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Tag: smartphone


00:01 · 20.02.2017 / atualizado às 13:17 · 13.02.2017 por
Enquanto não há nada oficial, imagens como essa, de um possível novo iPhone, irão circular pela web

Há 10 anos, Steve Jobs surpreendia o mundo com um celular totalmente novo com um ecossistema completo que se juntava a um belo design, tela touchscreen, hardware e softwares que funcionam perfeitamente juntos e claro, a internet. O smartphone foi praticamente criado quando Jobs apresentou o iPhone. Tudo isso junto fez do aparelho um dos maiores objetos de desejo dos tempos modernos.

E olha que, apesar de hoje já existirem smartphones rodando Android com configuração até, ao menos numericamente, superior ao aparelho da Apple, o iPhone segue sendo o smartphone mais vendido quando falamos de um produto só.

Segundo o relatório oficial do trimestre fiscal da Apple em 2016, os novos iPhones tiveram um total de US$ 78,4 bilhões em unidades vendidas durante o trimestre de fim de ano em comparação aos US$ 75,9 bilhões de seus antecessores em 2015.

Vale notar também que boa parte das vendas do aparelho não vieram de território norte-americano, mas sim de fora dele. No total, as vendas internacionais representaram 64% de toda a receita do trimestre.

O relatório financeiro informa que foram vendidos 78,3 milhões de iPhones no trimestre. O preço médio de venda para cada iPhone foi de US$ 695 na comparação com US$ 691 registrados um ano antes.

Mas o que se pode esperar de um smartphone assim depois de 10 anos? O que ainda é possível inovar? Como superar a ainda gritante falta que Steve Jobs faz para a Apple – se que é que faz mesmo? Para tentar responder a todas a estas perguntas convocamos 4 especialistas no assunto. A partir de agora, eles vão tentar nos ajudar a desvendar este mistério.

O que esperar do iPhone 10 anos?

Rafael Fischmann em um lançamento de iPhone no exterior

Segundo Rafael Fischmann, fundador e editor-chefe do MacMagazine.com.br, o iPhone, assim como todos os smartphones topos-de-linha no mercado, já chegou a um platô tal que dificulta muito novas revoluções. “O que temos visto nos últimos anos, seja da Apple ou das suas principais concorrentes, são muitas evoluções. Mas não é que revoluções não possam vir por aí, é claro: uma que se fala sobre o iPhone seria algum tipo de sistema de recarga totalmente sem fio e por proximidade, em vez de posicioná-lo numa base e recarregá-lo por indução como já fazem alguns aparelhos com Android. É algo que ninguém fez ainda, por isso é uma grande aposta para os dez anos do iPhone; ao mesmo tempo, é apenas um rumor e alimentar expectativas com relação a algo assim pode gerar uma grande decepção em consumidores caso o recurso não venha no anúncio oficial da Apple”.

De acordo com Sérgio Miranda, jornalista especializado em Apple há 17 anos e apresentador do canal de YouTube Loop Infinito, o principal problema em tentar adivinhar o que o iPhone deveria ter ou não em sua próxima geração é que existem tantos boatos circulando ao mesmo tempo que fica difícil encontrar o que realmente importa como inovação em primeiro lugar. “O iPhone em si foi revolucionário pois mudou completamente o jeito como interagimos com o celular do passado. Ele tornou todos os aparelhos mais inteligentes, conseguindo criar um ecossistema que é copiado e invejado por muitas empresas. Ao completar 10 anos, o iPhone só precisa continuar evoluindo e trazendo funcionalidades que tragam inovações para a nossa vida”.

Eduardo Marques, editor MacMagazine.com.br, também fala que há muitos rumores no mercado sobre o iPhone de 10 anos. Entre eles Marques cita mudanças no design do aparelho (que voltaria a ter uma estrutura de vidro com bordas em aço inoxidável), melhorias pontuais no sistema de câmeras, tela do aparelho sem margens (ou seja, ocupando praticamente toda a parte frontal do aparelho) e sensor de impressão digital incorporado à tela. “Talvez, porém, a inovação mais aguardada — eu me incluo nessa — seja o tão falado carregamento sem fio e sem contato. Na prática, você entraria em um local (seu quarto, por exemplo, onde o recarregador está ligado à energia) e o iPhone já começaria a ser recarregado. Imagine essa tecnologia espalhada por cafeterias, restaurantes, aeroportos… seria o fim do problema das baterias em smartphones, já que você estaria recarregando o aparelho em diversos momentos do dia de forma automática (e sem fio/contato, ou seja, podendo utilizar o aparelho ao mesmo tempo)”.

