Roberto Moreira

Categoria: Educação


22:08 · 13.12.2018 / atualizado às 22:08 · 13.12.2018 por
A instituição vai beneficiar cerca 1,2 milhão de habitantes de 47 cidades que compõem a mesorregião do Noroeste cearense.
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados aprovou relatório que autoriza o Poder Executivo a instituir a Universidade Federal da Ibiapaba, no Ceará. O relatório, elaborado pelo deputado federal André Figueiredo (PDT), apresenta o projeto de Lei do deputado Moses Rodrigues (PMDB).
A nova universidade beneficiará diretamente nove municípios cearenses – Carnaubal, Croatá, Guaraciaba do Norte, Ibiapina, São Benedito, Tianguá, Ubajara, Viçosa do Ceará e Ipu – integrantes da microrregião de Ibiapaba, onde residem cerca de 350 mil pessoas. Além disso, o impacto social alcançará ainda quarenta e sete cidades que compõem a mesorregião do Noroeste cearense, cuja população é superior a 1,2 milhão de habitantes.
Estudo de viabilidade
Para comprovar a necessidade da criação de uma universidade federal na região da Ibiapaba, a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), na época sob a gestão do então secretário Inácio Arruda, contratou consultoria especializada para estudar a viabilidade de implantação do campus.
De acordo com o estudo, que teve como coordenador técnico Roberto Cláudio Frota Bezerra, na região da Ibiapaba existe uma demanda real de 4.500 jovens, por ano, igual ao número de concludentes de ensino médio, sem contar as demandas acumuladas em anos anteriores. A oferta de educação superior pública na região, além de aumentar a inclusão social, qualifica o indivíduo para o mercado de trabalho, aumenta a produtividade local e estimula ações empreendedoras, contribuindo para o desenvolvimento municipal.
O estudo mostrou também as potencialidades da região e oportunidades de desenvolvimento de forma mais intensiva nas atividades de horticultura, fruticultura, floricultura e piscicultura. Além disso há condições favoráveis para a implantação de parques geradores de energia renovável (solar e eólica).
Tudo isso justifica a abertura de um campus da UFC na serra da Ibiapaba, numa associação tripartite, envolvendo Governo do Estado e Prefeituras Municipais. A UFC entra com o projeto pedagógico e os professores.
14:15 · 12.12.2018 / atualizado às 15:28 · 12.12.2018 por
O empenho, o comprometimento e a agilidade do Prefeito Clébio Pavone é um fator de destaque na atual administração tendo em vista que, em pouco mais de um ano e 11 meses, o município de Quixeramobim avançou como nunca antes na sua história.
A Gestão Municipal vem intensificando ações que assegurem a qualidade da educação, implantando políticas de iniciativa do Poder Público local, como: o Sistema de Avaliação Municipal (Provinha do Conselheiro) que objetiva diagnosticar os índices de aprendizagem e promover uma intervenções contínua na superação das dificuldades, Núcleo de Informática Educativa com inserção das aulas de robótica visando oportunizar os alunos a descoberta de si próprios enquanto engenheiros mirins; Projeto Libras nas Escolas – Aprendendo Uma Nova Língua proporcionando aos alunos surdos uma comunicação mais efetiva com os alunos ouvintes; Aquisição de Fardamento escolar para todos os alunos matriculados na Rede Pública Municipal de Ensino e mochilas para os alunos da Educação Infantil ; Aquisição de livros para Educação Infantil de 4 e 5 anos ;Aquisição de Livros para os alunos do 2° ano do Ensino Fundamental ; Aquisição de kits(avental, calçados e tocas) para todas as merendeiras da rede municipal de ensino.
O governo Municipal vem também assegurando políticas educacionais em parceria com o Governo Estadual e Federal, destacamos Prêmio de Escola Nota Dez(Ano 2017, com 12 Escolas premiadas), Medalhas nas Olimpíadas Brasileira, destacando a medalha Canguru que até 2016 foram apenas 03 medalhas, 2017 foram 05 e em 2018, sendo o ano histórico com 15 medalhas, 05 medalhas na OBMEP (OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS) em 2018 ,Prêmio Palma de Ouro, e outras conquistas que vem tornando a Educação de Quixeramobim destaque no cenário nacional.
Evidenciamos o crescimento obtido no (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) – IDEB 2017 onde expressa em valores os resultados mais importantes da Educação de Quixeramobim, unindo a aprendizagem e o fluxo escolar. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de Quixeramobim já superou a meta federal prevista para 2021.
Quixeramobim alcançou um dos melhores resultados no Brasil, está entre os 100 melhores municípios em educação nacional. Das mais de 116mil Escolas do Brasil, Quixeramobim possui 05 escolas colocadas entre as 100 melhores e 4 delas se apresentam entre as 50 melhores do país.
Quixeramobim é exemplo para o Sertão Central de como decisão política, boa gestão e boas políticas públicas educacionais, com planejamento e foco na aprendizagem dos alunos podem proporcionar um salto de qualidade para a educação pública.
13:25 · 11.12.2018 / atualizado às 13:25 · 11.12.2018 por

Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 10, a resolução do Ministério da Educação que aprova as ponderações aplicáveis entre diferentes etapas, modalidades e tipos de ensino da educação básica para o exercício de 2019 no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb.

O ministro da Educação, Rossieli Soares, afirmou que a resolução é fruto de um esforço conjunto para melhorar a educação básica no país. “É um passo importante, simbólico, de valorização da educação infantil no Brasil, o que é fundamental. O financiamento precisa chegar, mas também é importante e prático para os municípios, que hoje têm um peso muito grande, e que precisam de apoio. E o Fundeb priorizou isso, com o apoio dos estados e do MEC, para que, com esta resolução, a gente pudesse avançar com os municípios”, destacou Rossieli.

O ministro declarou ainda que os recursos serão distribuídos aos municípios já no exercício de 2019. “Provavelmente nós teremos mais de meio bilhão redistribuídos aos municípios com este pequeno ajuste, o que é muito recurso, mas ainda precisamos continuar discutindo e avançando”, reforçou Rossieli Soares.

A cada ano é editada a tabela com os fatores de ponderação do Fundeb, que determina o investimento por modalidade da educação básica. “Há mais de quatro anos, no caso da educação infantil, essa tabela vinha sendo inalterada. E recentemente essa alteração foi aprovada pelo conselho, que conta com representantes da Undime, do Consed e do MEC, e agora foi homologada pelo ministro”, declarou o presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, Undime, Alessio Costa Lima.

Alessio Lima explica que o aumento será da ordem de 15% para creche parcial e 5% para pré-escola parcial. “Não é só a questão financeira, mas é importante investir na educação infantil como a primeira e mais importante etapa da educação básica. A gente só tem a comemorar”, completou o presidente da Undime.

17:48 · 08.12.2018 / atualizado às 17:48 · 08.12.2018 por

O Ministério da Educação liberou, nesta terça-feira, 4, R$ 16,5 milhões para o estado do Ceará. Os recursos são destinados às instituições federais de ensino vinculadas à pasta. No total, foi autorizado o repasse de R$ 375,54 milhões em todo o país, valores que deverão ser aplicados na manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil, entre outras destinações.

“É muito importante garantir os repasses necessários para que as instituições federais tenham autonomia para realizar ações que permitam a continuidade do ensino, assim como a permanência de muitos estudantes que dependem desses valores para concluir seus estudos”, frisou o ministro Rossieli Soares.

A maior parte dos valores, R$ 260,53 milhões, foi repassada às universidades federais, incluindo hospitais universitários. Já a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica recebeu R$ 114,34 milhões. O restante, R$ 664,4 mil, foi repassado ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

Este ano, o MEC repassou cerca de R$ 7,1 bilhões para as instituições federais vinculadas à pasta, incluindo o que foi destinado ao pagamento de despesas das universidades e institutos federais, do Instituto Nacional de Surdos, do Instituto Benjamin Constant e da Fundação Joaquim Nabuco.

