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Categoria: Literatura


22:33 · 23.04.2017 / atualizado às 22:33 · 23.04.2017 por

Em dez dias, 450 mil pessoas passaram pelo Centro de Eventos do Ceará. A XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, que se encerra no Dia Mundial do Livro, movimentou cerca de R$ 5 milhões e gerou 3100 empregos diretos e indiretos. Sempre com entrada franca, foram 125 horas de programação com qualidade e diversidade destacadas pelo público

“Cada pessoa, um livro; o mundo, a biblioteca”. Com este tema, a XII Bienal Internacional do Livro do Ceará celebrou os títulos de papel, que, tanto quanto os moradores, povoam casas e aplacam solidões, como afirmou o escritor português Valter Hugo Mãe, dialogando com a escritora cearense Cleudene Aragão, dois dos 168 autores convidados pelo evento, entre grandes nomes da literatura do Ceará, do Brasil e de diversos países.

Indo além da condição de referência para o setor como o maior evento cultural do Estado, a Bienal foi destaque no dia dos cearenses e visitantes, pautando o livro e a leitura nos meios de comunicação, nas conversas entre familiares, colegas, amigos, com grande e positiva repercussão também nas redes sociais. Autores e leitores, histórias e ideias estiveram fortemente presentes na agenda da sociedade. Com sucesso de público, com mais de 450 mil pessoas passando pelo Centro de Eventos, a Bienal contabilizou uma média de público de 45 mil participantes por dia, mesmo com os problemas no sistema viário da Capital, registrados nos dias 19 e 20.

Além de encontros e experiências inesquecíveis, diálogos com grandes autores, realização de sonhos e de transformações pessoais, a Bienal também se destacou pela forte contribuição à economia do estado. O evento gerou 3.100 empregos diretos e indiretos, com 350 editoras presentes, distribuídas em 110 estandes, trazendo à Bienal cerca de 60 mil títulos, nada menos que 120 toneladas de livros. A movimentação financeira estimada é de R$ 5 milhões montante avaliado como bastante positivo, tendo em vista a atual conjuntura econômica do País.

Estendendo-se ao longo de 10 dias, aberta ao público na maioria deles de 9h às 22h, a Bienal promoveu 125 horas de atividades, entre debates, lançamentos de livros, contações de história, conversas com autores, apresentações teatrais, circenses e musicais, oficinas, jogos, declamações, cantorias, cortejos e muitas outras manifestações. Tudo isso distribuído por mais de 20 salas, em três andares.

As ações da Bienal Fora da Bienal estenderam a programação do evento a outros dez ambientes externos, em Fortaleza e outros quatro municípios cearenses: Aquiraz, Caucaia, Redenção e Itaitinga. As areias da praia do Titanzinho, o jardim de girassóis da Unidade Prisional irmã Imelda em Aquiraz, a comunidade dos índios Anacé, a praia do Vila do Mar, no Pirambu, e as ruas do Centro de Fortaleza, entre outros espaços, contaram com a presença de diversos escritores convidados da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, mobilizando visitantes, moradores e afetos, em momentos inclusivos e especiais.

Em um dos seus grandes diferenciais, esta foi a Bienal dos mestres e mestras da Cultura do Ceará, presentes todos os dias na programação. A Bienal dos escritores cearenses lado a lado, em todas as mesas de diálogos, com autores de outros estados e países. Da acessibilidade cultural e da educação inclusiva, com a programação especial de experiências sensoriais, de circo e de audiodescrição, além dos intérpretes de Libras. Das crianças que compartilharam leituras com os pais e dos adolescentes de diversos bairros que mergulharam na programação da literatura fantástica, das batalhas épicas e dos RPGs. Dos cordelistas e repentistas que lotaram a todo momento a Praça do Cordel comprovando a força da literatura popular. Dos autores e personagens reunidos nos bate-papos do Café Literário. Da programação de artes e ciências, de agentes de leitura, do Plano Setorial de Livro e Leitura e do Sistema Estadual de Bibliotecas. Das gerações saudosas do Cais Bar reunidos em rodas de música e conversa no espaço Fortaleza Boêmia.

 

14:24 · 19.04.2017 / atualizado às 14:24 · 19.04.2017 por
Os interessados em conhecer mais sobre as riquezas culturais cearenses não podem perder a Roda de Conversa Diálogos sobre o Patrimônio, que acontece no sábado, 22 de abril, no estande do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), na Bienal Internacional do Livro do Ceará. O debate marca o lançamento dos livros Aquarelas do Ceará Oitocentista e Tombamento: afetos construídos. O espaço do Iphan na Bienal apresenta ao público mais de 30 títulos, em edições de fino acabamento e celebrado conteúdo, disponíveis a preços módicos.

Ceará histórico
Em luxuosa edição, comentada pelo professor Liberal de Castro, Aquarelas do Ceará Oitocentista é uma publicação exclusiva do Iphan, que reúne de forma inédita a dispersa produção do aquarelista e desenhista José dos Reis Carvalho. O artista participou da Comissão Científica de Exploração, expedição que percorreu o Ceará entre os anos de 1859 e 1861, sob os auspícios do Imperador Pedro II, com o objetivo de estudar cientificamente aquela que era uma das províncias mais desconhecidas do Império Brasileiro.

