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Tag: tablet


00:32 · 21.08.2017 / atualizado às 12:11 · 21.08.2017 por
Novos planos para o uso do iCloud. Melhorou, mas segue inferior ao Google Drive

Só quem já perdeu alguma coisa sabe o quanto é doloroso. E eu não falo apenas daquele fone de ouvido preferido que se encaixa perfeitamente na sua orelha. Perder aquela pasta inteira de fotos do casamento ou, pior ainda, perder simplesmente tudo que existe no seu computador é uma mágoa que perdura por anos. Quem nasceu no final da década de 80 e começo de 90, ainda deve lembrar dos famigerados disquetes, onde as pessoas copiavam seus arquivos para transporte ou mesmo para fazer cópias de segurança. Mas as tecnologias evoluíram. Hoje, a maneira mais fácil (e rápida) de guardar informações e proteger os seus documentos é na nuvem. Mas ainda tem muita gente que não sabe exatamente o que é a nuvem, ou melhor ainda, em qual “céu” ela fica.

Na informática, o conceito de nuvem é simplesmente tudo que está na Internet. Os seus e-mails e os sites que você acessa estão na nuvem, por exemplo. Dos grandes dos serviços de armazenamento, foi o Box, em 2005, que lançou o primeiro serviço de hospedagem de dados online. Vendo que o modelo de negócio era interessante e poderia, no futuro, dar bons lucros, os estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Drew Houston e Arash Ferdowsi, lançaram, em junho de 2007, o DropBox, hoje um gigante do armazenamento virtual.

Com a promessa de 2GB de hospedagem online, o serviço da empresa dos estudantes se tornou sucesso entre os internautas. A publicitária Thalyta Magalhães não conhecia o serviço, mas hoje não vive sem. “Eu recebi o convite de um amigo e passei a usar depois que vi como era prático”. Ela conta que para editar as fotos em programas profissionais, antes tinha que conectar sempre o celular no computador para passar os arquivos. “Agora o celular manda as fotos pro DropBox e quando eu ligo o computador elas já estão lá. Eu não preciso fazer nada”, explica.

Percebendo que a nuvem seria a próxima revolução no mundo da informática, a Microsoft lançou, apenas dois meses depois do DropBox, o SkyDrive, hoje conhecido como OneDrive, outro dos grandes serviços de nuvem pessoal. Apesar de oferecer o serviço gratuitamente em suas contas, a nuvem da empresa de Bill Gates tem ganhado seguidores com seus pacotes de 1TB por preços supercompetitivos.

O hobby da assistente social Luciene Cavalcante ocupa muito espaço em seu computador. A ex-funcionária pública gosta de tirar fotos e cada clique na câmera profissional produz um arquivo de aproximadamente 10mb. “Eu geralmente tiro 50 fotos em um ensaio, só aí já são 500mb. Ela esclarece que a versão gratuita do OneDrive tem atendido bem suas necessidades. “Nesses 30GB eu guardo as coisas principais, aquilo que eu tenho mais medo de perder sabe?”.

O professor Rodrigo Dantas também não conhecia “as nuvens”. Ele revela que já tinha o serviço e nem sabia. “Eu tinha comprado uma licença do Office pro meu irmão e nem sabia que a versão que eu paguei dava direito à mais quatro usuários e muito menos que cada um tinha direito à 1TB de espaço”. O enfermeiro recorda que um amigo foi fazer manutenção em seu computador e descobriu por acaso. “Ele me perguntou se eu tinha uma licença do Office e eu falei que tinha a do meu irmão. Quando eu entreguei a caixa pra ele veio a surpresa”.

A nuvem veio em um bom momento para Rodrigo. Ele explica que já teve problemas com o HD de uma máquina relativamente nova, de apenas três anos. “Na época eu perdi simplesmente tudo”. Hoje, o profissional da saúde explica que não tem mais esse problema. “Eu uso pra salvar tudo que tem no computador, se der algum problema, tá na nuvem”. Como também é professor, Rodrigo explica que fazer coisas no computador e ter o conteúdo em seu tablet é muito prático. “Antes eu tinha que salvar e enviar por e-mail pra mim mesmo. Se eu fizesse alguma alteração, tinha que enviar de novo”. Ele esclarece que os R$ 60 que pagou pela licença compartilhada de um ano da versão Home vale cada centavo. “Quando acabar vou comprar de novo!”, promete.

