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Categoria: Meio ambiente


08:00 · 13.08.2017 / atualizado às 08:00 · 13.08.2017 por

Caatinga, bela e desconhecida pelos próprios habitantes, está cada vez mais ameaçada de extinção.

A beleza da caatinga é indiscutível. Segundo estudos ela se estende por uma área de 850 mil km², ocupando cerca de 10% do território brasileiro, englobando de forma contínua parte do Ceará, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Sergipe e Bahia na região Nordeste, e parte do norte de Minas Gerais, já na região Sudeste do Brasil. Mas a sua biodiversidade, principalmente a sua flora, é pouco conhecida, inclusive por quem mora nesse bioma classificado erroneamente como genuinamente nacional.

Conforme ambientalistas do Movimento Pró-Árvore, um coletivo multidisciplinar lançado em setembro de 2011 na capital cearense, ao contrário do que se diz, a caatinga, além de não ser exclusivamente brasileira – existem florestas secas em outras regiões do planeta – possui mais de 1.700 espécies vegetais, e mais de mil a serem descobertas. O motivo desse desconhecimento está no pouco interesse pela “floresta seca” como é classificada pelos pesquisadores. A maioria da população não sabe reconhecer sua flora. O interesse maior tem sido pela floresta úmida, a amazônica.

Entretanto, enquanto os olhos dos governantes não despertam para a importância científica dessa floresta semiárida a preocupação com a possibilidade da sua extinção aumenta. Quem conhece a sua importância ambiental alerta para a ampliação da sua degradação, provocada principalmente pelo desmatamento e pelas queimadas. Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), também em processo de extinção, estão tentando conscientizar a população sertaneja no Ceará.

Pesquisadores independentes, como o engenheiro agrônomo com doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Deodato Aquino, também estão preocupados. Ele realizou recentemente um estudo sobre o desmatamento na sua terra natal, Senador Pompeu, onde a totalidade do seu território está inserida na caatinga. Constatou que 22% de toda a área do Município, o equivalente a 22 mil campos de futebol, foi devastado nos últimos 30 anos.

O alerta se estendeu também à mata ciliar dos rios da região. A proteção dos mananciais foi convertida em solo exposto, roçados, pastos e capoeira, provocando o assoreamento dos córregos. As regiões mais afetadas com o desmatamento foram coincidentemente as que banham os rios e riachos tributários das nascentes da barragem do Açude Patu, próximo a serra de Pedra Branca. Até 2009 8,5 milhões de hectares, o equivalente a 57% de toda a área do Município, mantinha a sua flora.

Entretanto, pelo menos a mata ciliar, numa extensão de 25Km do rio Banabuiú, onde foi criada uma Área de Preservação Permanente (APP), demonstrou um avanço positivo. Aproximadamente 250 hectares foram recuperados. Mas nesse caso a intervenção do Ministério Público foi crucial, proibindo o cercamento e roçados na calha e margens do rio, explicou Deodato Aquino, ressaltando que o seu trabalho foi apresentado recentemente à sociedade de Senador Pompeu.  Resta aos órgãos públicos e à população reagirem, para a sua beleza não passar a ser apreciada apenas nas fotografias.

Veja também a reportagem no Diário do Nordeste 

Degradação da Caatinga avança no Estado

No período das chuvas, exóticas espécies, como a carnaúba, árvore símbolo do Ceará, encantam pela beleza.

Quando a seca chega a paisagem da caatinga sofre uma metamorfose, mas a sua beleza continua.

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06:00 · 09.08.2017 / atualizado às 07:53 · 09.08.2017 por

Equipes do Batalhão de Polícia do Meio Ambiente (BPMA) tiraram de circulação 33 armas de fogo, na maioria espingardas, e mais de 388 cartuchos de diversos calibres que seriam utilizados na caça ilegal e predatória nos municípios de Boa Viagem, Pedra Branca, Mombaça e Monsenhor Tabosa, no Interior do Ceará.

A operação policial teve início na última quarta-feira (2) e se encerou nesta terça-feira (8). As informações são da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

Ainda de acordo com a SSPDS, além das armas de fogo e das munições na operação também foram apreendidos 90 pássaros silvestres da fauna brasileira e seis pessoas foram presas em flagrante. A maior quantidade de armas, 21, foi apreendida em Mombaça, seguida de Boa Viagem e Monsenhor Tabosa, com 11.

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18:00 · 29.07.2017 / atualizado às 12:50 · 31.07.2017 por

Árvore à beira da CE-060, entre Quixadá e o Triângulo da Varjota, flora e encanta transeuntes.

