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Tag: PC


00:01 · 18.04.2016 / atualizado às 12:21 · 12.04.2016 por

Review escrito por Diego Borges, editor de capa Web

thedivisionA receita é simples: misture porções generosas de títulos como Assassin’s Creed, Watch Dogs e Far Cry, adicione pitadas de Destiny e pronto, você tem Tom Clancy’s The Division, o mais recente jogo da Ubisoft para Playstation 4, Xbox One e PC, e uma das melhores experiências em games que você terá neste primeiro semestre.

The Division coloca o jogador no meio de uma Nova York pós-apocalíptica. Em um ataque terrorista, onde um vírus mortal é colocado em cédulas de dólares na Black Friday, o feriado mais consumista dos Estados Unidos. É suficiente para que o patógeno se espalhe e mate milhares de pessoas rapidamente. Com a proliferação, diversos grupos com objetivos diferentes dominam a cidade em meio ao caos. É nesse cenário que a Division é acionada, com o objetivo de reconquistar a cidade, descobrir a origem do vírus e pôr fim à ameaça.

O game de tiro em terceira pessoa e essencialmente focado no modo para vários jogadores online desfaz qualquer desconfiança ainda no início, no Brooklyn, que funciona como um tutorial. A Ubisoft criou uma curva de aprendizado extremamente leve, em que o jogador é apresentado a todos os elementos do título sem deixar ninguém perdido ou entediado.

Após esses minutos iniciais, suficientes para prender a atenção até dos mais distraídos, o gamer é jogado no meio da ilha de Manhattan, onde precisa cumprir diversas missões e caçar colecionáveis, como todo bom jogo da Ubisoft. Os objetivos ajudam a descobrir mais detalhes sobre a infeccção e a vida dos moradores antes e durante o caos.

Elementos de RPG
Cada missão e inimigos abatidos rendem pontos de experiência que aumentam o nível do jogador, dando acesso a armas e equipamentos mais fortes e elaborados. Além disso, rendem pontos que permitem o desenvolvimento da sua base de operações, desbloqueando diversas habilidades extremamente úteis durante a aventura.

The Division exige uma boa e ininterrupta conexão à internet, mas você não é obrigado a jogar o tempo inteiro ao lado de companheiros mundo afora. Boa parte das missões podem ser completadas por conta própria. Num primeiro momento, parece bem conveniente jogar só. Mas à medida em que se alcança áreas mais difíceis no mapa, não contar com o apoio e a estratégia de outros parceiros torna tudo impossível, já que o nível de especialização e o número de inimigos também aumentam.

Um dos grandes destaques do jogo é a personalização. Do rosto do personagem aos detalhes dos equipamentos, tudo pode ser modificado. As armas e outros itens também possuem níveis e patamares de especialização e podem receber upgrades, como miras, pentes maiores e silenciadores, por exemplo. As habilidades permitem a elaboração de estrategias diferenciadas durante as missões com vários jogadores. Seu personagem pode ter habilidades mais defensivas, construindo escudos de proteção para a equipe, por exemplo; de cura, para ajudar aliados quando estiverem com problemas; ou ofensivos, com equipamentos que geram ainda mais danos aos inimigos. Lembrando que diferentemente de muitos jogos de tiros, um disparo na cabeça, apesar de gerar mais dano, não mata. Cada personagem e inimigo e possui uma barra de vida própria. Os oponentes comuns caem com poucos disparos, os mais elaborados precisam de uma quantidade quase incontável de munição.

No geral, as missões secundárias têm objetivos semelhantes: resgatar reféns, acionar geradores, garantir o abastecimento de água, acabar com negociações de armas, dentre outras. Entretanto, o nível dos inimigos, os cenários diversos e a variedade da sua equipe de aliados ajudam a diminuir a sensação de repetição, comum a títulos como Assassin’s Creed, por exemplo.

Como todo título da Ubisoft, The Division traz uma boa ambientação de uma cidade mergulhada no caos, mas a Nova York daqui não surpreende ou se destaca como a Chicago de Watch Dogs e Londres ou Paris da franquia dos assassinos.

