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Categoria: Música


16:11 · 23.01.2017 / atualizado às 16:11 · 23.01.2017 por
09:27 · 21.01.2017 / atualizado às 09:27 · 21.01.2017 por

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Ricardo Bacelar volta ao palco do teatro e cine São Luiz neste sábado para presentear o público com o seu “Concerto para moviola”.

Sucesso nos palcos do mundo, o concerto é uma oportunidade maravilhosa para os admiradores da música universal e da obra de Bacelar, um músico de gosto e talento impressionantes.

15:49 · 17.01.2017 / atualizado às 15:49 · 17.01.2017 por

Bacelar 17 

Uma mistura de clássicos do cenário jazzístico internacional, como ‘Birdland’ (Joe Zawinul), ‘So May It Secretely Begin’ (Pat Metheny) e ‘March Majestic’ (Bob Mintzer), pérolas da música brasileira, como ‘Sabiá’ (Chico Buarque/Tom Jobim), ‘Palhaço’ (Egberto Gismonti/ Geraldo Carneiro), ‘Água de beber’ (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes), ‘Setembro’ (Ivan Lins/ Vitor Martins/Gilson Peranzzetta) e ‘Nanã’ (Moacir Santos/Mario Telles) e temas de autoria própria, como ‘Cordilheira’, ‘Moviola’, ‘Enquanto isso, chove…’ e ‘Apartheid blues’. O repertório é de Concerto para Moviola, que o pianista, compositor e arranjador Ricardo Bacelar apresenta no dia 21 de janeiro, às 19h30 no Cineteatro São Luiz.

Baseado em pesquisas feitas por Ricardo sobre teclados analógicos dos grupos de jazz dos anos 1970 e 1980, sobre a música brasileira e o uso do piano acústico, Concerto para Moviola estreou no tradicional Festival Jazz & Blues, em fevereiro de 2015, quando fez duas apresentações, uma em Guaramiranga e outra em Fortaleza. A segunda resultou no CD e DVD gravados ao vivo no Teatro Via Sul. “Tive o cuidado em escolher músicas de que eu gosto muito. Fiz um disco que eu gostaria de ouvir, que me agradasse e que agradasse a meus amigos, que gostam de boa música”, diz Ricardo.

De lá para cá, Bacelar coleciona conquistas dentro e fora do país. O disco foi lançado no Brasil e nos Estados Unidos, obtendo boa repercussão em grandes jornais brasileiros e na mídia especializada de jazz dos EUA. Concerto para Moviola chegou no número 54 das rádios americanas de jazz nos EUA e desde meados de agosto ocupa a lista dos 100 artistas mais executados nas rádios do segmento jazz, segundo o chart da Jazz Week. O disco recebeu elogios de importantes críticos americanos, como Jonh Nobel, Chris Spector, Edward Blanco e Ron Winstock, citado em importantes veículos de jazz, como Jazz Blues Report, All About Jazz, Midwest Record e Jazz Weekly, com críticas, também em sites europeus.

Este é o segundo trabalho solo de Ricardo Bacelar. O primeiro, In natura, foi lançado em 2001 e teve as participações especiais de Belchior, Frejat, Waldonys, Kátia Freitas e do Hanoi-Hanoi, grupo do qual Ricardo foi integrante e que fez muito sucesso com ‘Totalmente demais’ (Tavinho Paes/ Arnaldo Brandão/Robério Rafael), em 1986.

Em Concerto para Moviola Ricardo Bacelar (piano acústico e teclados) conta com alguns dos músicos mais respeitados da cena cearense. São eles: Ronaldo Pessoa (guitarra), co-produtor do CD/DVD, Luizinho Duarte (bateria), Miquéias dos Santos (contrabaixo), Marcus Vinicius Cardoso (violino), Maria Helena Lage (teclados e percussão), Hoto Júnior (percussão) e Bob Mesquita (sax soprano, sax tenor e flauta). Gabriel Lage assina a direção e a edição do DVD, que aproxima o espectador ao criar um clima intimista, privilegiando cada músico em cena.

Além das mídias convencionais em CD e DVD, Concerto para Moviola também está disponível em todas as lojas virtuais e serviços de streaming, como iTunes, Spotify, Deezer, Google Play, Apple Music e Rdio.

09:39 · 15.01.2017 / atualizado às 09:39 · 15.01.2017 por

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O Advogado e músico, Ricardo Bacelar, volta aos palcos de Fortaleza no próximo dia 21 de janeiro com o concerto Moviola.

Bacelar, que concorreu aos mais importantes prêmios mundiais em 2016, fará apresentação com mais de uma hora de duração e apresentará novidades ao seu público e aos que forem ao cine teatro São Luiz.