Reis Carvalho, aluno de Jean Baptiste Debret, é autor das primeiras representações pictóricas das paisagens cearenses de que se tem notícia, percorrendo temas dos mais diversos, entre a botânica e a etnografia, a geologia e as paisagens urbanas, compondo, ao longo de mais uma centena de estampas, um valioso mosaico do que era o Ceará de meados do século XIX.

Patrimônio e memória
Em Tombamento: Afetos Construídos, a autora Manoela Bacelar discorre sobre o patrimônio cultural da capital cearense e sua relação com a preservação da memória local. A roda de conversa será às 19h, no sábado dia 22 de abril, com a superintendente do Iphan no Ceará, Geovana Cartaxo, a advogada e autora Manoela Bacelar, o professor Liberal de Castro, Ramiro Teles e Itala Byanca.

Edições do Iphan
O Iphan publicou – desde sua criação, em 1937 – cerca de 1,5 mil títulos, que proporcionam a estudantes, pesquisadores, professores e ao público em geral um conjunto de obras de referência, essenciais ao conhecimento do processo de formação do patrimônio cultural brasileiro. As obras são relacionadas às atividades de registro e valorização do patrimônio material e imaterial, e a projetos de restauração e recuperação de centros históricos, entre muitos outros temas.

As publicações do Instituto oferecem ao leitor um panorama tão extenso e rico quanto a diversidade desse patrimônio: conteúdos inéditos, estudos recentes, novas propostas acadêmicas e educativas, projetos de restauração, o registro de nossa cultura imaterial – com os modos de fazer, saber e falar -, além da reedição de renomadas obras de referência.

A Bienal acontece no Centro de Eventos do Ceará, de 9h às 22h, e vai até o dia 23 de abril.

06:33 · 17.04.2017 / atualizado às 18:22 · 17.04.2017 por

No segundo dia da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, no sábado (15), Luiz Ruffato, autor de “Eles eram muitos cavalos” e Socorro Acioli, autora de “Cabeça do Santo”, enriqueceram a programação refletindo sobre “Em que medida o real incita a gerar novos mundos?”.

Fabiano dos Santos, secretário da Cultura do Ceará; Lira Neto, jornalista, escritor e curador da Bienal; e os escritores Affonso Romano de Sant´Anna e Marina Colasanti foram algumas das várias presenças que prestigiaram os escritores, ambos ganhadores do Prêmio Jabuti e grandes nome da literatura brasileira contemporânea.

11:15 · 05.04.2017 / atualizado às 11:15 · 05.04.2017 por

O presidente do Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o Desenvolvimento do Estado do Ceará (Inesp), George Valentim, recebe, na manhã dessa quarta-feira (05/04), representantes de associações que trabalham com pessoas com deficiência visual.

Na oportunidade, será feita a entrega de títulos em Braille publicados pelo Instituto e discutida a formação de uma parceria com as entidades com vistas à edição de material gráfico em Braille, de forma a atender as demandas das instituições. A Associação das Mulheres Especiais (AME), Associação dos Cegos do Estado do Ceará (Acec) e do Instituto dos Cegos do Ceará estão entre as entidades beneficiadas.

O Braille é um sistema de leitura em que os caracteres de um alfabeto convencional se indicam por pontos em alto relevo, e as pessoas com deficiência visual os distinguem por meio do tato. As publicações são impressas na própria gráfica do Instituto, que conta com uma impressora Braille, e têm a contribuição de dois técnicos, deficientes visuais, responsáveis por todo o processo de transcrição e formatação da obra, que ao final é encaminhada para impressão e acabamento.

Estatuto da Criança e do Adolescente, Estatuto do Desarmamento, Estatuto dos Funcionários Públicos e Civis do Estado do Ceará, Estatuto do Idoso, Guia Cultural de Fortaleza, Lei Maria da Penha, Cordel Lei Maria da Penha e Nova Ortografia da Língua Portuguesa são algumas das publicações disponibilizadas pelo Inesp, gratuitamente, na versão em Braille.

10:31 · 04.04.2017 / atualizado às 10:31 · 04.04.2017 por


O Cardeal Dom Hummes faz conferência em Fortaleza sobre as grandes metas do Papa Francisco. O  livro será  lançado  pela Livraria Paulus nesta terça-feira(4) Faculdade Católica de Fortaleza em duas conferências abertas ao público em geral.

Vinte e uma são as grandes metas do Papa Francisco enumeradas pelos Cardeal Hummes no livro que será lançado. As atividades acontecerão nos turnos da manhã, 7h30 ao meio dia e noite, das 18h30 às 21h30. Fará  apresentação da obra o reitor da FCF padre Antonio Almir Magalhães.

A publicação nasceu da admiração do cardeal Dom Cláudio Hummes pelo Papa Francisco e do desejo de homenagear o Santo Padre pelo seu aniversário de oitenta anos de vida. Por outro lado, o livro foi lançado para celebrar seu extraordinário pontificado, que vem mostrando ao mundo inúmeras atitudes de um autêntico espírito evangélico e iniciativas que estão mudando os rumos da Igreja.

