Bionic foi feita pela Apple e daria 30% mais performance que os atuais processadores.

O A11 Bionic tem 6 núcleos, sendo 2 focados em performance e 4 em eficiência energética. Também terá um coprocessador de movimentos M11 e um engine neural embutido para realizar até 600 bilhões de operações em segundo. Isso, na teoria, é fantástico. Veremos na prática, claro.

Além disso, há a velha promessa da Apple de aparelhos com duas hora a mais de autonomia de bateria. Também é algo que só poderemos verificar na prática, pois a bateria dos iPhones é, sem dúvida nenhuma, o maior problema dos aparelhos da Apple sempre.

Memória RAM
Os novos iPhones 8, 8 Plus e X terão 2GB no iPhone 8 e 3GB tanto no iPhone 8 Plus quanto no iPhone X.

À esquerda os modelos de iPhone 8 (começam em US$ 699 nos EUA) e à direita os modelos de iPhone 8 Plus (começam em US$ 799 nos EUA)
13:31 · 31.08.2017 / atualizado às 13:35 · 31.08.2017 por

Agora é oficial. A Apple enviou os convites para os participantes do evento dela no dia 12 de setembro. Será nesta data que veremos, provavelmente, os novos iPhones. Entre eles o iPhone 8 ou iPhone Pro, enfim, o aparelho top da Apple que terá a missão de homenagear os 10 anos do lançamento do primeiro smartphone da Maçã.

O evento será o primeiro do Steve Jobs Theater, no auditório do Apple Park, o novo quartel general da empresa.

São tantos rumores que ninguém pode cravar o que certamente teremos, apesar de ser quase certo que o iPhone dos 10 anos da Apple deverá ter uma cor diferente e câmeras na vertical.

E aí? Ansioso para o evento da Apple? Vai comprar o novo iPhone o quanto antes? Lembrando que aqui no Brasil, os novos iPhones costumam chegar em dezembro.

O possível iPhone 8 ou iPhone Pro
08:52 · 21.08.2017 / atualizado às 07:00 · 28.08.2017 por
O iPhone 6 Gold tem suporte no Brasil

Quando vamos a outro país, notadamente os EUA, sempre há esta dúvida se vale a pena comprar um eletrônico por lá por conta da garantia. Pelo preço, certeza que quase sempre vale. Mas pela garantia é outra conversa.

Consultamos as assessorias de 4 marcas internacionais que atuam fora e aqui no Brasil. Tanto a Lenovo quanto a Motorola, controladas pelo mesmo grupo, que afirmam que só dão suporte técnico por meio de seu Serviço de Atendimento e Vendas ao Consumidor apenas a produtos da marca produzidos e adquiridos no Brasil, ou seja, não dá para comprar lá fora e tentar suporte aqui. Portanto nada de tentar comprar o Moto Z2 Play nos EUA caso queira ter garantia no Brasil.

>>>Onde comprar iPhone com segurança no exterior

>>>Comprar computador no exterior vale a pena? Confira quem dá garantia mundial

A Samsung Brasil também não fornece garantia para smartphones comprados em outros países. Nada de achar que aquele Galaxy S8 comprado em Londres e com problema vai ter suporte em solo nacional.

Apple
Então está tudo perdido? Não há garantia internacional para nenhum smartphone? Não é bem assim. No caso da Apple, há suporte para seus smartphones no Brasil. Há algum tempo ela só dava suporte de 1 ano para os aparelhos que tinham sido licenciados por aqui pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, como aconteceram alguns processos na Justiça, a gigante acabou aceitando e agora é possível resolver problemas diretamente com o suporte da Apple.

Apesar disso, quando liguei para o suporte da Apple, no final do ano passado, para saber da troca do meu aparelho, eles pediram sim o código dele atrás para saber se ele havia sido homologado pela Anatel. Então, para evitar dores de cabeça, consulte que modelos são aprovados pela Agência aqui antes. No caso dos mais recentes aparelhos da Apple (iPhone 7 e 7 Plus), os homologados da Anatel são: A1778 (iPhone 7) e A1784 (iPhone 7 Plus).

