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Categoria: Segurança pública


08:02 · 18.06.2018 / atualizado às 18:12 · 12.06.2018 por

Leva a assinatura do vereador de Fortaleza Emanuel Acrízio (PRP) projeto que proíbe que carros-fortes estacionem em vias públicas. Ele quer que agências bancárias, farmácias e casas de câmbio, entre outros estabelecimentos, tenham locais de parada adequados e seguros.

Mas de nova a matéria não tem nada. Não mesmo!

É que nos anos 1990, a então vereadora Magaly Marques (PMDB) apresentou a mesma ideia, que foi rejeitada pela Câmara Municipal sob forte pressão de entidades empresariais. A ressurreição da matéria deve ser creditada à alta da violência urbana.

O texto de Emanuel Acrizio foi, digamos, “inspirado” por um episódio de troca de tiros registrado na Aldeota no mês passado. O texto determina que, a partir do início da vigência da lei, os estabelecimentos que são abastecidos por dinheiro tratem de arrumar locais para o estacionamento e desembarque dos carros-fortes. Note-se: os tempos são outros.

16:50 · 15.06.2018 / atualizado às 16:54 · 12.06.2018 por

A Polícia Militar do Ceará está fazendo uma encomenda bem volumosa para abastecer o arsenal que mantém.

E está aplicando R$ 2,381 milhões em 491,3 mil unidades de munição letal. Os calibres variam de projéteis 38 a cartuchos 12.

Entre os benefícios pretendidos, a PM relaciona “aumento da segurança e proteção dos policiais” e “intensificação da presença policial ostensiva e repressiva”.

16:52 · 08.06.2018 / atualizado às 10:54 · 06.06.2018 por

Toma fôlego na Câmara Municipal de Fortaleza proposta de que as escolas públicas locais desenvolvam atividades que transmitam aos alunos informações sobre as consequências do uso de drogas.

Tanto lícitas quanto ilícitas.

O texto tem a assinatura do presidente da Casa, Salmito Filho (PDT).

10:40 · 08.06.2018 / atualizado às 10:45 · 06.06.2018 por

Hoje, na Coluna Comunicado, que escrevo no jornal Diário do Nordeste:

A Assembleia Legislativa do Estado encerra hoje o Seminário Internacional sobre Segurança Pública – atividade que tem potencial para, se bem explorada, deixar aos parlamentares e demais participantes bons subsídios para a elaboração de propostas e para o entendimento de fenômenos relativos ao tema. E é justamente esse legado que se deve observar com atenção. Afinal, foram três dias de apresentação de painéis com teses e confrontação de avaliações. O que ficou? O que se extraiu como qualificação? O que poderá ser agregado de qualidade à produção? O que, afinal, poderá ser cobrado pelo cidadão?

Só há dois cearenses na Comissão Especial da Câmara que se dedica ao novo Código de Processo Penal. São os deputados Danilo Forte (PSDB) e Flávio Sabino (Avante). O texto, devidamente atualizado, é tido como essencial para a Justiça e para políticas de Segurança.

15:50 · 06.06.2018 / atualizado às 04:53 · 31.05.2018 por

O vereador Emanuel Acrizio (PRP) assina projeto que propõe a proibição de que carros-fortes estacionem em vias públicas de Fortaleza.

Acrizio quer que agências bancárias, farmácias e casas de câmbio, entre outros estabelecimentos, tenham locais de parada adequados e seguros.

Só que a proposta de nova não tem nada.

Nos anos 1990, a então vereadora Magaly Marques (PMDB) apresentou a mesma ideia, que foi rejeitada pela Câmara Municipal sob forte pressão de entidades empresariais.

A ressurreição da matéria deve ser creditada à violência urbana.

O projeto de Emanuel Acrizio foi “inspirado” por um episódio de troca de tiros registrado na Aldeota na semana passada. O texto determina que, a partir do início da vigência da lei, os estabelecimentos abastecidos por dinheiro arranjem locais para o estacionamento e desembarque dos carros-fortes.

