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Plagiocefalia: o que é e como tratar

Publicado em 28/11/2013 - 14:50 por | Comentar

Categorias: Dicas e sugestões, Recém-nascido

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Um caso clássico de Plagiocefalia tratada em 3 meses

A Plagiocefalia é o achatamento de uma ou mais partes da cabeça, também chamada de assimetria craniana. É causada pela posição em que o bebê fica no útero da mamãe ou pelo repetitivo posicionamento no berço, nos primeiros dias e meses de vida. O que pode ser agravado pelo torcicolo congênito, quando o bebê só quer ficar com a cabecinha para o mesmo lado e tem dificuldade de virar.

Muitas vezes há uma regressão espontânea desse achatamento, com o passar do tempo. Mas, existem casos em que a assimetria se agrava ainda mais. Nos dois primeiros anos é que a criança se desenvolve rapidamente e a cabeça cresce muito mais do que o corpo.

E a plagiocefalia tem tratamento. Dependendo do grau do achatamento, apenas o reposicionamento do bebê ao dormir e, quando necessário, fisioterapia para curar o torcicolo congênit0, eliminar o vício de ficar sempre para o mesmo lado e facilitar a virada de cabeça da criança.

SScanner

O escaneamento permite precisão total para o diagnóstico e a fabricação da órtese

 

Se a plagiocefalia for de grau médio ou grave, o tratamento requer o uso de uma prótese craniana, que é um capacete importado dos Estados Unidos e feito com base no escaneamento da cabeça do paciente. O tratamento dura pelo menos 3 meses, dependendo do grau do problema e do desenvolvimento da criança.

A Clínica Cranial Care tem sede em São Paulo, é especialista no tratamento de assimetrias cranianas e tem uma equipe multidisciplinar que inclui fisioterapeutas para cuidar dos bebês. O diretor da clínica conta que trouxe a técnica para o Brasil, depois de tratar a própria filha nos EUA anos atrás. “Eu mudei a minha família pra lá, porque a cada 15 dias minha filha tinha retorno no médico. Eu voltava ao Brasil para trabalhar e sempre que dava, ia visitá-la”, conta o médico Gerd Schreen.

Fabio e Luan

Luan, de 5 meses, faz o tratamento há 40 dias e tem ótimo resultado

O doutor Gerd  diz que o capacetinho só serve para a criança que teve a cabeça escaneada e que, passado o período de adaptação que dura 5 dias, a órtese só deve ser retirada do bebê para o banho. “A criança se adapta facilmente quando é pequenininha e quanto mais ela usar o capacete, mais rápido será o efeito do tratamento. O bebê não sente dor, não aperta nada e os papais têm que se convencer de que é necessário o uso contínuo”, explica Schreen.

O tratamento dói no papai e na mamãe, que têm que aceitar a situação: o filho, o “príncipe perfeito” ou a “princesa linda”, tem uma assimetria na cabeça. E quanto mais cedo isso acontecer, quanto antes um médico for procurado e o tratamento iniciado, maior é a chance de sucesso.

 

Serviço:

Cranial Care – Clínica de Tratamento de Assimetrias Cranianas. Tel: (11) 2306-8338.

 

 

 

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