Categoria: Meio ambiente


17:30 · 20.06.2019 / atualizado às 17:25 · 20.06.2019 por
Policiais militares apreenderam um caminhão com a carga de 1.200 troncos de madeira nobre da caatinga. A mercadoria seguiria de Quixadá para o Rio Grande do Norte. Foto > Alex Pimentel

Um caminhão com uma carga com 1.200 troncos de árvores nativas da caatinga apreendido e dois homens presos. Esse foi o resultado da averiguação de uma denúncia realizada por uma equipe da Polícia Militar na Fazenda Vitória, um propriedade rural localizada em Quixadá.

De acordo com a equipe da composição da PM da cidade de Choró, que atendeu a ocorrência, a princípio as informações davam conta haver no local um grupo de trabalhadores furtando a madeira. Os policiais chegaram no momento em que um caminhão com a carga iria iniciar viagem para o Rio Grande do Norte, onde seria vendida.

Seis pessoas foram detidas e conduzidas à Delegacia Regional da Policia Civil, em Quixadá. Ao analisar o caso a delegada plantonista, Brunella Mara Camelo, constatou haver pratica delituosa de dois conduzidos.

Os nomes dos infratores não foram revelados, mas um deles foi preso por extração ilegal de madeira e apropriação indébita. Ele trabalhava na fazenda. O outro foi autuado por posse ilegal de arma de fogo. Os policiais encontraram uma espingarda no local. Ele confessou que a arma de fogo pertencia a ele.

O caminhão com a madeira foi apresentado na delegacia e após apreendido foi encaminhado ao Ibama. Cada estaca de madeira, ideal para cercas de arame farpado, seria comercializada por R$ 3,00, acrescentou a delegada.

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11:00 · 13.06.2019 / atualizado às 11:05 · 13.06.2019 por
Gestores públicos do Maciço de Baturité pretende assegurar o crescimento equilibrado da região com a aplicação de educação ambiental.

Prefeitos e representantes de Aracoiaba, Aratuba, Barreira, Baturité, Capistrano, Guaramiranga, Itapiúna, Mulungu, Pacoti, Palmácia e Redenção, assinaram Termo de Compromisso para implementação de políticas de educação ambiental nos municípios do Maciço de Baturité.

O pacto foi firmado no Seminário Regional da Política de Educação Ambiental do Maciço de Baturité. O encontro, realizado na quarta-feira (12) no Teatro Raquel de Queiroz, em Guaramiranga, teve como objetivo discutir ações voltadas para a construção de uma política de educação ambiental na região, envolvendo as secretarias municipais de Educação e de Meio Ambiente.

O evento foi realizado pelo Consórcio da Associação Pública dos Municípios do Maciço de Baturité para o Saneamento Ambiental (AMSA), com apoio da Associação dos Municípios do Maciço de Baturité (Amab), entidade vinculada à Aprece, e participação de representantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), do Ministério Público do Ceará e da Unilab.

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07:30 · 08.06.2019 / atualizado às 07:10 · 08.06.2019 por
Após denúncia da Sema a Polícia de Meio Ambiente do Ceará flagrou a obra irregular na Área de Proteção Ambiental em Guaramiranga. Foto > Divulgação

Após denúncia da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Ceará (Sema), dois homens foram detidos pelo Batalhão de Polícia de Meio Ambiente (BPMA) do Ceará e conduzidos à Delegacia Municipal da Polícia Civil em Guaramiranga. Eles estavam trabalhando em uma construção irregular, na Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra de Baturité.

De acordo com o BPMA os imóveis estão localizados no Sítio Piões, na zona rural de Guaramiranga, em torno de 778 metros de altitude em relação ao nível do mar.

Ao serem questionados sobre a licença para as obras, os homens não apresentaram nenhum documento. Diante do fato ambos foram autuados na Delegacia Municipal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por crime ambiental.

