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Tag: Xbox One


07:05 · 24.01.2017 / atualizado às 07:07 · 24.01.2017 por
Resident Evil 7 é aposta do mês de janeiro
Resident Evil 7 é aposta do mês de janeiro

Os apaixonados por jogos já têm motivos para comemorar! O ano de 2017 definitivamente será um dos melhores para quem aguarda por lançamentos e novidades.

Janeiro
Neste mês teremos Gravity Rush 2, exclusivo do PS4; Yakuza 0, prequel que vai explicar as origens da franquia; Kingdom Hearts HD 2.8: Final Chapter Prologue, compilação com conteúdo do RPG que mistura Disney com Square e Resident Evil 7, que promete revitalizar a série com uma perspectiva em primeira pessoa.

Fevereiro
Fevereiro também promete grandes surpresas: Halo Wars 2, que vai agradar os fãs de estratégia no Xbox One e no PC; Sniper Elite 4 que pretende ser um jogo mais acessível da franquia; For Honor que deve trazer combates cadenciados nas mãos da Ubisoft; NioH que seguirá uma fórmula Dark Souls com Onimusha e Horizon: Zero Dawn, grande promessa da Sony, que chegará ao PS4 (com direito a patch para o PS4 Pro).

Março
Neste mês, o ritmo pode até acalmar, mas não irá esfriar: NieR: Automata é um RPG de ação futurista da Square Enix ainda envolto por muitos mistérios; Ghost Recon Wildlands que marcará o retorno de uma das franquias de ação mais amadas do selo Tom Clancy. Temos também Mass Effect Andromeda, o aguardado RPG sci-fi da EA. E para fechar o mês, teremos a chegada do jogo mais aguardado do mercado: o lançamento do Switch! Com alguns dos títulos já anunciados – entre eles The Legend of Zelda: Breath of the Wild, o novo Super Mario Odyssey, além de jogos third-party –, o console híbrido será lançado nos Estados Unidos no dia 3 de março e custará US$ 299.

Abril
Neste mês, temos quatro lançamentos já confirmados: Sniper Ghost Warrior 3, que segue uma fórmula com pouco Far Cry com Sniper Elite, e traz um mundo aberto militar; Persona 5, o tão esperado RPG da Atlus que dará continuidade ao formato descontraído da franquia; Yooka-Laylee, jogo de plataforma dos mesmos criadores de Banjo-Kazooie; e Dragon Quest Heroes 2, continuação do game que transformou a série de RPG japonesa em um hack-and-slash estilo Dynasty Warriors.

Durante o primeiro semestre
Ainda sem data, mas previstos para o primeiro semestre, temos os aguardados: Outlast 2, Prey, Sea of Thieves, Uncharted: The Lost Legacy, South Park: A Fenda que Abunda Força e Sexta-Feira 13. A ideia é que esses títulos sejam lançados pelo menos até o final de junho.

Fonte: NZN

07:58 · 03.05.2016 / atualizado às 07:58 · 03.05.2016 por

dcuniverseonline2Foi uma grande aposta, mas o que prometia ser um sucesso parece ter virado um pesadelo. O DC Universe Online chegou gratuito para os usuários do Xbox One, mas está difícil usá-lo. A quantidade de usuários entrando no serviço é tão grande que não está sendo possível aguentar todos ao mesmo tempo.

A fila de espera de usuários gratuitos chega a absurdos 240 minutos, segundo relatou o usuário Felipe Belarmino. A própria empresa está pedindo paciência para os usuários através de sua conta no Twitter.

Entramos em contato com a Microsoft para saber o posicionamento da empresa e estamos aguardando a resposta.

Mas a dúvida maior é como não previram isso?

13:03 · 18.04.2016 / atualizado às 13:03 · 18.04.2016 por

Darkssouls3Dark Souls III, um dos jogos mais aguardados de 2016, foi recebido com ótimas notas e uma primeira semana de vendas muito forte, quebrando os recordes de mais bem sucedido dia de lançamento, e de título de venda mais rápida na história da Bandai Namco.

Dark Souls III já está disponível para no Brasil para PlayStation4, Xbox One e STEAM para PC, com legendas em Português em todas as versões.

