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Categoria: Clima


19:13 · 27.01.2017 / atualizado às 19:13 · 27.01.2017 por

Os 153 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), cuja capacidade total são 18,64 bilhões m³, apresenta volume de 1,17 bilhões m³ (6,30%).
Atualmente, o volume de água das bacias está distribuído: Litoral (25,00%), Alto Jaguaribe (11,96%), Coreaú (24,91%), Metropolitanas (9,57%), Serra da Ibiapaba (13,13%), Médio Jaguaribe (4,57%), Salgado (9,49%), Acaraú (6,77%), Banabuiú (1,64%), Sertões de Crateús (1,26%), Curu (1,37%) e Baixo Jaguaribe (0,00%).
Nos últimos sete dias, destaca-se o aporte no açude: Castanhão, Rosário, Gameleira, Tucunduba, Prazeres e Cachoeira. No ano de 2017, já foi registrado um aporte total de 15,49 milhões m³.

Nas últimas 24 horas, choveu em 36 municípios do Estado de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).
A região do Cariri apresentou os maiores volumes pelo terceiro dia consecutivo.

No entanto, apesar dos bons índices anteriormente registrados pelo órgão, esta é a primeira vez em 2017 que uma cidade da região ultrapassa a casa dos 100 milímetros.

Em Ipaumirim, choveu 125.4 milímetros. Em seguida, a cidade de Baixio, com 97 mm; Cedro, com 95 mm no posto Várzea da Conceição; Lavras da Mangabeira, com 79.9 mm, e Aurora, com 76.2 mm no sítio Tipi.

De acordo com a Funceme,, as chuvas continuam a serem ocasionadas pela presença de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN ), um sistema de baixa pressão atmosférica que favorece a incidência de pluviosidade. Apesar de se tratar de um fenômeno bastante instável, o Vórtice deve seguir sob o Estado nos próximos dias.

A previsão para amanhã é de céu nublado com chuva em todo o Ceará. Em algumas localidades, a chuva causou transtornos. Em Iguatu, maior cidade da região Centro-Sul, parte do bairro Flores, próximo ao aeroporto, amanheceu com as ruas completamente alagadas. Em Juazeiro do Norte, a chuva de 15 milímetros veio acompanhada de fortes ventos.

07:12 · 11.01.2017 / atualizado às 07:12 · 11.01.2017 por
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Granizo em Nova Olinda, no Cariri. Chuva no centro sul e tempo nublado no litoral. A quarta-feira está abrindo esperança de inverno.

12:21 · 15.12.2016 / atualizado às 12:21 · 15.12.2016 por

Estudiosos afirmam que a frente fria que causou chuvas e estragos no eixo Sul-Sudeste do Brasil, e que já começa a fazer seus efeitos no Centro-Oeste, deverá subir mais, chegando ao Nordeste e provocando um satisfatório período chuvoso no ano que vem, muito provavelmente nos primeiros meses.

A Agência Pernambucana de Águas e Clima – APAC divulgou recentemente a informação de que, após um período de 5 anos de seca, finalmente Pernambuco e estados vizinhos deverão ter um ano de chuvas. A mudança, segundo a entidade, se deve ao fenômeno La Ninha.
O diretor-presidente da APAC, Marcelo Asfora, disse que um dos principais fenômenos que interferem nas chuvas no Sertão é o El Niño, que, para a felicidade de quem espera ansioso pelas chuvas, não deverá interferir no ano que vem.
06:00 · 10.11.2016 / atualizado às 06:00 · 10.11.2016 por

A partir do final deste mês, os brasileiros terão acesso a dados sobre o clima dos últimos 100 anos no Brasil. No próximo dia 30, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) inaugura o Centro de Dados Climáticos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que terá informações das estações meteorológicas instaladas em todas as regiões do país.

O acesso será feito por meio do Sistema de Informações Meteorológicas (SIM), na página do Inmet, criado em 1999. São armazenadas diariamente, em um banco de dados, os registros de toda a rede de estações convencionais do instituto. Em 2007, o banco abrigava informações desde 1961. Agora, ele terá dados de 100 anos atrás.