Uma espécie vegetal peculiar no sertão do Nordeste brasileiro, o pau d’árco roxo, está atraindo a atenção de que segue pela CE-060 de Quixadá com destino a Canindé ou à capital ou também quem faz o trajeto inverso. Alguns árvores à beira da rodovia estadual estão florando. O contraste roseado com a mata lembram alguma paisagem rural da Europa, mas o retrato natural pode ser visto a menos de um quilometro do Triângulo da Varjota, bifurcação rodoviária de acesso de Quixadá a Choró e Itapiúna.

De acordo com botânicos, o pau d’arco é uma árvore do gênero neotropical mais comum da família Bignoniaceae. Noutras regiões do Brasil é conhecida como ipê. Atualmente, a maioria das espécies de ipês brasileiros está incluída no gênero Handroanthus. Os especialistas denominam esta árvore de Tabebuia. Outras árvores do mesmo gênero têm florada amarela e outras branca.

Umarizeiro

Moradores da localidade onde o registro fotográfico foi feito informaram tratar-se de um umarizeiro,  cujo nome do lugar é homônimo. Entretanto, a correção foi feita por leitores do Diário do Nordeste.

O umarizeiro também é uma árvore de grande porte, frondosa, com caule e ramos cheios de pequenos espinhos que cresce nas várzeas, todavia não possui florada dessa cor. Os frutos, chamados umari, embora um pouco amargos, são comestíveis, cozidos ou em mingaus. Deles se extrai uma massa, tida como peitoral e vermífuga. O chá destas misturadas com os brotos é antidiarréico.

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08:00 · 20.07.2017 / atualizado às 07:30 · 21.07.2017 por

A equipe da delegacia regional da Policia Civil em Baturité prendeu um homem suspeito de realizar caça ilegal na zona rural deste município serrano. Na operação, realizada na localidade de Uirapuru, os policiais civis também apreenderam três espingardas e ainda diversos matérias destinados à caça de animais silvestres.

Segundo informações do delegado Joel Morais, titular da delegacia regional, a ação teve início após uma denúncia dando conta que no local funcionava o comércio ilícito de animais silvestres, além do funcionamento de uma rinha de briga de galo.

Quando os policiais averiguaram a denúncias encontraram as três armas, 25 munições, 12 facas, 25 animais silvestres e, ainda cinco galos. Até uma caderneta contendo informações sobre os animais foi encontrada no local. Um veículo Volkswagen Saveiro de placas NUN 7301 e R$ 780,00 também foram apreendidos.

O infrator foi identificado como Jose Bento de Souza Junior, 28 anos. Ele não tem antecedentes criminais. Foi  autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e manutenção em cativeiro de animais da fauna brasileira. Sobre a suspeita do autuado ser organizador de rinhas de galo, o delegado informou que  as investigações prosseguem.

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07:30 · 14.07.2017 / atualizado às 08:00 · 14.07.2017 por

Alguns ambientalistas de um grupo de servidores de Choró foram atacados por abelhas italianas durante a realização de uma aula de campo realizada pela Coordenadoria de Educação Ambiental (COEAS) da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) nos dias 12 e 13 de julho neste município do Sertão Central. O ataque ocorreu na localidade de Riacho do Meio, no distrito de Caiçarinha.

Ainda de acordo com um servidor do Município o grupo de 35 pessoas, dentre professores, membros de associações comunitárias e outros ligados ao meio ambiente, foram divididos em dois grupos e quando caminhavam pela mata, um deles passou debaixo de um juazeiro e foi surpreendido por um enxame.

Oito pessoas foram picadas. Três foram socorridas ao Hospital Municipal Padre José Bezerra Filho. Duas delas são alérgicas as toxinas liberadas pelos insetos através dos ferrões. Uma terceira recebeu o maior número de picadas, aproximadamente 80. Após receberem medicamento antialérgico tiveram alta.

Apesar do incidente o curso foi concluído. O tema da capacitação foi “Educação Ambiental para a Qualidade da Água”. Outra pauta apresentada foi o lixo no meio ambiente. O Município tem um modelo que mesmo com estiagem mantém a água barrada no subsolo. A experiência da barragem subterrânea funciona exatamente na localidade de Riacho do Meio, a 16Km do Centro de Choró.

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10:30 · 02.07.2017 / atualizado às 10:45 · 02.07.2017 por

Um mistro de história e de preservação ambiental, é dessa forma que o psicopedagogo Tertuliano de Melo Neto recepciona os visitantes do museu fundado por ele na Fazenda Coité, uma localidade situada na zona rural de Ibaretama. Além da coleção histórica formada por ele ao longo de mais de quatro décadas, o parque da Serra Azul é outro precioso tesouro preservado por ele.

