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Tag: Zoom


13:47 · 04.09.2018 / atualizado às 13:47 · 04.09.2018 por

Um levantamento feito pelo Zoom, site e app comparador de preços e produtos, revela os smartphones mais buscados em agosto. A liderança do ranking fica por conta do Samsung Galaxy J7 Pro, seguido de um modelo da mesma fabricante: o Samsung Galaxy J5 Prime. Por fim, o terceiro lugar do pódio é ocupado pelo Motorola Moto G G6 Plus, aparelho que estava no sexto lugar do levantamento no mês passado. Dos 10 aparelhos 6 são da Samsung e 4 da Motorola. Nenhuma outra concorrente entrou no ranking novamente.

“O portfólio de smartphones é sempre repleto de opções de aparelhos com diferentes funcionalidades e de diferentes fabricantes. Assim, para auxiliar o consumidor a escolher o smartphone que melhor atende às suas necessidades, no Zoom é possível ter acesso à uma análise completa com todas as informações sobre cada modelo. Além disso, vale sempre checar o histórico de preços dos produtos para entender qual é o melhor momento para comprar e fazer a comparação de preços para avaliar qual é a melhor oferta”, comenta Thiago Rocha, especialista de produtos do Zoom.

 

08:27 · 03.08.2018 / atualizado às 08:27 · 03.08.2018 por
Samsung Galaxy J5 Pro

Um levantamento feito pelo Zoom, site e app comparador de preços e produtos, revela os smartphones mais buscados em julho. A liderança do ranking fica por conta do Samsung Galaxy J5 Pro, seguido de um modelo da mesma fabricante: o Samsung Galaxy J5 Prime. Por fim, o terceiro lugar do pódio é ocupado pelo Samsung Galaxy J7 Prime, aparelho que estava no quarto lugar do levantamento no mês passado.

Apesar do trio da Samsung liderar a pesquisa, é a Motorola quem tem o maior número de aparelhos no top 10 das buscas em julho no site Zoom. A empresa tem 6 aparelhos entre os 10 mais contra 4 da Samsung. As duas companhias monopolizaram o ranking deixando outras marcas conhecidas do público para trás, caso de Asus e LG, por exemplo.

“Dessa vez, nosso ranking é liderado por aparelhos da Samsung, o que evidencia a preferência dos brasileiros pela marca. Para auxiliar o consumidor a escolher o smartphone que melhor atende às suas necessidades, é possível no Zoom ter acesso à uma análise completa com todas as informações sobre cada modelo. Além disso, vale sempre checar o histórico de preços dos produtos para entender qual é o melhor momento para comprar e fazer a comparação de preços para avaliar qual é a melhor oferta”, comenta Thiago Rocha, especialista de produtos do Zoom.

09:11 · 29.06.2018 / atualizado às 09:11 · 29.06.2018 por
Samsung Galaxy J5 Pro

Um levantamento feito pelo Zoom, site e aplicativo comparador de preços e produtos, revela os smartphones mais buscados em junho. A liderança do ranking fica por conta do Samsung Galaxy J5 Pro, seguido de um modelo da mesma fabricante: o Samsung Galaxy J5 Prime. Por fim, o terceiro lugar do pódio é ocupado pelo Motorola Moto G G5S, aparelho que estava em primeiro lugar do levantamento no mês passado.

“Mais uma vez nosso ranking é protagonizado por aparelhos da Motorola e da Samsung, o que evidencia a preferência dos brasileiros pelas marcas. Para auxiliar o consumidor a escolher o smartphone que melhor atende às suas necessidades, é possível ter acesso à uma análise completa com todas as informações sobre cada modelo no Zoom. Além disso, vale sempre checar o histórico de preços dos produtos para entender qual é o melhor momento para comprar e fazer a comparação de preços para avaliar qual é a melhor oferta”, comenta Thiago Rocha, especialista de produtos do Zoom.

Levantamento do Zoom, site e app comparador de preços e produtos, sobre os smartphones mais buscados em junho:

07:16 · 21.03.2018 / atualizado às 07:16 · 21.03.2018 por
Samsung Galaxy S9+

A Samsung apresentou o novo Galaxy S9 e Galaxy S9+ no Mobile World Congress 2018, um dos principais eventos de tecnologia do mundo, realizado em Barcelona no começo do mês de março.

