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Tag: WhatsApp


16:50 · 25.03.2017 / atualizado às 16:50 · 25.03.2017 por
Zenfone 3 Zoom prata é uma das cores que estará disponível a partir de segunda, 27

Isso não é ainda um review, mas o que vimos até aqui do Asus Zenfone 3 Zoom está agradando. O sistema de duas câmeras com 12X de zoom e a bateria de 5000mAh tem feito a alegria de quem gosta de fazer fotos e quer um smartphone para durar muitas horas.

No momento que escrevo esta postagem o Zenfone 3 Zoom está com 51% de bateria. Ele foi carregado 100% às 18h e, desde então, segue em ação com fotos, vídeos e postagem no Instagram, além de acesso ao WhatsApp, Telegram e sites.

Parece que a Asus acertou bastante nestes quesitos: bateria e câmera. Ainda mais que em vezes anteriores. Veja, as câmeras traseiras que tem sensores embarcados em outros smartphones de ponta, no caso o Samsung Galaxy S7 e o Apple iPhone 7 Plus, tem resultados iguais ou levemente superiores, no caso do S7, e iguais ou inferiores (à noite) no caso do iPhone 7 Plus. Isso mostra que a Asus veio para competir com os tops do mercado.

Até aqui, o que vimos foi que o sensor Sony IMX362, com abertura f/1.7, lente grande angular de 25 milímetros, com pixels de 1,4µm (mícrons), capta 96% mais luz que sensores convencionais de 1µm (mícron) permite fotos muito mais claras e definidas. Uma segunda câmera com uma lente de 59 milímetros oferece zoom óptico real de 2,3x, que é perfeito para retratos e para tirar fotos de objetos e indivíduos à distância.

Ainda faremos muitos testes, até para buscar as famosas fotos com “efeito retrato” que a Asus já garante que o Zenfone 3 Zoom faz e antes chegou com destaque no iPhone 7 Plus. Vamos testar o autofoco e trazer uma análise melhor dele e de tantos outros recursos prometidos neste novo smartphone.

O preço? Isso ainda é sigiloso, mas voltando aqui na segunda-feira, 7h, você terá esta informação. Então, fique ligado em nosso blog e no Diário do Nordeste para mais detalhes.

08:00 · 09.02.2017 / atualizado às 08:00 · 09.02.2017 por
Airpods pareando com o iPhone 7 e o Watch Series 2. Equipamentos da Apple também correm risco no mundo digital

Não é porque não há muitos casos de ataques a equipamentos da Apple, os iPhones e iPads, que você deve fazer vista grossa para segurança destes dispositivos que usam iOS como sistema operacional. Para tentar te ajudar, reunimos 3 especialistas em segurança digital para conversar sobre como proceder e evitar problemas de roubo de dados do seu aparelho.

A primeira coisa é clara, mas muita gente faz questão de fazer o contrário das recomendações. O trio de especialistas é claro: não faça jailbreak. Esta solução, muito usada por alguns usuários da Apple costuma remover proteções nativas do sistema e abre a porta para que o usuário instale o que quiser, de lojas de terceiros. “E aí mora o perigo. As últimas pragas que encontramos que afetavam o iPhone, todas elas afetavam apenas aparelhos com jailbreak”, garantiu Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky Lab.

Nelson Barbosa, engenheiro de segurança da Norton, explica mais sobre o jailbreak: “o maior benefício é que permite que os usuários de dispositivos iOS burlem algumas restrições do sistema operacional, como por exemplo, baixar aplicativos fora da loja oficial da Apple. Porém, essa prática desativa o recurso “sandboxing” nativo em todos os dispositivos da Apple. O sandboxing mantém aplicativos de terceiros fora do seu sistema operacional e apenas autoriza determinadas permissões de acesso a suas informações. Como esses aplicativos precisam de sua permissão explícita (surgem em uma janela pop-up) para examinar suas fotos, acessar seu local ou procurar seus contatos, é altamente improvável que o código mal-intencionado possa causar danos ou roubar suas informações. Ao remover o sandbox, qualquer aplicativo pode acessar todas as suas informações privadas, incluindo aplicativos maliciosos que se apresentam como aplicativos legítimos”.

Já Emilio Simoni, gerente de segurança da PSafe, acredita que o jailbreak deve ser evitado a todo custo, e não só para equipamentos da Apple. “Acreditamos que evitar jailbreak em qualquer telefone é fundamental para manter a segurança de qualquer aparelho (independente do sistema operacional)”.