Em 2007, o Inmet iniciou um trabalho de levantamento detalhado do acervo existente na sede e nos 10 Distritos de Meteorologia, a fim de identificar tipos, quantidades e estado de conservação e armazenagem dos dados. Após a coleta e centralização de informações, o Inmet está concluindo agora a última etapa do trabalho, a de digitalização e validação das informações, que vão compor uma base de dados histórica, com os registros meteorológicos do instituto.

O Centro de Dados Climáticos vai possibilitar o acesso a informações como as variações de temperatura nas diferentes regiões do país ao longo dos anos, direção e velocidade dos ventos, tipos de fenômenos meteorológicos e índices pluviométricos, entre outros. Esses dados vão contribuir para explicar as mudanças climáticas ocorridas nas últimas décadas.

“Esses dados são uma preciosidade para os estudos meteorológicos. Poucos lugares têm tantas informações catalogadas”, afirmou o diretor do Inmet, Francisco de Assis Diniz, após reunião com o ministro Blairo Maggi para apresentar o trabalho.

06:00 · 14.10.2016 / atualizado às 19:29 · 13.10.2016 por

O Centro de Previsão do Clima dos EUA divulgou nesta quinta-feira (13) um novo relatório no qual estima em 70% as chances de formação do fenômeno La Niña durante o outono no hemisfério Norte.

O órgão ressalta ainda que as condições estão ligeiramente favoráveis para que o fenômeno se prolongue até o inverno (55%).

A ocorrência de La Niña deverá vir na sequência de um El Niño forte que se dissipou há poucos meses, depois de ter causado danos em lavouras ao redor do mundo, inclusive com prejuízos à produtividade no centro-oeste do Brasil.

15:44 · 05.07.2015 / atualizado às 16:01 · 05.07.2015 por

chuva

O domingo pela manhã foi de muita chuva e o tempo continua nublado em Fortaleza, no resto do litoral, no norte e serras.

O domingo está com cara de inverno. Os turistas foram surpreendidos com a chuva que caiu desde as primeiras horas do dia e o tempo nublado.

09:19 · 19.01.2015 / atualizado às 10:30 · 19.01.2015 por

O prognóstico climático para a quadra chuvosa de 2015 no Ceará, elaborado pela Fundação Cearense de Recursos Hídricos (Funceme), será divulgado na próxima terça-feira, dia 20 de janeiro, às 9h, no auditório do Palácio da Abolição, sede do Governo do Estado. Trata-se de uma das mais relevantes informações para a orientação de políticas públicas nas áreas de agricultura e gestão de recursos hídricos, com impactos também em outros setores da sociedade.

O Governo Estadual, sensibilizado da gravidade do panorama da seca no Ceará, que chega em 2015 ao quarto ano consecutivo, enxerga a importância do prognóstico e trata a questão dos recursos hídricos como prioridade. Atualmente, 176 dos 184 municípios cearenses têm decretos de estado de emergência por consequência da estiagem. E a situação dos açudes também preocupa, pois nos 149 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), há disponíveis somente 20,4% da capacidade de armazenamento de água, havendo várias regiões do Estado em que o sistema de reservatórios está abaixo dos 10%.

“Somente um cenário de chuvas acima da média e bem regulares poderá atenuar o cenário atual da seca no Ceará. A Funceme fez prognósticos em novembro e em dezembro de 2014 e, em ambos, as condições dos oceanos não nos deram bons sinais. Agora em janeiro, rodamos novamente os modelos globais e o resultado será apresentado na terça-feira. Acho importante lembrar que desde novembro de 2013, a Funceme demonstra preocupação com 2015, devido à atuação do El Niño. O prognóstico apontará as probabilidades de como será o acumulado de precipitações nos meses de fevereiro, março e abril de 2015”, explica Eduardo Sávio Martins, colaborador da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Segundo ele, desde o início do atual ciclo de estiagem, em 2012, o Governo do Estado toma medidas para melhorar a convivência com a Seca, como investir na ampliação e integração da rede de distribuição de água, repasse de toneladas de milho para alimentação animal, além de ações mais emergenciais como carros-pipa e instalação de adutoras de engate rápido para os municípios e localidades com situação mais crítica.  “Estive recentemente reunido com o governador Camilo Santana e apresentei as previsões. Ele garantiu que vai manter e incrementar o conjunto de ações para amenizar os danos da seca”, afirma Martins.

