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Categoria: Literatura


18:00 · 24.12.2017 / atualizado às 17:50 · 24.12.2017 por

Há séculos a data de 25 de dezembro, quando comemoramos o nascimento de Jesus, sofre contestação, talvez pelo fato de o evangelho não indicar dia nem mês do Natal de Cristo.

Registros enciclopédicos informam que a data de 25 de dezembro foi fixada a fim de cristianizar grandes festas pagãs, que celebravam o nascimento do “Vitorioso Sol” no tradicional culto solar. O objetivo era oferecer sacrifício e suplicar pelo retorno da luz, porque as noites, naquela época do ano, eram mais longas e muito frias.

Passaram então a comemorar o nascimento de Jesus em 25 de dezembro no calendário Juliano e em 06 de janeiro no egípcio, porque, neste dia, celebrava-se o aniversário do “Sol Invencível”. Era tal a importância da estrela solar, que, em 274, o imperador Aureliano proclamou o “Deus do Sol” como padroeiro do Império.

Todas as divergências tornam-se insignificantes se, a 25 de dezembro ou em outra qualquer data, tivermos o propósito de comemorar o nascimento de Jesus imbuídos do verdadeiro espírito cristão.

O Natal que se aproxima, com certeza, não será diferente dos anteriores. Pouco a pouco o importante evento da cristandade está voltando às comemorações milenárias das festas pagãs, quando não era o Cristo o centro das festividades.

Como comemorar o verdadeiro Natal de Jesus, se o aniversariante está cada vez mais ausente das festividades? Como festejar o natalício de alguém se não permitimos a sua presença? Não será porque a sua humildade conflita com a opulência do seleto evento? O teólogo grego Orígenes, no ano de 245, já repudiava a maneira de se comemorar o nascimento de Cristo com as pompas de um Faraó.

O Natal que agrada Jesus deve ser um encontro de confraternização, onde não se faça restrições de qualquer espécie. Como, então, alegrar o aniversariante que foi exemplo de humildade, fechando as portas, impedindo a participação dos pobres, excluídos pela impossibilidade de cooperar com os altos custos do evento e sem recursos para oferecer um presente para enfeitar as ricas árvores de Natal? Como alegrar Jesus se esbanjamos em fartas mesas alimento cujo desperdício daria para saciar a fome de muitas famílias?

Com que direito os oradores, na noite de Natal, em seus eloqüentes discursos, confessam-se emocionados com a angústia da Sagrada Família, que não encontrou nenhuma porta aberta que acolhesse Maria portando, no ventre, o Salvador do mundo, se agora, as portas fechadas impedem a entrada de Jesus em Sua festa?

A troca de presentes entre os que festejam o Natal, não rememora a atitude dos astrólogos do Oriente, que levaram presente ao Deus Menino a quem queriam homenagear, pois não trocaram presentes entre si.

Será que nas comemorações natalinas alguém se lembra de oferecer presente ao aniversariante?  Não é preciso que seja valiosa joia de ouro ou prata e sim coisas simples, embora de grande valor para Jesus, que sorri ao receber corações que, em todos os dias do ano, praticaram a oração da caridade, conjugando o verbo amar e acolheram com afeto os pobres e desamparados.

Não magoamos as chagas de Cristo comemorando o Seu aniversário numa festa entre irmãos, porque Ele constatará que não foi em vão o seu sacrifício, oferecendo a própria vida para nos livrar da impura ambição, da repudiada vingança e do desamor que acende, no mundo, a fogueira da maldade, que fomenta as sangrentas lutas fratricidas.

Neste natal, numa verdadeira festa de fraternidade, vamos convidar Jesus, o aniversariante, para cantar, ao nosso lado, a noite feliz da confraternização e do amor.

Por João Eudes Costa
Escritor

Veja o vídeo Bate o Sino, de Luigi Bertolli, do Projeto 4 Cantos

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06:00 · 23.12.2017 / atualizado às 06:00 · 23.12.2017 por

O escritor João Eudes Costa, de Quixadá, foi o primeiro a receber o livro de Rosemberg Cariry.

O cineasta e escritor Rosemberg Cariry foi surpreendido no início da noite desta sexta-feira (22) por uma enorme fila nas dependências da Casa de Saberes Cego Aderaldo. Eram escritores, professores, artistas, e mais de uma centena de admiradores de Cego Aderaldo – O cantador, o poeta e o mito, titulo do livro lançado em homenagem ao artista popular que sagrou-se um dos maiores nomes da cultura nordestina Brasil afora.

