Rock Nordeste

Categoria: Rock in Rio


09:01 · 18.02.2015 / atualizado às 09:01 · 18.02.2015 por
Queen e Adam Lambert fazem shows desde o ano passado em diversas partes do mundo. FOTO: THILO RAHN
Queen e Adam Lambert fazem shows desde o ano passado em diversas partes do mundo. FOTO: THILO RAHN

A informação dada por uma das tantas comunidades do Queen nas redes sociais pegou muitos fãs sul-americanos do lendário grupo de surpresa. Há quem não acredite, que pede para ser beliscado e coisa desse tipo, mas o grupo “Queen Argentina”, no Twitter e Facebook, divulgou que em setembro o Queen, que está em turnê na Europa com Adam Lambert, virá para Brasil, Argentina e Chile.

“Estamos satisfeitos em anunciar que Queen + Adam Lambert vão tocar na América do Sul em setembro”, dizia a mensagem que logo foi reproduzida em comunidades do atual vocalista da banda, assim como em outros grupos da banda. Muitos ainda estão desconfiados com a informação, mas outros tantos, já eufóricos, estão contando nos dedos uma possível informação oficial dos produtores da turnê.

Desde o início do ano passado, Queen e Adam Lambert estão em turnê pelo mundo. Iniciou-se na America do Norte, passou pelo Japão, Coreia do Norte, Austrália, Rússia, Leste Europeu e, atualmente, no Reino Unido.sem-tc3adtulo1

A América do Sul, a priori, tinha ficado de fora do roteiro dos caras, mas, ao que tudo indica, pode ser que eles toquem no Brasil em setembro, período, inclusive, em que estará ocorrendo o Rock In Rio 30 anos. Vale lembrar que o Queen foi a grande atração do evento em janeiro de 1985, ano da primeira edição do festival.

Vale ressaltar, que por enquanto, as informações não são dadas como certas, mas o “Queen Argentina” é um grupo respeitado nas redes sociais, e inclusive, logo após repassarem a notícia disseram que a informação até o momento era essa, destacando ainda que tem sido “responsável com tudo o que se publica na página”.

A última vez que o Queen esteve no Brasil foi em 2008, quando Paul Rodgers (ex-Free e Bad Company) assumiu os vocais da banda. Naquele mesmo ano, a parceria rendeu o lançamento do disco The Cosmos Rocks. Logo em seguida a união foi desfeita. Em seguida, Brian May e Roger Taylor (os remanescentes do Queen) descobriram Adam Lambert, e desde então nunca mais se largaram.

14:47 · 23.09.2013 / atualizado às 15:05 · 23.09.2013 por
iron maiden rock in rio
Foto: Rock in Rio/ Divulgação.

Em linhas gerais, o espetáculo é sempre o mesmo, mas é inegavelmente isso: um espetáculo. A multidão que viu o Iron Maiden fechar o Rock in Rio 2013 já na madrugada de hoje encontrou exatamente o que esperava -os velhos sucessos para cantoria coletiva, a encenação teatral- e saiu feliz por isso. Assista ao show na íntegra no final desta publicação.

A turnê que o sexteto inglês trouxe ao Brasil desta vez é uma versão atualizada da “7th Tour of a 7th Tour” (1988), baseada no álbum conceitual “Seventh Son of a Seventh Son”, o primeiro da banda com teclados e influências do rock progressivo -como na faixa-título.

Com isso, os brasileiros puderam ouvir pérolas menos frequentes no repertório recente do Maiden, como a veloz “The Prisioner”, a longa e elaborada “Phantom of the Opera” e “The Clairvoyant”, com sua marcante introdução comandada pelo baixo de Steve Harris.

É verdade que, no pacote, vieram também canções menos empolgantes, como “Moonchild” e “Seventh Son of a Seventh Son“, que poderiam facilmente ter sido substituídas por outras melhores que a banda tocava na turnê original (tipo “Heaven Can Wait” e “Sanctuary”).

