Rock Nordeste

Categoria: Bizarrices


13:54 · 23.05.2014 / atualizado às 14:13 · 23.05.2014 por

red hot

Você já reparou como o ator Will Ferrell e o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith, são parecidos um com o outro?

Os dois estiveram mais parecidos do que nunca nesta semana, no programa “The Tonight Show with Jimmy Fallon“,  do canal americano NBC, e fizeram um duelo de bateria para provar quem é quem.

Confira o vídeo:

11:39 · 02.05.2014 / atualizado às 12:59 · 02.05.2014 por

Desde que rock é rock sempre houve rixas entre ele e outros gêneros musicais considerados mais pop ou mainstream, palavras que parecem doer nos ouvidos dos headbangers. No Nordeste, os extremos opostos são o rock e o forró. Agindo como uma tribo, ou mesmo uma seita, os roqueiros têm suas próprias regras de conduta e de aceitação de outros indivíduos, que podem sofrer sanções sérias quando não agem conforme a expectativa do grupo. Ignorando todas essas regras e sem constrangimento de assumir  a pecha de “traidor”, o músico potiguar Fred Bragança, resolveu fundar a banda de forró ostentação Bota Pressão, deixando de lado o nome artístico que utilizava antes, Freddy Frenzzy, vocalista da banda de hard rock Hottnyte. A decisão do músico causou furor na ala mais radical do cenário roqueiro underground.

Freddy Frenzzy e Fred Bragança: dois lados musicais de uma mesma pessoa. FOTO: Rafael Tavares/Divulgação
Freddy Frenzzy e Fred Bragança: dois lados musicais de uma mesma pessoa. FOTO: Rafael Tavares/Divulgação

>A figura do roqueiro é uma construção social

Para Fred, mesmo autor das músicas “Seven Sins” – Hottnyte – e “Facebook Cat” – Bota Pressão -, a mudança de gêneros não está, necessariamente, ligada à aspectos financeiros. A nova empreitada na Bota Pressão é a continuação de um sonho: sobreviver de música. Para isso, ele focou em gênero com o mercado mais ativo no Rio Grande do Norte, assim como em boa parte do território nordestino. Mas garante: não está ganhado “rios” dinheiro e que a dedicação para a música é o mesmo quando atuava no cenário rock and roll.

Em um curioso bate-papo exclusivo por email com o blog Rock Nordeste, Fred Bragança fez críticas ao que chamou de “amadorismo dos produtores do mercado de rock”, falou das diferenças entre públicos e ainda disse que a Bota Pressão está à procura de um sócio-investidor para ser parceiro na nova empreitada musical.

Quando você começou a gostar de hard rock? Quais são suas bandas favoritas?

FRED: Quando eu era criança escutava de tudo. De É O Tchan até Pink Floyd, banda favorita do meu pai. Meu estilo favorito era o sertanejo. Gostava muito de Leandro & Leonardo e Zezé Di Camargo & Luciano. Na adolescência tive contato com Scorpions, Kiss, Guns N’ Roses, Skid Row, Bon Jovi… Se eu fosse apontar as minhas favoritas eu diria, definitivamente, Scorpions e Kiss.

Qual a principal motivação para você ter montado o grupo Bota Pressão?

FRED: O objetivo de viver da música e a busca de novos desafios. O amadorismo dos produtores do mercado do rock, o público que não consome as bandas locais e a consequente falta de interesse da grande mídia impedem que haja mercado sustentável para o rock no Brasil. Veja bem: se o público acredita que não vale a pena pagar R$ 10,00 para entrar num show de banda local, não há NADA errado nisso. Ninguém é obrigado a ver o que não gosta. Isso faz parte do livre mercado. Portanto, entendam também, que ninguém é obrigado a ficar tocando de graça ou por trocados e pode muito bem querer buscar um mercado onde paguem pela sua música. Ambas as decisões fazem parte do livre mercado e respeito muito isso.

Como os fãs e os outros integrantes da banda Hottnyte reagiram com a notícia que você iria montar uma banda de forró?

FRED: Achavam um tanto cômico, mas sempre deram apoio. Nunca demonstraram abertamente qualquer ressentimento. Eles me incentivaram mesmo nos momentos de críticas, foram muito compreensivos, mesmo quando se tornou prejudicial para eles. Sou muito grato, eles provaram ser amigos de verdade. Apesar de estarmos um tanto afastados, por motivos óbvios, somos amigos até hoje e temos profundo carinho e consideração uns com os outros e volta e meia nos vemos para relembrar.

Qual banda dá mais lucro: a Bota Pressão ou a Hottnyte?

