Roberto Moreira

Categoria: Economia


10:28 · 06.12.2018 / atualizado às 10:28 · 06.12.2018 por

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas e inadimplentes recuou, em novembro deste ano, em relação ao mês anterior e a novembro do ano passado.

Segundo a CNC, a parcela de famílias com dívidas em novembro ficou em 60,3%, abaixo das taxas de outubro (60,7%) e novembro do ano passado (62,2%).

Já o percentual de famílias inadimplentes, ou seja, que têm dívidas ou contas em atraso, ficou em 22,9% em novembro, taxa inferior aos 23,5% de outubro e aos 25,8% de novembro de 2017.

De acordo com a economista da CNC, Marianne Hanson, o cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida.

“Desde o início da nossa pesquisa o cartão de crédito tem destaque. Em novembro de 2018, 77,4% das famílias citaram o cartão de crédito entre os seus principais tipos de dívida. Então, é uma modalidade muito usada pelo brasileiro para financiar o seu consumo.”

Além do cartão de crédito, o uso de carnês e os financiamentos de carros são outras formas que o consumidor tem encontrado para comprar o que quer. Segundo a economista, no mês de novembro, não só percentual de famílias com dívidas caiu, mas outros indicadores de endividamento também apresentaram melhoras.

“Houve uma redução no percentual de famílias que se disseram muito endividadas; na parcela média de comprometimento com dívidas, ou seja, da proporção na renda das famílias, que elas separam todo mês para pagar suas prestações de empréstimos e financiamentos. Houve uma melhora na perspectiva de pagamento. Então a gente observou uma melhora significativa nos indicadores de inadimplência e endividamento.”

O levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo aponta também que o tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas é de quase 7 meses.

Esta pesquisa é feita desde janeiro de 2010, em todas as capitais do Brasil e cerca de 18 mil consumidores são entrevistados mensalmente.

07:43 · 04.12.2018 / atualizado às 07:43 · 04.12.2018 por

A comissão de Assuntos Econômicos realizará hoje (4), audiência pública interativa para debater a questão orçamentária e os reflexos econômicos da crise da segurança pública.

Saiba mais em https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2018/12/03/cae-debate-consequencias-economicas-da-crise-da-seguranca-publica