Inovação
Dona de um ecossistema bem completo, a Apple não poderia ficar sem o seu serviço armazenamento virtual. Em outubro de 2011, o iCloud foi liberado para todos os usuários que tinham uma conta da Maçã. O diferencial seria os backups automáticos dos dispositivos e a integração que o sistema ofereceria aos usuários em todos os seus aparelhos. A aposentada Maria Lima adora a forma como o aplicativo Fotos trabalha. “Eu tiro uma foto no celular e quando eu chego em casa já está no tablet. Se eu tirar com o tablet, em poucos segundos está no celular, é muito fácil”.

A empresa da Maçã ainda inovou mais uma vez. Em 2013, a companhia ressuscitou o antigo Keychain do MobileMe, que havia sido deixado de lado com a chegada do iCloud, em 2011. Com um novo nome, a novidade das “Chaves do iCloud” era que as senhas de redes sem fio ou digitadas em sites nos dispositivos da Maçã também eram guardadas no serviço online e sincronizadas automaticamente entre os aparelhos. O administrador Francisco Leite usa o serviço direto. Como viaja muito, o gerente de contas se conecta em pelo menos 10 redes em fio diferentes por mês. “O Keychain facilitou muito o meu dia-a-dia. Sempre que vou à um hotel novo, eu digito a senha apenas no celular. Quando chego no quarto, o tablet e o computador já estão conectados e com os meus e-mails mais recentes, é ótimo”.

For Business
Para não ficar pra trás, em 2012, o Google disponibilizou o Google Drive. Mas a dona do Gmail percebeu que o mercado coorporativo seria um nicho em potencial e lançou também o Google Apps for Business, hoje conhecido como G Suite. Alexandre Porto, gerente de tecnologia da informação da Tijuca Alimentos, apostou na nuvem e migrou e-mails e arquivos para os servidores do Google. “Hoje não temos mais nem suíte de aplicativos pra escritório nos computadores, está tudo na nuvem”. O gestor explica que a independência entre unidades foi o primeiro fator que levou a decisão já que antes, todas as filiais se conectavam à matriz para fazer uso dos arquivos compartilhados. “A gente teve um bom exemplo disso no primeiro dia após a migração, a matriz teve uma pane elétrica e todas as filiais continuaram trabalhando normalmente”.

Alexandre conta que a colaboração mudou a forma como os funcionários trabalham, aumentando muito a produtividade. Ele explica que os arquivos locais só podiam ser acessados por um usuário por vez e que as outras unidades recebiam planilhas por e-mail, o que mudou com a nuvem. “Hoje temos condição de trabalhar de forma simultânea nos mesmos documentos, mesmo em unidades diferentes, sem ter nenhum atraso e nenhuma perda de dados”. O gestor explica que a suíte do Google ainda permite um maior nível de controle. “Eu consigo saber exatamente quem fez o que, aonde, como e quando, é segurança”.

Segundo Alexandre, outro motivo foi a comunicação pela nuvem, que acabou aproximando não só os funcionários, mas as unidades, que ficam em torno de 70km de distancia uma da outra. “Hoje a gente não precisa se locomover para fazer uma reunião, é cada um na sua unidade”. Por fim o gerente de TI explica que o principal motivo da mudança foi a segurança das informações. “É mais fácil o hacker invadir a Tijuca ou invadir o Google? Eu acho que é mais fácil invadir a Tijuca”. O gerente pontua que o ganho maior foi a tranquilidade de saber que os dados da empresa estão bem guardados e melhor protegidos do que localmente.

Rodrigo Salvo, especialista em segurança da informação, tem uma opinião similar e acredita que a adoção da nuvem como uma camada de proteção pode ajudar a impedir o comprometimento de dados durante ataques. “As empresas têm que pensar em segurança como plataforma, e a nuvem pode ajudar a deixar os ambientes menos vulneráveis”, diz. Alexandre está contente com o resultado e não se arrepende da migração. “O nível de satisfação de todos os usuários da empresa é muito grande”, finaliza.

Pagar vale?
O diferencial do Google são os seus espaços de armazenamento, que chegam aos absurdos 30 Terabytes. Para ter acesso à esses “hectares” de espaço virtual, entretanto, o usuário precisa desembolsar mensalmente R$ 1.049,99. Mas a criadora do Android, assim como suas concorrentes, também tem uma opção gratuita. Ao fazer uma conta do Gmail, você ganha 15GB para dividir entre o correio eletrônico e o Drive.