11:21 · 11.01.2017 / atualizado às 11:21 · 11.01.2017 por

Bacelar
Com concerto marcado para o dia 21 próximo, Ricardo Bacelar, abre a temporada de grandes apresentações no Cine Teatro São Luiz, o mais novo espaço para grandes apresentações e concertos no Ceará.

AdvogAdo e músico, Ricardo Bacelar, mostra com seu talento que é possível defender causas, pessoas e, paralelo ao  trabalho, desenvolver o lado artístico lançando ao público,  o melhor da música.

18:39 · 06.01.2017 / atualizado às 18:39 · 06.01.2017 por

O disco ‘Concerto para Moviola’ foi lançado no Brasil e nos Estados Unidos, obtendo boa repercussão em grandes jornais brasileiros e na mídia especializada de jazz dos EUA.

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Uma mistura de clássicos do cenário jazzístico internacional, como ‘Birdland’ (Joe Zawinul), ‘So May It Secretely Begin’ (Pat Metheny) e ‘March Majestic’ (Bob Mintzer), pérolas da música brasileira, como ‘Sabiá’ (Chico Buarque/Tom Jobim), ‘Palhaço’ (Egberto Gismonti/ Geraldo Carneiro), ‘Água de beber’ (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes), ‘Setembro’ (Ivan Lins/ Vitor Martins/Gilson Peranzzetta) e ‘Nanã’ (Moacir Santos/Mario Telles) e temas de autoria própria, como ‘Cordilheira’, ‘Moviola’, ‘Enquanto isso, chove…’ e ‘Apartheid blues’. O repertório é de Concerto para Moviola, que o pianista, compositor e arranjador Ricardo Bacelar apresenta no dia 21 de janeiro, às 19h30 no Cineteatro São Luiz.

Baseado em pesquisas feitas por Ricardo sobre teclados analógicos dos grupos de jazz dos anos 1970 e 1980, sobre a música brasileira e o uso do piano acústico, Concerto para Moviola estreou no tradicional Festival Jazz & Blues, em fevereiro de 2015, quando fez duas apresentações, uma em Guaramiranga e outra em Fortaleza. A segunda resultou no CD e DVD gravados ao vivo no Teatro Via Sul. “Tive o cuidado em escolher músicas de que eu gosto muito. Fiz um disco que eu gostaria de ouvir, que me agradasse e que agradasse a meus amigos, que gostam de boa música”, diz Ricardo.

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De lá para cá, Bacelar coleciona conquistas dentro e fora do país. O disco foi lançado no Brasil e nos Estados Unidos, obtendo boa repercussão em grandes jornais brasileiros e na mídia especializada de jazz dos EUA. Concerto para Moviola chegou no número 54 das rádios americanas de jazz nos EUA e desde meados de agosto ocupa a lista dos 100 artistas mais executados nas rádios do segmento jazz, segundo o chart da Jazz Week. O disco recebeu elogios de importantes críticos americanos, como Jonh Nobel, Chris Spector, Edward Blanco e Ron Winstock, citado em importantes veículos de jazz, como Jazz Blues Report, All About Jazz, Midwest Record e Jazz Weekly, com críticas, também em sites europeus.

Este é o segundo trabalho solo de Ricardo Bacelar. O primeiro, In natura, foi lançado em 2001 e teve as participações especiais de Belchior, Frejat, Waldonys, Kátia Freitas e do Hanoi-Hanoi, grupo do qual Ricardo foi integrante e que fez muito sucesso com ‘Totalmente demais’ (Tavinho Paes/ Arnaldo Brandão/Robério Rafael), em 1986.

Em Concerto para Moviola Ricardo Bacelar (piano acústico e teclados) conta com alguns dos músicos mais respeitados da cena cearense. São eles: Ronaldo Pessoa (guitarra), co-produtor do CD/DVD, Luizinho Duarte (bateria), Miquéias dos Santos (contrabaixo), Marcus Vinicius Cardoso (violino), Maria Helena Lage (teclados e percussão), Hoto Júnior (percussão) e Bob Mesquita (sax soprano, sax tenor e flauta). Gabriel Lage assina a direção e a edição do DVD, que aproxima o espectador ao criar um clima intimista, privilegiando cada músico em cena.

Além das mídias convencionais em CD e DVD, Concerto para Moviola também está disponível em todas as lojas virtuais e serviços de streaming, como iTunes, Spotify, Deezer, Google Play, Apple Music e Rdio.