12:18 · 21.11.2018 / atualizado às 12:18 · 21.11.2018 por

Para comemorar os 86 anos de atividade da piscicultura no Nordeste a Assembleia Legislativa do Ceará realizará sessão solene, na próxima segunda-feira, dia 26 de novembro, às 9h.
O requerimento é da deputada estadual Fernanda Pessoa (PSDB), presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e Pesca. A piscicultura é uma das atividades mais promissoras em todo o mundo e o Ceará é o maior produtor aquícola do país, destacando-se as tilápias e o camarão.
20:31 · 20.11.2018 / atualizado às 20:31 · 20.11.2018 por
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (20), projeto de lei que expande o mercado livre de energia elétrica, permitindo que pequenos consumidores possam fazer a portabilidade da conta de luz. O relator da matéria na Comissão de Assuntos Econômicos, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), apresentou substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 232/2016, do senador Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), para alterar o modelo comercial de energia elétrica no país com a intenção de, progressivamente, permitir que até os pequenos consumidores possam optar por fazer parte do mercado livre, hoje restrito a grandes consumidores de energia. A ideia é que, a longo de nove anos e meio, ocorra com o setor elétrico o mesmo que aconteceu com o setor de telefonia.
No caso dos consumidores residenciais, por exemplo, a relação com as distribuidoras será mantida apenas para o uso dos fios da empresa de distribuição, e a liberdade para a compra se realiza quando o consumidor opta por comprar sua energia de um comercializador. Para isso, a proposta altera seis leis e uma medida provisória.
Tasso afirmou que o projeto não é importante somente pelo aumento da competitividade e pela diminuição do preço para o consumidor, mas porque adota instrumentos de mercado para a gestão do sistema elétrico.
Atualmente, consumidores com carga inferior a 500 kW não podem fazer parte do mercado livre e só podem comprar energia da distribuidora em que estão conectados. Esse é o caso do pequeno consumidor residencial, comercial ou de pequenas indústrias, chamado de mercado consumidor cativo. Apenas os consumidores com carga igual ou superior a 3.000 kW e os com carga igual ou superior a 500 kW e inferior a 3.000 kW, que compram energia junto às chamadas fontes incentivadas, podem fazer parte do mercado livre.
Em sua justificativa, Tasso afirmou que a liberdade de escolha para o consumidor aumentará a concorrência entre as empresas, reduzindo o preço e melhorando a qualidade do serviço prestado. Pela proposta, seriam reduzidos gradualmente os limites de carga para que os consumidores regulados, ou chamados de cativos, passem a poder escolher o fornecedor de energia elétrica.
O PLS propõe que, para as usinas com concessões a vencer, a outorga seja licitada e parte dos recursos decorrentes sejam direcionados para custeio de encargos, subsídios e outras despesas financiados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
A proposta também aprimora a lei para que as concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica se concentrem em sua atividade principal, que é o serviço de distribuição. O projeto permite, ainda, que as distribuidoras realizem leilões descentralizados para comprar e vender energia elétrica para suprir seus mercados.
Liberdade de escolha
Para Jereissati, o mérito do projeto do senador Cássio Cunha Lima é inquestionável, pois dá liberdade de escolha ao consumidor e promove a eficiência da economia. No entanto, o relator entendeu que o projeto poderia ser aperfeiçoado para não aprofundar distorções, ao invés de corrigi-las.
Ele citou o caso dos subsídios às fontes incentivadas. Fontes incentivadas, ou especiais, é o nome que se dá às geradoras de empreendimentos hidrelétricos com potência de até 50.000 KW e aqueles com base em fontes solar, eólica e biomassa, cuja potência injetada nos sistemas de transmissão ou distribuição seja, menor ou igual a 50.000 kW.
Essas fontes especiais e os que consomem delas pelo mercado livre têm descontos na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD) e na Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST), que são suportados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um encargo que vem na conta de energia dos consumidores cativos.
— À medida que o PLS propõe aumentar a base de consumidores livres e, consequentemente, diminuir a base de consumidores cativos, cada vez mais consumidores receberão o subsídio e cada vez menos consumidores serão responsáveis pela maior parcela de seu custo. Ampliar o mercado livre nesse cenário aumentaria distorções existentes e os conflitos judiciais do setor elétrico — explicou o relator.
O substitutivo propõe acabar com esses subsídios para as novas fontes incentivadas, que são fontes alternativas de energia, substituindo os descontos na TUST e na TUSD pela valoração dos benefícios ambientais, segundo um instrumento de mercado a ser elaborado pelo Poder Executivo.
— Isso é uma coisa pró-distribuição de renda. Porque hoje, na prática, esses subsídios oneram muito a população de menor poder aquisitivo, que é a que terá mais dificuldade de migrar para o mercado livre. Então é um avanço – explicou o consultor legislativo do Senado, Rutelly Marques da Silva, em entrevista à Agência Senado.
Além disso, Tasso propôs ainda que todos os consumidores paguem pela confiabilidade do sistema, ou seja, que todos participem da expansão da oferta de energia por meio da construção de novas geradoras. Atualmente essa confiabilidade, chamada lastro, e a energia são comercializadas em conjunto e pagas, em sua maior parte, pelo mercado regulado.
O relator tomou como base duas consultas públicas realizadas pelo Ministério de Minas e Energia para elaborar seu substitutivo, em que propôs 29 medidas para corrigir essas distorções. Segundo Tasso, a motivação principal do projeto, que é o incentivo à liberdade de escolha do consumidor, é mantida.
A matéria segue agora para a análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
08:49 · 18.11.2018 / atualizado às 08:49 · 18.11.2018 por

O Fundo de Participação dos Municípios(FPM) da Prefeitura de Tauá está bloqueado desde a última terça-feira, 13/11, pela Secretaria da Receita Federal, segundo publicação no site do SIAFI, Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, que consiste no principal instrumento utilizado para registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial do Governo Federal.

Os repasses geralmente são bloqueados devido alguma pendência dos municípios para com o órgão responsável pela retenção dos recursos. O site não esclarece o motivo do bloqueio.

Uma das primeiras providências do novo prefeito de Tauá, Fred Rêgo,será identificar a causa do problema, saná-lo e desbloquear as contas do FPM do Município.

Outras Prefeituras

Além de Tauá, também estão com o FPM bloqueado, as Prefeituras de Acarape, Banabuiu, Cascavel, Choró, Guaiuba, Hidrolândia, Paramoti, São Luis do Curu, Tarrafas, Tejuçuoca e Uruburetama.

