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Categoria: Entrevista


17:47 · 23.07.2014 / atualizado às 17:47 · 23.07.2014 por

 

Encontro entre a presidente Dilma e o criador da página Dilma Bolada, Jeferson Monteiro FOTO: Divulgação/Instagram
Encontro entre a presidente Dilma e o criador da página Dilma Bolada, Jeferson Monteiro FOTO: Divulgação/Instagram

A fan page Dilma Bolada, página que utiliza a imagem da presidente Dilma Rousseff para fazer publicações humoradas, foi retirada do ar nesta quarta-feira (23). A conta da personagem no Twitter permance no ar.

Segundo o criador da personagem, Jeferson Monteiro, a página foi retirada temporariamente. “Pra todos que estão perguntando: tirei a Dilma Bolada do ar, ok? Sem drama e sem mimimi”, disse na sua conta pessoal do Facebook. No entanto, os motivos não foram esclarecidos.

Em fevereiro desde ano, em entrevista dada a Info, Jeferson adiantou que poderia se distanciar das redes sociais por conta do período eleitoral. “Muitos sabem do que se trata, no entanto os seguidores somam mais de um milhão de pessoas e é uma personagem ligada diretamente à Dilma. E nós entramos agora em ano eleitoral”, relatou. “Eu gosto da Dilma, isso é um ponto. Agora, tenho que avaliar de uma forma mais ampla e clara para saber se e como vale a pena continuar”, acrescentou.

A conta da Dilma Bolada no Twitter, rede social que deu origem às sátiras de Jeferson Monteiro em 2010, continua no ar. Confira o último post da @dilmabr:

FOTO: Reprodução/Twitter
FOTO: Reprodução/Twitter

 

 

 

 

 

 

 

 

 
A página Dilma Bolada ganhou repercussão internacional. O dono da fan page chegou a ganhar prêmios no Shorty Awards, que reúne as melhores campanhas nas redes sociais Além disso, já foi citada em uma reportagem da famosa revista americana Forbes.

 

 

 

09:28 · 12.02.2014 / atualizado às 09:30 · 12.02.2014 por
Com entrevistas a 4 produtoras indie da cidade, o webdoc mostra um pouco da realidade do ramo. (Imagem: Reprodução)
Com entrevistas de 4 produtoras indie da cidade, o webdoc mostra um pouco da realidade do ramo. (Imagem: Reprodução)

Em pleno desenvolvimento, o cenário de jogos digitais em Fortaleza é tema do webdocumentário “For Game, produzido por alunos do curso de Sistemas e Mídias Digitais (SMD) da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Com design minimalista e moderno, o webdoc traz entrevistas com 4 produtoras independentes da Capital: Super Nova, Fan Studios, Onanim, Valente Studio. Eles falam sobre a criação da empresa e seu histórico, os projetos e as expectativas para o futuro do ramo, que apresenta jogos experimentais, livre das amarras mercadológicas, com enredos e estéticas diferentes dos disponibilizados por grandes estúdios.

Bem editado e com ótima qualidade de vídeo e áudio, o webdocumentário foi levado a sério pelos alunos, que produziram o documentário em 3 meses. “O projeto teve em torno de 30 pessoas e muita gente não sabia que tinha mercado de games. Ele ajuda muita gente decidir sobre o que pode seguir [no mercado]”, contou à Redação Web do Diário do Nordeste um dos organizadores do projeto, o estudante Evandro Sorensen.

A ideia do webdoc partiu da professora Andrea Pinheiro, titular da cadeira de Redação para Mídias Digitais, do 6° semestre do curso de SMD. O tema foi um acordo entre os próprios alunos, que se dividiram entre organizadores, roteiristas, gravadores, editores, designers e ilustradores.

“Foi um trabalho desenvolvido inteiramente por eles [os alunos]. Desde a coordenação à finalização. Há um grupo que trabalha bem com diferentes competências e cada um realizou dentro dessa proposta”, exaltou a professora.