A vantagem da nuvem da subsidiária da Alphabet é que o Google Fotos, parte do sistema que trata as imagens, oferece espaço ilimitado para as fotos tiradas com o smartphone. Em comparação ao que a Microsoft oferece, o Google cobra R$ 350 por ano para dar direito ao mesmo 1TB que os usuários do Office 365 Home têm por aproximadamente R$ 60.

Apesar de ter o melhor custo benefício nas versões pagas, a conta grátis da Microsoft já foi melhor. Na época do SkyDrive, a empresa de Bill Gates chegou a oferecer 25GB para quem se cadastrasse no serviço. Pouco tempo depois, reduziu o espaço para 15GB, mas oferecendo um bônus de 15GB para quem usasse o envio automático de fotos para a nuvem da empresa. Em outubro de 2014, o OneDrive chegou a oferecer espaço ilimitado para os assinantes, mas a promoção foi cancelada pela empresa apenas um ano e um mês depois, alegando que as pessoas estavam abusando do termo “ilimitado”. Quem faz uma conta da Microsoft hoje recebe “apenas” 5GB, o mesmo que a versão sem custos da Apple que, a partir do iOS 11, permitirá o compartilhamento do espaço comprado, algo ainda não disponível nas outras empresas.

Mega
Pouco conhecido, e talvez por isso pouco utilizado, o Mega oferece hoje a melhor opção gratuita: 50GB de espaço. Sua versão paga porém, não é muito atrativa, já que cobra €$ 99, hoje cerca de R$ 380, por 1TB. Apesar de oferecer 10GB de graça, o pioneiro Box tem o pior valor pago, cerca de R$ 500 por míseros 100GB.

11:57 · 22.06.2017 / atualizado às 14:08 · 22.06.2017 por
Now agora também para usuários que não querem ter a TV por assinatura da Net ou da Claro

Com mais de 35 mil títulos, o serviço sob demanda Now, que antes era exclusivo de clientes Net e depois também da Claro, agora poderá ser contratado por usuários que não querem TV por assinatura, mas desejam ter acesso a programação de filmes, séries, shows, entre outros produtos disponíveis, e até mesmo filmes que saíram há 30 dias dos cinemas ou que estrearam há 50 dias nas melhores salas do Brasil. Este serviço custará R$ 19,90 (se optar por contratar também algum pacote de internet banda larga fixa) ou R$ 39,90 (sem internet banda larga fixa Net) por meio de instalação de um decodificador da Net.

Também há o serviço para os clientes Claro por site na internet (acesso por computadores) ou através de aplicativos (para tablets e smartphones). Se o usuário Claro tiver acesso aos pacotes Telecine e HBO, a programação dos mesmos poderá ser assistida sem nenhum custo, pois o Now vai identificar o plano do assinante.

Clientes da Claro e Net tem acesso ao conteúdo exclusivo do Now Online. Até mesmo usuários pré-pagos da telefonia móvel Claro terão acesso a este serviço.

Pagamento

Para pagar não é preciso ter um cartão de crédito ou débito cadastrado. Após baixar o filme lançamento a cobrança será feita na fatura do mês do cliente.

08:45 · 01.04.2016 / atualizado às 09:59 · 01.04.2016 por
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

Fundada em 1º de abril de 1976, a Apple completa, nesta sexta-feira, 40 anos de fundação. Muitos acreditam que a questão fantástica e disruptiva da empresa morreu com um dos seus fundadores, Steve Jobs, em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade (o outro fundador foi Steve Wozniak). Porém, ao contrário disso, a especialista em tecnologia e inclusão mobile, Marília Guimarães, criadora do projeto EntendendoiPhone, não acredita que a empresa perdeu esse dom, apenas que sem Jobs, a força das apresentações fantásticas foi reduzida. “A Apple perdeu o disruptor, mas isso não quer dizer que seja ruim ou bom. Depois da morte de Steve Jobs, a essência dele ainda continua na empresa. A Apple perdeu no caso o cara das grandes decisões. O cara que distorcia a realidade, que fazia uma apresentação que todo mundo ficava ‘o que é isso? Vai mudar a minha vida’. Causava um impacto na necessidade”, garantiu.