Conforme a coordenadora do espaço cultural, Paula Geórgia Fernandes, a publicação, com 780 páginas, divididas em 78 recortes da vida do cantador, é uma edição da Casa de Saberes e Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) e Interarte, resultado de uma pesquisa de 10 anos sobre o poeta popular da rima e do repente.

Os escritores João Eudes Costa e Bruno Paulino; o artista plástico Valdizar Viana e o cantador de viola Guilherme Calixto, ainda a nora de Cego Aderaldo, Nair Aderaldo, prestigiaram o lançamento da obra literária, a qual receberam autografada das mãos do autor que não se cansou de escrever dedicatórias e fazer poses para as fotos. Antes, Cariry havia apresentado o documentário com o mesmo título no auditório da Casa de Saberes, seguido de um bate-papo com o publico.

A noitada cultural foi encerrada com as apresentações dos cantadores de viola João de Oliveira e Antônio Limeira, Zé Vicente e Guilherme Calixto, Antônio Jocélio e Gonzaga da Viola. Era o fechamento do Pequeno Encontro de Violeiros e Repentistas do Sertão Central, iniciado na quarta-feira (20) com a participação de Geraldo Amâncio e do jovem Guilherme Nobre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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09:30 · 22.12.2017 / atualizado às 10:15 · 22.12.2017 por

O documentário Cego Aderaldo – O cantador, o poeta e o mito, seguido de um bate-papo com o autor, Rosemberg Cariry, ainda o lançamento do livro homônimo, fechando o dia com o encerramento do Pequeno Encontro de Violeiros e Repentistas do Sertão Central, será a programação desta sexta-feira (22) na Casa de Saberes Cego Aderaldo, em Quixadá.

Segundo a direção da Casa de Saberes, a obra cinematográfica será exibida ao público a partir das 15 horas, no auditório do espaço cultural. O lançamento do livro, pelo próprio autor, está previsto para as 18 horas. Os cantadores de viola João de Oliveira e Antônio Limeira, Zé Vicente e Guilherme Calixto, Antônio Jocélio e Gonzaga da Viola se apresentam ao público a partir das 19 horas.

Ontem (21), foi a vez dos cantadores Valdir de Lima e Rubens Ferreira, Osmarino e Marcos Rabelo e ainda os Irmãos Rabelo se apresentarem no palco da Casa de Saberes e na quarta-feira (20), quem abrilhantou o Encontro foram as duplas Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre, Guilherme Calixto e Lourival Pereira, e ainda a vaqueira e aboiadora Mestra da Cultura do Ceará, dona Dina.

Os cantadores de viola ganharam um espaço especial na Casa de Saberes para a apresentação da sua cultura.

Veja também no Diário no Nordeste

O mito no papel

Casa de Saberes – Programação

15 h – Exibição do documentário Cego Aderaldo – O cantador, o poeta e o mito
18 h – Lançamento do livro Cego Aderaldo – O cantador, o poeta e o mito
19 h – Pequeno Encontro de Violeiros e Repentistas do Sertão Central

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07:30 · 19.12.2017 / atualizado às 07:45 · 19.12.2017 por

Geraldo Amâncio ministrará Aula Espetáculo na Casa de Saberes em Quixadá nesta terça (19).

Nesta terça-feira (19) o público e os apaixonados pela genuína cultura nordestina, terão a oportunidade de assistirem na Casa de Saberes Cego Aderaldo, em Quixadá, uma aula especial com o cordelista, contador de causos e repentista de viola Geraldo Amâncio, considerado um dos maiores representantes desse gênero musical no País.

Conforme a coordenadora da Casa de Saberes, Paula Geórgia Fernandes, a Aula Espetáculo com o poeta popular tem como público alvo até 40 jovens e adultos, é gratuita, e terá início às 14 horas seguindo até as 18h. Será uma oportunidade para um melhor conhecimento sobre o repente com o especialista nesse tema.

O repente, também conhecido como cantoria, é uma arte brasileira baseada no improviso cantado, acompanhado por violas, alternado por dois cantadores, numa espécie de desafio de rimas, que segundo historiadores teve sua origem no século XIX, na região de Teixeira, na Paraíba.

Na programação desta semana, após a Aula Espetáculo de Geraldo Amâncio, de quarta (20) a sexta-feira (22), a partir das 19 horas, o espaço cultural inaugurado recentemente em Quixadá receberá o Pequeno Encontro de Violeiros e Repentistas do Sertão Central, tendo como anfitrião o repentista Guilherme Calixto.

