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12:44 · 19.11.2017 / atualizado às 12:44 · 19.11.2017 por

 

De acordo com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão responsável pela administração do açude, o volume morto foi alcançado no último dia 13. Nesse dia, “o Castanhão atingiu cota de 68,73, que corresponde ao volume de 228.599.505 m³, abaixo da cota 71, que corresponde ao início de seu volume morto”, informou o Dnocs.

A redução do nível de água do Castanhão é consequência de seis anos de seca na região que fez com que diminuísse a vazão da Bacia Hidrográfica do Rio Jaguaribe. Este ciclo de estiagem atingiu também outros açudes do estado, entre eles, Orós e Banabuiú.

As águas do Castanhão abastecem também oito cidades ao longo de um trecho de 100 quilômetros do Jaguaribe, que foi perenizado pela obra do açude, além dos municípios que ficam ao longo do Eixão das Águas e do antigo Canal do Trabalhador.

Segundo dados do Ministério da Integração Nacional, o Castanhão é o maior reservatório público do país para múltiplos usos. Concluído em 2003, sua barragem fica localizada no município de Alto Santo e constitui importante reserva estratégica de água. É utilizado para irrigação, abastecimento urbano, piscicultura e regularização da vazão do Rio Jaguaribe.

12:42 · 19.11.2017 / atualizado às 12:42 · 19.11.2017 por

 

Rui Martinho Rodrigues*
O momento é grave. Uma tíbia recuperação econômica não é suficiente para afastar a múltipla crise. O clientelismo irrita os brasileiros. A velha corrupção e os privilégios pessoais e corporativos, típicos da indiferenciação entre a fazenda pública e o patrimônio privado das autoridades, herança do patrimonialismo, transformou-se na preocupação central da sociedade. O combate à corrupção é um imperativo moral, legal e econômico. A Lava Jato deu uma grande contribuição despertando-nos para isso. Os temores de que o crime triunfe sobre ela está gerando pânico.
Será a corrupção uma espécie de problema fundamental, do qual dependem todos os outros e que, uma vez resolvido, os demais desafios serão superados? Haverá uma solução final para a tradição de improbidade? A resposta é negativa para ambas as indagações. O marechal Ferdinand Jean Marie Foch (1851 – 1929), durante uma ofensiva alemã, na IGM, vendo o seu Estado-Maior em pânico, indagou: do que se trata? A ofensiva causava baixas e era uma grave ameaça, conforme esperado. Era preciso identificar prioridades para concentrar os esforços da defesa.
A crise atual tem uma dose de patrimonialismo, com os privilégios e a corrupção elevada a um novo patamar, nos últimos quinze anos. É relevante, mas não surpreende. As desventuras econômicas, porém, decorrem da ideologia do “nacional-desenvolvimentismo”, com a hipertrofia do estamento burocrático-patrimonial, facilitando a corrupção e o desperdício, além de fortalecer a ideia dos gastos públicos ilimitados e do desfrute sem ônus. O paradoxo de um povo que não confia nos políticos, mas deposita suas esperanças no Estado, é o ponto central.
Então, do que se trata? A hegemonia ideológica da deusa Bem-Aventurança, personagem do panteão grego cuja promessa era oferecer a todos o direito de tudo usar sem despender esforço, é a questão. A deusa Virtude, porém, dizia: não quero oferecer deleites, desejo apenas mostrar as coisas tais como os deuses as quiseram, conclamando ao esforço. Deblaterar somente contra a corrupção é isentar a deusa enganadora de toda a desgraça. A prioridade é para o mal representado pela ilusão do Estado provedor. É precisar defender os valores da deusa Virtude, contrários aos da deusa enganadora Bem-Aventurança.

12:40 · 19.11.2017 / atualizado às 12:40 · 19.11.2017 por

 

 

 

 

Já faz tempo eu venho prevenindo que o fim dessa crise institucional que o Brasil vive é o golpe militar. Quando digo, mil vozes se alevantam, da direita e da esquerda: “Que é isso? Estás doido? Isso nunca! Não há clima para tal. As Forças Armadas são conscientes dos seus erros do passado, e não iriam fazer uma nova aventura dessa ordem!”.

Bobagem. Os militares não acham que cometeram erro nenhum nos anos 60. Acham que fizeram e que era preciso, dentro das suas mais nobres atribuições, e que afinal venceram os revolucionários comunistas.

Trucidaram os “subversivos”, provocaram o autoexílio de centenas, e, ao final, lhes concederam anistia para que voltassem ao País e à vida civil, e se restaurasse a nossa república democrática – derrotada a tentativa de ditadura do proletariado a que as esquerdas aspiravam.