Paulo com vários equipamentos da Apple

Para Paulo Guedes, especialista de produtos no Zoom, há muitas especulações como um headset de realidade virtual. Também há muitos rumores de que recursos das versões antigas que foram retirados e que os usuários gostavam possam voltar. “Além disso, há expectativas sobre novidades na câmera e na chegada de um novo iOS. Outra hipótese é se serão lançados mais modelos com diferentes armazenamentos internos. Talvez essa seja uma estratégia para ter mais chance de disputar mais preços no mercado”, afirmou Guedes.

Morte de Jobs e adeus criatividade
Quando questionados sobre se a morte de Steve Jobs foi o fator para o fim da criatividade da Apple, o trio discorda que tenha sido o fim da criatividade da empresa. Para Fischmann, Jobs é insubstituível, mas a Apple é e já era muito mais do que ele antes de sua morte. Ele reforça sua teoria dizendo que muitos dos que estão lá, principalmente no alto escalão de executivos da empresa, foram escolhidos a dedo pelo próprio Jobs e trabalharam junto a ele, diariamente, por anos. Além disso, o fundador do MacMagazine também defende Tim Cook, muitas vezes criticado pela imprensa e fãs. “Uma das grandes diferenças entre Steve Jobs e Tim Cook é que Cook é muito mais CEO do que era Jobs, um cara de produto/design. Um CEO não necessariamente precisa se envolver nesses aspectos como Jobs fazia; Cook faz muito bem o trabalho a que cabe a ele, e o melhor que podemos esperar é que ele tenha à sua volta as melhores pessoas do mundo para cuidarem da criação de produtos”.

Para Miranda, Steve Jobs não era nem o criativo da Apple, apesar de ser uma pessoa que sabia o que um produto deveria ter ou não só de olhar para ele. “A criatividade sempre foi um atributo de muitas outras pessoas, que mostravam os produtos para Jobs, que conseguia, com um senso único, dizer o que prestava e o que não prestava, e daí o projeto seguia. Hoje, essa pessoa não existe mais, não que a criatividade e a inovação não continuem presentes nas pessoas que continuam trabalhando lá”.

Sérgio Miranda com o iPad 3 comprado após horas de fila em Nova York

O apresentador do Loop Infinito, ao contrário de Fischmann, ele não defende Cook. Na visão de Miranda, Cook se preocupa demais com os resultados e não com o produto em si. “Tim Cook é um excelente homem de números, não se pode exigir dele mais do que isso. Jobs não se importava com os números – não que ele fosse contra o lucro ou a grana, não é isso – mas sua preocupação maior era com o produto e como ele iria mudar a vida das pessoas. As vendas eram consequências dessa visão, e não do que as pessoas querem que o iPhone tenha”, afirmou.

Já Marques considera que Jobs foi um gênio e que, com ele no comando, a Apple revolucionou vários mercados (e não só o de smartphones). Porém, não se pode comparar muito os estilos de liderança de Jobs com Tim Cook, pois são bem diferentes e isso não quer dizer o fim da inovação. Apesar de ressaltar que Jobs participava muito mais da criação/concepção de produtos. “A empresa tem uma equipe muito talentosa e, ainda que não tenha uma mente unificadora/ditatorial apontando o caminho das pedras, acredito que a união desses talentos ainda renderá muitos frutos. A cultura de Jobs (foco em simplicidade, produtos de qualidade, relevância no design, entrar apenas em mercados nos quais você pode realmente contribuir, etc.) está enraizada na Apple e eu ainda aposto minhas fichas na empresa. O tempo dirá”.

