Roberto Moreira

Categoria: Literatura


18:46 · 09.12.2018 / atualizado às 18:46 · 09.12.2018 por

Na noite deste último dia 06 de dezembro, no Palácio da Luz, sede da Academia Cearense de Letras e das suas congêneres afiliadas, ocorreu a última Assembleia Geral Ordinária da ACLJ neste ano.

No início da solenidade houve investidura da nova Diretoria para o biênio 2019/2020, e tomou posse na Cadeira de nº 28, patroneada pelo grande Patativa do Assaré, o poeta popular, violeiro e literato de cordel Geraldo Amâncio, que descerrou o retrato pictórico do Patrono Perpétuo da Cadeira.

Em seguida, cumprindo a sua mais importante tradição, a ACLJ outorgou o título “Homem do Ano no Ceará em 2018” ao Engenheiro Ângelo José Negreiros Guerra, que fora proposto pelo confrade Cássio Borges e eleito pela Decúria Diretiva, considerado o melhor Diretor-Geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) nos últimos 30 anos.

Essa láurea foi instituída em 2016, visando distinguir anualmente um cearense, por honra ao mérito, tendo em vista o seu desempenho profissional no ramo de atividade que ele exerça – seja no âmbito estadual ou com maior abrangência geográfica.

O Dr. Ângelo Guerra é o eleito deste ano – a personalidade que mais se destacou na vida pública no Estado, pelos critérios da ACLJ, à frente daquela autarquia, meritória instituição dedicada ao combate dos problemas climáticos do semiárido brasileiro, que exatamente agora chega à marca dos 109 anos de existência. Cássio Borges lhe entregou o diploma e o Deputado Daniel Oliveira fez a entrega da medalha.

Na oportunidade, receberam o título “Destaque Cearense” o Ministro Ubiratan Diniz de Aguiar, Presidente da Academia Cearense de Letras (ACL), e o Administrador Romildo Carneiro Rolim, Presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

Ubiratan Aguiar, que neste final de ano entrega o mandato de dois anos, em sua brilhante gestão à frente da ACL criou o Colégio de Presidentes de Entidades Culturais do Ceará, promoveu o Primeiro Grito Pela Cultura, no Teatro José de Alencar, e fundou o Memorial da Cultura Cearense, no subsolo do Palácio da Luz, com modernos recursos eletrônicos.

Romildo Rolim, funcionário de carreira do BNB, vem se desempenhando com grande competência na sua presidência, indicado que foi para o cargo por critério eminentemente técnico, até por conhecer intimamente aquela importante instituição financeira de fomento, e nutrir por ela um grande amor profissional. Estando em Brasília, acompanhando a transição de Governo, recebeu os símbolos da sua comenda, das mãos do acadêmico Arnaldo Santos, o seu  Chefe de Gabinete, José Andrade Costa.

Com o auditório principal do Palácio da Luz repleto, compuseram a Mesa de Honra a Escritora Ângela Gutiérrez, Presidente Eleita da Academia Cearense de Letras, Reginaldo Vasconcelos, Presidente da ACLJ, o ex-governador Lúcio Alcântara, Presidente do Instituto do Ceará, a Empresária Paula Queiroz Frota, Presidente do Conselho Administrativo do Grupo Edson Queiroz, o Professor Rui Martinho Rodrigues, Presidente Emérito da ACLJ, o Engenheiro Ângelo Guerra, Diretor-Geral do Dnocs, e o Empresário Miguel Dias Filho, Presidente do Grupo Cidade de Comunicação.

A solenidade, tendo como Mestre de Cerimônia o Jornalista Vicente Alencar, teve início com o toque do trompete triunfal, pelo arauto oficial da ACLJ, Jean Carlos, seguido pela execução do Hino Nacional, pela Banda de Música do Corpo de Bombeiros. Depois, Jean Carlos tocou ao flugelhorn o “Cântico Cearense”, composta pelo Membro Benemérito Evaldo Gouveia para ser a “Canção da Academia”.