Mas esses momentos menores não esmorecem os “maidenmaníacos”, sempre prontos para o coro de “ôôô” em “The Trooper” e “Fear of the Dark” e para o refrão agalopado de “Run to the Hills“. A parte visual, bem cuidada como de hábito, trouxe cenários já conhecidos e os sempre populares bonecos do mascote Eddie.

É pena -ou, melhor, uma vergonha- que um dos shows mais lotados deste Rock in Rio (o outro foi o de Bon Jovi) não tenha tido um som à altura para quem estava mais distante do palco.

É pena também que, diferentemente do Bruce da noite anterior (o Springsteen), o vocalista Bruce Dickinson e seus parceiros não sejam dados a surpresas e improvisos -imagine se, num gesto análogo ao do cantor americano, os ingleses decidem executar, no meio do show, um disco na íntegra (por exemplo, o clássico “Piece of Mind”, que está completando 30 anos).

Mas o Maiden não surpreende, e este caráter confiável e regular é reconfortante para seus fãs; a maioria das pessoas, afinal, quer apenas encontrar aquilo que foi buscar.

YouTube Preview Image

O set list do show:

“Moonchild”
“Can I Play with Madness”
“The Prisoner”
“2 Minutes to Midnight”
“Afraid to Shoot Strangers”
“The Trooper”
“The Number of the Beast”
“Phantom of the Opera”
“Run to the Hills”
“Wasted Years”
“Seventh Son of a Seventh Son”
“The Clairvoyant”
“Fear of the Dark”
“Iron Maiden”
“Aces High”
“The Evil that Men Do”
“Running Free”

As informações são da Folhapress

14:11 · 15.09.2013 / atualizado às 08:00 · 16.09.2013 por
Hoto: Fernando Schlaepfer - I Hate Flash
Hoto: Fernando Schlaepfer – I Hate Flash

Atualizado no dia 16/09, às 07h31

Para uma banda com apenas três integrantes, o Muse tem uma admirável capacidade de ocupar grandes espaços valendo-se de uma parafernália sonora e visual. Foi isso que os britânicos mostraram na madrugada deste domingo (15), no palco Mundo, encerrando o segundo dia de Rock in Rio.

>Confira galeria de imagens do 2º dia de Rock in Rio

Voltando ao país dois anos após abrir os shows do U2 por aqui, dessa vez o trio se concentrou no repertório de seu sexto disco, “The 2nd Law” (2012), que teve seis faixas executadas – e, pela recepção do público, já bem conhecidas. A primeira delas foi justamente a de abertura do show, “Supremacy”, com sua bateria marcial e guitarra marcante.

O que o Muse faz de melhor -um rock eletrônico dançante- ficou claro logo nas duas músicas seguintes, a ótima “Supermassive Black Hole” e a muito boa “Hysteria”; o título desta, aliás, descreve bem o efeito de ambas sobre os fãs.

Há espaço para variações na fórmula, como em Panic Station”, com sua levada funk comandada pelo baixo de Christopher Wolstenholme e pela bateria de Dominic Howard, e na acelerada “Stockholm Syndrome”, que ganhou ainda mais peso com a citação de “Freedom” (do Rage Against the Machine) ao final.

Há ainda os momentos “rock eletrônico de arena” -vide “Plug in Baby”, “Uprising” e “Starlight”-, com seus refrões grandiosos que puxam o coro do público. É verdade que, em algumas canções, o Muse parece cópia: do U2 (“Follow Me”), do Queen (“Madness”), do velho Radiohead (“Time Is Running Out’).

Mas escolher boas referências não é crime, e outra prova disso é a versão de “Feeling Good” (uma pérola na voz de Nina Simone), com o guitarrista e vocalista Matthew Bellamy ao piano e gastando seus falsetes (além de usar um megafone). O vocalista, a propósito, não faz feio com seu gogó (ainda que em muitas músicas se apóie em efeitos eletrônicos), o que fica mais evidente quando Wolstenholme, o baixista, se aventura nos vocais (em “Liquid State”).

Com camisa vermelha (depois trocada por uma camiseta preta), calça preta, o cabelo de quem tomou choque e um cavanhaque, Bellamy não estava particularmente falante, mas não parou quieto no palco, chegando a descer para o meio da plateia durante “Starlight”, já na parte final do show.

