Roberto Moreira

Categoria: Internacional


10:48 · 30.03.2019 / atualizado às 10:48 · 30.03.2019 por

Os parlamentares em Londres decidiram, nesta sexta-feira (29), não aceitar o acordo feito entre a primeira-ministra Theresa May e a União Europeia (UE) para conduzir a saída britânica do bloco. Esta é a terceira vez que o parlamento rejeita o acordo.

No total, 344 deputados votaram contra e 286 a favor do acordo. Depois da contagem dos votos, Theresa May afirmou que o resultado tem “graves” consequências e admitiu que teme que o parlamento tenha chegado ao limite do processo para a saída do bloco.

Neste final de semana deve ocorrer uma série de votações para ver se o parlamento encontra uma outra alternativa. Mas, o que se sabe, é que a partir de agora, o Reino Unido tem até 12 de abril para informar a União Europeia sobre seus próximos passos. As opções envolvem o cancelamento do Brexit, buscar um prazo maior ou sair do bloco sem um acordo.

10:18 · 16.03.2019 / atualizado às 10:18 · 16.03.2019 por
O Governo Federal retomou nesta semana as ações de interiorização de refugiados e migrantes venezuelanos que se encontram atualmente em Boa Vista (RR). É a Operação Acolhida que completa um ano. Até o dia 23, 234 pessoas terão sido transportadas para 14 cidades: Recife e Igarassu (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo, Guarulhos e Araçariguama (SP), Brasília (DF), Cuiabá (MT), João Pessoa e Conde (PB), Porto Alegre (RS), Caicó (RN), Goioerê (PR) e Feira de Santana (BA). Outros 130 venezuelanos chegarão à cidade de Dourados (MS), 100 deles saindo no sábado (23) e 30 em voos comerciais ao longo das próximas semanas.
10:13 · 27.01.2019 / atualizado às 10:13 · 27.01.2019 por

O presidente Donald Trump assinou nesta sexta-feira (25) uma lei que permite financiar parte das agências federais até 15 de fevereiro e que, dessa forma, interrompe pelas próximas três semanas a paralisação parcial do governo dos Estados Unidos.

A lei assinada pelo presidente norte-americano acaba, ao menos temporariamente, com o maior “shutdown” da história do país e reabre os serviços federais após 35 dias de paralisação.

A medida, que não inclui dinheiro para o muro que Trump quer construir na fronteira com o México, foi celebrada como uma vitória pelo Partido Democrata, de oposição a Trump. Isso porque o republicano estava inflexível na exigência pela liberação de US$ 5,7 bilhões para a obra.

O muro na fronteira com o México foi justamente o motivo do impasse que provocou a mais longa paralisação parcial do governo norte-americano. O presidente se recusava a assinar qualquer medida que não tivesse dinheiro para a obra, e os Democratas rejeitavam negociar o assunto.

Agora, Donald Trump pede que os parlamentares dois dois partidos trabalhem conjuntamente durante essas três semanas, para encontrar uma solução para a fronteira com o México. Apesar da retomada momentânea das atividades do governo, há o risco de o impasse entre Trump e os Democratas não se resolver.

Isso faria com que o shutdown voltasse depois de 15 de fevereiro. Nesse caso, Trump prometeu declarar emergência nacional – um tipo de medida que permitiria que ele tomasse decisões sem precisar da aprovação do Congresso.

08:27 · 16.01.2019 / atualizado às 08:27 · 16.01.2019 por

Por 402 a 232 votos, a maioria dos parlamentares britânicos vetou nesta terça-feira (15) o acordo de saída do Reino Unido do bloco europeu. Derrotada no Parlamento, a primeira ministra Theresa May tem três dias para apresentar um novo texto ou pode apresenta novamente a mesma proposta. A tendência agora é que a saída do país da União Europeia seja adiada e não aconteça até 29 de março, como previsto até então.

O texto apresentado pela premiê britânica foi chancelado pela União Europeia em novembro do ano passado. Segundo Theresa May, o bloco descarta um novo acordo. Isso porque a União Europeia (UE) e o Reino Unido negociaram durante um ano e cinco meses um acordo bilateral de 585 páginas, 185 artigos e três protocolos que desfazem os laços do país com o bloco europeu. O texto engloba o fim de medidas econômicas e até questões territoriais.

Caso May seja derrotada novamente, o Reino Unido caminhará para uma saída do bloco econômico sem acordo, ou seja, sem direito de negociação. Na prática, isso significa que não haveria um período de transição e já a partir da noite de 29 de marçoas leis da União Europeia deixariam de valer no país. Se isso acontecer, pode haver caos, por exemplo, no transporte em aeroportos e no Canal da Mancha, via aquática que liga a Grã-Bretanha à França e tem grande importância econômica por conta da travessia de mercadorias e navios petroleiros.

A União Europeia, que, com o Reino Unido, tinha 28 países-membros, nasceu em 1957, chamada na época de Comunidade Econômica Europeia (CEE). A CEE foi criada para integrar política e economicamente a Europa, no contexto do pós-guerra, e impedir, dessa forma, o aparecimento de rivalidades que deram origem às duas Grandes Guerras.

Estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) calculam que a economia britânica pode encolher de 1,5% a 9,5% com a saída da União Europeia. Há, no entanto, quem discorde, utilizando o argumento de que o Reino Unido será livre para fechar acordos com outros países e que isso pode estimular a economia britânica.

08:23 · 24.11.2015 / atualizado às 08:23 · 24.11.2015 por

Macri 1

O grupo de Cristina Kirchner que perdeu o poder começou uma onda de boatos sobre o futuro presidente Mauricio Macri.

Macri, que assume dia 10 de dezembro seria uma farsa, um “Collor”, um impostor. O grupo derrotado diz que ele finge que canta, dança… e mente ao se apresentar como divertido. É tudo marketing.

Mauricio Macri, venceu a eleição, pode ser de direita, conservador, mas foi eleito. Terá seu mandato para cumprir promessas e metas, dizem os aliados. É o começo de um tempo novo na Argentina.

09:19 · 23.11.2015 / atualizado às 09:19 · 23.11.2015 por

Macri

Após 12 anos mandando na Argentina, Cristina Kirchner vai deixar o poder junto com seu grupo político. A oposição virou a eleição e venceu com o candidato Marcelo Macri, atual prefeito de Buenos Aires.

“Vamos acabar com a miséria e criar uma economia real”, disse o novo presidente que assume o cargo próximo dia 10 de dezembro.

Cristina Kirstiner, vai pra casa. Para não ir pra cadeia por lavagem de dinheiro, deve liberar  seus parlamentares para garantir a governabilidade.

07:26 · 17.11.2014 / atualizado às 07:26 · 17.11.2014 por

casa eua

Os cearenses adoram comprar apartamentos e casas na terra do tio Sam.  A Lennar, uma das maiores construtoras dos Estados Unidos, participará em dezembro da “Investir USA Expo”, feira em Brasília dedicada à venda de imóveis no país de Barack Obama.

Ela e outras empresas apostam na alta renda do brasiliense e na estabilidade dos servidores públicos para fechar vários negócios. Nem a alta recente do dólar desanima as construtoras. Os valores dos apartamentos à venda vão variar entre US$ 150 mil e US$ 1,1 milhão e estão centrados em Miami, Orlando, Nova York e Atlanta.

A turma que quer torrar o dinheiro do mensalão, petrolão etc. vai adorar a possibilidade da Lavar à Jato o dinheirão.

(Murilo Ramos)

 
16:21 · 20.07.2014 / atualizado às 16:21 · 20.07.2014 por

Caros amigos,

Uma nova onda de violência se espalha entre Israel e Palestina, e mais crianças foram mortas. Chegou a hora de uma ação pacífica para acabar de uma vez por todas com esse pesadelo. Nossos políticos e empresas continuam a financiar, apoiar e investir na violência, mas podemos impedir isso se exigirmos dos principais bancos, fundos de pensão e empresas que retirem seus investimentos  junte sua voz agora: Uma nova onda de violência se espalha entre Israel e Palestina, e mais crianças foram mortas. Não basta apenas pedir mais um cessar-fogo. É hora de uma ação pacífica para acabar com esse pesadelo de décadas.

Nossos governos fracassaram. Enquanto falam de paz e aprovam resoluções da ONU, eles mesmos (e grandes empresas internacionais) continuam financiando, apoiando e investindo na violência. A única maneira de interromper esse ciclo infernal no qual Israel confisca as terras palestinas, famílias palestinas inocentes são punidas colectivamente diariamente, o Hamas continua a lançar foguetes e Israel não cessa seu bombardeio à Gaza, é tornando o custo econômico desse conflito alto demais. Sabemos que essa estratégia funciona. Quando os países-membros da União Européia emitiram diretrizes para não financiar os assentamentos israelenses ilegais, a medida fez o chão tremer nos gabinetes. E, quando uma campanha cidadã persuadiu com sucesso um fundo de pensão holandês, o PGGM, a retirar seus recursos dos assentamentos, foi um alvoroço político.

Talvez não pareça que esse tipo de ação acabe com a matança atual, mas a história nos ensina que aumentar o custo financeiro da opressão pode abrir o caminho para a paz. Clique para pressionar os 6 principais bancos, fundos de pensão e negócios com investimentos em Israel a retirarem tais investimentos. Se cada um de nós tomar essa atitude agora e ajudar a fazer pressão, eles poderão retroceder, a economia de Israel vai sofrer um impacto e poderemos derrubar os extremistas que lucram politicamente com essa situação infernal: https://secure.avaaz.org/po/israel_palestine_this_is_how_it_ends_loc/?bTmycbb&v=42687