Área de proteção

Além de Guaramiranga, a APA da Serra de Baturité é composta pelos municípios de Aratuba, Baturité, Capistrano,  Mulungu, Pacoti, Caridade e Redenção. Abrange uma área de 32.690 hectares e está localizada na porção Nordeste do Estado. Está situada a 90 km de Fortaleza e tem como principais acessos a rodovia CE 060, sentido Fortaleza-Baturité e a rodovia CE 065, sentido Fortaleza-Palmácia. Foi a primeira e mais extensa APA criada pelo Governo do Ceará. Foi instituída em 18 de setembro de 1990.

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07:00 · 13.05.2019 / atualizado às 06:50 · 13.05.2019 por
Prefeitos terão mais cinco anos para extinguirem os lixões nas suas cidades. O de Quixadá é um deles.

Os prefeitos de Quixadá, Quixeramobim, Ibicuitinga, Banabuiú, Choró e Ibaretama assinaram na sede da Secretaria do Meio Ambiente do Ceará (SEMA), em Fortaleza, um protocolo de intenção para criação do consórcio microrregional para a Gestão Integrada de Resíduos com foco na Coleta Seletiva Múltipla.

Recepcionados pelo secretário estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, os gestores municipais escolheram o prefeito de Quixadá, Ilário Marques, para presidir o consórcio, o qual tem o objetivo de atender integralmente os requisitos do Índice Municipal de Qualidade do Meio Ambiente (IQM), e garantir o repasse de 2% do ICMS aos municípios.

Na opinião de Ilário Marques, a iniciativa do Governo do Estado, por meio da SEMA, aponta para soluções sustentáveis quanto a questão dos lixões existentes nos municípios. Com a gestão integrada de resíduos sólidos a partir dos consórcios e com a assessoria da SEMA será possível implantar um processo mais adequado de coleta do lixo produzido.

O prefeito de Ibaretama, Edson de Moraes, acredita que a proposta apresentada pela SEMA tornará finalmente possível a criação do Consórcio. Essa também foi a avaliação do chefe do poder executivo de Choró, Marcondes Jucá. Os prefeitos de Quixeramobim e de Banabuiú enviaram representantes.

De acordo com a SEMA, com a assinatura do documento os seis municípios do Sertão Central e outros 10 consórcios formalizados em 2018, envolvendo 89 municípios, terão mais cinco anos para construírem Centrais Municipais de Resíduos, conforme previsto no Plano de Coleta Seletiva exposto no Decreto Estadual nº 32.483, de 29 de dezembro de 2017.

A Lei de Resíduos Sólidos, do Governo Federal, havia estabelecido um prazo de extinção dos lixões para 2014. Prefeitos de todo o País pediram prorrogação do prazo e implantação de políticas econômicas de incentivo.

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06:00 · 17.01.2019 / atualizado às 06:00 · 17.01.2019 por

O promotor de Justiça Gustavo Pereira Jansen de Mello, da 2ª Promotoria de Justiça de Morada Nova, ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) contra este Município e proprietários de dois matadouros clandestinos, para interditar imediatamente os estabelecimentos, sob pena de multa diária. Conforme apurado em Inquérito Civil, os abatedouros irregulares funcionam de modo precário e irregular no dique do rio Banabuiú, que banha esta cidade e outras da região.

Ainda de acordo com divulgação feita pelo Ministério Público do Ceará (MPCE), em uma fiscalização conjunta foi constatado pela Secretaria Municipal de Agricultura, pela Vigilância Sanitária Municipal e pelo Instituto do Meio Ambiente de Morada Nova (IMAMN) que os dois matadouros apresentavam graves inconformidades, dentre elas ausência de câmaras frigoríficas, lavatórios e esterilizadores; insensibilização dos animais feita de modo cruel com marreta; ausência de responsável técnico pela inspeção, além da falta das licenças legais.

Conforme o MPCE os abatedouros fiscalizados não atenderam a qualquer dos mais de 200 itens obrigatórios da lista de verificação de inspeção sanitária. Além disso, foi verificado pelo IMAMN que os efluentes gerados pelos estabelecimentos, compostos basicamente por sangue, escoam no solo, e os restos de fezes e águas das pocilgas são lançados diretamente no leito do rio Banabuiú.