Com a repercussão do lançamento, o Zoom, site e app comparador de preços e produtos, realizou um monitoramento considerando a média de preços de 10 modelos da linha Galaxy S mais buscados pelos brasileiros no período de 1º a 26 de fevereiro. O levantamento revela aumento de 10% na procura pelos modelos das gerações anteriores. O novo smartphone Samsung Galaxy S6 G920 16,0 MP 32GB Android 5.0 (Lollipop) 3G Wi-Fi 4G foi o que teve a maior queda no período: 17%, o que corresponde a quase R$ 300,00. Já o smartphone Samsung Galaxy S6 Edge+ G928 32GB 16,0 MP Android 5.1 (Lollipop) 3G 4G Wi-Fi teve queda no preço superior a R$ 200,00, o que em porcentagem representa baixa de 9,6%.

“Aqueles que não fazem questão de ter um modelo de última geração, devem ficar de olho nos aparelhos das gerações anteriores da linha Galaxy S, que podem ter redução de preço”, analisa Thiago Rocha, especialista de produtos do Zoom. “Como o novo Galaxy ainda não chegou ao Brasil, ainda não houve uma queda representativa de valores, mas a tendência é que os preços baixem’’.

06:41 · 16.02.2018 / atualizado às 14:22 · 14.02.2018 por
Notebook Dell Inspiron 5000 Intel Core i3 6006U 6ª Geração 4GB de RAM HD 1 TB 15,6″ Linux i15-5566

Um levantamento feito pelo Zoom, site e app comparador de preços e produtos, revela os notebooks mais buscados de 2017. A liderança do top 10 fica com o notebook Dell Inspiron 5000 Intel Core i3 6006U 6ª Geração 4GB de RAM HD 1 TB 15,6″ Linux i15-5566, que tem configuração simples, mas possui bom espaço de memória (1TB), armazenando muitos arquivos sem grandes problemas.

No segundo lugar do pódio, temos um computador da Samsung: o notebook Samsung Essentials Intel Core i3 5005U 5ª Geração 4GB de RAM HD 1 TB 15,6″ Windows 10 Home E34, modelo ideal para ver filmes e séries por conta da tela grande antirreflexo e da resolução Full HD (1920×1080 pixels). Outro da Samsung ocupa a terceira colocação, o modelo notebook Samsung Essentials Intel Core i3 6006U 6ª Geração 4GB de RAM HD 1 TB 15,6″ Windows 10 E34, muito procurado no ano passado, oscilando entre as primeiras posições de janeiro a dezembro.

“Segundo dados do IDC, a receita do mercado brasileiro de computadores pessoais foi de R$ 3 bilhões no terceiro trimestre de 2017, alta de 28% comparando com o mesmo período do ano passado. Os notebooks da Samsung, Dell e Acer são os mais procurados porque apresentam ótimo desempenho por preços acessíveis”, analisa Leonardo Oliveira, especialista de produtos do Zoom.

Já do portfólio da Acer constam na lista os seguintes modelos: o notebook Acer Aspire F Intel Core i5 7200U 7ª Geração 8GB de RAM HD 1 TB 15,6″ GeForce 940MX Windows 10 F5-573G-50KS, na quarta posição, e o notebook Acer Aspire VX Intel Core i7 7700HQ 7ª Geração 16GB de RAM HD 1 TB 15,6″ GeForce GTX 1050 Ti Windows 10 Home VX5-591G-78BF, na nona posição.

 

00:01 · 20.02.2017 / atualizado às 13:17 · 13.02.2017 por
Enquanto não há nada oficial, imagens como essa, de um possível novo iPhone, irão circular pela web

Há 10 anos, Steve Jobs surpreendia o mundo com um celular totalmente novo com um ecossistema completo que se juntava a um belo design, tela touchscreen, hardware e softwares que funcionam perfeitamente juntos e claro, a internet. O smartphone foi praticamente criado quando Jobs apresentou o iPhone. Tudo isso junto fez do aparelho um dos maiores objetos de desejo dos tempos modernos.

E olha que, apesar de hoje já existirem smartphones rodando Android com configuração até, ao menos numericamente, superior ao aparelho da Apple, o iPhone segue sendo o smartphone mais vendido quando falamos de um produto só.

