Cocó: Preservação depende de regulamentação do parque
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Maior área verde de Fortaleza, o Parque Ecológico do Cocó só estará de fato protegido quando for regulamentado. A avaliação foi feita pela procuradora da República Nilce Cunha Rodrigues durante a audiência pública convocada para discutir a regularização do parque e que foi realizada, nesta quarta-feira (20), pelo Ministério Público Federal, no auditório da biblioteca da Universidade de Fortaleza (Unifor). A falta de regulamentação do Cocó, como lembrou a procuradora, está contribuindo, inclusive, para que sejam emitidas decisões judicias que autorizam a construção e o desmatamento em áreas que já poderiam estar protegidas legalmente.
Professora de Direito Ambiental da Unifor, Mary Lúcia Andrade apresentou, durante a audiência, uma série de benefícios que trazem os mangues e as dunas localizados na área do parque. Esses benefícios, entre os quais estão a regulação do clima na cidade, a proteção e o controle de lençol freático e a diversidade de fauna e flora, tornam ainda mais urgente, como demonstrou a professora universitária, a necessidade de regulamentação da área.
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