> Assista ao teaser do webdoc

Mercado de games tem muito chão a percorrer

Apesar do mercado de games estar cada vez mais em voga, ainda falta muito para o ramo ter o número de demandas para suprir o número de profissionais que saem das universidades. “Há duas maneiras para entrar no mercado de jogos. Ou pelas Universidades, desenvolvendo jogos educativos, ou por produções de empresas independentes voltadas para aplicativos móveis, colocando propagandas, como o Flappy Bird“, comentou Marcos Mourão, que coordenou o webdoc “For Game”.

“No curso de SMD há muita coisa voltada para a área de jogos, mas a maioria das pessoas acaba indo para agências de publicidade”, lamentou Evandro Sorensen.

“For Game” será apresentado ao público nesta quarta-feira (12), a partir das 15h, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação da UFC, no térreo da Biblioteca Central, no Campus do Pici.

22:50 · 23.11.2013 / atualizado às 23:41 · 23.11.2013 por

A busca por audiência é um dos grandes desafios para os sites esportivos. Bruno Neves, gerente de produção e eventos web do Globo Esporte.com destaca que, em eventos como a Copa de 2014, a disputa aumenta, pois a imprensa de todo o mundo está produzindo conteúdo sobre aquele assunto.

Com a finalidade de aumentar o público consumidor, Bruno revela que a Globo faz um grande monitoramento da audiência, que é cada vez mais jovem.

> Confira vídeos da cobertura do Zona Cyber na TV DN

O  jornalista também lembra, que para atrair um maior público, faz-se uso do entretenimento. “A celebrização do atleta desperta o interesse e traz para audiência pessoas que não acompanhavam o esporte”, reforça Bruno. Os limites entre o entretenimento e a informação são destacados em entrevista à TV DN, veja vídeo:

14:03 · 05.08.2013 / atualizado às 14:03 · 05.08.2013 por

Pense num trailer véi pra bombar no Youtube! É o de “Cine Holliúdy“, o sucesso do momento nas redes sociais e na internet. Nesta segunda-feira (13), o vídeo, no canal da Downtown Filmes, já contabilizava mais de 200 mil visualizações!

Estrelado pelo internacional Edmilson Filho, que dá vida ao cabra Francisgleydisson, a produção de Hálder Gomes traz toda a cearensidade do surgimento do cinema no Interior do Ceará. E estreia nos cinemas de Fortaleza nesta sexta-feira, 9 de agosto.

E como marmota só presta se for de ruma, fizemos uma entrevista exclusiva com o cabra da prega rainha, o Francisgleydisson, ou como a mãe dele chama, Edmilson Filho; e o diretor invocado do filme, Hálder Gomes. Confere aí, macho véi e macha véa!

Pense num filme! E pense que eu venho pra esse filme! Se num fosse esse filme, eu num vinha pra esse filme! Eu venho pra esse filme, eu! =]

Ó o trailler:

09:43 · 12.07.2013 / atualizado às 09:43 · 12.07.2013 por

“Olho pro céu e vejo uma nuvem branca que vai passando”

Já faz um tempo, o conceito de nuvem mudou para os usuários mais atentos às novidades da tecnologia.

O armazenamento de dados, antes feito por disquetes (in memorian), CDs, DVDs e até pendrives, evoluiu e atingiu o nível dos céus – literalmente.

Seja para salvar fotos, documentos, e até para jogos de videogame, a economia com mídias físicas tem dado a tônica do desenvolvimento de uma nova possibilidade.

A novidade, chamada nuvem, ainda é pouco explorada pelos usuários comuns e até mesmo pelas empresas.

Conheça um pouco mais sobre esta possibilidade em entrevista com o diretor de atendimento da Totvs Ceará, Paulo Morais.

11:59 · 03.04.2012 / atualizado às 16:22 · 03.04.2012 por

Na inspiradora madrugada de 4 de dezembro de 2006, por volta das 2h da manhã, nasceu o Papo de Homem. Como forma de fugir dos estereótipos das mídias voltadas para o público masculino, o site veio ao ar com uma proposta para homens que têm diferencial. Nada de se encaixar nos rótulos e cair na mesmice de só discutir sobre cerveja, futebol e sexo. Bom, pelo menos não do modo feito pela mídia convencional.