Segundo o promotor de Justiça autor da ACP os responsáveis pelos abatedouros, além de degradarem o meio ambiente, vêm colocando em risco a saúde de um número indeterminado de consumidores que ingerem carne de procedência ilícita, com altíssimo risco de contaminação, a qual não passa pelos procedimentos sanitários obrigatórios, devendo responder, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados, nos termos do Código de Defesa do Consumidor e da legislação de tutela ao meio ambiente.

Ele aponta ainda que o Município foi omisso quanto ao dever legal de inspeção periódica da atividade de abate de animais, tendo em vista que os matadouros em questão funcionam há anos nos mesmos locais. Além disso, mesmo depois de constatar as péssimas condições sanitárias dos abatedouros, a fiscalização municipal deixou de tomar as medidas cabíveis, como a interdição dos estabelecimentos.

O órgão ministerial solicita ainda que os respectivos responsáveis pelos abatedouros sejam condenados ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 25 mil, devendo o Município responder solidariamente por esses pagamentos.

Tais ações fazem parte da operação “Carne Limpa”, deflagrada pelo Ministério Público, que tem como propósito fazer cessar, em definitivo, a disponibilidade da chamada “carne de moita”, como é conhecida popularmente na região a carne fornecida por esses matadouros no mercado de consumo do Município.

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07:30 · 29.10.2018 / atualizado às 07:46 · 29.10.2018 por
As chamas chegaram próximo ao Mosteiro Santa Cruz, mas brigadistas e bombeiros agiram rápido evitando riscos para as religiosas. Foto > Prevfogo

Após quatro dias de combate ao fogo que se alastrou pela Serra do Estevão, na zona rural de Quixadá, 25 brigadistas do grupamento Prevfogo do Ibama e 10 bombeiros militares conseguiram controlar o maior incêndio florestal neste Município do Centro do Estado.

De acordo com o Chefe de Brigada Prevfogo, Talys Anderson Oliveira, sua equipe continuará no local, realizando a vigilância da área e a eliminação total dos focos. A avaliação final dos trabalhos, incluindo o levantamento da área devastada pelas chamas, será apresentada nesta segunda-feira (29).

> Combate a incêndio na Serra do Estevão passa a contar com 25 brigadistas e 10 bombeiros militares

> Mata densa e ventos fortes dificultam controle de incêndio florestal em região serrana de Quixadá

> Queimada descontrolada atinge e devasta vegetação nativa da Serra do Estevão em Quixadá

Moradores do distrito de Dom Maurício, localizado no cume da Serra do Estevão, informaram que uma queimada, iniciada no terreiro de um agricultor, provocou o incêndio de grandes proporções naquela região montanhosa com extensão de 24 km de por 10 km de largura, localizada a pouco mais de 20 quilômetros do Centro de Quixadá.

O tráfego na principal estrada de acesso ao distrito de Dom Maurício ficou perigoso.

A Brigada Prevfogo e o Corpo de Bombeiros não confirmaram a versão. A coordenadora Regional da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Leyla Barros, aliviada com o controle do incêndio, deverá averiguar a denúncia.

Desde a última quarta-feira (24), além dos moradores que precisavam descer e subir a serra pela principal via de acesso à sede de Quixadá, as irmãs da ordem religiosa das Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus também ficaram assustadas com o incêndio. Elas residem no Mosteiro Santa Cruz, para onde os ventos estavam soprando o fogo que subia a serra.

O Mosteiro Santa Cruz corria risco de ser atingido pelo incêndio na mata serrana.

A base da Brigada Prevfogo e dos bombeiros foi montada no Mosteiro. Um helicóptero da Ciopaer também auxiliou na contenção das chamas, lançando água nos locais onde os brigadistas realizam o isolamento da mata.

Copiar conteúdo autoral sem prévia autorização é crime previsto no Artigo 184 do Código Penal. A pena é de detenção, de três meses a um ano, ou multa.

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18:00 · 27.10.2018 / atualizado às 05:50 · 28.10.2018 por
Brigadistas e bombeiros ganham reforço e começam a controla incêndio florestal na Serra do Estevão.