Compareceram ao evento os acadêmicos Beneméritos  Lúcio Alcântara, Paula Queiroz Frota, Miguel Dias Filho, Ubiratan Aguiar e José Alberto Bardawil; os Titulares Rui Martinho Rodrigues, Reginaldo Vasconcelos, Arnaldo Santos, Paulo César Norões, Karla Karenina, Alana Girão, Dorian Sampaio Filho, Denise Gurgel Sampaio, Adriano Vasconcelos, Paulo Ximenes, Aluísio Gurgel Júnior, Cândido Albuquerque, Augusto Borges, João Pedro Gurgel, Cássio Borges, Geraldo Jesuino, Vianney Mesquita, Humberto Ellery, Totonho Laprovítera e Roberto Moreira. Também presente o membro honorário Marcos Maia Gurgel. Confirmara presença e não compareceu, por razão não informada, o acadêmico Djalma Pinto.

Falaram o Presidente Emérito Rui Martinho Rodrigues, para declarar aberta a sessão, e finalmente encerrá-la; o Presidente Reginaldo Vasconcelos, falando sobre o concurso Homem do Ano; o poeta Geraldo Amâncio, que agradeceu, em versos, sua indicação e eleição; o Ministro Ubiratan Aguiar, fazendo um breve balanço da sua gestão à frente da ACL; o Engenheiro Cássio Borges, assim como os dois filhos de Ângelo Guerra, Emanuel e João Paulo, o saudaram  – e o próprio Ângelo Guerra falou ao final, para expressar a sua emoção ao receber a homenagem. O

17:43 · 23.11.2018 / atualizado às 17:43 · 23.11.2018 por
Eduardo Diogo é advogado, escritor e ex-secretário do Planejamento e Gestão do Governo do Estado do Ceará.
Eduardo Diogo recebeu no auditório da FIEC, amigos e admiradores para o lançamento do livro Muda Brasil, versão brasileira da obra “It Was About Hope”, lançada nos Estados Unidos. A publicação adaptada aborda as eleições presidenciais de 2016 que elegeram Donald Trump presidente dos EUA, os pilares da fundação e os princípios eleitorais americano. Antes da sessão de autógrafos, o autor participou de uma bate-papo com Marcial Conte sobre a obra, dando destaque às propostas inovadoras apresentadas na publicação para a nação brasileira. Detalhe: o livro também será lançado em Salvador, dia 27 de novembro, e em Brasília, em março do ano que vem na sede do Superior Tribunal de Justiça.
O superintendente do Sistema Verdes Mares, Edson Queiroz Neto, participou da discussão e do lançamento da obra.
22:33 · 23.04.2017 / atualizado às 22:33 · 23.04.2017 por

Em dez dias, 450 mil pessoas passaram pelo Centro de Eventos do Ceará. A XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, que se encerra no Dia Mundial do Livro, movimentou cerca de R$ 5 milhões e gerou 3100 empregos diretos e indiretos. Sempre com entrada franca, foram 125 horas de programação com qualidade e diversidade destacadas pelo público

“Cada pessoa, um livro; o mundo, a biblioteca”. Com este tema, a XII Bienal Internacional do Livro do Ceará celebrou os títulos de papel, que, tanto quanto os moradores, povoam casas e aplacam solidões, como afirmou o escritor português Valter Hugo Mãe, dialogando com a escritora cearense Cleudene Aragão, dois dos 168 autores convidados pelo evento, entre grandes nomes da literatura do Ceará, do Brasil e de diversos países.

Indo além da condição de referência para o setor como o maior evento cultural do Estado, a Bienal foi destaque no dia dos cearenses e visitantes, pautando o livro e a leitura nos meios de comunicação, nas conversas entre familiares, colegas, amigos, com grande e positiva repercussão também nas redes sociais. Autores e leitores, histórias e ideias estiveram fortemente presentes na agenda da sociedade. Com sucesso de público, com mais de 450 mil pessoas passando pelo Centro de Eventos, a Bienal contabilizou uma média de público de 45 mil participantes por dia, mesmo com os problemas no sistema viário da Capital, registrados nos dias 19 e 20.