Foi a segunda vez esse ano que a prefeitura de Tauá teve o Fundo de Participação bloqueado. A primeira ocorreu em maio último.

11:28 · 16.11.2018 / atualizado às 11:28 · 16.11.2018 por
Na terça-feira, 13 de novembro, Aquiraz efetuou o pagamento da última parcela do décimo terceiro, sendo a primeira cidade do Nordeste, e uma das primeiras do país, a cumprir com o compromisso.
O prefeito Edson Sá demonstra que sua gestão tem contas equilibradas e folga financeira para honrar compromissos e se torna exemplo para outros gestores.    É mais um exemplo de respeito da administração de Aquiraz com o servidor público.
21:02 · 05.11.2018 / atualizado às 21:02 · 05.11.2018 por

A semana inicia bastante movimentada para o mercado agrícola, com ofertas de produtos a preços convidativos no entreposto da Ceasa em Maracanaú. Segundo Odálio Girão, analista de mercado da Central de Abastecimento, a produção regional de frutas fez com que os preços caíssem no entreposto da Central de Abastecimento em Maracanaú.

“É o caso da banana, que apresenta grande oferta e está sendo vendida a R$ 1,80/ kg”, comenta Odálio Girão. “A manga também já aparece no mercado em maior escala, sendo o quilo da manga coité comercializado a R$ 1,80, enquanto o preço do quilo da manga Itamaracá e rosa são de R$ 1,50 e R$ 1,80, respectivamente”.

A acerola também está com boa oferta no mercado, sendo vendida a R$ 4 por kg; o abacate continua a R$ 4. O caju também já entra no mercado em escala bem maior, sendo vendido a R$ 2, a goiaba a R$ 2,50 por kg e a graviola a R$ 6,00 por kg. A laranja pera permanece a R$ 1,80.

O limão galego também aparece no mercado com grande oferta, a R$ 4, contratando com o mamão Havaí segue com preço elevado, R$ 4. Com boa parte de sua produção oriunda do Ceará e Bahia, o maracujá está hoje a R$ 3,00 e o melão japonês, do Rio Grande do Norte e uma pequena parcela do Ceará, chega a R$ 1,80/ kg. A melancia também segue com boa oferta, com seu preço variando de R$ 0,80 a R$ 1,00 o kg.

Verduras e hortaliças

Nas hortaliças, os destaques estão para o preço convidativo da cebola, oscilando entre R$ 1,40 e R$ 1,50, e da batata inglesa e da beterraba, que permanecem a 2,20 e a R$ 2, 00 /kg, respectivamente.

O jerimum de leite caboclo está sendo comercializado a R$ 1,50, a espiga de milho verde está a R$ 0,50 a unidade. O pimentão permanece com preço elevado, sendo vendido a R$ 3,30 e o repolho a R$ 2.

O tomate continua com o preço em alta no mercado, sendo comercializado entre R$ 4 e R$ 4,40 /kg. Já o feijão verde está a R$ 6 kg e a vagem R$ 3.

11:50 · 20.10.2018 / atualizado às 11:50 · 20.10.2018 por

Um dos principais polos movimentadores da economia cearense, a Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém S/A,vai atuar junto de um dos maiores portos do mundo, impulsionando o comércio e o desenvolvimento. Nesta sexta-feira (19), em solenidade no Palácio da Abolição, o Governo do Ceará celebrou a parceria com o Porto de Roterdã, da Holanda. A participação holandesa no complexo envolve investimento de 30% nas ações da CIPP S.A., no valor de R$ 323 milhões, atuando também no conjunto das decisões estratégicas.

O governador Camilo Santana comemorou a parceria e destacou o empenho para selar o acordo. “Estou bastante otimista, me lembro quando nos reunimos pela primeira vez, em 2015, e contratamos uma consultoria para viabilizar essa parceria. As coisas precisam ser feitas por etapas para garantir segurança, viabilidade. Mas o mais importante é que estamos fechando com o maior porto da Europa, um dos maiores do mundo, que vai abrir as portas do Porto do Pecém para empresas internacionais. Não tenho dúvida que vai beneficiar o povo cearense, criando oportunidades de emprego, de renda. Quero agradecer todo o esforço das equipes técnicas que se dedicaram ao longo desses anos. Sei que será uma parceria longa e trará benefícios para ambos os lados”.

