Roberto Moreira

Categoria: Economia


16:33 · 19.02.2019 / atualizado às 16:33 · 19.02.2019 por
A Comissão de Assuntos econômicos aprovou, nesta manhã, requerimento do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) que propõe audiência pública com o ministro da Economia, Paulo Guedes, prevista para o dia 12 de março. Para Tasso, é fundamental que a Comissão possa ouvir do Ministro quais as propostas do governo federal para a economia brasileira nos próximos 4 anos, em especial em relação à situação dos Estados.
“Antes de qualquer discussão, nós precisamos saber qual é a disposição do governo federal em enfrentar esses problemas”, disse.
Durante a audiência, além do plano macro para a economia brasileira e a crise financeira dos Estados, o Senador defende um debate mais aprofundado sobre a Reforma da Previdência, que está prevista para chegar ainda esta semana ao Congresso Nacional.
19:05 · 12.02.2019 / atualizado às 19:05 · 12.02.2019 por

A Associação dos Jovens Empresários de Fortaleza dará posse a sua nova Coordenação Executiva- Gestão 2019, nesta terça-feira, 12 de fevereiro, na FIEC.

A atual diretoria passa o comando da entidade para o engenheiro Rafael Fujita.

A solenidade esta marcada para as 19h, no auditório Waldyr Diogo, na FIEC. Também tomarão posse: Caio Honorato, George Martins, Romualdo Neto, Igor Pinheiro, Danilo Lobo, Valdemir Alves, Ingrid Collyer e Renan Sampaio.

 

17:02 · 10.02.2019 / atualizado às 17:24 · 10.02.2019 por

O mais importante estrategista geopolítico dos Estados Unidos foi Zbigniew Brzezinski, que ocupou o cargo de Special Security Advisor no governo do Presidente Jimmy Carter. Dentre suas diversas análises sobre poder, finanças e desenvolvimento, seu foco mais importante foi a atenção dada à Eurásia, uma massa de terra comum que se estende do Cabo da Roca em Portugal até a Península da Malásia.

Brzezinzki teve um olhar especial para essa região, porque cerca de 75% das pessoas do mundo vivem na Eurásia e a maior parte da riqueza física do mundo também está lá, tanto em empreendimentos, como em tecnologias e riquezas naturais. A Eurásia é responsável por cerca de três quartos dos recursos energéticos conhecidos do mundo e atualmente por mais de 60% de todos osInvestimentos Diretos Estrangeiros ao redor do planeta.

 Com a nova abertura comercial do Brasil iniciada no governo Temer e seguida com o governo Bolsonaro, a Eurásia parece ter encontrado o Ceará. Já é notório a transformação econômica realizada pela sul-coreana Posco com a instalação da Siderúrgica do Pecém. A região de São Gonçalo do Amarante parece, em muitas áreas, ter virado uma pequena colônia coreana, impactando diretamente as importações e exportações cearenses.

 Os europeus aproveitaram os potenciais turísticos do Ceará com a aquisição do Aeroporto Pinto Martins pela alemã Fraport AG e o porto do Pecém por parte da Haven van Rotterdam. A franco-holandesa KLM-Airfrancetransformou o Ceará em seu hub comercial para o Nordeste do Brasil.  Do ponto de vista da tecnologia, a africana Angola Cables promete melhorar ainda mais o desenvolvimento de redes com a instalação do South Atlantic Cable System.

 Mesmo não estando alinhados politicamente, o Governo Federal e o Governo Estadual foram capazes de tomar medidas nos últimos anos que atraíram capital internacional para o Ceará, e quem ganha com isso é a população. Seria impossível que políticas econômicasnacional-desenvolvimentistas defendidas por políticos e partidos presos aos anos 60 pudessem realizar em tão pouco tempo o que apenas o capital privado, movido pela possibilidade real de lucro, consegue. Assim se demonstra no nosso quintal o triunfo do capitalismo liberal em um estado pobre e distante do centro econômico mundial.

