Roberto Moreira

Categoria: Saúde


17:34 · 27.12.2018 / atualizado às 17:34 · 27.12.2018 por

O prazo para profissionais da área da saúde formados no exterior escolherem as cidades onde irão trabalhar no programa Mais Médicos foi prorrogado nesta quarta-feira (26) pelo Ministério da Saúde.

Os brasileiros com diploma de outro país têm os dias 23 e 24 de janeiro para selecionarem os municípios. Já os médicos estrangeiros terão acesso ao sistema para optarem pelas localidades em aberto nos dias 30 e 31 do mesmo mês. Ao todo, são 842 vagas disponíveis em 287 municípios e 26 distritos indígenas.

O prazo se aplica aos 10.205 profissionais formados no exterior que enviaram, pelo site, a documentação para fazer parte do Mais Médicos. O Ministério da Saúde informou ainda que os documentos estão em fase de análise.

O Revalida – exame que reconhece o diploma de outro país de médicos estrangeiros – será dispensado, no caso de profissionais selecionados para o programa.

Os brasileiros formados no exterior devem começar a trabalhar nos dias 4 e 5 de fevereiro. A data será cumprida se eles tiverem participado das atividades preparatórias.

Já os estrangeiros sem diploma brasileiro devem começar a trabalhar nos dias 6 e 7 de fevereiro, também já tiverem participado das atividades preparatórias.

11:12 · 24.12.2018 / atualizado às 11:12 · 24.12.2018 por

Uma nova metodologia de cálculo para definir o índice de reajuste dos planos de saúde individuais e familiares será adotada a partir de 2019. A proposta, que foi estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), foi aprovada na última semana pela Diretoria Colegiada da reguladora.

Segundo consta no novo Índice de Reajuste dos Planos Individuais (IRPI), a regra que passa a vigorar se baseia na variação das despesas médicas das operadoras nos planos individuais e na inflação geral da economia.

A medida, segundo o diretor de Normas de Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel, reflete com mais realidade o funcionamento desse segmento.

“Os dados utilizados no novo cálculo do reajuste são públicos e auditados. Assim, o modelo se torna mais transparente e previsível para beneficiários e operadoras. O cálculo do reajuste estimula as operadoras a controlarem as variações das despesas assistenciais. O benefício desse eficiência se reverte em ganho para os consumidores.”

O novo modelo combina o Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA) com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O IVDA é responsável pela variação das despesas com atendimento aos beneficiários de planos de saúde. Já o IPCA atua sobre custos distintos, como despesas administrativas, por exemplo. O IVDA terá peso de 80% e o IPCA de 20%.

Atualmente, o índice é baseado nos reajustes dos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários

18:36 · 19.12.2018 / atualizado às 18:36 · 19.12.2018 por

O governador Camilo Santana e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, anunciam nesta quinta-feira (20) às 9h30, em uma coletiva de imprensa no Palácio da Abolição, os detalhes do Programa Médico da Família Ceará. O projeto de lei, de iniciativa do Governo, foi aprovado no começo da semana na Assembleia Legislativa e visa preencher as vagas abertas no Programa Mais Médicos, com a saída dos profissionais cubanos. Participam ainda da coletiva o secretário da Saúde do Estado, Henrique Javi, e a secretária da Saúde de Fortaleza, Joana Maciel.

09:10 · 19.12.2018 / atualizado às 09:10 · 19.12.2018 por

A “facada” prometida pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, nos recursos do Sistema S, pode ter efeitos devastadores sobre programas de educação técnica e serviços de saúde prestados à população brasileira que beneficiam, principalmente, jovens e trabalhadores de baixa renda.

No caso do SESI e do SENAI, mais de 1 milhão de estudantes ficariam sem opção de cursos de formação profissional e 18,4 mil funcionários das entidades perderiam o emprego. O próximo governo não divulgou plano para substituir os serviços das entidades para a população.