O idealizador do site, Guilherme Valadares, sentia falta de um espaço em que o conteúdo fosse apresentado com mais sensibilidade e profundidade, algo que pudesse mostrar  lados poucos explorados dos homens. Assim resolveu, por bem, criar um canal de comunicação que fosse além da superfície e tocasse o íntimo dos mancebos. “O homem é multifacetado. Se ele for tratado como tal, vai agir como tal”, diz.

Desde o início, Guilherme percebeu que o projeto podia ir longe, mas sabia que, para alcançar as ambições, era preciso aprender mais. Assim sendo, ele se mudou para São Paulo, onde passou a colher conhecimentos e aprimorar habilidades nos lugares em que trabalhava. Até que, enfim, tornou-se chefe de si e passou a dedicar mais tempo à revista online.

O site já conta com mais ou menos 20 colaboradores e um mascote oficial – um golden retriever chamado Clint Eastwood. Tudo isso com direito a escritório no bairro Perdizes, na Capital paulista. A sede funciona como uma espécie de laboratório vivo. Cercados de homens com diferentes pontos de vista, histórias e áreas de conhecimento, eles discutem as postagens e pedem opiniões uns aos outros.

Papo de quem?

De acordo com o editor do portal, Fred Fagundes, 20% do público é feminino. E com textos intimistas e repletos de sensibilidade, o Papo de Homem tem conquistado cada vez mais leitoras. “Nosso texto não é só voltado ao homem, às vezes ele é a visão do homem para uma mulher entender”, diz.

Para Fred, a sociedade mudou e, por isso, os homens precisam se adaptar. Tudo é uma questão de experimento para tentar definir quem é o homem de hoje e o que ele quer. “Nós precisamos quebrar mitos”, completa.

Papo de Homem no Desencontro 2012

Durante o evento, os rapazes (Guilherme e Fred) participaram de painéis sobre empreendedorismo e negócios nos meios digitais, novidades sob o sol da internet e audiência e influência em blogs e sites.  Fred destacou a importância do encontro realizado no Nordeste. Segundo ele, é interessante sair um pouco do eixo Rio-São Paulo, quando o assunto é internet e marketing, para explorar mais o que há por aqui.

Texto: Isabel Filgueiras


00:00 · 05.03.2012 / atualizado às 12:38 · 02.03.2012 por

Entrevistamos a Psicóloga Clínica Rachel Lilienfeld, que tem formação em Arte-Terapia e é especialista em Gestalt-Terapia, para a matéria do Zona Cyber desta segunda-feira, no caderno Tecno, do Diário do Nordeste.

Confira, na íntegra, a entrevista da especialista, que fala sobre a relação e a influência dos games no comportamento das crianças. Ela reforça que os jogos ‘violentos’ não são os grandes vilões a serem derrotados, mas que a solução para inibir a violência é conversar com as crianças e explicar pra elas o que se deve e o que não se deve reproduzir. Confiram:

Blog Navegando: Qual a relação entre os videogames e o comportamento das crianças?

Rachel Lilienfeld, psicóloga.

Rachel Lilienfeld: As crianças têm seus comportamentos “ensinados”. Significa que elas são ensinadas a realizar desde suas tarefas mais simples – como amarrar o cadarço do tênis – até as mais complexas – como aprender uma língua estrangeira. Os videogames, assim como os filmes que passam na televisão, participam do universo lúdico e imaginário das crianças. Elas podem realizar, no videogame, situações que na vida real não são socialmente aceitáveis.

BN: Jogos ‘violentos’ podem interferir no comportamento de uma criança, tornado-a também ‘violenta’?

