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Tag: smartphone


07:05 · 19.09.2017 / atualizado às 07:05 · 19.09.2017 por
LG Prime Plus também pode precisar ir para uma assistência técnica

Os brasileiros conferem o celular 78 vezes diariamente. É o que diz uma pesquisa realizada com 2 mil pessoas entre 18 e 55 anos pela consultoria Deloitte. Com tanta intensidade no uso, é necessário que o aparelho esteja apto a cumprir as necessidades dos usuários. Por isso, aqueles que apresentam lentidão ou outros problemas, talvez não sirvam mais para aguentar o tranco do cotidiano.

Mas quando é a hora certa de levar ao suporte técnico? Para tirar essa dúvida, consultamos a plataforma nerd2.me, startup que funciona como um Uber dos técnicos de TI. Confira:

Travamento
Memória insuficiente por excesso de apps e arquivos armazenados, interferência no sistema operacional por programas como Root (Android) e JailBreak (iOS), atualizações de aplicativos, vírus, programas rodando em segundo plano ou no fundo de tela, como por exemplo, papéis de parede animados, são algumas das razões para que seu dispositivo deixe de funcionar repentinamente. Esses são alguns dos principais motivos para resolver levar o objeto a um especialista que o deixará como novo.

Bateria não dura
Hoje em dia o telefone não serve apenas para realizar ligações, mas também para tirar fotos, fazer vídeos, ouvir música, atualizar as redes sociais e se comunicar por mensagens com a lista de contatos. Tudo isso exige bastante da bateria. Aprender com um especialista a manter seu celular funcional e gerenciar o consumo de energia desligando configurações de Wi-Fi, Bluetooth e GPS, atualizações frequentes, redução de brilho da tela e widgets são soluções mais baratas do que substituí-lo.

Desliga sozinho
Algumas causas desse problema podem ser excesso de calor, conflitos de hardware ou software ou ainda peças mal encaixadas. Outro sintoma é quando o aparelho não carrega, mesmo estando horas ligado à tomada, pode ser resolvido simplesmente com a troca do cabo do carregador ou com a limpeza da entrada da fonte de energia.

Comportamento estranho
Não é incomum ver donos de smartphones perdendo a cabeça com seus aparelhos. Muitas pessoas chegam a ‘maltratar’ fisicamente seu celular quando ele começa a ter um comportamento ‘rebelde’: programas às vezes não abrem, param do nada, não atualizam e até reiniciam o smartphone tornando praticamente impossível usá-lo.

Se algum destes problemas ou todos aparecerem é bom procurar uma assistência técnica.

07:06 · 14.09.2017 / atualizado às 07:07 · 14.09.2017 por
iPhone 5s

Você sabia que os produtos eletrônicos são uma das categorias favoritas entre brasileiros e latino-americanos no eBay. Em 2016, o eBay vendeu mais de 300 mil smartphones na América Latina, mas, qual o smartphone favorito no Brasil? E no México? Argentina?

Abaixo vamos mostrar os dados mais recentes sobre compras de iPhone no eBay e os smartphones favoritos de cada região.

Dados sobre iPhone no eBay:
Número de iPhones vendido por hora:
Brasil: 2
Argentina: 3
México: 5

iPhone mais popular em 2016 no eBay
Brasil: iPhone 5s (27% do total de compras)
Argentina: iPhone 5s (40% do total de compras)
Mexico: iPhone 5s (26% do total de compras)

Venda total de iPhone de janeiro até agosto de 2017
Brasil: 7,874 iPhones vendidos
Argentina: 5,712 iPhones vendidos
México: 12,635 iPhones vendidos

Os iPhones vendidos em todo o mundo em 2016: 2,430,462

Smartphone favoritos na América Latina
Top 5 smartphones mais vendidos no Brasil:
iPhone – 21,192 vendidos
Outros – 15,699 vendidos
Samsung – 4,455 vendidos
Motorola – 1,895 vendidos
LG – 1,339 vendidos

Top 5 smartphones mais vendidos na Argentina
iPhone – 25,977 vendidos
Outros – 22,977 vendidos
Samsung – 15,081 vendidos
Motorola – 6,602 vendidos
LG – 6,469 vendidos

Top 5 smartphones mais vendidos no México
Samsung – 51,923 vendidos
iPhone – 41,194 vendidos
Outros – 39,925 vendidos
LG – 22,864 vendidos
Motorola – 18,787 vendidos

São números impressionantes. Realmente não acreditava que tanta gente assim comprava não só iPhones, mas qualquer tipo de smartphone em sites como eBay, AliExpress e outros do gênero. Não só pela insegurança de que se vai receber ou não. Há sempre o perigo do extravio, mas também ele poderá ser taxado, pode vir quebrado. Além disso, se você não cuidar de analisar bem o vendedor, ainda pode receber um tijolo ou similar ao invés do seu smartphone. Aí, o barato vai sair bem caro.

>>>Psicóloga paga por iPhone 6 e recebe tijolo

Óbvio, tudo isso pode ocorrer até em lojas online conhecidas, ainda mais agora que começaram os marketplaces em redes grandes nacionais. O marketplace é aquela reunião de lojas de terceiros que ficam dentro de um gigante do varejo como a Casas Bahia, por exemplo. São ótimas ideias, mas algumas vezes já vimos problemas de compras que não eram, digamos assim, exatamente o que o cliente pagou, não é mesmo?

06:54 · 11.09.2017 / atualizado às 06:55 · 11.09.2017 por
O possível iPhone 8 ou iPhone Pro ou iPhone X, nome mais cotado

Reforçando rumores bem antigos de que o iPhone de comemoração dos 10 anos do smartphone da Apple (iPhone X) custaria algo em torno de US$ 1.000 nos EUA, Debby Ruth, vice-presidente sênior da firma de consultoria Frank N.Magid Associates, o iPhone especial, afirmou que o aparelho cruzará uma nova fronteira e fará as pessoas pensarem melhor.

O iPhone sempre foi considerado um aparelho “premium”, mas agora, esta versão comemorativa está levando este conceito diretamente a um prêmio bem superior: a do luxo, oficialmente.

Para se ter uma ideia, o iPhone de luxo custará tanto quanto o MacBook Air de entrada. Um total absurdo.

Por enquanto isso são apenas rumores, mas nesta terça-feira, 12, saberemos a verdade. Inclusive se o nome do aparelho será mesmo iPhone X, o rumor mais forte.

E você? Estará disposto a pagar quase US$ 1.000 por um telefone celular inteligente?

