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Categoria: Américas


08:09 · 18.11.2017 / atualizado às 19:37 · 29.10.2017 por

Representantes da nova geração de instrumentistas argentinos, a cantora e gaitista Xime Monzon (foto) e o baixista Mauro Bonamico se apresentam hoje em Canoa Quebrada (Aracati), na programação do Festival Canoa Blues.

Xime começou na harmônica em 2006, tendo aulas com Pablo Brotzman e Adrián Jiménez. Em 2009, passou a se apresentar em shows como convidada por artistas de Blues, como o próprio Adrian Jiménez, Gabriel Gratzer e a banda Easy Babies, entre outros. Já participou de eventos e festivais no México, Brasil e países vizinhos à Argentina.

Mauro tem se destacado na cena latino-americana do Blues, firmando parcerias com nomes da Argentina e do Brasil – com ênfase especial nas regiões Sul e Sudeste – vem desenvolvendo projetos e gravações com artistas como Xime Monzon, Nico Smoljan e Flávio Guimarães.

É um dos mais respeitados baixistas argentinos entre diferentes gerações de artistas.

Eles se apresentam com a formação cearense Gumbo Blues. E o show é gratuito.

O Canoa Blues tem patrocínio do Banco do Nordeste/Governo do Brasil, Governo do Estado do Ceará/Cegás e Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.

Em Fortaleza, é apoiado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza/Secretaria de Turismo. Já em Canoa, tem apoio da Prefeitura Municipal de Aracati e Sebrae/CE.

InvestNE, Diogo Farias Microfones Artesanais, Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada e Conselho Comunitário de Canoa Quebrada reforçam o time de apoiadores.

05:02 · 22.09.2017 / atualizado às 11:03 · 21.09.2017 por

Publiquei hoje na Coluna Comunicado, do jornal Diário do Nordeste:

Hoje é o Dia Mundial Sem Carro. Numa paisagem moderna, isso pode até parecer estranho. Mas trata-se de uma proposta política, visando ao bem do meio ambiente e, claro, das populações que interagem nesses espaços. Em resumo: abre-se mão do automotor e das vantagens oferecidas em troca de ganhos coletivos. Simples assim. Em Fortaleza, o Sindiônibus – entidade que representa empresas de transporte urbano do Ceará – vai promover uma roda de conversas no Parque do Cocó sobre temas ambientais, da mobilidade e do desenvolvimento urbano.

Uma das ideias do Dia Sem Carros é estimular as pessoas a usar meios alternativos de mobilidade, como o transporte coletivo ou bicicleta, descobrindo que é possível se deslocar pela cidade contribuindo com o meio ambiente.

07:02 · 07.08.2017 / atualizado às 10:44 · 03.08.2017 por

A Universidade de Fortaleza recebe até o próximo dia 26 inscrições para missão ao Vale do Silício.

Trata-se do maior polo de tecnologia do mundo.

É no Vale do Silício – ou Silicon Valley, no original – que funcionam corporações como Google, Facebook, Apple e Linkedin.

Pois bem: estão sendo disponibilizadas 20 vagas para alunos, professores e empresas parceiras da Unifor.

Mais informações aqui ou em (85) 3477 3383.

12:00 · 17.07.2017 / atualizado às 12:03 · 17.07.2017 por

Recebi do aparelho de comunicação da Prefeitura de Fortaleza:

O prefeito Roberto Cláudio é o único prefeito brasileiro a fazer parte do grupo de 40 prefeitos do mundo convidados pela Fundação Bloomberg e Universidade de Harvard a participar do Programa de Lideranças para as Cidades. O curso será realizado em Nova York, nos Estados Unidos, nos dias 17, 18 e 19 deste mês.

O programa inaugural da Iniciativa Bloomberg Harvard de Liderança para Cidades tem duração de um ano e tem como objetivo conectar os líderes gestores das cidades, disponibilizando ferramentas de tecnologia, know-how e práticas inovadoras para que possam aplicar localmente essas experiências.