O Diretor-Geral do SENAI e Diretor-Superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, alerta que, se o próximo governo insistir em cortar recursos do sistema “S” centenas de escolas e milhares de jovens e trabalhadores vão ser afetados com a medida.

“Se for colocada em prática, nós vamos estar fechando mais de 300 escolas. Mais de um milhão e meio de jovens e trabalhadores deixarão de ser atendidos todos os anos. Mais de 18 mil professores serão demitidos.”

Com 2,3 milhões jovens matriculados, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é a principal responsável pela formação técnica e profissional de jovens e trabalhadores brasileiros para vários setores da indústria. Os cursos, dos quais 70% são gratuitos, são oferecidas em 541 escolas em todos os estados e no Distrito Federal. Segundo cálculos do SENAI, 162 delas fechariam as portas com os eventuais cortes.

O Diretor-Geral do SENAI e Diretor-Superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, lembra ainda que os cortes tornarão inviável a oferta dos cursos em todos os estados do país, com consequências mais graves, sobretudo, nas regiões Norte e parte do Nordeste.

“Vai impactar fortemente na competitividade da indústria brasileira, na produtividade do trabalho e, o mais importante, vai reduzir enormemente oportunidades para jovens e trabalhadores de baixa renda que se valem do SESI e do SENAI para terem melhores alternativas.”

Responsável pelos programas de saúde e segurança do trabalhador na indústria, o Serviço Social da Indústria (SESI) também tem uma rede de escolas de que beneficia 1,2 milhão de jovens com educação básica, principalmente de famílias de trabalhadores da indústria.

O SESI calcula que os cortes levariam ao fechamento de 155 escolas, com perda de quase meio milhão de vagas para jovens no ensino básico e no reforço educacional de adultos com baixa escolaridade. Na prestação de serviços de saúde a trabalhadores, que incluir desde a oferta gratuita de vacinas e exames de mamografia para trabalhadoras, a previsão é de que 1,2 milhão de pessoas ficariam sem o atendimento, tendo de buscar os serviços na rede público ou custeá-los na rede particular.

Os serviços prestados pelo SESI e pelo SENAI contam com altas taxas de aprovação entre a população que conhece o seu trabalho. Segundo pesquisa do Ibope, divulgada em dezembro, mostra que a excelência na atuação do SENAI é reconhecida por 94% dos entrevistados e a do SESI, por 93% das pessoas ouvidas.

21:11 · 17.12.2018 / atualizado às 21:11 · 17.12.2018 por

Quem vive no Ceará precisa prestar atenção aos focos do mosquito Aedes aegypti – aquele responsável pela dengue, zika e chikungunya. 40 cidades estão em situação de alerta ou risco para surto dessas doenças. Nas outras 141 cidades, inclusive na capital Fortaleza, a situação é satisfatória. Mesmo assim, a atenção dos moradores deve ser triplicada. De acordo com o Ministério da Saúde, a maior parte os depósitos de água parada são recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas, entulhos de construção e o lixo acumulado.

Por isso, a atenção deve ser redobrada. É importante não deixar lixo destampado, ou recipientes – como tonéis, baldes e garrafas vazios com a boca para cima. Além disso, as portas e janelas das casas devem estar abertas enquanto o carro do fumacê passar pelos bairros e comunidades. O produto não faz mal ao ser humano e nem aos animais – só afeta os mosquitos.

O Ministério da Saúde oferece continuamente aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, carro fumacê e testes diagnósticos. Basta que os gestores locais façam a solicitação.

Até dezembro deste ano, em todo o país foram notificados mais de 240 mil casos de dengue, cerca de 84 mil casos de chikungunya e 8.024 de zika. Em um total, as três doenças mataram 371 pessoas. Para saber mais, acesse saude.gov.br/combateaedes. Repetindo: saude.gov.br/combateaedes.