Ainda por conta disso, ela discorda que a empresa não consegue mais produzir equipamentos que criem desejo nos consumidores de correrem até as lojas. “O que perdeu foi o campo de distorção da realidade que Jobs fazia como ninguém. Aquele produto quando do lançamento ele fazia com aquela coisa fosse de outro mundo. Essa magia deixou de existir. Era algo único e excelência dele”.

Marília reforça os números consagrados da Apple e as marcas para lembrar de sua força. Lembra que a telefonia móvel existe antes e depois do iPhone, bem como a indústria música digital com o iPod ou do computador pessoal com os computadores da empresa. De acordo com a especialista, agora existem pequenas mudanças que a Apple libera em frequência maior e citou os avanços que o Apple Watch, por exemplo. Poderá trazer a curto prazo. “No início você não vê aquilo no âmbito de que vai ser impactante para você. Hoje você tem o Apple Watch no seu pulso. Tudo bem, ele não faz grandes coisas ainda. As pequenas melhorias que existem e que vão existir e que já estão em andamento são coisas que vão impactar logo em 2 anos. Imagine você ter um aparelho no seu pulso que você vai poder fazer um eletrocardiograma, que vai diagnosticar doenças. Você não tem um grande impacto, porque você perdeu o disruptor, o cara que parecia fazer tudo uma mágica poderosa. Você pode não perceber
tanto naquele momento, mas ao longo do tempo você vê que é algo fantástico e que o futuro é maravilhoso”.

Segundo Marília, o fato de não termos a sensação de que a “maçã” está correndo para lançar produtos fantásticos é um erro, pois a empresa apenas está analisando o tempo certo de cada coisa para evitar desgastes. “Acho que você não pode chegar com algo tão estrondoso no mercado e acho que a Apple tem esse cuidado porque não adianta lançar uma tecnologia tão impactante que as pessoas não estão prontas para receber aquilo ali, pois foi apresentada de maneira errada em um tempo que as pessoas não estão prontas. De que adiantaria isso? Acho que os produtos seguem encantadores, mas a apresentação deixou de ser fantástica. A pessoa pega o iPhone e acha lindo, encantadora, a Siri é encantadora, o Apple Watch é encantador. Quando junta, o ambiente sim, é o que modela o mercado. A magia acontece no ecossistema Apple que pode ser simples e qualquer pessoa pode utilizar aquela inovação. Então, ainda assim, encanta várias pessoas”, afirmou.

A especialista acredita, inclusive, que a empresa ficou mais humana com atual CEO, Tim Cook, que o gestor teria conseguido agregar novas e mais competentes mentes, com equipes mais afiadas do que as dos tempos de Jobs. Talvez por conta do temperamento forte e muitas vezes desagregador do falecido líder da Apple.

Vestíveis

Para Marília, a tendência do momento para todas as marcas também é o caminho que a Apple está seguindo. “Agora são os vestíveis e deixar que a inteligência artificial, o aparelho pensar mais. Exemplos: a Apple, cada vez que passa ela faz mais pesquisas, tem mais parceiros na área de saúde. O que o Apple Watch e o iPhone vai fazer em um futuro muito próximo em questão de saúde vai ser um impacto muito grande nas nossas vidas. O iPhone vai ser capaz de diagnosticar certas doenças que para você ter este diagnóstico seria um pouco mais complicado e demorava um certo período de tempo e nem todo mundo poderia fazer isso, até por ser viável. Com o iPhone isso fica mais rápido e simples. Outra coisa é o Apple Watch. Você tem um aparelho que vai ficar o tempo todo no seu pulso e com vários sensores que podem diagnosticar e até uma pré-disposição sua para um infarto ou até mesmo um acidente que ele vai poder disparar para pessoa ou o plano de saúde para chamar uma ambulância ou para a pessoa mais próxima para dizer que você não está passando bem. São pequenas inovações, mais na parte interna e não na externa que vão impactar muito as nossas vidas”.