Zona Cega
No meio de Manhattan, um região foi completamente isolada. Nessa área, chamada Zona Cega, os níveis de infecção são extremos e os inimigos, os mais mortais. Aqui, são encontrados os melhores equipamentos do jogo. O problema é sobreviver.

Diferentemente do resto do mapa de The Division, onde a cooperação comanda, na Zona Cega é cada um por si. Você pode trabalhar ao lado de aliados, mas a qualquer momento, eles podem trair, matar e roubar seus equipamentos. É claro que uma deslealdade dessa altura não sairia barata: o impostor fica marcado e é caçado por praticamente todos os jogadores na área, já que a “cabeça” desse inimigo rende muita experiência, equipamentos e dinheiro. Na ZC, confie desconfiando.

The Division acerta em ser complexo sem assustar jogadores iniciantes ou com poucas habilidades em shooters. Aos mais apressados, é possível apenas selecionar uma arma e sair atirando, assim como desmontar equipamentos, fundir, modificar, alterar habilidades e criar estratégias para superar os desafios, para os jogadores mais criteriosos. A generosa curva de aprendizado, as possibilidades de personalização e o foco na cooperação entre aliados compõem uma experiência imperdível aos gamers neste primeiro semestre.

Nota: 9

Pontos positivos: – Personalização

  • Multiplayer Online
  • Complexo, mas acessível

Pontos Negativos

  • Inimigos pouco variados
  • Missões podem ser repetitivas
00:10 · 11.04.2016 / atualizado às 12:00 · 05.04.2016 por
Cena do game Dying Light The Following
Cena do game Dying Light The Following

Review por Alan Diniz, Editor assistente

Com o difícil desafio de garantir inovações que realmente fizessem valer o investimento dos fãs da franquia Dying Light, a expansão The Following consegue cumprir as expectativas e vai além do óbvio. Muito mais do que a adição de mapas e missões, a DLC traz novidades que a transformam em praticamente um novo game, consolida a marca como ótima opção de jogo na categoria de sobrevivência ao apocalipse zumbi e deixa a expectativa para uma sequência. O lançamento da Techland está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

O herói Kyle Crane permanece como personagem principal em The Following. A história começa quando um homem ferido chega à cidade de Harran e ele revela haver um local onde as pessoas conseguem ficar imunes ao vírus culpado por transformar os moradores em zumbis, voláteis e outras variações apresentadas no jogo. A partir de então o enredo se desenvolve com a jornada do protagonista em busca de respostas para descobrir se existe realmente uma cura.

O ambiente urbano de Dying Light repleto prédios altos é, então, substituído em The Following por uma ampla zona rural projetada com campos abertos, montanhas e poucas estradas de complicado acesso. Kyle Crane se envolve com os moradores com a intenção de entender como todos na região conseguem ficar livres do mal que assolou a cidade de Harran.

Diante da construção desse contexto é que o jogo é capaz de trazer novidades que ampliam a diversão ao mesmo tempo em que eleva o nível de dificuldade para a realização das missões. Na zona rural, o deslocamento entre os principais pontos do game é muito difícil de ser realizado a pé, pois a DLC traz um mapa muito maior em comparação com a primeira versão.

Em The Following, Kyle Crane ganha um buggy para utilizar enquanto explora a área. Se em Dying Ligth o protagonista era obrigado a percorrer aproximadamente 500 metros para conquistar cada objetivo, na expansão, o herói de Harran tem de se deslocar por cerca de 1 km ou mais entre os desafios apresentados.

A obrigação de utilizar o buggy, porém, não se torna cansativa. Principalmente para os fãs de jogos com amplas áreas para exploração, andar com o veículo pela zona rural é um atrativo especial da DLC. Com o decorrer das missões, o carro exige constantes consertos. O usuário também pode aperfeiçoar a estrutura, transformando um simples meio de transporte em uma máquina indispensável ao desenvolvimento do jogo e numa arma essencial para matar os zumbis espalhados pelo meio do caminho.

