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Tag: iPhone


10:16 · 23.02.2017 / atualizado às 10:16 · 23.02.2017 por
Enquanto não há nada oficial, imagens como essa, de um possível novo iPhone, irão circular pela web

Segundo 9to5Mac, Ming-Chi Kuo, analista da KGI Securities, que tem acertado muitos “rumores” sobre iPhones, o novo smartphone da Apple promete revoluções em 2017.

O rumo da vez diz respeito a câmera frontal. Os selfies serão 3D graças a uma combinação de 3 módulos presentes na câmera frontal (a da câmera FaceTime e mais dois infravermelhos).

Além disso, a câmera de selfie ainda reconheceria ambientes em 3D e realizaria leitura de íris ou facial para destravar o celular, por exemplo. Será o fim do Touch ID? Kuo não teria comentado sobre isso.

00:01 · 20.02.2017 / atualizado às 13:17 · 13.02.2017 por
Enquanto não há nada oficial, imagens como essa, de um possível novo iPhone, irão circular pela web

Há 10 anos, Steve Jobs surpreendia o mundo com um celular totalmente novo com um ecossistema completo que se juntava a um belo design, tela touchscreen, hardware e softwares que funcionam perfeitamente juntos e claro, a internet. O smartphone foi praticamente criado quando Jobs apresentou o iPhone. Tudo isso junto fez do aparelho um dos maiores objetos de desejo dos tempos modernos.

E olha que, apesar de hoje já existirem smartphones rodando Android com configuração até, ao menos numericamente, superior ao aparelho da Apple, o iPhone segue sendo o smartphone mais vendido quando falamos de um produto só.

Segundo o relatório oficial do trimestre fiscal da Apple em 2016, os novos iPhones tiveram um total de US$ 78,4 bilhões em unidades vendidas durante o trimestre de fim de ano em comparação aos US$ 75,9 bilhões de seus antecessores em 2015.

Vale notar também que boa parte das vendas do aparelho não vieram de território norte-americano, mas sim de fora dele. No total, as vendas internacionais representaram 64% de toda a receita do trimestre.

O relatório financeiro informa que foram vendidos 78,3 milhões de iPhones no trimestre. O preço médio de venda para cada iPhone foi de US$ 695 na comparação com US$ 691 registrados um ano antes.

Mas o que se pode esperar de um smartphone assim depois de 10 anos? O que ainda é possível inovar? Como superar a ainda gritante falta que Steve Jobs faz para a Apple – se que é que faz mesmo? Para tentar responder a todas a estas perguntas convocamos 4 especialistas no assunto. A partir de agora, eles vão tentar nos ajudar a desvendar este mistério.

O que esperar do iPhone 10 anos?

Rafael Fischmann em um lançamento de iPhone no exterior

Segundo Rafael Fischmann, fundador e editor-chefe do MacMagazine.com.br, o iPhone, assim como todos os smartphones topos-de-linha no mercado, já chegou a um platô tal que dificulta muito novas revoluções. “O que temos visto nos últimos anos, seja da Apple ou das suas principais concorrentes, são muitas evoluções. Mas não é que revoluções não possam vir por aí, é claro: uma que se fala sobre o iPhone seria algum tipo de sistema de recarga totalmente sem fio e por proximidade, em vez de posicioná-lo numa base e recarregá-lo por indução como já fazem alguns aparelhos com Android. É algo que ninguém fez ainda, por isso é uma grande aposta para os dez anos do iPhone; ao mesmo tempo, é apenas um rumor e alimentar expectativas com relação a algo assim pode gerar uma grande decepção em consumidores caso o recurso não venha no anúncio oficial da Apple”.

De acordo com Sérgio Miranda, jornalista especializado em Apple há 17 anos e apresentador do canal de YouTube Loop Infinito, o principal problema em tentar adivinhar o que o iPhone deveria ter ou não em sua próxima geração é que existem tantos boatos circulando ao mesmo tempo que fica difícil encontrar o que realmente importa como inovação em primeiro lugar. “O iPhone em si foi revolucionário pois mudou completamente o jeito como interagimos com o celular do passado. Ele tornou todos os aparelhos mais inteligentes, conseguindo criar um ecossistema que é copiado e invejado por muitas empresas. Ao completar 10 anos, o iPhone só precisa continuar evoluindo e trazendo funcionalidades que tragam inovações para a nossa vida”.

