Categoria: Meteorologia


07:00 · 08.07.2019 / atualizado às 06:20 · 08.07.2019 por
O círculo encontrado na vegetação de pacavira no Assentamento Curupaiti é idêntico aos outros dois na Fazenda Bico D’Arara. Fotos > Alex Pimentel

Neste fim de semana o ufólogo Robison Alencar visitou o segundo local na zona rural de Itapiúna com registro de um fenômeno considerado misterioso, atribuído por ele à aparição de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs).

De acordo com o especialista, as características do local encontrado por moradores do Assentamento Curupaiti, no distrito de Itans, são as mesmas encontradas duas semanas antes, a pouco mais de 10 km dali, na Fazenda Bico D’Arara.

O Assentamento Curupaiti fica localizado a pouco mais de 10 km da sede de Itapiúna.
A vegetação afetada pelo suposto fenômeno fica localizada a pouco mais de 200 metros da casa de Aline Oliveira.

Alencar conversou com a estudante Aline Oliveira, familiares dela e vizinhos. Para ele o fato não é apenas uma coincidência ou uma frade produzida pelos assentados para chamar a atenção. Está relacionado aos OVNIs.

O ufólogo Robison Alencar entrevistou a moradora Aline Oliveira na residência dela, próxima ao local do fenômeno. 
Após a entrevista, a estudante e familiares levaram o ufólogo ao local do fenômeno.
Além de a vegetação ser a mesma da Fazenda Bico D’Arara, a formação geométrica é igual.

A moradora confirmou os relatos que havia informado ao Diário do Nordeste. “Não precisamos mentir e nem inventar histórias. Eu sei exatamente o que vi e nem sabia desse mistério no mato. Se uma coisa tem a haver com a outra quem entende é que pode confirmar“, explicou.

Outro ufólogo, o coronel da Polícia Militar e piloto de aeronaves Welliston Paiva, ainda aguarda as analises do material recolhido, da água, do solo e de vegetais, na Fazenda Bico D’Arara.

Todavia, pelas análises preliminares de Paiva, as características são as mesmas de um fenômeno meteorológico denominado  microburst, uma coluna de ar desccendente e divergente com ventos em linha reta na superfície diferente de furacões quais têm geralmente os danos convergentes. As descendentes comuns geralmente, têm de 50 metros a dois quilômetros de extensão.

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11:30 · 01.07.2019 / atualizado às 15:45 · 07.07.2019 por
Em outra localidade de Itapiúna, no Assentamento Curupaiti, os moradores se deparam com o mesmo mistério registrado duas semanas antes na Fazenda Bico D’Arara. Foto > Aline Oliveira 

Duas semanas após os irmãos Francisco Alberto Leite Barros, conhecido como Branco, e Francisco Belchior Leite Barros, moradores da Fazenda Bico D’Arara terem se deparado naquela propriedade rural de Itapiúna com um fenômeno misterioso, considerado por eles uma “coisa de outro planeta“, outro caso da mesma natureza foi registrado naquele Município situado a 131 Km de Fortaleza.

Dessa vez, foram moradores do Assentamento Curupaiti, no distrito de Itans, quem avistaram um objeto voador no céu, se deslocando rapidamente. A aparição ocorreu na noite da última sexta-feira (28). “Eu estava no alpendre da minha casa quando vi aquela luz. De repente ela sumiu. Não dei muita importância, mas na tarde do sábado um vizinho comentou ter se deparado com a mata igual a encontrada na Bico D’Arara“, explicou a estudante Aline Oliveira.

De acordo com a moradora, outro morador, Jones Abel, estava atrás do gado dele quando se deparou com o mato deitado. O local apresentava as mesmas características da encontrada na outra propriedade rural, distante pouco mais de 10 Km dali. O esposo dela, Magno Martins, e outros assentados, foram até o local encontrado. Ficaram surpresos com o que viram. A vegetação é a mesma, de pacavira, com folhagem similar a das bananeiras.

Análise ufológica

Os ufólogos Robison Alencar e Welliston Paiva pretendem retornar a Itapiúna. Eles visitaram a Fazenda Bico D’Arara e colheram material para as suas pesquisas. Os resultados do primeiro levantamento ainda não foram concluídos.

Welliston Paiva recolheu amostras de água, do solo e de vegetais no local onde os moradores da Fazenda Bico D’Arara, apontaram terem visto uma “coisa de outro planeta“.

O outro especialista gravou depoimentos e apreciou as imagens registradas pelo Sistema Verdes Mares, inclusive aéreas.

Hipóteses

O astrônomo Dennis Weaver, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), considera o possível fenômeno uma fraude, inclusive pessoas que fizeram isso já mostraram como foi feito, usando cordas e tábuas de madeira  Para ele, não há como dar uma explicação meteorológica.

Coronel aviador da Polícia Militar, Welliston Paiva associa o misterioso fato a um fenômeno meteorológico denominado  microburst, uma coluna de ar desccendente e divergente com ventos em linha reta na superfície diferente de furacões quais têm geralmente os danos convergentes. As descendentes comuns geralmente, têm de 50 metros a dois quilômetros de extensão.