Com o repasse desta semana, o MEC mantém em 100% a liberação de recursos financeiros das despesas liquidadas de obras, equipamentos, serviços e outras despesas de funcionamento. Em outubro, o ministério já havia liberado 100% da dotação orçamentária para empenho.

08:14 · 07.12.2018 / atualizado às 08:14 · 07.12.2018 por

O Ministério da Educação liberou  R$ 375,54 milhões para as instituições federais de ensino vinculadas à pasta. Os recursos serão aplicados na manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil, entre outros.

“É muito importante garantir os repasses necessários para que as instituições federais tenham autonomia para realizar ações que permitam a continuidade do ensino, assim como a permanência de muitos estudantes que dependem desses valores para concluir seus estudos”, frisou o ministro Rossieli Soares.

A maior parte dos valores, R$ 260,53 milhões, foi repassada às universidades federais, incluindo repasses para hospitais universitários. Já a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica recebeu R$ 114,34 milhões. O restante, R$ 664,4 mil, foi repassado ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

Este ano, o MEC repassou cerca de R$ 7,1 bilhões para as instituições federais vinculadas à pasta, incluindo o que foi destinado ao pagamento de despesas das universidades e institutos federais, do Instituto Nacional de Surdos, do Instituto Benjamin Constant e da Fundação Joaquim Nabuco.

Com o repasse desta semana, o MEC mantém em 100% a liberação de financeiro das despesas liquidadas de obras, equipamentos, serviços e outras despesas de funcionamento. Em outubro, o MEC já havia liberado 100% da dotação orçamentária para empenho.

21:25 · 06.12.2018 / atualizado às 21:25 · 06.12.2018 por
“Vivemos em contexto histórico marcado por mudanças sociais e educacionais. É nesse novo cenário que a sociedade vem percebendo a necessidade de acolher a pessoa com deficiência e adotar uma nova postura frente a essa realidade”. Ressaltou a deputada Aderlânia Noronha (SD), autora do projeto.
De acordo com o projeto, aprovado na manhã desta quinta-feira(06) na Assembleia Legislativa, os Centros de Estudos de libras, braille e tadoma devem dispor de instalações físicas, enfermaria, equipamentos e recursos humanos necessários para o atendimento das pessoas.
Além de buscar e aceitar a participação efetiva de pessoas com deficiência auditiva e surdocegueira, bem como de seus responsáveis legais e professores da rede pública de ensino do Estado do Ceará. Ficando assim, o Poder Público autorizado a estabelecer convênios e parcerias com o Governo Federal, prefeituras municipais e empresas privadas, para a consecução dos objetivos por ele visados nesta Lei.
Aderlânia ressalta que o governador do Estado, Camilo Santana, já sancionou a lei, aprovada pela Assembleia Legislativa, que autoriza a criação de Centro Cearense de Idiomas (CCI) no Ceará. “As línguas estrangeiras ensinadas no CCI são inglês e espanhol, e esses cursos são voltados aos estudantes de escolas da rede pública do nosso Estado. E que agora ganham um olhar especial com a implantação de libras, braille e tadoma”, enfatizou a parlamentar
Tal iniciativa tem como objetivo conscientizar a sociedade para a igualdade de oportunidades a todos os cidadãos; promover os direitos humanos; conscientizar a população sobre assuntos de deficiência; as conquistas da pessoa com deficiência e pensar a inclusão desse segmento na sociedade, para que ele influencie os programas e políticas que o afetem. Em celebração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência que foi instituído pela Organização das Nações Unidas em outubro de 1992, em comemoração ao término da década 1983-1992. A partir de então, a cada ano, no dia 03 de dezembro, é estimulada uma reflexão sobre os direitos da pessoa com deficiência.
 “A acessibilidade de comunicação para as pessoas com a deficiência ainda é insuficiente, visto que poucos são os trabalhos voltados para esse campo, além de haver poucos profissionais capacitados ou com conhecimento na área de surdocegueira” enfatizou a parlamentar.
Segundo a deputada Aderlânia, pela proposta, é interessante especificar ainda que a variedade de comunicação para os surdocegos é muito ampla. “Ela perpassa desde as forma de comunicação para aqueles que não podem mais utilizar funcionalmente algum resíduo dos sentidos sensoriais até aqueles que possuem resíduos em ambos os sentidos. Assim, as necessidades de comunicação poderão se diversificar segundo as necessidades das pessoas que apresentam a deficiência” informou a deputada Aderlânia.
Podemos dizer que, em termos de legislação, atingimos um patamar satisfatório, especialmente depois da promulgação da Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146/2015 (ou Estatuto da Pessoa com Deficiência). Em relação às práticas, esse movimento também é observado com destaque para a institucionalização da oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE) pelos sistemas de ensino. “Isso demanda o desenvolvimento de políticas e práticas pedagógicas de atenção às diferenças baseadas na diversificação didática e na preparação adequada do ambiente escolar para o recebimento dos alunos público-alvo da Educação Especial” finalizou Aderlânia Noronha.
10:33 · 06.12.2018 / atualizado às 10:33 · 06.12.2018 por