Guedes acredita que, se olharmos do ponto de vista de inovação, é possível concordar que a era de Jobs era marcada por lançamentos muito mais surpreendentes e que impactavam muito mais o mercado. Embora seja necessário lembrar que o mercado era muito diferente e que as fabricantes de smartphones hoje já investem muito mais em inovações, o que tornou esse mercado muito mais competitivo. “Um dos grandes feitos da era do Tim Cook foi a abertura para o mercado e o firmamento de milhares de parcerias com empresas de software e desenvolvimento. Ele é mais fácil de lidar e isso fez a empresa crescer muito por meio dessas parcerias. Outra coisa é que ele não tem tanto medo de experimentar as coisas e o Steve era mais conservador, mas o ponto é que, por mais conservador que eles fosse, quando chegava a hora de mostrar algo para o mercado ele sempre surpreendia. O Steve era o cara que criava apaixonados. Porém, não há como comparar porque são gestões diferentes e momentos diferentes do mercado, mas ambas possuem características muito fortes e muito positivas para a empresa”, diz.

O que você incluiria no iPhone de 10 anos?
Fischmann gostaria que o iPhone deste ano viesse com um novo visual, uma bateria mais potente (de preferência com a recarga totalmente sem fio), uma carcaça totalmente à prova d’água que permitisse inclusive tirar fotos/fazer vídeos submersos e uma parte frontal (quase) toda tomada pela tela, o que permitirá um aparelho mais compacto que os atuais, mas mantendo as mesmas dimensões de tela.

Já Miranda quer simplesmente que ele traga algo que vá ajudar as pessoas a serem mais produtivas ou mais entretidas. Marques gostaria muito de ver uma revolução na bateria do iPhone. “Seja uma bateria que dure uma semana (por exemplo) ou o caminho inverso, uma bateria que não necessariamente dure tanto mas que seja recarregada de forma rápida e “invisível”, sem que nós, usuários, tenhamos que nos preocupar com isso. Essa mudança possibilitaria muitas inovações no mercado”, disse.

Por fim, Guedes acredita que o iPhone de 10 anos deveria investir em alguma coisa com a cara do Steve Jobs. “Achamos que é necessário ter algo que mencione o criador porque ele é a alma da empresa”, finalizou.

Apple 10 anos quebraria paradigmas?
Rafael Fischmann acha que não. Ele diz que esperar isso é elevar demais as expectativas para simplesmente o sucessor de um produto já existente. “Ele continuará sendo um iPhone, um smartphone. O primeiro causou uma ruptura no mercado porque foi um produto totalmente novo de uma empresa que as pessoas nem acreditavam ser capaz de concorrer no mercado de telefonia. Ainda veremos isso acontecendo de novo no segmento de tecnologia, só não acho que será de novo num smartphone. E espero que venha da Apple, mas pode muito bem vir de alguma outra empresa”.

Eduardo Marques é otimista quanto ao poder de inovar da Apple. Para ele ainda é possível ver uma nova revolução no mercado de smartphones, algo até então impensável surgir. Porém, não este ano. “Acredito que essas revoluções estão vindo/virão em outros setores, como o de carros autônomos (quem imaginaria que em alguns anos nós não precisaremos mais dirigir carros), dispositivos vestíveis, entre muitas outras coisas. Sem dúvida nenhuma o smartphone é hoje o nosso principal e mais importante dispositivo, mas não acredito que veremos uma nova revolução como a que vimos em 2007, outra mudança tão grande assim no setor de telefonia; a meu ver, o foco das empresas de tecnologia nesse tipo de disrupção está em outros setores. Bem ou mal, as únicas empresas que conseguem lucrar no mercado de smartphones são Apple e Samsung. Enquanto ambas estão relativamente confortáveis, dificilmente veremos alguma outra disposta a investir tempo e dinheiro para revolucionar esse mercado”, disse Marques.

Guedes acha difícil, mas não impossível que o novo iPhone quebre paradigmas. “Acreditamos na possibilidade da Apple de ter algo muito bem guardado nesse tempo em que a concorrência fez de tudo para passá-los. Achamos que algo novo pode chegar e se isso acontecer será surpreendente. Acho que não dá para duvidar que pode acontecer porque a fabricante da maçã tem milhares de projetos incríveis rodando há muitos anos. Será que criariam um novo dispositivo Ou revolucionariam o próprio mercado de smartphones? Ficam esses questionamentos, a expectativa e o desejo do mercado e dos consumidores é de serem surpreendidos novamente”.

