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Tag: Nordeste


19:27 · 04.06.2018 / atualizado às 19:31 · 04.06.2018 por
Estava programado apresentações de Elba Ramalho, Wesley Safadão, Magnificos entre outros nomes (Foto: Ministério da Cultura)

Marcado para ter início nesta sexta-feira (8), o São João de Campina Grande – evento junino intitulado ‘O maior São João do Mundo, edição 2018’ – foi suspenso pela Justiça paraibana, até que o Município providencie a autorização perante o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), responsável pelo pagamento e preservação de direitos autorais das músicas executadas no evento. Na decisão, proferida nesta segunda-feira (4) pela juíza Ana Carmem Pereira Jordão Vieira da 2ª Vara da Fazenda Pública daquela Comarca, foi estipulada multa diária de R$ 30 mil, em caso de descumprimento, até o patamar de R$ 900 mil.

A magistrada determinou, também, que o Município de Campina Grande se abstenha, imediatamente, de realizar qualquer repasse à empresa A. (contratada para realização do evento após procedimento licitatório) enquanto não for comprovado o cumprimento da obrigação autoral determinada em sede de decisão provisória. Para fins de cumprimento de decisão liminar e de prevenção de ilícitos futuros, também foi determinado o bloqueio dos ativos financeiros da Aliança Comunicações, via Bacen-Jud, no valor de R$ 598 mil, referente a 10% do contrato nº 2.07.000/2017, a título de licença para a execução de obras artísticas musicais em respeito à Lei de Direitos Autorais.

Na decisão, foi deferido o pedido de tutela inibitória em caráter antecedente, destinado a impedir a prática, repetição ou continuação de ilícitos. A magistrada explicou que, para a concessão, é imprescindível a presença dos requisitos: probabilidade do direito e perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo.

Pagamentos

Conforme os autos, o Município e a empresa, em parceria público privada, com o objetivo de executar o evento, não teriam diligenciado junto ao Ecad, em busca da expressa autorização para uso do repertório protegido, bem como não anteciparam o recolhimento da licença dos direitos autoriais dos artistas cadastrados, o qual é calculado na proporção de 15% sobre o denominado ‘custo musical’, reduzido de 1/3 por se tratar de execução ‘ao vivo’, totalizando, assim, no percentual de 10% devido, conforme artigo 12 combinado com artigo 27 do Normativo de Arrecadação do Ecad.

O Ecad alegou que o contrato original entre a Prefeitura Municipal de Campina Grande e a Aliança Comunicação e Cultura Ltda. foi prorrogado em 12 meses passando de R$2.990 milhões para R$5.980 milhões no valor total. Entretanto, nem a Prefeitura nem a empresa teriam solicitado a expressa autorização do Escritório.

“Vislumbro presente a probabilidade do direito invocado, qual seja, a probabilidade de ocorrência do ilícito futuro consubstanciado no não recolhimento por parte da Aliança Comunicações e Cultura dos valores pertinentes ao devido direito autoral dos artistas representados pelo Ecad referente ao evento junino do ano de 2018. Ressaltando-se que, em que pese haver este Juízo deferido liminar ordenando o depósito judicial da importância de 10% dos valores do Contrato nº 2.07.001/2017, até a presente data não houve efetivação da medida, o que demonstra o perigo da reiteração do ilícito e, concomitantemente, patente o perigo da demora”, explicou a magistrada.

A juíza afirmou, também, que a decisão não torna sem efeito a proferida anteriormente pelo mesmo Juízo, apenas a reforça.

11:30 · 10.01.2018 / atualizado às 11:35 · 10.01.2018 por
Grupo trabalha ritmos nordestinos (Foto: Reprodução/Facebook)

A banda Pistoleira vai lançar EP no Teatro Emiliano Queiroz, em apresentação nesta quinta-feira (11). O forró, o brega e outras sonoridades que ecoam pelas periferias nordestinas, fazem parte do repertório do grupo. A banda composta pelos músicos Bruno Costa, Duh Rodrigues, Gê Silva, Moacir de Sousa Filho, Monique Stahlschmidt e Bertisson Lobo.

O grupo traz experiências e pesquisas musicais do cantor, compositor e instrumentista cearense Paulo Fraval, que depois de morar em alguns países da Europa, sentiu a necessidade de voltar às suas raízes e iniciou um trabalho de pesquisa confluído para as referências musicais que marcaram sua infância no bairro Parque Jerusalém .

21:50 · 08.09.2015 / atualizado às 14:34 · 09.09.2015 por
ze do norte
Evento acontece no dia 10 de setembro

O Theatro José de Alencar recebe na próxima quinta-feira (10) atrações especiais para celebrar a cultura nordestina. E vai ter forró na programação.