É verdade que desta vez as Forças Armadas têm sido cautelosas, para que apareçam para o mundo e para a posteridade como agentes benfazejos, nos termos da Constituição Federal, recurso extremo para a restauração da ordem e para a manutenção da institucionalidade no País.

 

 

 

 

Costuma-se imaginar e dizer que o Supremo Tribunal Federal seria a última instância para a proteção da democracia, bem como para a garantia da paz social e da segurança jurídica, porém essa via regular não é exaustiva. Em condições toleráveis de pressão e temperatura a autoridade do STF é inquestionável, mas, fora disso, a chamada pax romana se impõe.

Quando o pacífico ideal jurídico resta vencido por uma realidade flagrantemente adversa, de iniquidade e violência, e o barco republicano começa a fazer água, as armas lícitas dos militares podem, sim, legitimamente, tomar o lugar das canetas ímprobas das autoridades de gravata – administradores, legisladores, magistrados. E é precisamente isso que vivemos hoje no Brasil.

Falecemos atualmente de autoridade institucional, pois os políticos que administram a Nação, que fazem as leis, e que lhes impõem o cumprimento, nas três esferas da República, ferindo o laissez-faire dos verdadeiros titulares do poder – Sua Majestade o Cidadão – revelaram-se indignos e amorais em uma grande maioria.

 

 

 

Temos um Presidente da República com a mais baixa aprovação popular de toda a História do País, porque desagrada as esquerdas, das quais foi aliado até bem pouco tempo, e, segundo entendem elas, lhes usurpou o poder, e também desagrada a direita, porque compunha com os seus liderados partidários o lado podre do governo deposto, sendo hoje denunciado como chefe de uma organização criminosa federal que continuaria em atuação.

Temos também a pior composição do Supremo Tribunal Federal dos anais republicanos, formado por ministros indicados por Presidentes hoje penalmente processados, sem que ostentassem notório saber jurídico e sem absoluta isenção política, salvando-se dessa análise rigorosa dois ou três apenas, que não podem por si sós fazer verão entre os vogais colegiados.

Temos ainda um Congresso de bandidos, com as poucas exceções que fazem a regra, a tentar legislar em causa própria para salvar a pele e se manterem dependurados nas tetas do poder, delindo totalmente o conceito de representatividade popular e manipulando os cânones da democracia para o mal, a seu bel prazer e a seu favor.

Enquanto isso, a maior barbárie se estabelece pelas ruas, pelas rodovias, por campos e cidades, com a bandidagem empoderada, organizada e armada até os dentes, a barbarizar os cidadãos, a explodir agências bancárias, a metralhar delegacias de polícia, a matar policiais a granel.

Esses estamentos criminosos são protegidos por leis penais absurdamente lenientes, por um Judiciário lento, incompetente, venal, e por um sistema prisional caótico, bem como por uma malta de idiotas, infiltrados na sociedade, que bradam por “direitos humanos” em favor dos infratores, sem lhes importarem as tantas vítimas.

 

 

 

Como não se vislumbra saída mansa e pacífica para a criminalidade no Brasil – seja aquela das “orcrim” de colarinho branco, seja esta indústria milionária do tráfico e do contrabando, seja a do varejo criminal – sem qualquer perspectiva de renovação de lideranças, por falta de estoques morais confiáveis – resta à caserna fazer a “interpretação conforme” do artigo 142 da Constituição Federal, que se reproduz no artigo 1º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999.

E foi isso que disse o General Antônio Hamilton Mourão, pertencente ao Alto Comando do Exército Brasileiro, em pronunciamento que fez numa loja maçônica de Brasília, há poucos dias. Segundo ele, estão ocorrendo as “aproximações sucessivas” da tábua de logaritmos, que farão eclodir uma revolução militar a qualquer hora, em nome da legalidade, da legitimidade e da garantia da estabilidade nacional. Pelo visto, há muita pólvora e o pavio está acesso. Eu já tampei os ouvidos.