“Survival”, música oficial das Olimpíadas de Londres, foi a derradeira antes do bis. Sobre o piano que comanda a melodia na primeira parte da canção, Bellamy pôs uma bandeira do Brasil que havia sido jogada em sua cara por um fã, durante sua caminhada pela área do gargarejo. A essa altura, uma hora após o início, o movimento de parte do público rumo à saída já era notável. No bis, já era possível chegar próximo ao palco sem muita dificuldade, dado o esvaziamento da plateia.

Os fãs que ficaram puderam ver Wolstenholme solar na gaita na introdução de “Knights of Cydonia”, outra das canções do Muse para bradar a plenos pulmões. Na despedida, Bellamy usou o português para agradecer: “Obrigado, nós te amamos, Brasil.”

Assista ao show: 

YouTube Preview Image

Com informações da Folhapress

08:26 · 15.09.2013 / atualizado às 09:22 · 15.09.2013 por

156845_627325123965767_1180058901_n
Escalados para um palco menor do que sua fama e prejudicados por um som quase inaudível no início de sua apresentação, os californianos do Offspring penaram para fazer seu show decolar no Rock in Rio.

Um dos principais representantes do punk pop que estourou na segunda metade dos anos 1990, o Offspring tocou no secundário palco Sunset e superlotou o lugar, atraindo mais gente do que alguns shows do palco principal e tornando a circulação problemática.

O maior problema, no entanto, foi mesmo o som, o pior de todas as apresentações até agora. A apoteótica “All I Want”, usada para abrir o show a mil por hora, teve efeito nulo, porque quase ninguém a ouviu direito.

Outro hit, “Come out and Play”, também ficou diluído pelo som de rádio AM. Apenas na altura da sexta música o volume aumentou, mas ainda num nível insatisfatório.

Aparentemente sem notar os problemas e sem ouvir os gritos de “aumenta o som” vindos da plateia, a banda seguiu em frente, privilegiando o álbum “Americana” (1998), do qual tocaram cinco faixas, incluindo a que dá título ao disco e o sucesso “Pretty Fly (for a White Guy)”.

O melhor momento do show foi o bis, quando a banda voltou acompanhada de Marky Ramone na bateria para tocar “California Sun” (um cover que os Ramones tocavam com frequência) e “R.A.M.O.N.E.S.” (do Motorhead).

Antes de encerrar o show com o hit “Self Esteem”, o guitarrista Noodles agradeceu a oportunidade de tocar com o veterano convidado.

“Para mim, isso é um sonho realizado”, disse o guitarrista. “Esta é a melhor noite da minha vida, e é claro que tinha de acontecer aqui no Rio.” Imagine se o som tivesse estado à altura.

Set list Offspring

“All I Want”
“Bad Habit”
“Come out and Play”
“Days Go by”
“Original Prankster”
“You’re Gonna Go Far, Kid”
“Staring at the Sun”
“Kristy, Are You Doing Okay?”
“Want You Bad”
“Hit That”
“Why Don’t You Get a Job?”
“Americana”
“(Can’t Get My) Head Around You”
“Pretty Fly (for a White Guy)”
“The Kids Aren’t Alright”
“California Sun”
“R.A.M.O.N.E.S”
“Self Esteem”

Fonte: Folhapress

08:24 · 15.09.2013 / atualizado às 08:24 · 15.09.2013 por
Foto: I Hate Flash/Divulgação Rock in Rio
Foto: I Hate Flash/Divulgação Rock in Rio

Dinho Ouro Preto está numa crise de meio de idades. Dinho é jovem: pula e corre pelo palco com um pique invejável até pra gente mais nova que ele. Dinho envelheceu: esquece as letras de vários de seus hits e joga para o público cantar, na tentativa de tapar o buraco.  Dinho é moleque: faz protesto contra políticos e canta usando nariz vermelho. Dinho acha que é jovem: a quantidade exagerada de “cara”, “velho”, “tá ligado” e “caralho” que fala soa como forçação de barra para os jovens de verdade.

