Busca

Tag: PlayStation 4


07:19 · 27.07.2017 / atualizado às 07:19 · 27.07.2017 por
Lego Ninjago o Filme Videogame

A Warner Bros lançou um novo trailer de Lego Ninjago o Filme Videogame, título baseado na próxima aventura que chegará aos cinemas em breve.

O novo trailer apresenta os heróis de Ninjago, Lloyd, Nya, Jay, Kai, Cole, Zane e Mestre Wu aperfeiçoando seus movimentos de combate, como o “Stinging Bee”, “Swooping Hawk” e “Skyward Dragon”, e atualizando suas armas para defender a Cidade Ninjago do terrível Lord Garmadon e seu exército de tubarões.

Lego Ninjago o Filme Videogame será lançado na mesma data que o longa chega aos cinemas: 22 de setembro de 2017. O game terá versões para PlayStation 4, Xbox One e PC, totalmente em português.

07:16 · 21.07.2017 / atualizado às 07:16 · 21.07.2017 por
Neymar com a Seleção Brasileira no PES 2018

A Konami anunciou demo online do game Pro Evolution Soccer (PES) 2018. Estará disponível até 31 de julho apenas para jogadores de PlayStation 4 e Xbox One (se você for Gold).

Para testar o game nestes consoles, basta baixar o demo na loja oficial da Microsoft ou da Sony, mas também pode clicar neste link.

A Konami ainda lançará um demo gratuito para todos antes do lançamento do game.

No demo online você poderá jogar com Brasil ou França.

Pro Evolution Soccer 18 será lançado para Xbox One, Xbox 360, PlayStation 4, PlayStation 3 e PC no próximo dia 14 de setembro.

12:47 · 20.07.2017 / atualizado às 13:02 · 20.07.2017 por
Cena do game Full Throttle

O clássico jogo para PC Full Throttle está de volta (depois de 22 anos), mas agora para a plataforma iOS, ou seja, para iPhones e iPads. Por US$ 4,99 você pode baixá-lo e alternar entre versão clássica ou remasterizada do game que foi relançado pela Double Fine Productions.

O jogo foi lançado em 1995 pela LucasArts. É uma aventura clássica de Tim Schafer que tem como personagem principal Ben Throttle, o líder brigão da gangue de motoqueiros Polecats.

No Game, Throttle se mete em uma confusão das grandes com direito até a massacres e, claro, muitas motos potentes.

Quem prefere jogar no computador, o game está disponível no Steam para MacOS e PC Windows por R$ 27,99. Também está disponível, desde abril deste ano, para PlayStation 4 e PS Vita.

Full Throttle foi um dos clássicos dos anos 90 e marcou época junto com outros sucessos como The Dig, Doom, Duke Nukem 3D, SimCity e Age of Empires.

 

 

07:34 · 07.07.2017 / atualizado às 10:01 · 07.07.2017 por
Cena do game Terra-média: Sombras de Mordor

A Warner anunciou a Forja Nêmesis, uma nova atualização para o game Terra-média: Sombras de Mordor que permitirá que o jogador traga seu Nêmesis e seu maior seguidor no game para a continuação, Terra-média: Sombras da Guerra, quando o título for lançado em 10 de outubro de 2017.

Em Terra-média: Sombras de Mordor, os jogadores criaram inúmeras histórias pessoais de vingança através dos oponentes e aliados gerados pelo Sistema Nêmesis. Com a Forja Nêmesis, essas histórias continuarão em Terra-média: Sombras da Guerra, importando o maior inimigo e o seguidor mais leal do jogador do game anterior para ajudar a lutar e defender contra as forças de Sauron. A Forja Nêmesis já está disponível para Terra-média: Sombras de Mordor no Xbox One, PlayStation 4 e Steam.

Para os recém-chegados à série, que desejam criar seu próprio Nêmesis, Terra-média: Sombras de Mordor está disponível para experimentar gratuitamente no Xbox One e no Steam desde ontem e até o dia 9 de julho.

YouTube Preview Image

Além disso, os jogadores poderão comprar o game no Xbox One, PlayStation 4 e Steam com 80% de desconto no preço normal. As promoções duram até:

Steam: 10 de julho
PlayStation 4: 11 de julho
Xbox One: 17 de julho

Ambientado durante os eventos que se desenrolam entre O Hobbit e O Senhor dos Anéis, Terra-média: Sombras da Guerra é um RPG de ação com mundo aberto que continua a saga iniciada em Terra-média: Sombras de Mordor.