09:39 · 29.08.2017 / atualizado às 10:00 · 29.08.2017 por
Usuários do Samsung Galaxy S8 são alguns, do sistema operacional Android, que podem sofrer com estes problemas

Não importa com qual plataforma social, de música ou armazenamento em nuvem você esteja mais acostumado, todas têm uma coisa em comum que é a capacidade de aniquilar o seu smartphone Android. A Avast, empresa global de produtos de segurança digital, publicou seu Relatório Trimestral Avast de Tendências e Desempenho dos Aplicativos Android do primeiro trimestre de 2017 para ajudá-lo a navegar nos turbulentos mares digitais, para poder descobrir quais aplicativos estão drenando seu celular.

Baseado numa pesquisa detalhada, o relatório identifica os 20 aplicativos considerados os mais ‘sugadores’, pela combinação do seu impacto na duração da bateria, capacidade de armazenamento e uso do plano de dados. Com as informações de mais de 3 milhões de usuários do Android, o relatório mapeia os piores infratores e os novos que entraram nas listas, incluindo um trio de recém-chegados do Google, que são o seu Play Music, o Talkback e o app Docs. Os experientes Facebook, Instagram e Amazon ilustram os gráficos mais uma vez por gastarem armazenamento.

 

Lista 1 – Apps que mais sugam bateria de usuários

Spotify e Snapchat deixaram a lista dos 10 mais sugadores depois de duas medidas. Já o Google Docs entrou e já chegou ficando no 2º lugar.

Lista 2 – Apps que mais drenam bateria na inicialização do smartphone Android

Lista 3 – Apps não proprietários que mais drenam sua bateria na inicialização do smartphone Android

Deixando de lado os aplicativos pré-instalados já citados acima, Facebook, WhatsApp e WeChat são também os maiores drenos nessa categoria. No caso do Facebook e seu aplicativo de mensagens, você ainda pode desinstalar e usar a versão apenas web para ajudar a economizar recursos.

Lista 4 – Apps usados por usuários que mais drenam a bateria dos smartphones Android

O editor de vídeo integrado da Samsung se tornou o segundo aplicativo que mais drena a bateria. Ele exige processamento intenso (CPU) e recursos de vídeo (GPU) do seu telefone para editar e adicionar efeitos aos seus vídeos. Nenhuma surpresa aqui: Spotify, Netflix e Snapchat continuam a ser drenos pesados e eles usam mais recursos que seu navegador ou aplicativo de e-mail.

Lista 5 – Apps de armazenamento que mais drenam a bateria de smartphones Android

O Spotify voltou à lista de maiores consumidores de armazenamento que são executados ativamente pelos usuários. Você pode limpar as músicas ou listas de reprodução que não ouve mais para ajudar a gerenciar isso. Aplicativos encontrados no relatório do ano passado, como o aplicativo Jehovah’s Witnesses, JW Library e o leitor de gibis Comico, não estão mais na lista. A novidade da lista é o Photo Grid, um editor de imagens com efeitos, que pode ser usado para adicionar efeitos a seus selfies ou fotos.

Lista 6 – Apps que mais consomem tráfego de dados e que são executados na inicialização

Alguns aplicativos consomem seu volume de dados móveis mesmo se não estiverem sendo utilizados ativamente. A mais recente lista dos “Top 10” mostra o Facebook e Instagram, seguido pelo Yahoo! JAPAN como os três maiores usuários de dados, e o Weather Channel também aparece novamente. Considere desativar esses aplicativos ou remover sua atividade em segundo plano para ajudar a gerenciar o uso do seu plano de dados quando você não estiver conectado à Wi-Fi.

Lista 7 – Apps maiores consumidores de tráfego de dados executados pelos usuários

Netflix ainda está no topo da lista de aplicativos que nossos usuários executaram ativamente nesse trimestre, seguido pelo Spotify e Snapchat. Amazon App for Android tablets também usa muito tráfego, por isso, usar a Wi-Fi em vez do plano de dados é aconselhado.

Lista 7 – Apps de jogos que mais consomem a bateria

Jogos 2D simples, como Candy Crush Saga ou Soda Saga, continuam nas primeiras classificações nessa lista como os jogos que mais consomem recursos no Android. Essa lista não mudou muito desde que a série de relatórios sobre aplicativos da Avast foi lançada, há quase 3 anos. Duas exceções notáveis são o Piano Tiles 2 e Hill Climb Racing, que esgotaram a bateria de do dispositivo de teste da Avast, um Samsung Galaxy, em menos de 3horas30minutos, apesar dos gráficos muito simples.

Curiosidades

Uma série de novos aplicativos entraram nos gráficos pela primeira vez neste trimestre, incluindo:

Google Talkback: Na liderança entre os recém-chegados em aplicativos que são executados no start-up, o Talkback é ativado por vários aplicativos de terceiros, o que significa que ele pode permanecer ligado até mesmo depois de você reiniciar seu dispositivo

Google Play Music: Os bloqueadores de anúncios parecem ser uma causa da drenagem de desempenho desse aplicativo de música

SHAREit: Projetado para compartilhar arquivos através de Wi-Fi de um dispositivo para outro, este popular aplicativo Lenovo depende do Wi-Fi, tornando-o o quarto que mais consome o desempenho quando executado pelos usuários

Google Docs: Este simples aplicativo de editor de texto é o segundo em drenagem de desempenho executado por usuários em dispositivos Android, drenando-os ainda mais quando conectado diretamente ao Google Drive via 3G e Wi-Fi

Samsung Media Hub: Embora descontinuado em 2014, o ranking deste aplicativo é basicamente devido aos dispositivos Samsung mais antigos o possuírem pré-instalado. Os usuários devem removê-lo e substituí-lo com a mais nova versão disponível para eles

Piano Tiles 2: Testes executados em um Samsung Galaxy S6 revelaram que o aplicativo conseguiu drenar a bateria inteira em menos de 3 horas e meia de uso consistente

Menções notáveis vão para os próprios aplicativos do Google. Um total de oito aplicativos são destaque nas 10 principais listas de aplicativos de inicialização e executados pelo usuário. A Samsung também tem um papel destacado, com sete de seus aplicativos aparecendo nas tabelas. O fato de que as ofertas do Google e da Samsung são muitas vezes pré-instaladas na maioria dos dispositivos Android pode desempenhar um papel nisso. Quando se trata de mensagens instantâneas, o ChatON, o Google Hangouts e o LINE: Free Call & Messaging são o trio problemático que encontra a fama nas listas dos Top 10.