07:06 · 16.12.2018 / atualizado às 07:06 · 16.12.2018 por
Deputados estaduais que integram a Frente Parlamentar de Combate ao Aedes aegypti – vetor de doenças como a dengue, a febre chikungunya e a zika, se reúnem nestasegunda-feira (17), às 10h30, no Salão Nobre da Presidência da Assembleia Legislativa para avaliar as ações desenvolvidas pelo colegiado nos últimos dois anos e apresentar uma agenda de propostas para 2019.
Segundo o presidente da Frente, deputado estadual Carlos Matos, das 10 medidas de prevenção apresentadas pelo colegiado, seis foram implementadas pela Secretaria da Saúde do Ceará. “A Frente Parlamentar contribuiu de forma efetiva no combate ao mosquito e conseguiu envolver as universidades e a sociedade civil. Porém, não podemos descuidar”.
Na ocasião, serão apresentadas novas medidas de prevenção e de combate ao Aedes para 2019. O coordenador do Comitê Gestor Estadual de Política de Enfrentamento de Dengue, Chikungunya e Zika, Caio Cavalcanti; o presidente da Comissão de Saúde da OAB-CE, Ricardo Madeiro; a presidente do CONACS, Ilda Correia; o gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde de Fortaleza, Atualpa Soares e respeitantes da SESA, UFC e demais instituições confirmaram presença no evento.
A Frente
A Frente Parlamentar de combate ao Aedes é formada pelos seguintes deputados: Carlos Matos (PSDB); Leonardo Araújo (PP); Fernanda Pessoa (PSDB); Roberto Mesquita (PSD); Dr. Sarto (PDT), Evandro Leitão (PDT) e Agenor Neto (MDB).
Os trabalhos tiveram início em março de 2016. Audiências públicas, um Seminário, oficinas técnicas, visitas à Pedra Branca, Sobral e à outras cidades do interior foram realizadas durante esse período.
Algumas propostas
  1. Implantação de um projeto piloto do Sistema Integrado de Combate ao Aedes (Sicae) no Ceará.
  2. Criação de um plano para a Região Metropolitana de Fortaleza.
  3. Operação Quintal Limpo.
  4. Premiação para as prefeituras de cidades que tiverem bom resultados no combate à epidemia, especialmente a de chikungunya.

 

07:38 · 14.12.2018 / atualizado às 07:38 · 14.12.2018 por

A Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília (Recomeçar), ONG associada à Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), acompanhou nesta quinta-feira (13), a votação do Projeto de Lei 275/2015, o qual “determina que nos casos em que a principal hipótese diagnóstica seja a de câncer, os exames necessários à elucidação devem ser realizados no prazo máximo de 30 dias, mediante solicitação fundamentada do médico responsável”. A relatora, deputada Jô Moraes, assentiu o texto original, o PL foi aprovado por unanimidade em votação simbólica no Plenário da Câmara e segue para apreciação do Senado.

Para Joana Jeker, presidente da Recomeçar, “a aprovação deste PL é uma questão de vida – de muitas vidas que vão ser salvas se a população brasileira tiver acesso a um diagnóstico do câncer no SUS em até 30 dias. Eu tive acesso ao diagnóstico em um dia. Enfrentei o câncer de mama mais agressivo que tem, e eu sei que o acesso ao diagnóstico ágil, bem como o início de tratamento foi fundamental para salvar a minha vida. Agora, vamos dar início a um novo cenário do combate ao câncer no Brasil. Atualmente, mais de 65% dos casos são diagnosticados em estágio avançado, 3 e 4, onde as chances de cura são muito menores, os tratamentos são muito mais longos, muito mais dispendiosos, e a chance da pessoa retornar à sua vida é muito menor”.

A inclusão do projeto de lei na pauta, ainda neste ano, foi possível graças à mobilização da instituição, em parceria com a FEMAMA, e o apoio da deputada Carmem Zanotto, autora do projeto. Esta articulação propiciou um pedido para desapensar o projeto de outros que tramitam na casa (PL 8271/2014 e PL 3752/2012) e a coleta de assinaturas para colocar o projeto em pauta por meio do Requerimento de Urgência n. 9.341/2018.