Ela acredita que a Siri é um outro fator que vai fazer a Apple se destacar. Para Marília, Siri, cada vez mais, vai se tornar uma verdadeira assistente pessoal. Ela acredita que o usuário poderá conversar, trocar ideias mesmo com a Siri para saber o melhor horário na agenda dela para uma reunião ou ir para a academia, por exemplo. É ter um aparelho pensante, de verdade, junto ao usuário. “E isso está muito próximo. Você tem agora os aparelhos que se integram cada vez mais com a Siri. Você vai poder fazer isso em 1 ano, 2 anos, no máximo. É uma inovação, é um impacto tanto para as pessoas quanto para os usuários da Apple como ela vai modelar o âmbito para outras empresas”.

Para a especialista, a Apple, neste último ano, está reforçando a importância dos iPads por acreditar que eles vão, realmente, mudar o conceito de PC pessoal, substituindo, de vez, o computador tradicional, seja pelo preço ou pela portabilidade. “Você vê a venda de PCs desacelerando, tudo bem que a venda do iPad agora também deu desacelerada e não cresceu como no ano passado, mais ainda cresce”.

Os números dos outros são melhores

Sobre as configurações de smartphones Androids quase sempre apontarem números superiores aos dos iPhones a especialista afirma que é verdade. Porém, ressalta que a arquitetura, o ecossistema e a experiência com os aparelhos da Apple serão sempre superiores aos rivais. “As outras marcas tem aparelhos com processador melhor, tem memória maior, câmera melhor, tela de outro jeito, mas eu acho que a grande diferença da Apple para as outras marcas é que ela tem o software e o hardware na mão. E quando você tem estes dois pontos na sua mão, é você quem faz e monta, aí faz uma grande diferença. Você tem um processador de “x” megahertz e o da Apple é um pouco menor aí na verdade na mão do usuário e, especialmente, no seu dia a dia isso não faz grande diferença. Porque o ecossistema que a Apple monta é superior. Por isso, na prática mesmo, a Apple tem os aparelhos superiores aos concorrentes. Isso por sempre ter a preocupação sempre alta de deixar o produto o mais simples possível, resolvendo a questão da maneira mais simples e não mais complicada”.

Atualizada

A informação anterior do iPhone SE por menos de R$. 1500 era pegadinha do MacMagazine. Caímos mesmo! Esquecemos das brincadeiras do site. Mais atenção para a próxima! Hehehe.

 

12:17 · 16.02.2016 / atualizado às 12:17 · 16.02.2016 por
Notebook Z450LA era um dos modelos que poderia ter sido comprado com o cupom
Notebook Z450LA era um dos modelos que poderia ter sido comprado com o cupom

A Asus Brasil informa que os 3 mil cupons da promoção “Descontão do Zenny” se esgotaram em 29 minutos. A ação distribuiu cupons de 25% de desconto válidos para smartphones, notebooks, tablets e acessórios à venda na loja.asus.com.br.

O código promocional pode ser utilizado para compras efetuadas entre 16 e 28 de fevereiro. Os descontos serão aplicados ao final da compra, no carrinho, e são válidos para um único pedido, de até 3 produtos.

Para receber o código, o consumidor acessou um hotsite por meio de link divulgado na fan page da Asus Brasil nesta terça-feira (16/02). Nele, os fãs da Asus Brasil realizaram um breve cadastro para receber, via e-mail, o código promocional.

08:25 · 17.11.2015 / atualizado às 08:26 · 17.11.2015 por
Yoga 500
Yoga 500

A Lenovo apresenta, nesta terça-feira, 17, o mais recente híbrido do mercado: o notebook Yoga 500. Jornalistas e convidados irão experimentar de perto e em primeira mão o novo computador que também é um tablet e pode ser usado em quatro modos diferentes com promessa de alta qualidade e performance.

Durante o evento, também estarão os executivos Sergio Friedheim, diretor de marketing, e Luiz Sakuma, gerente sênior de produtos, que irão falar de novos produtos e tendências da Lenovo no mercado brasileiro.

Voltaremos em breve com novas notícias

11:12 · 23.07.2015 / atualizado às 11:18 · 23.07.2015 por

facebookxtwitterAs redes sociais predominam entre os apps mais populares no Brasil, informa a pesquisa Mobile Report, da Nielsen Ibope. Entre os 10 aplicativos mais usados pelos 68,4 milhões de brasileiros conectados por smartphones, quatro são aplicativos de redes sociais ou de troca de mensagens. Dois são para acesso a e-mail.

