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Tag: Windows Phone


12:24 · 02.05.2016 / atualizado às 12:48 · 02.05.2016 por

whatsappEnquanto o WhatsApp tenta desbloquear seu serviço no Brasil, confira 10 opções para usar:

Skype
O aplicativo de vídeo e mensagens de textos foi comprado pela Microsoft e segue forte. Ele tem opções para notebook/PC, mas também para Android, iOS (iPhone/iPad), Windows Phone, BlackBerry e Xbox.

Messenger
O aplicativo virou, inclusive, produto separado pelo Facebook no ambiente mobile. Ele ainda está junto ao Facebook para desktop.

É gratuito e disponível para também Android, iOS (iPhone/iPad) e Windows Phone.

Hangouts
É o sistema do Google. Muito bom, mas pouco usado pelo público geral. Pode funcionar para conferências.

Pode ser para desktop, iOS e Android. Tem tanto um site dedicado como vem “acoplado” aos serviços deo Gmail e Google+.

Telegram
O serviço está presente tanto no Windows Phone, iOS quanto no Android e serve para enviar mensagens que, por muito tempo, eram bem mais seguras que o WhatsApp. As mensagens do Telegram não ficam armazenadas nos servidores da empresa. Ele é gratuito.

Viber
Disponível para Android, iOS, Windows Phone, Windows 8, BlackBerry, Symbian (Nokia) e versão para desktop, ele funciona para troca de mensagens e ainda para criar grupos para amigos ou participar de grupos de famosos.

KaKaoTalk
No aplicativo é possível trocar mensagens de texto, voz, imagens, nota de áudio, compartilhar eventos e contatos. O programa sincroniza os números da agenda telefônica do usuário e os adiciona automaticamente a lista do app, porém ele não é muito popular o Brasil.

Line
O software concede a oportunidade de trocar mensagens de voz e de texto, essa ultima com simpáticos stickers exclusivos. O diferencial em relação aos outros aplicativos é a plataforma QR-Code acoplada ao app. Um ponto negativo é o fato de ele não mostrar quando um amigo está on-line.

Kik Messenger
O app oferece troca de mensagens de texto, voz e imagens instantaneamente. Versátil e acessível, ele está disponível para Android, IOS, Windows Phone, Symbian e Blackberry. No entanto, não é possível fazer chamadas de voz ou vídeo conferência com o programa.

WeChat
Além da trocar mensagens de texto, imagens, chamadas de voz e de vídeo, é possível passar o tempo com jogos disponíveis na plataforma. Boa pedida para quem quer conhecer gente nova, o programa tem a função “Olhar ao Redor”, que localiza pessoas próximas. Apesar da plataforma leve, ele pode travar durante as chamadas.

GroupMe
Este é o aplicativo para quem curte juntar os amigos em uma grande conversa. Ele sincroniza contatos da agenda para ajudar o usuário a criar grupos. Por meio dele não é possível abrir um bate-papo individual.

Com informações da FolhaPress

14:29 · 28.08.2015 / atualizado às 14:36 · 28.08.2015 por
Smartphones de todas as plataformas alvo de espionagem
Smartphones de todas as plataformas alvo de espionagem

Desde que o ex-técnico da CIA, Edward Snowden, revelou, em 2013, que governos do mundo estavam sendo investigados por agências do governo norte-americano, ficou claro que nenhum dispositivo estava totalmente livre de ser espionado, invadido.

Durante o 5º Seminário Latino-Americano de Analistas de Segurança, realizado em Santiago, no Chile, o diretor de Investigação e Análises para a América Latina da Kaspersky Lab, Dmitry Bestuzhev, deixou claro que qualquer smartphone pode ser invadido para descobrir tudo que o usuário faz diariamente e sem que ele perceba.

Apesar dos ataques comuns serem quase todos direcionados para o sistema operacional Android, quando o assunto se trata de espionagem os proprietários de Windows Phone, iPhone e até BlackBerry são vítimas em potencial.

Código usado para invadir BlackBerry
Código usado para invadir BlackBerry

Depois de instalada a ameaça, o espião consegue visualizar a lista completa de contatos, acessar fotos, vídeos e até conversas via Viber e WhatsApp, por exemplo. Saber onde o dono do celular está no momento e muito mais.

O diretor mostrou várias páginas com comandos que são usados pelos espiões para tentar visualizar todas as ações dos proprietários sem que os mesmos percebam.

