Rock Nordeste

Categoria: Músicos


15:32 · 17.04.2015 / atualizado às 15:34 · 17.04.2015 por
Há um ano, Axl Rose fazia a alegria do público fortalezense. FOTO: Alex Costa/Agência Diário
Há um ano, Axl Rose fazia a alegria do público fortalezense. FOTO: Alex Costa/Agência Diário

O dia 17 de abril de 2014 ficou marcado na memória de muitos fãs de rock de Fortaleza. Já na manhã daquele dia, várias pessoas vestiam suas camisas pretas e levantavam bandeiras em uma espera ansiosa para o show da banda Guns N’ Roses. Apesar de toda a excitação típica de quem vai ver o ídolo – diga-se Axl Rose – pela primeira vez, havia uma baixa expectativa quanto ao rendimento do músico no palco.

>Fã registra integrantes do Guns n’ Roses desembarcando em Fortaleza

Isso foi resultado de semanas de compartilhamentos de vídeos gravados ao vivo em que o vocalista, acima do peso e claramente cansado, decepcionava até o fã mais fervoroso ao cantar os clássicos da banda. Soma-se isso à péssima apresentação do grupo no Rock in Rio de 2011, e você tem uma noção do certo desânimo quanto à apresentação. Entretanto, era Guns N’ Roses e eles – sim, o baixista Duff Mackagan também ia subir ao palco – fariam um show em Fortaleza, cidade constantemente ignorada pelas grandes bandas de rock.

>Axl troca chapéu de cowboy por de cangaceiro e Guns N’ Roses faz show marcante em Fortaleza

O recém-inaugurado Centro de Eventos do Ceará era o local escolhido para o show, que utilizaria um pavilhão inteiro somente para a ocasião. Ou seja, cerca de 1.500 m² exclusivos ao Guns N’ Roses. Uau! O palco dava a dimensão do estava por vir. Por volta das 23h, a pontualidade do show – os atrasos de Axl Rose são lendários – já surpreendia o público presente. Ao apagar da luzes, uma animação começava a passar no telão, mostrando o crescimento de uma roseira sobre uma caveira, símbolo da turnê latino-americana. Após os primeiros riffs de guitarra da música “Chinese Democracy”, surge Axl Rose em pessoa. Nessa hora, o público, contabilizado em cerca de 20 mil pessoas, não se conteve e gritou de alegria.

>Guns N’ Roses em Fortaleza: “Very, very, very fuck much”

O vocalista de 53 anos, ainda um tanto gordinho, mostrava estar empolgado com a apresentação. Corria para as pontas do palco e berrava constantemente em seu microfone, mostrando que aquele Axl Rose dos anos 1990 – de turnês como a “Use your Illusion” – ainda estava vivo. E como estava! Em seguida, veio “Welcome to the jungle” e o público pulava e cantava, acompanhada da pirotecnia do palco, dando boas-vindas à banda. A partir daí, o espetáculo foi só satisfação, mesmo com a inclusão de vários solos instrumentais, talvez para Axl recuperar o fôlego.

>Guns N’ Roses: show em Fortaleza é “lançado” em Blu-ray duplo

A sequência de músicas clássicas e do álbum “Chinese Democracy” – que demorou 15 anos para ser gravado – agradou o fortalezense. Quando o público achava que as coisas não poderiam melhorar, Axl Rose surge, na música “Civil War”, com um chapéu de cangaceiro. Foi o que faltava para arrebatar de vez a multidão.

Após o show, sobrava apenas no local um mar de papel picado vermelho e a sensação de ter visto uma apresentação única. Eis a mágica do rock and roll.

19:53 · 16.04.2015 / atualizado às 20:15 · 16.04.2015 por
Ozzy Osbourne e o baterista Bill Ward discutiram feio na Internet
Ozzy Osbourne e o baterista Bill Ward discutiram feio na Internet

O músico Ozzy Osbourne colecionou um punhado de desafetos ao longo das décadas em que atuou no Black Sabbath e na sua carreira solo. Entre brigas e reconciliações com parceiros musicais, como o guitarrista Tony Iommy – que nunca escondeu as insatisfações no modo como o madman e, principalmente, sua esposa Sharon Osbourne conduzem a marca da banda -, o músico sempre conseguiu manter os ânimos sob controle ao responder declarações polêmicas de seus companheiros. A sutileza, entretanto, passou longe em postagem escrita nesta quinta-feira (16) por Ozzy em sua página oficial.