Eduardo Marques, editor MacMagazine.com.br, também fala que há muitos rumores no mercado sobre o iPhone de 10 anos. Entre eles Marques cita mudanças no design do aparelho (que voltaria a ter uma estrutura de vidro com bordas em aço inoxidável), melhorias pontuais no sistema de câmeras, tela do aparelho sem margens (ou seja, ocupando praticamente toda a parte frontal do aparelho) e sensor de impressão digital incorporado à tela. “Talvez, porém, a inovação mais aguardada — eu me incluo nessa — seja o tão falado carregamento sem fio e sem contato. Na prática, você entraria em um local (seu quarto, por exemplo, onde o recarregador está ligado à energia) e o iPhone já começaria a ser recarregado. Imagine essa tecnologia espalhada por cafeterias, restaurantes, aeroportos… seria o fim do problema das baterias em smartphones, já que você estaria recarregando o aparelho em diversos momentos do dia de forma automática (e sem fio/contato, ou seja, podendo utilizar o aparelho ao mesmo tempo)”.

Paulo com vários equipamentos da Apple

Para Paulo Guedes, especialista de produtos no Zoom, há muitas especulações como um headset de realidade virtual. Também há muitos rumores de que recursos das versões antigas que foram retirados e que os usuários gostavam possam voltar. “Além disso, há expectativas sobre novidades na câmera e na chegada de um novo iOS. Outra hipótese é se serão lançados mais modelos com diferentes armazenamentos internos. Talvez essa seja uma estratégia para ter mais chance de disputar mais preços no mercado”, afirmou Guedes.

Morte de Jobs e adeus criatividade
Quando questionados sobre se a morte de Steve Jobs foi o fator para o fim da criatividade da Apple, o trio discorda que tenha sido o fim da criatividade da empresa. Para Fischmann, Jobs é insubstituível, mas a Apple é e já era muito mais do que ele antes de sua morte. Ele reforça sua teoria dizendo que muitos dos que estão lá, principalmente no alto escalão de executivos da empresa, foram escolhidos a dedo pelo próprio Jobs e trabalharam junto a ele, diariamente, por anos. Além disso, o fundador do MacMagazine também defende Tim Cook, muitas vezes criticado pela imprensa e fãs. “Uma das grandes diferenças entre Steve Jobs e Tim Cook é que Cook é muito mais CEO do que era Jobs, um cara de produto/design. Um CEO não necessariamente precisa se envolver nesses aspectos como Jobs fazia; Cook faz muito bem o trabalho a que cabe a ele, e o melhor que podemos esperar é que ele tenha à sua volta as melhores pessoas do mundo para cuidarem da criação de produtos”.

Para Miranda, Steve Jobs não era nem o criativo da Apple, apesar de ser uma pessoa que sabia o que um produto deveria ter ou não só de olhar para ele. “A criatividade sempre foi um atributo de muitas outras pessoas, que mostravam os produtos para Jobs, que conseguia, com um senso único, dizer o que prestava e o que não prestava, e daí o projeto seguia. Hoje, essa pessoa não existe mais, não que a criatividade e a inovação não continuem presentes nas pessoas que continuam trabalhando lá”.

Sérgio Miranda com o iPad 3 comprado após horas de fila em Nova York

O apresentador do Loop Infinito, ao contrário de Fischmann, ele não defende Cook. Na visão de Miranda, Cook se preocupa demais com os resultados e não com o produto em si. “Tim Cook é um excelente homem de números, não se pode exigir dele mais do que isso. Jobs não se importava com os números – não que ele fosse contra o lucro ou a grana, não é isso – mas sua preocupação maior era com o produto e como ele iria mudar a vida das pessoas. As vendas eram consequências dessa visão, e não do que as pessoas querem que o iPhone tenha”, afirmou.

