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Categoria: Ciência


06:00 · 09.04.2017 / atualizado às 06:00 · 09.04.2017 por

Em breve Quixadá se tornará referência nacional na área de Tecnologia da Informação (TI). O campus da Universidade Federal do Ceará (UFC) nesta cidade está trabalhando na implantação de um parque tecnológico. Nele será possível desenvolver projetos e atividades de TI para startups e empresas de software.

O parque tecnológico será instalado no campus da UFC, em Quixadá, que além de receber universitários será aberto a profissionais e empresas da área. Quando estiver funcionando plenamente o Centro Tecnológico deverá gerar renda salarial de R$ 12 milhões por ano, além de destacar a cidade como potencia mundial em TI.

Na avaliação do diretor do campus da UFC em Quixadá, Davi Romero de Vasconcelos, com o funcionamento do parque tecnológico, a cidade universitária do Interior do Ceará, receberá mais um titulo, de Vale do Silício Nacional. Coincidentemente a unidade da universidade federal foi construída no Vale dos Monólitos, no entorno do Açude Cedro.

Veja mais detalhes na reportagem do Diário do Nordeste sobre o Centro de Pesquisa de Desenvolvimento da Inovação > UFC implantará Parque de Tecnologia

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10:00 · 01.04.2017 / atualizado às 08:00 · 02.04.2017 por

Professores e alunos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus de Quixadá, estão trabalhando na revitalização do complexo natural e turístico do Açude Cedro, nesta cidade do Centro do Ceará. Nesse processo eles também estão iniciando o reflorestamento da área, com espécies nativas como o juazeiro, o umbuzeiro, a imburana, a catingueira, o pereiro, o mulungu e o pau branco.

O Laboratório de Estudos Ecológicos e Ambientais do Bioma Caatinga (LEEABC),  do IFCE Quixadá, coordenado pelo professor Lucas da Silva, já está produzindo mudas de várias espécies. Os alunos do curso de Engenharia Ambiental, auxiliados pelo coordenador do curso, o professor Reinaldo Fontes, se encarregarão do plantio e do monitoramento das áreas reflorestadas. O objetivo é revitalizar a área do Monumento Natural dos Monólitos de Quixadá, no entorno do Açude Cedro.

Professores a alunos já fizeram um ensaio. Juntamente com uma equipe da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) eles plantaram mudas ao lado dos benjamins que foram sacrificados recentemente. As árvores plantadas no início do século XX, na época da construção do açude, morreram, castigadas pela estiagem prolongada e supostamente por um fungo.

A gestora dos Monólitos de Quixadá, Leyla Barros, explicou que o momento de plantio fez parte da campanha “Festa Anual das Arvores”, promovido anualmente pela SEMA nas 23 Unidades Estaduais de Conservação (UCs). A de Quixadá é uma delas. A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e o Grupo São Geraldo também são parceiros no projeto desenvolvido na UC situada no entorno do Açude Cedro.

Conforme os professores Lucas da Silva e Reinaldo Fontes, o projeto, que conta com 10 turmas, totalizando 270 alunos, em parceria com a SEMA, Cagece e a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), está se consolidando. Dentro de no máximo uma década o parque, que inclusive é protegido como Monumento Natural, poderá voltar a respirar aliviado.

Antes da estiagem prolongada, dos fungos e do descaso humano o parque do Açude Cedro parecia um enorme jardim botânico. As fotos abaixo foram registradas pelo Diário do Nordeste em 2008.

Veja também a reportagem no Diário do Nordeste sobre o Laboratório Ambiental do IFCE de Quixadá:

Projeto busca revitalizar o espaço

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07:30 · 01.04.2017 / atualizado às 07:35 · 01.04.2017 por

Surpresa e curiosidade, estas tem sido as sensações mais comuns nos últimos dias para quem chega ao parque do Açude Cedro, em Quixadá. O motivo tem  sido a mudança radical na paisagem do lugar. O açude voltou a receber água com as últimas chuvas, alterando radicalmente o cenário natural na montante do primeiro reservatório público construído no Brasil.