O músico escreveu um texto em resposta ao baterista Bill Ward, que esta semana exigiu – também através de uma longa postagem no Facebook -, que Ozzy Osbourne se desculpasse pelas declarações feitas durante as negociações da reunião da formação original que gerou o disco “13“, lançado em 2013. Na época, Ozzy afirmou que a condição física e a falta de prática do ex-integrante teriam sido os motivos para excluir o baterista da empreitada.

Dear Friends,I hope you’re well and in good spirits. I have not made any public statements regarding my relationship…

Posted by Bill Ward on Quarta, 15 de abril de 2015

A fala de Bill vem em um momento em que os integrantes falam sobre o fim do Black Sabbath e circulam rumores acerca da gravação de um novo álbum da banda. “Eu exijo um contrato ‘assinável’ antes de seguir um caminho que nos leve a uma reunião de todos novamente”, disse o baterista.

Ozzy, por sua vez, reiterou o mesmo discurso proferido antes, demonstrando surpresa quanto as exigências do ex-parceiro musical. “Eu nunca quis discutir isso em público, mas as declarações do Bill me deixam sem opção a não ser responder com honestidade”, disse. “Fisicamente, você sabia que estava fudido. Tony, Geezer e eu não achamos que você poderia ter feito duas horas de solo de bateria solo toda noite, portanto, tomamos essa decisão. Com a situação de Tony, sentimos que o tempo não estava ao nosso lado”, disse o vocalista citando o tratamento de câncer do guitarrista durante as gravações do álbum.

I never wanted to discuss this in a public forum but Bill’s statements left me no option to but to respond…

Posted by Ozzy Osbourne on Quinta, 16 de abril de 2015

O madman não teve papas na língua para repreender a atitude do baterista. “Bill, vamos parar com essa ilusão sobre um contrato ‘inassinável’ e vamos ser honestos. No fundo você sabia que não era capaz de fazer o álbum e a turnê de 16 meses que veio depois. Infelizmente para você, nossos instintos estavam corretos, já que você esteve no hospital várias vezes durante 2013. Sua última hospitalização foi para uma cirurgia no ombro que você diz que só está se recuperando. Isso significaria que a nossa turnê mundial teria sido cancelada. Então como é tudo isso minha culpa?”, desabafou Ozzy.

Mesmo com a resposta dura, Ozzy demonstrou estar disposto a retomar a amizade com o baterista. “Vamos parar com isso antes que fuja do controle”.

15:10 · 22.02.2015 / atualizado às 15:10 · 22.02.2015 por
Renato Rocha (seg. da dir. para esq.) integrou a primeira formação da Legião Urbana
Renato Rocha (seg. da dir. para esq.) integrou a primeira formação da Legião Urbana

O ex-baixista da banda Legião Urbana, Renato Rocha, foi encontrado morto na manhã deste domingo (22) em um quarto de hotel em Guarujá, no litoral de São Paulo. O músico integrou a primeira formação da banda, ao lado de Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá.

A notícia da morte foi divulgada pelo irmão de Renato pelas redes sociais. “Meu irmão acaba de falecer em sampa, ele foi baixista do Legião Urbana, Renato Rocha, Negrete”, disse Roberto da Silva Rocha.

O corpo do ex-baixista foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Guarujá.A causa da morte ainda não foi divulgada.

O ex companheiro de banda, Dado Villa-lobos se pronunciou pelo Facebook citando trecho de uma das músicas mais conhecidas da banda.”Fica a melhor lembrança, encontrou a paz. e, há tempos, muita saudade…”, disse.