Já Marques considera que Jobs foi um gênio e que, com ele no comando, a Apple revolucionou vários mercados (e não só o de smartphones). Porém, não se pode comparar muito os estilos de liderança de Jobs com Tim Cook, pois são bem diferentes e isso não quer dizer o fim da inovação. Apesar de ressaltar que Jobs participava muito mais da criação/concepção de produtos. “A empresa tem uma equipe muito talentosa e, ainda que não tenha uma mente unificadora/ditatorial apontando o caminho das pedras, acredito que a união desses talentos ainda renderá muitos frutos. A cultura de Jobs (foco em simplicidade, produtos de qualidade, relevância no design, entrar apenas em mercados nos quais você pode realmente contribuir, etc.) está enraizada na Apple e eu ainda aposto minhas fichas na empresa. O tempo dirá”.

Guedes acredita que, se olharmos do ponto de vista de inovação, é possível concordar que a era de Jobs era marcada por lançamentos muito mais surpreendentes e que impactavam muito mais o mercado. Embora seja necessário lembrar que o mercado era muito diferente e que as fabricantes de smartphones hoje já investem muito mais em inovações, o que tornou esse mercado muito mais competitivo. “Um dos grandes feitos da era do Tim Cook foi a abertura para o mercado e o firmamento de milhares de parcerias com empresas de software e desenvolvimento. Ele é mais fácil de lidar e isso fez a empresa crescer muito por meio dessas parcerias. Outra coisa é que ele não tem tanto medo de experimentar as coisas e o Steve era mais conservador, mas o ponto é que, por mais conservador que eles fosse, quando chegava a hora de mostrar algo para o mercado ele sempre surpreendia. O Steve era o cara que criava apaixonados. Porém, não há como comparar porque são gestões diferentes e momentos diferentes do mercado, mas ambas possuem características muito fortes e muito positivas para a empresa”, diz.

O que você incluiria no iPhone de 10 anos?
Fischmann gostaria que o iPhone deste ano viesse com um novo visual, uma bateria mais potente (de preferência com a recarga totalmente sem fio), uma carcaça totalmente à prova d’água que permitisse inclusive tirar fotos/fazer vídeos submersos e uma parte frontal (quase) toda tomada pela tela, o que permitirá um aparelho mais compacto que os atuais, mas mantendo as mesmas dimensões de tela.

Já Miranda quer simplesmente que ele traga algo que vá ajudar as pessoas a serem mais produtivas ou mais entretidas. Marques gostaria muito de ver uma revolução na bateria do iPhone. “Seja uma bateria que dure uma semana (por exemplo) ou o caminho inverso, uma bateria que não necessariamente dure tanto mas que seja recarregada de forma rápida e “invisível”, sem que nós, usuários, tenhamos que nos preocupar com isso. Essa mudança possibilitaria muitas inovações no mercado”, disse.

Por fim, Guedes acredita que o iPhone de 10 anos deveria investir em alguma coisa com a cara do Steve Jobs. “Achamos que é necessário ter algo que mencione o criador porque ele é a alma da empresa”, finalizou.

Apple 10 anos quebraria paradigmas?
Rafael Fischmann acha que não. Ele diz que esperar isso é elevar demais as expectativas para simplesmente o sucessor de um produto já existente. “Ele continuará sendo um iPhone, um smartphone. O primeiro causou uma ruptura no mercado porque foi um produto totalmente novo de uma empresa que as pessoas nem acreditavam ser capaz de concorrer no mercado de telefonia. Ainda veremos isso acontecendo de novo no segmento de tecnologia, só não acho que será de novo num smartphone. E espero que venha da Apple, mas pode muito bem vir de alguma outra empresa”.