Além de encontros e experiências inesquecíveis, diálogos com grandes autores, realização de sonhos e de transformações pessoais, a Bienal também se destacou pela forte contribuição à economia do estado. O evento gerou 3.100 empregos diretos e indiretos, com 350 editoras presentes, distribuídas em 110 estandes, trazendo à Bienal cerca de 60 mil títulos, nada menos que 120 toneladas de livros. A movimentação financeira estimada é de R$ 5 milhões montante avaliado como bastante positivo, tendo em vista a atual conjuntura econômica do País.

Estendendo-se ao longo de 10 dias, aberta ao público na maioria deles de 9h às 22h, a Bienal promoveu 125 horas de atividades, entre debates, lançamentos de livros, contações de história, conversas com autores, apresentações teatrais, circenses e musicais, oficinas, jogos, declamações, cantorias, cortejos e muitas outras manifestações. Tudo isso distribuído por mais de 20 salas, em três andares.

As ações da Bienal Fora da Bienal estenderam a programação do evento a outros dez ambientes externos, em Fortaleza e outros quatro municípios cearenses: Aquiraz, Caucaia, Redenção e Itaitinga. As areias da praia do Titanzinho, o jardim de girassóis da Unidade Prisional irmã Imelda em Aquiraz, a comunidade dos índios Anacé, a praia do Vila do Mar, no Pirambu, e as ruas do Centro de Fortaleza, entre outros espaços, contaram com a presença de diversos escritores convidados da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, mobilizando visitantes, moradores e afetos, em momentos inclusivos e especiais.

Em um dos seus grandes diferenciais, esta foi a Bienal dos mestres e mestras da Cultura do Ceará, presentes todos os dias na programação. A Bienal dos escritores cearenses lado a lado, em todas as mesas de diálogos, com autores de outros estados e países. Da acessibilidade cultural e da educação inclusiva, com a programação especial de experiências sensoriais, de circo e de audiodescrição, além dos intérpretes de Libras. Das crianças que compartilharam leituras com os pais e dos adolescentes de diversos bairros que mergulharam na programação da literatura fantástica, das batalhas épicas e dos RPGs. Dos cordelistas e repentistas que lotaram a todo momento a Praça do Cordel comprovando a força da literatura popular. Dos autores e personagens reunidos nos bate-papos do Café Literário. Da programação de artes e ciências, de agentes de leitura, do Plano Setorial de Livro e Leitura e do Sistema Estadual de Bibliotecas. Das gerações saudosas do Cais Bar reunidos em rodas de música e conversa no espaço Fortaleza Boêmia.

 

14:24 · 19.04.2017 / atualizado às 14:24 · 19.04.2017 por
Os interessados em conhecer mais sobre as riquezas culturais cearenses não podem perder a Roda de Conversa Diálogos sobre o Patrimônio, que acontece no sábado, 22 de abril, no estande do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), na Bienal Internacional do Livro do Ceará. O debate marca o lançamento dos livros Aquarelas do Ceará Oitocentista e Tombamento: afetos construídos. O espaço do Iphan na Bienal apresenta ao público mais de 30 títulos, em edições de fino acabamento e celebrado conteúdo, disponíveis a preços módicos.

Ceará histórico
Em luxuosa edição, comentada pelo professor Liberal de Castro, Aquarelas do Ceará Oitocentista é uma publicação exclusiva do Iphan, que reúne de forma inédita a dispersa produção do aquarelista e desenhista José dos Reis Carvalho. O artista participou da Comissão Científica de Exploração, expedição que percorreu o Ceará entre os anos de 1859 e 1861, sob os auspícios do Imperador Pedro II, com o objetivo de estudar cientificamente aquela que era uma das províncias mais desconhecidas do Império Brasileiro.

Reis Carvalho, aluno de Jean Baptiste Debret, é autor das primeiras representações pictóricas das paisagens cearenses de que se tem notícia, percorrendo temas dos mais diversos, entre a botânica e a etnografia, a geologia e as paisagens urbanas, compondo, ao longo de mais uma centena de estampas, um valioso mosaico do que era o Ceará de meados do século XIX.

Patrimônio e memória
Em Tombamento: Afetos Construídos, a autora Manoela Bacelar discorre sobre o patrimônio cultural da capital cearense e sua relação com a preservação da memória local. A roda de conversa será às 19h, no sábado dia 22 de abril, com a superintendente do Iphan no Ceará, Geovana Cartaxo, a advogada e autora Manoela Bacelar, o professor Liberal de Castro, Ramiro Teles e Itala Byanca.