FRED: Ótima pergunta em que vou aproveitar para responder a quem acha que saí do HOTTNYTE simplesmente por dinheiro. Tem gente que acha que estou montado na grana. Acham que recebi uma proposta de um empresário para assumir os vocais de uma banda e que hoje estou vivendo no luxo. Eu bem queria, mas não é verdade (risos). Eu saí da HOTTNYTE para montar a minha própria banda de forró. Aqui sou líder, sou patrão, mas isso não quer dizer que estou rico e que não há esforço. E te garanto: é uma luta muito maior. Aqui não são cinco caras dividindo os gastos. Não são amigos tocando juntos. Os músicos da banda são profissionais que são pagos para isso e recebem até passagens para ensaiar. O pouco que conquistamos até agora coma Bota Pressão foi, exatamente, com o mesmo amor, suor e luta que o que conquistamos com o HOTTNYTE. Talvez até mais! Não temos empresário nos bancando. Acho que isso já basta para provar que não se trata só de dinheiro. Trata-se ainda, de um sonho genuíno e sim, de amor à música também.

Qual a principal diferença entre as pessoas que frequentam shows dos dois estilos?

FRED: O público do forró não vê mal em pagar pelo seu entretenimento. O público do forró desfruta de um show com bandas de estilos variados. É comum ver eventos em que tocam bandas de forró, pagode e sertanejo juntos, por exemplo. É de fato, um público bem menos preconceituoso. NUNCA, repito, NUNCA, no meio forrozeiro, alguém me hostilizou pela minha origem roqueira. Pelo contrário, acham bacana, acham interessante. Fui bem acolhido e estou feliz, embora ainda na batalha para chegar aonde quero.

Você acha que os dois estilos musicais se excluem? O forró não pode se misturar com o rock e vice-versa?

FRED: Teoricamente, não precisariam se excluir, mas na prática isso ocorre sim. O forró e os outros estilos populares – sertanejo, funk, pagode – hoje estão muito misturados e isso é bom pelo lado da renovação e da comercialidade (sic). Ainda acredito que o rock vai acabar se misturando também e que vai dar muito certo! Uma hora vão fazer e vai dar o que falar! Mas hoje, ainda há essa crença de que o rock ou o heavy metal são dotados de uma certa “superioridade moral” ou “intelectual” em relação a outros estilos. Partindo dessa premissa, é compreensível que o público roqueiro fique entrincheirado em seu clubinho isolado, sem deixar ninguém entrar e execrando quem sai. Fiz o caminho para fora deste cercado e sou mais feliz.

Muitos acusam a banda Hottnyte de traição. O que você acha dessa afirmação?

FRED: Primeiro: Não se pode ser injusto. Quem saiu do HOTTNYTE fomos eu e e o então guitarrista e compositor Diego Olliveira, que hoje também é cantor na Bota Pressão. Então, seria interessante que excluíssem os membros remanescentes dessa acusação. Eles continuaram lá, tentaram tocar a banda para frente. Optaram depois por fundar um novo projeto, o 5Pontas que tem um som animal! Vocês deveriam sacar! Falando por mim, adoro essa mística que se cria com esse  “título” de “desertor”, “traidor” (risos). Acho compreensível vindo de um público que se acha tão liberal, mas que se comporta como um bando de religiosos cheios de dogmas. Se eles têm essa viagem, que tenham. Se na cabeça deles sou um traidor, aceito a carapuça de boa. Pelo menos não traí meus objetivos e sonhos só para provar algo para gente que nem pagava para ver meus shows.

Você acha que a banda pode se “queimar” com os dois públicos (forró e rock)?

FRED: Sou responsável pelas minhas decisões, não pelo que pensam delas. Quem tem boca fala o que quer. Não tenho, nesse momento, intenção NENHUMA de agradar o público roqueiro, não estou mais nesse mercado. Não faz diferença ficar “queimado” com eles. Tenho orgulho da minha trajetória e das minhas realizações no rock. Além do mais fico feliz que muitos amigos e colegas no rock sejam racionais, sensatos e compreensivos. Muita gente, tanto na época quanto agora, me dão muito apoio e esse tipo de carinho é muito especial. No forró, como eu disse antes, eles acham interessante a minha origem diferente. Fui muito bem recebido!

Como é atualmente sua relação com o hard rock?

FRED: No meio do forró temos que estar sempre atualizando repertório, então me foco nisso e escuto hard rock muito raramente. Volta e meia me lembro de alguma canção do Scorpions, Kiss ou do HOTTNYTE (risos) e me vejo com um sorriso no rosto, mas sem arrepedimentos no coração. Cantei em bandas de rock por 10 anos e vivi os 3 melhores anos da minha vida no HOTTNYTE. Foram 10 anos de um relacionamento de muito amor com o estilo, mas relacionamentos não são para sempre. É melhor que algumas coisas fiquem só nas lembranças. Lá é o lugar de guardar as coisas bonitas, quando não se é mais possível torná-las realidade. E são lembranças que compõem a história de um homem – seja ele roqueiro ou forrozeiro.