Segundo o relatório oficial do trimestre fiscal da Apple em 2016, os novos iPhones tiveram um total de US$ 78,4 bilhões em unidades vendidas durante o trimestre de fim de ano em comparação aos US$ 75,9 bilhões de seus antecessores em 2015.

Vale notar também que boa parte das vendas do aparelho não vieram de território norte-americano, mas sim de fora dele. No total, as vendas internacionais representaram 64% de toda a receita do trimestre.

O relatório financeiro informa que foram vendidos 78,3 milhões de iPhones no trimestre. O preço médio de venda para cada iPhone foi de US$ 695 na comparação com US$ 691 registrados um ano antes.

Mas o que se pode esperar de um smartphone assim depois de 10 anos? O que ainda é possível inovar? Como superar a ainda gritante falta que Steve Jobs faz para a Apple – se que é que faz mesmo? Para tentar responder a todas a estas perguntas convocamos 4 especialistas no assunto. A partir de agora, eles vão tentar nos ajudar a desvendar este mistério.

O que esperar do iPhone 10 anos?

Rafael Fischmann em um lançamento de iPhone no exterior

Segundo Rafael Fischmann, fundador e editor-chefe do MacMagazine.com.br, o iPhone, assim como todos os smartphones topos-de-linha no mercado, já chegou a um platô tal que dificulta muito novas revoluções. “O que temos visto nos últimos anos, seja da Apple ou das suas principais concorrentes, são muitas evoluções. Mas não é que revoluções não possam vir por aí, é claro: uma que se fala sobre o iPhone seria algum tipo de sistema de recarga totalmente sem fio e por proximidade, em vez de posicioná-lo numa base e recarregá-lo por indução como já fazem alguns aparelhos com Android. É algo que ninguém fez ainda, por isso é uma grande aposta para os dez anos do iPhone; ao mesmo tempo, é apenas um rumor e alimentar expectativas com relação a algo assim pode gerar uma grande decepção em consumidores caso o recurso não venha no anúncio oficial da Apple”.

De acordo com Sérgio Miranda, jornalista especializado em Apple há 17 anos e apresentador do canal de YouTube Loop Infinito, o principal problema em tentar adivinhar o que o iPhone deveria ter ou não em sua próxima geração é que existem tantos boatos circulando ao mesmo tempo que fica difícil encontrar o que realmente importa como inovação em primeiro lugar. “O iPhone em si foi revolucionário pois mudou completamente o jeito como interagimos com o celular do passado. Ele tornou todos os aparelhos mais inteligentes, conseguindo criar um ecossistema que é copiado e invejado por muitas empresas. Ao completar 10 anos, o iPhone só precisa continuar evoluindo e trazendo funcionalidades que tragam inovações para a nossa vida”.

Eduardo Marques, editor MacMagazine.com.br, também fala que há muitos rumores no mercado sobre o iPhone de 10 anos. Entre eles Marques cita mudanças no design do aparelho (que voltaria a ter uma estrutura de vidro com bordas em aço inoxidável), melhorias pontuais no sistema de câmeras, tela do aparelho sem margens (ou seja, ocupando praticamente toda a parte frontal do aparelho) e sensor de impressão digital incorporado à tela. “Talvez, porém, a inovação mais aguardada — eu me incluo nessa — seja o tão falado carregamento sem fio e sem contato. Na prática, você entraria em um local (seu quarto, por exemplo, onde o recarregador está ligado à energia) e o iPhone já começaria a ser recarregado. Imagine essa tecnologia espalhada por cafeterias, restaurantes, aeroportos… seria o fim do problema das baterias em smartphones, já que você estaria recarregando o aparelho em diversos momentos do dia de forma automática (e sem fio/contato, ou seja, podendo utilizar o aparelho ao mesmo tempo)”.

Paulo com vários equipamentos da Apple

Para Paulo Guedes, especialista de produtos no Zoom, há muitas especulações como um headset de realidade virtual. Também há muitos rumores de que recursos das versões antigas que foram retirados e que os usuários gostavam possam voltar. “Além disso, há expectativas sobre novidades na câmera e na chegada de um novo iOS. Outra hipótese é se serão lançados mais modelos com diferentes armazenamentos internos. Talvez essa seja uma estratégia para ter mais chance de disputar mais preços no mercado”, afirmou Guedes.