O Porto de Roterdã também terá posições na Diretoria Executiva, no Conselho Fiscal e no nível gerencial das operações, sendo o Estado do Ceará o acionista majoritário na CIPP S.A. A operação não envolve venda ativos e o Estado manterá o controle e propriedade ou posse de todos os seus ativos.

Allard Castelein, CEO do Porto de Roterdã, disse que os países têm muitas afinidades. “É um prazer estar aqui hoje. Holanda, Países Baixos, Brasil, temos muito mais em comum do que vocês pensam. Somos nações que amam comércio exterior e futebol. Agora surge uma oportunidade entre os dois portos de trazer o mundo para o Ceará. Os portos de 2018 exigem segurança, perfeita estrutura, plataformas digitais, visão de longo prazo. O Porto de Roterdã vem se desenvolvendo há 500 anos e é responsável por um PIB do nosso país de cerca de 6%. Através dessa parceria queremos aumentar o comércio e potencializar o desenvolvimento. Fiquei impressionado com a visão do governador e espero que essa parceria continue até um futuro longo”.

O embaixador dos Países Baixos no Brasil, Kees Van Rij, destacou as relações históricas do Ceará com outros países beneficiados de maneira direta ou indireta com a parceria, frisando que os laços holandeses com o Ceará vêm desde o século XVII. “O Ceará é cinco vezes maior que o nosso país. O Porto de Roterdã é o mais importante da Europa e o Porto do Pecém tem uma posição estratégica, fica próximo do México, do canal do Panamá. Contribui para o desenvolvimento e vamos celebrar o novo comércio entre o Ceará e os Países Baixos. Importante garantir boas conexões com o interior e fornecer cargas para o exterior. Essa parceria veio para coroar nossas relações comerciais de séculos”.

O presidente da CIPP S.A., Danilo Serpa, afirma que o complexo teve sua estrutura totalmente ampliada e adequada para esta nova fase. “Quero agradecer e coroar essa parceria, que vem para alavancar ainda mais nosso complexo portuário. Ele está pronto para receber qualquer indústria, qualquer empresa. O governador está entregando a sua segunda ampliação, que no total, ele mais do que dobrou de tamanho desde 2002. Essa parceria vai facilitar as relações com as maiores empresas e todo o entusiasmo do nosso governador Camilo Santana visa turbinar os nossos investimentos”.

Estiveram também na solenidade a vice-governadora Izolda Cela; o Diretor Internacional do Porto de Roterdã, René Van de Plas; o presidente do Senado, Eunício Oliveira; o secretário Chefe do Gabinete do Governador, Élcio Batista; o secretário do Desenvolvimento Econômico, César Ribeiro; o secretário do Planejamento, Maia Júnior; o vice-prefeito de Fortaleza, Moroni Torgan; o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Zezinho Albuquerque; o CEO da Angola Cables, Antonio Nunes; o diretor-geral da Air France-KLM na América do Sul, Jean-Marc Pouchol; entre outras autoridades.

12:36 · 09.10.2018 / atualizado às 12:45 · 09.10.2018 por

O pagamento do quinto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2018 vai ser feito no dia 15 de outubro, próxima segunda-feira. O crédito bancário soma R$ 3,3 bilhões e será destinado para mais de 2,5 milhões de contribuintes.

Esse lote também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017. Se você quiser saber se teve a declaração liberada, acesse idg.receita.fazenda.gov.br ou ligue para o Receitafone, no número 146.
A restituição vai ficar disponível no banco durante um ano e se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante do Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Se o valor não for creditado, também é possível entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 para capitais, 0800-729-0001 para as demais localidades e 0800-729-0088, para quem for deficiente auditivo. Desta forma vai ser possível agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

06:38 · 02.05.2017 / atualizado às 06:38 · 02.05.2017 por

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou rede de rádio e TV para anunciar um aumento de 60% no salário mínimo do país. O trabalhador vai receber ao final do mês U$ 15, ou seja R$ 50.

Maduro, acusado de levar a Venezuela a falência, está sendo acusado de dificultar o funcionamento de empresas que até estão falindo e derrubando a arrecadação de impostos e aumentando a miséria.

O Brasil virou o paraíso dos venezuelanos que fogem do governo de Nicolás Maduro. Só ano passado cerca de  39 mil venezuelanos migraram para o Brasil e mais de 20 mil já entraram este ano.

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