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Categoria: Ciência


06:30 · 16.08.2017 / atualizado às 06:30 · 16.08.2017 por

Os vereadores de Boa Viagem (a 220Km de Fortaleza) aprovaram nesta terça-feira (15) uma lei em defesa de quem procura manter o corpo em forma ou desenvolver os músculos com o uso de complementos alimentares e químicos. As academias de musculação, farmácias, lojas veterinárias e os estabelecimentos comerciais que vendem nutrição complementar deverão fixar placas e cartazes de advertência alertando sobre os malefícios dos esteroides androgênicos anabólicos, mais conhecidos como anabolizantes.

O projeto foi elaborado pelo vereador Arnaldo Cavalcante após tomar conhecimento da procura constante de pessoas por anabolizantes, inclusive injetáveis, principalmente o público mais jovem, que por falta de conhecimento dos efeitos colaterais causados pelo uso desse produto químico. Com o alerta, além de desencorajar os comerciantes, por se tratar inclusive de crime, sabendo dos riscos nocivos à saúde, deverão evitar o seu uso.

Conforme especialistas, o uso de anabolizantes gera efeitos colaterais, tanto em homens e mulheres. Aumento de acnes, queda do cabelo, distúrbios da função do fígado, tumores no fígado, coágulos de sangue, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e risco de adquirir doenças transmissíveis como a hepatite e a aids. Também podem causar explosões de ira ou comportamento agressivo, paranóia, alucinações e psicoses.

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08:00 · 13.08.2017 / atualizado às 08:00 · 13.08.2017 por

Caatinga, bela e desconhecida pelos próprios habitantes, está cada vez mais ameaçada de extinção.

A beleza da caatinga é indiscutível. Segundo estudos ela se estende por uma área de 850 mil km², ocupando cerca de 10% do território brasileiro, englobando de forma contínua parte do Ceará, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Sergipe e Bahia na região Nordeste, e parte do norte de Minas Gerais, já na região Sudeste do Brasil. Mas a sua biodiversidade, principalmente a sua flora, é pouco conhecida, inclusive por quem mora nesse bioma classificado erroneamente como genuinamente nacional.

Conforme ambientalistas do Movimento Pró-Árvore, um coletivo multidisciplinar lançado em setembro de 2011 na capital cearense, ao contrário do que se diz, a caatinga, além de não ser exclusivamente brasileira – existem florestas secas em outras regiões do planeta – possui mais de 1.700 espécies vegetais, e mais de mil a serem descobertas. O motivo desse desconhecimento está no pouco interesse pela “floresta seca” como é classificada pelos pesquisadores. A maioria da população não sabe reconhecer sua flora. O interesse maior tem sido pela floresta úmida, a amazônica.

Entretanto, enquanto os olhos dos governantes não despertam para a importância científica dessa floresta semiárida a preocupação com a possibilidade da sua extinção aumenta. Quem conhece a sua importância ambiental alerta para a ampliação da sua degradação, provocada principalmente pelo desmatamento e pelas queimadas. Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), também em processo de extinção, estão tentando conscientizar a população sertaneja no Ceará.

Pesquisadores independentes, como o engenheiro agrônomo com doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Deodato Aquino, também estão preocupados. Ele realizou recentemente um estudo sobre o desmatamento na sua terra natal, Senador Pompeu, onde a totalidade do seu território está inserida na caatinga. Constatou que 22% de toda a área do Município, o equivalente a 22 mil campos de futebol, foi devastado nos últimos 30 anos.

O alerta se estendeu também à mata ciliar dos rios da região. A proteção dos mananciais foi convertida em solo exposto, roçados, pastos e capoeira, provocando o assoreamento dos córregos. As regiões mais afetadas com o desmatamento foram coincidentemente as que banham os rios e riachos tributários das nascentes da barragem do Açude Patu, próximo a serra de Pedra Branca. Até 2009 8,5 milhões de hectares, o equivalente a 57% de toda a área do Município, mantinha a sua flora.

Entretanto, pelo menos a mata ciliar, numa extensão de 25Km do rio Banabuiú, onde foi criada uma Área de Preservação Permanente (APP), demonstrou um avanço positivo. Aproximadamente 250 hectares foram recuperados. Mas nesse caso a intervenção do Ministério Público foi crucial, proibindo o cercamento e roçados na calha e margens do rio, explicou Deodato Aquino, ressaltando que o seu trabalho foi apresentado recentemente à sociedade de Senador Pompeu.  Resta aos órgãos públicos e à população reagirem, para a sua beleza não passar a ser apreciada apenas nas fotografias.