Os jogadores serão absorvidos por um mundo mais rico, único e expansivo cheio de heróis e vilões épicos, locais icônicos, inimigos originais com personalidades variadas e um novo elenco de personagens com histórias que serão desenvolvidas a cada gameplay.

O game será totalmente localizado em português e estará disponível para Xbox One, Xbox One X, PC (Windows Store e Steam), PlayStation 4 e PlayStation 4 Pro, a partir de 10 de outubro.

00:35 · 19.06.2017 / atualizado às 10:40 · 13.06.2017 por

Por Áquila Leite

Lançado em 2013, Injustice: Deus Entre Nós surpreendeu ao trazer uma grande história com os personagens mais conhecidos da DC ComicsSuperman, Batman, Flash, Mulher Maravilha, etc – aliada a um sistema de combate fluido e dinâmico, naquele que foi um dos melhores jogos de luta da geração passada. A pressão por uma sequência à altura era imensa, tanto que Injustice 2 só teve seu lançamento confirmado para maio deste ano, quatro anos após a chegada de seu predecessor. O lado bom para os fãs é que a espera valeu a pena, já que a NetherRealm Studios, por incrível que pareça, trouxe um game ainda melhor.

Basicamente, Injustice 2 pega tudo que deu certo no game de 2013 e melhora. O enredo, um dos pontos altos de seu predecessor, é completamente cinematográfico e começa exatamente do ponto onde o primeiro jogo termina, com o Superman preso por ter virado um ditador global e o Batman a procura de aliados para manter a paz na Terra. A história é de fazer inveja a muitos filmes e traz a participação de grandes heróis e vilões da DC, incluindo a chegada de personagens que são sucesso nas séries de TV do canal CW, como Capitão Frio (Legends of Tomorrow), Gorila Grodd (Flash), Canário Negro (Arrow) e Kara Zor-El (Supergirl), esta última com um papel muito importante na trama central.

A campanha singleplayer permite que o jogador assuma o controle de quase todo o elenco do game na batalha contra o grande vilão da história: Brainiac, o colecionador de mundos. Um detalhe interessante é que, diferente do jogo anterior, em momentos da trama é possível escolher entre um e outro personagem para a luta, o que permite conhecer melhor as características de cada herói e já ir definindo seus preferidos. A trama se passa em vários minifilmes que rodam a 60 quadros por segundo e trazem cenários deslumbrantes, com o jogador assumindo apenas na hora dos combates. O jogador se sente realmente assistindo a um filme, ainda mais por conta das expressões faciais bastante realistas que a NetherRealm implementou no game.

Jogabilidade
Assim como seu predecessor, os combates de Injustice 2 são bastante fluidos e acessíveis para jogadores iniciantes. Os golpes especiais, por exemplo, que trazem animações incríveis e adaptadas para os poderes de cada personagem, podem ser executados com o simples apertar de dois botões, assim como acontecia em Mortal Kombat X. Não pense, porém, que o game não traz a complexidade que todo grande jogo de luta precisa ter, já que há combos intricados e mecânicas de defesa e esquiva que não são nada fáceis de pegar.

As transições e interações com os cenários também permanecem e são sempre de encher os olhos, permitindo estratégias diferentes ao longo das batalhas. No geral, as lutas parecem mais ágeis, apesar da já conhecida cadência dos jogos da NetherRealm. Dentre as principais novidades, vale destacar a possibilidade de realizar novas esquivas ao custo de uma barra de Super, os rolamentos de chão e atraso no levantar do personagem, assim como a implementação do tech air (levantar de um combo no meio de um juggle — combos malabaristas).

Outra novidade são as habilidades únicas de cada personagem, que podem ser ativadas apertando Círculo (no Playstation 4) ou B (Xbox One). Tais técnicas funcionam como ‘carta na manga’ em diversas situações e deixam a estratégia de combate ainda mais interessante. Outro aspecto da jogabilidade que chama a atenção é que Injustice 2 parece mais balanceado do que seu antecessor, posto que não há personagens muito mais fortes do que outros, seja com combos ‘apelões’ (Aquaman no primeiro game), ou força desproporcional (Superman). Tudo é questão de gosto e estilo de luta do jogador, que pode optar por um lutador mais ágil e de menos dano, ou um personagem lento e com poder devastador.