O título de “Mais Aperfeiçoado” deste trimestre é compartilhado entre a ferramenta de mensagens Snapchat, o gigante das redes sociais Facebook e o gigante de transmissão de música Spotify. Tendo anteriormente ocupado três das quatro principais posições dos aplicativos de drenagem de desempenho executados por usuários e de inicialização, essas empresas fizeram um esforço coordenado neste trimestre para melhorar. A Musical.ly também merece uma menção por escapar das listas dos pesos-pesados em armazenamento, já que não aparece em nenhuma delas.

“As estatísticas do setor mostram que as vendas de smartphones cresceram 9,1% no primeiro trimestre deste ano e os dispositivos Android continuam a dominar a participação no mercado. Os smartphones acessíveis, no entanto, podem comprometer recursos como armazenamento do dispositivo, para que a experiência do usuário seja cada vez mais importante, e então fica crítico o modo como os aplicativos afetam o desempenho do telefone”, disse Gagan Singh, SVP e GM Mobile Business da Avast. “Para muitos de nós, os smartphones são o principal dispositivo em nossas vidas diárias. Saber quais dos nossos aplicativos favoritos são os que mais prejudicam a vida útil da bateria, o uso de dados e o armazenamento é importante para que possamos gerenciar qualquer coisa que usemos regularmente em nossos telefones”.

Metodologia
O Relatório Avast de Tendências e Desempenho dos Aplicativos Android foi baseado numa amostra de dados agregados e anonimizados de mais de 3 milhões de usuários do Android em todo o mundo. Os dados de aplicativos incluídos neste relatório cobrem um período de janeiro de 2017 até março de 2017 e só inclui aplicativos do Google Play para os quais a Avast observou um tamanho de amostra mínimo de 50.000 ocorrências de uso.

07:38 · 23.08.2017 / atualizado às 08:25 · 23.08.2017 por
Descontos no valor original do iPhone 7 podem ser encontrados no mercado online

Os consumidores que conseguiram controlar a ansiedade e esperam o melhor momento para comprar o iPhone 7, já podem encontrar o smartphone da Apple até 20% mais barato nas lojas online, segundo levantamento realizado pelo Cuponomia, portal que reúne ofertas e cupons de descontos para compras online.

Lançado em novembro de 2016 por R$ 4.299,00, o iPhone 7 de 256GB pode ser encontrado, atualmente, por R$ 3.431,12 no e-commerce. Enquanto o modelo de 32GB, antes com o preço de R $3.499,00, pode comprado até por R$ 2.815,12. Já o iPhone 7 Plus 32GB, divulgado no valor de R$ 4.099,00 pode ser adquirido partir de R$ 3.549,00 nas lojas virtuais.

O iPhone 7 Plus segue com preço em alta, mas pode ter queda similar com a proximidade do lançamento dos novos modelos da Apple

Diferença de preços nas lojas físicas
De acordo com a pesquisa feita pelo site Cuponomia, o preço do iPhone 7 nas lojas físicas pode ficar até 18% maior em comparação ao e-commerce. O modelo de 32GB, disponível no site da Magazine Luiza por R$ 2.815,12, não sai por menos de R$ 3.399,00, no varejo físico. Na Saraiva online, o celular está à venda por R$ 2.999, enquanto na loja física custa R$ 3.899,00.

Segundo o Cuponomia, a diferença nos valores acontece devido à alta competitividade do e-commerce, que favorece as promoções para pagamentos à vista e o uso de cupons de desconto oferecidos pelas lojas online para abater o preço dos produtos em campanhas mais segmentadas.

A pesquisa analisou os preços de aparelhos iPhone 7, modelos 32GB, 128GB e 256GB, em 15 lojas do e-commerce e lojas físicas como Magazine Luiza, Casas Bahia, Saraiva e Lojas Americanas, no período de 16 a 18 de agosto de 2017. Os preços e disponibilidade dos produtos anunciados pelas lojas estão sujeitos a alteração sem aviso prévio.

00:32 · 21.08.2017 / atualizado às 12:11 · 21.08.2017 por
Novos planos para o uso do iCloud. Melhorou, mas segue inferior ao Google Drive

Só quem já perdeu alguma coisa sabe o quanto é doloroso. E eu não falo apenas daquele fone de ouvido preferido que se encaixa perfeitamente na sua orelha. Perder aquela pasta inteira de fotos do casamento ou, pior ainda, perder simplesmente tudo que existe no seu computador é uma mágoa que perdura por anos. Quem nasceu no final da década de 80 e começo de 90, ainda deve lembrar dos famigerados disquetes, onde as pessoas copiavam seus arquivos para transporte ou mesmo para fazer cópias de segurança. Mas as tecnologias evoluíram. Hoje, a maneira mais fácil (e rápida) de guardar informações e proteger os seus documentos é na nuvem. Mas ainda tem muita gente que não sabe exatamente o que é a nuvem, ou melhor ainda, em qual “céu” ela fica.

Na informática, o conceito de nuvem é simplesmente tudo que está na Internet. Os seus e-mails e os sites que você acessa estão na nuvem, por exemplo. Dos grandes dos serviços de armazenamento, foi o Box, em 2005, que lançou o primeiro serviço de hospedagem de dados online. Vendo que o modelo de negócio era interessante e poderia, no futuro, dar bons lucros, os estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Drew Houston e Arash Ferdowsi, lançaram, em junho de 2007, o DropBox, hoje um gigante do armazenamento virtual.

Com a promessa de 2GB de hospedagem online, o serviço da empresa dos estudantes se tornou sucesso entre os internautas. A publicitária Thalyta Magalhães não conhecia o serviço, mas hoje não vive sem. “Eu recebi o convite de um amigo e passei a usar depois que vi como era prático”. Ela conta que para editar as fotos em programas profissionais, antes tinha que conectar sempre o celular no computador para passar os arquivos. “Agora o celular manda as fotos pro DropBox e quando eu ligo o computador elas já estão lá. Eu não preciso fazer nada”, explica.

Percebendo que a nuvem seria a próxima revolução no mundo da informática, a Microsoft lançou, apenas dois meses depois do DropBox, o SkyDrive, hoje conhecido como OneDrive, outro dos grandes serviços de nuvem pessoal. Apesar de oferecer o serviço gratuitamente em suas contas, a nuvem da empresa de Bill Gates tem ganhado seguidores com seus pacotes de 1TB por preços supercompetitivos.