Lógico que nem todo mundo será vítima de espiões, mas é sempre bom ficar atento com seus celulares para evitar que outras pessoas sigam seus passos e saibam tudo que está acontecendo com você ou saber seus projetos de lançamentos futuros.

O editor viajou para o Chile a convite da Kaspersky Lab

13:00 · 26.06.2015 / atualizado às 13:00 · 26.06.2015 por
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo

A Anatel lançou nesta sexta, 26, o aplicativo “Anatel Consumidor“, que permite ao consumidor registrar e acompanhar, em celulares e tablets, reclamações contra as prestadoras de telecomunicações. A ferramenta também permite o registro e o acompanhamento de sugestões e pedidos de informação e conta com uma seção destinada a tirar as principais dúvidas sobre direitos do consumidor por meio de Perguntas Frequentes.

O app está disponível para os sistemas Android, iOS (Apple iPhone) e Windows Phone e pode ser baixado nas lojas de aplicativos de forma gratuita. Este é o segundo aplicativo oficial da Anatel. O primeiro foi o “Anatel Serviço Móvel“.

“Trata-se de mais uma iniciativa para permitir que o consumidor exerça seus direitos com maior praticidade e rapidez. A nossa intenção é que a internet seja, nos próximo anos, o principal canal de atendimento da Anatel”, diz o presidente da Agência, João Rezende.

No ano passado, os consumidores de telecomunicações registraram cerca de 2,8 milhões de reclamações contra suas prestadoras de telecomunicações na Anatel. Em 2015, até o final de maio, este número chega pouco mais de 1,5 milhão de reclamações, sendo que 63% delas são registradas pela Central de Atendimento Telefônico da Agência (telefone 1331) e 37% pela internet, no sistema Fale Conosco.

Com o aplicativo, a Anatel espera não apenas tornar o registro de reclamações mais intuitivo e fácil para o consumidor, como também se adequar às novas tendências de atendimento, que indicam que consumidor tende a substituir os canais tradicionais, como call centers, por meios digitais.

“Está mais fácil registrar uma reclamação na Anatel. Mas é fundamental que o consumidor tente primeiro resolver o seu problema nos canais de relacionamento da própria prestadora, seja por telefone ou pela internet. É a operadora, afinal, que tem a obrigação de atender bem ao consumidor, respeitar o contrato que firmou com ele e atender às regras do setor” afirma Elisa Leonel, superintendente de Relações com Consumidores da Anatel. “A Agência só deve ser acessada caso o atendimento da prestadora não resolva a situação. Por isso, é fundamental que o consumidor anote e guarde os números de protocolos de atendimento que a empresa lhe fornecer.”

Quando um consumidor registra uma reclamação na Anatel, ela é encaminhada para a prestadora que está sendo reclamada. A empresa tem, então, cinco dias úteis para dar uma resposta ao consumidor. Embora não trate de forma individual as reclamações, a Anatel cobra das prestadoras o cumprimento dos prazos e analisa, por meio de amostras selecionadas aleatoriamente e estatisticamente válidas, a qualidade das respostas das prestadoras. Em geral, mais de 70% das reclamações registradas na Anatel são respondidas dentro do prazo de cinco dias úteis.

Além de acompanhar como as prestadoras atendem ao consumidor, a Anatel também monitora quais são as principais razões que levam o consumidor a buscar seus canais de atendimento. Com base nessas informações, planeja ações de fiscalização, acompanhamento e controle, e até mesmo mudanças nas regras do setor.

Nota da redação

O problema é o resultado das reclamações. A última grande reclamação dos clientes de telefonia móvel, por exemplo, é o corte da internet quando o plano acaba. Antes havia uma redução drástica da banda oferecida. Agora o pacote é cortado e pronto. A Anatel poderia muito bem agir em nome da população que não teve suas necessidades mínimas respeitadas. Até agora vimos os Procons ao redor do País em um esforço gigante para resolver esta questão. Algumas liminares foram ganhas e outras derrubadas. Seria bom um posicionamento firme da Anatel em defesa do consumidor.

12:39 · 24.06.2015 / atualizado às 14:17 · 24.06.2015 por

whatsappO WhatsApp finalmente está totalmente atualizado para o Windows Phone. Foram 3 meses após o lançamento do recurso nos smartphones Android.

A liberação da versão 2.12.60 incluiu a possibilidade de ligações grátis, envio de MP3 e até a famigerada remoção de confirmação de leitura de mensagem.

Para que a versão 2.12.60 funcione é preciso ter o Windows Phone 8 (para ligações) ou Windows 8.1 (para também enviar áudios).

