Busca

Tag: Programa Espacial


13:52 · 23.01.2013 / atualizado às 13:52 · 23.01.2013 por

A Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou a finalização do seu Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), documento que estabelece as diretrizes e ações do Programa Espacial Brasileiro entre 2012 e 2021.

Pelo que estabelece o documento, busca-se, até 2016, concluir e consolidar diversos projetos em andamento, destacando-se os projetos dos satélites de recursos terrestres CBERS-3 e CBERS-4 – ambos em cooperação com a China, o foguete Cyclone-4, que será lançado a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (MA), o Veículo Lançador de Satélites (VLS), o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), do satélite Amazônia-1 e o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

No período de 2016 a 2021, denominado como fase de expansão, o alvo será o desenvolvimento de novos projetos de maior complexidade tecnológica, compreendendo a continuidade do programa Amazônia (AMZ-1B, AMZ-2), o desenvolvimento de um satélite meteorológico geoestacionário, o lançamento do segundo satélite de comunicação e o desenvolvimento do satélite radar de abertura sintética.

Segundo a AEB, o ano de 2013 será importante para o Programa Espacial Brasileiro. O quarto satélite da série CBERS, o CBERS-3 será lançado. O satélite é importante no monitoramento e na gestão territoriais.

Ainda em 2013, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado em Alcântara (MA), deverá ficar pronto para os lançamentos do VLS e do Cyclone-4. O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, localizado em Parnamirim (RN) também passará por reformas.  “Estamos propondo a modernização de boa parte da infraestrutura do CLBI e a recomposição de outra, utilizando a experiência que adquirimos no CLA. Os dois centros de lançamentos são considerados estratégicos”, conta em comunicado à imprensa o presidente da AEB, José Raimundo Coelho.

No novo PNAE, o aumento da participação da indústria nacional e a implantação de um programa de domínio de tecnologias críticas são as principais metas. A formação e capacitação de pessoal e a ampliação da cooperação internacional também são temas prioritários.