O hobby da assistente social Luciene Cavalcante ocupa muito espaço em seu computador. A ex-funcionária pública gosta de tirar fotos e cada clique na câmera profissional produz um arquivo de aproximadamente 10mb. “Eu geralmente tiro 50 fotos em um ensaio, só aí já são 500mb. Ela esclarece que a versão gratuita do OneDrive tem atendido bem suas necessidades. “Nesses 30GB eu guardo as coisas principais, aquilo que eu tenho mais medo de perder sabe?”.

O professor Rodrigo Dantas também não conhecia “as nuvens”. Ele revela que já tinha o serviço e nem sabia. “Eu tinha comprado uma licença do Office pro meu irmão e nem sabia que a versão que eu paguei dava direito à mais quatro usuários e muito menos que cada um tinha direito à 1TB de espaço”. O enfermeiro recorda que um amigo foi fazer manutenção em seu computador e descobriu por acaso. “Ele me perguntou se eu tinha uma licença do Office e eu falei que tinha a do meu irmão. Quando eu entreguei a caixa pra ele veio a surpresa”.

A nuvem veio em um bom momento para Rodrigo. Ele explica que já teve problemas com o HD de uma máquina relativamente nova, de apenas três anos. “Na época eu perdi simplesmente tudo”. Hoje, o profissional da saúde explica que não tem mais esse problema. “Eu uso pra salvar tudo que tem no computador, se der algum problema, tá na nuvem”. Como também é professor, Rodrigo explica que fazer coisas no computador e ter o conteúdo em seu tablet é muito prático. “Antes eu tinha que salvar e enviar por e-mail pra mim mesmo. Se eu fizesse alguma alteração, tinha que enviar de novo”. Ele esclarece que os R$ 60 que pagou pela licença compartilhada de um ano da versão Home vale cada centavo. “Quando acabar vou comprar de novo!”, promete.

Inovação
Dona de um ecossistema bem completo, a Apple não poderia ficar sem o seu serviço armazenamento virtual. Em outubro de 2011, o iCloud foi liberado para todos os usuários que tinham uma conta da Maçã. O diferencial seria os backups automáticos dos dispositivos e a integração que o sistema ofereceria aos usuários em todos os seus aparelhos. A aposentada Maria Lima adora a forma como o aplicativo Fotos trabalha. “Eu tiro uma foto no celular e quando eu chego em casa já está no tablet. Se eu tirar com o tablet, em poucos segundos está no celular, é muito fácil”.

A empresa da Maçã ainda inovou mais uma vez. Em 2013, a companhia ressuscitou o antigo Keychain do MobileMe, que havia sido deixado de lado com a chegada do iCloud, em 2011. Com um novo nome, a novidade das “Chaves do iCloud” era que as senhas de redes sem fio ou digitadas em sites nos dispositivos da Maçã também eram guardadas no serviço online e sincronizadas automaticamente entre os aparelhos. O administrador Francisco Leite usa o serviço direto. Como viaja muito, o gerente de contas se conecta em pelo menos 10 redes em fio diferentes por mês. “O Keychain facilitou muito o meu dia-a-dia. Sempre que vou à um hotel novo, eu digito a senha apenas no celular. Quando chego no quarto, o tablet e o computador já estão conectados e com os meus e-mails mais recentes, é ótimo”.

For Business
Para não ficar pra trás, em 2012, o Google disponibilizou o Google Drive. Mas a dona do Gmail percebeu que o mercado coorporativo seria um nicho em potencial e lançou também o Google Apps for Business, hoje conhecido como G Suite. Alexandre Porto, gerente de tecnologia da informação da Tijuca Alimentos, apostou na nuvem e migrou e-mails e arquivos para os servidores do Google. “Hoje não temos mais nem suíte de aplicativos pra escritório nos computadores, está tudo na nuvem”. O gestor explica que a independência entre unidades foi o primeiro fator que levou a decisão já que antes, todas as filiais se conectavam à matriz para fazer uso dos arquivos compartilhados. “A gente teve um bom exemplo disso no primeiro dia após a migração, a matriz teve uma pane elétrica e todas as filiais continuaram trabalhando normalmente”.

Alexandre conta que a colaboração mudou a forma como os funcionários trabalham, aumentando muito a produtividade. Ele explica que os arquivos locais só podiam ser acessados por um usuário por vez e que as outras unidades recebiam planilhas por e-mail, o que mudou com a nuvem. “Hoje temos condição de trabalhar de forma simultânea nos mesmos documentos, mesmo em unidades diferentes, sem ter nenhum atraso e nenhuma perda de dados”. O gestor explica que a suíte do Google ainda permite um maior nível de controle. “Eu consigo saber exatamente quem fez o que, aonde, como e quando, é segurança”.

Segundo Alexandre, outro motivo foi a comunicação pela nuvem, que acabou aproximando não só os funcionários, mas as unidades, que ficam em torno de 70km de distancia uma da outra. “Hoje a gente não precisa se locomover para fazer uma reunião, é cada um na sua unidade”. Por fim o gerente de TI explica que o principal motivo da mudança foi a segurança das informações. “É mais fácil o hacker invadir a Tijuca ou invadir o Google? Eu acho que é mais fácil invadir a Tijuca”. O gerente pontua que o ganho maior foi a tranquilidade de saber que os dados da empresa estão bem guardados e melhor protegidos do que localmente.

Rodrigo Salvo, especialista em segurança da informação, tem uma opinião similar e acredita que a adoção da nuvem como uma camada de proteção pode ajudar a impedir o comprometimento de dados durante ataques. “As empresas têm que pensar em segurança como plataforma, e a nuvem pode ajudar a deixar os ambientes menos vulneráveis”, diz. Alexandre está contente com o resultado e não se arrepende da migração. “O nível de satisfação de todos os usuários da empresa é muito grande”, finaliza.

Pagar vale?
O diferencial do Google são os seus espaços de armazenamento, que chegam aos absurdos 30 Terabytes. Para ter acesso à esses “hectares” de espaço virtual, entretanto, o usuário precisa desembolsar mensalmente R$ 1.049,99. Mas a criadora do Android, assim como suas concorrentes, também tem uma opção gratuita. Ao fazer uma conta do Gmail, você ganha 15GB para dividir entre o correio eletrônico e o Drive.

A vantagem da nuvem da subsidiária da Alphabet é que o Google Fotos, parte do sistema que trata as imagens, oferece espaço ilimitado para as fotos tiradas com o smartphone. Em comparação ao que a Microsoft oferece, o Google cobra R$ 350 por ano para dar direito ao mesmo 1TB que os usuários do Office 365 Home têm por aproximadamente R$ 60.