 

Os 10 aplicativos mais utilizados – Brasil – maio de 2015

1º Rede social/Comunic
2º Rede social/Comunic
3º Vídeo
4º E-mail
5º Rede Social/Comunic
6º Navegador
7º Rede Social/Comunic
8º E-mail
9º Loja de Apps
10º Banco

Além disso, entre os 10 aplicativos mais consumidos pelos brasileiros também já aparece um de banco. Segundo Gisele Prado, executiva de atendimento Nielsen Ibope, o uso dos aplicativos bancários cresceu nos últimos meses. “Agora, entre os 20 apps mais utilizados, quatro já são de bancos”, informou.

Quem usa mais o tablet que há na sua casa? – entre usuários de smartphones que possuem tablet no domicílio
Quem usa mais o tablet que há na sua casa? – entre usuários de smartphones que possuem tablet no domicílio

28% dos maiores usuários de tablets são crianças
A pesquisa também questionou os usuários de smartphones sobre a posse e a utilização de tablets. Entre as pessoas com smartphones conectados, 38,8 milhões têm tablet em casa. Perguntados sobre quem é o maior usuário do tablet em seu domicílio, 28% responderam que são as crianças, divididos igualmente entre os meninos e as meninas.

Quem usa mais o tablet que há na sua casa? – entre usuários de smartphones que possuem tablet no domicílio
Quem usa mais o tablet que há na sua casa? – entre usuários de smartphones que possuem tablet no domicílio

A utilização dos tablets pelos mais jovens é maior na classe A do que nas classes C, D, e E, nas quais os adultos predominam. Na classe A, 54% responderam que as crianças e adolescentes são os maiores usuários de tablets no domicílio.

A principal atividade realizada nos tablets é jogar games. Em seguida, apareceram também em destaque na pesquisa as redes sociais, os vídeos e o e-mail.

Quais atividades você e as outras pessoas de seu domicílio realizam no tablet? – entre usuários de smartphones que possuem tablet no domicílio
Quais atividades você e as outras pessoas de seu domicílio realizam no tablet? – entre usuários de smartphones que possuem tablet no domicílio

A pesquisa foi realizada pela internet com 881 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 29 de maio e 9 de junho de 2015.

10:15 · 16.07.2015 / atualizado às 12:38 · 16.07.2015 por

Segundo a atriz brasileira Thaila Ayala, ela comprou, em novembro do ano passado um computador nos EUA. Quando retornou ao País em dezembro, ela pagou os impostos do equipamento, mas um funcionário da Receita registrou os dados incorretamente. Desta forma, quando foi parada novamente há alguns dias, ela foi taxada novamente. O fato causou muita indignação dela e de muitos seguidores da atriz. Logo, para que você não tenha o mesmo problema, organizamos algumas dicas que podem te ajudar na hora de passar pela Alfândega brasileira nos aeroportos.

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09:37 · 15.07.2015 / atualizado às 09:37 · 15.07.2015 por
Galaxy Tab Série A
Galaxy Tab Série A

A Samsung anuncia novidades em seu portfólio de tablets com o lançamento de duas novas séries da linha Galaxy – Série A e Série E. Após pesquisas e análises detalhadas para entender as necessidades dos consumidores quanto ao perfil de utilização do dispositivo, a empresa desenvolveu equipamentos com características focadas em entretenimento e produtividade.

Os tablets da série A apresentam visual metalizado, trazem a S Pen, tecnologia presente em alguns modelos de tablets da Samsung desde 2012 e exclusiva nessa categoria, que possibilita maior produtividade e praticidade para os consumidores. Já os tablets da Série E prometem vantagens em termos de conectividade, desempenho e uma boa experiência de câmera para usuários que buscam um dispositivo para entretenimento.

As duas séries contam com o novo e melhorado recurso Multi-Janela, que permite ao usuário escolher como quer interagir com seus aplicativos, alternando entre tela cheia, dividida ou pop-up (nos tablets da série A), além de alterar facilmente tamanho e posicionamento das janelas, com gestos intuitivos.

