Rock Nordeste

Categoria: Entrevistas


15:34 · 14.11.2014 / atualizado às 15:34 · 14.11.2014 por
FOTO: Divulgação
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Prestes  a desembarcar em Fortaleza, André Matos concedeu entrevista ao Caderno 3, do Diário do Nordeste.  O ex-vocalista da banda Angra e ícone do metal nacional falou das próprias teorias sobre o surgimento do Heavy-Metal, além da preferência dos fãs pelo tradicional. Confira o texto na íntegra:

Ian Christe, em seu livro “Heavy Metal: A história completa”, apresenta uma interpretação que o gênero surgiu como uma ruptura drástica do rock, mas curiosamente foi se tornando mais e mais tradicionalista. O que você acha disso? Há algum tipo de pressão – dos fãs sobretudo – do que se pode e do que não se pode fazer com o metal?

“Bem, há várias teses sobre o Heavy Metal e esta é uma delas. Tenho minhas próprias ideias e teorias a respeito, e que são bastante subjetivas, calcadas na minha própria experiência e também na minha formação musical, que vai do rock ao erudito – sem que haja detrimento de um estilo em função do outro. Acho que, em resumo, o Heavy Metal derivou inicialmente do Rock´n´Roll, a partir do momento em que alguns artistas, principalmente os ingleses como The Who, Led Zeppelin, Pink Floyd e Deep Purple começaram a flertar com um som mais pesado. E, ao mesmo tempo em que incorporavam as batidas e a sonoridade herdadas de figuras como Jimmy Hendrix ou até mesmo Beatles (sim, existe Metal nos Beatles, é só olhar a fundo) – alguns deles jé possuíam um vago conceito de que este estilo poderia ser ligeiramente mesclado a alguns conceitos herdados da música clássica Ou seja, talvez tenha sido um dos tantos pontos de encontro entre a música dita “negra” (Blues, Jazz) e “branca” (Clássico, Folk).

O que acontece a seguir é o surgimento de um elemento um pouco mais ‘marcial’, de caráter curiosamente quase mitológico, com o surgimento de bandas como Judas Priest e Iron Maiden. Isso sem falar no próprio Queen, que conseguiu o feito de ser a única banda que talvez tenha passeado por todos os estilos com propriedade e ao mesmo tempo – e que serviu de inspiração a muitos contemporâneos e aos que vieram depois. Quase ao mesmo tempo, surge o Punk-Rock na Inglaterra. E, como resposta a este, o Hard-Rock nos EUA. Já na Alemanha e no resto da Europa, há o surgimento do metal mais melódico – por sua vez respaldado na América com o aparecimento do estilo ainda mais pesado: o Thrash-Metal.

Enfim, é bastante difícil relativizar esses acontecimentos de forma cronológica; acredito mais que eles foram acontecendo e se desenrolando quase que tridimensionalmente, no tempo-espaço.

Concluindo- e respondendo a última parte de sua pergunta: em minha opinião, tudo pode ser tentado e pode ser feito em música – desde que com bom-senso e na medida certa. Certos artistas ‘erram a mão’ ao experimentar de mais. Ao mesmo tempo, acredito que não experimentar nada e seguir se repetindo ao infinito, além de tremendamente oportunista, leva à total estagnação musical – o que, para mim significaria um tipo de invalidez permanente do ponto de vista artístico”.

Leia mais na edição do próximo sábado (15) do Diário do Nordeste

As informações são de Dellano Rios, editor do núcleo de Cultura do Diário do Nordeste

22:05 · 05.05.2014 / atualizado às 22:07 · 05.05.2014 por

O vocalista Digão, da banda Raimundos, paralisou um show em Jaguará do Sul para defender dois rapazes que foram repreendidos por estarem se beijando durante o evento que ocorreu na última sexta-feira (2). Após três dias, o músico foi entrevistado por um portal de entretenimento e se manifestou sobre o caso.

Digão disse que foi informado que expulsaram os dois rapazes, pois eles estavam se beijando. O músico disse que não pensou duas vezes e exigiu que colocassem o casal de volta ao evento.