Veja também a reportagem no Diário do Nordeste 

Degradação da Caatinga avança no Estado

No período das chuvas, exóticas espécies, como a carnaúba, árvore símbolo do Ceará, encantam pela beleza.

Quando a seca chega a paisagem da caatinga sofre uma metamorfose, mas a sua beleza continua.

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12:00 · 06.08.2017 / atualizado às 10:05 · 06.08.2017 por

Três professores e sete estudantes da Universidade Ben-Gurion, de Israel, estarão em Quixadá nesta segunda-feira (7). Conforme informações do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do Ceará (IFCE) a comitiva visitará o campus do Instituto nesta cidade do Sertão Central. A visita terá como objetivo a formação de parcerias para o desenvolvimento de tecnologias ligadas à química, gestão ambiental, desertificação, alimentos e clima.

O grupo israelense foi convidado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Segundo o pró-reitor de pesquisa do IFCE, Wally Menezes, com esse intercâmbio será possível avança no fortalecimento de iniciativas que buscam a melhoria da qualidade de vida das pessoas por meio da pesquisa científica. O semiárido brasileiro e o estado de Israel enfrentam uma adversidade comum, a escassez de água.

De acordo com o reitor do IFCE, Virgílio Araripe, a visita viabilizará também a mobilidade de professores e alunos entre Quixadá e Israel no âmbito da educação e pesquisa.

Durante a visita a comitiva israelense terá a oportunidade de conhecer o parque histórico e ambiental do Açude Cedro e a peculiar geografia da cadeia de monólitos de Quixadá.

Universidade internacional

A Ben-Gurion é uma universidade pública de pesquisa fundada em 1969. Fica localizada na região do Deserto do Neguev, em Israel. Ela oferece cursos de graduação e pós-graduação ministrados em inglês, nas áreas de Antropologia, Comunicação, Gestão, Política, Religião e Sociologia. A instituição recebe aproximadamente 20 mil estudantes e oferece bolsas de estudo e concessões para acadêmicos de vários países.

A Universidade Ben-Gurion, em Israel, recebe mais de 20 mil estudantes de vários países.

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06:00 · 09.04.2017 / atualizado às 06:00 · 09.04.2017 por

Em breve Quixadá se tornará referência nacional na área de Tecnologia da Informação (TI). O campus da Universidade Federal do Ceará (UFC) nesta cidade está trabalhando na implantação de um parque tecnológico. Nele será possível desenvolver projetos e atividades de TI para startups e empresas de software.

O parque tecnológico será instalado no campus da UFC, em Quixadá, que além de receber universitários será aberto a profissionais e empresas da área. Quando estiver funcionando plenamente o Centro Tecnológico deverá gerar renda salarial de R$ 12 milhões por ano, além de destacar a cidade como potencia mundial em TI.

Na avaliação do diretor do campus da UFC em Quixadá, Davi Romero de Vasconcelos, com o funcionamento do parque tecnológico, a cidade universitária do Interior do Ceará, receberá mais um titulo, de Vale do Silício Nacional. Coincidentemente a unidade da universidade federal foi construída no Vale dos Monólitos, no entorno do Açude Cedro.

Veja mais detalhes na reportagem do Diário do Nordeste sobre o Centro de Pesquisa de Desenvolvimento da Inovação > UFC implantará Parque de Tecnologia

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10:00 · 01.04.2017 / atualizado às 08:00 · 02.04.2017 por

Professores e alunos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus de Quixadá, estão trabalhando na revitalização do complexo natural e turístico do Açude Cedro, nesta cidade do Centro do Ceará. Nesse processo eles também estão iniciando o reflorestamento da área, com espécies nativas como o juazeiro, o umbuzeiro, a imburana, a catingueira, o pereiro, o mulungu e o pau branco.

O Laboratório de Estudos Ecológicos e Ambientais do Bioma Caatinga (LEEABC),  do IFCE Quixadá, coordenado pelo professor Lucas da Silva, já está produzindo mudas de várias espécies. Os alunos do curso de Engenharia Ambiental, auxiliados pelo coordenador do curso, o professor Reinaldo Fontes, se encarregarão do plantio e do monitoramento das áreas reflorestadas. O objetivo é revitalizar a área do Monumento Natural dos Monólitos de Quixadá, no entorno do Açude Cedro.