“Seja para acompanhar as atividades de trabalho ou para se divertir, as pessoas buscam cada vez mais dispositivos que facilitem o seu dia a dia. As novas linhas de tablets da Samsung têm o objetivo de atender a todos os nossos consumidores com a mais alta qualidade e com a opção de compra mais inteligente em cada categoria”, afirma Roberto Soboll, Diretor Sênior de Produtos da área de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

Série A 

Segurança

Galaxy Tab E
Galaxy Tab E

Os tablets da série A possuem a atualizada plataforma Samsung Knox, que oferece recursos de proteção que separam os dados pessoais dos corporativos. O dispositivo está pronto para a adoção empresarial imediata, com parceria entre os principais MDMs do mercado habilitados para melhorar o gerenciamento de dispositivos móveis.

Conteúdos

– Google Play Música: 3 meses de acesso ilimitado

– Word, Excel e PowerPoint (Versão para tablet)

– Evernote: 3 meses grátis da conta premium

– Aplicativo +Espaço

– Kindle para Samsung: Voucher de R$25 para compra de um livro + 1 Best-Seller grátis por mês

– O Estado de S.Paulo: 3 meses grátis do jornal digital

– O Globo: 3 meses grátis do jornal digital

Disponibilidade: Os tablets da série A já estão disponíveis no mercado com preços sugeridos de R$ 1.399 para a versão de 8”, R$ 1.399 para a 9.7” WiFi e R$ 1.649 para a 9.7” 4G.

Cores: Cinza e Branco

Série E

Conteúdos

– Google Play Música: 3 meses de acesso ilimitado

– Modo Infantil: Exclusivo Samsung

– Aplicativo +Espaço

– O Globo: 3 meses grátis do jornal digital

– O Estado de S.Paulo: 3 meses grátis do jornal digital

– Kindle para Samsung: 1 livro grátis por mês

– Evernote: 3 meses grátis conta premium

Disponibilidade: As versões de 7” dos tablets da Série E já estão disponíveis no mercado e as versões de 9.6”  estarão disponíveis no início de agosto.

Preços: 7” WiFi R$ 549,00 / 7” 3G: R$ 749,00 e 9.6” WiFi: R$ 849,00 / 9.6” 3G: R$ 1049,00

Cores:  Preto e Branco

13:00 · 26.06.2015 / atualizado às 13:00 · 26.06.2015 por
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo

A Anatel lançou nesta sexta, 26, o aplicativo “Anatel Consumidor“, que permite ao consumidor registrar e acompanhar, em celulares e tablets, reclamações contra as prestadoras de telecomunicações. A ferramenta também permite o registro e o acompanhamento de sugestões e pedidos de informação e conta com uma seção destinada a tirar as principais dúvidas sobre direitos do consumidor por meio de Perguntas Frequentes.

O app está disponível para os sistemas Android, iOS (Apple iPhone) e Windows Phone e pode ser baixado nas lojas de aplicativos de forma gratuita. Este é o segundo aplicativo oficial da Anatel. O primeiro foi o “Anatel Serviço Móvel“.

“Trata-se de mais uma iniciativa para permitir que o consumidor exerça seus direitos com maior praticidade e rapidez. A nossa intenção é que a internet seja, nos próximo anos, o principal canal de atendimento da Anatel”, diz o presidente da Agência, João Rezende.

No ano passado, os consumidores de telecomunicações registraram cerca de 2,8 milhões de reclamações contra suas prestadoras de telecomunicações na Anatel. Em 2015, até o final de maio, este número chega pouco mais de 1,5 milhão de reclamações, sendo que 63% delas são registradas pela Central de Atendimento Telefônico da Agência (telefone 1331) e 37% pela internet, no sistema Fale Conosco.

Com o aplicativo, a Anatel espera não apenas tornar o registro de reclamações mais intuitivo e fácil para o consumidor, como também se adequar às novas tendências de atendimento, que indicam que consumidor tende a substituir os canais tradicionais, como call centers, por meios digitais.

“Está mais fácil registrar uma reclamação na Anatel. Mas é fundamental que o consumidor tente primeiro resolver o seu problema nos canais de relacionamento da própria prestadora, seja por telefone ou pela internet. É a operadora, afinal, que tem a obrigação de atender bem ao consumidor, respeitar o contrato que firmou com ele e atender às regras do setor” afirma Elisa Leonel, superintendente de Relações com Consumidores da Anatel. “A Agência só deve ser acessada caso o atendimento da prestadora não resolva a situação. Por isso, é fundamental que o consumidor anote e guarde os números de protocolos de atendimento que a empresa lhe fornecer.”