Personalização
Apesar das novas mecânicas de combate, a maior novidade de Injustice 2 está, sem dúvida, na personalização dos personagens. No game, é possível recolher itens ao longo da campanha singleplayer ou nos modos online e ir customizando seu herói ou vilão preferido da forma como quiser. As alterações tornam os personagens cada vez mais únicos e não só mudam a aparência dos lutadores, como também suas habilidades e performance em combate. Máscaras, emblemas, luvas, braceletes e armaduras, tudo pode ser personalizado na medida em que o jogador for desbloqueando novos equipamentos.

Esses itens de personalização foi uma forma que a NetherRealm encontrou para dar mais vida útil ao game. A modalidade ‘Multiverso’ de jogo, por exemplo, traz missões diárias e semanais que desbloqueiam diferentes equipamentos para os personagens, em uma busca eterna peloloot do jogo. Coletar esses itens de personalização, porém, é uma tarefa trabalhosa, já que tudo é servido ao jogador de maneira aleatória, via Caixas Maternas adquiridas durante a jogatina.
Além do Multiverso, que aplica alguns conceitos do imediatismo dos jogos online do mercado, ao melhor estilo ‘Living Towers’ de Mortal Kombat X, os jogadores têm à disposição um modo multiplayer que apresenta uma área de partidas casuais e competitivas, onde é possível conseguir itens e batalhar com jogadores de todo o mundo. As partidas online não apresentaram nenhum problema de lag ou instabilidade, ou que significa que os servidores estão bem preparados.

Dublagem
A cereja do bolo de Injustice 2 é a fantástica dublagem que a Warner Games Brasil providenciou para o jogo. Além de todo o game estar traduzido para o português, as falas dos personagens são basicamente as mesmas usadas nas animações e filmes da DC que saem no País. O Batman, por exemplo, é dublado pelo excelente Márcio Seixas, que empresta sua voz há anos para o Cavaleiro das Trevas, assim como Guilherme Briggs, que interpreta o Superman desde o desenho Liga da Justiça Sem Limites, lançado na televisão brasileira em 2005.

As expressões e emoções passadas pelo time de dubladores é algo que vale destacar, principalmente em um jogo que possui um enredo tão bem trabalhado. Se a ideia é praticamente trazer um filme interativo para o jogador, o elenco de vozes brasileiras torna tudo isso ainda mais crível e gostoso de acompanhar.

Nota
9,5 é a nota de Injustice 2, que traz um time dos sonhos da DC em uma história envolvente e com dublagem impecável. A personalização de personagens e o Multiverso também são ótimas novidades. Disponível para Playstation 4, Xbox One e com versões para iOS e Android.

07:14 · 07.06.2017 / atualizado às 07:14 · 07.06.2017 por
Sana 2017 traz os games e campeonato de futebol virtual de volta

O Sana 2017 está com as inscrições abertas para a Área do Desenvolvedor. O espaço é utilizado para os produtores independentes de jogos de todo o Brasil, apresentarem os seus games para o seu público final, jogadores e futuros parceiros. Os interessados em participar devem ter um jogo finalizado, ter disponibilidade para comparecer aos três dias de evento e enviar um vídeo com demonstração do produto. O cadastro acontece pelo e-mail desenvolvedor@fcnb.org.br. O Sana acontece nos dias 14, 15 e 16 de julho, no Centro de Eventos do Ceará.

 
Também estão abertas as inscrições para a Copa Sana de Futebol Digital. O campeonato irá premiar os jogadores vencedores com até R$ 4 mil, divididos entre as modalidades FIFA 17 e PES 2017. Os competidores devem se cadastrar pelo site da Federação Cearense de Futebol Digital, até o preenchimento das vagas disponíveis. Os jogos acontecerão na plataforma Playstation 4 e no ato da inscrição, o participante escolhe o horário e o grupo que deve jogar. Todas as informações estão disponíveis no site oficial ou pelo telefone (85) 99640.8636.
07:05 · 24.01.2017 / atualizado às 07:07 · 24.01.2017 por
Resident Evil 7 é aposta do mês de janeiro
Resident Evil 7 é aposta do mês de janeiro

Os apaixonados por jogos já têm motivos para comemorar! O ano de 2017 definitivamente será um dos melhores para quem aguarda por lançamentos e novidades.