12:43 · 20.02.2015 / atualizado às 13:18 · 20.02.2015 por

tony-acidente-blac-sabbath

Em fevereiro, o disco homônimo de estreia da banda Black Sabbath completou 45 anos inaugurando um novo tipo de som, com riffs de guitarra pesados e agressivos, que anos mais tarde seria intitulado de heavy-metal.Entretanto, o pioneiro dessa sonoridade, o guitarrista Tony Iommi, foi marcado por um acidente industrial que quase o tirou de vez do mundo da música.

Os fatos que compõe esse episódio são narrados em animação veiculado pelo canal VH1, feito em homenagem aos 45 anos do disco “Black Sabbath”. A narração é feita pelo próprio Tony Iommi.

Natural de Birmighan, na Inglaterra, o guitarrista conta que, aos 17 anos, decidiu sair do trabalho. Faltando apenas um dia para ser desligado do emprego, Tony operava manualmente uma imensa máquina de cortar placas de alumínio, quando um deslize fez com os dedos médio e anelar do jovem fossem decepados.

Deprimido e em recuperação no hospital, o músico iniciante teve a certeza que nunca mais pegaria em um instrumento novamente, quando um colega do trabalho contou para ele o exemplo do guitarrista de jazz Django Reinhardt, que possuía paralisia na mão e era dono um jeito único de tocar.

Com isso, Tony Iommi desenvolveu uma espécie de dedal para substituir a parte perdida do seu corpo. Como não sentia a vibração das cordas em seus dedos, adaptou o som da guitarra o mais grave e agressivo possível, dando origem ao heavy-metal.

“Perder meus dedos foi devastador, mas, em compensação, criou algo. Me fez inventar um novo som e um tipo diferente de música. Ele acabou por ser uma coisa boa fora de uma coisa ruim”, finaliza o guitarrista.

Assista a animação:

Get More:
Black Sabbath, TV Shows, Full Episode Video, Reality TV Shows

11:58 · 19.02.2015 / atualizado às 12:53 · 19.02.2015 por

 

A banda de heavy-metal britânica Iron Maiden revelou nesta quinta-feira (19) que o vocalista Bruce Dickinson foi diagnosticado em dezembro com câncer na língua. Apesar da má notícia, o grupo demonstrou otimismo e adiantou que o músico passa bem e que o diagnóstico precoce aumentou consideravelmente as chances de cura de Bruce. Confira a nota da banda na íntegra:

“Pouco depois do Natal o vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, em um checkup médico de rotina fez uma biópsia que revelou um pequeno tumor cancerígeno na parte de trás de sua língua. Um tratamento de quimioterapia e radiologia foi completado ontem. Como o tumor foi detectado em estágios iniciais, o prognóstico felizmente é muito positivo. A equipe médica de Bruce espera que ele se recupere completamente com um diagnóstico positivo previsto para maio. Depois disso serão necessários alguns meses para Bruce voltar a sua forma perfeita. Nesse meio tempo, pedimos por sua paciência e respeito à privacidade de Bruce e de sua família até que façamos um pronunciamento no final de maio. Bruce está muito bem, levando em conta as circunstâncias, e todo o grupo está muito otimista”.

15:27 · 16.01.2015 / atualizado às 15:45 · 16.01.2015 por

Após passar pela fase que selecionou 25 das 150 bandas inscritas, os cearenses da Hostile Inc são um dos finalistas para integrarem a programação do Sweden Rock, um dos maiores festivais europeus de metal. A escolha dos grupos acontece por votação popular através do site do festival e o prazo dessa última etapa se encerra na próxima quarta-feira (21).

FOTO: Nilton Novaes
FOTO: Nilton Novaes

“Estamos divulgando massivamente a campanha pela redes sociais e no boca a boca. Estamos com muita esperança para preencher uma dessas três vagas abertas para votação. Se não rolar, ainda podemos ser escolhidos pelos produtores”, explica o guitarrista Yuri Leite. A formação da banda é completada por Mac Coelho (voz), Adriano Abreu (baixo), Junior Maia (guitarra) e Rodrigo End (bateria).

Para quem quiser ajudar a banda, é possível votar uma vez por dia ou várias vezes através de IPs diferentes.