Lobão disse uma vez que o vocalista do Capital Inicial é o único roqueiro de sua geração que ainda pode tocar sem camisa. Mas, no primeiro show do dia no palco Mundo do Rock in Rio, Dinho, 49, não ficou descamisado.

No meio dessa crise sem-crise, os momentos auge do show do Capital Inicial foram músicas de outras bandas: Charlie Brown Jr. e Raimundos. O grupo fez uma homenagem a Champignon, baixista do Charlie Brown, morto na semana passada, e a Chorão, vocalista da mesma banda, morto em março.

“Vocês sabem que o rock está de luto essa semana. A gente quer pagar pau para o Charlie Brown, vocês ajudam? Já esqueço as letras do Capital, imagina as dos outros…”, disse, aproveitando o momento de sensibilidade coletiva para assumir com graça o problema de memória. Contando com o esperado coral de apoio do público, conseguiu cantar “Só os Loucos Sabem” bem e até o final.

No outro momento cover do show, um dos mais animados da apresentação, deixou a galera cantar (e pular) praticamente sozinha toda a letra de “Mulher de Fases”, dos Raimundos.

Hits da banda embalam a noite

Foto: I Hate Flash/Divulgação Rock in Rio
Foto: I Hate Flash/Divulgação Rock in Rio

Outros hits tiveram parte dos vocais gentilmente cedidos por Dinho ao seu público, como “Música Ligeira“, “Natasha” e “À Sua Maneira“, com destaque para “Fátima”, em que o vocalista desceu para interagir com a plateia, deixando um branco conceitual na canção.

O Capital animou a plateia com uma fartura de hits e também não perdeu a chance de entrar na onda dos protestos. “Poucas coisas nos dão mais prazer do que rock and roll e falar mal de político”, disse Dinho Ouro Preto, puxando o momento “o gigante acordou” do show. “Não sei o que é pior: Natan Donadon, o primeiro presidiário congressista, ou o Congresso, por deixar ele lá.”

“Fechem os olhos e elejam o [alvo de protesto] de vocês. Eu escolho o parlamento brasileiro, pelo conjunto da obra”, bradou o vocalista, antes de colocar um nariz de palhaço para cantar “Saquear Brasília” (“Eles mentem e não sentem nada. Eles mentem na sua cara”).

No fim do show, o público puxou um coro de “Que País é Esse?”, na tentativa de ouvir um dos clássicos hits de protesto brasileiro. Em vão. O Capital gastou os minutos finais de sua apresentação coreografando uma foto da banda com a galera ao fundo para postar no Facebook. Dinho puxou o coro: “1, 2, 3 e… Do ca..!”.

Fonte: Folhapress

10:05 · 21.04.2013 / atualizado às 10:53 · 21.04.2013 por
Membros do Rock in Rio Club garatem pré-venda para 2015. Foto: Divulgação
Membros do Rock in Rio Club garatem pré-venda para 2015. Foto: Divulgação

O Rock in Rio está disponibilizando um serviço especial para os que pensam a longo prazo. Quem já quiser garantir participação na pré-venda, que acontece 10 dias antes da venda para o público geral, para a edição do festival de 2015, basta desembolsar R$95 na compra do cartão de fidelidade do Rock in Rio Club. O cartão tem edição limitada.

Além de garantir a pré-venda, quem entrar para o clube recebe uma guitarra em miniatura do festival no prazo de 60 dias em casa, concorre a uma ida ao backstage ainda na edição de 2013, dentre outros benefícios. O cartão para adesão está disponível no site do evento. Você está disposto?

Pesquisar

Rock Nordeste

Só mais um site WordPress
Posts Recentes

03h10mSelvagens à Procura de Lei lança single e videoclipe do álbum “Praieiro” no Dragão do Mar

03h10mLos Hermanos leva euforia a público fiel de Fortaleza em show do 4º retorno da banda

09h10mEdu Falaschi e banda cearense Coldness tocam clássicos do metal em Fortaleza

11h10mConfirmado: Iron Maiden fará show em Fortaleza em março de 2016

07h10mBlind Guardian arrebata público de Fortaleza com show impecável

Ver mais

Tags

Categorias
Blogs