No terceiro dia de combate ao incêndio florestal na Serra do Estevão, onde está localizado o distrito de Dom Maurício, na zona rural de Quixadá, 25 brigadistas do Prevfogo Ibama e 10 bombeiros militares da Guarnição de Quixeramobim passaram a trabalhar na região. O helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) também passou a auxiliar na contenção das chamas, lançando água nos locais onde os brigadistas realizam o isolamento da mata. Eles enfrentam forte calor, além de muita fumaça.

No início dos trabalhos de eliminação do incêndio havia 15 brigadistas e cinco bombeiros enfrentando o fogo e a fumaça na região serrana.

As técnicas utilizadas pelos brigadistas e bombeiros militares são diferentes. Os esquadrões Prevfogo se embrenham na mata e utilizando motosserras e sopradores costais abrem faixas de isolamento para o fogo não atingir as áreas ainda com vegetação seca. Os bombeiros contam com carro-tanque, mangueiras e jatos d’água direcionados aos focos. Também usam bombas d’água costais.

Os brigadistas adentram a mata densa com motosserras e sopradores costais para eliminarem os focos de fogo.
Os bombeiros militares utilizam bombas d’água costais para apagar o fogo.

Na avaliação do Chefe de Brigada Prevfogo, Talys Anderson Oliveira, o resultado do trabalho conjunto realizado neste sábado (27) foi satisfatório. Os três focos de incêndio próximos a áreas povoadas, dentre elas o Mosteiro Santa Cruz, onde residem irmãs da ordem religiosa das Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, estão sob controle. Eles representam 80% do incêndio. Agora é preciso analisar o movimento do fogo pelas correntes de ar. Após o trabalho de contenção será feita avaliação da área do desastre natural.

Os bombeiros também utilizam um carro-tanque e com jatos d’água apagam o fogo próximo a áreas de risco.

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18:30 · 26.10.2018 / atualizado às 18:40 · 26.10.2018 por
Brigadistas Prevfogo e Bombeiros Militares se empenham no combate os focos de fogo na Serra do Estevão, em Quixadá. Foto > Prevfogo

Equipes do Corpo de Bombeiros e de Brigadistas Prevfogo do Ibama continuam combatendo o fogo sob muita fumaça na Serra do Estevão, em uma região de mata nativa com aproximadamente 240 hectares de área, situada a 21km do Centro de Quixadá. Apesar do esforço de 20 homens treinados, na tarde desta sexta-feira (26) surgiram mais focos de fogo. Como o acesso é difícil há maior demora para o controle do incêndio que se espalha por toda a montanha com mais de 24km de extensão.

O Chefe de Brigada de Pronto Emprego do Ceará, Talys Anderson Silva, orientou suas equipes a cortarem com urgência as faixas de  isolamento, da mata, no entorno do Mosteiro Santa Cruz, áreas povoadas e da vila do distrito de Dom Maurício, localizado no cume da serra. Todavia, como o número de focos aumentou, solicitou reforço de Brigadistas para evitarem riscos para os moradores e maior devastação da floresta branca, como também é conhecida a caatinga.

Essa também será a estratégia utilizada pela Guarnição ABT 52, dos Bombeiros, sediada em Quixeramobim. O comandante da equipe, sargento Jean de Sousa, informou que já foi solicitado reforço ao Comando Geral dos Bombeiros. Enfatizou também a necessidade de os moradores colaborarem, evitando deslocamentos desnecessários pela via de acesso à serra. Quanto ao Município, precisa agilizar o reabastecimento do carro-tanque, com água transportada em carros-pipa e ainda suporte para os Bombeiros Militares.

Enquanto os Brigadistas se embrenham na mata para eliminar os focos, os Bombeiros utilizam o carro-tanque para combater os riscos à margem da estrada.
Na subida da serra muitos moradores observam e aguardam o trabalho dos Brigadistas e dos Bombeiros para evitar riscos no trajeto.

Perigo na estrada

Motoristas e motociclistas devem tomar muito cuidado quando subirem ou descerem a serra. Apesar de o fogo a maior parte do tempo ser baixo, vez por por outra o vento arrasta uma densa cortina de fumaça, tornando impossível a visibilidade há mais de um metro de distância. A inalação também pode prejudicar a saúde e provocar doenças respiratórias.