Essa, entretanto, não é a primeira vez que uma banda cearense participa da fase final de seletiva para um festival gringo. Em 2010, a banda de thrash metal Warbiff chegou a tocar em São Paulo durante a última etapa da seleção para o Wacken Open Air, um dos maiores eventos de metal do mundo realizado anualmente na Alemanha.

19:43 · 09.01.2015 / atualizado às 18:42 · 10.01.2015 por

Prestes a embarcar em turnê de divulgação do álbum “Secret Garden”, o guitarrista da banda Angra, Kiko Loureiro, concedeu entrevista exclusiva ao Diário do Nordeste nesta sexta-feira (9). Entre os assuntos abordados, o músico falou sobre as críticas que o ex-baterista Aquiles Priester fez ao grupo, mais especificamente a Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt. Em um workshop realizado em novembro na capital cearense, o músico afirmou que a “ganância” provocaram o fim da banda, referindo-se à pausa que o Angra fez em 2008.

FOTO: Henrique Grandi
FOTO: Henrique Grandi

Ao ser questionado sobre o assunto, Kiko Loureiro respondeu em tom diplomático. “O Aquiles é um ótimo baterista e não precisa ficar buscando alfinetar ou ferir a gente, como se isso fosse trazer algum benefício a ele”, disse. Além de elogiar o baterista, Kiko ainda destacou a possibilidade de futuras parcerias. “Estamos sempre de portas abertas para ele, porque ele é um grande baterista”, disse.

Contudo, a afirmação do guitarrista é mais um desejo para a retomada do diálogo com o ex-membro do que um convite para retornar à banda. Após a saída de Aquiles, Ricardo Confessori voltou a assumir o posto e, em meados do ano passado, foi substituído por Bruno Valverde, músico que integra a formação do Kiko Loureiro Trio e trabalhou na gravação do novo disco do Angra.

Apesar do tom diplomático, o guitarrista fez questão de destacar o papel da banda na consagração do nome de Aquiles Priester. “O Angra abriu as portas para ele. Aquiles não era um baterista profissional quando entrou na banda. Ele fez por merecer todo o sucesso que tem hoje, mas ele teve sim uma projeção no Angra. Investimentos muito para que se tornasse o Aquiles que as pessoas conhecem”, pontuou.

Saiba mais na edição da próxima segunda-feira (12) do Diário do Nordeste

13:49 · 04.01.2015 / atualizado às 13:49 · 04.01.2015 por

Começou na última sexta-feira (2), a nova temporada da versão finlandesa do programa The Voice. Está no time de jurados, um nome bastante conhecido de quem escuta música pesada: Tarja Turunen, ex-vocalista da banda de metal Nightwish. Com uma sólida formação em canto lírico e um carisma peculiar, a jurada utiliza sua experiência na escolha dos candidatos durante as edições anteriores da competição televisiva.

Tarja Turunen, ex-vocalista da banda de metal Nightwish, durante o programa The Voice Finlândia
Tarja Turunen, ex-vocalista da banda de metal Nightwish, durante o programa The Voice Finlândia

Também integra o time de jurados o músico Michael Monroe, ex-vocalista da lendária banda Hanoi Rocks, pioneiro do que anos mais tarde seria o glam metal, influenciando grandes bandas de rock and roll da década de 1980, como Motley Crüe e Guns N’ Roses.

Os dois nomes representam o olhar mais pesado e underground na escolha dos participantes da competição, entretanto, as decisões não levam em conta apenas o gênero musical em que cada um se consagrou. Ambos contrastam bastante com a equipe técnica da edição brasileira, formada por Claudinha Leite, Lulu Santos e Carlinhos Brown, responsáveis por destilar às quintas-feiras uma série de episódios de vergonha alheia com atitudes desleixadas, análises “técnicas” duvidosas e figurinos questionáveis.

Ainda que cada país em que o programa é realizado traga as peculiaridades dos gêneros musicais escutados pela maioria da população, a edição brasileira do The Voice poderia ganhar muito em qualidade ao se espelhar na postura dos técnicos dos “primos” finlandeses.

