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Categoria: Manifestação


22:11 · 07.05.2014 / atualizado às 23:09 · 07.05.2014 por

Um grupo de servidores da Guarda Municipal do Eusébio (GME) esteve na sede da Secretaria de Segurança do Município para ter uma reunião com o responsável pela pasta. Os agentes se dizem revoltados com a insegurança e a quantidade de funções fora de suas atribuições, que estão desempenhando. O ataque ao posto da GME do Jabuti ocorrido na noite de anteontem, teria aumentado a indignação da categoria.

De acordo com o relato de testemunhas, quatro homens encapuzados protegidos por coletes balísticos, teriam invadido o posto, arrombando o portão. Eles efetuaram diversos tiros dentro do recinto. Os quatro guardas, que estavam de plantão, se refugiaram dentro do banheiro e houve uma troca de tiros.

O bando estava armado com escopetas e pistolas. As marcas das munições de grosso calibre ficaram nas paredes, em uma viatura e em uma motocicleta de um dos guardas.

Os servidores dizem que foram atacados, porque estão se expondo fazendo trabalho de policiais, sem treinamento, nem equipamento para isto. “A GME tem mais de 100 homens e apenas 30 coletes balísticos. Nós precisamos ter uma arma particular, porque a lei não permite que usemos armas, mas nós precisamos defender a nossa vida”, disse um dos servidores que aguardava reunião com o secretário.

Um outro integrante da categoria disse que fazem trabalhos ostensivos como apreensões e perseguições, escoltas, patrulhamento e até serviço de segurança privada. “Nós cumprimos mandados de prisão, escoltamos presos, participamos de operações de combate à droga. Não sei quantas vezes já nos envolvemos em troca de tiros, por estar acompanhando a Polícia em perseguições de bandidos perigosos. Para completar, ainda exigem que a gente faça a segurança de estabelecimentos privados como pizzarias, bancos e colégios”, afirmou uma das vítimas do ataque dos atiradores, que preferiu nãos e identificar.

Os agentes disseram também, que caso se neguem a desempenhar as funções que não seriam suas, são assediados com cortes de gratificações e transferências para postos distantes. “É uma situação ridícula. Temos que arriscar a vida para não arriscar o emprego”, disse um servidor.

Resolvendo

O secretário de segurança do Eusébio, Lauro Leite, disse que os problemas quanto aos equipamentos estão sendo resolvidos. “Os coletes balísticos, capacetes, joelheiras já foram licitados e comprados, estamos esperando chegar. Estamos também fazendo um trabalho para a compra de armas para o Município”.

Lauro Leite disse ainda, que não é verdade que os guardas desempenham função de Polícia. “O que acontece é que aqui no Eusébio as forças de Segurança Pública tem um trabalho em conjunto muito forte”, declarou. O secretário disse que as manifestações estão partindo de guardas que não estão satisfeitos com os postos em que estão lotados.

10:12 · 05.10.2013 / atualizado às 17:40 · 06.10.2013 por

A operação de desocupação do Parque do Cocó foi um trabalho “cirúrgico” da Polícia Militar, mostrou a eficiência, profissionalismo e o excelente treinamento de que dispõem os valentes e abnegados homens do Batalhão de Policiamento de Choque. São policiais das cinco companhias que formam o BPChoque: Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), Cotam (Comando Tático Motorizado), CDC (Controle de Distúrbios Civis), Canil e Cotar (Comando Tático Rural).

São policiais que passam por duro treinamento e tornam-se aptos a enfrentamento de situações consideradas de crises, tais como assaltos com reféns, rebeliões em unidades prisionais, sequestros, distúrbio em estádios e desocupação de imóveis.

Para quem acha que operações do tipo realizada ontem são raras, engana-se. A tropa da CDC atende a dezenas de casos dessa natureza por mês, cumprindo determinações judiciais de reintegração de posse. Para tanto, o treinamento com armas não letais e munição de impacto controlado é uma rotina no trabalho dos “caveiras”.

Para se ter uma ideia do que estamos falando, basta dizer que a tropa participou, apenas na semana que passou, de quatro operações do gênero, sendo uma de desobstrução da BR-116, em Chorozinho, e outras duas na ponte do Rio Ceará, além do caso do Cocó. Aliás, a eficiência da tropa do BPChoque já havia sido testada e demonstrada nos distúrbios ocorridos durante a Copa das Confederações, recebendo elogio do Ministério da Justiça e da própria Fifa, com especial agradecimento desses organismos ao então secretário da Segurança Pública, coronel Francisco Bezerra; e ao então comandante-geral da PM, coronel Werisleik Pontes Matias.

Os oficiais que comandam tais tropas recebem treinamento até fora do Estado, especialmente nos cursos de alinhamento de contingente na Força Nacional de Segurança (FNS), em Brasília; além de treinamento de desarme de artefatos explosivos em outros países, inclusive aqueles com tradição em operações antiterror, como a Colômbia e o Chile.
E quem chefiou  a operação de ontem foi um oficial extremamente preparado neste tipo de ação, o coronel José Maria Barbosa Soares, que, recentemente, assumiu o Comando do Policiamento Especializado (CPE).

A tropa seguiu fielmente às determinações e orientação do comandante do Batalhão, major Alexandre Ávila;  e boa parte dos PMs estavam de folga, mas mesmo assim, atenderam ao chamamento do major Alexandre.

De parabéns toda a tropa do Choque!!!

FERNANDO RIBEIRO
Editor de Polícia

17:50 · 24.09.2013 / atualizado às 17:50 · 24.09.2013 por

Neste momento, confronto entre manifestantes e guardas municipais no Paço Municipal. Baderneiros quebrararam vidraças do Paço, e a Guarda Municipal respondeu com bombas de gás. Em seguida, alguns tentaram queimar uma moto da AMC e a Tropa de Choque da PM foi para cima. Ânimos acirrados neste momento no local.

A manifestação pelo passe livre nos ônius para estudantes de Fortaleza havia começado de forma pacífica na Praça Clóvis Beviláqua, por volta das 16 horas,  mas quando a passeata chegou na Praça José de Alencar houve o primeiro incidente, quando alguns manifestantes tentaram pichar uma banca de jornais e revistas. O proprietário, Tadeu Barroso Félix, 48 anos,  reclamou e,  ao tentar evitar a depredação, foi espancado. Ele foi levado por uma viatura da PM para o IJF-Centro e foi liberado,  depois de atendido na Emergência.

Toda a manifestação está sendo monitorada pelas câmeras da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e da AMC.  Há vários mascarados entre os manifestantes, contrariando uma ordem judicial.

17:08 · 24.09.2013 / atualizado às 17:08 · 24.09.2013 por

Tadeu Barroso Félix, 48 anos, comerciante, dono de uma banca de revistas e jornais da Praça José de Alencar está, neste momento, sendo atendido na Emergência do Instiuto Doutor José Frota (IJF).  Ele foi severamente espancado por baderneiros que estão infiltrados numa manifestação de estudantes que pedem passe-livre nos ônibus da Capital.

Segundo o Comando do Policiamento da Capital (CPC), o comerciante foi espancado porque reclamou quando os baderneiros estavam pichando sua banca. Nesse momento, ele  está na sala de pequenas cirurgias.

A manifestação está seguindo em direção à sede da Prefeitura de Fortaleza (Paço Municipal), onde a Tropa do Batalhão de Choque já está posicionada junto com a Guarda Municipal. Patrulhas do Raio também já foram deslocadas para lá.

São cerca de 150 estudantes e destes, cerca de 30 estão usando máscaras e capuzes, segundo a Inteligência da PM.

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