Morte de Jobs e adeus criatividade
Quando questionados sobre se a morte de Steve Jobs foi o fator para o fim da criatividade da Apple, o trio discorda que tenha sido o fim da criatividade da empresa. Para Fischmann, Jobs é insubstituível, mas a Apple é e já era muito mais do que ele antes de sua morte. Ele reforça sua teoria dizendo que muitos dos que estão lá, principalmente no alto escalão de executivos da empresa, foram escolhidos a dedo pelo próprio Jobs e trabalharam junto a ele, diariamente, por anos. Além disso, o fundador do MacMagazine também defende Tim Cook, muitas vezes criticado pela imprensa e fãs. “Uma das grandes diferenças entre Steve Jobs e Tim Cook é que Cook é muito mais CEO do que era Jobs, um cara de produto/design. Um CEO não necessariamente precisa se envolver nesses aspectos como Jobs fazia; Cook faz muito bem o trabalho a que cabe a ele, e o melhor que podemos esperar é que ele tenha à sua volta as melhores pessoas do mundo para cuidarem da criação de produtos”.

Para Miranda, Steve Jobs não era nem o criativo da Apple, apesar de ser uma pessoa que sabia o que um produto deveria ter ou não só de olhar para ele. “A criatividade sempre foi um atributo de muitas outras pessoas, que mostravam os produtos para Jobs, que conseguia, com um senso único, dizer o que prestava e o que não prestava, e daí o projeto seguia. Hoje, essa pessoa não existe mais, não que a criatividade e a inovação não continuem presentes nas pessoas que continuam trabalhando lá”.

Sérgio Miranda com o iPad 3 comprado após horas de fila em Nova York

O apresentador do Loop Infinito, ao contrário de Fischmann, ele não defende Cook. Na visão de Miranda, Cook se preocupa demais com os resultados e não com o produto em si. “Tim Cook é um excelente homem de números, não se pode exigir dele mais do que isso. Jobs não se importava com os números – não que ele fosse contra o lucro ou a grana, não é isso – mas sua preocupação maior era com o produto e como ele iria mudar a vida das pessoas. As vendas eram consequências dessa visão, e não do que as pessoas querem que o iPhone tenha”, afirmou.

Já Marques considera que Jobs foi um gênio e que, com ele no comando, a Apple revolucionou vários mercados (e não só o de smartphones). Porém, não se pode comparar muito os estilos de liderança de Jobs com Tim Cook, pois são bem diferentes e isso não quer dizer o fim da inovação. Apesar de ressaltar que Jobs participava muito mais da criação/concepção de produtos. “A empresa tem uma equipe muito talentosa e, ainda que não tenha uma mente unificadora/ditatorial apontando o caminho das pedras, acredito que a união desses talentos ainda renderá muitos frutos. A cultura de Jobs (foco em simplicidade, produtos de qualidade, relevância no design, entrar apenas em mercados nos quais você pode realmente contribuir, etc.) está enraizada na Apple e eu ainda aposto minhas fichas na empresa. O tempo dirá”.

Guedes acredita que, se olharmos do ponto de vista de inovação, é possível concordar que a era de Jobs era marcada por lançamentos muito mais surpreendentes e que impactavam muito mais o mercado. Embora seja necessário lembrar que o mercado era muito diferente e que as fabricantes de smartphones hoje já investem muito mais em inovações, o que tornou esse mercado muito mais competitivo. “Um dos grandes feitos da era do Tim Cook foi a abertura para o mercado e o firmamento de milhares de parcerias com empresas de software e desenvolvimento. Ele é mais fácil de lidar e isso fez a empresa crescer muito por meio dessas parcerias. Outra coisa é que ele não tem tanto medo de experimentar as coisas e o Steve era mais conservador, mas o ponto é que, por mais conservador que eles fosse, quando chegava a hora de mostrar algo para o mercado ele sempre surpreendia. O Steve era o cara que criava apaixonados. Porém, não há como comparar porque são gestões diferentes e momentos diferentes do mercado, mas ambas possuem características muito fortes e muito positivas para a empresa”, diz.