Apesar de ter o melhor custo benefício nas versões pagas, a conta grátis da Microsoft já foi melhor. Na época do SkyDrive, a empresa de Bill Gates chegou a oferecer 25GB para quem se cadastrasse no serviço. Pouco tempo depois, reduziu o espaço para 15GB, mas oferecendo um bônus de 15GB para quem usasse o envio automático de fotos para a nuvem da empresa. Em outubro de 2014, o OneDrive chegou a oferecer espaço ilimitado para os assinantes, mas a promoção foi cancelada pela empresa apenas um ano e um mês depois, alegando que as pessoas estavam abusando do termo “ilimitado”. Quem faz uma conta da Microsoft hoje recebe “apenas” 5GB, o mesmo que a versão sem custos da Apple que, a partir do iOS 11, permitirá o compartilhamento do espaço comprado, algo ainda não disponível nas outras empresas.

Mega
Pouco conhecido, e talvez por isso pouco utilizado, o Mega oferece hoje a melhor opção gratuita: 50GB de espaço. Sua versão paga porém, não é muito atrativa, já que cobra €$ 99, hoje cerca de R$ 380, por 1TB. Apesar de oferecer 10GB de graça, o pioneiro Box tem o pior valor pago, cerca de R$ 500 por míseros 100GB.

11:57 · 22.06.2017 / atualizado às 14:08 · 22.06.2017 por
Now agora também para usuários que não querem ter a TV por assinatura da Net ou da Claro

Com mais de 35 mil títulos, o serviço sob demanda Now, que antes era exclusivo de clientes Net e depois também da Claro, agora poderá ser contratado por usuários que não querem TV por assinatura, mas desejam ter acesso a programação de filmes, séries, shows, entre outros produtos disponíveis, e até mesmo filmes que saíram há 30 dias dos cinemas ou que estrearam há 50 dias nas melhores salas do Brasil. Este serviço custará R$ 19,90 (se optar por contratar também algum pacote de internet banda larga fixa) ou R$ 39,90 (sem internet banda larga fixa Net) por meio de instalação de um decodificador da Net.

Também há o serviço para os clientes Claro por site na internet (acesso por computadores) ou através de aplicativos (para tablets e smartphones). Se o usuário Claro tiver acesso aos pacotes Telecine e HBO, a programação dos mesmos poderá ser assistida sem nenhum custo, pois o Now vai identificar o plano do assinante.

Clientes da Claro e Net tem acesso ao conteúdo exclusivo do Now Online. Até mesmo usuários pré-pagos da telefonia móvel Claro terão acesso a este serviço.

Pagamento

Para pagar não é preciso ter um cartão de crédito ou débito cadastrado. Após baixar o filme lançamento a cobrança será feita na fatura do mês do cliente.

00:01 · 20.02.2017 / atualizado às 13:17 · 13.02.2017 por
Enquanto não há nada oficial, imagens como essa, de um possível novo iPhone, irão circular pela web

Há 10 anos, Steve Jobs surpreendia o mundo com um celular totalmente novo com um ecossistema completo que se juntava a um belo design, tela touchscreen, hardware e softwares que funcionam perfeitamente juntos e claro, a internet. O smartphone foi praticamente criado quando Jobs apresentou o iPhone. Tudo isso junto fez do aparelho um dos maiores objetos de desejo dos tempos modernos.

E olha que, apesar de hoje já existirem smartphones rodando Android com configuração até, ao menos numericamente, superior ao aparelho da Apple, o iPhone segue sendo o smartphone mais vendido quando falamos de um produto só.

Segundo o relatório oficial do trimestre fiscal da Apple em 2016, os novos iPhones tiveram um total de US$ 78,4 bilhões em unidades vendidas durante o trimestre de fim de ano em comparação aos US$ 75,9 bilhões de seus antecessores em 2015.

Vale notar também que boa parte das vendas do aparelho não vieram de território norte-americano, mas sim de fora dele. No total, as vendas internacionais representaram 64% de toda a receita do trimestre.

O relatório financeiro informa que foram vendidos 78,3 milhões de iPhones no trimestre. O preço médio de venda para cada iPhone foi de US$ 695 na comparação com US$ 691 registrados um ano antes.

Mas o que se pode esperar de um smartphone assim depois de 10 anos? O que ainda é possível inovar? Como superar a ainda gritante falta que Steve Jobs faz para a Apple – se que é que faz mesmo? Para tentar responder a todas a estas perguntas convocamos 4 especialistas no assunto. A partir de agora, eles vão tentar nos ajudar a desvendar este mistério.

O que esperar do iPhone 10 anos?

Rafael Fischmann em um lançamento de iPhone no exterior

Segundo Rafael Fischmann, fundador e editor-chefe do MacMagazine.com.br, o iPhone, assim como todos os smartphones topos-de-linha no mercado, já chegou a um platô tal que dificulta muito novas revoluções. “O que temos visto nos últimos anos, seja da Apple ou das suas principais concorrentes, são muitas evoluções. Mas não é que revoluções não possam vir por aí, é claro: uma que se fala sobre o iPhone seria algum tipo de sistema de recarga totalmente sem fio e por proximidade, em vez de posicioná-lo numa base e recarregá-lo por indução como já fazem alguns aparelhos com Android. É algo que ninguém fez ainda, por isso é uma grande aposta para os dez anos do iPhone; ao mesmo tempo, é apenas um rumor e alimentar expectativas com relação a algo assim pode gerar uma grande decepção em consumidores caso o recurso não venha no anúncio oficial da Apple”.

De acordo com Sérgio Miranda, jornalista especializado em Apple há 17 anos e apresentador do canal de YouTube Loop Infinito, o principal problema em tentar adivinhar o que o iPhone deveria ter ou não em sua próxima geração é que existem tantos boatos circulando ao mesmo tempo que fica difícil encontrar o que realmente importa como inovação em primeiro lugar. “O iPhone em si foi revolucionário pois mudou completamente o jeito como interagimos com o celular do passado. Ele tornou todos os aparelhos mais inteligentes, conseguindo criar um ecossistema que é copiado e invejado por muitas empresas. Ao completar 10 anos, o iPhone só precisa continuar evoluindo e trazendo funcionalidades que tragam inovações para a nossa vida”.