Ainda na quarta-feira, a partir das 19 horas, haverá apresentações especiais com as duplas Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre, Guilherme Calixto e Lourival Pereira, e ainda a vaqueira e aboiadora Mestra da Cultura do Ceará, dona Dina; na quinta (21), no mesmo horário, Valdir de Lima e Rubens Ferreira, Osmarino e Marcos Rabelo e ainda Irmãos Rabelo.

Na sexta-feira (22), as duplas João de Oliveira e Antônio Limeira, Zé Vicente e Guilherme Calixto, Antônio Jocélio e Gonzaga da Viola se apresentam ao público a patir das 19 horas encerrando o Pequeno Encontro de Violeiros e Repentistas promovidos pela Casa de Saberes Cego Aderaldo.

Aula de Cordel com Geraldo Amâncio
Dia 12 de dezembro – De 14 às 18hs
Casa de Saberes Cego Aderaldo
Quixadá – Ceará

Veja também no Diário do Nordeste

Semana Movimentada: Destaques na Casa de Saberes

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07:00 · 24.11.2017 / atualizado às 07:00 · 24.11.2017 por

Bruno Paulino tem se destacado no Sertão Central com suas obras literárias.

O escritor Bruno Paulino, natural de Quixeramobim e residente nesta cidade, lançará no início da noite desta sexta-feira (24) a segunda edição do livro “A Menina da Chuva”. Conforme o autor o lançamento acontecerá na II Feira Literária da Associação Cearense de Escritores (Fliace), no espaço cultural do Shopping Benfica, em Fortaleza.

O livro, já conhecido do público, é adotado como material paradidático por vários colégios do Sertão Central, e agora ganha na nova edição ilustrações da escritora e artista visual Raísa Christina. Muito querido pelos leitores, estava esgotado desde o ano passado. Bruno Paulino resolveu anunciar a novidade na Fliace.

No mesmo evento Bruno Paulino também lançará seu novo trabalho, o livro de contos fantásticos “Pequenos Assombros”, que explora o universo do sobrenatural em pequenas narrativas e, amanhã (25), às 16 horas, também em Fortaleza, na Casa de Juvenal Galeno, participará do lançamento da coletânea literária: Cartografia da Palavra Livre (org: ACE), que reúne textos de 41 escritores.

Bruno colabora na antologia com a crônica “O campinho”. O escritor ainda não tem previsão de quando realizará o lançamento dos novos trabalhos em Quixeramobim.

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08:00 · 30.10.2017 / atualizado às 08:15 · 30.10.2017 por

Aniversário da Academia Quixadaense de Letras foi marcado pela posse de mais dois Imortais.

Academia Quixadaense de Letras (AQL) comemorou o seu quinto aniversário de fundação empossando dois imortais. Um deles é o escritor e poeta Francisco Guilherme Calixto Moreira, que passou a ocupar a cadeira 2, cujo patrono é Aderaldo Ferreira de Araújo, o Cego Aderaldo, e a escritora Maria Vilani Martins Jucá, que agora ocupa a cadeira 25, tendo como patronesse Maria Zeneida Costa.

Na comemoração, realizada no último sábado (28) no auditório da AQL, o radialista Wanderley Barbosa fez a leitura da crônica “Minha musa, minha paixão”, de João Eudes Costa, em homenagem aos 147 anos de emancipação política de Quixadá e dia da fundação da Academia, 27 de outubro. Em seguida a ONG Grão de Mostarda apresentou a peça “O Brasil de hoje”.

Também houve a entrega das premiações do primeiro concurso de poesias promovido pela Academia Quixadaense de Letras, acrescentou a presidente da AQL, a escritora Julieta Rocha de Almeida Lima.

Atualmente, são Imortais da AQL o ex-governador Lúcio Alcântara, os professores Francisco Carlos Carvalho da Silva, Maria Angélica Nogueira Bezerra, Maria das Graças Ferreira Lima, Gilnei Neves Nepomuceno, Francisco Jardes Nobre de Araújo, Maria Zeneida Costa e Bruno Paulino, a historiadora Elisângela Martins da Silva Cruz, o coronel do Exército João Xavier de Holanda, o coronel da Polícia Militar Adail Bessa de Queiroz, o médico Manoel Dias da Fonseca Neto, o economista José Nilson Ferreira Gomes Filho, o cineasta Antonio Clébio Viriato Ribeiro, o juiz federal Marcos Mairton da Silva e ainda José Anízio, Antonio Weimar Gomes dos Santos, Ana Carolina de Holanda Pavão Santana e Sebastião Diógenes Pinheiro.