O que você incluiria no iPhone de 10 anos?
Fischmann gostaria que o iPhone deste ano viesse com um novo visual, uma bateria mais potente (de preferência com a recarga totalmente sem fio), uma carcaça totalmente à prova d’água que permitisse inclusive tirar fotos/fazer vídeos submersos e uma parte frontal (quase) toda tomada pela tela, o que permitirá um aparelho mais compacto que os atuais, mas mantendo as mesmas dimensões de tela.

Já Miranda quer simplesmente que ele traga algo que vá ajudar as pessoas a serem mais produtivas ou mais entretidas. Marques gostaria muito de ver uma revolução na bateria do iPhone. “Seja uma bateria que dure uma semana (por exemplo) ou o caminho inverso, uma bateria que não necessariamente dure tanto mas que seja recarregada de forma rápida e “invisível”, sem que nós, usuários, tenhamos que nos preocupar com isso. Essa mudança possibilitaria muitas inovações no mercado”, disse.

Por fim, Guedes acredita que o iPhone de 10 anos deveria investir em alguma coisa com a cara do Steve Jobs. “Achamos que é necessário ter algo que mencione o criador porque ele é a alma da empresa”, finalizou.

Apple 10 anos quebraria paradigmas?
Rafael Fischmann acha que não. Ele diz que esperar isso é elevar demais as expectativas para simplesmente o sucessor de um produto já existente. “Ele continuará sendo um iPhone, um smartphone. O primeiro causou uma ruptura no mercado porque foi um produto totalmente novo de uma empresa que as pessoas nem acreditavam ser capaz de concorrer no mercado de telefonia. Ainda veremos isso acontecendo de novo no segmento de tecnologia, só não acho que será de novo num smartphone. E espero que venha da Apple, mas pode muito bem vir de alguma outra empresa”.

Eduardo Marques é otimista quanto ao poder de inovar da Apple. Para ele ainda é possível ver uma nova revolução no mercado de smartphones, algo até então impensável surgir. Porém, não este ano. “Acredito que essas revoluções estão vindo/virão em outros setores, como o de carros autônomos (quem imaginaria que em alguns anos nós não precisaremos mais dirigir carros), dispositivos vestíveis, entre muitas outras coisas. Sem dúvida nenhuma o smartphone é hoje o nosso principal e mais importante dispositivo, mas não acredito que veremos uma nova revolução como a que vimos em 2007, outra mudança tão grande assim no setor de telefonia; a meu ver, o foco das empresas de tecnologia nesse tipo de disrupção está em outros setores. Bem ou mal, as únicas empresas que conseguem lucrar no mercado de smartphones são Apple e Samsung. Enquanto ambas estão relativamente confortáveis, dificilmente veremos alguma outra disposta a investir tempo e dinheiro para revolucionar esse mercado”, disse Marques.

Guedes acha difícil, mas não impossível que o novo iPhone quebre paradigmas. “Acreditamos na possibilidade da Apple de ter algo muito bem guardado nesse tempo em que a concorrência fez de tudo para passá-los. Achamos que algo novo pode chegar e se isso acontecer será surpreendente. Acho que não dá para duvidar que pode acontecer porque a fabricante da maçã tem milhares de projetos incríveis rodando há muitos anos. Será que criariam um novo dispositivo Ou revolucionariam o próprio mercado de smartphones? Ficam esses questionamentos, a expectativa e o desejo do mercado e dos consumidores é de serem surpreendidos novamente”.

Já Miranda crê ser difícil encontrar algo que ainda possa surpreender alguém depois de tanto tempo. Para ele, o iPhone original não tinha concorrente, era uma ideia inovadora e ninguém prestava atenção na Apple naquela época. “Hoje, qualquer funcionário da Foxconn pode ser subornado para entregar os segredos do futuro iPhone e, quando ele for apresentado, todo mundo já saberá tudo sobre ele. Isso deixou de ser importante, saber o que virá no próximo iPhone. Ele será melhor, mais rápido, tela mais brilhante, câmera melhor… Eu gostaria mesmo é de ser surpreendido com um lançamento da Apple, mas muita gente não se importa mais com isso. Por isso, vigiam as fábricas, subornam funcionários para conseguirem mais cliques, mais views e isso virou uma indústria horrorosa. Se o iPhone deste ano vai surpreender alguém? Não sei dizer. Só sei que será o melhor iPhone de todos os tempos que a Apple já fez”, finaliza Sérgio Miranda.