Outra dica importante, e simples de cumprir, é evitar clicar em links vai e-mails, SMS ou ferramentas de mensagem instantâneas em geral como WhatsApp e Facebook Messenger. “Esse tipo de fraude que visa roubar dados da vítima por meio de links maliciosos tem se tornado cada vez mais frequente. Há até mesmo casos de páginas falsas da própria página do AppleID, onde o usuário acessa por engano e informa os dados da sua conta. A partir do momento do acesso, as informações desse cliente estão nas mãos do hacker”, afirmou Simoni.

iPhone SE. Mesmo com toda a proteção do ecossistema, usuários que fazem jailbreak podem deixar seus equipamentos Apple abertos para ameaças

Não é raro no mundo Android serem encontrados aplicativos mal intencionados ou falhos na Google Play e que podem gerar problemas se você não analisar a nota do app e verificar, ao menos, 3 páginas de comentários. Porém, segundo Fabio Assolini, no mundo Apple isso não se aplica. “Isso não se aplica aos usuários de iPhone pois a Apple aprova previamente todas as apps publicadas na sua loja, se tornando responsável pelo processo. Além disso comentários de usuários, mesmo na loja oficial, podem ser falsos”, reforça.

Para finalizar, um ataque comum no mundo mobile e que pode afetar quem usa aparelhos iOS são os chamados scarewares. Mensagens que visam assustar o usuário para que ele contrate um serviço que pode ser uma fraude e um risco total a segurança dele. “Essas mensagens são muito comuns em dispositivos móveis, e são feitas para assustar o usuário e deixá-lo sem saber qual ação tomar. O scareware mais comum é uma mensagem que avisa que o dispositivo está infectado e que é necessário instalar um software para limpá-lo. O recomendado é fechar a janela e nunca instalar aplicativos suspeitos. Somente confie em um alerta de vírus se for emitido pela solução de segurança que já está instalada no seu dispositivo”, finalizou Nelson Barbosa.

Abaixo, veja a íntegra das entrevistas.

Emilio Simoni, gerente de segurança da PSafe.

Blog na Rede – Podemos dizer que evitar jailbreak é a premissa fundamental ou única?
Emilio Simoni – Acreditamos que evitar jailbreak em qualquer telefone é fundamental para manter a segurança de qualquer aparelho (independente do sistema operacional), mas não diríamos que é a única maneira. Ao se depararem com dificuldade em fraudar dispositivos por meio de aplicativos, hackers optam por fraudes via Phishing (Email, sms ou anúncios fraudulentos), que são, inclusive, mais fáceis de viralizar. Sobre o jailbreak, vale lembrar que, quando ele é feito no aparelho, qualquer aplicativo pode ser instalado sem qualquer tipo de verificação de sua procedência, o que aumenta a vulnerabilidade do celular.

BnR – Evitar clicar em links via e-mails, SMS ou ferramentas de mensagens como WhatsApp e Facebook Messenger é outra boa dica?
ES – Sem dúvida. Esse tipo de fraude que visa roubar dados da vítima por meio de links maliciosos tem se tornado cada vez mais frequente. Há até mesmo casos de páginas falsas da própria página do AppleID, onde o usuário acessa por engano e informa os dados da sua conta. A partir do momento do acesso, as informações desse cliente estão nas mãos do hacker.

BnR – Não baixar apps sem antes validar a qualificação deles e olhar algumas páginas de comentários é uma ação segura?
ES – Definitivamente. Se o aparelho não tiver jailbreak e o usuário estiver baixando um app de lojas oficiais, ainda assim vale verificar a procedência do aplicativo pelas qualificações e comentários. No caso de o aparelho ter o jailbreak e o usuário estiver fazendo download de um app de uma loja não oficial, esse cuidado deve ser redobrado.