Professores a alunos já fizeram um ensaio. Juntamente com uma equipe da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) eles plantaram mudas ao lado dos benjamins que foram sacrificados recentemente. As árvores plantadas no início do século XX, na época da construção do açude, morreram, castigadas pela estiagem prolongada e supostamente por um fungo.

A gestora dos Monólitos de Quixadá, Leyla Barros, explicou que o momento de plantio fez parte da campanha “Festa Anual das Arvores”, promovido anualmente pela SEMA nas 23 Unidades Estaduais de Conservação (UCs). A de Quixadá é uma delas. A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e o Grupo São Geraldo também são parceiros no projeto desenvolvido na UC situada no entorno do Açude Cedro.

Conforme os professores Lucas da Silva e Reinaldo Fontes, o projeto, que conta com 10 turmas, totalizando 270 alunos, em parceria com a SEMA, Cagece e a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), está se consolidando. Dentro de no máximo uma década o parque, que inclusive é protegido como Monumento Natural, poderá voltar a respirar aliviado.

Antes da estiagem prolongada, dos fungos e do descaso humano o parque do Açude Cedro parecia um enorme jardim botânico. As fotos abaixo foram registradas pelo Diário do Nordeste em 2008.

Veja também a reportagem no Diário do Nordeste sobre o Laboratório Ambiental do IFCE de Quixadá:

Projeto busca revitalizar o espaço

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07:30 · 01.04.2017 / atualizado às 07:35 · 01.04.2017 por

Surpresa e curiosidade, estas tem sido as sensações mais comuns nos últimos dias para quem chega ao parque do Açude Cedro, em Quixadá. O motivo tem  sido a mudança radical na paisagem do lugar. O açude voltou a receber água com as últimas chuvas, alterando radicalmente o cenário natural na montante do primeiro reservatório público construído no Brasil.

Todavia, quem já teve a oportunidade de visitar este lugar fica curioso em saber porque vários benjamins, árvores seculares existentes na flora local, foram cortadas. Muitos imaginavam que estavam secas apenas por causa da estiagem prolongada no Nordeste. Com o retorno das chuvas deveriam florescer novamente, criando novamente o ambiente de um bosque.

Não foi isso o que ocorreu. O mistério está sendo pesquisado por especialistas em botânica. Somente o resultado das análises será capaz de apontar mais precisamente porque tantas árvores morreram. Certo apenas a disputa por uma sombra para os veículos automotores nos dias ensolarados. O número de árvores frondosas diminuiu, e muito.

Para perceber a diferença antes do possível ataque do fungo basta observar as imagens abaixo. Seriam belas não fosse uma situação irreversível. Essa é a opinião de quem tem o costume de visitar o Açude Cedro nos fins de semana. “Agora é esperar que a própria natureza se encarregue de revitalizar a sua flora“, comenta o professor Geraldo Ferreira.

Para entender melhor o que está ocorrendo com a vegetação e principalmente os benjamins e mangueiras no entorno do Açude Cedro, veja a reportagem no Diário do Nordeste:

Fungo misterioso ameaça de extinção benjamins do Cedro

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18:35 · 31.03.2017 / atualizado às 20:33 · 31.03.2017 por

Exatamente uma semana após um empresário registrar em vídeo, no seu telefone celular, a queda de um raio sobre um monólito em Quixadá, mais uma descarga atmosférica de alta intensidade foi captada em um celular nesta cidade do Sertão Central.

O motorista de carro-pipa Guilherme Lima, de Quixadá, foi o primeiro a postar o vídeo do raio nas redes sociais. Ele informou ao Diário do Nordeste que a imagem foi gravada por um amigo, que estava viajando de Fortaleza para Quixadá, pela BR-122. O raio caiu  por volta das 16 horas à margem da rodovia federal, entre Ibaretama e Quixadá.

Guilherme Lima garantiu que o vídeo é autêntico e que o motorista, o qual seguia sozinho, em princípio ficou assutado e depois, eufórico. Sem revelar o nome do autor do vídeo Lima ainda disse que após fazer o registro inusitado o amigo não perdeu tempo passou a compartilhar no Facebook.

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10:30 · 26.03.2017 / atualizado às 16:29 · 26.03.2017 por

Três montanhistas de Quixadá, Kido Aranha, Lutero Rômulo e Fael Lima percorreram neste sábado (25) a trilha “Raio que o parta“, fundada por eles em referência a descarga elétrica atmosférica que atingiu um monólito na última quinta-feira (23), registrada em vídeo pelo empresário Marcos Franklin.