Se aprovado no Senado, um parágrafo será acrescido na Lei nº 12.732, de 2012, conhecida como Lei dos 60 Dias, que determina que o tratamento oncológico deve iniciar em até 60 dias a partir da confirmação do diagnóstico do câncer registrado em exame anatomopatológico.

A mobilização coordenada pela ONG Recomeçar na Câmara dos Deputados integra o projeto “30 dias: por um diagnóstico que salve vidas!”, da instituição, contemplado no Edital FEMAMA 2018. O edital foi criado com o objetivo de proporcionar aporte financeiro para desenvolver projetos de advocacy de instituições que compõem a rede de ONGs associadas à Federação. A aprovação do projeto de lei dos 30 dias é uma das pautas prioritárias da FEMAMA, que capacita sua rede para atuar em favor do tema.

Para a Dra. Maira Caleffi, presidente voluntária da FEMAMA, o avanço da proposta é uma grande conquista. “Há anos trabalhamos pela aprovação deste PL. Já conquistamos a aprovação da Lei dos 60 Dias para agilizar o início do tratamento, mas o período de confirmação do diagnóstico, coberto pelo projeto dos 30 dias, ainda não está contemplado na lei. Essa é uma necessidade urgente, que ampliará muito o impacto no prognóstico de pacientes com câncer no país. Hoje muitos pacientes aguardam tempo demais até obterem a confirmação do câncer em biópsia, perdendo a chance de cura em muitos casos. Essa é uma oportunidade real de salvar vidas”, atesta.

Sobre a FEMAMA
A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama é uma organização sem fins econômicos que trabalha para reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama em todo o Brasil, influenciando políticas públicas para defender direitos de pacientes, ao lado de 74 ONGs de apoio a pacientes associadas em todo o país. A FEMAMA foi a primeira instituição a trazer o Outubro Rosa de forma organizada para o Brasil, em 2008, com ações em diversas cidades, em parceria com ONGs associadas.
Conheça nosso trabalho: www.femama.org.br