Eduardo Marques é otimista quanto ao poder de inovar da Apple. Para ele ainda é possível ver uma nova revolução no mercado de smartphones, algo até então impensável surgir. Porém, não este ano. “Acredito que essas revoluções estão vindo/virão em outros setores, como o de carros autônomos (quem imaginaria que em alguns anos nós não precisaremos mais dirigir carros), dispositivos vestíveis, entre muitas outras coisas. Sem dúvida nenhuma o smartphone é hoje o nosso principal e mais importante dispositivo, mas não acredito que veremos uma nova revolução como a que vimos em 2007, outra mudança tão grande assim no setor de telefonia; a meu ver, o foco das empresas de tecnologia nesse tipo de disrupção está em outros setores. Bem ou mal, as únicas empresas que conseguem lucrar no mercado de smartphones são Apple e Samsung. Enquanto ambas estão relativamente confortáveis, dificilmente veremos alguma outra disposta a investir tempo e dinheiro para revolucionar esse mercado”, disse Marques.

Guedes acha difícil, mas não impossível que o novo iPhone quebre paradigmas. “Acreditamos na possibilidade da Apple de ter algo muito bem guardado nesse tempo em que a concorrência fez de tudo para passá-los. Achamos que algo novo pode chegar e se isso acontecer será surpreendente. Acho que não dá para duvidar que pode acontecer porque a fabricante da maçã tem milhares de projetos incríveis rodando há muitos anos. Será que criariam um novo dispositivo Ou revolucionariam o próprio mercado de smartphones? Ficam esses questionamentos, a expectativa e o desejo do mercado e dos consumidores é de serem surpreendidos novamente”.

Já Miranda crê ser difícil encontrar algo que ainda possa surpreender alguém depois de tanto tempo. Para ele, o iPhone original não tinha concorrente, era uma ideia inovadora e ninguém prestava atenção na Apple naquela época. “Hoje, qualquer funcionário da Foxconn pode ser subornado para entregar os segredos do futuro iPhone e, quando ele for apresentado, todo mundo já saberá tudo sobre ele. Isso deixou de ser importante, saber o que virá no próximo iPhone. Ele será melhor, mais rápido, tela mais brilhante, câmera melhor… Eu gostaria mesmo é de ser surpreendido com um lançamento da Apple, mas muita gente não se importa mais com isso. Por isso, vigiam as fábricas, subornam funcionários para conseguirem mais cliques, mais views e isso virou uma indústria horrorosa. Se o iPhone deste ano vai surpreender alguém? Não sei dizer. Só sei que será o melhor iPhone de todos os tempos que a Apple já fez”, finaliza Sérgio Miranda.

E para você? O que a Apple pode trazer de inovações no iPhone de 10 anos? Fale para nós!

10:02 · 25.01.2017 / atualizado às 10:19 · 25.01.2017 por
O Zenfone 3 Zoom já foi visto na CES 2017
O Zenfone 3 Zoom já foi visto na CES 2017

Os amigos da NZN fizeram um ranking dos 9 smartphones que eles acreditam que vão ser os destaques de 2017. Nós fizemos algumas modificações com nossas apostas pessoais já inseridas nele. Mudou pouca coisa. Quer saber mais? Leia abaixo:

1º lugar – iPhone 8 ou 7s
Com a previsão de lançamento para o terceiro ou quarto trimestre do ano, o novo smartphone da Apple está envolto em muita especulação. Até o momento, a expectativa é que o novo modelo traga bastante ousadia para o mercado, como por exemplo um aparelho com tela praticamente sem bordas, assim como o S8 e o Xiaomi Mi MIX, e sem botão Home na parte da frente. Além disso, também especula-se que o novo aparelho irá permitir carregamento sem fio.

2º lugar – Samsung Galaxy S8
O segundo lugar fica com o próximo modelo da Samsung, o Galaxy S8, que trará para o mercado um aparelho com a face frontal toda ocupada pela tela. Já existe uma expectativa de que o aparelho será um dos mais potentes do mercado, com chips Snapdragon e Exynos atuais, bastante memória RAM e boa GPU.

3º lugar – Google Pixel 2
No terceiro lugar está o Google Pixel 2. Mesmo o mercado ainda não sabendo quase nada sobre o novo aparelho, a expectativa é que ele poderá vir com certificação IP67 (à prova de água e poeira) e revisão de design para diminuir as bordas em volta da tela. Além disso, também é provável que o próximo Pixel possua a melhor câmera já vista em um celular.