Após os três dias de sessões presenciais, os prefeitos se beneficiam de uma série de recursos e apoios adicionais que serão fornecidas ao longo do ano. Isso inclui acesso a políticas globais e especialistas em gerenciamento, pesquisa personalizada, oportunidades de aprendizagem virtual e apoios dos alunos de Harvard.

A Iniciativa Bloomberg Harvard de Liderança para Cidades é uma colaboração entre a Bloomberg Philanthropies (fundação dirigida pelo ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg), Harvard Kennedy School e Harvard Business School. A participação para prefeitos é totalmente financiada pela instituição, incluindo taxa de matrícula, acomodação, refeições e passagens aéreas. De toda a América Latina, apenas os prefeitos de Fortaleza e Santiago do Chile foram convidados a participar do curso.

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Aí eu pergunto ao senhor e à senhora: o que tem a ver com isso aquela cidadã que está numa fila de posto de saúde tem um filho no colo, cheio de dores, picado que foi por um mosquitinho de nada?

Ou o sujeito engarrafado no trânsito caótico?

Ou o estudante que vê diante de si estruturas escolares insuficientes?

Nada, respondo.

Não interessam ao contribuinte a vaidade política do prefeito nem a alegria provinciana de participar de um evento nos Estados Unidos. Nem a satisfação paroquiana de estar entre “escolhidos”. Nem a felicidade pessoal de ser o único entre tantos.

Longe disso, o que se quer é eficiência na gestão – ou seja, menos conversa mole e mais ação.

11:00 · 20.04.2017 / atualizado às 11:20 · 19.04.2017 por

Hoje, na Coluna Comunicado, do jornal Diário do Nordeste:

Articulações interessantes têm decolado no Ceará. Primeiro, a concessão do Aeroporto Pinto Martins para a empresa alemã Fraport; depois, o início das operações do aeroporto de Jericoacoara, no município de Cruz, previsto pelo Governo ainda para este mês; por fim, o fortalecimento do aeroporto Dragão do Mar, em Aracati; e, permeando tudo, a retomada das negociações da gestão estadual para que a companhia Latam implante aqui uma central de distribuição de voos nacionais e internacionais – o que, no jargão do setor, é designado como “hub”.

Há um elemento adicional na mira de quem articula o turismo cearense. É o Panamá. O Estado tenta agora dois voos semanais ligando Fortaleza à Cidade do Panamá, possível rota para Estados Unidos, Canadá e México e porta de entrada para o Caribe – que, curiosamente, é rival do Ceará na disputa por turistas.

10:28 · 18.09.2016 / atualizado às 20:59 · 14.09.2016 por

A gaitista e cantora Xime Monzón é um dos destaques da aquecida e criativa cena argentina. Baseada em Buenos Aires, Xime acrescenta a força do blues às tradições musicais que giram em torno do tango.

Xime iniciou-se na harmônica em 2006, tendo aulas com Pablo Brotzman e Adrián Jiménez. Em 2009 passou a se apresentar em shows como convidada por artistas de Blues, como o próprio Adrian Jiménez, Gabriel Gratzer e a banda Easy Babies, entre outros. Já participou de eventos e festivais no México, Brasil e países vizinhos à Argentina. Tem marcado para este ano o lançamento de seu primeiro CD, “My Harp My Soul”, editado pelo selo brasileiro Chico Blues Records.

Xime Monzón se apresenta no Fórum Harmônicas Brasil com a banda Blues Label, a partir das 20 horas, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar, em Fortaleza.

O evento é apoiado pelo Governo do Ceará, InvestNe e Diogo Farias Microfones Artesanais.

05:27 · 14.04.2016 / atualizado às 05:29 · 13.04.2016 por

Hoje, na Coluna Comunicado:

Alunos do ensino médio, de graduação e de pós-graduação que estão avaliando oportunidades de estudar no exterior vão ter diante de si no próximo domingo, em Fortaleza, um leque de possibilidades. É a Feira EducationUSA, fonte oficial de estudos nos Estados Unidos, que na edição 2016 já passou por cidades como Campinas (SP), Belo Horizonte e Porto Alegre. O evento, das 15 às 17h, no Hotel Gran vai Marquise (Av. Beira Mar), expor opções de cursos de Inglês e de curta duração e de graduação, pós- graduação, mestrado e doutorado. A unidade do EducationUSA no Ceará funciona na Universidade de Fortaleza (Unifor).