Eduardo Marques, editor MacMagazine.com.br, também fala que há muitos rumores no mercado sobre o iPhone de 10 anos. Entre eles Marques cita mudanças no design do aparelho (que voltaria a ter uma estrutura de vidro com bordas em aço inoxidável), melhorias pontuais no sistema de câmeras, tela do aparelho sem margens (ou seja, ocupando praticamente toda a parte frontal do aparelho) e sensor de impressão digital incorporado à tela. “Talvez, porém, a inovação mais aguardada — eu me incluo nessa — seja o tão falado carregamento sem fio e sem contato. Na prática, você entraria em um local (seu quarto, por exemplo, onde o recarregador está ligado à energia) e o iPhone já começaria a ser recarregado. Imagine essa tecnologia espalhada por cafeterias, restaurantes, aeroportos… seria o fim do problema das baterias em smartphones, já que você estaria recarregando o aparelho em diversos momentos do dia de forma automática (e sem fio/contato, ou seja, podendo utilizar o aparelho ao mesmo tempo)”.

Paulo com vários equipamentos da Apple

Para Paulo Guedes, especialista de produtos no Zoom, há muitas especulações como um headset de realidade virtual. Também há muitos rumores de que recursos das versões antigas que foram retirados e que os usuários gostavam possam voltar. “Além disso, há expectativas sobre novidades na câmera e na chegada de um novo iOS. Outra hipótese é se serão lançados mais modelos com diferentes armazenamentos internos. Talvez essa seja uma estratégia para ter mais chance de disputar mais preços no mercado”, afirmou Guedes.

Morte de Jobs e adeus criatividade
Quando questionados sobre se a morte de Steve Jobs foi o fator para o fim da criatividade da Apple, o trio discorda que tenha sido o fim da criatividade da empresa. Para Fischmann, Jobs é insubstituível, mas a Apple é e já era muito mais do que ele antes de sua morte. Ele reforça sua teoria dizendo que muitos dos que estão lá, principalmente no alto escalão de executivos da empresa, foram escolhidos a dedo pelo próprio Jobs e trabalharam junto a ele, diariamente, por anos. Além disso, o fundador do MacMagazine também defende Tim Cook, muitas vezes criticado pela imprensa e fãs. “Uma das grandes diferenças entre Steve Jobs e Tim Cook é que Cook é muito mais CEO do que era Jobs, um cara de produto/design. Um CEO não necessariamente precisa se envolver nesses aspectos como Jobs fazia; Cook faz muito bem o trabalho a que cabe a ele, e o melhor que podemos esperar é que ele tenha à sua volta as melhores pessoas do mundo para cuidarem da criação de produtos”.

Para Miranda, Steve Jobs não era nem o criativo da Apple, apesar de ser uma pessoa que sabia o que um produto deveria ter ou não só de olhar para ele. “A criatividade sempre foi um atributo de muitas outras pessoas, que mostravam os produtos para Jobs, que conseguia, com um senso único, dizer o que prestava e o que não prestava, e daí o projeto seguia. Hoje, essa pessoa não existe mais, não que a criatividade e a inovação não continuem presentes nas pessoas que continuam trabalhando lá”.

Sérgio Miranda com o iPad 3 comprado após horas de fila em Nova York

O apresentador do Loop Infinito, ao contrário de Fischmann, ele não defende Cook. Na visão de Miranda, Cook se preocupa demais com os resultados e não com o produto em si. “Tim Cook é um excelente homem de números, não se pode exigir dele mais do que isso. Jobs não se importava com os números – não que ele fosse contra o lucro ou a grana, não é isso – mas sua preocupação maior era com o produto e como ele iria mudar a vida das pessoas. As vendas eram consequências dessa visão, e não do que as pessoas querem que o iPhone tenha”, afirmou.

Já Marques considera que Jobs foi um gênio e que, com ele no comando, a Apple revolucionou vários mercados (e não só o de smartphones). Porém, não se pode comparar muito os estilos de liderança de Jobs com Tim Cook, pois são bem diferentes e isso não quer dizer o fim da inovação. Apesar de ressaltar que Jobs participava muito mais da criação/concepção de produtos. “A empresa tem uma equipe muito talentosa e, ainda que não tenha uma mente unificadora/ditatorial apontando o caminho das pedras, acredito que a união desses talentos ainda renderá muitos frutos. A cultura de Jobs (foco em simplicidade, produtos de qualidade, relevância no design, entrar apenas em mercados nos quais você pode realmente contribuir, etc.) está enraizada na Apple e eu ainda aposto minhas fichas na empresa. O tempo dirá”.

Guedes acredita que, se olharmos do ponto de vista de inovação, é possível concordar que a era de Jobs era marcada por lançamentos muito mais surpreendentes e que impactavam muito mais o mercado. Embora seja necessário lembrar que o mercado era muito diferente e que as fabricantes de smartphones hoje já investem muito mais em inovações, o que tornou esse mercado muito mais competitivo. “Um dos grandes feitos da era do Tim Cook foi a abertura para o mercado e o firmamento de milhares de parcerias com empresas de software e desenvolvimento. Ele é mais fácil de lidar e isso fez a empresa crescer muito por meio dessas parcerias. Outra coisa é que ele não tem tanto medo de experimentar as coisas e o Steve era mais conservador, mas o ponto é que, por mais conservador que eles fosse, quando chegava a hora de mostrar algo para o mercado ele sempre surpreendia. O Steve era o cara que criava apaixonados. Porém, não há como comparar porque são gestões diferentes e momentos diferentes do mercado, mas ambas possuem características muito fortes e muito positivas para a empresa”, diz.

O que você incluiria no iPhone de 10 anos?
Fischmann gostaria que o iPhone deste ano viesse com um novo visual, uma bateria mais potente (de preferência com a recarga totalmente sem fio), uma carcaça totalmente à prova d’água que permitisse inclusive tirar fotos/fazer vídeos submersos e uma parte frontal (quase) toda tomada pela tela, o que permitirá um aparelho mais compacto que os atuais, mas mantendo as mesmas dimensões de tela.

Já Miranda quer simplesmente que ele traga algo que vá ajudar as pessoas a serem mais produtivas ou mais entretidas. Marques gostaria muito de ver uma revolução na bateria do iPhone. “Seja uma bateria que dure uma semana (por exemplo) ou o caminho inverso, uma bateria que não necessariamente dure tanto mas que seja recarregada de forma rápida e “invisível”, sem que nós, usuários, tenhamos que nos preocupar com isso. Essa mudança possibilitaria muitas inovações no mercado”, disse.

Por fim, Guedes acredita que o iPhone de 10 anos deveria investir em alguma coisa com a cara do Steve Jobs. “Achamos que é necessário ter algo que mencione o criador porque ele é a alma da empresa”, finalizou.