Atualização – Segundo e-mail enviado pela assessoria de imprensa da Apple “todos os aparelhos são contemplemos, conforme o link enviado anteriormente”. O e-mail trazia o seguinte link.

Chineses
Os aparelhos chineses, apelidados de “xinglings” por aqui e que não têm nem representantes no Brasil, podem ser comprados via internet. Porém, eles não têm suporte algum. Há casos até de vendedores que aceitaram ressarcir os clientes pelo aparelho com defeito ou trocaram o defeituoso por um novo, mas isso não é regra. Até porque a viagem é longa para chegar ao Brasil e ainda tem uma possível taxação pela Receita Federal. Além disso, o produto pode chegar quebrado. O preço destes aparelhos e configurações, geralmente, são bem melhores que muitos aparelhos locais e isso é um atrativo. Mas, é sempre bom pesar os prós e os contras.

Asus

Segundo a assessoria de imprensa da Asus no Brasil, só há garantia produtos da Asus comprados em território nacional.

Anatel contra xinglings
A Anatel já avisou que irá suspender, a partir de setembro, os celulares considerados irregulares. A medida visa impedir que dispositivos sem certificação da Agência sejam ativados e usados no Brasil. Somente os novos, comprados a partir de 1º de setembro, serão bloqueados. Os antigos seguem em funcionamento. Isso deve afetar diretamente os chineses ou “xinglings”. Veja matéria completa aqui.

00:32 · 21.08.2017 / atualizado às 12:11 · 21.08.2017 por
Novos planos para o uso do iCloud. Melhorou, mas segue inferior ao Google Drive

Só quem já perdeu alguma coisa sabe o quanto é doloroso. E eu não falo apenas daquele fone de ouvido preferido que se encaixa perfeitamente na sua orelha. Perder aquela pasta inteira de fotos do casamento ou, pior ainda, perder simplesmente tudo que existe no seu computador é uma mágoa que perdura por anos. Quem nasceu no final da década de 80 e começo de 90, ainda deve lembrar dos famigerados disquetes, onde as pessoas copiavam seus arquivos para transporte ou mesmo para fazer cópias de segurança. Mas as tecnologias evoluíram. Hoje, a maneira mais fácil (e rápida) de guardar informações e proteger os seus documentos é na nuvem. Mas ainda tem muita gente que não sabe exatamente o que é a nuvem, ou melhor ainda, em qual “céu” ela fica.

Na informática, o conceito de nuvem é simplesmente tudo que está na Internet. Os seus e-mails e os sites que você acessa estão na nuvem, por exemplo. Dos grandes dos serviços de armazenamento, foi o Box, em 2005, que lançou o primeiro serviço de hospedagem de dados online. Vendo que o modelo de negócio era interessante e poderia, no futuro, dar bons lucros, os estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Drew Houston e Arash Ferdowsi, lançaram, em junho de 2007, o DropBox, hoje um gigante do armazenamento virtual.

Com a promessa de 2GB de hospedagem online, o serviço da empresa dos estudantes se tornou sucesso entre os internautas. A publicitária Thalyta Magalhães não conhecia o serviço, mas hoje não vive sem. “Eu recebi o convite de um amigo e passei a usar depois que vi como era prático”. Ela conta que para editar as fotos em programas profissionais, antes tinha que conectar sempre o celular no computador para passar os arquivos. “Agora o celular manda as fotos pro DropBox e quando eu ligo o computador elas já estão lá. Eu não preciso fazer nada”, explica.

Percebendo que a nuvem seria a próxima revolução no mundo da informática, a Microsoft lançou, apenas dois meses depois do DropBox, o SkyDrive, hoje conhecido como OneDrive, outro dos grandes serviços de nuvem pessoal. Apesar de oferecer o serviço gratuitamente em suas contas, a nuvem da empresa de Bill Gates tem ganhado seguidores com seus pacotes de 1TB por preços supercompetitivos.