Outro ajuste importante assegurado pela expansão se refere às missões secundárias. Em Dying Light, é possível encerrar a campanha praticamente sem ter cumprido os objetivos adicionais. Em The Following, durante passagens diferentes do game, somente se consegue avançar na história depois de finalizar ações que não possuem relação direta com o enredo principal. Tal exigência premia aqueles que gostam de se envolver profundamente com todo o universo que envolve o jogo.

O desenvolvimento da história, embora se dê de modo mais lento de como aconteceu em Dying Light, consegue ser envolvente e ainda apresenta uma reviravolta que deixa todos ansiosos por uma continuação. The Following exige muito mais do jogador. Conhecer esse mundo a partir da expansão pode ser desestimulante pelo elevado grau de dificuldade. A DLC, no entanto, ao corrigir deficiências expressivas da primeira versão, tem potencial para fazer os fãs gostarem ainda mais do jogo, enquanto possui condições de despertar a curiosidade de quem não conhece a franquia.

10:28 · 07.04.2016 / atualizado às 10:28 · 07.04.2016 por
Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

A Konami anunciou, nesta quinta-feira, 7, que o novo modo Survival está agora disponível para os jogadores de Metal Gear Online, o modo multiplayer colaborativo do Metal Gear Solid V: The Phantom Pain.

No modo Survival, equipes de jogadores competem para conquistar bônus especiais. Dentro dele, todos os jogadores podem experimentar gratuitamente os novos mapas disponibilizados na recente expansão Cloaked in Silence, dentro de um limite de 10 partidas por semana (o número de partidas gratuitas disponíveis será reiniciado toda quinta-feira durante o período de testes). Os jogadores que adquiriram o DLC Cloaked in Silence terão acesso ilimitado ao modo Survival.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, incluindo Metal Gear Online, está agora disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC, por meio da plataforma Steam, além dos consoles PlayStation 3 e Xbox 360.

08:45 · 01.04.2016 / atualizado às 09:59 · 01.04.2016 por
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

Fundada em 1º de abril de 1976, a Apple completa, nesta sexta-feira, 40 anos de fundação. Muitos acreditam que a questão fantástica e disruptiva da empresa morreu com um dos seus fundadores, Steve Jobs, em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade (o outro fundador foi Steve Wozniak). Porém, ao contrário disso, a especialista em tecnologia e inclusão mobile, Marília Guimarães, criadora do projeto EntendendoiPhone, não acredita que a empresa perdeu esse dom, apenas que sem Jobs, a força das apresentações fantásticas foi reduzida. “A Apple perdeu o disruptor, mas isso não quer dizer que seja ruim ou bom. Depois da morte de Steve Jobs, a essência dele ainda continua na empresa. A Apple perdeu no caso o cara das grandes decisões. O cara que distorcia a realidade, que fazia uma apresentação que todo mundo ficava ‘o que é isso? Vai mudar a minha vida’. Causava um impacto na necessidade”, garantiu.

Ainda por conta disso, ela discorda que a empresa não consegue mais produzir equipamentos que criem desejo nos consumidores de correrem até as lojas. “O que perdeu foi o campo de distorção da realidade que Jobs fazia como ninguém. Aquele produto quando do lançamento ele fazia com aquela coisa fosse de outro mundo. Essa magia deixou de existir. Era algo único e excelência dele”.

Marília reforça os números consagrados da Apple e as marcas para lembrar de sua força. Lembra que a telefonia móvel existe antes e depois do iPhone, bem como a indústria música digital com o iPod ou do computador pessoal com os computadores da empresa. De acordo com a especialista, agora existem pequenas mudanças que a Apple libera em frequência maior e citou os avanços que o Apple Watch, por exemplo. Poderá trazer a curto prazo. “No início você não vê aquilo no âmbito de que vai ser impactante para você. Hoje você tem o Apple Watch no seu pulso. Tudo bem, ele não faz grandes coisas ainda. As pequenas melhorias que existem e que vão existir e que já estão em andamento são coisas que vão impactar logo em 2 anos. Imagine você ter um aparelho no seu pulso que você vai poder fazer um eletrocardiograma, que vai diagnosticar doenças. Você não tem um grande impacto, porque você perdeu o disruptor, o cara que parecia fazer tudo uma mágica poderosa. Você pode não perceber
tanto naquele momento, mas ao longo do tempo você vê que é algo fantástico e que o futuro é maravilhoso”.