O maestro e sanfoneiro Zé do Norte se apresenta com a Orquestra Sanfonas do Ceará, dividindo o palco com os artistas Waldonys, Quarteto Cearense, Chico Pessoa, Cyda Olimpio e Celinho Barros. O repertório da noite será eclético, com canções nacionais e internacionais, passando pelo erudito e ritmos mais dançantes como jazz, samba, valsa, além do próprio forró.

“Eu quero fazer uma grande festa com todos, para oferecer ao público um show dinâmico, com uma novidade atrás da outra, pra ninguém ficar cansado”, explica o cearense Zé do Norte.

Segundo Walter Medeiros, um dos idealizadores da Orquestra Sanfonas do Ceará, o objetivo da noite é aproveitar um dos palcos ícones da programação cultural do Ceará para lançar os acordeonistas. “O País abraçou o instrumento. O acordeon é muito versátil, possibilita passear por vários estilos musicais, não só o forró”, conta.

O evento conta com recursos do  9º Edital de Incentivo às Artes de 2014, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará.

Serviço

Zé do Norte e Orquestra Sanfonas do Ceará no Theatro José de Alencar
Dia: 10 de setembro (quinta-feira), às 19h30.
Local: Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525, Centro).
Ingressos: R$ 30,00 inteira, R$ 15,00 meia (à venda no Theatro no dia, de 09h às 23h, e venda antecipada pelo (85) 98626.7142 – Whatsapp).
Informações: (85) 99946.5063 / (85) 98626.7142

15:24 · 27.08.2015 / atualizado às 16:01 · 27.08.2015 por
Alexandre Pires
Alexandre Pires durante entrevista no estúdio da TVDN (foto: JL Rosa)

O cantor Alexandre Pires pintou em Fortaleza na última semana para participar de um projeto para buscar novos talentos no sertanejo. Ele apareceu na redação do Diário do Nordeste e a equipe do Blog Puxa o Fole aproveitou para bater um papo sobre o forró.

O ex-vocalista do Só Pra Contrariar disse que o contato com o estilo nordestino vem desde criança, por influência da vó, cearense de Tauá.

“Minha relação com o forró sempre foi muito próxima por que eu nasci ouvindo forró em casa. Venho de uma família de músicos. Uma família que também tem suas raízes na terra do forró. Minha saudosa vó por exemplo é de Tauá-CE. Ela sempre foi fã de Luiz Gonzaga e João do Vale. O estilo sempre foi muito bem executado lá em casa”, conta.

Admirador da nova geração de forrozeiros, Alexandre Pires disse que adoraria gravar com eles. O empecilho é a agenda lotada.

“Eu não tive a oportunidade de gravar com os artistas de forró da nova geração. Gostaria muito. A gente sempre se encontra e prometemos uma parceria, mas nunca dá certo por conta de agenda. Mas eu admiro essa onda essa pegada. Esse artistas, Com o Aviões do Forró e Wesley Safadão, continuam levantando a bandeiro do Forró. Ao seu jeito, mas erguem a bandeira. Eu seu sou do tempo de Mastruz Com Leite e Limão com Mel. O ritmo do forró é cativante”, comenta.

Confira o bate-papo no vídeo abaixo.

16:19 · 10.08.2015 / atualizado às 16:21 · 10.08.2015 por
Conde do Forró
Gravação do DVD aconteceu na casa de show G4, em Fortaleza (foto: Rwanyto Oscar)

A banda Conde do Forró acaba de divulgar na internet seu primeiro DVD. A produção do grupo forrozeiro, sensação do momento, foi gravado durante apresentação na casa de show G4, em Fortaleza, no mês de junho.

Com direção da Rw7 Filmes, o DVD da banda que ‘maltrata corações’ conta com 1 hora e 24 minutos de show e traz os sucessos da banda, executados incansavelmente nas rádios.

>Conde do Forró fala sobre forró romântico e o sucesso da banda; assista entrevista concedida ao Blog Puxa o Fole

Formado pelos jovens cantores Igor Guerra, Joyce Tainá e Carlinhos Amorim, o Conde do Forró está estourado na Capital cearense e em boa parte do Nordeste. O trio já conseguiu emplacar as músicas: “Me Dói“, “O Telefone Tocou” e “Você Vai Lembrar“.

Confira abaixo o DVD do Conde do Forró

17:58 · 01.07.2015 / atualizado às 17:58 · 01.07.2015 por
alcymar monteiro
Alcymar Monteiro é um dos artistas que canta o forró tradicional (foto: reprodução Facebook)

Foram duras as críticas feitas pelo cantor e compositor Alcymar Monteiro aos festejos juninos de 2015. Através do seu perfil oficial no facebook, o músico demonstrou total insatisfação com o que tem visto e escutado nas festas de São João, Nordeste afora.