Digão explicou que fica triste com o tipo de atitude e que nunca ocorreu outro caso parecido durante os shows do grupo. Ele ressalta que o que ocorre bastante é a agressão por parte dos seguranças para os jovens que realizam ronda punk durante os shows, mas um caso de homofobia nunca foi presenciado antes.

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11:47 · 03.05.2014 / atualizado às 11:49 · 03.05.2014 por

Integrantes da cearense Selvagens à Procura de Lei, uma das atrações do Dragão Maloca neste sábado (3), conversaram com Leonardo Bezerra, do Blog Rock Nordeste, no estúdio da TV DN.

Na entrevista, Rafael Martins (guitarra e voz) e Caio Evangelista (baixo e voz) falam sobre o caminho que os levou de apresentações locais ao palco do Lollapalooza Brasil, onde se apresentaram no último dia 6 de abril.

Os integrantes do grupo ainda falaram da relação entre a nova música, “Bem-vindo ao Brasil” e a Copa do Mundo, e adiantaram que ela será um dos singles do próximo trabalho de estúdio.

Confira a entrevista na íntegra:

20:44 · 17.02.2014 / atualizado às 20:45 · 17.02.2014 por

AC-DC-álbum

O vocalista Brian Johnson, do grupo australiano AC/DC, confirmou em um telefonema surpresa à rádio 98.7 The Gater, de West Palm Beach, Florida, que a banda vai entrar em estúdio no mês de maio para gravar um novo álbum, sucessor do Black Ice, lançado em 2008. O novo álbum será gravado em Vancouver, Canadá.

Outra novidade é a turnê em comemoração aos 40 anos que se seguiria logo após o lançamento, com 40 shows. “Eu acho que iremos entrar em estúdio em Maio em Vancouver – o que significa que estamos começando a nos preparar”, disse Brian Johnson.

Vamos torcer para que o Brasil entre nesta turnê!

Confira a entrevista de Brian Johnson:

Com informações do site Blabbermouth.net

08:00 · 18.07.2013 / atualizado às 02:55 · 18.07.2013 por
FOTO: Reprodução
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Uma capa da revista “Rolling Stone” com uma foto de Dzhokhar Tsarnaev, 19, um dos suspeitos do atentado contra a Maratona de Boston, em abril, causou revolta na última quarta-feira (18) nas redes sociais. Tsarnaev, que postou a foto em uma rede social, é alvo de um extenso perfil na próxima edição da revista.

Em cerca de 12 horas desde a publicação da capa, mais de 5.400 leitores escreveram na página da revista no Facebook para reclamar da escolha e da divulgação da imagem do suspeito.

“Que desgraça, fazê-lo parecer um ‘rockstar’. Horrível.”, escreveu um internauta identificado como Steve Simon. Usuários famosos, como a cantora Pink, também criticaram a escolha.

No Twitter, usuários apontaram uma eventual semelhança entre a imagem e uma antiga e célebre capa da “Rolling Stone” com Jim Morrison (1943-1971), vocalista do grupo The Doors. Janet Reitman, editor da “Rolling Stone”, passou dois meses entrevistando amigos e familiares de Tsarnaev para embasar o artigo.

Tsarnaev acumula 30 acusações por supostamente ter usado armas de destruição em massa -panelas de pressão com explosivos e artefatos cortantes- em duas explosões no dia 15 de abril, na reta final da Maratona de Boston. Três pessoas morreram -inclusive um garoto de 8 anos- e mais de 260 ficaram feridas, muitas com amputações nos membros inferiores.

Tsarnaev alegou inocência em uma primeira audiência sobre o caso, neste mês. Promotores de Justiça nos EUA devem pedir a pena de morte.