18:14 · 13.12.2018 / atualizado às 18:14 · 13.12.2018 por
O prefeito Roberto Cláudio esteve reunido, nesta quinta-feira (13.12), em São Paulo, com dirigentes do Hospital Albert Einstein, entre eles o presidente Sidney Klajner, quando tratou dos entendimentos iniciados no mês de agosto e que buscam formalizar uma parceria para transferência de tecnologia para ações de gestão na área da Saúde.
Acompanhado do secretário de Governo, Samuel Dias, e da secretária da Saúde de Fortaleza, Joana Maciel, o prefeito ouviu do presidente do Albert Einstein e da coordenadora de Consultoria do Albert Einstein, Annarita Buffe, a confirmação de que existe total interesse da instituição em compartilhar esforços e tecnologia que permitam melhorias na assistência à saúde em Fortaleza, a partir da experiência que fez o hospital paulista ganhar referência no Brasil e fora do País.
Nos últimos nove anos, por exemplo, o Albert Einstein foi eleito o melhor hospital da América Latina pela revista especializada América Economia.
Hoje, o hospital paulista tem parcerias com instituições públicas, aplicando processos de gestão e de tecnologia que buscam assegurar eficiência operacional, otimização de receita, inovando em gestão e gerando estratégias de crescimento.
“Como o Albert Einstein, além de desenvolver essas tecnologias de gestão que garantem governança e eficiência, também atua para melhorar a assistência, com atividades de ensino e educação, pesquisa e inovação, nós temos absoluto interesse em estabelecer essa parceria porque resultará em ganhos efetivos para a nossa população”, afirmou o prefeito Roberto Cláudio, destacando que o hospital paulista já tem atuação tanto no sistema suplementar, como no Sistema Único de Saúde (SUS), como presta consultoria para a gestão de unidades de Saúde, tanto na atenção primária (postos de saúde) como na assistência hospitalar e de urgência e emergência.
“É isso que nós buscamos e já estamos muito próximo de consolidar. Queremos formalizar e colocar em operação já no primeiro semestre de 2019”, afirmou o prefeito, apontando para o know how do Albert Einstein que tem tecnologias de gestão pautadas em indicadores e que vão ajudar muito na inovação de processos e resultados, trabalhando maior eficiência na rede municipal de Fortaleza que já tem sido ampliada e que precisa assegurar uma evolução permanente na sua qualidade. “Estamos muito felizes com a receptividade dos gestores do hospital e, mais ainda, com o avanço nas negociações para concretizarmos essa parceria que deve representar ganhos ainda mais significativos para a nossa cidade”, concluiu.
17:53 · 13.12.2018 / atualizado às 17:55 · 13.12.2018 por
O atendimento na saúde do Ceará ganha mais um reforço financeiro. É que nesta quinta-feira (13), após atender solicitação do presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira, e do governador, Camilo Santana, o Ministro da Saúde, Gilberto Occhi assinou o repasse de mais de R$ 7 milhões para proporcionar melhorias no setor.
A assinatura aconteceu na sala de audiências da presidência do Senado.
A maior parte do recurso será destinada a ampliação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em vários municípios cearenses, como o reforço na Central de Regulamentação das Urgências Estadual do Ceará, localizada no Eusébio, além da habilitação das cidades para receber incentivo financeiro de custeio tanto referente à Unidade Móvel Aérea (Juazeiro do Norte), como referente ao funcionamento das Unidades Básicas de Saúde.
O valor atenderá às demandas apresentadas pelo Estado com finalidade do custeio de ações e serviços de média e alta complexidade para atenção à saúde da população.
“Hoje damos mais um passo importante na questão do atendimento da saúde”,
comemorou Eunício.
Na oportunidade, Camilo agradeceu e reconheceu a atuação de Eunício para atender aos projetos do Ceará. “Agradeço ao Eunicio pela dedicação, pelo esforço, pela articulação que ele tem feito aqui em Brasília para garantir os recursos necessários para atender o nosso estado. Seja na área da saúde, seja na questão hídrica, seja no esporte, na área da infra estrutura, enfim, esse é um trabalho que o senador tem feito com muita determinação pelo nosso estado”, disse.
“É mais uma ação do governo federal, do Ministério da Saúde, com a parceria do governo do Estado do Ceará, mas também aqui demonstrada com a relação com o Congresso Nacional, com o presidente do Senado, Eunício Oliveira e também com o deputado André Moura. Quem ganha com isso é o povo do Ceará. Então parabéns ao povo do Ceará por ter pessoas aqui em Brasília, que lutam para levar os benefício da área da saúde para o Estado do Ceará”, reconheceu o ministro.
13:34 · 11.12.2018 / atualizado às 13:34 · 11.12.2018 por

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou o projeto de indicação, de autoria do deputado Audic Mota, que torna obrigatória a notificação dos casos confirmados de Transtorno do Espectro Autista (TEA) pelas unidades de saúde da rede pública estadual.

Estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que existam 70 milhões de pessoas com TEA no Mundo. No Brasil, não há nenhum levantamento sobre essa incidência, mas estima-se, conforme parâmetros de pesquisas internacionais, que existam dois milhões de pessoas com o transtorno, sendo um milhão sem diagnóstico.

“Diante disso, é necessário identificar as pessoas com o transtorno, para que haja o conhecimento de dados precisos, que devem ser considerados no momento da elaboração de políticas públicas capazes de assegurar atendimento integral qualificado nos serviços de saúde”, pontua o parlamentar.

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Jornalista com mais de 40 anos de atuação acompanha de lupa os movimentos da classe política. Crítico, ácido e atuante, o blog leva ao leitor fatos reais.

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