Já Miranda crê ser difícil encontrar algo que ainda possa surpreender alguém depois de tanto tempo. Para ele, o iPhone original não tinha concorrente, era uma ideia inovadora e ninguém prestava atenção na Apple naquela época. “Hoje, qualquer funcionário da Foxconn pode ser subornado para entregar os segredos do futuro iPhone e, quando ele for apresentado, todo mundo já saberá tudo sobre ele. Isso deixou de ser importante, saber o que virá no próximo iPhone. Ele será melhor, mais rápido, tela mais brilhante, câmera melhor… Eu gostaria mesmo é de ser surpreendido com um lançamento da Apple, mas muita gente não se importa mais com isso. Por isso, vigiam as fábricas, subornam funcionários para conseguirem mais cliques, mais views e isso virou uma indústria horrorosa. Se o iPhone deste ano vai surpreender alguém? Não sei dizer. Só sei que será o melhor iPhone de todos os tempos que a Apple já fez”, finaliza Sérgio Miranda.

E para você? O que a Apple pode trazer de inovações no iPhone de 10 anos? Fale para nós!

08:45 · 01.04.2016 / atualizado às 09:59 · 01.04.2016 por
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

Fundada em 1º de abril de 1976, a Apple completa, nesta sexta-feira, 40 anos de fundação. Muitos acreditam que a questão fantástica e disruptiva da empresa morreu com um dos seus fundadores, Steve Jobs, em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade (o outro fundador foi Steve Wozniak). Porém, ao contrário disso, a especialista em tecnologia e inclusão mobile, Marília Guimarães, criadora do projeto EntendendoiPhone, não acredita que a empresa perdeu esse dom, apenas que sem Jobs, a força das apresentações fantásticas foi reduzida. “A Apple perdeu o disruptor, mas isso não quer dizer que seja ruim ou bom. Depois da morte de Steve Jobs, a essência dele ainda continua na empresa. A Apple perdeu no caso o cara das grandes decisões. O cara que distorcia a realidade, que fazia uma apresentação que todo mundo ficava ‘o que é isso? Vai mudar a minha vida’. Causava um impacto na necessidade”, garantiu.

Ainda por conta disso, ela discorda que a empresa não consegue mais produzir equipamentos que criem desejo nos consumidores de correrem até as lojas. “O que perdeu foi o campo de distorção da realidade que Jobs fazia como ninguém. Aquele produto quando do lançamento ele fazia com aquela coisa fosse de outro mundo. Essa magia deixou de existir. Era algo único e excelência dele”.

Marília reforça os números consagrados da Apple e as marcas para lembrar de sua força. Lembra que a telefonia móvel existe antes e depois do iPhone, bem como a indústria música digital com o iPod ou do computador pessoal com os computadores da empresa. De acordo com a especialista, agora existem pequenas mudanças que a Apple libera em frequência maior e citou os avanços que o Apple Watch, por exemplo. Poderá trazer a curto prazo. “No início você não vê aquilo no âmbito de que vai ser impactante para você. Hoje você tem o Apple Watch no seu pulso. Tudo bem, ele não faz grandes coisas ainda. As pequenas melhorias que existem e que vão existir e que já estão em andamento são coisas que vão impactar logo em 2 anos. Imagine você ter um aparelho no seu pulso que você vai poder fazer um eletrocardiograma, que vai diagnosticar doenças. Você não tem um grande impacto, porque você perdeu o disruptor, o cara que parecia fazer tudo uma mágica poderosa. Você pode não perceber
tanto naquele momento, mas ao longo do tempo você vê que é algo fantástico e que o futuro é maravilhoso”.

Segundo Marília, o fato de não termos a sensação de que a “maçã” está correndo para lançar produtos fantásticos é um erro, pois a empresa apenas está analisando o tempo certo de cada coisa para evitar desgastes. “Acho que você não pode chegar com algo tão estrondoso no mercado e acho que a Apple tem esse cuidado porque não adianta lançar uma tecnologia tão impactante que as pessoas não estão prontas para receber aquilo ali, pois foi apresentada de maneira errada em um tempo que as pessoas não estão prontas. De que adiantaria isso? Acho que os produtos seguem encantadores, mas a apresentação deixou de ser fantástica. A pessoa pega o iPhone e acha lindo, encantadora, a Siri é encantadora, o Apple Watch é encantador. Quando junta, o ambiente sim, é o que modela o mercado. A magia acontece no ecossistema Apple que pode ser simples e qualquer pessoa pode utilizar aquela inovação. Então, ainda assim, encanta várias pessoas”, afirmou.