BnR – Para finalizar, por que aparecem mensagens de alertas em browsers às vezes, os chamados scarewares? Simplesmente para forçar o usuário a clicar em uma falsa proteção e atingi-lo? Como evitar isso? Basta fechar a janela?
ES – Esse tipo de golpe leva muito em consideração o estado emocional do usuário no momento em que a janela é mostrada. O intuito é causar pânico imediato e fazer com que o usuário seja atingido pela fraude. Os golpistas criam anúncios online ou janelas pop-up de “alerta” que parecem legítimos fazendo com que o usuário acredite que seu celular está correndo perigo. O objetivo do golpista é fazer com que o usuário clique na fraude e, a partir daí, pedir para que ele siga instruções para “limpar” o celular. O hacker pode executar uma verificação de segurança falsa e afirmar que o celular foi exposto a um vírus ou um ataque malicioso. Tendo atingido esse objetivo, o usuário é convencido a fornecer informações financeiras para adquirir um suposto software de segurança. Sabendo que nenhuma dessas ameaças é verdadeira, o usuário acaba por fornecer dados do cartão de crédito para um criminoso.

BnR – Como evitar?
ES – Em casos em que a janela de anúncio pode ser fechada, basta seguir navegando sem fornecer qualquer informação ou baixar qualquer coisa desse anúncio. No entanto, existem casos em que o usuário se vê “congelado” na tela de scareware. Para reparar este tipo de scareware, os próprios fóruns de suporte da Apple sugerem que o usuário pressione o botão Home para sair do navegador, ativar o “Modo Avião”, ir até as opções do Safari e limpar os dados de histórico e cookies do navegador.

Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky Lab

BnR – Segundo especialistas em iPhone não há antivírus para iOS. Nem mesmo aplicativos capazes de enfrentar a praga do malware. Olhando na Apple Store notei que seus produtos realmente falam de tudo, menos de antivírus ou anti-malware. Logo, que recomendações seus especialistas dão em termos de segurança para iPhones e iPads?
Fabio Assolini – É verdade. Nenhum produto de segurança se apresenta como “antivírus” para o iOS. Há razões técnicas para isso, a mais importante é que a Apple não permite que nenhum produto atue na segurança do produto como deveria atuar. Para um produto ser classificado como antivírus, ele precisa de acesso ao sistema completo de arquivos, memória, etc, para fazer as verificações necessárias e isso a Apple não permite que nenhum app o faça, limitando assim a ação de um possível produto. Outro fator está relacionado ao marketing, que a Apple construiu desde o lançamento dos antigos OSX, ativamente afirmando que vírus ou malware não afetam a plataforma – o que sabemos não ser verdade – existem pragas para iOS porém numa quantidade pequena se comparado com o Android.

Aqui estão documentados alguns casos, o mais relevante deles é o XCode Ghost:
https://threatpost.com/xsser-trojan-spies-on-jailbroken-ios-devices/108627
https://securelist.com/blog/research/67457/ios-trojan-wirelurker-statistics-and-new-information
https://threatpost.com/yispecter-ios-malware-abuses-apple-enterprise-certs-to-push-adware/114917
https://threatpost.com/xcodeghost-ios-malware-contained/114745

Outro problema que assola a plataforma são os apps fraudulentos, descritos aqui:
https://blog.kaspersky.com/fraudulent-apps-on-apples-app-store/2685

BnR – Logo, que recomendações seus especialistas dão em termos de segurança para iPhones e iPads? Podemos dizer que evitar jailbreak é a premissa fundamental ou única?
FA – A mais importante delas é: não faça jailbreak, que costuma remover proteções nativas do sistema e abre a porta para que o usuário instale o que quiser, de lojas de terceiros, aí mora o perigo. As últimas pragas que encontramos que afetavam o iPhone, todas elas afetavam apenas aparelhos com jailbreak. Outra recomendação importante: cuidado com redes WiFi abertas. Ao se conectar a uma delas sem usar uma devida proteção (VPNs), seus dados podem capturados durante o tráfego. Outro ataque importante que afeta donos de iPhone: phishing, recebidos por e-mail, redes sociais ou SMSs. Aí a dica é usar um navegador seguro, a Kaspersky oferece o Secure Browser gratuitamente, que irá bloquear sites de phishing, mesmo no iPhone.

iPads ficam com 40% da fatia do mercado, segundo pesquisa de tablets e também são alvos de hackers

BnR – Evitar clicar em links via e-mails, SMS ou ferramentas de mensagens como WhatsApp e Facebook Messenger é outra boa dica?
FA – Sim essa é uma boa prática de segurança, especialmente links recebidos pelo WhatsApp. Temos visto diversas campanhas maliciosas usando essa plataforma. Esses links podem não instalar malware num iOS, mas podem te direcionar para sites falsos, sites de serviços premium que irão solicitar seu número e fazer descontos da sua conta mensal, entre outras coisas ruins.