Os editores da revista publicaram uma mensagem no Facebook explicando os motivos para a escolha da capa. Confira o texto na íntegra:

“Nossos corações estão com as vítimas do bombardeio durante a Maratona de Boston e os nossos pensamentos estão sempre com eles e suas famílias. A reportagem de capa que estamos publicando esta semana cai dentro das tradições do jornalismo e do compromisso de longa data da Rolling Stone na cobertura séria e pensativa das questões políticas e culturais mais importantes do nosso dia. O fato de que Dzhokhar Tsarnaev ser jovem, e na mesma faixa etária, como muitos de nossos leitores, torna ainda mais importante, para nós, examinar a complexidade desta questão e ganhar uma compreensão mais completa de como uma tragédia dessa acontece”.

Com informações da Folhapress

08:25 · 27.05.2013 / atualizado às 16:42 · 06.09.2013 por

A banda Cachorro Grande veio a Fortaleza fazer show no Black Jack Club no último sábado (25). O Blog Rock Nordeste aproveitou a oportunidade para bater um papo exclusivo no estúdio da TV DN com uma das maiores bandas do rock nacional.

>Assista a todas as bandas que deram entrevista para o Blog Rock Nordeste

Na conversa,  o vocalista Beto Bruno e o guitarrista Marcelo Gross falam sobre o novo DVD “Cachorro Grande ao vivo no Circo Voador”, gravado no dia 25 de março de 2011 com 15 músicas que passam pelos mais de 15 anos de carreira da banda.

Além disso, a banda também fez elogios ao cenário do rock local e críticas ao rock nacional.

Confira a entrevista na íntegra: 

 

 

10:41 · 18.05.2013 / atualizado às 12:12 · 18.05.2013 por

 

Foto: Divulgação
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A boa banda à casa torna. Após  mais de 2 anos, a banda Cidadão Instigado volta a tocar em sua terra natal. Em conversa com o Blog Rock Nordeste, Fernando Catatau, guitarrista, vocalista e compositor da banda, esforça-se para lembrar a última vez que o Cidadão tinha vindo a Fortaleza. Conclui que foi no Carnaval de 2011, mais precisamente no dia 5 de março.

Catatau, aliás, é um cara de palavras poucas e simples. Por telefone, diz, em sotaque cearense, que gostaria de tocar pela terrrinha com a sua banda com mais frequência. “É sempre bom tocar aqui. Por mim, eu tocava sempre, mas tem as dificuldades, a distância. A gente vem tocar quando é contratado para isso, por isso que teve esse vazio durante tanto tempo. A gente não vem só quando a gente quer”, explica-se.

Para o show deste sábado (18), no Greenday Eco Festival, o músico promete um repertório com músicas dos três álbuns do Cidadão Instigado: “O Ciclo da Dê.cadência”(1994), “Cidadão Instigado e o Método Tufo de Experiências”(2005) e “Uhuuu!” (2009).

Nos três trabalhos, percebe-se uma música experimental. No mais recente, de 2009, o Cidadão Instigado assumiu ares mais românticos, com canções como “Como as Luzes” e “Dói”, mas não deixou de lado o psicodelismo dos outros álbuns.

Catatau admite  a influência romântica nas composições, mas diz que chamar a banda de brega é uma visão limitada. “Às vezes, as pessoas falam coisas da nossa música que eu não consigo nem visualizar. A gente é uma banda de rock. Minhas principais influências são bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e The Cure“, ressalta.

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Com relação ao próximo álbum, o guitarrista diz que não tem como adiantar muito . A data de lançamento vai depender da verba de cachês dos shows, já que a banda se mantém de forma independente. “A gente já tem as bases de baixo, bateria e guitarra todas gravadas, só faltam uns arranjos finais. Eu estou muito satisfeito com esse disco. Vai ser um novo momento da nossa carreira”.

As parcerias de Catatau

O guitarrista Fernando Catatau coleciona colaborações com vários nomes da música nacional, como Vanessa da Mata, Zeca Baleiro e Arnaldo Antunes. A propósito, depois de se apresentar com o Cidadão Instigado no Greenday Eco Festival, o guitarrista também tocará na banda de Otto, um de seus parceiros de longa data, que se apresenta no evento.