Com olhar minucioso, o ex-arcebispo de Fortaleza(que esteve presente no Conclave que elegeu, em março de 2013, o cardeal Jorge Mário Bergoglio como novo Papa e continua muito próximo de Francisco) apresenta ao leitor as prioridades do Papa para guiar a Igreja de Cristo.  Entre as muitas considerações do Sumo Pontífice, em suas catequeses e homilias, a obra destaca 21 temas, considerados por ele como assuntos pertinentes à propagação do Evangelho de Cristo e para uma Igreja Missionária. São expostas entre as reflexões: “Novo papa, novo tempo”; “Chorar os mortos que ninguém chora”; e “Os pobres – Igreja pobre e para os pobres”.

Dom Cláudio Hummes foi arcebispo em Fortaleza de 1996 a 1998. Hoje é arcebispo emérito na Arquidiocese de São Paulo. É amigo do Papa Francisco, apareceu com ele no Balcão de São Pedro quando foi apresentado como novo papa da Igreja. Foi por uma frase do cardeal Hummes, ‘não se esqueça dos pobres’, que o pontífice escolheu o nome de Francisco.

13:12 · 03.04.2017 / atualizado às 13:12 · 03.04.2017 por

Vinte e uma são as grandes metas do Papa Francisco enumeradas pelos Cardeal Hummes em um livro que será lançado nesta terça-feira,  dia 4 de abril, na Faculdade Católica de Fortaleza – FCF em parceria com a Livraria Paulus. As atividades acontecerão nos turnos da manhã, 7h30 ao meio dia e noite, das 18h30 às 21h30. Fará  apresentação da obra o reitor da FCF padre Antonio Almir Magalhães.

A publicação nasceu da admiração do cardeal Dom Cláudio Hummes pelo Papa Francisco e do desejo de homenagear o Santo Padre pelo seu aniversário de oitenta anos de vida. Por outro lado, o livro foi lançado para celebrar seu extraordinário pontificado, que vem mostrando ao mundo inúmeras atitudes de um autêntico espírito evangélico e iniciativas que estão mudando os rumos da Igreja.

Com olhar minucioso, o ex-arcebispo de Fortaleza(que esteve presente no Conclave que elegeu, em março de 2013, o cardeal Jorge Mário Bergoglio como novo Papa e continua muito próximo de Francisco) apresenta ao leitor as prioridades do Papa para guiar a Igreja de Cristo.  Entre as muitas considerações do Sumo Pontífice, em suas catequeses e homilias, a obra destaca 21 temas, considerados por ele como assuntos pertinentes à propagação do Evangelho de Cristo e para uma Igreja Missionária. São expostas entre as reflexões: “Novo papa, novo tempo”; “Chorar os mortos que ninguém chora”; e “Os pobres – Igreja pobre e para os pobres”.

Dom Cláudio Hummes foi arcebispo em Fortaleza de 1996 a 1998. Hoje é arcebispo emérito na Arquidiocese de São Paulo. É amigo do Papa Francisco, apareceu com ele no Balcão de São Pedro quando foi apresentado como novo papa da Igreja. Foi por uma frase do cardeal Hummes, ‘não se esqueça dos pobres’, que o pontífice escolheu o nome de Francisco.

13:54 · 30.03.2017 / atualizado às 13:54 · 30.03.2017 por
19:26 · 11.03.2017 / atualizado às 19:26 · 11.03.2017 por

O presidente da Academia Cearense de
Letras, Ubiratan Aguiar, foi recebido pelo ministro da Cultura, Roberto Freire.

O Presidente da Academia Cearense de Letras, Ubiratan Aguiar, tratou de projetos para a academia e convidou o ministro para entregar o Prêmio José Telles de Literatura no Ideal Clube no dia 11 de maio às 20:00h. Convite aceito.

07:08 · 16.02.2017 / atualizado às 07:08 · 16.02.2017 por


Ubiratan Aguiar é um apaixonado por política e educação. Foi Secretário de Educação, deputado, ministro do TCU.

Nos últimos anos tem se dedicado a fazer músicas e escrever poemas. Na visão dos amigos atingiu a intelectualidade.

Articulado, Ubiratan Aguiar conseguiu entrar na Academia Cearense de Letras. Hoje, repete uma cena comum na sua vida ao assumir mais uma presidência: será o presidente da Academias Cearense de Letras, a mais antiga do Brasil.

07:01 · 06.02.2017 / atualizado às 07:01 · 06.02.2017 por

O ex-secretário de planejamento do governo Cid Gomes, Eduardo Diogo, está morando em Washington, onde trabalha para o Banco Mundial.

Eduardo Diogo também estuda numa universidade americana. Hoje, se dedica no projeto de escrever um livro: “Meu Livro é sobre a Democracia Americana, com foco na organização do sistema político, e com todos os detalhes de tudo que aconteceu na Eleição Presidencial de 2016”, informou Eduardo Diogo, prometendo lançar o livro no Ceará no mês de julho.