A especialista acredita, inclusive, que a empresa ficou mais humana com atual CEO, Tim Cook, que o gestor teria conseguido agregar novas e mais competentes mentes, com equipes mais afiadas do que as dos tempos de Jobs. Talvez por conta do temperamento forte e muitas vezes desagregador do falecido líder da Apple.

Vestíveis

Para Marília, a tendência do momento para todas as marcas também é o caminho que a Apple está seguindo. “Agora são os vestíveis e deixar que a inteligência artificial, o aparelho pensar mais. Exemplos: a Apple, cada vez que passa ela faz mais pesquisas, tem mais parceiros na área de saúde. O que o Apple Watch e o iPhone vai fazer em um futuro muito próximo em questão de saúde vai ser um impacto muito grande nas nossas vidas. O iPhone vai ser capaz de diagnosticar certas doenças que para você ter este diagnóstico seria um pouco mais complicado e demorava um certo período de tempo e nem todo mundo poderia fazer isso, até por ser viável. Com o iPhone isso fica mais rápido e simples. Outra coisa é o Apple Watch. Você tem um aparelho que vai ficar o tempo todo no seu pulso e com vários sensores que podem diagnosticar e até uma pré-disposição sua para um infarto ou até mesmo um acidente que ele vai poder disparar para pessoa ou o plano de saúde para chamar uma ambulância ou para a pessoa mais próxima para dizer que você não está passando bem. São pequenas inovações, mais na parte interna e não na externa que vão impactar muito as nossas vidas”.

Ela acredita que a Siri é um outro fator que vai fazer a Apple se destacar. Para Marília, Siri, cada vez mais, vai se tornar uma verdadeira assistente pessoal. Ela acredita que o usuário poderá conversar, trocar ideias mesmo com a Siri para saber o melhor horário na agenda dela para uma reunião ou ir para a academia, por exemplo. É ter um aparelho pensante, de verdade, junto ao usuário. “E isso está muito próximo. Você tem agora os aparelhos que se integram cada vez mais com a Siri. Você vai poder fazer isso em 1 ano, 2 anos, no máximo. É uma inovação, é um impacto tanto para as pessoas quanto para os usuários da Apple como ela vai modelar o âmbito para outras empresas”.

Para a especialista, a Apple, neste último ano, está reforçando a importância dos iPads por acreditar que eles vão, realmente, mudar o conceito de PC pessoal, substituindo, de vez, o computador tradicional, seja pelo preço ou pela portabilidade. “Você vê a venda de PCs desacelerando, tudo bem que a venda do iPad agora também deu desacelerada e não cresceu como no ano passado, mais ainda cresce”.

Os números dos outros são melhores

Sobre as configurações de smartphones Androids quase sempre apontarem números superiores aos dos iPhones a especialista afirma que é verdade. Porém, ressalta que a arquitetura, o ecossistema e a experiência com os aparelhos da Apple serão sempre superiores aos rivais. “As outras marcas tem aparelhos com processador melhor, tem memória maior, câmera melhor, tela de outro jeito, mas eu acho que a grande diferença da Apple para as outras marcas é que ela tem o software e o hardware na mão. E quando você tem estes dois pontos na sua mão, é você quem faz e monta, aí faz uma grande diferença. Você tem um processador de “x” megahertz e o da Apple é um pouco menor aí na verdade na mão do usuário e, especialmente, no seu dia a dia isso não faz grande diferença. Porque o ecossistema que a Apple monta é superior. Por isso, na prática mesmo, a Apple tem os aparelhos superiores aos concorrentes. Isso por sempre ter a preocupação sempre alta de deixar o produto o mais simples possível, resolvendo a questão da maneira mais simples e não mais complicada”.

Atualizada

A informação anterior do iPhone SE por menos de R$. 1500 era pegadinha do MacMagazine. Caímos mesmo! Esquecemos das brincadeiras do site. Mais atenção para a próxima! Hehehe.

 

07:41 · 07.03.2016 / atualizado às 07:41 · 07.03.2016 por
PowerPro promete melhor economia de bateria em smartphones Android
PowerPro promete melhor economia de bateria em smartphones Android

Quatro meses após lançar o aplicativo PowerPRO na Google Play, a PSafe anuncia o lançamento de uma nova versão do aplicativo que economiza e estende a vida útil da bateria de smartphones. A partir de agora, o PowerPRO oferecerá a possibilidade ao usuário de customizar os recursos de economia de bateria de acordo com sua rotina, interesses, necessidades e até pela localização.

