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Tag: Twitter


12:01 · 01.12.2017 / atualizado às 12:01 · 01.12.2017 por
Twitter Lite no Google Play

O Twitter anuncia nesta sexta-feira (1º) que o Twitter Lite, experiência web para smartphones e tablets que minimiza o uso de dados, carrega rapidamente em conexões lentas e utiliza menos espaço de armazenamento, agora está disponível para download como aplicativo na Google Play Store em 24 países, incluindo o Brasil, em mercados da África, Ásia, Europa, Oriente Médio e América Latina.

Desde seu lançamento em abril como uma experiência web para dispositivos móveis, os Tweets enviados por meio do Twitter Lite aumentaram mais de 50%. Ao longo desses meses, O Twitter Lite também tem sido aprimorado para melhorar seu desempenho e incorporar recursos como a busca por GIFs, entre outros.

A partir de hoje o Twitter Lite está disponível na Google Play Store de 24 países: Brasil, Argélia, Bangladesh, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Egito, Israel, Cazaquistão, México, Malásia, Nigéria, Nepal, Panamá, Peru, Sérvia, El Salvador, África do Sul, Tailândia, Tunísia, Tanzânia e Venezuela.

O Twitter Lite carrega rapidamente em redes 2G e 3G e oferece suporte off-line caso o usuário perca sua conexão temporariamente. Além disso, minimiza o consumo de dados e permite a ativação de modo de economia – em que o usuário baixa apenas as imagens ou vídeos que deseja ver – e possui um tamanho de instalação inferior a 3 MB, ocupando assim um espaço pequeno na memória dos smartphones.

13:09 · 09.11.2017 / atualizado às 13:12 · 09.11.2017 por

Existem mais de 5,5 milhões de blogs no Brasil, os quais representam 55,36% dos cerca de 10 milhões de sites ativos no país. Este universo está rapidamente se transformando em um mercado que começa a concorrer pela verba de propaganda: mais de 82% deles adota alguma rede de exibição de anúncios. A AdSense, do Google, reina absoluta entre os blogs, respondendo por 54,06% de participação. Todas as demais redes de anúncios somam 28,64%.

Estas e outras conclusões estão no mais novo levantamento realizado no início de setembro pela BigData Corp, empresa de big data da América Latina. A empresa realiza o monitoramento semanal de mais de 20 milhões de sites brasileiros (dos quais apenas a metade é ativa).

“Este é um universo sobre o qual pouco se sabe e direcionamos nossas pesquisas para destrinchar para onde vai esse mercado, que ganha relevância econômica em função do potencial de anúncios que possui, sem falar da capacidade de formação de opinião dos blogs mais influentes”, comenta Thoran Rodrigues, fundador e CEO da BigData Corp.

Blogosfera multifacetada
Boa parte dos sites é dedicada a um tema predominante. Lideram os blogs de moda (1,81%), os de tecnologia (1,76%), os de cultura (1,6%), os de política (1,3%), os de esportes (1,24%) e os de viagem (1,19%). No entanto, é visível a pulverização de assuntos, abrangendo, ainda entretenimento (1,12%), beleza (0,67%), games (0,38%) e humor (0,35%).

Outra característica dos blogs brasileiros é que menos de 1% deles (0,94%) consegue romper a barreira de meio milhão de acessos por mês. Ao contrário, 96,5% são pequenos, com até 10 mil visitas mensais. Da mesma forma, apenas 13,97% possuem mais de 5 mil imagens no seu acervo. “Talvez porque o tempo médio de vida dos blogs seja de apenas 12 meses, os acervos de fotos e posts seja pequeno”, explica o executivo. A maior parcela, 30,87%, possui menos de uma centena de fotos; e 27,03% apresentam aos seus visitantes entre mil e 5 mil imagens.

Profissionalização em curso
“Já vemos uma tendência à profissionalização desses blogs, que começam a usar ferramentas para alavancar sua exposição na web e facilitam o conhecimento de seus leitores, bem como o relacionamento mais fidelizado”, comenta Rodrigues.

De acordo com o levantamento da BigData Corp, mais de 80% (80,29%) já estão hospedados em, basicamente, duas plataformas de blogging: a Blogger, lidera com folga, com 59,76% dos blogs no país, e a WordPress (18,51%). Também o uso de mídias sociais se generalizou. Mais de 90% dos blogs aliam a sua exposição a elas: Facebook (48,53%) e Youtube (48,21%) são as favoritas dos blogueiros, os quais também lançam mão do Twitter (33,97%) e do Instagram (11,14%).