FRED: Se eu puder ter um espaço para considerações finais, gostaria de dizer que a banda Bota Pressão tem 2 CDs lançados um clipe bombando na internet, mas tudo com esforço e iniciativa própria. Estamos a procura de um sócio-investidor que possa entrar com a estrutura de palco, transporte e outros elementos necessários para o crescimento de uma banda de forró. Obrigado!

17:33 · 13.04.2014 / atualizado às 19:17 · 17.04.2014 por

Um encontro inusitado. Isso poderia resumir a imagem que Axl Rose postou na tarde deste domingo (13) em sua conta no Twitter. Com calças amarelas, blusa preta folgada e seus atuais indefectíveis óculos escuros e chapéu de cowboy, o vocalista da banda Guns N’ Roses registrou o momento em que encontrou a cantora de samba Alcione.

A imagem foi postada com a seguinte mensagem: “With the amazin’ Alcione Nazareth!”. Em tradução livre: “com a maravilhosa Alcione Nazareth”.

A banda Guns N’ Rose desembarca em Fortaleza na próxima quinta-feira (17), no Centro de Eventos do Ceará. Já na terça-feira (15), a banda realiza show em Recife, no Chevrolet Hall. O baixista original da banda, Duff Mackagan participa das duas apresentações

axl-alcione

13:53 · 17.02.2014 / atualizado às 14:21 · 17.02.2014 por
FOTO: Divulgação.
FOTO: Divulgação.

A polêmica apresentadora do Jornal do SBT, Rachel Sheherazade, assumiu ser fã de rock e heavy metal em entrevista veiculada na edição do último domingo (16) do programa humorístico Pânico na Band. A declaração foi feita pela jornalista quando indagada se estava ouvindo Justin Bieber no som do carro.

“Gosto de Iron Maiden”, disse Rachel, causando surpresa nos entrevistadores. “Gosto de heavy metal, eu gosto de rock”, reforçou a apresentadora.

Essa não foi a primeira vez que a jornalista declarou ser fã da donzela de aço. Durante a apresentação do Iron Maiden na última edição do Rock in Rio, Rachel Sheherazade postou diversas mensagens demonstrando entusiasmo com a apresentação da banda.

Série de mensagens postadas pela jornalista em seu perfil no Twitter. FOTO: Reprodução.
Série de mensagens postadas pela jornalista em seu perfil no Twitter durante o Rock in Rio. FOTO: Reprodução.

Confira o vídeo com a declaração aos 11 min:

14:53 · 13.02.2014 / atualizado às 14:54 · 13.02.2014 por

filhos of the dark

Já imaginou um bloco de Carnaval que toque clássicos do metal em ritmo de axé? Para a felicidade (ou desespero) dos headbangers de plantão, o bloco “Filhos of The Dark” faz exatamente isso.

O nome do bloco de Belém do Pará é uma clara alusão a “Fear of the Dark“, uma das grandes músicas do Iron Maiden. Eles, inclusive, autointitulam-se como o “1º Bloco de Carnaval x Heavy Metal do Brasil“, se é que isso é motivo para se vangloriar.

Confira a performance bem “baiana” de “Fear of the Dark”:

14:51 · 11.11.2013 / atualizado às 14:54 · 11.11.2013 por

Notícia das mais tristes possíveis.  De acordo com jornais americanos de hoje, um integrante da banda Yellow Dogs, que foi mencionada por nós do  Rock Nordeste como uma das promessas do rock iraniano, disparou com um rifle contra três membros do grupo. O incidente, conforme publicou o The New York Times ocorreu na madrugada dessa segunda-feira no Brooklyn, onde os rapazes tinham fixado residência.

O “Wall Street Journal” afirmou que o atirador é Raefe Ahkhbar, que depois do atentado teria cometido suicídio.  Ahkhbar teria matado o guitarrista Soroush Farazmand ((Looloosh), o vocalista  Ali Eskandarian (Obaash) e o baterista Arash Farazmand, pois estava inconformado com sua expulsão da banda recentemente.

O Yellow Dogs foi formado em 2006 e depois de atuar clandestinamente no Irã resolveu tentar a sorte nos Estados Unidos, em Nova York. Formada em 2006, a Yellow Dogs atuava clandestinamente no Irã antes de fugir para Nova York.

Eles participaram do filme “No One Knows About Persian Cats (2009), do diretor Bahman Ghobadi, onde ficaram mais conhecidos no meio underground.

Na página oficial da banda, alguns fãs prestaram condolências ao grupo e seus familiares e muitos demonstravam estar estarrecidos com o ocorrido.  “Mas que diabos! Eu ainda estou em choque. Não posso imaginar esse tipo de tragédia”, disse Faranak Karimpour, um fã da banda.