Janeiro
Neste mês teremos Gravity Rush 2, exclusivo do PS4; Yakuza 0, prequel que vai explicar as origens da franquia; Kingdom Hearts HD 2.8: Final Chapter Prologue, compilação com conteúdo do RPG que mistura Disney com Square e Resident Evil 7, que promete revitalizar a série com uma perspectiva em primeira pessoa.

Fevereiro
Fevereiro também promete grandes surpresas: Halo Wars 2, que vai agradar os fãs de estratégia no Xbox One e no PC; Sniper Elite 4 que pretende ser um jogo mais acessível da franquia; For Honor que deve trazer combates cadenciados nas mãos da Ubisoft; NioH que seguirá uma fórmula Dark Souls com Onimusha e Horizon: Zero Dawn, grande promessa da Sony, que chegará ao PS4 (com direito a patch para o PS4 Pro).

Março
Neste mês, o ritmo pode até acalmar, mas não irá esfriar: NieR: Automata é um RPG de ação futurista da Square Enix ainda envolto por muitos mistérios; Ghost Recon Wildlands que marcará o retorno de uma das franquias de ação mais amadas do selo Tom Clancy. Temos também Mass Effect Andromeda, o aguardado RPG sci-fi da EA. E para fechar o mês, teremos a chegada do jogo mais aguardado do mercado: o lançamento do Switch! Com alguns dos títulos já anunciados – entre eles The Legend of Zelda: Breath of the Wild, o novo Super Mario Odyssey, além de jogos third-party –, o console híbrido será lançado nos Estados Unidos no dia 3 de março e custará US$ 299.

Abril
Neste mês, temos quatro lançamentos já confirmados: Sniper Ghost Warrior 3, que segue uma fórmula com pouco Far Cry com Sniper Elite, e traz um mundo aberto militar; Persona 5, o tão esperado RPG da Atlus que dará continuidade ao formato descontraído da franquia; Yooka-Laylee, jogo de plataforma dos mesmos criadores de Banjo-Kazooie; e Dragon Quest Heroes 2, continuação do game que transformou a série de RPG japonesa em um hack-and-slash estilo Dynasty Warriors.

Durante o primeiro semestre
Ainda sem data, mas previstos para o primeiro semestre, temos os aguardados: Outlast 2, Prey, Sea of Thieves, Uncharted: The Lost Legacy, South Park: A Fenda que Abunda Força e Sexta-Feira 13. A ideia é que esses títulos sejam lançados pelo menos até o final de junho.

Fonte: NZN

00:01 · 18.04.2016 / atualizado às 12:21 · 12.04.2016 por

Review escrito por Diego Borges, editor de capa Web

thedivisionA receita é simples: misture porções generosas de títulos como Assassin’s Creed, Watch Dogs e Far Cry, adicione pitadas de Destiny e pronto, você tem Tom Clancy’s The Division, o mais recente jogo da Ubisoft para Playstation 4, Xbox One e PC, e uma das melhores experiências em games que você terá neste primeiro semestre.

The Division coloca o jogador no meio de uma Nova York pós-apocalíptica. Em um ataque terrorista, onde um vírus mortal é colocado em cédulas de dólares na Black Friday, o feriado mais consumista dos Estados Unidos. É suficiente para que o patógeno se espalhe e mate milhares de pessoas rapidamente. Com a proliferação, diversos grupos com objetivos diferentes dominam a cidade em meio ao caos. É nesse cenário que a Division é acionada, com o objetivo de reconquistar a cidade, descobrir a origem do vírus e pôr fim à ameaça.

O game de tiro em terceira pessoa e essencialmente focado no modo para vários jogadores online desfaz qualquer desconfiança ainda no início, no Brooklyn, que funciona como um tutorial. A Ubisoft criou uma curva de aprendizado extremamente leve, em que o jogador é apresentado a todos os elementos do título sem deixar ninguém perdido ou entediado.