“Tenho observado que as festas juninas estão virando um festival de pornofonia, estão mutilando nossa cultura”, diz trecho do texto postado na rede social.

O cearense, que atualmente reside em Recife, disse que o forró gonzagueano está a beira da falência e do esquecimento. Ainda na publicação, o músico pede para as autoridades tomar algum tipo de providência, afim de preservar a identidade cultural do forró.

Alcymar Monteiro completa em 2015 aos 31 anos de carreira e é um dos artistas que defende o forró tradicional. Já fez duetos com Luiz Gonzaga, Marinês, Domiguinhos e é totalmente contra o forró eletrônico.

Confira texto na íntegra:

“O São João pede socorro.

Estou viajando o nordeste inteiro e tenho observado que as festas juninas estão virando um festival de pornofonia, estão mutilando nossa cultura.

A festa criada por Luiz Gonzaga tinha como tema a sanfona, a zabumba, o triângulo, as quadrilhas juninas, além da culinária peculiar deste período do ano, canjica, pé de moleque, milho e batata assada na fogueira. Tudo isso acontecia sob o luar do sertão.

O que vi por onde passei foi a perfeita orquestração de interesses econômicos estereotipados voltados mais para a quantidade em detrimento da qualidade.

Cabe aos governos através das secretarias de cultura e das assembleias legislativas criarem uma lei que impeça tamanho abuso, reservando 70% do mercado junino para os artistas que lutam a “duras penas” para manter a tradição do forró, impedindo o mercenarismo e a mercantilização das nossas tradições. Cito como exemplo o estado da Bahia que criou a chamada “lei da zabumba”, aprovada por unanimidade pela assembleia legislativa baiana.

O povo já não suporta mais a descaracterização daquilo que é seu e está pedindo que as autoridades façam alguma coisa que preserve em forma de lei aquilo que é nossa identidade cultural. O forró gonzagueano que está a beira da falência e do esquecimento das novas e futuras gerações.

Os veículos de comunicação estão denunciando essa mutilação ideológica e expondo explicitamente a necessidade de fazermos uma correção no sentido de preservar etnologicamente aquilo que nos representa e que nos faz existir como povo “Nordestino”.

Diante da responsabilidade que tenho não posso simplesmente me calar e fingir que não estou vendo ou ouvindo o que está acontecendo. Como militante venho através deste manifesto expressar minha insatisfação com todo esse desmando.

Forró só existe UM o gonzagueano, o jacksoneano, como artista eu bebo nessa fonte que é a matriz de tudo, o restante é invencionice, é factoide de quem não tem responsabilidade com nossa cultura

Por: Alcymar Monteiro – O Rei do Forró “

O São João pede socorro.Estou viajando o nordeste inteiro e tenho observado que as festas juninas estão virando um festival de pornofonia, estão mutilando nossa cultura.A festa criada por Luiz Gonzaga tinha como tema a sanfona, a zabumba, o triângulo, as quadrilhas juninas, além da culinária peculiar deste período do ano, canjica, pé de moleque, milho e batata assada na fogueira. Tudo isso acontecia sob o luar do sertão.O que vi por onde passei foi a perfeita orquestração de interesses econômicos estereotipados voltados mais para a quantidade em detrimento da qualidade.Cabe aos governos através das secretarias de cultura e das assembleias legislativas criarem uma lei que impeça tamanho abuso, reservando 70% do mercado junino para os artistas que lutam a “duras penas” para manter a tradição do forró, impedindo o mercenarismo e a mercantilização das nossas tradições. Cito como exemplo o estado da Bahia que criou a chamada “lei da zabumba”, aprovada por unanimidade pela assembleia legislativa baiana.O povo já não suporta mais a descaracterização daquilo que é seu e está pedindo que as autoridades façam alguma coisa que preserve em forma de lei aquilo que é nossa identidade cultural.O forró gonzagueano que está a beira da falência e do esquecimento das novas e futuras gerações.Os veículos de comunicação estão denunciando essa mutilação ideológica e expondo explicitamente a necessidade de fazermos uma correção no sentido de preservar etnologicamente aquilo que nos representa e que nos faz existir como povo “Nordestino”.Diante da responsabilidade que tenho não posso simplesmente me calar e fingir que não estou vendo ou ouvindo o que está acontecendo. Como militante venho através deste manifesto expressar minha insatisfação com todo esse desmando.Forró só existe UM o gonzagueano, o jacksoneano, como artista eu bebo nessa fonte que é a matriz de tudo, o restante é invencionice, é factoide de quem não tem responsabilidade com nossa cultura.Por: Alcymar Monteiro – O Rei do Forró

Posted by Alcymar Monteiro – O Rei do Forró on Segunda, 29 de junho de 2015

O que você achou das críticas do músico Alcymar Monteiro? Concorda ou discorda? Comente!

