Busca

Categoria: Receita Federal


13:45 · 17.11.2016 / atualizado às 13:45 · 17.11.2016 por

Os Auditores-Fiscais da Receita Federal permanecem mobilizados em todo o país. No Ceará, a quinta-feira (17) será marcada por uma operação padrão no setor de bagagens do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. A ação ocorrerá às 17h. O movimento dos Auditores-Fiscais é decorrente da indignação da categoria com os desdobramentos dados ao PL 5.864/2016, em especial o substitutivo apresentado pelo relator Wellington Roberto na Comissão Especial, na última quarta (09).

Os Auditores-Fiscais por determinação legal são as únicas autoridades no âmbito da Receita Federal do Brasil. A greve dos Auditores-Fiscais tem gerado consequências nas aduanas de portos, aeroportos e zonas de fronteira, com operação padrão na zona primária e paralisação da zona secundária.

Além da ação no aeroporto, os Auditores-Fiscais realizam outro ano na manhã da quinta (17): a entrega dos cargos de chefes de unidades na superintendência da 3ª Região Fiscal (que abrange Ceará, Piauí e Maranhão), em Fortaleza. Desde o último dia 07, os ocupantes de postos chaves na instituição pediram exoneração das funções exercidas. Ao todo, são 14 Delegados ou Inspetores-Chefes (e substitutos) e 12 Presidentes de Turma (e substitutos) da Delegacia Regional de Julgamento em Fortaleza – DRJ/FOR, o que corresponde a 86% dos chefes da região.

A ação acontece de forma semelhante em todo o país, com cerca de 1.300 entregas de funções de chefia ou de cargos em comissão. Além da 3ª RF (CE, PI e MA), a entrega de cargos pelos chefes de unidades da RFB ocorreu também na 1ª RF (DF, GO, TO, MT e MS), na 4ª RF (AL, PB, PE e RN), na 5ª RF (BA e SE), na 7ª RF (ES e RJ) e na 10ª RF (RS).

“O secretário Jorge Rachid não tem mais a confiança dos Auditores-Fiscais, pois suas palavras não se coadunam com suas ações, o que fortalece o discurso daqueles que dizem que ele não defendeu, desde o início, o Projeto de Lei original. Esta postura do secretário, que não é de hoje, é que o fez perder o comando do “navio”. Esperamos que o Governo Federal, com Rachid ou sem Rachid, cumpra o que foi celebrado com os Auditores-Fiscais desde março, em nome da preservação institucional da Receita Federal do Brasil, em prol da sociedade”, destaca Helder Costa da Rocha, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil – Delegacia Sindical no Ceará (Sindifisco DS/CE).

A crise também levou a vários pedidos de desligamento de integrantes de equipes especiais ao longo do país, como, por exemplo, na equipe Regional de Fiscalização de Maiores Contribuintes da 1ª RF, nas equipes que desenvolvem os diferentes módulos do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), nas equipes de Programação e Fiscalização de Maiores Contribuintes da 3ª RF e da 9ª RF (PR e SC), e na equipe Regional de Programação, Avaliação e Controle da 5ª RF (BA e SE). E o momento atual está, igualmente, abalando negativamente o curso dos trabalhos dos Auditores-Fiscais no âmbito da Operação Lava Jato, conforme comunicado oficialmente ao coordenador da força tarefa.

15:36 · 18.10.2016 / atualizado às 15:36 · 18.10.2016 por

Aviões

A banda “Aviões do forró” puxava negócios com mais 26 empresas de bandas e casas de shows. A Polícia Federal e a Receita Federal foram buscar a sonegação nos anos de maior sucesso da banda. Foram contabilizados R$ 500 milhões em sonegações. O equivalente a um boeing lotado de dinheiro.

Os documentos apreendidos vão ser examinandos, mas os federais já sabem que 163 imóveis e 69 cartões,  avião e jatinho estão no negócio e foram bloqueados.

Os federais concluíram que a farra de sonegação era grande ao presenciar as farras de um dos donos do negócio que esbanjava nas mesas das maiores casas de diversão do planeta e morava entre bilionários sendo o  mais esnobe dos ricos.