00:01 · 18.04.2016 / atualizado às 12:21 · 12.04.2016 por

Review escrito por Diego Borges, editor de capa Web

thedivisionA receita é simples: misture porções generosas de títulos como Assassin’s Creed, Watch Dogs e Far Cry, adicione pitadas de Destiny e pronto, você tem Tom Clancy’s The Division, o mais recente jogo da Ubisoft para Playstation 4, Xbox One e PC, e uma das melhores experiências em games que você terá neste primeiro semestre.

The Division coloca o jogador no meio de uma Nova York pós-apocalíptica. Em um ataque terrorista, onde um vírus mortal é colocado em cédulas de dólares na Black Friday, o feriado mais consumista dos Estados Unidos. É suficiente para que o patógeno se espalhe e mate milhares de pessoas rapidamente. Com a proliferação, diversos grupos com objetivos diferentes dominam a cidade em meio ao caos. É nesse cenário que a Division é acionada, com o objetivo de reconquistar a cidade, descobrir a origem do vírus e pôr fim à ameaça.

O game de tiro em terceira pessoa e essencialmente focado no modo para vários jogadores online desfaz qualquer desconfiança ainda no início, no Brooklyn, que funciona como um tutorial. A Ubisoft criou uma curva de aprendizado extremamente leve, em que o jogador é apresentado a todos os elementos do título sem deixar ninguém perdido ou entediado.

Após esses minutos iniciais, suficientes para prender a atenção até dos mais distraídos, o gamer é jogado no meio da ilha de Manhattan, onde precisa cumprir diversas missões e caçar colecionáveis, como todo bom jogo da Ubisoft. Os objetivos ajudam a descobrir mais detalhes sobre a infeccção e a vida dos moradores antes e durante o caos.

Elementos de RPG
Cada missão e inimigos abatidos rendem pontos de experiência que aumentam o nível do jogador, dando acesso a armas e equipamentos mais fortes e elaborados. Além disso, rendem pontos que permitem o desenvolvimento da sua base de operações, desbloqueando diversas habilidades extremamente úteis durante a aventura.

The Division exige uma boa e ininterrupta conexão à internet, mas você não é obrigado a jogar o tempo inteiro ao lado de companheiros mundo afora. Boa parte das missões podem ser completadas por conta própria. Num primeiro momento, parece bem conveniente jogar só. Mas à medida em que se alcança áreas mais difíceis no mapa, não contar com o apoio e a estratégia de outros parceiros torna tudo impossível, já que o nível de especialização e o número de inimigos também aumentam.

Um dos grandes destaques do jogo é a personalização. Do rosto do personagem aos detalhes dos equipamentos, tudo pode ser modificado. As armas e outros itens também possuem níveis e patamares de especialização e podem receber upgrades, como miras, pentes maiores e silenciadores, por exemplo. As habilidades permitem a elaboração de estrategias diferenciadas durante as missões com vários jogadores. Seu personagem pode ter habilidades mais defensivas, construindo escudos de proteção para a equipe, por exemplo; de cura, para ajudar aliados quando estiverem com problemas; ou ofensivos, com equipamentos que geram ainda mais danos aos inimigos. Lembrando que diferentemente de muitos jogos de tiros, um disparo na cabeça, apesar de gerar mais dano, não mata. Cada personagem e inimigo e possui uma barra de vida própria. Os oponentes comuns caem com poucos disparos, os mais elaborados precisam de uma quantidade quase incontável de munição.

No geral, as missões secundárias têm objetivos semelhantes: resgatar reféns, acionar geradores, garantir o abastecimento de água, acabar com negociações de armas, dentre outras. Entretanto, o nível dos inimigos, os cenários diversos e a variedade da sua equipe de aliados ajudam a diminuir a sensação de repetição, comum a títulos como Assassin’s Creed, por exemplo.

Como todo título da Ubisoft, The Division traz uma boa ambientação de uma cidade mergulhada no caos, mas a Nova York daqui não surpreende ou se destaca como a Chicago de Watch Dogs e Londres ou Paris da franquia dos assassinos.

Zona Cega
No meio de Manhattan, um região foi completamente isolada. Nessa área, chamada Zona Cega, os níveis de infecção são extremos e os inimigos, os mais mortais. Aqui, são encontrados os melhores equipamentos do jogo. O problema é sobreviver.

Diferentemente do resto do mapa de The Division, onde a cooperação comanda, na Zona Cega é cada um por si. Você pode trabalhar ao lado de aliados, mas a qualquer momento, eles podem trair, matar e roubar seus equipamentos. É claro que uma deslealdade dessa altura não sairia barata: o impostor fica marcado e é caçado por praticamente todos os jogadores na área, já que a “cabeça” desse inimigo rende muita experiência, equipamentos e dinheiro. Na ZC, confie desconfiando.

