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Categoria: Ecologia


07:00 · 19.05.2017 / atualizado às 07:00 · 19.05.2017 por

A Ação Sustentável, da TV Verdes Mares, com patrocínio do Governo do Estado e da Universidade de Fortaleza (Unifor) será realizada nesta sexta-feira (19), a partir das 8 horas, na Praça da Cultura, ao lado do Centro Cultural Rachel de Queiroz e do Chalé da Pedra, em Quixadá.

O reuso da água e a reciclagem como mudanças de pequenos hábitos que podem ajudar o planeta será o tema principal do projeto que tem por objetivo desenvolver atividades que gerem uma consciência cidadã e uma mudança no cotidiano da população como melhoria do estilo de vida, ensinando práticas simples de convívio com o meio ambiente ao mesmo tempo cuidando da própria saúde.

O espaço é aberto ao público de todas as idades. As crianças e jovens poderão participar da oficina de reciclagem e assistir a apresentação de teatro de fantoche e a palestra ‘Dicas de economia de água – sabendo usar não vai faltar’, realizados pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e os adultos, além da verificação de pressão arterial receberão dicas de saúde, da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa).

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema), através da Unidade de Conservação do Monumento Nacional dos Monólitos de Quixadá, vai distribuir material didático e mudas de árvores frutíferas e ornamentais para a população. A Sema, juntamente com a Cagece, SPD, Sesa e ainda a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) são parceiros da Ação Sustentável promovida pela TV Verdes Mares.

Em novembro de 2015 a Caravana da TV Verdes Mares visitou Quixeramobim

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10:00 · 01.04.2017 / atualizado às 08:00 · 02.04.2017 por

Professores e alunos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus de Quixadá, estão trabalhando na revitalização do complexo natural e turístico do Açude Cedro, nesta cidade do Centro do Ceará. Nesse processo eles também estão iniciando o reflorestamento da área, com espécies nativas como o juazeiro, o umbuzeiro, a imburana, a catingueira, o pereiro, o mulungu e o pau branco.

O Laboratório de Estudos Ecológicos e Ambientais do Bioma Caatinga (LEEABC),  do IFCE Quixadá, coordenado pelo professor Lucas da Silva, já está produzindo mudas de várias espécies. Os alunos do curso de Engenharia Ambiental, auxiliados pelo coordenador do curso, o professor Reinaldo Fontes, se encarregarão do plantio e do monitoramento das áreas reflorestadas. O objetivo é revitalizar a área do Monumento Natural dos Monólitos de Quixadá, no entorno do Açude Cedro.

Professores a alunos já fizeram um ensaio. Juntamente com uma equipe da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) eles plantaram mudas ao lado dos benjamins que foram sacrificados recentemente. As árvores plantadas no início do século XX, na época da construção do açude, morreram, castigadas pela estiagem prolongada e supostamente por um fungo.

A gestora dos Monólitos de Quixadá, Leyla Barros, explicou que o momento de plantio fez parte da campanha “Festa Anual das Arvores”, promovido anualmente pela SEMA nas 23 Unidades Estaduais de Conservação (UCs). A de Quixadá é uma delas. A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e o Grupo São Geraldo também são parceiros no projeto desenvolvido na UC situada no entorno do Açude Cedro.

Conforme os professores Lucas da Silva e Reinaldo Fontes, o projeto, que conta com 10 turmas, totalizando 270 alunos, em parceria com a SEMA, Cagece e a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), está se consolidando. Dentro de no máximo uma década o parque, que inclusive é protegido como Monumento Natural, poderá voltar a respirar aliviado.

Antes da estiagem prolongada, dos fungos e do descaso humano o parque do Açude Cedro parecia um enorme jardim botânico. As fotos abaixo foram registradas pelo Diário do Nordeste em 2008.

Veja também a reportagem no Diário do Nordeste sobre o Laboratório Ambiental do IFCE de Quixadá:

Projeto busca revitalizar o espaço

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07:30 · 01.04.2017 / atualizado às 07:35 · 01.04.2017 por

Surpresa e curiosidade, estas tem sido as sensações mais comuns nos últimos dias para quem chega ao parque do Açude Cedro, em Quixadá. O motivo tem  sido a mudança radical na paisagem do lugar. O açude voltou a receber água com as últimas chuvas, alterando radicalmente o cenário natural na montante do primeiro reservatório público construído no Brasil.

Todavia, quem já teve a oportunidade de visitar este lugar fica curioso em saber porque vários benjamins, árvores seculares existentes na flora local, foram cortadas. Muitos imaginavam que estavam secas apenas por causa da estiagem prolongada no Nordeste. Com o retorno das chuvas deveriam florescer novamente, criando novamente o ambiente de um bosque.