A nova versão do aplicativo oferece cinco modos de economia – Normal, Em casa, Trabalhando, Dormindo e Emergência. Por exemplo, nos modos “em casa” ou “trabalhando”, ele poderá decidir a quantidade do brilho de tela, o tempo de duração da luz de fundo, entre outras possibilidades. Já no “dormindo”, escolherá um período para que as conexões sem fio do dispositivo sejam desativadas e ele possa descansar tranquilo sem receber notificações. Após o tempo determinado, a conexão será reestabelecida. Em “Emergência”, o usuário deve apenas informar o nível da bateria a partir do qual ele deseja que a economia máxima seja ativada, assim correndo menos risco de ficar sem o celular por falta da mesma.

Para facilitar a vida do usuário, a atualização do PowerPRO também oferece duas possibilidades de ativação dos modos de economia de bateria:

· Manual – O usuário assume o papel de ativar e desativar as opções de modos quando quiser;
· Automático – Ao identificar uma rede Wi-Fi pré-programada (no caso dos modos “Em casa” ou “Trabalhando”), um horário (“Dormindo”) ou índice de bateria (“Em emergência”), o PowerPRO automaticamente aciona um modo de economia, de forma a estender a vida útil da bateria do smartphone.

“Identificamos, entre nossos consumidores, um desejo por soluções que possibilitem mais inteligência e eficiência no consumo de energia dos celulares. Foi assim que nasceu a ideia de desenvolvermos esta atualização do PowerPRO, que permitirá que nosso usuário fique no controle do seu celular e aumente a vida útil da sua bateria todos os dias e sem complicações”, explica Marco DeMello, CEO da PSafe.

O PowerPRO é um dos quatro apps de otimização do uso de bateria mais baixados no Google Play, com ótima avaliação dos usuários (Nota 4,6).

12:17 · 16.02.2016 / atualizado às 12:17 · 16.02.2016 por
Notebook Z450LA era um dos modelos que poderia ter sido comprado com o cupom
Notebook Z450LA era um dos modelos que poderia ter sido comprado com o cupom

A Asus Brasil informa que os 3 mil cupons da promoção “Descontão do Zenny” se esgotaram em 29 minutos. A ação distribuiu cupons de 25% de desconto válidos para smartphones, notebooks, tablets e acessórios à venda na loja.asus.com.br.

O código promocional pode ser utilizado para compras efetuadas entre 16 e 28 de fevereiro. Os descontos serão aplicados ao final da compra, no carrinho, e são válidos para um único pedido, de até 3 produtos.

Para receber o código, o consumidor acessou um hotsite por meio de link divulgado na fan page da Asus Brasil nesta terça-feira (16/02). Nele, os fãs da Asus Brasil realizaram um breve cadastro para receber, via e-mail, o código promocional.

12:57 · 26.11.2015 / atualizado às 03:07 · 27.11.2015 por

12282955_10207921726659168_194543923_nUma das coisas mais irritantes que há são as notificações de celular. Se você não conseguir escutá-las elas ficam lá infinitamente no seu smartphone como um lembrete irritante. Mas se seu smartphone usa sistema operacional Android temos a solução para seu problema.

Há duas maneiras. A Primeira é assim:
1 – Arraste o menu de notificações para baixo e clique no cartão que informa a chegada do novo correio de voz.

2 – Pressione o cartão e segure. Aparecerá ou o ícone de informações (‘i’) ou o cartão Informação de aplicativos.

3 – Por último, pressione as opções “Apagar dados” e “Apagar cache”. Feito isso, clique em ok para as mensagens que irão aparecer. Pronto, sua mensagem foi deletada.

A outra opção é clicar em Configurações, depois em Apps e procurar o aplicativo “Telefone” ou “Telephone Service”. Ao entrar, basta repetir o passo 3, ou seja, “Apagar dados” e “Apagar cache” e depois clicar em ok nas mensagens que irão surgir. O efeito de apagar a notificação de correio irá funcionar.

Nota: Se desligar ou reiniciar o aparelho é verdade que notei agora que a mensagem volta, mas basta refazer o procedimento.