Catatau também assina a produção do disco “Esphera“, de Arnaldo Baptista, projeto que segue parado por problemas financeiros. Para ele, trabalhar com o ex-Mutante é uma grande experiência. “O Arnaldo é um ídolo, uma pessoa massa. Eu tentei entrar ao máximo no mundo dele, entender como é o processo dele de tocar, de criar. Acho que esse novo disco tem de sair com a cara dele”.

Depois de projetos com tanta gente, Catatau se diz bem satisfeito e feliz. Quando é perguntado se ainda existe alguém com quem gostaria de tocar, a resposta vem sem muita pretensão, em um misto de seriedade e brincadeira: “Jimmy Page, talvez”.

 

Seviço: Greenday Eco Festival. Shows de Otto, Cidadão Instigado, Rocca Vegas, Plastique Noir, Miguel Cordeiro, Daniel Groove e ChimpanZés de Gaveta. Neste sábado (18), na Praça Verde do Dragão do Mar. Abertura dos portões às 16h. Ingresso: 2 kg de alimentos não-perecíveis ou uma lata de leite em pó. Contato: 3021.7186 .

12:39 · 03.02.2013 / atualizado às 14:59 · 03.02.2013 por
Endino trabalha com bandas brasileiras desde 1993. FOTO: Reprodução/Facebook
Endino trabalha com bandas brasileiras desde 1993. FOTO: Reprodução/Facebook

O ato é comum entre as diversas bandas brasileiras que estão buscando um lugar ao sol: enviar composições para serem avaliadas por produtores reconhecidos nacionalmente ou internacionalmente. No último dia 23 de janeiro, a banda paraibanda The Noyzy, que possui influências Grunge, resolveu arriscar e enviou, através do Facebook, musicas gravadas por eles para Jack Endino, que já produziu grupos como Titãs, Nirvana e Soundgarden. A resposta não tardou: “soa bem, só não consigo entender algumas palavras”, disse o produtor sobre o fato da banda paraibana cantar em inglês.

Pouco tempo depois, Jack Endino resolveu utilizar o seu perfil na rede social para mandar um aviso para músicos brasileiros: “POR QUE VOCÊS CANTAM EM INGLÊS? EU NUNCA ENTENDO UMA PALAVRA SEQUER. Qual o motivo disso? Isso não fará vocês terem sucesso fora do Brasil, e não vejo como isso fará sucesso DENTRO do Brasil”. Diversos músicos ficaram furioso e reagiram ao comentário do produtor. A postagem com o desabafo foi deletada do Facebook.

Endino pediu desculpas para os músicos brasileiros: “OK OK! ME DESCULPE TODO MUNDO! Eu não tive a intenção de agredir ninguém. Eu NÃO estou curtindo com a sua cara. Eu amo o Brasil e a música brasileira. Obviamente, eu não estou ouvindo as bandas certas… e obviamente, eu estou COMPLETAMENTE ERRADO!!!!”

Involuntariamente, a banda The Noyzy virou epicentro de diversas discussões sobre a qualidade das músicas escritas por brasileiros na língua inglesa. O grupo pode não ter caído nas graças de Jack Endino, mas outros contatos profissionais foram feitos após a polêmica. Um produtor japonês convidou a banda paraibana para tocar em evento na cidade de Nagoya e ainda, de quebra, realizar algumas gravações no país. Santa Internet!

O Blog Rock Nordeste conversou com Phelipe Andrew, baixista da banda, sobre as origens da Noyzy e todo o “bafáfá” envolvendo Jack Endino. Confira a entrevista na íntegra e o EP lançado pelo grupo:

Qual a origem do nome da banda?

Bem, no começo, a busca pelo nome da banda tinha que ser rápida porque ja tínhamos umas ambições de fazer shows o mais rápido possível(coisa que não aconteceu), mas o nome da banda saiu, e se chamou inicialmente ‘Noisy Vendetta” (Vingança Barulhenta), depois de um tempo, reformulamos o nome e quebramos a estética da gramática inglesa, transformando o “Noise” no “Noyzy”. Temos que ter um nome que faça jus ao som barulhento né?