15:13 · 21.11.2016 / atualizado às 15:13 · 21.11.2016 por

A Fundação Raimundo Fagner apresenta em novembro e dezembro o Concerto de Música Ibero-Americana, com direção musical de Ezequiel Moreira. A programação acontece em Fortaleza, Orós e Icó, somando cinco apresentações. A abertura será em Fortaleza, nos dias 25 e 26 de novembro, às 17 horas, no Foyer do Theatro José de Alencar. No dia 02 de dezembro a apresentação será às 19h, na Igreja da Matriz de Orós e nos dias 03 e 04, também de dezembro, o grupo se apresenta às 19h no Teatro da Ribeira, em Icó.

Ainda em dezembro, o Concerto de Música Ibero-Americana será apresentado nas seguintes datas e locais: dia 18, às 18h, no Distrito de Guassusê, em Orós; dia 19, às 19h, na Fundação Raimundo Fagner – Sede Orós; dia 20, às 19h, no Festival Icoseiro, em Icó; e dia 22, também às 19h, na Fundação Raimundo Fagner- Sede Fortaleza.

O Concerto de Música Ibero–Americana é resultado das ações desenvolvidas pelo Projeto de Formação e Difusão Artística da Fundação Raimundo Fagner e do premiado Programa Aprendendo com Arte, visando a inclusão sociocultural, além de sensibilização para a história da arte e suas linguagens, em especial a música.

Com este concerto, a Fundação refaz seu percurso de 16 anos, com um resgate e uma leitura histórica da música. Partindo da Renascença até início do Século XIX, fazendo um passeio histórico nos períodos musicais, cruzando o Atlântico e atravessando os mares do tempo e da distância para apresentar uma viagem musical que se inicia em Portugal do século XVI e desembarca no Brasil do século XIX.

O repertório segue do período renascentista lusitano; dos pifes estridentes do nordeste colonial; ao batuque de negros que clamaram sua liberdade no fim do Romantismo. Entre os compositores, obras de António Carrera, Spix e Martius, Luís Álvares Pinto, entre outros. Uma bela mistura harmônica onde todos os educandos/artistas e envolvidos representam a figura de uma pátria formada de muitas cores e ritmos.

O concerto apresenta em seu contexto uma correlação com os reinos renascentistas que correspondem hoje à nação Portuguesa. Revelam-se também elementos que ainda refletem em nossos costumes musicais, heranças que serão apresentadas em canções e peças instrumentais como villancetes, oratórios, ofícios religiosos, lundus, modinhas e a canção nacionalista.

Fundação Raimundo Fagner
A Fundação Social Raimundo Fagner foi criada em Abril de 2000 na cidade de Orós, numa parceria com a Fundação Banco do Brasil/Programa AABB Comunidade. Em 2003 inicia suas atividades no bairro do Parque Itamarati, na periferia de Fortaleza. Atualmente atende a um público formado por 400 crianças e adolescentes, de 7 a 17 anos de idade.

As ações da FRF são desenvolvidas através do Projeto Aprendendo com Arte, que visa promover o desenvolvimento humano, o pensamento artístico e a percepção estética através de oficinas nas diversas áreas artísticas, sendo a música o foco principal de suas ações.

Ao longo dos anos, o trabalho da fundação foi reconhecido com diversas premiações, como o Ponto de Cultura (2005); Prêmio Escola Viva (2007); Prêmio de apoio a pequenos eventos e Ponto de Valor, do Ministério da Cultura/PNUD (2009); Criança Esperança (2006), Prêmio Itau/Unicef – vencedor nacional (2009); Programa Escola Associada a UNESCO (2012); vencedor nacional do Prêmio ODM (2014).

07:58 · 26.10.2016 / atualizado às 07:58 · 26.10.2016 por

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Cearense de Sobral, nascido em 26 de outubro de 1946, Antônio Carlos Belchior completa hoje 70 anos como um dos enigmas indecifráveis da música popular do Brasil. Se haverá festa, ninguém sabe onde. Sem paradeiro certo, Belchior está sumido há oito anos, mais precisamente desde 2008. De artista recluso, o cantor e compositor passou a viver como foragido desde que a Justiça começou a cobrar dívidas deste senhor latino-americano sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e sem shows. O presente pelos 70 anos é dado ao público do artista neste mês de outubro através da caixa Três tons de Belchior, produzida pela gravadora Universal Music com reedições em CD de três álbuns do cantor.

Um desses álbuns, o único título de fato relevante dentre os três reeditados no box, completa 40 anos. Marco da discografia de Belchior, Alucinação (Philips, 1976, * * * * *) ganha a melhor reedição em CD na caixa editada com curadoria e textos do jornalista Renato Vieira. A atual reedição reproduz, no tamanho reduzido do CD, o encarte do LP original de 1976. E o som volta tinindo, por conta da exemplar remasterização feita por Ricardo Garcia (padrão sonoro de qualidade que se repete nas reedições dos outros dois discos).