RL: Tudo pode influenciar o comportamento de uma criança, visto que ela está em desenvolvimento e o que ela observa ao seu redor ajudar a moldar o adolescente/adulto que ela virá a ser. Uma criança não se tornará violenta apenas porque viu violência no videogame; uma série de fatores interferem em seu crescimento, podendo torná-la violenta ou não. Por exemplo: uma criança que presencia violência doméstica não se torna obrigatoriamente um pai/mãe violento. Ela pode expressar essa violência porque foi “ensinada”, ou seja, está copiando um modelo. Entretanto, a forma como ela passa por aquele episodio, o meio em que ela vive, interfere tanto quanto o que ela presenciou. Assim ocorre com os videogames: ela pode apresentar um comportamento influenciado pelo jogo violento, mas quando se tem uma base familiar que trata de valores e respeito dentro de casa, dificilmente irá reproduzir aquilo.

BN: Qual a melhor forma de se combater/evitar uma influência ‘negativa’, independente de como ela seja?

RL: A melhor forma de se combater uma influência negativa é explicando à criança o porquê daquilo não ser considerado bom. A base de todo aprendizado se dá em casa. O primeiro meio social em que a criança convive é a família. Então, dentro de casa, a criança aprenderá os seus valores – o certo e o errado – e, a partir daí, vai se formando enquanto pessoa. A escola também tem um fator importante, por isso escola e família têm que estar em sintonia.
Costumeiramente se diz que “criança não entende”. Porém, hoje em dia sabe-se que não é bem assim. Quando explicado para a criança o que é necessário fazer ou não fazer, ela entende e reproduz.

BN: Na sua opinião, uma lei nacional que proibisse o uso de alguns títulos de videogame (em níveis generalizados) seria mais efetiva que as medidas utilizadas hoje, de controle paterno? (Alguns aparelhos de videogame simplesmente travam se alguém quiser inserir nele algum jogo que não tenha sido autorizado pelo administrador do equipamento. Por exemplo: se uma criança quiser brincar com um jogo ‘Categoria 16 anos’, os pais podem inserir este bloqueio no videogame).

RL: Creio que não. A violência está em todo lugar e em todo horário. Não será reprimindo um passatempo que se evitará a disseminação da violência. Acredito que a lei irá proibir uma coisa e conseguirá piorar a situação, pois os videogames não serão extintos e as pessoas darão um jeito de burlar tal proibição. Acredito que, quando o controle vem de casa, ele é efetivo, pois a criança irá aprender ao invés de se adotar uma medida arbitrária – como penso ser essa lei.


14:10 · 27.11.2011 / atualizado às 17:29 · 25.11.2011 por

Conheça o Portáctil, aparelho produzido por alunos do Instituto Federal do Ceará (IFCE), que promete ajudar bastante aos deficientes visuais.

Com o dispositivo, que se assemelha a um mouse de computador, o deficiente visual consegue ‘ler’ documentos, ao fotografá-los e ter as letras transformadas em braile.

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Mais detalhes desta história, no Diário do Nordeste online, e terça-feira, 29/11, na coluna Zona Cyber do caderno Zoeira, do jornal Diário do Nordeste.


00:00 · 18.10.2011 / atualizado às 13:56 · 18.10.2011 por

A coluna Zona Cyber desta terça-feira trouxe o perfil do garoto que é o atual sucesso da internet.

Sempre simpático e sorridente, Dheymerson sentiu-se em casa quando foi entrevistado, aqui mesmo na redação do Diário do Nordeste.

Ele aprontou todas, e até conheceu a web-celebrity Edinéia Macêdo e o artista Filipe Duarte, da banda “Os Travessos”.

Mas por trás de tudo isto, existe um apoio que vem de casa: a família é o principal porto do garoto. Tanto, que parte do seu sucesso se deve ao fato de os familiares terem iniciado a ‘viralização’ do vídeo de Dheymerson.

Veja aqui a entrevista que ele me concedeu. Dentre outras coisas, ele fala sobre como teve a ideia de fazer o vídeo, sua repercussão, os sonhos e desejos para o futuro, o novo vídeo ‘guardado a sete chaves’, e dá até uma canja, cantando a música que dublou, para provar que ele realmente sabe a letra direitinho! Vejam:
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Paizão
Tive a felicidade de entrevistar também o pai de Dheymerson, Elias Silva. O pai fala sobre as dificuldades para ajudar seu filho a realizar os sonhos que deseja. Diz que conversa muito com o filho para mantê-lo com os pés no chão. Comenta sobre a sua influência direta nas aptidões do menino.

