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Categoria: Desemprego


18:29 · 09.03.2017 / atualizado às 18:29 · 09.03.2017 por

O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) afirmou que as ações do Poder Legislativo serão pautadas pela necessidade que o Brasil tem de voltar a crescer, de forma a incluir no mercado de trabalho os cerva de 13 milhões de brasileiros que encontram-se desempregados. A afirmação foi proferida nesta quarta-feira, 8, durante entrevista concedida ao jornalista Roberto D’Avila e exibida pela emissora de televisão GloboNews.

Questionado sobre quais as prioridades do Senado, dentre tantas pautas importantes a serem tratadas, Eunício ressaltou que a economia tem preponderância. “Estou cumprindo uma missão pelo Brasil, de fazer um debate franco, aberto e harmonioso sobre aquilo que precisa ser modificado para que a economia volte a crescer e a gente possa incluir esses 13 milhões de brasileiros que estão desempregados. Para que essa nova leva de jovens possa ter chance de entrar no mercado de trabalho. E, para isso, é preciso que a gente mude e, sinceramente, eu Acredito muito em Deus e acho que foi para isso que Ele me deu essa missão, que é árdua”, declarou.

Eunício reconheceu não será fácil realizar as reformas necessárias para essa retomada da economia, dentre as quais, a trabalhista, a tributária e a previdenciária. Entretanto, na visão dele, o momento é oportuno porque o presidente Michel Temer não está sendo movido por interesses eleitorais. “Felizmente, o Brasil está sendo dirigido por alguém que não está direcionado pelo desejo ou obsessão por uma reeleição. O presidente Michel está voltado para a história, ou seja, é alguém que pegou o país em profunda recessão, e que agora já mostra os sinais de recuperação”, ponderou.

Segundo Eunício, que participou da mais recente reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Ministério da Fazenda projeta um Produto Interno Bruto positivo ainda em 2017, a queda da inflação para o patamar de 4,5% e a redução da taxa básica de juros para cerca de 8%. “Esse é o papel do Senado, pautar as matérias econômicas que destravem Brasil. E não só aprovar novas leis, mas revogar as leis que já estão obsoletas”, defendeu.

O presidente do Congresso também comentou sobre fato de que a imagem dos políticos está desgastada perante o cidadão. Para ele, o resgate da credibilidade da classe política é papel dos detentores de mandato. “E isso só será feito com a apresentação de resultados concretos em benefício dessa população, o que fará com que a sociedade se reaproxime do universo político.

09:05 · 24.12.2016 / atualizado às 09:05 · 24.12.2016 por

A crise econômica produziu 13 milhões de desempregados, trabalhadores de todas as idades que foram demitidos. Tem ainda um exército de 11 milhões que estão na idade economicamente ativa em busca de um posto de trabalho e não conseguem emprego.

Ao todo, cerca de 24 milhões de brasileiros vão passar o Natal na fila do SINE/IDT.

07:09 · 05.12.2016 / atualizado às 07:09 · 05.12.2016 por

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Na região metropolitana de Fortaleza, 240 mil pessoas estão desempregadas. O número em 2016 foi acrescido de mais 65 mil pessoas que perderam seus empregos.

Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego(PED), realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, IDT e Fundação SEADe do governo do Ceará.

São 117 mil mulheres e 123 mil homens, em idade economicamente ativa, desempregados. O Natal será difícil.

16:30 · 03.12.2016 / atualizado às 16:30 · 03.12.2016 por

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O apelo da filha Aline Alves, nas redes sociais, deu certo e Seu Deysenaldo Nobre não para de vender na loja de sapatos do North Shopping, em Fortaleza.

Ele , há muito tempo desempregado, conseguiu uma vaga de emprego temporário na loja onde o desempenho é medido pelo volume de vendas. Existe uma meta a ser batida. A filha, preocupada com a situação do pai, pediu aos internautas que fossem comprar sapatos que fossem à loja que o pai está trabalhando para que ele possa vender muito e deu certo. Somente ontem, foram mais de cem clientes.

09:10 · 03.12.2016 / atualizado às 09:10 · 03.12.2016 por
07:46 · 07.11.2016 / atualizado às 07:46 · 07.11.2016 por
ARQUIVO 18/10/2016 Empregos Fernanda Pereira GonÁalves, durante perÌodo em que estudo no Canad· CrÈdito: Arquivo pessoal
Jovens brasileiros estão aproveitando o período de crise e desemprego para fazer intercâmbio e obter fluência no inglês com o objetivo de ganhar pontos na disputa por uma futura vaga de emprego.