15:48 · 31.05.2018 / atualizado às 05:49 · 30.05.2018 por

Leva a assinatura do deputado Fernando Hugo (PP) uma denúncia grave. Sem citar nomes, ele diz que há líderes comunitários “fazendo comércio” com imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida. Inclusive com alianças com facções criminosas.

Hugo alerta para a necessidade de fiscalização urgente e rigorosa.

As acusações põem as três esferas de poder – federal, estadual e municipal -, das quais ele é aliado, numa saia justa.

“Tem líder comunitário que está rico, pois de um lote de 300 casas, ele recebe 30 para fazer como quiser”. As declarações sem prova até efeito inverso já geraram: a oposição se alimentou delas para bater no Estado e na Prefeitura.

11:04 · 28.05.2018 / atualizado às 07:06 · 25.05.2018 por

Leva a assinatura do vereador Benigno Júnior (PSD) projeto com o qual propõe que o Município de Fortaleza preste homenagem a memória do desportista Roberto Mamede Studart Soares, que foi diretor do Fortaleza Esporte Clube.

A ideia é que uma areninha receba o nome de “Betinho”, como era conhecido.

Em abril último, ele deixou os campos e ingressiu nas brutais estatísticas locais da violência, vítima de assaltantes numa “saidinha bancária”.

17:00 · 01.05.2018 / atualizado às 05:44 · 29.05.2018 por

Siglas do terceiro setor que trabalham na atenção a crianças e adolescentes acreditam que o poder público, seja da União, dos estados e dos municípios, poderia aproveitar a mobilização dos caminhoneiros para fazer uma assepsia nas estradas.

O alvo seriam os criminosos que exploram e estimulam a prostituição infanto-juvenil, alguns atuando também como traficantes de drogas.

“O quadro é propício, já que existe um clima de atenção social movido pela categoria dos caminhoneiros”, diz nota de entidades distribuída pela Internet. Adicionalmente, uma ação como essas poderia também alcançar e coibir o tráfico de psicotrópicos, os chamados “arrebites”, nas rodovias.

09:21 · 22.04.2018 / atualizado às 19:25 · 20.04.2018 por

A frase seguinte é do deputado estadual Roberto Mesquita (Pros) , que fala de montão por si e pelos outros, em apartes que pede no plenário da Assembleia do Ceará, essa frase:

O traficante ajuda mais do que o Estado e a Polícia. Como se falar em valores, se a dignidade não existe?

*** ***

Mesquita não estava querendo elogiar o crime, nem de longe. Queria mesmo era falar mal do Governo do Estado.

Mas acabou, no entanto, impondo a famílias de pessoas carentes a acusação de terem relações com grupos de criminosos.

08:36 · 20.04.2018 / atualizado às 06:37 · 18.04.2018 por

A Assembleia Legislativa até que vem conseguindo se desembaraçar de discursos pouco esclarecedores que têm tentado encurralar a temática da segurança pública. E isso acaba sendo um proativo encaminhamento político para uma questão que já foi conduzida ora com interesses eleitorais, ora com vieses convenientes à oposição ou à situação. Parte das observações destacadas por deputados, escapando do blablablá inócuo, trata de demandas. O que falta, dinheiro ou gestão? Força ou estratégia? Ação política ou técnica? Se as dúvidas servirem de base para bons projetos, e não somente para o palavrório fluente, há de ser de boa medida.

O deputado Osmar Baquit (PDT) já colocou em cena uma derivação, em contraponto a manifestações de quem flerta com intervenção militar na segurança local: “Talvez não seja uma intervenção que resolva o problema e reduza os índices de violência, mas a liberação de mais recursos”.

A referência de Baquit é o Rio de Janeiro, para onde o Exército foi designado para resolver as demandas de segurança – o que as polícias estaduais não vinham conseguindo. Pelo andar dos indicadores, entre os quais o homicídio de uma vereadora e do motorista dela, a situação não melhorou.