08:59 · 22.12.2014 / atualizado às 09:00 · 22.12.2014 por
Os aparelhos com Windows agora aparecem como em segundo lugar no número de celulares vendidos no Brasil
Os aparelhos com Windows agora aparecem como em segundo lugar no número de celulares vendidos no Brasil

O mercado de smartphones no Brasil continua crescendo. É o que aponta o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, empresa de inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De acordo com o levantamento, foram vendidos 15,1 milhões de celulares inteligentes entre os meses de julho e setembro de 2014, o que significa um crescimento de 11% na comparação com o segundo trimestre e de 49% se comparado com o mesmo período do ano passado. No período também foram vendidos 4,7 milhões de feature phones.

“Novamente os resultados de vendas superaram nossas expectativas. Os smartphones não foram impactados pelos problemas que afetaram outros mercados e a tendência é que mais um recorde seja quebrado no próximo trimestre”, afirmou Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, alguns fatores têm contribuído para a popularização dos aparelhos. Entre eles, a oferta de dispositivos cada vez mais baratos. “No começo de 2011, o ticket médio dos aparelhos estava em R$ 900. No segundo trimestre deste ano caiu para R$ 700 e, entre julho e setembro de 2014, a média de preços ficou em R$ 590”, diz Munin. Para o analista, o comportamento das redes varejistas também influi nas vendas de smartphones. “O consumidor tem familiaridade com as grandes lojas, sente segurança para realizar o negócio e ainda conta com crédito fácil”.

Ainda sobre preços, o analista da IDC Brasil destaca que os aparelhos intermediários (de R$ 450 até R$ 900) ultrapassaram os de entrada (até R$ 400) e já representam metade do mercado brasileiro. Para Munin, o movimento é positivo e mostra que “o consumidor está entendendo melhor a questão do custo benefício e concluindo que o preço mais alto significa um aparelho também com mais qualidade e recursos”.

Além dos bons resultados no varejo, o smartphone tem tido uma parcela representativa no bolo de produtos de tecnologia. “Se juntarmos celulares inteligentes, tablets e PCs em uma mesma categoria vamos ultrapassar os 72 milhões de aparelhos vendidos, sendo 55 milhões apenas de smartphones, número que evidencia sua importância para o mercado de TI”, afirma Munin. Ele lembra que seis anos atrás, em 2008, a quantidade total de vendas foi de 15 milhões. Outra comparação trazida pelo analista refere-se ao aumento no número de fabricantes no mercado “Em apenas quatro anos, quase quadruplicou esse número – passou de 55, em 2010, para 194, em 2014”.

Sistema operacional
Dos aparelhos vendidos entre julho e setembro de 2014, 91% tinham o Android como sistema operacional. A novidade do período foi o Windows Phone, que ultrapassou o iOS depois de dois trimestres em segundo lugar, sinalizando que o ano deve encerrar com o Android em primeiro lugar em market share, com iOS e Windows Phone tecnicamente empatados.

Telas grandes invadem o mercado
A tendência das telas grande continua em alta. Em 2011, 93% do mercado era composto de aparelhos com tela abaixo de 4 polegadas e, em 2014, projeta-se que o mercado de smartphones termine o ano com mais de 63% de telas acima de 4 polegadas. Com relação aos phablets – dispositivos acima de 5 polegadas – a IDC acredita que até o final de 2016, 50% do mercado mundial seja composto por phablets. No Brasil, esse índice deverá ser atingido até 2018, sendo que, em 2013, os aparelhos com tela acima de 5 polegadas representavam cerca de 7% do mercado e neste ano já devem representar 15% do total de smartphones.

Novo recorde vem aí
Além de divulgar os resultados do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3 referente ao terceiro trimestre, a IDC Brasil antecipa dados apurados do quarto trimestre de 2014 e que apontam para a quebra de um recorde. “Outubro de 2014 foi o mês com o maior número de vendas de smartphones da história. Foram mais de sete milhões de aparelhos vendidos e, a título de comparação, apenas dois milhões a menos do que foi vendido em todo o ano de 2011. É impressionante”, afirma Munin, atribuindo parte desse movimento à Black Friday. “Segundo a e-bit, o smartphone foi o item mais procurado na Black Friday este ano. As receitas e pedidos no varejo online de celulares cresceram mais de 600% na comparação com 2013”. Para todo o ano de 2014, a IDC estima vendas de 55 milhões de celulares inteligentes.