Em 2013 o Diário do Nordeste publicou reportagem sobre o Museu Tertuliano de Melo Neto. De lá para cá o mantenedor recebe visitas, principalmente de grupos de pesquisadores, de estudantes secundaristas e universitários. Os visitantes se interessam pelo acervo histórico mantido ao lado da Casa Grande da fazenda e também pela biodiversidade do seu entorno.

Nesta semana Melo Neto recebeu um grupo de universitários do curso de Biologia da Faculdade de Educação Ciências e Letras do Sertão Central (Feclesc). Acompanhados do professor Hugo Fernandes, tiveram a oportunidade de conhecer as preciosidades do lugar através da expedição educativa. Não imaginavam encontrar tamanha diversidade.

O Museu Tertuliano de Melo Neto é mantido pelo Instituo Ester de Melo, fundado por Melo Neto. O museu está registrado no Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e na Secretaria de Cultura do Ceará (Secult). O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ingressou com registro para validar pesquisas históricas realizadas por ele. Entretanto, nenhum órgão público auxilia na manutenção do acervo e nem na realização das pesquisas, ressalta o museólogo.

Veja também no Diário do Nordeste

Museu comunitário reúne acervo raro em Ibaretama

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07:30 · 26.06.2017 / atualizado às 07:35 · 26.06.2017 por

O distrito de Juá, na zona rural de Quixadá, será a primeira comunidade rural deste Município a contar com coleta de lixo domiciliar. A divulgação foi feita pela secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) deste Município. O início do serviço atende reivindicação dos moradores em razão dos transtornos causados pelo lixão implantado naquela localidade.

Após a avaliação de técnicos da Seduma a alternativa encontrada foi a remoção dos resíduos sólidos produzidos na vila de Juá até o lixão situado na periferia de Quixadá. O deslocamento é de aproximadamente 20Km, todavia, o local para armazenamento do lixo da localidade nos últimos anos foi improvisado. A falta de controle estava começando a prejudicar os moradores.

A assessoria da prefeitura de Quixadá informou que a nova gestão também trabalha na avaliação da formação do consórcio para a criação do aterro sanitário regional. O projeto de criação do sistema consorciado com implantação do aterro foi anunciado em julho de 2010, quando Joaquim Neto era o titular da Seduma. O esforço do ex-secretário foi em vão. Passados sete anos o consórcio ainda não foi formado.

O atual prefeito de Quixadá, Ilário Marques, pretende desativar o lixão da cidade, próximo de áreas residenciais e do aeroporto da cidade. O novo local ainda não foi definido, todavia será numa área isolada, inclusive distante de mananciais, como rios e riachos e também de açudes. Com a criação do aterro sanitário, além de garantir a preservação ambiental será implantada a coleta seletiva para reciclagem do lixo, reduzindo o impacto ambiental negativo.

Praticamente há um ano, no dia 21 de junho, um incêndio no lixão de Quixadá formou uma cortina de fumaça na BR-122 causando um grave acidente entre caminhões.

Veja mais no Diário do Nordeste 

Sistema de consórcio construirá aterro sanitário em Quixadá 

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07:00 · 07.06.2017 / atualizado às 06:45 · 07.06.2017 por

Um grupo de estudantes da rede pública do município de Guaramiranga, no Maciço de Baturité, participou de uma experiência diferente. Sob a orientação da professora Maraline Rocha eles seguiram até o município vizinho, Pacoti, e visitaram o Ecomuseu. A atividade, realizada nesta terça-feira (6), fez parte da programação da Semana Mundial do Meio Ambiente.

Conforme o professor Levi Jucá, coordenador do Ecomuseu de Pacoti, foi a primeira oportunidade para o grupo de crianças do ensino fundamental experimentarem pequenas peças do acervo como minerais, plantas medicinais e terem contato com as abelhas e conhecerem uma colmeia de verdade. O principal assunto da expedição foi sob a importância desses insetos e o seu iminente desaparecimento no planeta.

Era o início das atividades de educação patrimonial e ambiental recebendo jovens de Pacoti e de Guaramiranga. A estimativa é de receber pelo menos 200 estudantes das redes municipal e estadual ao longo desta semana. O Ecomuseu é uma das ideias do projeto Jovem Explorador, idealizado pelo professor de História Levi Jucá.

Sobre a preocupação com as abelhas, ele explicou ser o foco desde o início do projeto Jovem Explorador, protagonizado por alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Menezes Pimentel, em Pacoti. “São diversas as razões para o desaparecimento das abelhas no mundo. Uma das principais estaria relacionada ao uso intensivo de agrotóxicos, que causa o envenenamento desses polinizadores”, destaca o educador.