Reginaldo Vasconcelos

Jornalista e Advogado e preside a Academia Cearense de Literatura e Jornalismo

12:39 · 19.11.2017 / atualizado às 12:39 · 19.11.2017 por
Wilton Bezerra
Comentarista esportivo da TV Diário e Rádio Verdes Mares

 

Voltar à elite do futebol brasileiro tem sabor de um título conquistado.
Nem precisa ser o primeiro.
Basta ficar entre os quatro escolhidos para ocupar o olimpo.
E o Ceará chegou lá.
Momentos de incertezas foram enfrentados ao longo da caminhada até a chegada de Marcelo Chamusca.
Foi ele quem moldou o time, mesmo com alguns equívocos de escalação.
Porém, os acertos ganharam de goleada.
Seduziu o elenco e dele extraiu o máximo.
Criou um clima de confiança e isso, muitas vezes, é mais importante que a união.
O Ceará transpôs situações dramáticas em jogos dentro de casa.
E ganhou jogos fundamentais como o diante do Internacional dentro do Beira Rio.
Prevaleceu o coletivo sem o desprezo pelo individual.
Lima e Pio, este último dono de um canhão salvador, que o digam.
Defesa segura, apesar de algumas jornadas com imperfeições.
Mas, foi no meio campo onde o alvinegro reteve a bola com competência e por isso controlou o tempo.
Quem tem Raul, Richardson, Pedro Ken e Ricardinho não pode reclamar da vida.
Élton foi o homem dos gols providenciais.
Dos alas, Romário deu a melhor contribuição.
Fora de campo o destaque vai para o presidente Robinson de Castro.
Não é tarefa fácil dirigir um time de massa como o Ceará.
Além de controlar as emoções, exigência sine qua non para quem comanda, Robison nunca foi uma pessoa a exibir arrogância.
Pelo contrário, enfrentou com altivez movimentos insanos contra o seu trabalho.
Que todos comemorem.
Futebol é um lugar social de celebração.

 

12:36 · 19.11.2017 / atualizado às 12:36 · 19.11.2017 por

 

Reginaldo Vasconcelos*

Já faz tempo eu venho prevenindo que o fim dessa crise institucional que o Brasil vive é o golpe militar. Quando digo, mil vozes se alevantam, da direita e da esquerda: “Que é isso? Estás doido? Isso nunca! Não há clima para tal. As Forças Armadas são conscientes dos seus erros do passado, e não iriam fazer uma nova aventura dessa ordem!”.
Bobagem. Os militares não acham que cometeram erro nenhum nos anos 60. Acham que fizeram e que era preciso, dentro das suas mais nobres atribuições, e que afinal venceram os revolucionários comunistas.
Trucidaram os “subversivos”, provocaram o autoexílio de centenas, e, ao final, lhes concederam anistia para que voltassem ao País e à vida civil, e se restaurasse a nossa república democrática – derrotada a tentativa de ditadura do proletariado a que as esquerdas aspiravam.
É verdade que desta vez as Forças Armadas têm sido cautelosas, para que apareçam para o mundo e para a posteridade como agentes benfazejos, nos termos da Constituição Federal, recurso extremo para a restauração da ordem e para a manutenção da institucionalidade no País.
Costuma-se imaginar e dizer que o Supremo Tribunal Federal seria a última instância para a proteção da democracia, bem como para a garantia da paz social e da segurança jurídica, porém essa via regular não é exaustiva. Em condições toleráveis de pressão e temperatura a autoridade do STF é inquestionável, mas, fora disso, a chamada pax romana se impõe.
Quando o pacífico ideal jurídico resta vencido por uma realidade flagrantemente adversa, de iniquidade e violência, e o barco republicano começa a fazer água, as armas lícitas dos militares podem, sim, legitimamente, tomar o lugar das canetas ímprobas das autoridades de gravata – administradores, legisladores, magistrados. E é precisamente isso que vivemos hoje no Brasil.
Falecemos atualmente de autoridade institucional, pois os políticos que administram a Nação, que fazem as leis, e que lhes impõem o cumprimento, nas três esferas da República, ferindo o laissez-faire dos verdadeiros titulares do poder – Sua Majestade o Cidadão – revelaram-se indignos e amorais em uma grande maioria.