13:51 · 27.06.2015 / atualizado às 14:33 · 27.06.2015 por
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Banda vem ganhando fãs em diversas cidades do Nordeste (Foto: Reprodução/Facebook)

Nova aposta do forró leva no nome um título da nobreza: o Conde do Forró. A banda é formada nos vocais por Joyce Tainá, Carlinhos Amorim e Igor Guerra. Apesar de novos no mercado da música, o trio já realizou diversos shows no Ceará e em outros Estados do Nordeste.

No mês das festas juninas, de junho até o fim de julho, a banda irá realizar mais de 15 apresentações pelo interior e também se apresenta no São João de Fortaleza.

Embalando e “maltratando”, como eles citam nos shows, os corações dos apaixonados os músicos tocam os corações com as canções “Me dói“, “O telefone tocou” e “Você vai lembrar“.

A equipe do blog Puxa o Fole conversou com os vocalistas sobre a carreira. Confira a entrevista abaixo:

 

08:00 · 08.05.2015 / atualizado às 20:44 · 17.05.2015 por
Wesley Safadão
Wesley Safadão comandou a 4ª edição do Garota Vip em Fortaleza (Foto: Alana Andrade)

Wesley Safadão encerrou mais edição do Garota Vip em Fortaleza com sucesso. O evento aconteceu no último fim de semana, contou com as participações da Banda Eva e Gabriel Diniz, vendendo todos os 14 mil ingressos. Considerado o carro-chefe do forrozeiro, o evento já chegou a outras capitais brasileiras como Belém e Natal.

Na apresentação, Wesley lançou 9 músicas inéditas, além de ter gravado novo repertório no local.

>Wesley Safadão terá bloco próprio no Fortal 2015

Em um bate-papo com o repórter Lucas Ribeiro, Safadão contou o que faz para manter o sucesso. Consagrado no Nordeste, o forrozeiro também comentou o desafio que é levar a sua música para regiões onde estilo não é apreciado.

Os R$ 650 mil cobrados por show pelo artista também entrou na conversa a turma do blog. Confira tudo no vídeo abaixo.

10:39 · 26.04.2015 / atualizado às 10:44 · 26.04.2015 por
Safadão revela que cachê pode chegar até R$ 650 mil por show (Foto: divulgação)
Wesley Safadão se apresenta na próxima quinta-feira (30) em Fortaleza, véspera de feriado, no Garota Vip  (Foto: divulgação)

Que Wesley Safadão está “estourado” no mundo do forró todos já sabem, mas os valores cobrados por show pelo artista não passavam de suposições. Em entrevista ao colunista Léo Dias, do Jornal O Dia, o forrozeiro revelou, enfim, o cachê da banda Garota Safada: pode chegar a R$ 650 mil.

Esse valor é referente à porcentagem do cantor com a arrecadação, até então, da venda de ingressos para o evento Garota Vip, que acontece na próxima quinta-feira (30) em Fortaleza. De acordo com Wesley, os 14 mil ingressos vendidos já somam R$ 1,4 milhão. Desses, R$ 650 mil vão para o bolso do cantor.

Segundo o forrozeiro, os cachês variam de acordo com o evento, visto que geralmente a banda trabalha com porcentagem na bilheteria. “Não sei se é legal falar de muito caro ou muito barato. Meu último show em Salvador tinha uma porcentagem lá que eu saí com R$ 480 mil. Eu tenho um show em Teresina que tem mais de R$ 1 milhão de bilheteria e 50% da festa é nossa. No próximo é Belém do Pará. Já temos R$ 1,2 milhão e ficamos com R$ 600 mil”, revelou.

Em regiões do país onde ainda não tem tanta influência, Safadão conta que cobra um menor valor. “Hoje no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, nós temos os contratantes e uma média de porcentagem por show. O padrão está meio que igual. Nos outros lugares, regiões novas, a gente já vai mais acessível. Eu acredito no meu trabalho, mas as pessoas não me conhecem em Belo Horizonte como me conhecem no Nordeste, por exemplo. Então tem que chegar nesses lugares com um preço mais acessível“, ressalta.

Mas não vá pensando que o valor da apresentação do artista despenca. “Exemplo: o (colunista) Leo Dias ligou pedindo nosso evento hoje, a gente pede R$ 250 mil”, brinca o cantor, que revela, também, que a Ferrari que adquiriu em fevereiro, avaliada em R$ 1,3 milhão, foi presente de um patrocinador.