Na Serra de Baturité pessoas da comunidade costumam criar abelhas em caixotes, cortiços, pendurados nos beirais dos telhados das casas. As mais comuns são a uruçu-amarela, canudo, moça-branca, jatí e jandaíra. “Algumas dessas espécies, nativas, brasileiras ou indígenas, sem ferrão, são mais frágeis por dependerem da flora nativa para a sua sobrevivência. Os plantios transgênicos, desmatamentos, queimadas, aquecimento global, são ameaças a elas“, acrescenta Jucá.

Veja também no Diário do Nordeste

Jovem Explorador – Escola de Pacoti recebe prêmio nacional em São Paulo

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10:00 · 01.04.2017 / atualizado às 08:00 · 02.04.2017 por

Professores e alunos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus de Quixadá, estão trabalhando na revitalização do complexo natural e turístico do Açude Cedro, nesta cidade do Centro do Ceará. Nesse processo eles também estão iniciando o reflorestamento da área, com espécies nativas como o juazeiro, o umbuzeiro, a imburana, a catingueira, o pereiro, o mulungu e o pau branco.

O Laboratório de Estudos Ecológicos e Ambientais do Bioma Caatinga (LEEABC),  do IFCE Quixadá, coordenado pelo professor Lucas da Silva, já está produzindo mudas de várias espécies. Os alunos do curso de Engenharia Ambiental, auxiliados pelo coordenador do curso, o professor Reinaldo Fontes, se encarregarão do plantio e do monitoramento das áreas reflorestadas. O objetivo é revitalizar a área do Monumento Natural dos Monólitos de Quixadá, no entorno do Açude Cedro.

Professores a alunos já fizeram um ensaio. Juntamente com uma equipe da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) eles plantaram mudas ao lado dos benjamins que foram sacrificados recentemente. As árvores plantadas no início do século XX, na época da construção do açude, morreram, castigadas pela estiagem prolongada e supostamente por um fungo.

A gestora dos Monólitos de Quixadá, Leyla Barros, explicou que o momento de plantio fez parte da campanha “Festa Anual das Arvores”, promovido anualmente pela SEMA nas 23 Unidades Estaduais de Conservação (UCs). A de Quixadá é uma delas. A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e o Grupo São Geraldo também são parceiros no projeto desenvolvido na UC situada no entorno do Açude Cedro.

Conforme os professores Lucas da Silva e Reinaldo Fontes, o projeto, que conta com 10 turmas, totalizando 270 alunos, em parceria com a SEMA, Cagece e a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), está se consolidando. Dentro de no máximo uma década o parque, que inclusive é protegido como Monumento Natural, poderá voltar a respirar aliviado.

Antes da estiagem prolongada, dos fungos e do descaso humano o parque do Açude Cedro parecia um enorme jardim botânico. As fotos abaixo foram registradas pelo Diário do Nordeste em 2008.

Veja também a reportagem no Diário do Nordeste sobre o Laboratório Ambiental do IFCE de Quixadá:

Projeto busca revitalizar o espaço

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08:00 · 24.02.2017 / atualizado às 08:15 · 24.02.2017 por

Baturité
Nesta sexta (24) e sábado (25) a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) estará realizando nas cidades do Maciço de Baturité ações de estimulo ao uso consciente da água no período carnavalesco. Além de Baturité, Guaramiranga, Pacoti e Mulungu recebem as blitze ambientais de sensibilização com foco na campanha “Todos Pela Água”.

Segundo a Cagece, além das blitze, a programação, focada nos foliões, inclui apresentações educativas do teatro de fantoches da Companhia e oficinas de reciclagem. Nas oficinas os participantes poderão criar os seus próprios adereços a partir de materiais recicláveis.

A proposta é fazer um carnaval sustentável para incentivar as pessoas a cuidarem do meio ambiente e chamar a atenção para a importância de se economizar água, tendo em vista que a gente ainda está em período de seca“, pontua a gerente de Responsabilidade e Interação Social da Cagece, Flávia Taleires.

Hoje, a Cagece estará em Baturité, das 9h às 17 hora. Além da blitz ambiental e da oficina de reciclagem, haverá distribuição de bottons e panfletos informativos da Campanha “Todos Pela Água”, e à noite, a partir das 18h30 a comitiva estará em Pacoti com a apresentação do teatro de fantoches, que também vão alertar sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Amanhã (25), a partir das 9 horas, será a vez dos foliões de Mulungu receberem a oficina de reciclagem. Às 10h30 está programada a apresentação do teatro de fantoches e ação de sensibilização da campanha Todos Pela Água em Guaramiranga e distribuição de distribuição de copos do “Água de Beber”, projeto da Companhia que visa mostrar à população que a Cagece atende a todos os padrões de potabilidade.

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