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Categoria: Inflação


06:43 · 27.12.2016 / atualizado às 06:43 · 27.12.2016 por

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A inflação será de 6,6% até 31 de dezembro é o acumulado de 2016, mas a ANATEL, a agência do governo que normatiza e regula telefonia, Rádio e TV, decidiu aloprar: autorizou aumentos de até 20% para celular e telefonia fixa. A conta com o aumento chegará no final de janeiro de 2017.

O preço vai subir em todo o país para grande parte dos usuários de celular com planos de conta, os chamados pós-pago e controle. Esse grupo soma mais de 77,3 milhões de linhas, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em alguns casos, a alta pode chegar a quase 20%. Para o telefone fixo — com 42 milhões de linhas em funcionamento —, o aumento deve ser de até 13%.

06:08 · 18.11.2016 / atualizado às 20:20 · 17.11.2016 por

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A cesta básica nordestina apresentou leve queda em outubro (-0,3%) e fechou o mês como a segunda mais barata entre as regiões do Brasil. A informação é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste. A variação negativa de outubro contrapõe o aumento de 0,8% verificado em setembro, que toma como referência o mês de agosto.

De acordo com o estudo do Etene, a variação acumulada em 2016 é de 21,3%, acima dos 11,3% no igual período de 2015. Considerando os últimos 12 meses, a taxa de variação da cesta básica nordestina está em 21,0%, pouco acima dos 19,5% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.

A cesta básica do Nordeste encerrou outubro custando R$ 388,39. Na variação em 12 meses, ela ficou no mesmo patamar que a variação da cesta nacional, 21,0% para 20,7%. Fortaleza é capital onde a inflação se mostrou mais forte, com a cesta alcançando o valor de R$ 415,41, seguida por Maceió (R$ 403,12), Teresina (R$ 395,21) e São Luís (R$ 386,41). A cesta básica na capital cearense é 7% mais cara que a cesta regional e com preço 13,2% maior que a cesta de menor valor, de R$ 366,90 (Natal).

Apenas três, das nove capitais nordestinas, apresentaram aumento no valor da cesta básica em outubro: Aracaju (1,6%), Maceió (2,1%) e São Luís (0,9%). Em Teresina e Salvador, observaram-se redução de -1,8% e -1,7%, respectivamente, em comparação a setembro.

A redução na cesta básica nordestina em outubro deve-se, principalmente, às variações negativas de -4,4% no preço da banana (peso de 9,7% na cesta mensal); de -4,7% no preço do feijão (peso de 12,6%) e -1,6% no preço do leite (peso de 6,8%). Os aumentos mais relevantes ocorreram na carne (1,6%), açúcar (3,9%) e arroz (2,4%).

Feijão

Grande vilão no primeiro semestre de 2016, o feijão, que tem participação de 12,6% na cesta básica, teve redução média de 4,6%. À exceção de Maceió, em que seu preço aumentou 0,4%, o preço caiu em todas as outras capitais. As maiores reduções aconteceram em Aracaju (-8,3%), Recife (-8,0%) e Teresina (-6,8%).

Na avaliação dos últimos 12 meses, o feijão representa 9,9% da cesta média regional. O alimento teve o preço elevado em 78,6%, apesar da tendência de queda no preço observada nos últimos dois meses. Em todas as capitais nordestinas pesquisadas, a variação superou 50,0%. Os maiores aumentos foram em Aracaju (96,1%), Fortaleza (85,1%) e Natal (81,5%).
A cesta básica regional é resultado de pesquisa do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene) com base em dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

17:37 · 21.04.2016 / atualizado às 17:37 · 21.04.2016 por

As distribuidoras de energia Coelba e Coelce, que atendem respectivamente os Estados da Bahia e do Ceará, tiveram reajustes tarifários concedidos pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) acima da inflação –o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses indica uma alta de preços de 9,4%.

Além disso, a alta foi superior ao alívio dado pela retirada das bandeiras tarifárias, que causou uma redução próxima de 10% da conta de luz. Dessa forma, os consumidores desses estados não perceberão neste ano qualquer queda nos valores pagos pela energia.

A tarifa da Coelce, que atende 3,3 milhões de unidades consumidores no Ceará, recebeu um reajuste médio de 12,97%. Para os consumidores residenciais, a alta ficou em 13,64%. Para os industriais ligados às distribuidoras, o aumento será de 12,97%.

06:45 · 01.03.2016 / atualizado às 18:19 · 29.02.2016 por

tomate e batata

O Procon Fortaleza pesquisou preços de 47 alimentos e produtos e encontrou variação que pode chegar a 375% no preço do tomate. O levantamento foi realizado nos dias 22 e 23 de janeiro em 10 supermercados da Capital.

Frutas e hortaliças continuam com variação de preços acima de 100% entre os supermercados pesquisados. O quilo do tomate pode ser encontrado de R$ 1,89 a R$ 8,98, uma diferença de 375,13%. A batata também apresentou grande diferença de preço, indo de R$ 2,69 a R$ 8,34, o que confere uma diferença de 210,04%.

Pão e Café

Café-e-Pão-Com-Manteiga

O quilo do carioquinha (pão francês) pode variar até R$ 32,57, sendo encontrado de R$ 8,29 a R$ 10,99. O pacote de café em pó 250g, da mesma marca, pode custar de R$ 3,99 a R$ 4,78, uma diferença de 19,80%.

 

 

11:41 · 08.02.2016 / atualizado às 11:41 · 08.02.2016 por

filé

No mercado São Sebastião, o quilo do filé mignon é comprado por R$ 23. Hoje, no supermercado  por R$ 50. Mais que o dobro. É uma grande diferença.

O filé é a carne mais cara do boi por causa da maciez e pouca gordura.

11:35 · 08.02.2016 / atualizado às 11:38 · 08.02.2016 por

chuchu

Tem um jargão popular que diz “nada nasce tanto quanto chuchu na serra”. Pois bem, o chuchu bateu a maior alta em 15 anos, chegando a quase R$ 3,20 o quilo.

Tomate a R$ 9 um abuso contra o consumidor

Perguntei ao gerente do supermercado como chegou aos R$ 9,00 pelo quilo do tomate. Ele respondeu rapidinho que a causa é a alta taxa de impostos, taxas e o preço do combustível no Ceará. Lá no produtor o quilo é comprado por R1,20.

cenoura

08:28 · 08.06.2015 / atualizado às 08:28 · 08.06.2015 por

foto supermercado

Uma grande rede de supermercados cortou a despesa com a conta de energia.

Apenas metade das lâmpadas estão acesas. Os consumidores nem notam. Ê que tinha lâmpada demais.

A conta de energia para os consumidores comerciais dobrou de preço. O supermercado evitou repassar aumento  para os produtos.