08:15 · 18.02.2016 / atualizado às 06:29 · 18.02.2016 por

Sabe aquela turma, tipo Aécio Neves, Ronaldo Caiado, Jair Bolsonaro, Álvaro Dias e outros, que vive a demonizar a pequena Cuba – negando respeito a uma nação e sua autonomia – e gasta o mesmo ânimo para se acocorar perante o poderio do gigantesco Estados Unidos e de suas megaempresas?

E que vive torcendo para que os Estados Unidos invadam e destruam Cuba e os cubanos com navios, tanques, aviões, mísseis?

E que acha que o Brasil, mediante a vontade e a vocação que eles têm, deveria não negociar com o governo de Raúl Castro e deixar a Ilha na inanição econômica?

São os chamados “coxinhas”.

Pois há um recado para eles. É da Agência Brasil:

A Casa Branca deverá anunciar hoje (18) que o presidente Barack Obama planeja viajar para Cuba em março deste ano, Será a primeira viagem de um presidente norte-americano a Havana, capital cubana, em 88 anos. A viagem, que vinha sendo comentada informalmente nos meios diplomáticos, foi confirmada pelo The Wall Street Journal, na edição de hoje (18), citando como fonte um alto funcionário do governo norte-americano.

A viagem de Obama ocorrerá 15 meses depois que os Estados Unidos e Cuba anunciaram planos para restaurar relações após um congelamento diplomático que durou mais de 50 anos. A visita constitui mais uma etapa na reaproximação histórica entre os Estados Unidos e Cuba. A última e única visita de um presidente norte-americano ao país foi feita por Calvin Coolidge, em 1928.

Situada a apenas 145 quilômetros da costa da Flórida, Cuba vem sofrendo um embargo econômico dos Estados Unidos desde 1961, quando as relações entre os dois países foram cortadas. O rompimento ocorreu depois da revolução cubana liderada por Fidel Castro.

A reaproximação Cuba-Estados Unidos avançou em dezembro de 2014, quando Obama anunciou mudanças nas relações com Havana. Posteriormente, os dois países restauraram relações diplomáticas, reabriram embaixadas em Washington e em Havana e chegaram a acordos sobre voos comerciais diretos e serviço de correio. Projeto-piloto para levar o acesso à internet de banda larga à população foi anunciado por Cuba no mês passado.

A matéria inteira, assinada por José Romildo, está neste link.

06:00 · 23.11.2015 / atualizado às 06:00 · 23.11.2015 por

A propósito do post anterior (Macri eleito), li algo que me assustou pela deformação e pela imprecisão (se é que há diferenças muito gritantes entre ambas).

Está no G1, num texto assinado pelo jornalista Hélio Gurovitz como se fosse uma análise:

A vitória de Maurício Macri nas eleições para a presidência da Argentina (acima, ele ao votar) põe fim a 12 anos conhecidos como Era Kirchner, um período em que o país se transformou numa espécie de paraíso da heterodoxia econômica, misturada ao populismo típico dos peronistas, à progressiva irrelevância no cenário internacional e a tentativas frequentes – embora nem sempre bem-sucedidas – de controlar o Judiciário e a imprensa. Trata-se, também, de um baque para a esquerda latino-americana, acostumada a ídolos populistas e a ver os “hermanos” como aliados no combate ao “imperialismo ianque”.

Se você anda chocado com o resultado cada vez pior da política econômica implantada no governo da presidente Dilma Rousseff, é bom lembrar que nada se compara a Cristina Kirchner. O efeito Orloff – piada baseada naquela propaganda de vodca cujo slogan era “eu sou você amanhã” – aparentemente continua valendo: os argentinos estão anos adiante do Brasil no caminho da bancarrota. Basta lembrar que a Argentina vive há mais de dez anos na tal “nova matriz econômica”, aquela que preconiza mais gastos públicos para fazer a economia crescer, foi implantada no primeiro governo Dilma e é defendida até hoje pelos economistas heterodoxos e pelos desinformados nas páginas dos nossos jornais.