Todavia, quem já teve a oportunidade de visitar este lugar fica curioso em saber porque vários benjamins, árvores seculares existentes na flora local, foram cortadas. Muitos imaginavam que estavam secas apenas por causa da estiagem prolongada no Nordeste. Com o retorno das chuvas deveriam florescer novamente, criando novamente o ambiente de um bosque.

Não foi isso o que ocorreu. O mistério está sendo pesquisado por especialistas em botânica. Somente o resultado das análises será capaz de apontar mais precisamente porque tantas árvores morreram. Certo apenas a disputa por uma sombra para os veículos automotores nos dias ensolarados. O número de árvores frondosas diminuiu, e muito.

Para perceber a diferença antes do possível ataque do fungo basta observar as imagens abaixo. Seriam belas não fosse uma situação irreversível. Essa é a opinião de quem tem o costume de visitar o Açude Cedro nos fins de semana. “Agora é esperar que a própria natureza se encarregue de revitalizar a sua flora“, comenta o professor Geraldo Ferreira.

Para entender melhor o que está ocorrendo com a vegetação e principalmente os benjamins e mangueiras no entorno do Açude Cedro, veja a reportagem no Diário do Nordeste:

Fungo misterioso ameaça de extinção benjamins do Cedro

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18:35 · 31.03.2017 / atualizado às 20:33 · 31.03.2017 por

Exatamente uma semana após um empresário registrar em vídeo, no seu telefone celular, a queda de um raio sobre um monólito em Quixadá, mais uma descarga atmosférica de alta intensidade foi captada em um celular nesta cidade do Sertão Central.

O motorista de carro-pipa Guilherme Lima, de Quixadá, foi o primeiro a postar o vídeo do raio nas redes sociais. Ele informou ao Diário do Nordeste que a imagem foi gravada por um amigo, que estava viajando de Fortaleza para Quixadá, pela BR-122. O raio caiu  por volta das 16 horas à margem da rodovia federal, entre Ibaretama e Quixadá.

Guilherme Lima garantiu que o vídeo é autêntico e que o motorista, o qual seguia sozinho, em princípio ficou assutado e depois, eufórico. Sem revelar o nome do autor do vídeo Lima ainda disse que após fazer o registro inusitado o amigo não perdeu tempo passou a compartilhar no Facebook.

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10:30 · 26.03.2017 / atualizado às 16:29 · 26.03.2017 por

Três montanhistas de Quixadá, Kido Aranha, Lutero Rômulo e Fael Lima percorreram neste sábado (25) a trilha “Raio que o parta“, fundada por eles em referência a descarga elétrica atmosférica que atingiu um monólito na última quinta-feira (23), registrada em vídeo pelo empresário Marcos Franklin.

Além de fundarem mais uma trilha ecológica interessante no Vale dos Monólitos, no entorno do Açude Cedro, eles também pretendiam identificar o exato ponto onde o raio caiu, conforme imagens divulgadas no Diário do Nordeste. Como o raio se espalhou pelas fendas da rocha, o efeito visual casou a sensação de ter causado as rachaduras, daí o título sugestivo.

Conforme Lutero Rômulo a equipe levou 6 horas para percorrer todo o trajeto. No caminho encontraram um ninho de coruja, uma cobra cipó e uma visão privilegiada da Pedra da Agulha, mas quando se aproximavam do local exato da descarga o tempo começou a fechar novamente e por precaução resolveram retornar.

Apesar do mito de que um raio nunca cai no mesmo lugar duas vezes o grupo resolveu não arriscar e retornar. Eles acabaram encontrando uma trilha formada por moradores daquela localidade e conseguiram chegar ao solo em segurança. “Logo depois começou a neblinar“, acrescentou Lutero Rômulo.

Eles não conseguiram chegar ao local exato da descarga. Por esse motivo pretendem retornar ao cume do monólito. A data ainda não foi marcada. O poliatleta Kido Aranha está planejando a instalação de equipamentos para que pessoas menos experientes também possam percorrer a nova tilha, “Raio que o parta”.

Fotos > Lutero Rômulo / Kido Aranha – Trilha Raio que o parta

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