Não foi isso o que ocorreu. O mistério está sendo pesquisado por especialistas em botânica. Somente o resultado das análises será capaz de apontar mais precisamente porque tantas árvores morreram. Certo apenas a disputa por uma sombra para os veículos automotores nos dias ensolarados. O número de árvores frondosas diminuiu, e muito.

Para perceber a diferença antes do possível ataque do fungo basta observar as imagens abaixo. Seriam belas não fosse uma situação irreversível. Essa é a opinião de quem tem o costume de visitar o Açude Cedro nos fins de semana. “Agora é esperar que a própria natureza se encarregue de revitalizar a sua flora“, comenta o professor Geraldo Ferreira.

Para entender melhor o que está ocorrendo com a vegetação e principalmente os benjamins e mangueiras no entorno do Açude Cedro, veja a reportagem no Diário do Nordeste:

Fungo misterioso ameaça de extinção benjamins do Cedro

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10:30 · 26.03.2017 / atualizado às 16:29 · 26.03.2017 por

Três montanhistas de Quixadá, Kido Aranha, Lutero Rômulo e Fael Lima percorreram neste sábado (25) a trilha “Raio que o parta“, fundada por eles em referência a descarga elétrica atmosférica que atingiu um monólito na última quinta-feira (23), registrada em vídeo pelo empresário Marcos Franklin.

Além de fundarem mais uma trilha ecológica interessante no Vale dos Monólitos, no entorno do Açude Cedro, eles também pretendiam identificar o exato ponto onde o raio caiu, conforme imagens divulgadas no Diário do Nordeste. Como o raio se espalhou pelas fendas da rocha, o efeito visual casou a sensação de ter causado as rachaduras, daí o título sugestivo.

Conforme Lutero Rômulo a equipe levou 6 horas para percorrer todo o trajeto. No caminho encontraram um ninho de coruja, uma cobra cipó e uma visão privilegiada da Pedra da Agulha, mas quando se aproximavam do local exato da descarga o tempo começou a fechar novamente e por precaução resolveram retornar.

Apesar do mito de que um raio nunca cai no mesmo lugar duas vezes o grupo resolveu não arriscar e retornar. Eles acabaram encontrando uma trilha formada por moradores daquela localidade e conseguiram chegar ao solo em segurança. “Logo depois começou a neblinar“, acrescentou Lutero Rômulo.

Eles não conseguiram chegar ao local exato da descarga. Por esse motivo pretendem retornar ao cume do monólito. A data ainda não foi marcada. O poliatleta Kido Aranha está planejando a instalação de equipamentos para que pessoas menos experientes também possam percorrer a nova tilha, “Raio que o parta”.

Fotos > Lutero Rômulo / Kido Aranha – Trilha Raio que o parta

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12:00 · 24.02.2017 / atualizado às 11:45 · 24.02.2017 por

Redenção
O reflorestamento, essa é a principal proposta do Projeto Estadual de Florestamento, Reflorestamento e Educação Ambiental na bacia do Rio Pacoti. Serão plantadas 30 mil mudas de árvores nativas com a recuperação de 25 hectares na sua bacia hidrográfica, com ações de reflorestamento em matas ciliares, nascentes e topos de morro. A área será contemplada com investimentos do Programa Ceará Mais Verde, em parceria com a iniciativa privada.


Foto > Semace

O anuncio foi feito na manhã desta sexta-feira (22) no lançamento do projeto ambiental, no Campus da Liberdade da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), em Redenção. A iniciativa é da Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema), do Governo do Estado.

Ainda conforme a Sema, foi assinado Termo de Cooperação Técnica entre o órgão estadual e a Unilab, formalizando a participação da universidade nas ações propostas do projeto. Um dos desdobramentos da parceria é a implantação de uma unidade de produção de mudas no Campo das Auroras – Unilab.  Passará a contar com um viveiro, onde haverá a produção de espécies florestais nativas.

Segundo o Plano Plurianual (PPA) de 2016-2019, o Ceará ainda apresenta graves índices de desmatamento. A ocupação humana desordenada e a exploração desenfreada dos recursos naturais vêm impactando regiões do Estado, provocando a degradação do solo, a perda da cobertura vegetal nativa e a redução da disponibilidade de água.

Por esses motivos, apesar dos esforços, o Estado está promovendo ações estratégicas de florestamento e reflorestamento para aliviar esta problemática e atender ao que determina os dispositivos legais, especialmente o Código Florestal, lei 12.651 de 25/05/2012 e a lei no 13.153 de 31/07/2015, que institui a política nacional de combate à desertificação e combate aos efeitos da seca.

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