Temos um Presidente da República com a mais baixa aprovação popular de toda a História do País, porque desagrada as esquerdas, das quais foi aliado até bem pouco tempo, e, segundo entendem elas, lhes usurpou o poder, e também desagrada a direita, porque compunha com os seus liderados partidários o lado podre do governo deposto, sendo hoje denunciado como chefe de uma organização criminosa federal que continuaria em atuação.
Temos também a pior composição do Supremo Tribunal Federal dos anais republicanos, formado por ministros indicados por Presidentes hoje penalmente processados, sem que ostentassem notório saber jurídico e sem absoluta isenção política, salvando-se dessa análise rigorosa dois ou três apenas, que não podem por si sós fazer verão entre os vogais colegiados.
Temos ainda um Congresso de bandidos, com as poucas exceções que fazem a regra, a tentar legislar em causa própria para salvar a pele e se manterem dependurados nas tetas do poder, delindo totalmente o conceito de representatividade popular e manipulando os cânones da democracia para o mal, a seu bel prazer e a seu favor.
Enquanto isso, a maior barbárie se estabelece pelas ruas, pelas rodovias, por campos e cidades, com a bandidagem empoderada, organizada e armada até os dentes, a barbarizar os cidadãos, a explodir agências bancárias, a metralhar delegacias de polícia, a matar policiais a granel.
Esses estamentos criminosos são protegidos por leis penais absurdamente lenientes, por um Judiciário lento, incompetente, venal, e por um sistema prisional caótico, bem como por uma malta de idiotas, infiltrados na sociedade, que bradam por “direitos humanos” em favor dos infratores, sem lhes importarem as tantas vítimas.
Como não se vislumbra saída mansa e pacífica para a criminalidade no Brasil – seja aquela das “orcrim” de colarinho branco, seja esta indústria milionária do tráfico e do contrabando, seja a do varejo criminal – sem qualquer perspectiva de renovação de lideranças, por falta de estoques morais confiáveis – resta à caserna fazer a “interpretação conforme” do artigo 142 da Constituição Federal, que se reproduz no artigo 1º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999.

E foi isso que disse o General Antônio Hamilton Mourão, pertencente ao Alto Comando do Exército Brasileiro, em pronunciamento que fez numa loja maçônica de Brasília, há poucos dias. Segundo ele, estão ocorrendo as “aproximações sucessivas” da tábua de logaritmos, que farão eclodir uma revolução militar a qualquer hora, em nome da legalidade, da legitimidade e da garantia da estabilidade nacional. Pelo visto, há muita pólvora e o pavio está acesso. Eu já tampei os ouvidos.
Acione o link abaixo para ouvir o pronunciamento do Gen. Mourão.
https://drive.google.com/file/d/0B7T6ZZVw16iiaWNfQUowZkdMc3c/view?usp=sharing
Reginaldo Vasconcelos é jornalista e Advogsdo e preside a Academia Cearebse de Literatura e Jornalismo

12:34 · 19.11.2017 / atualizado às 12:34 · 19.11.2017 por

A partir de agora, mais de 1,5 milhão de motoristas do Distrito Federal vão poder andar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no formato digital, no smartphone. Esta versão eletrônica do documento, chamada CNH-e, valerá para todo o território nacional e vai substituir a versão impressa. O DF foi a segunda Unidade da Federação a informatizar o serviço. O primeiro Estado a adotar a carteira de motorista digital foi Goiás. Para o agricultor Paulo Menegaz esta é uma excelente iniciativa, afinal, a maioria das pessoas não saem de casa sem um celular.

“Hoje ninguém fica sem celular, né? Esquece a carteira mas não esquece o celular em casa.”

A gerente comercial Laura Rodrigues conta que troca com frequência de bolsa e às vezes esquece a carteira de motorista em casa.

“Nós, mulheres, a gente fica muito nessa de trocar de bolsa, de mochila e carrega um monte de coisa, às vezes acontece.”

É importante destacar que a CNH de papel vai continuar valendo, mas o que vai acontecer, é que agora, o cidadão também vai poder contar com esta novidade digital, como explica o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

“O que nós estamos fazendo é facilitar, dar uma outra alternativa, aos brasileiros que se sentem mais confortáveis com o meio digital.”

Aqueles motoristas que já tem a CNH impressa com o QR Code, que é aquele código de leitura digital para celulares, devem fazer a solicitação do documento digital no portal de serviços do Denatran. Para isto, é necessário que o condutor esteja com os dados atualizados no sistema do Detran e tenha recebido a habilitação depois de maio deste ano, que foi o mês em que as carteiras de motorista começaram a serem feitas com o QR Code.

Já aqueles que tem a versão antiga do documento vai precisar renovar a impressa para, só depois, solicitar a carteira de motorista digital. Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a implantação da CNH digital nos Detrans de todo o país deverá ser concluída até fevereiro de 2018.

O aplicativo da CNH digital pode ser baixado nas plataformas Google Play e App Store.

12:29 · 19.11.2017 / atualizado às 12:29 · 19.11.2017 por


A Vice-Governadoria do Estado do Ceará e o Município de Icó celebrarão convênio para implantar nas escolas municipais icoenses, uma “Célula de Mediação de Conflitos”.