Apple 10 anos quebraria paradigmas?
Rafael Fischmann acha que não. Ele diz que esperar isso é elevar demais as expectativas para simplesmente o sucessor de um produto já existente. “Ele continuará sendo um iPhone, um smartphone. O primeiro causou uma ruptura no mercado porque foi um produto totalmente novo de uma empresa que as pessoas nem acreditavam ser capaz de concorrer no mercado de telefonia. Ainda veremos isso acontecendo de novo no segmento de tecnologia, só não acho que será de novo num smartphone. E espero que venha da Apple, mas pode muito bem vir de alguma outra empresa”.

Eduardo Marques é otimista quanto ao poder de inovar da Apple. Para ele ainda é possível ver uma nova revolução no mercado de smartphones, algo até então impensável surgir. Porém, não este ano. “Acredito que essas revoluções estão vindo/virão em outros setores, como o de carros autônomos (quem imaginaria que em alguns anos nós não precisaremos mais dirigir carros), dispositivos vestíveis, entre muitas outras coisas. Sem dúvida nenhuma o smartphone é hoje o nosso principal e mais importante dispositivo, mas não acredito que veremos uma nova revolução como a que vimos em 2007, outra mudança tão grande assim no setor de telefonia; a meu ver, o foco das empresas de tecnologia nesse tipo de disrupção está em outros setores. Bem ou mal, as únicas empresas que conseguem lucrar no mercado de smartphones são Apple e Samsung. Enquanto ambas estão relativamente confortáveis, dificilmente veremos alguma outra disposta a investir tempo e dinheiro para revolucionar esse mercado”, disse Marques.

Guedes acha difícil, mas não impossível que o novo iPhone quebre paradigmas. “Acreditamos na possibilidade da Apple de ter algo muito bem guardado nesse tempo em que a concorrência fez de tudo para passá-los. Achamos que algo novo pode chegar e se isso acontecer será surpreendente. Acho que não dá para duvidar que pode acontecer porque a fabricante da maçã tem milhares de projetos incríveis rodando há muitos anos. Será que criariam um novo dispositivo Ou revolucionariam o próprio mercado de smartphones? Ficam esses questionamentos, a expectativa e o desejo do mercado e dos consumidores é de serem surpreendidos novamente”.

Já Miranda crê ser difícil encontrar algo que ainda possa surpreender alguém depois de tanto tempo. Para ele, o iPhone original não tinha concorrente, era uma ideia inovadora e ninguém prestava atenção na Apple naquela época. “Hoje, qualquer funcionário da Foxconn pode ser subornado para entregar os segredos do futuro iPhone e, quando ele for apresentado, todo mundo já saberá tudo sobre ele. Isso deixou de ser importante, saber o que virá no próximo iPhone. Ele será melhor, mais rápido, tela mais brilhante, câmera melhor… Eu gostaria mesmo é de ser surpreendido com um lançamento da Apple, mas muita gente não se importa mais com isso. Por isso, vigiam as fábricas, subornam funcionários para conseguirem mais cliques, mais views e isso virou uma indústria horrorosa. Se o iPhone deste ano vai surpreender alguém? Não sei dizer. Só sei que será o melhor iPhone de todos os tempos que a Apple já fez”, finaliza Sérgio Miranda.

E para você? O que a Apple pode trazer de inovações no iPhone de 10 anos? Fale para nós!

08:45 · 01.04.2016 / atualizado às 09:59 · 01.04.2016 por
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

Fundada em 1º de abril de 1976, a Apple completa, nesta sexta-feira, 40 anos de fundação. Muitos acreditam que a questão fantástica e disruptiva da empresa morreu com um dos seus fundadores, Steve Jobs, em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade (o outro fundador foi Steve Wozniak). Porém, ao contrário disso, a especialista em tecnologia e inclusão mobile, Marília Guimarães, criadora do projeto EntendendoiPhone, não acredita que a empresa perdeu esse dom, apenas que sem Jobs, a força das apresentações fantásticas foi reduzida. “A Apple perdeu o disruptor, mas isso não quer dizer que seja ruim ou bom. Depois da morte de Steve Jobs, a essência dele ainda continua na empresa. A Apple perdeu no caso o cara das grandes decisões. O cara que distorcia a realidade, que fazia uma apresentação que todo mundo ficava ‘o que é isso? Vai mudar a minha vida’. Causava um impacto na necessidade”, garantiu.

Ainda por conta disso, ela discorda que a empresa não consegue mais produzir equipamentos que criem desejo nos consumidores de correrem até as lojas. “O que perdeu foi o campo de distorção da realidade que Jobs fazia como ninguém. Aquele produto quando do lançamento ele fazia com aquela coisa fosse de outro mundo. Essa magia deixou de existir. Era algo único e excelência dele”.

Marília reforça os números consagrados da Apple e as marcas para lembrar de sua força. Lembra que a telefonia móvel existe antes e depois do iPhone, bem como a indústria música digital com o iPod ou do computador pessoal com os computadores da empresa. De acordo com a especialista, agora existem pequenas mudanças que a Apple libera em frequência maior e citou os avanços que o Apple Watch, por exemplo. Poderá trazer a curto prazo. “No início você não vê aquilo no âmbito de que vai ser impactante para você. Hoje você tem o Apple Watch no seu pulso. Tudo bem, ele não faz grandes coisas ainda. As pequenas melhorias que existem e que vão existir e que já estão em andamento são coisas que vão impactar logo em 2 anos. Imagine você ter um aparelho no seu pulso que você vai poder fazer um eletrocardiograma, que vai diagnosticar doenças. Você não tem um grande impacto, porque você perdeu o disruptor, o cara que parecia fazer tudo uma mágica poderosa. Você pode não perceber
tanto naquele momento, mas ao longo do tempo você vê que é algo fantástico e que o futuro é maravilhoso”.

Segundo Marília, o fato de não termos a sensação de que a “maçã” está correndo para lançar produtos fantásticos é um erro, pois a empresa apenas está analisando o tempo certo de cada coisa para evitar desgastes. “Acho que você não pode chegar com algo tão estrondoso no mercado e acho que a Apple tem esse cuidado porque não adianta lançar uma tecnologia tão impactante que as pessoas não estão prontas para receber aquilo ali, pois foi apresentada de maneira errada em um tempo que as pessoas não estão prontas. De que adiantaria isso? Acho que os produtos seguem encantadores, mas a apresentação deixou de ser fantástica. A pessoa pega o iPhone e acha lindo, encantadora, a Siri é encantadora, o Apple Watch é encantador. Quando junta, o ambiente sim, é o que modela o mercado. A magia acontece no ecossistema Apple que pode ser simples e qualquer pessoa pode utilizar aquela inovação. Então, ainda assim, encanta várias pessoas”, afirmou.