Após esses minutos iniciais, suficientes para prender a atenção até dos mais distraídos, o gamer é jogado no meio da ilha de Manhattan, onde precisa cumprir diversas missões e caçar colecionáveis, como todo bom jogo da Ubisoft. Os objetivos ajudam a descobrir mais detalhes sobre a infeccção e a vida dos moradores antes e durante o caos.

Elementos de RPG
Cada missão e inimigos abatidos rendem pontos de experiência que aumentam o nível do jogador, dando acesso a armas e equipamentos mais fortes e elaborados. Além disso, rendem pontos que permitem o desenvolvimento da sua base de operações, desbloqueando diversas habilidades extremamente úteis durante a aventura.

The Division exige uma boa e ininterrupta conexão à internet, mas você não é obrigado a jogar o tempo inteiro ao lado de companheiros mundo afora. Boa parte das missões podem ser completadas por conta própria. Num primeiro momento, parece bem conveniente jogar só. Mas à medida em que se alcança áreas mais difíceis no mapa, não contar com o apoio e a estratégia de outros parceiros torna tudo impossível, já que o nível de especialização e o número de inimigos também aumentam.

Um dos grandes destaques do jogo é a personalização. Do rosto do personagem aos detalhes dos equipamentos, tudo pode ser modificado. As armas e outros itens também possuem níveis e patamares de especialização e podem receber upgrades, como miras, pentes maiores e silenciadores, por exemplo. As habilidades permitem a elaboração de estrategias diferenciadas durante as missões com vários jogadores. Seu personagem pode ter habilidades mais defensivas, construindo escudos de proteção para a equipe, por exemplo; de cura, para ajudar aliados quando estiverem com problemas; ou ofensivos, com equipamentos que geram ainda mais danos aos inimigos. Lembrando que diferentemente de muitos jogos de tiros, um disparo na cabeça, apesar de gerar mais dano, não mata. Cada personagem e inimigo e possui uma barra de vida própria. Os oponentes comuns caem com poucos disparos, os mais elaborados precisam de uma quantidade quase incontável de munição.

No geral, as missões secundárias têm objetivos semelhantes: resgatar reféns, acionar geradores, garantir o abastecimento de água, acabar com negociações de armas, dentre outras. Entretanto, o nível dos inimigos, os cenários diversos e a variedade da sua equipe de aliados ajudam a diminuir a sensação de repetição, comum a títulos como Assassin’s Creed, por exemplo.

Como todo título da Ubisoft, The Division traz uma boa ambientação de uma cidade mergulhada no caos, mas a Nova York daqui não surpreende ou se destaca como a Chicago de Watch Dogs e Londres ou Paris da franquia dos assassinos.

Zona Cega
No meio de Manhattan, um região foi completamente isolada. Nessa área, chamada Zona Cega, os níveis de infecção são extremos e os inimigos, os mais mortais. Aqui, são encontrados os melhores equipamentos do jogo. O problema é sobreviver.

Diferentemente do resto do mapa de The Division, onde a cooperação comanda, na Zona Cega é cada um por si. Você pode trabalhar ao lado de aliados, mas a qualquer momento, eles podem trair, matar e roubar seus equipamentos. É claro que uma deslealdade dessa altura não sairia barata: o impostor fica marcado e é caçado por praticamente todos os jogadores na área, já que a “cabeça” desse inimigo rende muita experiência, equipamentos e dinheiro. Na ZC, confie desconfiando.

The Division acerta em ser complexo sem assustar jogadores iniciantes ou com poucas habilidades em shooters. Aos mais apressados, é possível apenas selecionar uma arma e sair atirando, assim como desmontar equipamentos, fundir, modificar, alterar habilidades e criar estratégias para superar os desafios, para os jogadores mais criteriosos. A generosa curva de aprendizado, as possibilidades de personalização e o foco na cooperação entre aliados compõem uma experiência imperdível aos gamers neste primeiro semestre.

