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Vacinação contra Poliomielite e Sarampo

08:43 · 12.08.2018 / atualizado às 08:43 · 12.08.2018 por

 

Olá, ouvintes do Boletim da Saúde. Sejam todos bem-vindos a mais nova edição do nosso programa! Eu sou Edmar Soares e vou apresentar o nosso programa semanal de notícias sobre saúde! Por isso, aproveitem as dicas e informações que são destaque na saúde pública. Hoje estou aqui no estúdio com minha colega Aline do Valle que vai nos apresentar os destaques dessa edição. O que você conta pra gente, Aline?

Olá Edmar e ouvintes. Hoje falaremos do início da camapanha vacinação Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Sarampo começou na última semana, também da consulta pública para a nova edição do Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos e de Doença Celíaca. Quem abre nosso resumo é a repórter Erika Braz que trará informações a respeito da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Sarampo. Erika, como está o abastecimento dos postos de saúde?

Aline, desde o início do mês os postos de saúde de todo o país estão abastecidos com as vacinas necessárias para o combate ao sarampo e à poliomielite. O objetivo da campanha é vacinar 95% das crianças que já têm um ano até aquelas que ainda não fizeram cinco anos de idade. E para reforçar a importância da vacinação, o secretário de Vigilância em Saúde, Osnei Okumoto falou aos pais e aos responsáveis de cada estado para lembra-los da importância da vacinação.

“A vacina é a única forma de proteção segura. Ela não causará nenhum mal a ele, pelo contrário o deixará ainda mais forte! Cuidado: o Sarampo mata e a Poliomielite tem consequências para a vida toda. Então, não perca tempo: vá até o posto de vacinação mais próximo da sua casa. Se não conseguir durante a semana, não deixe de participar do Dia D – no sábado 18 de agosto. Não deixe de proteger nossas crianças. Lembrem-se: juntos podemos acabar de uma vez por todas com essas ameaças”.

A campanha vai até o dia 31 de Agosto quando mais de 11 milhões de crianças deverão ter sido vacinadas. Vale lembrar que o objetivo é reduzir a possibilidade de retorno da pólio, doença já eliminada no Brasil e a reemergência de sarampo.

Obrigado, Luiza. Seguimos nosso Boletim ainda falando da saúde dos nossos pequenos. E aproveitamos para deixar mais um lembrete aos pais e responsáveis por crianças até dois anos de idade: fiquem atentos aos alimentos oferecidos a eles nessa fase. Afinal, é neste momento que os hábitos alimentares são formados.

Isso mesmo, Edmar. Por isso, é de extrema importância que todos os que convivem com as crianças participem de forma ativa quando o assunto é comida. E caso surjam dúvidas relacionadas ao assunto, você tem a opção de consultar o Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos. E este documento, criado em 2002, e passa por uma atualização ainda neste ano. Quem traz mais detalhes é o repórter Pedro Paulo Souza. Pedro, como funcionará essa atualização?

Olá Aline, olá aos ouvintes. Até o dia 25 de agosto, toda a população terá acesso ao documento por meio de uma consulta pública e poderá enviar sugestões para a nova versão do Guia Alimentar para menores de dois anos. Para participar, basta entrar no portal saude.gov.br e clicar no link da consulta pública, disponível na página inicial do site. Ali, o usuário tem acesso à versão preliminar no formato PDF e também a um formulário com espaço para as contribuições. E durante a última semana, nós conversamos com a analista técnica da coordenação de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Helissa Moreira que já deu algumas dicas para incentivar o paladar das crianças desde cedo.

“A criança deve basear a alimentação em alimentos in natura e minimamente processados. Ela tem que receber alimentos na consistência espessa, desde quando introduzir a alimentação complementar – não bater no liquidificador, não oferecer açúcar para a criança até os dois anos de idade. E é muito importante também a família estar atenta à comida que vai oferecer para a criança quando ela estiver fora de casa. Então é importante, por exemplo, a mãe quando for sair de casa levar uma fruta – uma banana para ela poder amassar e oferecer na hora. Ela também pode levar uma marmita com uma comida salgada para oferecer um almoço…”.

No Guia Alimentar para menores de dois anos, os pais e responsáveis encontrarão essas e outras dicas que vão desde a amamentação até o preparo dos alimentos para toda a família.

É bom reforçar que você tem até o dia 25 de agosto para enviar as sugestões e contribuições para a nova versão do Guia. Sua participação é fundamental. Edmar, vamos continuar falando de formas de alimentação? Mas agora o assunto está relacionado à restrição de um tipo de alimento: o glúten. Essa proteína não pode ser consumida por pessoas que têm o diagnóstico doença celíaca. Por isso, esse grupo precisa estar de olhos bem abertos na hora das refeições.

E para facilitar a compreensão tanto de quem convive com a doença como de quem ainda não conhece muito a respeito do assunto, o programa do Podcast Pausa para a Saúde da semana trouxe experiências de pessoas que aprenderam ou estão aprendendo a conviver com o diagnóstico e dicas de especialistas. O repórter Carlos Américo traz outras informações.

Edmar, a doença celíaca pode se manifestar tanto na infância quanto na vida adulta. Geralmente os sintomas estão relacionados ao intestino como distensão abdominal e diarreias. Mas existem outros sintomas geralmente presentes em adultos, como explica a gastropediatra Dayse Oliveira.

“A doença celíaca poderia ser classificada como uma reação imunológica que algumas pessoas têm – somente as pessoas que tem a tendência genética para desenvolver doença celíaca. Ela pode se manifestar de várias formas. Inclusive fora do sistema digestório. Por exemplo, uma pessoa que tem dores articulares repetidamente. Uma pessoa que tem uma anemia de difícil controle. Uma pessoa que tem as enzimas do fígado aumentadas sem nenhuma explicação; osteoporose, infertilidade e por aí vai outras formas da doença celíaca se manifestar”.

A recomendação é de que todos aqueles que sentem desconforto ao comer alimentos que contém glúten – como o trigo e a cevada, por exemplo – , precisam procurar auxílio médico antes de suspender o consumo de qualquer tipo de alimento.

Obrigada, Carlos. E nosso programa chegou ao fim. Você pode conferir o Podcast na íntegra usando um aplicativo para Podcast do seu celular. É só digitar Pausa Para Saúde. E você também pode acompanhar outras notícias do Ministério da Saúde no portal saúde.gov.br .

Isso mesmo, Aline. E você também pode nos acompanhar por meio de nossas redes sociais facebook.com/minsaude e pelo twitter, @minsaude. Uma ótima semana para todos e até o próximo programa!

Boletim do Ministério da Saúde. Apresentação Edmar Soares e Aline do Valle. Reportagem: Erika Braz, Pedro Paulo Souza e Carlos Américo. Trabalhos técnicos de Fabrício Lázaro e Ricardo Xavier. Realização Ministério da Saúde.

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