Segundo Marília, o fato de não termos a sensação de que a “maçã” está correndo para lançar produtos fantásticos é um erro, pois a empresa apenas está analisando o tempo certo de cada coisa para evitar desgastes. “Acho que você não pode chegar com algo tão estrondoso no mercado e acho que a Apple tem esse cuidado porque não adianta lançar uma tecnologia tão impactante que as pessoas não estão prontas para receber aquilo ali, pois foi apresentada de maneira errada em um tempo que as pessoas não estão prontas. De que adiantaria isso? Acho que os produtos seguem encantadores, mas a apresentação deixou de ser fantástica. A pessoa pega o iPhone e acha lindo, encantadora, a Siri é encantadora, o Apple Watch é encantador. Quando junta, o ambiente sim, é o que modela o mercado. A magia acontece no ecossistema Apple que pode ser simples e qualquer pessoa pode utilizar aquela inovação. Então, ainda assim, encanta várias pessoas”, afirmou.

A especialista acredita, inclusive, que a empresa ficou mais humana com atual CEO, Tim Cook, que o gestor teria conseguido agregar novas e mais competentes mentes, com equipes mais afiadas do que as dos tempos de Jobs. Talvez por conta do temperamento forte e muitas vezes desagregador do falecido líder da Apple.

Vestíveis

Para Marília, a tendência do momento para todas as marcas também é o caminho que a Apple está seguindo. “Agora são os vestíveis e deixar que a inteligência artificial, o aparelho pensar mais. Exemplos: a Apple, cada vez que passa ela faz mais pesquisas, tem mais parceiros na área de saúde. O que o Apple Watch e o iPhone vai fazer em um futuro muito próximo em questão de saúde vai ser um impacto muito grande nas nossas vidas. O iPhone vai ser capaz de diagnosticar certas doenças que para você ter este diagnóstico seria um pouco mais complicado e demorava um certo período de tempo e nem todo mundo poderia fazer isso, até por ser viável. Com o iPhone isso fica mais rápido e simples. Outra coisa é o Apple Watch. Você tem um aparelho que vai ficar o tempo todo no seu pulso e com vários sensores que podem diagnosticar e até uma pré-disposição sua para um infarto ou até mesmo um acidente que ele vai poder disparar para pessoa ou o plano de saúde para chamar uma ambulância ou para a pessoa mais próxima para dizer que você não está passando bem. São pequenas inovações, mais na parte interna e não na externa que vão impactar muito as nossas vidas”.

Ela acredita que a Siri é um outro fator que vai fazer a Apple se destacar. Para Marília, Siri, cada vez mais, vai se tornar uma verdadeira assistente pessoal. Ela acredita que o usuário poderá conversar, trocar ideias mesmo com a Siri para saber o melhor horário na agenda dela para uma reunião ou ir para a academia, por exemplo. É ter um aparelho pensante, de verdade, junto ao usuário. “E isso está muito próximo. Você tem agora os aparelhos que se integram cada vez mais com a Siri. Você vai poder fazer isso em 1 ano, 2 anos, no máximo. É uma inovação, é um impacto tanto para as pessoas quanto para os usuários da Apple como ela vai modelar o âmbito para outras empresas”.

Para a especialista, a Apple, neste último ano, está reforçando a importância dos iPads por acreditar que eles vão, realmente, mudar o conceito de PC pessoal, substituindo, de vez, o computador tradicional, seja pelo preço ou pela portabilidade. “Você vê a venda de PCs desacelerando, tudo bem que a venda do iPad agora também deu desacelerada e não cresceu como no ano passado, mais ainda cresce”.