A especialista acredita, inclusive, que a empresa ficou mais humana com atual CEO, Tim Cook, que o gestor teria conseguido agregar novas e mais competentes mentes, com equipes mais afiadas do que as dos tempos de Jobs. Talvez por conta do temperamento forte e muitas vezes desagregador do falecido líder da Apple.

Vestíveis

Para Marília, a tendência do momento para todas as marcas também é o caminho que a Apple está seguindo. “Agora são os vestíveis e deixar que a inteligência artificial, o aparelho pensar mais. Exemplos: a Apple, cada vez que passa ela faz mais pesquisas, tem mais parceiros na área de saúde. O que o Apple Watch e o iPhone vai fazer em um futuro muito próximo em questão de saúde vai ser um impacto muito grande nas nossas vidas. O iPhone vai ser capaz de diagnosticar certas doenças que para você ter este diagnóstico seria um pouco mais complicado e demorava um certo período de tempo e nem todo mundo poderia fazer isso, até por ser viável. Com o iPhone isso fica mais rápido e simples. Outra coisa é o Apple Watch. Você tem um aparelho que vai ficar o tempo todo no seu pulso e com vários sensores que podem diagnosticar e até uma pré-disposição sua para um infarto ou até mesmo um acidente que ele vai poder disparar para pessoa ou o plano de saúde para chamar uma ambulância ou para a pessoa mais próxima para dizer que você não está passando bem. São pequenas inovações, mais na parte interna e não na externa que vão impactar muito as nossas vidas”.

Ela acredita que a Siri é um outro fator que vai fazer a Apple se destacar. Para Marília, Siri, cada vez mais, vai se tornar uma verdadeira assistente pessoal. Ela acredita que o usuário poderá conversar, trocar ideias mesmo com a Siri para saber o melhor horário na agenda dela para uma reunião ou ir para a academia, por exemplo. É ter um aparelho pensante, de verdade, junto ao usuário. “E isso está muito próximo. Você tem agora os aparelhos que se integram cada vez mais com a Siri. Você vai poder fazer isso em 1 ano, 2 anos, no máximo. É uma inovação, é um impacto tanto para as pessoas quanto para os usuários da Apple como ela vai modelar o âmbito para outras empresas”.

Para a especialista, a Apple, neste último ano, está reforçando a importância dos iPads por acreditar que eles vão, realmente, mudar o conceito de PC pessoal, substituindo, de vez, o computador tradicional, seja pelo preço ou pela portabilidade. “Você vê a venda de PCs desacelerando, tudo bem que a venda do iPad agora também deu desacelerada e não cresceu como no ano passado, mais ainda cresce”.

Os números dos outros são melhores

Sobre as configurações de smartphones Androids quase sempre apontarem números superiores aos dos iPhones a especialista afirma que é verdade. Porém, ressalta que a arquitetura, o ecossistema e a experiência com os aparelhos da Apple serão sempre superiores aos rivais. “As outras marcas tem aparelhos com processador melhor, tem memória maior, câmera melhor, tela de outro jeito, mas eu acho que a grande diferença da Apple para as outras marcas é que ela tem o software e o hardware na mão. E quando você tem estes dois pontos na sua mão, é você quem faz e monta, aí faz uma grande diferença. Você tem um processador de “x” megahertz e o da Apple é um pouco menor aí na verdade na mão do usuário e, especialmente, no seu dia a dia isso não faz grande diferença. Porque o ecossistema que a Apple monta é superior. Por isso, na prática mesmo, a Apple tem os aparelhos superiores aos concorrentes. Isso por sempre ter a preocupação sempre alta de deixar o produto o mais simples possível, resolvendo a questão da maneira mais simples e não mais complicada”.

Atualizada

A informação anterior do iPhone SE por menos de R$. 1500 era pegadinha do MacMagazine. Caímos mesmo! Esquecemos das brincadeiras do site. Mais atenção para a próxima! Hehehe.

 

07:41 · 07.03.2016 / atualizado às 07:41 · 07.03.2016 por
PowerPro promete melhor economia de bateria em smartphones Android
PowerPro promete melhor economia de bateria em smartphones Android

Quatro meses após lançar o aplicativo PowerPRO na Google Play, a PSafe anuncia o lançamento de uma nova versão do aplicativo que economiza e estende a vida útil da bateria de smartphones. A partir de agora, o PowerPRO oferecerá a possibilidade ao usuário de customizar os recursos de economia de bateria de acordo com sua rotina, interesses, necessidades e até pela localização.

A nova versão do aplicativo oferece cinco modos de economia – Normal, Em casa, Trabalhando, Dormindo e Emergência. Por exemplo, nos modos “em casa” ou “trabalhando”, ele poderá decidir a quantidade do brilho de tela, o tempo de duração da luz de fundo, entre outras possibilidades. Já no “dormindo”, escolherá um período para que as conexões sem fio do dispositivo sejam desativadas e ele possa descansar tranquilo sem receber notificações. Após o tempo determinado, a conexão será reestabelecida. Em “Emergência”, o usuário deve apenas informar o nível da bateria a partir do qual ele deseja que a economia máxima seja ativada, assim correndo menos risco de ficar sem o celular por falta da mesma.

Para facilitar a vida do usuário, a atualização do PowerPRO também oferece duas possibilidades de ativação dos modos de economia de bateria:

· Manual – O usuário assume o papel de ativar e desativar as opções de modos quando quiser;
· Automático – Ao identificar uma rede Wi-Fi pré-programada (no caso dos modos “Em casa” ou “Trabalhando”), um horário (“Dormindo”) ou índice de bateria (“Em emergência”), o PowerPRO automaticamente aciona um modo de economia, de forma a estender a vida útil da bateria do smartphone.

“Identificamos, entre nossos consumidores, um desejo por soluções que possibilitem mais inteligência e eficiência no consumo de energia dos celulares. Foi assim que nasceu a ideia de desenvolvermos esta atualização do PowerPRO, que permitirá que nosso usuário fique no controle do seu celular e aumente a vida útil da sua bateria todos os dias e sem complicações”, explica Marco DeMello, CEO da PSafe.

O PowerPRO é um dos quatro apps de otimização do uso de bateria mais baixados no Google Play, com ótima avaliação dos usuários (Nota 4,6).