Desperdício de oportunidades
“Vale mencionar que, entre as ferramentas mais relevantes utilizadas na blogosfera brasileira, está o feed RSS, que facilita a distribuição e integração do conteúdo em outras plataformas, hoje presente em 91,49% dos blogs”, informa Rodrigues.

Curiosamente, as ferramentas de analytics, no entanto, ainda têm chão para conquistar: foram adotadas por apenas 41,39% dos blogs do país. “Isso denota um resquício de amadorismo, já que o blogueiro que dispensa a adoção de analytics não faz ideia de quem seja, de fato, o seu público. Vive às cegas, pois perde a oportunidade de apresentar um conteúdo mais dirigido e relevante a quem o segue, assim como a de alavancar o seu espaço comercialmente para as empresas que buscam atingir o seu leitor”, afirma o especialista em big data.

Thoran chama a atenção para uma tendência que indica a importância crescente do acesso aos blogs via celular: os aplicativos já estão presentes em 12,24% dos blogs nacionais.

07:57 · 25.10.2016 / atualizado às 07:57 · 25.10.2016 por

hackerUma pesquisa realizada pela Eset – fornecedora de soluções de segurança da informação e pioneira em proteção proativa – identificou que 35% dos usuários da América Latina, incluindo do Brasil, já foram infectados por malware (códigos maliciosos) e/ou spam propagados pelas redes sociais. O que reforça o interesse crescente dos cibercriminosos por esse tipo de ambiente, por conta do aumento expressivo no número de usuários.

A pesquisa da Eset mostra ainda que 30% dos usuários reconhecem que clicaram, ao menos uma vez, em publicações suspeitas nas redes sociais. Essa prática, comumente usada pelos cibercriminosos, usa como isca anúncios chamativos e conteúdos falsos para atrair a atenção dos usuários desavisados. Dessa forma, ao clicar no conteúdo suspeito, códigos maliciosos podem ser baixados no equipamento ou, ainda, o usuário é subscrito em serviços de publicidade que geram algum tipo de retorno financeiro para o atacante, como é o caso do SMS Premium.

Além disso, 15% dos usuários mencionaram que já foram vítimas de phishing – tipo de ataque que tem como objetivo obter informações pessoais e confidenciais de forma fraudulenta. Esse tipo de ameaça é, geralmente, realizado por meio de e-mails e sites de web duplicados. Porém, com a alta penetração das redes sociais, os cibercriminosos também passaram a utilizar esses espaços para propagar campanhas de phishing.

“Os especialistas da Eset identificaram que, em média, mais de 28 mil links maliciosos e suspeitos são divulgados por dia no Facebook e 10 mil no Twitter. O que reforça a preocupação que as pessoas precisam ter em relação à segurança nas redes sociais”, afirma Camillo Di Jorge, Presidente da Eset Brasil. “Por isso vale reforçar que é sempre importante que os usuários usem soluções proativas de segurança nos equipamentos que utilizam para acesso à internet e às redes sociais, utilizem configurações de segurança nesses ambientes e, principalmente, fiquem atentos para não clicar ou baixar conteúdos de origem duvidosa “, completa.

Abaixo seguem dicas dos especialistas da Eset para que os internautas reforcem a segurança nas redes sociais:

1. Credenciais de Acesso
Cada site conta com diversas opções disponíveis para preservar a segurança dos dados de acesso dos usuários. Alguns sites disponibilizam uma lista dos dispositivos que utilizam a conta. Dessa forma, conseguem verificar a autenticidade do usuário e comprovar se há algo suspeito com o envio de notificações a cada início de sessão. Essa funcionalidade também está disponível para dispositivos móveis.

2. Visualização de conteúdos e publicações
Apesar de ser uma rede aberta, é importante que os usuários filtrem quais pessoas têm permissão para ver suas mensagens. Muitos sites trazem filtros para que essa configuração seja feita e o perfil exiba somente as informações básicas do usuário. No entanto, é importante ter em mente que, mesmo uma configuração limitada, pode trazer riscos, visto que essas informações estão expostas publicamente.

3. Informação de contato e localização
As redes sociais usam diferentes meios para que as outras pessoas possam entrar em contato, como as mensagens diretas, e-mail, número de celular e, até mesmo, geolocalização. Em geral, o usuário pode limitar a visualização das formas de contato ou restringir o acesso. No caso da localização, é importante desabilitar essa funcionalidade, que muitas vezes é adicionada automaticamente por meio do GPS.

4. Envio de mensagens e comentários
Alguns sites permitem limitar quem pode enviar mensagens ou publicar comentários sobre seus posts. Para isso, selecione ou bloquei grupos específicos ou pessoas individualmente.