BnR – Não baixar apps sem antes validar a qualificação deles e olhar algumas páginas de comentários é uma ação segura?
FA – Isso não se aplica aos usuários de iPhone pois a Apple aprova previamente todas as apps publicadas na sua loja, se tornando responsável pelo processo. Além disso comentários de usuários, mesmo na loja oficial, podem ser falsos.

BnR – Para finalizar, por que aparecem mensagens de alertas em browsers às vezes, os chamados scarewares? Simplesmente para forçar o usuário a clicar em uma falsa proteção e atingi-lo? Como evitar isso? Basta fechar a janela?
FA – Exato, a intenção dos ataques de scareware são assustar o usuário, informando de supostas infecções, sempre pedindo que o usuário instale algo ou informe algum dado (como seu número de telefone). Nem sempre o app oferecido para instalação é malicioso, mas alguns apps trabalham com sistema de afiliados (como o Uber) e ao instalar o app sugerido, o criminoso ganha uma comissão pela instalação – portanto o criminoso se vale de um processo que provoca medo no usuário para forçar a instalação de um app, que as vezes pode ser legítimo. Para esses casos basta fechar o navegador ou a aba, nada de mal se passará ao fazer isso. Outra solução seria usar um bom produto antivírus.

Nelson Barbosa, engenheiro de segurança da Norton

BnR – Logo, que recomendações seus especialistas dão em termos de segurança para iPhones e iPads?
Nelson Barbosa – Por ser um sistema fechado, o iOS não permite a atuação de nenhum antivírus, por isso as dicas são mais voltadas ao comportamento do usuário. É importante explicar que o sistema iOS não necessariamente é mais seguro do que o Android, ele é menos visado, pois existem menos usuários e os criminosos preferem realizar ataques que infectam um maior número de pessoas. Por isso, o usuário precisa entender que o iOS não está imune a ataques. A recomendação é que os usuários leiam as solicitações de acesso ao instalar aplicativos, não façam o jailbreak, tenham cautela com e-mails suspeitos (principalmente se eles tiverem boletos anexados), não forneçam suas informações pessoais em janelas de pop-ups e sites suspeitos e estabeleçam senhas fortes e únicas para cada conta.

BnR – Podemos dizer que evitar jailbreak é a premissa fundamental ou única?
NB – A Norton recomenda que os usuários não façam o jailbreak em seus dispositivos iOS, já que essa prática deixa os dispositivos mais vulneráveis a ataques. Porém, esse não é o único cuidado que os usuários devem ter. Como citado acima, muitos ataques usam a engenharia social para enganar as suas vítimas. Golpes simples e comuns como o phishing e sites fraudulentos podem ser evitados se o usuário prestar mais atenção no que está acessando. Explicando mais sobre o jailbreak, o maior benefício é que permite que os usuários de dispositivos iOS burlem algumas restrições do sistema operacional, como por exemplo, baixar aplicativos fora da loja oficial da Apple. Porém, essa prática desativa o recurso “sandboxing” nativo em todos os dispositivos da Apple. O sandboxing mantém aplicativos de terceiros fora do seu sistema operacional e apenas autoriza determinadas permissões de acesso a suas informações. Como esses aplicativos precisam de sua permissão explícita (surgem em uma janela pop-up) para examinar suas fotos, acessar seu local ou procurar seus contatos, é altamente improvável que o código mal-intencionado possa causar danos ou roubar suas informações. Ao remover o sandbox, qualquer aplicativo pode acessar todas as suas informações privadas, incluindo aplicativos maliciosos que se apresentam como aplicativos legítimos. E os riscos são reais – em 2015, foi reportado que 225 mil IDs de usuários de iOS da China foram roubados de dispositivos com jailbreak usando um malware chamado de “Keyraider”, que se disfarça como aplicativo para roubar informações das vítimas. Nesse caso, os IDs foram usados para fazer compras dentro de outros aplicativos maliciosos.

BnR – Evitar clicar em links via e-mails, SMS ou ferramentas de mensagens como WhatsApp e Facebook Messenger é outra boa dica?
NB – Essa é uma ótima dica, independente do sistema operacional que a pessoa esteja utilizando. Outra dica é sempre manter os softwares atualizados, evitando ataques que exploram brechas de versões anteriores.