A primeira formação para estudar, debater e implantar o núcleo ocorreu na última semana, em Fortaleza, dos dias 6 a 10 de novembro de  2017, onde a Secretaria Municipal da Educação de Icó, enviou três técnicas para participarem do encontro, dentre elas, as professoras Francisca Jorge de Sousa, Gilmara Menezes Costa e a assistente social Efigênia Mota.
“Foi uma semana de muito conhecimento, onde saímos de lá trazendo na bagagem novos aprendizados e no coração a expectativa, a esperança de implantar a célula de mediação de conflitos e a construção da paz em nosso município de Icó”, ressaltou a professora Gilmara Menezes Costa.

A formação aconteceu em Fortaleza e contou com a presença de vários municípios do Ceará.

12:25 · 19.11.2017 / atualizado às 12:25 · 19.11.2017 por

Todo conteúdo produzido e finalizado pela Agência do Rádio Mais (informações checadas, textos, imagens, áudio e vídeo) é gratuito e pode ser utilizado por você na íntegra ou em partes. A citação do crédito é facultativa.Aproveite essas informações em suas mídias e alcance mais acessos!

Neste domingo, o céu vai ficar nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Centro-Sul e Oeste do Maranhão e Oeste da Bahia. Pode chover também nas demais áreas da região.

A temperatura no Nordeste do país vai variar de 15ºC a 37ºC.

A umidade relativa do ar pode variar de 35 a 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

12:24 · 19.11.2017 / atualizado às 12:24 · 19.11.2017 por

O volume de água no Açude do Castanhão, no Ceará, responsável pelo abastecimento de água da região metropolitana de Fortaleza, onde vive quase metade da população do estado, atingiu o seu volume morto, quando o nível da água fica abaixo da captação normal. O reservatório tem capacidade para acumular 6,7 bilhões de metros cúbicos (m³) de água.

De acordo com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão responsável pela administração do açude, o volume morto foi alcançado no último dia 13. Nesse dia, “o Castanhão atingiu cota de 68,73, que corresponde ao volume de 228.599.505 m³, abaixo da cota 71, que corresponde ao início de seu volume morto”, informou o Dnocs.

A redução do nível de água do Castanhão é consequência de seis anos de seca na região que fez com que diminuísse a vazão da Bacia Hidrográfica do Rio Jaguaribe. Este ciclo de estiagem atingiu também outros açudes do estado, entre eles, Orós e Banabuiú.

As águas do Castanhão abastecem também oito cidades ao longo de um trecho de 100 quilômetros do Jaguaribe, que foi perenizado pela obra do açude, além dos municípios que ficam ao longo do Eixão das Águas e do antigo Canal do Trabalhador.

Segundo dados do Ministério da Integração Nacional, o Castanhão é o maior reservatório público do país para múltiplos usos. Concluído em 2003, sua barragem fica localizada no município de Alto Santo e constitui importante reserva estratégica de água. É utilizado para irrigação, abastecimento urbano, piscicultura e regularização da vazão do Rio Jaguaribe.

12:23 · 19.11.2017 / atualizado às 12:23 · 19.11.2017 por
Wilton Bezerra
Comentarista esportivo da TV Diário e Rádio Verdes Mares

Voltar à elite do futebol brasileiro tem sabor de um título conquistado.

Nem precisa ser o primeiro.

Basta ficar entre os quatro escolhidos para ocupar o olimpo.

E o Ceará chegou lá.

Momentos de incertezas foram enfrentados ao longo da caminhada até a chegada de Marcelo Chamusca.

Foi ele quem moldou o time, mesmo com alguns equívocos de escalação.

Porém, os acertos ganharam de goleada.

Seduziu o elenco e dele extraiu o máximo.

Criou um clima de confiança e isso, muitas vezes, é mais importante que a união.

O Ceará transpôs situações dramáticas em jogos dentro de casa.

E ganhou jogos fundamentais como o diante do Internacional dentro do Beira Rio.

Prevaleceu o coletivo sem o desprezo pelo individual.

Lima e Pio, este último dono de um canhão salvador, que o digam.

Defesa segura, apesar de algumas jornadas com imperfeições.

Mas, foi no meio campo onde o alvinegro reteve a bola com competência e por isso controlou o tempo.

Quem tem Raul, Richardson, Pedro Ken e Ricardinho não pode reclamar da vida.

Élton foi o homem dos gols providenciais.

Dos alas, Romário deu a melhor contribuição.

Fora de campo o destaque vai para o presidente Robinson de Castro.

Não é tarefa fácil dirigir um time de massa como o Ceará.

Além de controlar as emoções, exigência sine qua non para quem comanda, Robison nunca foi uma pessoa a exibir arrogância.

Pelo contrário, enfrentou com altivez movimentos insanos contra o seu trabalho.

Que todos comemorem.

Futebol é um lugar social de celebração.