E para você? O que a Apple pode trazer de inovações no iPhone de 10 anos? Fale para nós!

09:52 · 01.12.2014 / atualizado às 09:52 · 01.12.2014 por
Depois da Black Friday com muitas reclamações, mas muitas vendas, agora é a hora da Cyber Monday
Depois da Black Friday com muitas reclamações, mas muitas vendas, agora é a hora da Cyber Monday

Depois da Black Friday, sexta-feira, 28, o Zoom, site comparador de preços e produtos, continuará a sua mega operação para identificar os descontos reais na Cyber Monday, evento que acontece nessa segunda-feira, 01. Na ocasião, os consumidores que não conseguiram comprar tudo o que desejavam na Black Friday têm uma segunda chance de fazer suas compras de fim de ano. Dessa vez, os consumidores deverão procurar o Selo Cyber Monday ao invés do Selo Black Friday para encontrar descontos reais.

Outra vantagem oferecida pelo comparador de preços e produtos é contar apenas com lojas parceiras que apresentam a melhor oportunidade de compra, pois para serem credenciadas ao site as varejistas passam por um rigoroso crivo para provarem que realmente são lojas confiáveis. Se ainda assim ocorrer algum imprevisto, os consumidores podem contar com o serviço Zoom Garante, que assegura aos clientes o recebimento do produto comprado ou o seu dinheiro de volta.

“A Cyber Monday é a continuação da Black Friday e também deve trazer boas oportunidades de compra. Entretanto, as promoções não devem ser tão expressivas quanto as encontradas na sexta-feira. Talvez algumas ofertas sejam mantidas e a variedade tende a ser menor, pois é um evento focado essencialmente em tecnologia”, comenta Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “Esse evento ainda não nem tanta repercussão aqui no Brasil como no exterior. Entretanto, a quantidade de acessos que recebemos na ocasião é bem maior que em uma segunda-feira comum”, completa.

As lojas parceiras do Zoom com participação confirmada na Cyber Monday são: Americanas.com, Submarino, Shoptime, Extra.com.br, Pontofrio.com, CasasBahia.com.br, Magazine Luiza, Netshoes, Ricardo Eletro e Walmart.

Nota da redação: Se encontrar alguma falha, se botar o produto no carrinho e ele sumir, favor enviar vídeos e fotos. 

07:22 · 26.11.2014 / atualizado às 11:25 · 24.11.2014 por

Negocios“Os consumidores ficam tão preocupados em checar a relevância dos descontos durante o evento que muitas vezes se esquecem do mais importante: avaliar suas necessidades para escolher o produto desejado. Quem procura um notebook, por exemplo, precisa responder a uma série de perguntas sobre a utilidade que terá o dispositivo para encontrar o modelo ideal. Se a pessoa busca um dispositivo para trabalhar, é melhor optar por um modelo que tenha um processador mais ágil. Já quem pretende usá-lo para jogar, vale investir em um com uma placa de vídeo mais potente e com mais memória RAM”, comenta Paulo Guedes, especialista de produtos do Zoom.

A intenção de 56% dos 10 mil entrevistados em uma pesquisa realizada pelo Zoom, site comparador de preços e produtos, é aproveitar a Black Friday para investir em um novo smartphone, 43% em uma televisão, 29% em um notebook, 23% em tênis, 21% em tablets, 20% em videogames e 18% em condicionadores de ar. “Os eletrônicos são sempre os mais desejados e também os que requerem mais atenção na hora da compra, pois são produtos de valor mais alto e com muitas funcionalidades e tecnologias novas”, explica o especialista.

Durante o evento, que acontecerá na próxima sexta-feira, dia 28 de novembro, o Zoom validará as promoções reais por meio do selo Black Friday, já que as ofertas serão monitoradas em tempo real e comparadas com os preços praticados anteriormente. Outra vantagem é que os usuários podem sempre comprar em qualquer loja parceira que apresentar a melhor oportunidade de compra, pois para ser credenciada ao site, a varejista passou por um rigoroso crivo para provar que realmente é uma loja confiável. Se ainda assim ocorrer algum imprevisto, os consumidores podem contar com o serviço Zoom Garante, que assegura aos clientes o recebimento do produto comprado ou o seu dinheiro de volta.