João Eudes Costa, um dos fundadores da Academia de Letras, e sua filha, Bruna Costa, completam a lista de Imortais.

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07:00 · 30.09.2017 / atualizado às 07:05 · 30.09.2017 por

Os escritores receberam os alunos na Academia de Letras no III Encontro Literário do CACD. 

Redes sociais, bate-papo virtual, globalização, videogames, a TV e a falta de incentivo à leitura têm provocado o desinteresse dos estudantes por esse hábito. Como consequência, vocabulário precário, erros de ortografia frequentes e dificuldade de compreensão. Então focado em uma solução para esses problemas o Colégio Amadeu Cláudio Damasceno (CACD) passou a promover o Encontro Literário como estímulo à busca prazerosa dessa atividade cultural e social.

Conforme a professora de Artes e produtora cultural do CACD, professora Iris Freitas, a leitura nunca se fez tão necessária nos bancos escolares. De um lado há o aumento de fontes de pesquisa. De outro lado, vemos a grande dificuldade dos alunos em compreender questões eliminatórias no vestibular onde só se obtêm êxito quem tem por hábito se atualizar através de jornais, revistas e livros. Surgiu então a ideia do Encontro Literário, que este ano chega a sua terceira edição.

Este ano os estudantes do ensino fundamental I e II e do ensino médio conheceram a Academia Quixadaense de Letras alguns dos seus “Imortais”. Na próxima sexta-feira (6) eles receberão no CACD os escritores João Eudes Costa, membro fundador e presidente de honra da AQL, ainda sua presidente, Julieta Rocha, Vilaní Jucá, Guilherme Calixto, escritor de cordel, Manoel Oliveira, Milena Araújo e ainda Angélica Sampaio, também integrante da Academia Cearense de Letras (ACL).

Ainda de acordo com Iris Freitas, o Encontro Literário com os escritores, aberto ao público, tem inicio programado para as 9 horas. Será uma oportunidade para a formação crítica leitora dos educandos, a prática compartilhada, ciosa de ler e ouvir, de ouvir e ler e também trabalhar a leitura literária como instrumento de prazer e de formação humana, como ocorreu nos anos anteriores.

III Encontro Literário

Dia 6 de outubro – 9 horas
Colégio Amadeu Cláudio Damasceno
Quixadá – Ceará

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07:30 · 29.07.2017 / atualizado às 07:40 · 29.07.2017 por

O 3º Encontro de Leitores do Sertão Central ganhou destaque no Diário do Nordeste

Realizado pelo terceiro ano consecutivo em Quixadá, o Encontro de Leitores do Sertão Central é um dos destaques do Diário do Nordeste no Caderno Regional deste sábado (29). O evento foi realizado no fim de semana passado na Faculdade de Educação Ciências e Letras do Sertão Central (Feclesc), em Quixadá, onde leitores e escritores se reuniram para atividades focadas na leitura. Na programação, palestras, debates e sorteios de livros.

Dentre os escritores participantes do 3º Encontro de Leitores a jovem escritora Mylena Araújo, de Fortaleza, autora de sete livros, tendo como destaque “Valera”, de leitura fantástica, na sua terceira edição; Bruno Paulino, de Quixeramobim, com quatro livros publicados, dentre eles “A menina da chuva”, em breve reeditado e adotado pelas escolas da região e Nanda Gois, autora de “Brasiliana” e de “A menina em Riace”. Ela é natural de Quixadá.

O idealizador do Encontro de Leitores do Sertão Central é o universitário Elileudo Lima Júnior. Ele também é natural de Quixadá, mas atualmente está morando em Uberlândia (MG) onde estuda Arquitetura. Mesmo assim, com a ajuda dos amigos, está conseguindo reunir leitores e escritores do Sertão Central nesta atividade que tem sido mais comum somente nas capitais. Mais uma vez recebeu elogios de escritores e de leitores.

O que eles pensam

Elileudo Lima Júnior
Universitário

“Quando as pessoas percebem que a leitura é uma diversão muito interessante não param mais. Nesses encontros estamos apenas incentivando elas a perceberem isso”.