4º lugar – Nokia 6
O Nokia 6, fabricado pela HMD Global, chegará ao mercado com uma tela de 5,5 polegadas (resolução Full HD), o chipset Snapdragon 420 e 4 GB de memória RAM como alguns de seus atrativos. Mesmo o aparelho sendo, atualmente, exclusivo para o mercado chinês, há possibilidade do dispositivo ser lançado em outras regiões do planeta em breve.

5º lugar – Moto Z2
Ao trazer para o mercado um smartphone com 20 novos módulos para os clientes, hardware de ponta e design arrojado, o Moto Z2 chega com a promessa de que os módulos que servem hoje nesses celulares servirão também nas próximas gerações. Ou seja, quem entrou nessa “plataforma” em 2016 não terá que adquirir novos acessórios em 2017. Agora é aguardar.

6º lugar – LG G6
Mesmo com o lançamento fraco do modelo G5 na América Latina, a expectativa é que o LG G6 chegue ao mercado como um produto seguro, com um ótimo hardware e com um conceito repensado sobre o smartphone.

7º lugar – Galaxy Note 8
Mesmo sem nenhum rumor sobre o lançamento do próximo smartphone da linha Note da Samsung, há muita expectativa para a substituição do Note 7, o smartphone com o maior histórico de explosões que se tem notícia. Caso isso aconteça esse ano, espera-se que o aparelho tenha um hardware melhor do que Galaxy S8 e que traga recursos inovadores para os usuários mais hardcore.

8º lugar – Asus Zenfone 3 Zoom
O aparelho foi muito bem avaliado pelos especialistas na última CES, em Las Vegas, no começo deste ano. Possui um zoom óptico parrudo e parece ser um modelo que une as boas características do atual Zenfone 3 com o modelo Zenfone Zoom lançado em abril do ano passado. O Zoom foi um modelo que tinham uma ótima câmera, mas no geral acabou não tendo o destaque esperado.

9º lugar – Moto G5
Com expectativa para o lançamento acontecer no segundo semestre do ano, o Moto G5, modelo intermediário de uma linha construída pela Motorola e herdada pela Lenovo, deve chegar ao mercado com um design diferente do Moto G4.

09:00 · 11.10.2016 / atualizado às 09:13 · 11.10.2016 por
iPhone 7
iPhone 7

Segundo o MacMagazine, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou 12 modelos de baterias dos iPhone 7 e 7 Plus e, desta forma, oficializou que modelos serão vendidos no Brasil, em breve.

Os modelos escolhidos são o A1778 para o iPhone 7 e o A1784 para o 7 Plus (os mesmos comercializados por AT&T e T-Mobile nos EUA).

>>>Apple apresenta iPhone resistente a água, com duas câmeras traseiras no 7 Plus, Watch Series 2, entre outras novidades

>>>>Você sabia? Qualquer iPhone 7 ou 7 Plus comprado no exterior é compatível com o 4G brasileiro

Não há nenhuma informação sobre preço, ainda. As estimativas são as piores possíveis, ou seja, preços bem superiores a R$ 4 mil para o modelo básico do iPhone 7. Imagina aí o preço do iPhone 7 Plus…

O lado bom dessa história é que eles já começam em 32 GB de armazenamento, ao menos.

13:51 · 29.08.2016 / atualizado às 13:53 · 29.08.2016 por
O Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

O iPhone 7, o futuro smartphone da Apple, será lançado no dia 7 de setembro. Esta foi a data escolhida, oficialmente, pela empresa comandada hoje por Tim Cook.

O evento de lançamento do mais novo celular da Apple acontecerá na Califórnia, EUA, e terá transmissão ao vivo via site da Apple.

O iPhone 7 deve ter mais dois modelos, o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus, com tela maior. Hoje os modelos principais da empresa são o 6s e o 6s Plus. Há ainda um modelo secundário, o iPhone SE.

Há muitos rumores com relação ao iPhone 7 como novo design, retirada da entrada tradicional do fone de ouvido, mais memória RAM, o fim do modelo de entrada com 16GB e começando com 32GB, melhor câmera traseira e até uma possível mudança na qualidade da bateria do smartphone.