16:16 · 17.06.2013 / atualizado às 16:16 · 17.06.2013 por

O que foi previsto pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) ainda em janeiro se confirmou. O período chuvoso no Ceará, compreendido entre os meses de fevereiro e maio, ficou abaixo da média histórica em 2013. Neste ano, choveu somente 378,3 milímetros no período. Em comparação com a média, que é de 607,5mm, houve desvio de -37,7%. Os números foram divulgados hoje, 17 de junho, em coletiva de imprensa na sede da Funceme.

Segundo os números apresentados, a quadra chuvosa de 2013 foi menos seca que a de 2012 (No ano passado, as chuvas ficaram -50,7 abaixo da média). Ainda assim, a situação é preocupante, pois trata-se da 9ª pior seca desde 1950. A divulgação dos dados foi realizada pelo presidente da Funceme, Eduardo Sávio Martins e comentada pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins, que explicou o andamento das ações do Comitê Integrado de Combate à Seca.

O quadro de estiagem, de acordo com Eduardo Sávio, ocorreu porque as condições termodinâmicas do Oceano Atlântico tropical estiveram mais aquecidas ao norte e influenciaram o posicionamento desfavorável da Zona de Convergência Intertropical, que é o principal sistema indutor de chuvas no Ceará.

Pós-Estação

A estação chuvosa no Ceará se encerra oficialmente em maio, no entanto, tem sido observada a ocorrência de chuvas no centro norte do Ceará, principalmente, na faixa litorânea. Estes eventos, tem sido provocadas por sistemas conhecidos como distúrbios ondulatórios ou ondas de Leste, característicos do período da pós-estação chuvosa. Porém, convém observar, que as médias climatológicas desse período, para o Estado do Ceará são baixas: 37,5 mm, 15,4 mm e 4,9 mm, em junho, julho e agosto, respectivamente.

09:14 · 09.04.2013 / atualizado às 09:14 · 09.04.2013 por

A Funceme registrou precipitações em 65 municípios cearenses nas últimas 24 horas. Diferente de ontem, a maior concentração de chuva não aconteceu na região do Cariri. As duas pancadas de chuva mais intensas aconteceram em áreas de intenso processo de estiagem. Em Ererê, no Vale do Jaguaribe, foram 60 milímetros. Já em Tauá, nos Inhamuns, foram 29 milímetros. Para as próximas 72 horas, a Funceme prevê predomínio de céu parcialmente nublado a claro com possibilidade de chuvas isoladas na faixa litorânea e sul.

15:43 · 08.04.2013 / atualizado às 15:43 · 08.04.2013 por

Funceme

O dia amanhece nublado. Chove no fim da manhã e à tarde céu claro e calor. Essa variabilidade no tempo é resultado da atuação de um sistema meteorológico secundário chamado de Cavado de Altos Níveis, que, desde a semana passada causa instabilidade na atmosfera em áreas do Oceano Atlântico e do Nordeste do Brasil, favorecendo a formação de nuvens de chuva.   Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) além dessa variabilidade, também é observada a irregularidade das precipitações. “Até às 7 horas  da manhã desta segunda-feira (08), tivemos registro de chuvas significativas no Cariri e ocorrências menos intensas no Litoral de Fortaleza, Região Jaguaribana e Inhamuns”, informa a meteorologista Deysiane Quaresma. Os maiores registros foram em Mauriti (82mm), Missão Velha (66mm), Porteiras (60mm), todos no Cariri.   Segundo a meteorologista, esse tipo de sistema se desloca com facilidade, causando chuva em regiões distintas. “A previsão para o fim do dia e para terça-feira é que o Cavado persista posicionado sobre o Ceará, ou seja, há possibilidade de chuvas em todas as regiões”, explica Deysiane.

Chuva na Capital – A Funceme possui quatro pluviômetros em Fortaleza e utiliza dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) instalada no Bairro Castelão. Nessa estação, choveu 4,2 milímetros entre 08 horas às 12 horas. As informações dos outros pluviômetros somente é disponibilizada às 7h de cada dia e os dados podem ser acessados pelo site da Funceme.

(Funceme)