5. Marcação em fotos e vídeos
Fotos ou vídeos em redes sociais podem sofrer marcações. O usuário pode evitar ou, se preferir, ter o direito de aprovar antes as marcações relacionadas ao seu perfil.

6. Monitoramento e anúncios
A maioria dos sites, incluindo as redes sociais, fazem um monitoramento das atividades online dos usuários com o intuito de mostrar anúncios personalizados. Algumas redes sociais podem ser configuradas sobre como ou quando o usuário deseja que esse mapeamento seja realizado e que publicidade mostrar.

7. Notificações
O envio de notificações por meio das redes sociais pode ter diferentes consequências. Por um lado, permitem saber se ocorre algo inesperado ou não desejado. Por outro, podem trazer uma avalanche de informações por meio de um canal não criptografado que pode ser sequestrado com fins maliciosos. Dessa forma, o ideal é que o usuário configure as notificações que deseja receber.

8. Reprodução automática
O conteúdo que executa automaticamente, como é o caso dos vídeos, pode ser um problema. Isso porque pode executar conteúdo malicioso antes que o usuário perceba. Por isso, recomenda-se que a funcionalidade de “reprodução automática” seja desativada a fim de evitar surpresas desagradáveis.

10:59 · 17.08.2016 / atualizado às 13:41 · 17.08.2016 por

diario-nordesteStranger Things, a fantástica série da Netflix fez muito sucesso (se você ainda não assistiu corra) por nos fazer lembrar de grandes clássicos dos anos 1980. Muito bem, pois a empresa de design Nelson Cash resolveu entrar na brincadeira. Eles criaram o site Make it Stranger onde você pode criar títulos iguais aos do filme.

Para tanto, basta entrar no site e inserir os dois nomes e clicar no termo “Strangify”. Pronto. Agora é compartilhar pelo Twitter ou Facebook ou fazer o download da imagem.

07:49 · 18.07.2016 / atualizado às 07:49 · 18.07.2016 por

Claro-logo-logotype-1024x768A Claro foi reconhecida, pela segunda vez, como a operadora brasileira que mais respondeu demandas pelo Facebook e Twitter, de acordo com estudo publicado pela SocialBakers. A consultoria analisa perfis sociais nas principais plataformas digitais e provê estudos analíticos de engajamento e uso das redes.

Conforme reportado, no primeiro trimestre deste ano, a empresa retornou 92,6% das questões postadas no Facebook, desempenho superior à média global, que foi de 87%. O resultado positivo também pode ser conferido no Twitter, canal em que a Claro também obteve o melhor performance entre as operadoras. Além disso, a Claro Brasil manteve a primeira posição em números de seguidores no Twitter com 5,9 milhões de usuários.

A Claro é a única que oferece acesso às duas redes sociais avaliadas, Facebook e Twitter, e ao WhatsApp, sem descontar da franquia de dados.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, “o resultado do estudo traduz o compromisso da marca de estar sempre ao lado do consumidor, interagindo de maneira construtiva e consistente”.

07:58 · 03.05.2016 / atualizado às 07:58 · 03.05.2016 por

dcuniverseonline2Foi uma grande aposta, mas o que prometia ser um sucesso parece ter virado um pesadelo. O DC Universe Online chegou gratuito para os usuários do Xbox One, mas está difícil usá-lo. A quantidade de usuários entrando no serviço é tão grande que não está sendo possível aguentar todos ao mesmo tempo.

A fila de espera de usuários gratuitos chega a absurdos 240 minutos, segundo relatou o usuário Felipe Belarmino. A própria empresa está pedindo paciência para os usuários através de sua conta no Twitter.

Entramos em contato com a Microsoft para saber o posicionamento da empresa e estamos aguardando a resposta.

Mas a dúvida maior é como não previram isso?

08:12 · 23.02.2016 / atualizado às 08:15 · 23.02.2016 por
Xiaomi Mi5
Xiaomi Mi5

A Xiaomi, empresa de internet e hardware considerada a 2ª startup mais valiosa do mundo (segundo a Fortune), anunciará oficialmente seu novo smartphone topo de linha, o Mi 5. O evento acontecerá no dia 24 de fevereiro, às 5 horas da manhã (horário de Brasília), durante o Mobile World Congress, em Barcelona.

O lançamento do Mi 5 será transmitido ao vivo, por meio do canal oficial da Xiaomi no YouTube e também terá a cobertura feita pelo Twitter, Facebook e Instagram da empresa. Os Mi Fãs brasileiros ainda poderão acompanhar o evento pelo Periscope (@MiBrasil).