Nota: 9

Pontos positivos: – Personalização

  • Multiplayer Online
  • Complexo, mas acessível

Pontos Negativos

  • Inimigos pouco variados
  • Missões podem ser repetitivas
07:40 · 13.04.2016 / atualizado às 07:40 · 13.04.2016 por

Zetsubou-No-ShimaDepois do DLC Der Eisendrache, os heróis Origins se encontram presos em uma remota ilha do Pacífico, que abriga um laboratório secreto de pesquisa biológica onde eram feitos testes com o elemento 115. Os jogadores irão enfrentar novos inimigos e armadilhas, e as clássicas missões secundárias de Zombies. Eclipse estará disponível primeiro no PlayStation 4 em 19 de abril de 2016.

Confira o trailer oficial

YouTube Preview Image

 

A DLC Eclipse inclui quatro novos mapas multiplayer – Spire, Rift, Knockout e Verge, uma re-imaginação de Banzai, mapa clássico de Call of Duty: World at War, além de Zetsubou No Shima, o mais recente capítulo da aventura Zombies em Call of Duty Black Ops III.

00:10 · 11.04.2016 / atualizado às 12:00 · 05.04.2016 por
Cena do game Dying Light The Following
Cena do game Dying Light The Following

Review por Alan Diniz, Editor assistente

Com o difícil desafio de garantir inovações que realmente fizessem valer o investimento dos fãs da franquia Dying Light, a expansão The Following consegue cumprir as expectativas e vai além do óbvio. Muito mais do que a adição de mapas e missões, a DLC traz novidades que a transformam em praticamente um novo game, consolida a marca como ótima opção de jogo na categoria de sobrevivência ao apocalipse zumbi e deixa a expectativa para uma sequência. O lançamento da Techland está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

O herói Kyle Crane permanece como personagem principal em The Following. A história começa quando um homem ferido chega à cidade de Harran e ele revela haver um local onde as pessoas conseguem ficar imunes ao vírus culpado por transformar os moradores em zumbis, voláteis e outras variações apresentadas no jogo. A partir de então o enredo se desenvolve com a jornada do protagonista em busca de respostas para descobrir se existe realmente uma cura.

O ambiente urbano de Dying Light repleto prédios altos é, então, substituído em The Following por uma ampla zona rural projetada com campos abertos, montanhas e poucas estradas de complicado acesso. Kyle Crane se envolve com os moradores com a intenção de entender como todos na região conseguem ficar livres do mal que assolou a cidade de Harran.

Diante da construção desse contexto é que o jogo é capaz de trazer novidades que ampliam a diversão ao mesmo tempo em que eleva o nível de dificuldade para a realização das missões. Na zona rural, o deslocamento entre os principais pontos do game é muito difícil de ser realizado a pé, pois a DLC traz um mapa muito maior em comparação com a primeira versão.

Em The Following, Kyle Crane ganha um buggy para utilizar enquanto explora a área. Se em Dying Ligth o protagonista era obrigado a percorrer aproximadamente 500 metros para conquistar cada objetivo, na expansão, o herói de Harran tem de se deslocar por cerca de 1 km ou mais entre os desafios apresentados.

A obrigação de utilizar o buggy, porém, não se torna cansativa. Principalmente para os fãs de jogos com amplas áreas para exploração, andar com o veículo pela zona rural é um atrativo especial da DLC. Com o decorrer das missões, o carro exige constantes consertos. O usuário também pode aperfeiçoar a estrutura, transformando um simples meio de transporte em uma máquina indispensável ao desenvolvimento do jogo e numa arma essencial para matar os zumbis espalhados pelo meio do caminho.

Outro ajuste importante assegurado pela expansão se refere às missões secundárias. Em Dying Light, é possível encerrar a campanha praticamente sem ter cumprido os objetivos adicionais. Em The Following, durante passagens diferentes do game, somente se consegue avançar na história depois de finalizar ações que não possuem relação direta com o enredo principal. Tal exigência premia aqueles que gostam de se envolver profundamente com todo o universo que envolve o jogo.

O desenvolvimento da história, embora se dê de modo mais lento de como aconteceu em Dying Light, consegue ser envolvente e ainda apresenta uma reviravolta que deixa todos ansiosos por uma continuação. The Following exige muito mais do jogador. Conhecer esse mundo a partir da expansão pode ser desestimulante pelo elevado grau de dificuldade. A DLC, no entanto, ao corrigir deficiências expressivas da primeira versão, tem potencial para fazer os fãs gostarem ainda mais do jogo, enquanto possui condições de despertar a curiosidade de quem não conhece a franquia.