Quando um consumidor registra uma reclamação na Anatel, ela é encaminhada para a prestadora que está sendo reclamada. A empresa tem, então, cinco dias úteis para dar uma resposta ao consumidor. Embora não trate de forma individual as reclamações, a Anatel cobra das prestadoras o cumprimento dos prazos e analisa, por meio de amostras selecionadas aleatoriamente e estatisticamente válidas, a qualidade das respostas das prestadoras. Em geral, mais de 70% das reclamações registradas na Anatel são respondidas dentro do prazo de cinco dias úteis.

Além de acompanhar como as prestadoras atendem ao consumidor, a Anatel também monitora quais são as principais razões que levam o consumidor a buscar seus canais de atendimento. Com base nessas informações, planeja ações de fiscalização, acompanhamento e controle, e até mesmo mudanças nas regras do setor.

Nota da redação

O problema é o resultado das reclamações. A última grande reclamação dos clientes de telefonia móvel, por exemplo, é o corte da internet quando o plano acaba. Antes havia uma redução drástica da banda oferecida. Agora o pacote é cortado e pronto. A Anatel poderia muito bem agir em nome da população que não teve suas necessidades mínimas respeitadas. Até agora vimos os Procons ao redor do País em um esforço gigante para resolver esta questão. Algumas liminares foram ganhas e outras derrubadas. Seria bom um posicionamento firme da Anatel em defesa do consumidor.

09:46 · 25.06.2015 / atualizado às 11:07 · 25.06.2015 por

dragonballzProduzido em parceria pela desenvolvedora carioca Aiyra e a Fox Film do Brasil, e com apoio da Playspot e UZGames, Dragon Ball Z: O Renascimento de F – O Jogo ganha os dispositivos móveis. O game de estratégia por turnos, gratuito que acompanha o longa-metragem homônimo em cartaz nos cinemas do Brasil desde 18 de junho (quinta-feira) já está disponível para smartphones e tablets equipados com Android e, em breve, também para iOS.

Inspirado no aclamado anime criado por Akira Toriyama, O Renascimento de F aborda o retorno de Freeza, ressuscitado pelo poder das Esferas do Dragão. De volta à Terra, o vilão busca vingança contra Goku e seus amigos, que terão que unir forças para derrotar a sua poderosa transformação.

Os jogadores devem enfrentar duros inimigos para destravar novos personagens, que tornam o grupo mais forte. No total, são 14 personagens do anime, incluindo os memoráveis Vegeta, Gohan, Piccolo e Kuririn, que também possuem formas alternativas, como os famosos Super Saiyajins, e as transformações exclusivas, que marcam sua estreia no filme. Do lado dos inimigos, são mais de 20 personagens de diversos níveis, e com seus próprios golpes.

Com o avanço no game, além de fortalecer sua equipe, você também aumentará o Poder Z dos seus guerreiros, responsável por ditar a eficiência dos seus golpes e ataques especiais, e o dano sofrido a cada investida dos oponentes.

O game mistura a tradicional jogabilidade de um RPG por turnos com novas mecânicas, criando uma experiência que recompensa as jogadas mais estratégicas. No total, são mais de 30 técnicas, que incluem poderosos ataques e jogadas mais estratégicas, como o aumento temporário do poder dos personagens, e táticas defensivas.

Depois de montar um time respeitável no modo solo, ainda é possível medir forças contra jogadores de todo o país e do mundo no disputado modo online de O Renascimento de F. Nessa modalidade, os usuários serão pareados com outros jogadores, e disputarão partidas 3 contra 3. Essas lutas contam pontos, que fazem com que os usuários disputem posições no ranking do jogo.

Dragon Ball Z: O Renascimento de F já está disponível e pode ser baixado gratuitamente no Google Play, loja online do sistema Android. Também está prevista uma versão para iOS, que estará disponível em breve.

Características:
– Jogue com Goku, Vegeta, Gohan e outros poderosos guerreiros da série.
– Mecânica inteligente e repleta de ação.
– Grande variedade de golpes e estratégias.
– Treine sua equipe em qualquer lugar com o modo solo off-line.
– Empolgante modo competitivo online.
– Lute contra os maiores vilões do filme DBZ: O Renascimento de F.
– Mostre criatividade com estratégias surpreendentes.
– Experimente versões Super Saiyajin dos seus heróis favoritos.
– Utilize as novas transformações exclusivas do filme!
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