A apresentação será gravada e disponibilizada nos mesmos canais da Xiaomi algumas horas após o evento. A empresa avisará em suas redes sociais quando o vídeo estiver no ar.

13:09 · 16.12.2015 / atualizado às 13:20 · 16.12.2015 por
Foto: @OnLeaks
Foto: @OnLeaks

Tanto o site NoWhereElse e o perfil do Twitter @Androidheadline informaram que a Lenovo está trabalhando inteiramente com o futuro Moto X 2016. E pelo vazamento de imagem do canal do Twitter não deverá agradar muito.

Segundo a imagem, ele traz uma carcaça unibody de alumínio, com alto-falante na traseira e um sensor de câmera gigante.

Além do design o resultado desta mudança radical deve ser o preço que vai subir ainda mais.

E vocês, gostaram?

13:33 · 15.07.2015 / atualizado às 13:33 · 15.07.2015 por

pewresearchEstudo do Pew Research, em associação com John S. and James L. Knight Foundation revelou que 63% dos norte-americanos que usam o Twitter (52% em 2013) e o Facebook (47% em 2013) como fontes para busca de informações.

O Twitter ainda leva vantagem sobre o Facebook, pois, ainda segundo o levantamento, a proporção de usuários que dizem seguir as últimas notícias no Twitter, por exemplo, é quase duas vezes maior que aqueles que dizem fazê-lo via Facebook (59% x 31%). E isso reforça a visão que o Twitter é o melhor para leitura e para a cobertura de notícias em tempo real.

Coincidentemente, a pesquisa chega em um momento em que as duas empresas apostam mais pesadamente em notícias. Em maio último, o Facebook lançou o projeto Instant Articles (artigos instantâneos, em uma tradução livre), um projeto experimental que permite que as empresas de mídia, com o “The New York Times“, possam publicar histórias diretamente para a plataforma do Facebook, em vez de links para seus próprios sites. Além disso, em junho, lançou nos EUA (ainda inédito recurso no Brasil), a barra lateral “Trending” para que os usuários filtrarem por tópicos apenas notícias sobre política, ciência, tecnologia, esportes ou entretenimento.

E o Twitter? Não ficou para trás. Em breve deve revelar seu “Project Lightning” (Projeto Relâmpago) que permitirá que qualquer um, usuário ou não do Twitter, possa visualizar feeds de tweets, imagens e vídeos sobre eventos ao vivo como eles acontecem, que terão curadoria por um novo grupo de pessoas que, segundo a empresa, teriam “experiência em redação de jornais”. E já foi comprado e lançado pelo Twitter este ano o aplicativo de vídeo ao vivo Periscope.

De acordo com o estudo, a conclusão é que, à medida que mais sites de redes sociais reconheçam e se adaptem ao seu papel no ambiente de notícias, cada um vai oferecer características únicas para usuários de notícias, e esses recursos podem promover mudanças no uso das notícias. Esses usos diferentes ao redor da reportagem têm implicações na forma como os americanos aprendem sobre o mundo e suas comunicações, e por quanto eles toma parte no processo democrático. Este exame de Facebook e Twitter lança luz sobre as semelhanças e diferenças entre estas duas importantes plataformas de mídia social.

Leia aqui o relatório completo.

10:00 · 26.12.2014 / atualizado às 13:36 · 26.12.2014 por

facebookxtwitterA proporção de jovens entre 13 e 17 anos que usam o Facebook nos EUA caiu de 94% para 88% neste ano (e ante 95% de 2012, há dois anos), segundo uma pesquisa realizada no país. O estudo, feito pela consultoria Frank N. Magid Associates, diz que, no mesmo período, o Twitter ganhou popularidade na mesma faixa etária nos EUA.

Na última vez em que a empresa de internet divulgou dados sobre o uso entre adolescentes, mostrando que de fato havia perdido força para concorrentes como o Snapchat (e o WhatsApp, que agora pertence ao Facebook), houve repercussão negativa entre seus investidores, como relata a agência Bloomberg.

Depois disso, Mark Zuckerberg e companhia cessaram a abertura de tal estatística. O Twitter é usado por 48% dos jovens entre 13 e 17 nos EUA, segundo o estudo publicado.

Uma das razões que pode estar por trás da redução na popularidade do Facebook entre os mais jovens nos EUA pode ser que a confiança na empresa está baixa: 9% dos entrevistados pela Frank N. Magid disse que o site é ‘confiável’ ou ‘seguro’.

A rede também teve avaliação ruim no quesito entretenimento: só 18% responderam na enquete que descreveriam o serviço on-line como ‘divertido’, ante 40% da rede Pinterest, por exemplo.

Fonte: FolhaPress