Bruno Paulino
Escritor

“Eu sempre acreditei e vou continuar acreditando na importância dos livros porque uma boa leitura sempre será prazerosa, em qualquer época que seja”.

Veja  reportagem no Diário do Nordeste 

Evento consolida interesse por livros no Interior do Ceará

Nanda Gois, Bruno Paulino e Angélica Cecília Freire apresentaram algumas de suas obras. 

Mylena Araújo participou pela segunda vez do Encontro, divulgando a 3ª edição de Valera.

Leitores e escritores lotaram o auditório da Feclesc.

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18:30 · 09.07.2017 / atualizado às 19:00 · 09.07.2017 por

Visitar a Fazenda Não Me Deixes, em Quixadá, herança da escritora Rachel de Queiroz, imortal da Academia Brasileira de Letras, é uma opção nestas férias de julho. O passeio está sendo disponibilizado pelo Centro Cultural de Quixadá aos sábados e domingos, a partir das 8 horas.

A fazenda da família de Rachel de Queiroz era o seu recando preferido da escritora desde a sua infância

Segundo o responsável pelas visitas, Edelson Santos, os interessados podem agendar o passeio pelo telefone (88) 9 9980 8276. O translado com passaporte para a propriedade rural do século XIX localizada a 30Km do Centro de Quixadá, no distrito de Daniel de Queiroz, custa R$ 40,00 de automóvel, R$ 50,00 de micro-ônibus e R$ 80,00 de ônibus.

Os valores para acesso ao recanto predileto de Rachel de Queiroz são cobrados por veículos, e não por pessoa. A arrecadação é utilizada na manutenção da fazenda. A propriedade tem 928 hectares onde 300 deles são de caatinga, mata nativa, uma reserva particular do patrimônio natural (RPPN).

Os visitantes também poderão conhecer o Memorial Rachel de Queiroz, no Chalé da Pedra, na Praça da Cultura, no Centro da cidade. O espaço cultural fica aberto das 8h às 12h nos fins de semana. De segunda a sexta o público é recebido à tarde e á noite. Não há cobrança de taxa pela visita.

Durante a semana o Memorial Rachel de Queiroz, no Chalé da Pedra, fica aberto ao público 

Passeio à Fazenda Não Me Deixes

Sábados e Domingos – Das 8 horas ao meio-dia
Reservas (88) 9 9980 8276
R$ 40,00 – Carros
R$ 50,00 – Micro-ônibus
R$ 80,00 – Ônibus

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08:30 · 04.07.2017 / atualizado às 08:30 · 04.07.2017 por

Após cinco anos sem edições a tradicional Feira de Artes de Banabuiú, a Banartes, voltará a ser realizada em Banabuiú. A festa, organizada pelo Governo Municipal de Banabuiú, com o apoio da Casa Civil do governo do Estado, terá início na noite da próxima quinta-feira (6) e se estenderá até o sábado (8). No encerramento de cada noite grandes atrações musicais subirão ao palco. A prefeitura confirmou as apresentações de Junior Viana, Ítalo e Reno, Mastruz com Leite e Vicente Nery.

Ainda de acordo com a administração municipal a Banartes mistura uma diversidade de arte, cultura e tradição. A programação cultural tem início programado para as 19 horas. Às 23h, a equipe planeja o início das atrações musicais. Entretanto, na sexta (7) e no sábado (8), parte da programação acontece durante o dia, em dois palcos alternativos. O trecho da rua Raimundo Dias que passa em frente a Câmara, será fechado para virar a Vila das Artes, com exposições de artesanato, artes plásticas, e parte das atrações como o Criança Fazendo Arte.

Na outra área, será realizada pela primeira vez a Feira da Agricultura Familiar, com exposição de animais e concursos da Cabra e da Vaca mais leiteira, além de espaço para comercialização de produtos dos agricultores.

O público também poderá apreciar o Festival de Violeiros, Exposição de Artes Visuais, Festival de Quadrilhas, Feira de Gastronomia e Feira do Artesanato e de Comidas Típicas.

Haverá ainda Show Mirim, Teatro, Festival da Canção, Festival de Dança, Concurso de Poesia, Literatura de Cordel e Contação de Histórias. Os candidatos poderão concorrer a prêmios no total de quase R$ 9 mil, mas é preciso se inscrever na Secretaria de Cultura, Turismo, Indústria e Comércio, organizadora dos concursos.

A prefeitura de Banabuiú acrescenta que todos os eventos, incluindo os shows, são abertos ao público e gratuitos.

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