Lá, o resultado disso foi o previsível. A inflação é estimada em 25% – estimada porque os índices oficiais não são confiáveis desde que o governo interveio no IBGE argentino, o Indec, para manipular os cálculos. O país não sabe direito o que é crescimento econômico desde 2012, ano que marca o esgotamento no ciclo de alta no preço de commodities globais como soja e petróleo. A classe média portenha flerta com a pobreza há anos, e a miséria se espalha pelas províncias mais pobres, onde boa parte da população é sustentada pelas políticas sociais do governo. Cerca de 40% da população argentina recebe uma pensão, salário ou benefício do Estado, parcela que dobrou desde Cristina assumiu o poder em 2007.

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Gurovitz não sabe ou faz de conta que não sabe e, se você está na mesma condição, faço questão de observar: Nestor e Cristina Kirchner nunca foram de esquerda, assim como nunca integraram um partido de esquerda e nunca fizeram um partido de esquerda.

A origem do modelo de gestão deles é o populista peronismo, advindo de golpe militar perpetrado contra os argentinos pelo general Juan Domingo Perón.

Perón foi um ditador clássico, aliado dos nazistas na segunda guerra mundial – tendo recebido centenas de criminosos de guerra que serviram a Hitler -, mas com um governo fundado sobre sólidas bases assistencialistas e por uma primeira-dama, Eva Perón, descomunalmente querida pelo povo.

Nestor e Cristina adaptaram o estilo peronista para os tempos modernos, mas, em vez de se aproximarem dos sócios capitalistas do poder – grande corporações empresariais multinacionais, latifundiários grileiros etc -, os tinham como adversários.

Deu no que agora deu: o encerramento de um ciclo de poder.

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Não é a primeira vez que Gurovitz tenta “paralelizar” Cristina Kischner e Dilma Rousseff, compará-las por um viés só, dizer que são semelhantes e que os governos de ambas são de esquerda.

Ou tenta associar Cristina às gestões de Dilma, Nicolas Maduro (na Venezuela) e Evo Morales (na Bolívia).

É um erro. Ou uma desfaçatez.

05:42 · 23.11.2015 / atualizado às 05:42 · 23.11.2015 por

Da Agência Brasil – texto é de Mônica Yanakiew:

O candidato governista, Daniel Scioli, reconheceu a derrota as 21h33 (22h33, horário de Brasilia), três horas e meia depois do fechamento das urnas – antes do anúncio dos resultados oficiais e do anúncio da vitória de Mauricio Macri. Nas ruas, simpatizantes de Scioli choravam. “Não consigo acreditar que acabou”, dizia Mariana Zapata, que até o ultimo minuto acreditou na vitoria de Scioli.

No comitê de campanha do oposicionista, Mauricio Macri, também houve muita emoção. A vice-presidente dele, a cadeirante Gabriela Michetti, foi a primeira a anunciar oficialmente a vitória. Em seguida, o próprio Macri subiu ao palco. “Quero dizer que hoje é um dia histórico. É uma mudança de época, que vai ser maravilhosa”, disse. “É uma mudança que vai nos levar ao futuro e não pode se deter em vingancas e ajustes de contas”.

No discurso, Macri falou na necessidade de derrotar o narcotráfico e de estabelecer melhores relações com outros países. “Quero dizer aos irmãos da America Latina e do mundo, que queremos trabalhar com todos”, disse. “Esperamos encontrar uma agenda de co-operacao”.

Macri disse, anteriormente, que a prioridade dele vai ser a relação com o Brasil. “Dilma [Roussef] vai se entender melhor comigo do que com [a presidenta] Cristina Kirchner”, disse, em entrevista coletiva.

No dia 21 de dezembro, o novo presidente argentino participará da cúpula do Mercosul no Paraguai. Quando era candidato, ele avisou que iria invocar a cláusula democrática do bloco regional para suspender a Venezuela, que mandou prender políticos da oposição.

A íntegra está aqui.