Os números dos outros são melhores

Sobre as configurações de smartphones Androids quase sempre apontarem números superiores aos dos iPhones a especialista afirma que é verdade. Porém, ressalta que a arquitetura, o ecossistema e a experiência com os aparelhos da Apple serão sempre superiores aos rivais. “As outras marcas tem aparelhos com processador melhor, tem memória maior, câmera melhor, tela de outro jeito, mas eu acho que a grande diferença da Apple para as outras marcas é que ela tem o software e o hardware na mão. E quando você tem estes dois pontos na sua mão, é você quem faz e monta, aí faz uma grande diferença. Você tem um processador de “x” megahertz e o da Apple é um pouco menor aí na verdade na mão do usuário e, especialmente, no seu dia a dia isso não faz grande diferença. Porque o ecossistema que a Apple monta é superior. Por isso, na prática mesmo, a Apple tem os aparelhos superiores aos concorrentes. Isso por sempre ter a preocupação sempre alta de deixar o produto o mais simples possível, resolvendo a questão da maneira mais simples e não mais complicada”.

Atualizada

A informação anterior do iPhone SE por menos de R$. 1500 era pegadinha do MacMagazine. Caímos mesmo! Esquecemos das brincadeiras do site. Mais atenção para a próxima! Hehehe.

 

13:52 · 02.12.2015 / atualizado às 13:53 · 02.12.2015 por
A Lenda do Herói
A Lenda do Herói

A Nuuvem, maior plataforma de jogos online para PC, Mac e Linux da América Latina, estará presente na segunda edição da CCXP – Comic Com Experience, entre os dias 3 a 6 de dezembro, em São Paulo. Uma das principais atrações do estande da empresa de 104m² será a primeira oportunidade do público em jogar A Lenda do Herói, produzido pelo Estúdio Dumativa em parceria com os irmãos Matheus e Marcos Castro, os Castro Brothers. O game é bastante aguardado para 2016 e exclusivo da Nuuvem.

Para quem gosta de trilhas musicais de videogames clássicos e filmes, o espaço contará também com show diário do youtuber e violonista Guitar Gamer, e improvisos musicais com imitações na Nerd Music Jam.

A produção e o mercado de jogos brasileiro também serão parte da programação de palestras no estande da Nuuvem. Dentre os temas abordados, estão: game design, criação, trilha sonora, pixel art e animações no YouTube, este último com participação do Combo Estúdio, responsável pela febre “O Surreal Mundo de Any Malu”, famosa série em animação.

Os fãs de eSports também terão lugar garantido, isso porque o espaço ainda terá um local exclusivo para torneios diários de Rainbow Six Siege. A disputa será entre equipes de 5 participantes e os vencedores ganharão prêmios distribuídos pela Ubisoft. Os cosplayers também poderão mostrar seu trabalho no Encontro diário de Cosplayers e ainda concorrer a prêmios e descontos na Nuuvem.

“Ofereceremos uma experiência completa ao visitante da CCXP, repleta de atrações relevantes e divertidas, justamente para ter total sinergia com o que entregamos habitualmente aos nossos usuários”, comenta Fernando Campos, CEO da Nuuvem, sobre a programação do estande.

Promoções
Os gamers que forem à CCXP em busca de promoções exclusivas não poderão deixar de passar no estande da Nuuvem. A plataforma promete descontos de até 90% em diversos títulos. Os interessados podem fazer a aquisição de jogos por um gamewall exclusivo de QR Codes, onde as promoções ficarãodisponíveis. Para os fãs de A Lenda do Herói haverá ainda a comercialização de camisetas.

Serviço:
Nuuvem na Comic Com Experience
Quando: 3 a 6 de dezembro de 2015
Horário: 10h às 21h30
Onde: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, Km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo/SP CEP. 04329-100
Localização do estande: Estande nº 3, em frente à entrada principal
Ingressos: a partir de R$ 69,99 – disponíveis apenas para quinta e sexta-feira pelo site do evento