BnR – Não baixar apps sem antes validar a qualificação deles e olhar algumas páginas de comentários é uma ação segura?
NB – Sim, é uma ação muito recomendada. Além disso, é indicado que os usuários suspeitem caso o aplicativo solicite acesso à informações “desnecessárias”. Por exemplo, um aplicativo de edição de foto não precisa ter acesso à sua lista de contatos e seu GPS. Lembrando que o ideal é baixar aplicativos somente de lojas oficiais.

BnR – Para finalizar, por que aparecem mensagens de alertas em browsers às vezes, os chamados scarewares? Simplesmente para forçar o usuário a clicar em uma falsa proteção e atingi-lo? Como evitar isso? Basta fechar a janela?
NB – Essas mensagens são muito comuns em dispositivos móveis, e são feitas para assustar o usuário e deixá-lo sem saber qual ação tomar. O scareware mais comum é uma mensagem que avisa que o dispositivo está infectado e que é necessário instalar um software para limpá-lo. O recomendado é fechar a janela e nunca instalar aplicativos suspeitos. Somente confie em um alerta de vírus se for emitido pela solução de segurança que já está instalada no seu dispositivo.

12:21 · 01.11.2016 / atualizado às 12:21 · 01.11.2016 por
Novo golpe do WhatsApp
Novo golpe do WhatsApp

Golpes via WhatsApp já viraram rotina no Brasil. Os cibercriminosos já ficaram especialistas em enganar os usuários brasileiros com os mais variados tipos de ataque.

Desta vez, o golpe gira em torno de uma mensagem com um link que sugere que, ao responder a um questionário, você irá ganhar 2 passagens aéreas em comemoração ao aniversário da TAM, hoje Latam.

A mensagem é cheia de erros de português e o básico erro de que a companhia aérea não é mais conhecida como TAM e sim Latam – desde o ano passado após fusão com a chilena LAN. Afora que o link da promoção falsa aponta para uma url que não é da Latam.

As dicas são as de sempre: tenha atenção, não saia clicando em tudo que te enviam, seja via WhatsApp ou qualquer outro comunicador ou rede social, e nunca acredite em tudo que está lendo, veja sempre outras opções de informação, especialmente visitando os sites oficiais das tais empresas que estão com promoção.

12:45 · 21.07.2016 / atualizado às 12:49 · 21.07.2016 por

whatsapp2Quando alguém te liga e deixa uma mensagem na caixa postal do seu telefone é algo horrível, visto que já deixou de ser natural e ainda temos que pagar para escutar a mensagem, muitas vezes. Pois bem, o WhatsApp está preparando para lançar uma nova atualização que promove esta mesma função, gratuitamente, para quem telefonar usando o aplicativo.

A nova função já está disponível para quem usa a versão de testes do WhatsApp Beta tanto nos sistema Android quanto iOS (iPhone).

Ao ligar para alguém e esta pessoa não conseguir ou não quiser atender, você poderá deixar uma mensagem de voz pedindo que o destinatário retorne a ligação em um outro momento. Sinceramente, é mais fácil mandar uma mensagem de voz ou de texto como já está presente no aplicativo normalmente, mas…

Se você não quiser atender a pessoa já há a opção de enviar uma mensagem dizendo que não pode atender naquele momento com uma mensagem personalizada.

Bom, o recurso de caixa postal do WhatsApp deve chegar ainda este ano, apesar de ser meio que desnecessário.

07:49 · 18.07.2016 / atualizado às 07:49 · 18.07.2016 por

Claro-logo-logotype-1024x768A Claro foi reconhecida, pela segunda vez, como a operadora brasileira que mais respondeu demandas pelo Facebook e Twitter, de acordo com estudo publicado pela SocialBakers. A consultoria analisa perfis sociais nas principais plataformas digitais e provê estudos analíticos de engajamento e uso das redes.

Conforme reportado, no primeiro trimestre deste ano, a empresa retornou 92,6% das questões postadas no Facebook, desempenho superior à média global, que foi de 87%. O resultado positivo também pode ser conferido no Twitter, canal em que a Claro também obteve o melhor performance entre as operadoras. Além disso, a Claro Brasil manteve a primeira posição em números de seguidores no Twitter com 5,9 milhões de usuários.

A Claro é a única que oferece acesso às duas redes sociais avaliadas, Facebook e Twitter, e ao WhatsApp, sem descontar da franquia de dados.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, “o resultado do estudo traduz o compromisso da marca de estar sempre ao lado do consumidor, interagindo de maneira construtiva e consistente”.