O Plenário do Conselho Estadual de Educação (CEE) aprovou na última terça-feira (4), por unanimidade, a resolução que garante a liberdade de expressão e de pensamento do professor no exercício da docência nas escolas de educação básica (redes estadual e municipal) e nas universidades integrantes do Sistema de Ensino do Estado do Ceará.

A decisão utiliza como base os princípios da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que assegura o direito de liberdade de expressão e emissão de opiniões no âmbito da educação pública, repudiando assim qualquer tentativa de intimidação e ameaça aos profissionais por conta do conteúdo de suas aulas.

A determinação também proíbe a realização de ações e manifestações que configurem a prática de intolerância, promoção de atividades político-partidárias, além de proibir qualquer integrante da comunidade escolar de filmar, fotografar ou gravar aulas ou qualquer manifestação de pensamento para fins de violação de direitos.

Um dos conselheiros que assina o documento, o presidente da Câmara de Educação Superior e Profissional (CESP), Custódio Luis Silva de Almeida, explica que a resolução tornou-se necessária devido ao contexto nacional de ataques públicos aos professores pelas ideias expostas em sala de aula.

Segundo o professor Custódio Almeida, a Resolução foi elaborada com base na Constituição Federal e representa uma manifestação de apoio aos professores na garantia da liberdade para o exercício da profissão.

Custódio Almeida recomenda que haja ampla divulgação desta resolução, para que todos os professores das redes de ensino, universidades, possam tomar conhecimento e saber que o conselho está do lado deles.

O Conselho Estadual de Educação deixa claro na resolução que, caso os professores se sintam desrespeitados ou agredidos na manifestação de ideias, deverão procurar a administração superior da instituição, para que sejam tomadas as devidas providências em defesa dos educadores.

08:00 · 05.12.2018 / atualizado às 08:00 · 05.12.2018 por

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, nesta terça-feira (4), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio. É este documento que define o conteúdo mínimo que vai ser lecionado em todas as escolas do país, sejam nas públicas e nas privadas.

A BNCC tem como norte o novo ensino médio, que foi aprovado em lei em 2017, e determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio aluno. A ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

Os estados, que detêm a maior parte das matrículas do Ensino Médio, vão ter um ano para fazer o cronograma da implementação da BNCC e um ano para implementá-la. Isto quer dizer que o documento deverá chegar na prática, nas escolas, até 2020. Após a implementação, o documento será revisto em três anos, em 2023.

Depois da revisão, a Base Nacional Comum Curricular vai ser encaminhada ao MEC e já tem data prevista para ser homologada: no dia 14 de dezembro.