Portanto, os clientes do Zoom não precisarão se preocupar em checar a veracidade das promoções e nem a credibilidade das lojas online. Assim, poderão dedicar mais tempo a escolher o produto ideal com a ajuda de uma equipe de especialistas de produtos do Zoom que estará à disposição para esclarecer dúvidas sobre produtos durante o evento. O time terá especialistas nas categorias: casa, esporte e lazer, livros e música, bebê e criança, tecnologia e moda.

Se tiver interesse em mais informações, como as principais dicas aos consumidores sobre fatores a serem observados para fazer a melhor compra na Black Friday, bem como análise dos produtos mais esperados pelos consumidores e informações sobre os principais lançamentos do mercado, Paulo Guedes está à disposição para entrevistas.

09:19 · 16.11.2014 / atualizado às 11:55 · 12.11.2014 por
smartvsamsung
O produto mais desejado é a smar TV da Samsung

Na Black Friday 2014, mais uma vez os eletrônicos estão entre os mais aguardados. É o que diz pesquisa do Zoom, site comparador de preços e produtos, realizada com 10 mil pessoas, que aponta os produtos tecnológicos mais esperados pelos consumidores no dia 28 de novembro. O primeiro lugar fica com a Smart TV LED 32’’ da Samsung e na segunda e terceira posição, estão os smartphones Moto G e Samsung Galaxy S5. O Moto X, o notebook Dell, o iPhone 5S, o iPhone 5C, o PlayStation 4 e o Tablet Samsung Galaxy completam a lista de preferidos.

A média de descontos da categoria de TVs registrada na edição passada do evento foi de 16%, já os celulares e notebooks apresentaram média de 18% e os tablets de 19%. Os videogames foram os que tiveram a maior média: 27%. “Como o varejo aproveita a data para liquidar estoques, as TVs, por exemplo, devem apresentar boas oportunidades de compra, pois a fabricação foi acelerada no início do ano por conta da Copa do Mundo”, comenta Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “Outro aspecto é que as pessoas devem considerar que eletrônicos são produtos mais caros e, portanto, descontos entre 10% e 20% podem representar grandes economias. Os consumidores não devem esperar tudo pela metade do preço”, explica o executivo.

Para oferecer tranquilidade para os consumidores que estão de olho nesses produtos, o Zoom identificará as promoções reais por meio do selo Black Friday, já que as ofertas serão monitoradas em tempo real e comparadas com os preços praticados anteriormente. Além disso, como eletrônicos são produtos que precisam ser criteriosamente analisados para que contemplem funcionalidades mais adequadas às necessidades dos consumidores, uma equipe de especialistas do Zoom estará à disposição para esclarecer dúvidas durante o evento. Como os eletrônicos são os preferidos, a equipe de especialistas dessa categoria já foi reforçada.

Além disso, os usuários do Zoom poderão comprar em qualquer loja parceira que apresentar a melhor oportunidade de compra, pois para ser credenciada ao site, a varejista passou por um rigoroso crivo para provar que realmente é uma loja confiável. Se ainda assim ocorrer algum imprevisto, os consumidores podem contar com o serviço Zoom Garante, que assegura aos clientes o recebimento do produto comprado ou o seu dinheiro de volta.

Confira o ranking dos produtos mais aguardados pelos consumidores para a Black Friday 2014:

maisdesejados

 

Pesquisa do MercadoLivre aponta preferência por smartphones e celulares

Já para pesquisa realizada pelo MercadoLivre.com, serão os celulares e smartphones que irão lider a intenção de compra para a Black Friday. A pesquisa do MercadoLivre ouviu 4.343 usuários do marketplace em todo o Brasil, entre os dias 20 e 30 de outubro. De acordo com o levantamento, 45% pretendem adquirir esses produtos eletrônicos durante o grande evento de promoção que acontece no próximo dia 28 de novembro.

Os itens de moda – roupas, sapatos e acessórios – aparecem na segunda posição, sendo a preferência de compra para 27% dos respondentes. Na sequência estão as TVs LCD ou LED e eletrodomésticos (24%) e os notebooks (23%).