O franqueado da World Study, marca especializada em educação intercultural, Marcelo Augusto Martins de Oliveira, conta que neste ano, até o início de outubro, a demanda cresceu 30% em relação a 2015.
Segundo ele, o programa T.R.U.E Canadá (Trabalho Remunerado para Universitários no Exterior), exclusivo da marca, proporciona ao intercambista visto de trabalho de 40 horas semanais, por um ano, aliado ao estudo da língua inglesa pelo período de quatro a 16 semanas. “Este é o único intercâmbio para estudo do idioma que contempla a permissão para trabalhar.”
O governo canadense libera cerca de 100 vagas para o True Canadá todos os anos. Para participar, o candidato deve ter entre 19 e 35 anos, estar fazendo faculdade ou ter se formado há, no máximo, um ano. “Ao obter o visto, tem prazo de um ano para embarcar.”
Formado em logística, com experiência na área de aviação, Leandro Galdino trabalhou por cinco anos na Latam e por conta da crise foi dispensado.
“Resolvi aprimorar meu inglês no Canadá, porque dizem que a população é mais amigável e tem mais opções de emprego do que nos Estados Unidos. Como vou chegar no inverno, será mais difícil encontrar trabalho. Vou mergulhar nos estudos e conhecer a cidade. Quando o sol voltar espero estar com um emprego engatilhado.”
Em 2015, a engenharia de produção, Fernanda Pereira Gonçalves, passou um mês estudando inglês no Canadá. Agora, está com tudo programado para voltar ao país em março de 2017 e passar um ano.
“Quero ter a oportunidade de conhecer melhor a cultura local e voltar para o Brasil com uma bagagem maior. Morar em outro país e ter fluência no inglês dá um peso muito maior ao currículo na hora de concorrer a uma vaga”, avalia.
Ela trabalha como técnica têxtil em uma exportadora e pretende viajar deixando uma porta aberta para poder retornar ao emprego. “A empresa tem clientes na China e na Índia e os contatos são feitos em inglês. Com inglês fluente, poderei ter contato com os fornecedores e fazer viagens para participar de feiras que ocorrem em Paris, Londres e Xangai.”
O pacote comprado por ela inclui o curso de inglês de meio período ao longo de quatro meses. “Pretendo trabalhar meio período. Depois, ficarei oito meses só trabalhando.”
Engenheiro eletricista, Wiliam Leite foi demitido em maio. Como já tinha a intenção de conhecer outra cultura e ter experiência internacional, aproveitou o momento para concretizar esse desejo.
Ele embarcou para Vancouver no último dia 2 de novembro. “O curso terá duração de 16 semanas. No restante do período vou trabalhar e fazer imersão na cultura local.”
Leite espera que, ao retornar ao Brasil dentro de um ano, a economia tenha melhorado e consiga arrumar trabalho. “Estou confiante, porque o meu currículo estará melhor com o inglês fluente.”
O advogado Judá Ferreira participou do True Canadá entre 2014 e 2015. “Comprei o pacote de quatro semanas de curso, porque já tinha boa noção do idioma. O objetivo da viagem foi viver a experiência de morar fora do Brasil. Trabalhei em uma rede de restaurantes e pude exercitar o idioma.”
Oliveira diz que o mais comum é que os intercambistas trabalhem em restaurantes, hotéis, bares e empresas de eventos. “É bom deixar claro que lá não existe o termo subemprego. Todos os trabalhos são muito bem reconhecidos”, afirma.
Segundo ele a média de tempo para arrumar emprego é de 30 dias. “O salário mínimo no Canadá está entre 10 e 20 dólares canadenses a hora – a moeda está em torno de R$ 2,60 – o que equivale a uma média de cerca de R$ 30 reais por hora.”
O empresário reforça: a experiência valoriza o currículo e melhora as chances de conquistar trabalho. “Não só por estarem com o inglês afiado, mas também porque a vivência internacional é valorizada pelas empresas, porque ela implica na superação de dificuldades e na agilidade para solucionar problemas”, argumenta.
Oliveira diz que o pacote custa a partir de R$ 10 mil. Porém, o custo final depende do nível de inglês do aluno e da quantidade de semanas de aula. O valor inclui: documentação para tirar o visto, curso de inglês, permissão para trabalhar e suporte dado pelo parceiro da World Study no Canadá. “A despesa de cerca de R$ 500 com o visto não está incluída”, ressalta.
Em relação ao pagamento do intercâmbio, o ideal é que seja feito à vista ou em poucas parcelas, para que seja possível quitar o pacote e garantir a vaga. “Alguns alunos fazem financiamento. Temos parceria com o Santander, que divide em até 24 vezes. Lembrando que a hospedagem é por conta dos alunos.
Recomendamos que formem grupos para dividir o aluguel. Como as vagas são limitadas e divulgadas entre março e abril, já estamos aceitando pré-matrícula”, diz Oliveira.
Mais opções. A porta-voz da franqueadora Canadá Intercâmbio, Fabiana Fernandes conta que alunos de cursos de idiomas normalmente não têm permissão para trabalhar.
“Mas se estiver matriculado em universidades públicas para cursar graduação, pós-graduação ou extensão, é possível trabalhar 20 horas por semana durante as aulas e 40 horas por semana nas férias.”
Fabiana diz que caso o aluno faça graduação com quatro anos de duração, poderá solicitar autorização para trabalhar por até mais três anos após o término.
Segundo ela, a média de investimento semestral para cursos de graduação e pós-graduação é de C$ 6.500 (cerca de R$ 16 mil) “Cada curso de ensino superior tem seu requisito para ingresso como TOEFL, IELTS, etc. O visto é concedido para o estudo e a autorização do trabalho é dada no Canadá. A obtenção do visto de estudante se dá também para período mínimo de curso de 30 semanas”, afirma.

(Estadão)