Veja o depoimento emocionante de Elias Silva, o pai de Dheymerson. “Ele é mais forte do que a gente”, diz. Ao final, ele ainda arrisca uma ‘palhinha’, tentando imitar o filho e mostra como é difícil fazer o que o ‘Super Dheymerson’ fez. Ele aproveita e revela qual foi a técnica utilizada pelo garoto para decorar a letra da canção. Confira:
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# Não deixe de conferir a
matéria na Coluna Zona Cyber, do caderno Zoeira, do jornal Diário do Nordeste!


17:03 · 01.08.2011 / atualizado às 17:06 · 01.08.2011 por

Em meio às comemorações dos 15 anos do Hotmail, a Gerente geral de online da Microsot no Brasil, Carolina Aranha, e o Gerente do Hotmail no Brasil, Fábio Gaspar, bateram um papo com o blog Zona Cyber e contaram tudo sobre a briga com a concorrência, as novidades que vem por aí e os objetivos que ainda pretendem alcançar.

Sem ameaça da concorrência

De acordo com a gerente geral de online da Microsot no Brasil, Carolina Aranha, o Hotmail não tem que se preocupar com concorrência. “Quando a gente olha para o mercado, não vemos um adversário para ameaçar a liderança do Hotmail nos últimos anos. 80% dos brasileiros que olharam e-mail no Brasil, olharam o Hotmail. Humildemente, estamos tranquilos na liderança”.

Sem medo do Google

Engana-se quem pensa que o Hotmail tem medo do Gmail ou do Google. “A gente não tem medo não”, dispara Carolina. E isso ficou  ainda mais claro, após este vídeo interno da Microsoft que vazou. Veja você mesmo o que a empresa acha da concorrente: YouTube Preview Image

Confira a entrevista com os gerentes na íntegra:

ZC – Quem o Hotmail considera adversários diretos a serem bartidos?

Carol: Quando observamos o crescimento do mercado, vimos que por terem evoluído muito as mídias sociais e as redes de relacionamento, o e-mail ia ser preterido. Achávamos que eles seriam os nossos adversários. Mas a gente viu que isso não aconteceu. Percebemos que como as pessoas se adaptaram, o Hotmail continua sendo uma grande forma de comunicação, e vem se mantendo assim por um bom tempo. Quando a gente olha para o mercado, não vemos um adversário para ameaçar a liderança do Hotmail nos últimos anos. 80% dos brasileiros que olharam e-mail no Brasil, olharam o Hotmail. Humildemente, estamos tranquilos na liderança. A concorrência nos estimula a fabricar produtos melhores. Acompanhamos o mercado da concorrência e isso é um dos fatores importantes de desenvolvimento. A concorrência é muito saudável e continua assim.

ZC – Como o Hotmail tem se posicionado frente a concorrência do Gmail, produto do Google? Quais os próximos passos do Hotmail na luta contra o Gmail, principalmente? E outros adversários?

Carol: Específicamente no Brasil, em nível de e-mail, olhando para o segundo colocado, o Gmail é um dos principais competidores. O que a gente sempre busca é oferecer o melhor produto aos usuários. Estamos sendo bem sucedidos. Nosso maior foco é a satisfação do usuário. Tendo a satisfação que temos com inovação conseguimos, ao atencipar a necessidade do usuário, ser bem sucedidos.

ZC – O fato de o principal concorrente do Hotmail, o Google, ter mercado aberto e prioritário em uma plataforma móvel como o Android que está na grande maioria dos smartphones, preocupa a Microsoft? O que a companhia pensa em fazer?

Carol: A gente não tem medo não. Trabalhamos em mobilidade, por ser um ponto prioritário em nossa estratégia. Somos agnósticos em “um” sistema operacional. Estampos presentes em todos os smartphones. com o Hotmail e o Messenger, nós instalamos em qualquer tipo de smartphone. Qualquer telefone capaz de mandar sms, nós temos como instalar o Messenger ou o Hotmail.