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15:42 · 25.10.2013 / atualizado às 10:07 · 26.10.2013 por
FOTO: Divulgação.
FOTO: Divulgação.

Na noite da última quinta-feira (24), o grupo Flaming Lips assustou os fãs ao postar uma mensagem no Twitter afirmando que o grupo estava se separando definitivamente. “Temos notícias tristes. Nós nos separamos”, dizia a mensagem.

Após mensagens desoladas de fãs, o grupo norte-americano resolveu esclarecer a situação: era apenas uma brincadeira. “lol [risos]. É apenas uma piada, pessoal”, afirmava a nova mensagem.

Os anúncios foram feitos pelo perfil oficial da banda na rede social. Após alguns minutos no ar, ambas as mensagens foram deletadas. Um representante da banda confirmou à “Rolling Stone” que o anúncio de separação da banda não era verdadeiro.

Após o ocorrido, o vocalista Wayne Coyne ainda divulgou em sua conta pessoal que a conta oficial do grupo havia sido hackeada, e por isso o anúncio da separação tinha ido ao ar.

O anúncio da separação causou estranheza, sobretudo, pelo fato de o grupo completar 30 anos de carreira este ano e estar trabalhando em um novo disco.

As informações são da Folhapress

21:33 · 06.10.2013 / atualizado às 06:55 · 07.10.2013 por

Não bastasse ter sido o pivô do fim da maior banda de rock da história (há quem diga), a viúva de John Lennon resolveu cometer mais uma heresia na história da música. De acordo com a coluna Gente Boa, do O Globo, ela, simplesmente, autorizou ao cantor de sertanejo universitário (é assim mesmo que se diz?), Michel Teló, a fazer uma mistura de “Imagine“, o maior clássico de Lennon, com “Ai, se eu te pego”, canção chiclete do Teló que foi maior sucesso no verão europeu em 2012.

A pérola pode  ser ouvida no longa “Mato Sem Cachorro” estrelado por Danilo Gentilli Bruno Gagliasso, que estreou nesse fim de semana. Dizem que a japa ouviu a mistura e adorou. Rapaz, ouvindo o que já foi cantado por ela, quando o Lennon deixava, não duvido nada de seu gosto musical.

Confira parte da mistura:

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00:14 · 17.09.2013 / atualizado às 07:25 · 17.09.2013 por

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Encontrado morto no dia 4 de junho de 2009, em um hotel de luxo de Bangcoc, na Tailândia, o ator norte-americano, David Carradine, surpreendeu a seus fãs ao aparecer no novo clipe “Devil“, da banda indie Ours. Como assim, pessoal?

Calma que dá para explicar. É que o eterno Bill, de “Kill Bill“, filme de ação do aclamado Quentin Tarantino, antes de morrer, realizou um curta-metragem para uma canção da banda, que foi dirigido por Michael Maxxis.

O vídeo nunca foi lançado e quatro anos depois, ou seja, now, o vocalista do grupo, o virtuoso Jimmy Gnecco, resolveu chamar Maxxis para colocar o vídeo na música Devil, ou seja, o Carradine não somente retorna, mas volta como o coisa ruim, o diabo. A  aparição de Carradine no vídeo é muito sinistra, uma vez que ele faleceu há muito tempo, e seu desempenho póstumo faz com que o vídeo já obscuro fique ainda mais dark.

A música também é muito boa, viu, pessoal? A canção faz parte do novo trabalho do Ours, “Ballet the Boxer 1“, substituto do ótimo Mercy “Dancing for the Death of an Imaginary Enemy, de 2008.  Vale a pena ouvir toda a discografia da banda, que apesar de ter quase 20 anos de carreira é totalmente desconhecida em terras brasileiras.

E sobre a morte do Carradine, lembra não? O cara foi encontrado morto no dia 4 de junho no quarto onde estava hospedado em Bangcoc. Dizem que teve um ataque cardíaco pós-orgasmo ou que cometeu suicídio por asfixia autoerótica. Coisas de Carradine. 

Veja a ressurreição do cara

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10:14 · 09.09.2013 / atualizado às 10:14 · 09.09.2013 por

evil eye

O Franz Ferdinand lançou neste domingo (8) o estranhíssimo videoclipe de “Evil Eye”, música que está no novo disco “Right Thoughts, Right Words, Right Action”,  lançado no último dia 26 de agosto.  Olhos fora de órbita, cabeças cortadas e uma barriga falante são apenas algumas das bizarrices do clipe.

O conteúdo, inapropriado para menores de 18 anos, pode ser visto a seguir:

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Já haviam sido divulgados os videoclipes de “Love Illumination” e “Right Action“. Ouça o novo disco do Franz na íntegra:

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