Veja vídeo da performance da vocalista na nova temporada do programa:

19:21 · 30.10.2014 / atualizado às 19:35 · 30.10.2014 por

legião urbana 1

A Justiça do Rio de Janeiro liberou o uso do nome Legião Urbana por parte do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baterista Marcelo Bonfá, que formavam o grupo de rock ao lado do cantor Renato Russo. A marca Legião Urbana é centro de uma disputa entre os dois e Giuliano Manfredini, filho de Renato, que morreu em 1996.

Em sentença, o juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou que a Legião Urbana Produções Artísticas, empresa detentora dos direitos sobre o nome e que é controlada por Manfredini, não pode impedir que Dado e Bonfá usem o nome da banda em suas “atividades profissionais“.

A pena para o descumprimento da decisão é de R$ 50 mil. “Por certo, os autores são ex-integrantes da banda e contribuíram durante toda a sua existência, em nível de igualdade com Renato Russo, para todo o sucesso alcançado. Assim sendo, não parece minimamente razoável que não possam fazer uso de algo que representa a consolidação de um longo e bem sucedido trabalho conjunto”, escreveu o juiz.

O advogado que representa a Legião Urbana Produções Artísticas, Alexandre Viveiros, disse à reportagem que a decisão não muda nada na prática. Segundo ele, os músicos nunca foram impedidos de utilizar o nome Legião Urbana, mesmo quando o fizeram sem a autorização de Manfredini.

A interpretação do juiz é diferente. “Verifica-se, pelo conjunto probatório dos autos, que a ré impede que os autores façam uso do nome de sua ex-banda (…), embora a mesma afirme o contrário”, escreveu ele.

Mesmo assim, para Viveiros, a sentença não muda o cenário atual. Ele afirmou ainda que Dado e Bonfá queriam a cotitularidade da marca, ao lado de Manfredini, além de indenizações por danos morais e patrimoniais –esses pedidos, entretanto, foram negados pela Justiça.

De acordo com o advogado, a Legião Urbana Produções Artísticas irá recorrer da sentença, por não tê-la considerado “clara” o suficiente. Ele explicou que o termo “atividades profissionais” é vago e, por isso, desejam esclarecimento desse ponto. No passado recente, Dado e Bonfá disseram ter tido dificuldades para usar o nome Legião Urbana em shows e tributos ao grupo.

Empresa foi criada para proteger direitos autorais do grupo

A empresa Legião Urbana Produções Artísticas foi criada em 1987 para proteger os direitos autorais dos membros do grupo. Como a legislação indica que apenas uma pessoa física ou jurídica pode ter propriedade sobre uma marca, Renato Russo se tornou o sócio majoritário da empresa e os outros, sócios minoritários.

Na época, a banda entrou com pedidos de registro da marca Legião Urbana no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. No entanto, os direitos sobre a marca só foram obtidos depois que Dado e Bonfá já haviam deixado a sociedade, e a empresa passou aos cuidados da família de Renato Russo.

Ano passado, a Justiça determinou que os ex-integrantes não poderiam mais usar a marca da banda. “Eles podem se apresentar como ex-integrantes, mas não podem usar a marca. Quem foi o fundador da Legião Urbana foi o Renato Russo”, disse na época Sérgio Nery Maia, advogado da Legião Urbana Produções Artísticas.

As informações são da Folhapress

11:12 · 05.09.2014 / atualizado às 11:25 · 05.09.2014 por

freddie frases

Em comemoração aos 68 anos de Freddie Mercury, o blog Rock Nordeste vai disponibilizar aqui algumas canções para aqueles que, possivelmente, não conhecem os chamados “lado B” da carreira do artista. São músicas da época de ouro do Queen, aquele tempo louco dos anos 1970, e clássicos da carreira solo do artista, que, apesar de curta, foi bem intensa.

> Fãs celebram vida e obra de Freddie Mercury em todo o mundo

Ouça os  títulos que (talvez) você não conhece:

“My Fairy King”

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“Liar”

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“The March of the Black Queen”

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“Flick of the Wrist”

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“Death on Two Legs (Dedicated to…)”

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“The Millionaire Waltz”

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“Get Down, Make Love”

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“Mustapha”

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“Play The Game”

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“Love Me Like There’s No Tomorrow”

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