ZC – Quando a Microsoft negociou com Sabeer Bhatia, um dos dois criadores do Hotmail lá atrás, almejavam se tornar o principal serviço de e-mail gratuito do mundo. O objetivo foi conseguido? Quais os próximos objetivos da companhia?

Carol: Gostaríamos que fosse o serviço de e-mail líder de mercado e não imaginávamos ser o Windos Live um fenômeno da internet. O que a gente vê hoje, pelos dados que analisamos de mercado, temos um percentual enorme de usuários primários. Dentro dessa nossa base, cerca de 80% usam o Hotmail como seu e-mail primário. As pessoas tem mais de um e-mail, mas continuam tendo um e-mail primário.

ZC – O Hotmail agora possibilita ao usuário acessar MSN e Facebook direto da sua conta de Hotmail. Foi uma estratégia para atrair de volta usuários já acostumados com o Gtalk e que navegam usando o Facebook para trocar experiências com outros usuários?

Carol: Falando de Windows Live, de Messenger e Hotmail, essa integração é o Messenger que tem a função de unir redes sociais. A gente sabe que os brasileiros permanecem quase 1/4 do tempo de internet usando o Messenger. Ele é disparado o produto que possui maior tempo de uso pois é deixado ‘ligado’ o dia inteiro. O Messenger consolida as informações. Nossa estratégia é integrá-lo com as redes sociais. Quando você está no e-mail, você também quer falar com seus amigos e por isso você consegue ver quem está online através do Hotmail. E você não precisa estar com o Messenger instalado para conversar com eles.

ZC – A estratégia da Microsoft, através do Hotmail, de se aliar ao Facebook, serve para o combate de um inimigo comum: o Google? Trouxe algum resultado real?

Carol: A maior integração do Hotmail com redes sociais é com o Facebook. A parceria do Hotmail com o Facebook é através de um trabalho de consolidação de redes sociais, onde conseguimos ver com maior clareza os resultados no Messenger. O Facebook é um grande aliado da Microsoft.

ZC – E a parceria com o Skype:

Carol: É um crescimento natural, é um serviço a mais que oferecemos no Messenger. Quem ganha é o usuário. O que a gente vê é que o Messenger é de longe o serviço líder e a gente acredita que vai continuar sendo.

ZC – Quais os planos da Microsoft e do Hotmail para daqui pra frente?

Carol: Seguir cada vez inovando de uma forma mais rápida e contínua. E podemos esperar: o Hotmail vai decolar e será atualizado constantemente sem precisar esperar pelos ciclos de mudanças. Isso vai evoluir cada vez mais e vai acelerar o tempo de inovações do email. Queremos melhorar a experiência, integrando às redes sociais. Embasado nesta mudança de comportamento de redes sociais, outra questão que a gente viu foi que temos de ajudar o cliente e facilitar a visualização do email que ele tem. A Microsoft tem uma grande evolução no combate ao spam, a gente já evoluiu muito nos ultimos anos neste sentido. Queremos a integração do cliente ao Skydrive (um disco virtual na nuvem) em que vocÊ tem 25 gigabytes de graça, a partir de uma conta de Messenger.

ZC – A Microsoft tem alguns projetos de inclusão digital, entre eles, o que fornece software a lan houses por preços reduzidos. Qual o motivo desta empreitada?

Carol: A gente sabe que o Brasil tem um potencial enorme de lanhouse: são mais de cem mil em todo o território. E elas tem uma função social importante de inclusão digital. Queremos garantir a melhor experiência aos usuários neste acesso. Fizemos essa parceria com a digital lan, onde os preços dos softwares são muito atrativos. O sucesso tem sido enorme a partir desta divulgação.

ZC – Como a Microsoft vê o mercado brasileiro de sofwares?

Carol: Estamos específicamente no Brasil muito felizes com o sucesso, pois é um desafio conseguir sustentar um mercado por muito tempo na liderança na internet. O comportamento do consumidor nos deixa muito felizes com estes produtos, através do nivel de satisfação do cliente. Quem ganha é o consumidor, que tem sempre produtos melhores que queremos oferecer.

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