Como aconteceu o processo de gravação do EP “Noyzy is fun”?

Gravamos ‘Erotomania’ e ‘Kill Yourself’ há uns meses atrás, mas nunca divulgamos. Não gostamos muito do resultado. Deixamos elas de molho no estúdio e quando nós gravamos ‘Is this a song?’ e ‘The Fly’aproveitamos a leva pra remasterizar tudo de uma vez e o resultado foi aquele. Foi cansativo, mas adoramos o clima de gravação é estressante, mas é um estresse bom.

Quais dificuldades vocês encontraram durante as gravações?

Acho que foi mais em termos de encontrar o timbre ideal, usamos varios instrumentos, pedais, as vezes as dificuldades eram as de locomoção tambem… saíamos do estúdio, as vezes, lá pelas 3 ou 4 da manhã, era terrível.

A banda The Noyzy é formada por Phelipe Andrews (baixo), Ikaro Maxx (vocal, guitarra) e Beto Monteiro (bateria). FOTO: Divulgação.
A banda The Noyzy é formada por Phelipe Andrews (baixo), Ikaro Maxx (vocal, guitarra) e Beto Monteiro (bateria). FOTO: Divulgação.

O que levou vocês a enviarem o material da banda para Jack Endino?

Então, eis aqui a grande pergunta (risos), nós somos fãs de grandes bandas que foram produzidas por ele, como o Nirvana, Mudhoney, Soundgarden e até umas referências nacionais mesmo como o titãs. Daí mandamos o material e até gostamos do comentário dele a respeito da The Noyzy.

Qual foi a reação ao ver o comentário dele pedindo para as bandas brasileiras não cantarem em inglês?

Ao contrário do que pensam, nós não ficamos chateados com o Endino por conta do comentário dela a respeito da The Noyzy, nós achamos ótimo, só o fato dele ter parado pra ouvir, várias bandas mandam demos pra ele o dia todo e ele nunca responde respondeu o nosso e elogiou até, apenas falou que nao entendia algumas palavras.

O nosso desapontamento se deu, depois que ele fez o comentário a respeito das bandas brasileiras, foi desestimulante sabe? Várias bandas pelo mundo se deram bem cantando inglês sem sua lingua nativa ser o ingles, Scorpions, Placebo(que é uma banda com 3 nacionalidades diferentes),a arte tem que ser livre arte é pra ser vivida e não julgada, é algo sem códigos nem linguagens, é arte.”

Esse “puxão de orelha” mudou, de alguma forma, como vocês enxergam o trabalho da banda? As composições ainda serão em inglês?

Mudou um pouco… pra melhor, claro, agora nos estamos ensaiando 4 vezes por semana, como se fosse um emprego mesmo sabe? as composições ainda serão em inglês, nós temos a idéia de tocar fora mesmo, não so aqui no Brasil e esse dia tá chegando.

Vocês concordam com a afirmação do produtor?

Nós concordamos com a crítica e aceitamos ela, mas não concordamos com o desabafo dele.

Como estão as negociações com a produtora japonesa? Como aconteceu o convite?

Então, várias pessoas perguntaram sobre isso… foi uma coisa engraçada, bem, ele viu todo o ‘bafafá’ e me mandou uma mensagem elogiando o som e pedindo pra gente mandar a demo completa com fotos e etc, ele organiza uns eventos na cidade de Nagoya(andei dando uma pesquisada, e a cidade é um polo massa la Japão, acontece uns eventos bem bacanas). Ele fez o convite e pediu pra gente mandar bala no Brasil que daqui pra o fim do ano ele tá organizando um lance pra gente por la, e se brincar, de quebra, faremos umas gravações por lá, tomara né?

10:42 · 14.11.2012 / atualizado às 10:46 · 14.11.2012 por

Zakk Wylde, guitarrista que acompanhou Ozzy Osbourne por 23 anos, conversou com o Zoeira sobre as expectativas para os shows no Brasil com a banda Black Label Society , gravação de um DVD acústico e sobre boatos de participação em uma possível reunião da banda Pantera.