Produzido pelo então quase iniciante Marco Mazzola, Alucinação tem arranjos de José Roberto Bertrami e repertório inteiramente autoral (composto sem parceiros) que inclui o hit radiofônico Apenas um rapaz latino-americano, os dois petardos roqueiros disparados pela cantora gaúcha Elis Regina (1945 – 1982) no show Falso brilhante (1975 / 1977) – Como nossos pais e Velha roupa colorida – e a regravação de A palo seco, música que Belchior lançara há dois anos no álbum de estreia, editado pela gravadora Continental em 1974 sem a merecida repercussão.

Alucinação, o álbum, inventaria perdas e danos da geração que tentou mudar o mundo na década de 1960. Belchior alfinetava a turma anterior, lembrando que o que há algum tempo era novo, jovem, já podia ser antigo naquele ano de 1976. Decorridos 40 anos da edição original, Alucinação hoje pode soar como álbum datado, até antigo, mas jamais velho porque, descontadas as referências da época, os embates entre gerações continuam girando em torno das mesmas questões universais expostas com contundência por Belchior em letras que iam direto ao ponto, sem firulas e metáforas.

Já os dois outros álbuns da caixa, Melodrama (PolyGram, 1987, * * 1/2) e Elogio da loucura (PolyGram, 1988, * * 1/2) – ambos até então inéditos no formato de CD – soam velhos, datados, inclusive por conta da eletrônica sonoridade oitentista imposta ao artista na época. Basta comparar a regravação modernosa de Todo sujo de batom (1974), manchada com os teclados da época em Melodrama, com os registros feitos pelo compositor em 1974 e em 1977 (o segundo foi o melhor deles, sendo destaque do bem-sucedido álbum Coração selvagem, editado naquele ano de 1977 pela Warner Music).

Embora Belchior tenha tentado se afinar com o som da década de 1980, Melodrama – analisado hoje sob o benefício da perspectiva do tempo – já soa como disco fora de moda na época do lançamento. Belchior já era outro e precisava rejuvenescer, mas não o fez. A música brasileira também já era outra. Contudo, em Elogio da loucura, o artista ainda tentou atualizar a ideologia de Alucinação em letras que, no geral, soaram mais contundentes do que as melodias. De todo modo, o pastiche sonoro de boa parte da produção fonográfica da década de 1980 voltou a dar o tom em Elogio da loucura, outro disco fora de moda já na época do lançamento.

A própria MPB, corrente na qual Belchior se integrara ao longo dos áureos anos 1970, já começava a ficar fora de moda em 1988, suplantada pela geração pop do rock brasileiro e pelos pagodeiros dos quintais cariocas que conquistaram fama ao longo daquela década. Não por acaso, Marisa Monte despontou para o sucesso nacional em janeiro de 1989 com uma música brasileira de sotaque mais pop, deixando velhos (ao menos naqueles anos) ícones da MPB de gerações anteriores à dela.

Belchior foi um desses ícones. Empurrado para a margem do mercado fonográfico a partir da década de 1990, Belchior nunca mais gravou um disco com a repercussão, mesmo modesta, obtida por Melodrama e Elogio da loucura na mídia. O cantor e compositor passou a viver do passado de glória, fazendo shows com os sucessos que lhe garantiriam o sustento e um público fiel. Até que, por volta de 2007, a cabeça de Belchior começou a sair dos trilhos existenciais e a agenda de shows começou a ficar progressivamente vazia. A reclusão se tornou fuga que, com o passar do tempo, adquiriu caráter lendário.

Aos 70 anos de vida, Antônio Carlos Belchior se transformou no enigma que ninguém consegue decifrar. A oportuna caixa Três tons de Belchior reaviva parte do legado do artista e as ideias de uma mente que parece sempre ter estado em ebulição.

(G1)

05:50 · 21.07.2016 / atualizado às 05:50 · 21.07.2016 por

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O Brasil musical, cultural, político, esportivo esteve daqui na casa do cantor Wesley Safadão, no Porto das dunas, em Aquiraz, no Ceará.

O encontro na casa de WS, como assina Wesley Safadão, era para gravar um DVD exclusivo para os fãs com os amigos e fãs. O jogador Ronaldinho Gaúcho desembarcou de jatinho ao noitecer desta quarta-feira(20) e foi direto pra festa. O deputado Domingos neto, é o único político cearense presente.

16:40 · 09.05.2016 / atualizado às 16:46 · 09.05.2016 por

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“Ricardo Bacelar vai concorrer na 17a edição do Grammy Latino com o seu CD e DVD Concerto para Moviola – ao vivo.

A entrega dos prêmios aos vencedores será em novembro, em Las Vegas”. Ricardo Bacelar é pianista, compositor e faz apresentações e concertos em todo o país.