Edições do Iphan
O Iphan publicou – desde sua criação, em 1937 – cerca de 1,5 mil títulos, que proporcionam a estudantes, pesquisadores, professores e ao público em geral um conjunto de obras de referência, essenciais ao conhecimento do processo de formação do patrimônio cultural brasileiro. As obras são relacionadas às atividades de registro e valorização do patrimônio material e imaterial, e a projetos de restauração e recuperação de centros históricos, entre muitos outros temas.

As publicações do Instituto oferecem ao leitor um panorama tão extenso e rico quanto a diversidade desse patrimônio: conteúdos inéditos, estudos recentes, novas propostas acadêmicas e educativas, projetos de restauração, o registro de nossa cultura imaterial – com os modos de fazer, saber e falar -, além da reedição de renomadas obras de referência.

A Bienal acontece no Centro de Eventos do Ceará, de 9h às 22h, e vai até o dia 23 de abril.

06:33 · 17.04.2017 / atualizado às 18:22 · 17.04.2017 por

No segundo dia da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, no sábado (15), Luiz Ruffato, autor de “Eles eram muitos cavalos” e Socorro Acioli, autora de “Cabeça do Santo”, enriqueceram a programação refletindo sobre “Em que medida o real incita a gerar novos mundos?”.

Fabiano dos Santos, secretário da Cultura do Ceará; Lira Neto, jornalista, escritor e curador da Bienal; e os escritores Affonso Romano de Sant´Anna e Marina Colasanti foram algumas das várias presenças que prestigiaram os escritores, ambos ganhadores do Prêmio Jabuti e grandes nome da literatura brasileira contemporânea.

11:15 · 05.04.2017 / atualizado às 11:15 · 05.04.2017 por

O presidente do Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o Desenvolvimento do Estado do Ceará (Inesp), George Valentim, recebe, na manhã dessa quarta-feira (05/04), representantes de associações que trabalham com pessoas com deficiência visual.

Na oportunidade, será feita a entrega de títulos em Braille publicados pelo Instituto e discutida a formação de uma parceria com as entidades com vistas à edição de material gráfico em Braille, de forma a atender as demandas das instituições. A Associação das Mulheres Especiais (AME), Associação dos Cegos do Estado do Ceará (Acec) e do Instituto dos Cegos do Ceará estão entre as entidades beneficiadas.

O Braille é um sistema de leitura em que os caracteres de um alfabeto convencional se indicam por pontos em alto relevo, e as pessoas com deficiência visual os distinguem por meio do tato. As publicações são impressas na própria gráfica do Instituto, que conta com uma impressora Braille, e têm a contribuição de dois técnicos, deficientes visuais, responsáveis por todo o processo de transcrição e formatação da obra, que ao final é encaminhada para impressão e acabamento.

Estatuto da Criança e do Adolescente, Estatuto do Desarmamento, Estatuto dos Funcionários Públicos e Civis do Estado do Ceará, Estatuto do Idoso, Guia Cultural de Fortaleza, Lei Maria da Penha, Cordel Lei Maria da Penha e Nova Ortografia da Língua Portuguesa são algumas das publicações disponibilizadas pelo Inesp, gratuitamente, na versão em Braille.

10:31 · 04.04.2017 / atualizado às 10:31 · 04.04.2017 por


O Cardeal Dom Hummes faz conferência em Fortaleza sobre as grandes metas do Papa Francisco. O  livro será  lançado  pela Livraria Paulus nesta terça-feira(4) Faculdade Católica de Fortaleza em duas conferências abertas ao público em geral.

Vinte e uma são as grandes metas do Papa Francisco enumeradas pelos Cardeal Hummes no livro que será lançado. As atividades acontecerão nos turnos da manhã, 7h30 ao meio dia e noite, das 18h30 às 21h30. Fará  apresentação da obra o reitor da FCF padre Antonio Almir Magalhães.