Além de fundarem mais uma trilha ecológica interessante no Vale dos Monólitos, no entorno do Açude Cedro, eles também pretendiam identificar o exato ponto onde o raio caiu, conforme imagens divulgadas no Diário do Nordeste. Como o raio se espalhou pelas fendas da rocha, o efeito visual casou a sensação de ter causado as rachaduras, daí o título sugestivo.

Conforme Lutero Rômulo a equipe levou 6 horas para percorrer todo o trajeto. No caminho encontraram um ninho de coruja, uma cobra cipó e uma visão privilegiada da Pedra da Agulha, mas quando se aproximavam do local exato da descarga o tempo começou a fechar novamente e por precaução resolveram retornar.

Apesar do mito de que um raio nunca cai no mesmo lugar duas vezes o grupo resolveu não arriscar e retornar. Eles acabaram encontrando uma trilha formada por moradores daquela localidade e conseguiram chegar ao solo em segurança. “Logo depois começou a neblinar“, acrescentou Lutero Rômulo.

Eles não conseguiram chegar ao local exato da descarga. Por esse motivo pretendem retornar ao cume do monólito. A data ainda não foi marcada. O poliatleta Kido Aranha está planejando a instalação de equipamentos para que pessoas menos experientes também possam percorrer a nova tilha, “Raio que o parta”.

Fotos > Lutero Rômulo / Kido Aranha – Trilha Raio que o parta

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08:00 · 25.03.2017 / atualizado às 17:20 · 25.03.2017 por

Um dia após o vídeo da descarga de um raio atingindo um monólito na cidade de Quixadá viralizar nas redes sociais, o empresário Marcos Franklin (foto) assumiu a autoria das imagens. Logo após receber o material audiovisual, a reportagem do Diário do Nordeste esteve no local. Uma pessoa informou que o vídeo teria sido feito por um dos operários que estava trabalhando numa obra, no campus da Universidade Federal do Ceará (UFC), próximo ao Açude Cedro.

Diante do sucesso do vídeo, com mais 25 mil visualizações no Diário do Nordeste até esta sexta-feira (24), o verdadeiro autor resolveu se identificar. Ele é o chefe dos operários que se assustaram quando o raio atingiu o monólito ao lado do campus da UFC. Marcos Franklin confessou que o registro foi acidental. Naquele momento, ele estava gravando o andamento da obra de pavimentação do estacionamento externo do campus.

No local, foi constatado que o raio atingiu a antena parabólica de uma residência situada ao lado da formação rochosa – peculiar na região. A dona da casa, Adriana Pinto, informou ainda que a descarga atmosférica danificou o seu televisor. No momento exato do estrondo, às 16h18, ela e a família correram para fora do imóvel.

Essa também foi a reação dos alunos da UFC, quando viram o clarão e ouviram o barulho do trovão e de um grupo de crianças que jogava futebol ao lado da rocha. Para muitos, foi um milagre o raio não lhes ter atingido.

Conforme o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a carga de um raio tem velocidade média de cerca de 100 Km/s. O potencial elétrico médio é de 100 milhões de volts.

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21:45 · 23.03.2017 / atualizado às 22:45 · 23.03.2017 por

Na tarde desta quinta-feira (23), enquanto registrava imagens de um canteiro de obras no campus da Universidade Federal do Ceará (UFC), nas proximidades do Açude Cedro,  em Quixadá, um operário flagrou o exato momento em que a descarga de um raio atmosférico atingiu um monólito. Quem presenciou o fenômeno natural ficou assustado.

Momento em que o raio atingiu o monólito, ao lado do campus da UFC

Esse foi o segundo dia consecutivo com maior incidência de raios neste município do Centro do Estado este ano, e no mês de março. Foram 97 até as 21 horas, conforme dados do Sistema de Monitoramento de Descargas Atmosféricas da Enel, distribuidora energética no Ceará.

Nas 24 horas anteriores o Sistema de Monitoramento registrou 115. Em seguida vem o município de Quixeramobim, com 78 raios na quarta-feira e 46 nesta quinta. Em março já foram 3.424. A maior quantidade deles, 312, caiu em Sobral, seguida de Quixadá, com 291.

A pouco mais de uma semana uma dessas descargas elétricas naturais de alta intensidade atingiu o transformador da Faculdade Cisne e deixou o prédio às escuras. O raio causou apenas danos materiais. O momento também foi registrado, por outro internauta.

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