> Incêndio destrói escola municipal na zona rural de Quixadá após arrombamento e vandalismo

A fumaça prejudica a visibilidade a poucos metros de distância e ainda pode provocar doenças respiratórias.
Um Bombeiro Civil auxilia no trabalho de combate ao incêndio florestal na Serra do Estevão

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07:30 · 26.10.2018 / atualizado às 07:30 · 26.10.2018 por
A Serra do Estevão, em Quixadá, ficou em chamas após um agricultor realizar uma queimada no seu terreiro.

Uma queimada, iniciada no terreiro de um agricultor, conforme informações de moradores, provocou um incêndio de grandes proporções na Serra do Estevão, uma pequena cadeia montanhosa com aproximadamente 24 km de comprimento por 10 km de largura, localizada a pouco mais de 20 quilômetros do Centro de Quixadá.

Equipes do Corpo de Bombeiros do Grupamento de Quixeramobim e de Brigadistas de Pronto Emprego Prevfogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), também com sede no Município vizinho, foram acionados pela Coordenadora Regional da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Leyla Barros.

Os Bombeiros Militares iniciaram o combate aos focos de fogo ainda no início da tarde desta quinta-feira (25). Apesar do esforço, com uso de água, as chamas já haviam se estendido por extensas áreas da mata serrana. Os Brigadistas Prevfogo, especializados em desastres dessa natureza, iniciaram o isolamento das queimadas nesta manhã.

Os Brigadistas Prevfogo chegaram à Serra do Estevão no fim da tarde, onde acamparam e planejaram os trabalhos de combate ao fogo.

Dom Maurício

Quando retornavam de Quixadá para casa, à noite, muitos moradores do distrito de Dom Maurício, situado no cume da serra, ficaram assustados. O fogo se alastrou até a margem da rodovia de acesso à localidade. Árvores caíram na estrada, tornando o tráfego ainda mais arriscado. Mesmo assim, o fogo e nem a fumaça haviam chegado à vila, ainda.

De acordo com o Chefe de Brigada de Pronto Emprego do Ceará, Talys Anderson Silva, o primeiro objetivo é isolar e eliminar os pontos de fogo próximos de áreas povoadas, como o Mosteiro Santa Cruz, onde residem irmãs da ordem religiosa das Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Além de tristes, estão preocupadas com o incêndio provocado pela mão humana.

O fogo chegou à estrada de acesso ao distrito de Dom Maurício, causando risco para quem precisava retornar para casa.
Além da fumaça e das chamas, árvores derrubadas pelo fogo causavam mais riscos aos motoristas e motociclistas.

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06:30 · 22.10.2018 / atualizado às 06:25 · 22.10.2018 por
As queimadas estão devastando a mata nativa de Baturité e prejudicando a população. Fotos > VCrepórter

As queimadas se agravaram neste mês de outubro no município serrano de Baturité. No fim de semana a fumaça provocada por um desses incêndios ilegais, atingiu praticamente toda a cidade, irritando a população e causando medo a alguns moradores. O fogo também chegou próximo às suas casas. Muitos precisaram sair, ir para locais mais distantes, principalmente quem tem doenças respiratórias.

Neste fim de semana a fumaça de uma dessas queimadas atingiu várias áreas residenciais.

Para evitar mais transtornos à população e a degradação da mata nativa, o Departamento do Meio Ambiente de Baturité firmou parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Ceará (Sema) no combate às queimadas neste Município. De acordo com o órgão, 10 profissionais estão fiscalizando as áreas propícias a incêndios da mata nativa, boa parte seca nesta época do ano.

Mais de 30 queimadas já foram detectadas este ano na região. Segundo o Corpo de Bombeiros do Estado, a maioria é provocada por agricultores, quando estão brocando as terras para plantio antes da próxima quadra invernal, mas essa prática, além de empobrecer o solo, é ilegal.  Sem licença do órgão ambiental é tida como incêndio criminoso e é punida pela Lei de Crimes Ambientais com pena de um a quatro anos de reclusão.

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