The Division acerta em ser complexo sem assustar jogadores iniciantes ou com poucas habilidades em shooters. Aos mais apressados, é possível apenas selecionar uma arma e sair atirando, assim como desmontar equipamentos, fundir, modificar, alterar habilidades e criar estratégias para superar os desafios, para os jogadores mais criteriosos. A generosa curva de aprendizado, as possibilidades de personalização e o foco na cooperação entre aliados compõem uma experiência imperdível aos gamers neste primeiro semestre.

Nota: 9

Pontos positivos: – Personalização

  • Multiplayer Online
  • Complexo, mas acessível

Pontos Negativos

  • Inimigos pouco variados
  • Missões podem ser repetitivas
00:10 · 11.04.2016 / atualizado às 12:00 · 05.04.2016 por
Cena do game Dying Light The Following
Cena do game Dying Light The Following

Review por Alan Diniz, Editor assistente

Com o difícil desafio de garantir inovações que realmente fizessem valer o investimento dos fãs da franquia Dying Light, a expansão The Following consegue cumprir as expectativas e vai além do óbvio. Muito mais do que a adição de mapas e missões, a DLC traz novidades que a transformam em praticamente um novo game, consolida a marca como ótima opção de jogo na categoria de sobrevivência ao apocalipse zumbi e deixa a expectativa para uma sequência. O lançamento da Techland está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

O herói Kyle Crane permanece como personagem principal em The Following. A história começa quando um homem ferido chega à cidade de Harran e ele revela haver um local onde as pessoas conseguem ficar imunes ao vírus culpado por transformar os moradores em zumbis, voláteis e outras variações apresentadas no jogo. A partir de então o enredo se desenvolve com a jornada do protagonista em busca de respostas para descobrir se existe realmente uma cura.

O ambiente urbano de Dying Light repleto prédios altos é, então, substituído em The Following por uma ampla zona rural projetada com campos abertos, montanhas e poucas estradas de complicado acesso. Kyle Crane se envolve com os moradores com a intenção de entender como todos na região conseguem ficar livres do mal que assolou a cidade de Harran.

Diante da construção desse contexto é que o jogo é capaz de trazer novidades que ampliam a diversão ao mesmo tempo em que eleva o nível de dificuldade para a realização das missões. Na zona rural, o deslocamento entre os principais pontos do game é muito difícil de ser realizado a pé, pois a DLC traz um mapa muito maior em comparação com a primeira versão.

Em The Following, Kyle Crane ganha um buggy para utilizar enquanto explora a área. Se em Dying Ligth o protagonista era obrigado a percorrer aproximadamente 500 metros para conquistar cada objetivo, na expansão, o herói de Harran tem de se deslocar por cerca de 1 km ou mais entre os desafios apresentados.

A obrigação de utilizar o buggy, porém, não se torna cansativa. Principalmente para os fãs de jogos com amplas áreas para exploração, andar com o veículo pela zona rural é um atrativo especial da DLC. Com o decorrer das missões, o carro exige constantes consertos. O usuário também pode aperfeiçoar a estrutura, transformando um simples meio de transporte em uma máquina indispensável ao desenvolvimento do jogo e numa arma essencial para matar os zumbis espalhados pelo meio do caminho.

Outro ajuste importante assegurado pela expansão se refere às missões secundárias. Em Dying Light, é possível encerrar a campanha praticamente sem ter cumprido os objetivos adicionais. Em The Following, durante passagens diferentes do game, somente se consegue avançar na história depois de finalizar ações que não possuem relação direta com o enredo principal. Tal exigência premia aqueles que gostam de se envolver profundamente com todo o universo que envolve o jogo.

O desenvolvimento da história, embora se dê de modo mais lento de como aconteceu em Dying Light, consegue ser envolvente e ainda apresenta uma reviravolta que deixa todos ansiosos por uma continuação. The Following exige muito mais do jogador. Conhecer esse mundo a partir da expansão pode ser desestimulante pelo elevado grau de dificuldade. A DLC, no entanto, ao corrigir deficiências expressivas da primeira versão, tem potencial para fazer os fãs gostarem ainda mais do jogo, enquanto possui condições de despertar a curiosidade de quem não conhece a franquia.