A pesquisa indica ainda que 30% dos brasileiros estão dispostos a gastar mais de R$ 500 durante a Black Friday. Já 28% decidirão o valor a ser gasto na própria data da promoção. Esses consumidores estão motivados a comprar na Black Friday, principalmente, pelo percentual de desconto (52%), pela opção de frete grátis (31%) e a possibilidade de parcelamento sem juros (16%).

Do total de respondentes, 60% pretendem comprar na Black Friday deste ano. No ano passado, esse número ficou em 24%.

A Black Friday do MercadoLivre: A promoção no MercadoLivre começa um dia antes, no dia 27 de novembro, e termina às 23:59 do dia 30. Entre os vendedores participantes da promoção no site estão Ricardo Eletro, Oppa Design, Megamamute, Polishop, Época Cosméticos, Von Dutch, Decathlon e Khelf. Os usuários podem aguardar uma seleção de produtos de diversas categorias e ofertas que mesclam percentual de desconto, parcelamento sem juros e frete grátis.

“A Black Friday é uma oportunidade importante para os brasileiros anteciparem as compras de Natal. Em 2013 observamos um aumento de 46% em nossas vendas e para este ano estamos bastante otimistas”, diz Leandro Soares, diretor de Marketplace do MercadoLivre.

O potencial de vendas do MercadoLivre: O MercadoLivre registrou, no terceiro trimestre de 2014, a venda de 26,9 milhões de itens na América Latina (um crescimento de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado). O Brasil foi responsável por mais da metade deste total de itens vendidos, registrando um crescimento de 29,2% em relação ao mesmo período do ano passado no país.

09:30 · 19.10.2014 / atualizado às 08:42 · 20.10.2014 por

ecommerceUma pesquisa realizada pelo Zoom, site comparador de preços e produtos, com cerca de 10 mil pessoas revela que a Black Friday (na última sexta-feira de novembro) está ganhando cada vez mais força no Brasil, já que 99% dos entrevistados pretendem comprar no evento, realizado dia 28 de novembro, e mais da metade (59%) confia que encontrará descontos reais. O cenário é ainda mais otimista visto que 58% pretendem gastar mais de R$ 1.000 e 73% gostariam de antecipar suas compras de Natal. A intenção de 56% dos entrevistados é investir em um novo smartphone, 43% em uma televisão, 29% em um notebook, 23% em tênis, 21% em tablets, 20% em videogames e 18% em condicionadores de ar.

As pessoas também estão mais conscientes sobre utilizar a web como ferramenta para obter informações sobre os produtos. Dos entrevistados, 96% realizam pesquisas sobre os itens de desejo e 88% buscam o apoio de comparadores de preços e produtos para checar a relevância das ofertas.

Além disso, apesar do cenário econômico menos otimista, a data, por estar conquistando a credibilidade dos brasileiros, promete impulsionar o comércio eletrônico, uma vez que 81% dos respondentes da pesquisa acreditam encontrar promoções mais relevantes em lojas online do que em lojas físicas. Também é possível notar o aumento da confiança dos consumidores nas compras online, já que 66% costumam aproveitar o evento apenas pela internet e 82% confiam que receberão o produto comprado.

“O e-commerce deve crescer de 20% a 25% em 2014 e a Black Friday será uma importante fatia do faturamento desse setor, principalmente porque o tíquete-médio para a data está bem alto”, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “O evento está muito mais consolidado no comércio eletrônico e os consumidores estão contanto com o apoio do Zoom para ter certeza que aproveitarão as ofertas em lojas confiáveis. Para deixar os nossos clientes ainda mais seguros, eles podem contar com o serviço Zoom Garante, que assegura a entrega do produto comprado nas lojas parceiras ou o dinheiro de volta (até R$ 3.000,00)”, explica o executivo.

A pesquisa revela ainda que em 2013, apenas um terço dos entrevistados compraram na Black Friday, porém mais da metade afirma que encontrou descontos reais na ocasião. Smartphones (44%), televisões (22%) e notebooks (13%) foram os produtos mais comprados por essas pessoas.

Confira abaixo o resultado completo da pesquisa realizada pelo Zoom:

dados

dados2

dados3

dados4Nota da redação: Eu adoraria estar na BF dos EUA onde as promoções são de verdade. A BF daqui não me engana mais. Queimar minha língua esse ano? Duvido.