O guitarrista Zakk Wylde desembarca no Brasil no próximo dia 20 para uma série de shows da turnê latino-americana da banda Black Label Society, intitulada de “Lords Of Destruction Over South America 2012” – a segunda realizada no País. Desta vez, o grupo passa por Fortaleza, com show marcado para o dia 23 de novembro, no Siará Hall.

Para quem não conhece, Zakk Wylde é considerado uma das lendas vivas da guitarra. Ficou mundialmente famoso com trabalhos ao lado do vocalista Ozzy Osboune, responsável, entre outras coisas, por dar ao guitarrista o apelido que utiliza até o hoje – o nome de batismo de Zakk é Jeffery Phillip Wiedland.

Em entrevista exclusiva durante o início da turnê canadense, Zakk Wylde afirmou, por telefone, estar animado para voltar ao Brasil com a banda Black Label Society. “Vai ser ótimo. Nós nos divertimos muito da última vez que fomos aí”, diz. Há cerca de um ano a banda esteve no País promovendo o mais recente álbum do grupo, o “The Order Of The Black”, lançado em 2010.

O disco foi lançado após a saída repentina de Zakk Wylde da banda de Ozzy Osbourne, em 2009. Mesmo com a demissão, Zakk Wylde afirma que não há mágoas entre ele e o “Boss” – expressão que o guitarrista utiliza para se referir a Ozzy – , ressaltando que não fica frustrado quando perguntam mais pelo vocalista do que pelo seu trabalho no Black Label Society. “Foi de onde eu vim. Sempre vai ser parte de quem eu sou e sou orgulhoso por isso. Foi muito divertido e sempre será divertido ver o Ozzy e tocar com ele, sabe? Eu amo o Ozzy”, diz o guitarrista.

Boatos

Sobre boatos de substituir o guitarrista Dimebag Darrel, morto por um fã durante show em 2004, em uma possível reunião da banda Pantera, Zakk Wylde diz com entusiasmo que aceitaria prontamente a proposta. “Se os caras realmente falassem sobre isso, decidissem e quisessem fazer isso, é óbvio que eu faria em homenagem ao Dimebag. Ele é um irmão. Seria uma celebração de sua grandeza e tudo que os caras conquistaram como banda”, afirma.

No entanto, o frontman do Black Label Society é cauteloso ao dar detalhes e afirma que ainda há um longo caminho para se percorrer até que seja tomada uma decisão concreta, confessando que já conversou com integrantes da banda Pantera sobre o assunto. “É o filho deles, sabe? Eu sou amigo de todos os caras e se eles resolvessem fazer isso e me chamassem para tocar guitarra, é claro que iria”, diz.

Planos
Após o fim da turnê, a banda deve gravar um álbum de músicas acústicas, intitulado de “Unblackned” seguindo a linha de trabalhos anteriores como o trabalho solo de Zakk em Book of Shadows (1996) e de outros álbuns do Black Label Society como Hangover Music (2004) e Songs not Remains the Same (2011). Zakk Wylde afirma que a banda irá entrar em estúdio para a gravação do álbum no dia 16 de janeiro.

Indagado sobre outros planos para 2013, o bem-humorado guitarrista afirma novidades inusitadas para os fãs. “Nós vamos fazer a coisa do Unblackned e também vamos vir com uma linha de maquiagem e lingerie do Black Label”, diz Zakk Wylde em meio a risadas. “É por isso que estou raspando as minhas pernas. Vou até colocar minha maquiagem para o show de hoje à noite”, conclui.

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Mais informações:
O show da banda Black Label Society acontece no dias 23 de novembro, no Siará Hall. Participação especial da banda cearense Full Times Rockers. Abertura dos portões às 18h.
Vendas de ingressos nas lojas Loja Rabelo Iguatemi, Kangaço Rock Street e Santa Tatuagem. Ingressos online pelo site: www.blsemfortaleza.com.br/ingresso3

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