Nas últimas 5 semanas, 3 adolescentes israelenses foram mortos na Cisjordânia, um garoto palestino foi queimado vivo, e um jovem americano foi brutalmente espancado pela polícia de Israel. Mais de 40 crianças de Gaza já foram mortas em ataques aéreos feitos pelo exército de Israel. Isso não é um conflito do Oriente Médio, mas sim uma guerra contra as crianças. E estamos nos tornando insensíveis a essa vergonha global.  A imprensa teima em dizer que este é um conflito insuperável entre duas partes de igual força, mas não é. Os ataques dos extremistas palestinos contra civis inocentes devem ser condenados e impedidos, mas a raiz do conflito está em outro lugar: o desalojamento do povo palestino. Atualmente Israel ocupa, coloniza, bombardeia, ataca, e controla a água, comércio e fronteiras de uma nação legalmente livre reconhecida pelas Nações Unidas. Em Gaza, Israel criou a maior prisão a céu aberto do mundo, e fechou as saídas.

Agora, ao passo em que as bombas caem em Gaza, não há como sair de lá. Isso é crime de guerra e não aceitaríamos se estivesse acontecendo em outro lugar. Mas porque aceitamos na Palestina? Há 50 anos, Israel e seus vizinhos árabes entraram em guerra e Israel ocupou a Cisjordânia e Gaza. A ocupação de territórios após uma guerra acontece com frequência. Mas nenhuma ocupação militar pode se transformar numa tirania de décadas, apenas alimentando e dando força aos extremistas que usam o terrorismo contra inocentes. E quem sofre? A maioria das famílias em ambos os lados que anseiam apenas por liberdade e paz.

Para muitos, principalmente na Europa e na América do Norte, pedir que empresas retirem seus investimentos, diretos ou indiretos, da ocupação de Israel sobre território palestino parece algo completamente enviesado. Mas não é essa é a estratégia de não-violência mais poderosa para acabar com o ciclo de violência, garantir a segurança de Israel e alcançar a libertação da Palestina. Comparados a Israel, o poder e riqueza palestinos são mínimos. Mesmo assim, Israel se nega a interromper a ocupação ilegal de territórios. O mundo precisa agir ou o custo disso será insuportável.

O fundo de pensão holandês ABP investe em bancos israelenses responsáveis por patrocinar a colonização da Palestina. Bancos de peso, como Barclays investem em fornecedores de armas israelenses e outras empresas envolvidas com a ocupação. A britânica G4S fornece amplo equipamento de segurança utilizado pelas Forças de Defesa de Israel na ocupação. A Veolia, da França, opera o transporte para os colonos israelenses que vivem ilegalmente em terras palestinas. A gigante da informática Hewlett-Packard oferece um sistema sofisticado que monitora o movimento dos palestinos. A Caterpillar fornece tratores que são usados para demolir casas e destruir fazendas palestinas. Se criarmos o maior apelo global da história para que essas empresas retirem seus investimentos em negócios ligados à ocupação, vamos mostrar claramente que o mundo não será mais cúmplice deste derramamento de sangue. O povo palestino está pedindo ao mundo que apoiemos essa solução e israelenses progressistas também a apoiam. Vamos nos juntar a eles: https://secure.avaaz.org/po/israel_palestine_this_is_how_it_ends_loc/?bTmycbb&v=42687

Nossa comunidade tem trabalhado para trazer paz, esperança e mudanças a alguns dos conflitos mais intensos do mundo. Em muitas ocasiões, isso exige que tomemos atitudes duras para atacar a raiz do problema. Durante anos, temos procurado soluções para este pesadelo, mas com essa nova onda de horrores em Gaza chegou a hora de apelar para sanções e corte de investimentos e, finalmente, dar um fim ao conflito entre israelenses e palestinos.

Com esperança e determinação,

Alice, Fadi, Ben, Laila, Anna, Ricken, Jo, Nell, Mais e toda a equipe da Avaaz

 

 

11:42 · 17.02.2013 / atualizado às 11:43 · 17.02.2013 por

O Papa Bento XVI apareceu na janela de seus aposentos no Vaticano para abençoar os milhares de fiéis que se reuniram na manhã deste domingo (17) na Praça São Pedro, durante sua primeira bênção dominical do Ângelus desde o anúncio de sua renúncia – e a penúltima antes de sua saída, marcada para o dia 28 de fevereiro.

O Papa Bento XVI foi direto ao assunto. “A igreja precisa se renovar. seus membros precisam descobrir o caminho da igualdade e do fortalecidmento da fé”.

09:08 · 31.12.2012 / atualizado às 09:08 · 31.12.2012 por

Em até três anos uma vacina contra o vício em cocaína deve estar pronta para ser utilizada em hospitais, informou o pesquisador do projeto  para desenvolver o produto nos Estados Unidos, professor e psiquiatra da Universidade Baylor de Medicina, Thomas Kosten. O especialista declara que , o tratamento tem função terapêutica e não ‘previne’ o vício, mas fortalece o sistema imunológico do dependente e ajuda a combater o uso da droga.

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Jornalista com mais de 40 anos de atuação acompanha de lupa os movimentos da classe política. Crítico, ácido e atuante, o blog leva ao leitor fatos reais.

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