O hobby da assistente social Luciene Cavalcante ocupa muito espaço em seu computador. A ex-funcionária pública gosta de tirar fotos e cada clique na câmera profissional produz um arquivo de aproximadamente 10mb. “Eu geralmente tiro 50 fotos em um ensaio, só aí já são 500mb. Ela esclarece que a versão gratuita do OneDrive tem atendido bem suas necessidades. “Nesses 30GB eu guardo as coisas principais, aquilo que eu tenho mais medo de perder sabe?”.

O professor Rodrigo Dantas também não conhecia “as nuvens”. Ele revela que já tinha o serviço e nem sabia. “Eu tinha comprado uma licença do Office pro meu irmão e nem sabia que a versão que eu paguei dava direito à mais quatro usuários e muito menos que cada um tinha direito à 1TB de espaço”. O enfermeiro recorda que um amigo foi fazer manutenção em seu computador e descobriu por acaso. “Ele me perguntou se eu tinha uma licença do Office e eu falei que tinha a do meu irmão. Quando eu entreguei a caixa pra ele veio a surpresa”.

A nuvem veio em um bom momento para Rodrigo. Ele explica que já teve problemas com o HD de uma máquina relativamente nova, de apenas três anos. “Na época eu perdi simplesmente tudo”. Hoje, o profissional da saúde explica que não tem mais esse problema. “Eu uso pra salvar tudo que tem no computador, se der algum problema, tá na nuvem”. Como também é professor, Rodrigo explica que fazer coisas no computador e ter o conteúdo em seu tablet é muito prático. “Antes eu tinha que salvar e enviar por e-mail pra mim mesmo. Se eu fizesse alguma alteração, tinha que enviar de novo”. Ele esclarece que os R$ 60 que pagou pela licença compartilhada de um ano da versão Home vale cada centavo. “Quando acabar vou comprar de novo!”, promete.

Inovação
Dona de um ecossistema bem completo, a Apple não poderia ficar sem o seu serviço armazenamento virtual. Em outubro de 2011, o iCloud foi liberado para todos os usuários que tinham uma conta da Maçã. O diferencial seria os backups automáticos dos dispositivos e a integração que o sistema ofereceria aos usuários em todos os seus aparelhos. A aposentada Maria Lima adora a forma como o aplicativo Fotos trabalha. “Eu tiro uma foto no celular e quando eu chego em casa já está no tablet. Se eu tirar com o tablet, em poucos segundos está no celular, é muito fácil”.

A empresa da Maçã ainda inovou mais uma vez. Em 2013, a companhia ressuscitou o antigo Keychain do MobileMe, que havia sido deixado de lado com a chegada do iCloud, em 2011. Com um novo nome, a novidade das “Chaves do iCloud” era que as senhas de redes sem fio ou digitadas em sites nos dispositivos da Maçã também eram guardadas no serviço online e sincronizadas automaticamente entre os aparelhos. O administrador Francisco Leite usa o serviço direto. Como viaja muito, o gerente de contas se conecta em pelo menos 10 redes em fio diferentes por mês. “O Keychain facilitou muito o meu dia-a-dia. Sempre que vou à um hotel novo, eu digito a senha apenas no celular. Quando chego no quarto, o tablet e o computador já estão conectados e com os meus e-mails mais recentes, é ótimo”.

For Business
Para não ficar pra trás, em 2012, o Google disponibilizou o Google Drive. Mas a dona do Gmail percebeu que o mercado coorporativo seria um nicho em potencial e lançou também o Google Apps for Business, hoje conhecido como G Suite. Alexandre Porto, gerente de tecnologia da informação da Tijuca Alimentos, apostou na nuvem e migrou e-mails e arquivos para os servidores do Google. “Hoje não temos mais nem suíte de aplicativos pra escritório nos computadores, está tudo na nuvem”. O gestor explica que a independência entre unidades foi o primeiro fator que levou a decisão já que antes, todas as filiais se conectavam à matriz para fazer uso dos arquivos compartilhados. “A gente teve um bom exemplo disso no primeiro dia após a migração, a matriz teve uma pane elétrica e todas as filiais continuaram trabalhando normalmente”.