 A pergunta que se faz agora é: Como meta político-econômica a nível de estado, o que queremos? Há muitos anos o Ceará possui pouco mais de 4% da população brasileira, mas nunca conseguimos ultrapassar mais de 2% do PIB nacional. Se uma paridade PIB/população ainda for uma meta factível, ainda que longínqua, é por meio da economia de mercado e com foco na Eurásia que poderemos um dia alcançá-la.

Igor Macedo de Lucena

Economista e Empresário

Professor do curso de Ciências Econômicas da UniFanor Wyden
Fellow Associate of the Chatham House – the Royal Institute of International Affairs
Membre Associé du IFRI – Institut Français des Relations Internationales

07:51 · 10.02.2019 / atualizado às 07:51 · 10.02.2019 por

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou, nesta sexta-feira (8), de um encontro que discutiu a privatização no setor elétrico, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro. Ao citar a criação de estatais por militares, o ministro disse, em tom de brincadeira, que elas “são como filhos que fugiram e são drogados”.

“Eu falava que tinha que vender todas. Naturalmente, o nosso presidente e os nossos militares olham, às vezes, para algumas delas, com carinho, porque eles criaram, são como filhos, desde lá atrás. Só que eu estou dizendo os seus filhos fugiram e estão drogados. Cuidado.”

Após dizer que as estatais não vão mais alimentar essa fórmula equivocada de fazer política, que vigorou até recentemente, o ministro enfatizou que esse modelo atrasou o crescimento do país.

Segundo Paulo Guedes, as empresas estatais são “um ninho de corrupção e não servem para nada”.

08:55 · 08.02.2019 / atualizado às 08:55 · 08.02.2019 por

Secretários de Fazenda de nove estados enviaram uma carta ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, solicitando que a medida que prevê a possibilidade de redução da jornada de trabalho dos servidores públicos seja reestabelecida, caso haja diminuição na previsão de receitas estaduais.

Se isso for autorizado pela Corte, os trabalhadores receberiam o salário proporcional ao tempo trabalhado, gerando assim, um corte nas despesas dos estados. Representantes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Ceará, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul assinaram o documento.

Outros governadores chegaram a apoiar publicamente a revisão da norma, mas não em documento, como ocorreu nesta semana. Na carta, os secretários afirmam que as medidas hoje suspensas “trazem importantes instrumentos de ajuste fiscal para os estados.”

13:02 · 06.02.2019 / atualizado às 13:02 · 06.02.2019 por

O percentual de famílias brasileiras que apresentam algum tipo de dívida chegou a 60,1% em janeiro de 2019. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nesta semana. Esse valor representa uma queda em relação aos 61,3% apurados no mesmo mês de 2018.

O cartão de crédito continua sendo o grande vilão e a principal fonte de dívidas dos brasileiros (78,4%), como explica a economista da CNC, Maianne Hanson.

“A gente observa que o cartão de crédito continua sendo a principal modalidade de dívidas citadas, quando a gente pergunta para as famílias quais são seus principais tipos de dívidas. Em seguida, a gente observa os carnês de lojas ainda, que é aqueles créditos junto ao lojista, muito usado para comprar móveis e eletrodomésticos e, em terceiro lugar, agora em janeiro, a gente observa que o financiamento de carros ficou em terceiro lugar nos principais tipos de dívidas mais citados.”

O total de inadimplentes, ou seja, àqueles que possuem contas em atraso, também caiu em relação a janeiro do ano passado, registrando 22,9% neste mês em comparação aos 25% do período anterior.

Além disso, também diminuiu o volume de famílias que disseram que não tem condições de pagar suas contas, passando de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% neste mês.

Mesmo com as quedas nas comparações anuais, ocorreu um leve aumento do endividamento em relação a dezembro do ano passado, quando o percentual esteve em 59,8%.

13:59 · 24.01.2019 / atualizado às 13:59 · 24.01.2019 por

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (23) que a reforma da Previdência que está sendo estruturada pelo governo deve render uma economia que pode variar entre R$ 700 bilhões a R$ 1,3 trilhão em dez anos.