A publicação nasceu da admiração do cardeal Dom Cláudio Hummes pelo Papa Francisco e do desejo de homenagear o Santo Padre pelo seu aniversário de oitenta anos de vida. Por outro lado, o livro foi lançado para celebrar seu extraordinário pontificado, que vem mostrando ao mundo inúmeras atitudes de um autêntico espírito evangélico e iniciativas que estão mudando os rumos da Igreja.

Com olhar minucioso, o ex-arcebispo de Fortaleza(que esteve presente no Conclave que elegeu, em março de 2013, o cardeal Jorge Mário Bergoglio como novo Papa e continua muito próximo de Francisco) apresenta ao leitor as prioridades do Papa para guiar a Igreja de Cristo.  Entre as muitas considerações do Sumo Pontífice, em suas catequeses e homilias, a obra destaca 21 temas, considerados por ele como assuntos pertinentes à propagação do Evangelho de Cristo e para uma Igreja Missionária. São expostas entre as reflexões: “Novo papa, novo tempo”; “Chorar os mortos que ninguém chora”; e “Os pobres – Igreja pobre e para os pobres”.

Dom Cláudio Hummes foi arcebispo em Fortaleza de 1996 a 1998. Hoje é arcebispo emérito na Arquidiocese de São Paulo. É amigo do Papa Francisco, apareceu com ele no Balcão de São Pedro quando foi apresentado como novo papa da Igreja. Foi por uma frase do cardeal Hummes, ‘não se esqueça dos pobres’, que o pontífice escolheu o nome de Francisco.

13:12 · 03.04.2017 / atualizado às 13:12 · 03.04.2017 por

Vinte e uma são as grandes metas do Papa Francisco enumeradas pelos Cardeal Hummes em um livro que será lançado nesta terça-feira,  dia 4 de abril, na Faculdade Católica de Fortaleza – FCF em parceria com a Livraria Paulus. As atividades acontecerão nos turnos da manhã, 7h30 ao meio dia e noite, das 18h30 às 21h30. Fará  apresentação da obra o reitor da FCF padre Antonio Almir Magalhães.

A publicação nasceu da admiração do cardeal Dom Cláudio Hummes pelo Papa Francisco e do desejo de homenagear o Santo Padre pelo seu aniversário de oitenta anos de vida. Por outro lado, o livro foi lançado para celebrar seu extraordinário pontificado, que vem mostrando ao mundo inúmeras atitudes de um autêntico espírito evangélico e iniciativas que estão mudando os rumos da Igreja.

Com olhar minucioso, o ex-arcebispo de Fortaleza(que esteve presente no Conclave que elegeu, em março de 2013, o cardeal Jorge Mário Bergoglio como novo Papa e continua muito próximo de Francisco) apresenta ao leitor as prioridades do Papa para guiar a Igreja de Cristo.  Entre as muitas considerações do Sumo Pontífice, em suas catequeses e homilias, a obra destaca 21 temas, considerados por ele como assuntos pertinentes à propagação do Evangelho de Cristo e para uma Igreja Missionária. São expostas entre as reflexões: “Novo papa, novo tempo”; “Chorar os mortos que ninguém chora”; e “Os pobres – Igreja pobre e para os pobres”.

Dom Cláudio Hummes foi arcebispo em Fortaleza de 1996 a 1998. Hoje é arcebispo emérito na Arquidiocese de São Paulo. É amigo do Papa Francisco, apareceu com ele no Balcão de São Pedro quando foi apresentado como novo papa da Igreja. Foi por uma frase do cardeal Hummes, ‘não se esqueça dos pobres’, que o pontífice escolheu o nome de Francisco.

13:54 · 30.03.2017 / atualizado às 13:54 · 30.03.2017 por
19:26 · 11.03.2017 / atualizado às 19:26 · 11.03.2017 por

O presidente da Academia Cearense de
Letras, Ubiratan Aguiar, foi recebido pelo ministro da Cultura, Roberto Freire.

O Presidente da Academia Cearense de Letras, Ubiratan Aguiar, tratou de projetos para a academia e convidou o ministro para entregar o Prêmio José Telles de Literatura no Ideal Clube no dia 11 de maio às 20:00h. Convite aceito.

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