Alexandre conta que a colaboração mudou a forma como os funcionários trabalham, aumentando muito a produtividade. Ele explica que os arquivos locais só podiam ser acessados por um usuário por vez e que as outras unidades recebiam planilhas por e-mail, o que mudou com a nuvem. “Hoje temos condição de trabalhar de forma simultânea nos mesmos documentos, mesmo em unidades diferentes, sem ter nenhum atraso e nenhuma perda de dados”. O gestor explica que a suíte do Google ainda permite um maior nível de controle. “Eu consigo saber exatamente quem fez o que, aonde, como e quando, é segurança”.

Segundo Alexandre, outro motivo foi a comunicação pela nuvem, que acabou aproximando não só os funcionários, mas as unidades, que ficam em torno de 70km de distancia uma da outra. “Hoje a gente não precisa se locomover para fazer uma reunião, é cada um na sua unidade”. Por fim o gerente de TI explica que o principal motivo da mudança foi a segurança das informações. “É mais fácil o hacker invadir a Tijuca ou invadir o Google? Eu acho que é mais fácil invadir a Tijuca”. O gerente pontua que o ganho maior foi a tranquilidade de saber que os dados da empresa estão bem guardados e melhor protegidos do que localmente.

Rodrigo Salvo, especialista em segurança da informação, tem uma opinião similar e acredita que a adoção da nuvem como uma camada de proteção pode ajudar a impedir o comprometimento de dados durante ataques. “As empresas têm que pensar em segurança como plataforma, e a nuvem pode ajudar a deixar os ambientes menos vulneráveis”, diz. Alexandre está contente com o resultado e não se arrepende da migração. “O nível de satisfação de todos os usuários da empresa é muito grande”, finaliza.

Pagar vale?
O diferencial do Google são os seus espaços de armazenamento, que chegam aos absurdos 30 Terabytes. Para ter acesso à esses “hectares” de espaço virtual, entretanto, o usuário precisa desembolsar mensalmente R$ 1.049,99. Mas a criadora do Android, assim como suas concorrentes, também tem uma opção gratuita. Ao fazer uma conta do Gmail, você ganha 15GB para dividir entre o correio eletrônico e o Drive.

A vantagem da nuvem da subsidiária da Alphabet é que o Google Fotos, parte do sistema que trata as imagens, oferece espaço ilimitado para as fotos tiradas com o smartphone. Em comparação ao que a Microsoft oferece, o Google cobra R$ 350 por ano para dar direito ao mesmo 1TB que os usuários do Office 365 Home têm por aproximadamente R$ 60.

Apesar de ter o melhor custo benefício nas versões pagas, a conta grátis da Microsoft já foi melhor. Na época do SkyDrive, a empresa de Bill Gates chegou a oferecer 25GB para quem se cadastrasse no serviço. Pouco tempo depois, reduziu o espaço para 15GB, mas oferecendo um bônus de 15GB para quem usasse o envio automático de fotos para a nuvem da empresa. Em outubro de 2014, o OneDrive chegou a oferecer espaço ilimitado para os assinantes, mas a promoção foi cancelada pela empresa apenas um ano e um mês depois, alegando que as pessoas estavam abusando do termo “ilimitado”. Quem faz uma conta da Microsoft hoje recebe “apenas” 5GB, o mesmo que a versão sem custos da Apple que, a partir do iOS 11, permitirá o compartilhamento do espaço comprado, algo ainda não disponível nas outras empresas.

Mega
Pouco conhecido, e talvez por isso pouco utilizado, o Mega oferece hoje a melhor opção gratuita: 50GB de espaço. Sua versão paga porém, não é muito atrativa, já que cobra €$ 99, hoje cerca de R$ 380, por 1TB. Apesar de oferecer 10GB de graça, o pioneiro Box tem o pior valor pago, cerca de R$ 500 por míseros 100GB.