A declaração foi dada em entrevista à agência de notícias Reuters durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

Segundo Guedes, os números ainda estão sendo estudados, mas de qualquer forma, as mudanças na regras para aposentadoria trarão um “importante ajuste estrutural fiscal”. Ainda de acordo com o ministro, a reforma “terá um poderoso efeito fiscal e vai resolver por entre 15 e 30 anos. Para ele “é isso ou seguimos o caminho da Grécia”.

O presidente da República Jair Bolsonaro também falou sobre a reforma da Previdência em Davos. Nesta quarta, em entrevista à agência de notícias Bloomberg, ele destacou que a mudança na legislação previdenciária dos militares vai ser feita apenas “em uma segunda parte da reforma” que o governo vai apresentar.

07:07 · 24.01.2019 / atualizado às 07:07 · 24.01.2019 por
A cidade de Fortaleza trabalha para captar, ainda no primeiro semestre deste ano, recursos da ordem de R$ 700 milhões de reais para investimentos em obras de infraestrutura, urbanização e educação, oriundos de dois empréstimos internacionais.
O assunto foi tema de reunião entre o prefeito Roberto Cláudio e o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, nesta quarta-feira (23.01), na sede Ministerio da Fazenda, em Brasília.
Os dois empréstimos serão objeto de análise por parte de técnicos da STN.
“Tivemos do secretário Mansueto e sua equipe uma excelente acolhida aos pleitos de Fortaleza e deveremos ter um acompanhamento bastante eficaz por parte da equipe da Prefeitura para garantirmos que toda a documentação seja entregue e possamos efetivar a captação desses dois empréstimos que permitirão obras importantes para a nossa Capital”, afirmou o prefeito Roberto Cláudio, que estava acompanhado do secretário de Governo da Prefeitura de Fortaleza, Samuel Dias.
06:45 · 24.01.2019 / atualizado às 06:45 · 24.01.2019 por

O ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou em Davos, na Suíça, que há a possibilidade de baixar a média de impostos cobrados de empresas brasileiras de 34% para 15%. A declaração animou os investidores presentes no Fórum Econômico Mundial, evento que termina neste sábado (26).

Ao se reunir com executivos, Paulo Guedes ressaltou que a carga tributária sobre empresas no Brasil é bem maior do que em outros países. Para atrair investimentos produtivos, na visão do ministro, o país deveria reduzir o peso dos impostos sobre o setor produtivo.

Para que isso aconteça, Guedes afirmou que será preciso adotar outras medidas. Uma delas seria reduzir a tributação sobre quem produz e aumentar a taxa cobrada sobre renda e aplicações financeiras de quem não paga ou arca com poucos impostos.

A redução da carga tributária é uma promessa do governo Bolsoanro antes de abrir a economia brasileira. Segundo o ministro, o Brasil possui uma economia relativamente fechada e precisa se abrir para competir com outros países. Um dos fatores que colabora para a garantia de competitividade das empresas brasileiras é a redução da carga tributária.

A fala de Guedes reforça o discurso defendido também por Jair Bolsonaro. O presidente declarou na abertura do Fórum Econômico Mundial que vai abrir a economia brasileira para o mundo e colocar o país entre os 50 melhores locais para se fazer negócio.

Bolsonaro afirmou ainda que o governo irá investir “pesado” em segurança para que estrangeiros visitem mais o Brasil e garantiu que irá diminuir a carga tributária para “facilitar a vida” de quem produz.

17:45 · 22.01.2019 / atualizado às 17:45 · 22.01.2019 por
Após missão de dois dias no município de Sobral, o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) autorizou a liberação de 2 milhões de dólares, cerca de R$ 7,5 milhão, a ser desembolsado no próximo mês de fevereiro para a Prefeitura de Sobral. Este é o primeiro valor a ser liberado pelo banco para início do Programa de Desenvolvimento Socioambiental de Sobral (Prodesol), cujo valor total é de 50 milhões de dólares. Este primeiro recurso será destinado à construção da adutora da serra do Rosário (Jordão); aquisição de caminhões compactadores e aquisição de lixeiras subterrâneas.

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Jornalista com mais de 40 anos de atuação acompanha de lupa os movimentos da classe política. Crítico, ácido e atuante, o blog leva ao leitor fatos reais.

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