07:55 · 05.12.2018 / atualizado às 07:55 · 05.12.2018 por

Vinte e três por cento dos brasileiros entre 15 e 24 anos, ou seja, mais de 7 milhões e meio de jovens, não trabalham e nem estudam. A estimativa é do Ipea, que fez uma radiografia da juventude do Brasil e de mais oito países da América e do Caribe.

Esse estudo foi feito a partir de dados de 15 mil jovens, moradores de áreas urbanas. Além do Brasil, o instituto entrevistou pessoas do Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai. A porcentagem do Brasil é um pouco maior do que a média de todos os países pesquisados, que é de 21% dos jovens sem ocupação e estudo.

O levantamento aponta que, apesar das habilidades para aprender e as interferências emocionais dessa geração, as possibilidades educacionais e as oportunidades do mercado de trabalho limitam o seu desenvolvimento e sua posição na sociedade.

Em todos os países pesquisados, o Ipea considera o contingente de jovens que não trabalham nem estudam ‘expressivo’. Segundo os pesquisadores, essas taxas são maiores no México, El Salvador, Brasil e Haiti por razões como crise econômica, falta de políticas públicas, problemas de saúde ou de ordem médica, obrigações familiares com parentes e filhos.

Aqui no Brasil, há cerca de 33 milhões de jovens com idade entre 15 e 24 anos, o que corresponde a mais de 17% da população. Segundo Enid Rocha, atualmente o país vive um momento de bônus demográfico, onde a população ativa é maior que a população dependente, que são crianças e idosos.

Por isto, de acordo com a pesquisadora, neste momento, o ideal é investir em treinamento e educação destes jovens, para que eles façam uma transição bem-sucedida de seus estudos para o mercado de trabalho.

“Hoje, o Brasil vive uma transição demográfica e é um momento também que os demógrafos chamam de bônus demográfico, que é o período que um determinado país tem uma população ativa maior do que a população dependente. É no momento em que o país tem uma população mais produtiva. E uma consequência deste bônus no Brasil é que nós vivemos hoje o ápice da população da juventude. Então nunca antes a gente teve tantos jovens!”

A Crisley Gifoni, de 18 anos, moradora do Distrito Federal, é uma dessas jovens que, no momento, está sem trabalhar e estudar.

“Eu terminei o Ensino Médio vai fazer dois anos. Eu estava trabalhando até um tempo, só que eu pedi demissão por desvio de função. E eu não estou estudando agora porque eu tinha passado na UnB, só que para Arquivo, Arquivologia. Só que eu sempre quis Jornalismo. Daí eu preferi abrir mão da faculdade pública e ir atrás da faculdade particular, para, no caso, ir atrás do que eu quero. E em relação ao emprego eu estou buscando. É que realmente não está fácil.”

Ainda segundo a pesquisa do Ipea, 41% se dedicam exclusivamente ao estudo ou uma capacitação; 21% só trabalham e 17% trabalham e estudam ao mesmo tempo. Além disso, entre aqueles que não trabalham e não estudam, o número de mulheres chega a ser o dobro de homens.

23:22 · 03.12.2018 / atualizado às 23:22 · 03.12.2018 por

O prazo para os alunos fazerem o aditamento de renovação dos contratos do Novo Fundo de Financiamento Estudantil, o FIES, foi prorrogado para o dia 28 de dezembro.

Aqueles que precisarem alterar informações no contrato, como a troca de fiador, devem comparecer em uma agência da Caixa Econômica Federal. Nesse caso, o estudante deve ir junto com o novo fiador e apresentar os novos documentos comprobatórios.

O Fies concede financiamento em instituições privadas de ensino superior. O novo Fies, que foi lançado no ano passado, tem modalidades de acordo com a renda familiar.

A modalidade Fies, por exemplo, tem juro zero para os alunos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é de 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é de R$ 42 mil.

Já a modalidade chamada de P-Fies é destinada para candidatos com renda familiar per capita de 3 e 5 salários mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

Até o momento, cerca de 70% dos estudantes já concluíram ou iniciaram o processo de aditamento.

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