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08:00 · 19.06.2019 / atualizado às 06:10 · 01.07.2019 por
Área da Fazenda Bico D’Arara onde ocorreu fenômeno incomum foi visitada por ufólogos cearenses. Fotos > Alex Pimentel

Ainda é cedo para apresentarmos qualquer conclusão acerca do que encontramos aqui“, esse foi o posicionamento do representante do Centro de Pesquisa Aplicada na Ufologia e Espiritualidade (CPAUE Brasil), o coronel da Polícia Militar e piloto de aeronaves Welliston Paiva, após colher amostras de água, do solo e de vegetais no local onde os moradores da Fazenda Bico D’Arara, em Itapiuna, apontaram terem visto uma “coisa de outro planeta“.

Ufólogo, piloto de helicóptero e coronel PM Welliston Paiva.

Weliston Paiva informou que o material será apresentado a especialistas da UFC em física e química para constatarem se houve radiação e avaliarem outros elementos científicos. Também é preciso observar os animais, os pássaros e os peixes que se encontravam na propriedade no momento da aparição do suposto fenômeno avistado por volta das 23h da última quinta-feira (13) pelo proprietário da fazenda, Francisco Alberto Leite Barros, 59 anos, conhecido como Branco, e seu irmão Francisco Belchior Leite Barros, 70.

Pelos relatos de ambos deveremos trabalhar com algumas hipóteses. Plantas curvadas. Não há como garantir que foi um OVNI porque eles não o viram pousar ou decolar; viram apenas um clarão, em forma esférica. Quanto a um meteorito, essa opção está descartada, pois tendo contato com o solo o impacto provocaria uma explosão.A hipótese mais forte é da de um microburst, quando há uma grande umidade na região, dai ocorre um pequeno tornado. Mesmo assim, a hipótese de um OVNI não deve ser desprezada“, ressalta Paiva.

Outro ufólogo expediente, o eletrotécnico Robisson de Alencar, com mais de 30 anos dedicados a estudos dessa natureza, também esteve no local. Ele observou o ponto do fenômeno, conversou reservadamente com “Branco” e o irmão, Belchior , gravou depoimentos e apreciou as imagens registradas pelo Sistema Verdes Mares, inclusive aéreas. “Somente após analisar o que encontrei poderei apontar a minha conclusão“, ressaltou o especialista sem definir uma data.

O ufólogo Robisson Alencar (Direita) analisou o local do evento acompanhado do proprietário da fazenda e da sua neta.

Ambos preferiram não questionar a análise do astrônomo Dennis Weaver, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Ele considera o possível fenômeno uma fraude, inclusive pessoas que fizeram isso já mostraram como foi feito, usando cordas e tábuas de madeira  Para ele, não há como dar uma explicação meteorológica.

Microburst

Segundo estudos científicos, o microburst é uma coluna de ar desccendente e divergente com ventos em linha reta na superfície diferente de furacões quais têm geralmente os danos convergentes. “As descendentes comuns geralmente, têm de 50 metros a dois quilômetros de extensão”, acrescenta Welliston Paiva.

O microbuster é um fenômeno meteorológico natural, formando uma forte corrente de ar . Foto > Divulgação
Observada do alto, é possível ver a extensão da clareira na vegetação de pacavira ao lado da lagoa na Fazenda Bico D’Arara, em Itapiúna.

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07:30 · 07.04.2019 / atualizado às 06:00 · 09.04.2019 por
O terceiro maior açude do Ceará, o Arrojado Lisboa, em Banabuiú, já recebeu 29 milhões m³ este ano. 

As chuvas dos últimos dias em regiões de afluentes que desaguam no rio Banabuiú estão trazendo alegria novamente para a população da cidade homônima, onde está localizado o Açude Arrojado Lisboa, terceiro maior do Ceará. Os outros são o Castanhão e o Orós. De 5,43% de volume de água no início do ano saltou para 7,25% nos últimos dias. São 29 milhões de metros cúbicos a mais conforme dados da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).

A reposição também vai melhorar a lavoura e a pecuária dos moradores ribeirinhos do Arrojado Lisboa. Muitos já estavam desolados, na expectativa de o açude vir a atingir a sua pior cota, como ocorreu em junho de 2015, quando ficou com apenas 1,21%, segundo o administrador do reservatório, Ariston Queiroz.

A última vez em que o Arrojado Lisboa havia atingido uma situação tão crítica foi no período de 1997 a 2001. Três anos depois, o reservatório voltou a acumular água, e, em 2004sangrou.

De acordo com o gerente regional da Cogerh, da Bacia do Banabuiú, Paulo Ferreira, a recarga deste ano é suficiente para encher a Barragem de Quixeramobim três vezes. A represa tem capacidade para 7,8 mi de m³. Atualmente está com 21,89 %.

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06:30 · 02.04.2019 / atualizado às 20:31 · 02.04.2019 por
Crianças correram risco na travessia de um rio em Baturité nesta segunda-feira. Foto > Reprodução – Baturité CE

Um perigo desnecessário, foi como muitos internautas classificaram a travessia de estudantes, crianças, em um rio de Baturité. Um vídeo do momento arriscado passou a ser divulgado na noite desta segunda-feira nas redes sociais. Uma aluna é transportada nas costas de um homem que utiliza apenas uma corda para não serem arrastados pela correnteza. Um grupo de alunos observa em uma das margens da passagem molhada do Beira Rio, como é conhecida.

A passagem molhada dá acesso do Campo da Comunidade como a área residencial do outro lado do rio é conhecida. As crianças retornavam da escola para casa quando se deparam com o excesso de volume de água na passagem. Alguns pais preferiram não aguardar o nível baixar. Os filhos eram carregados nas costas de voluntários enquanto outros ficavam fazendo torcida e até brincando com o momento. “Vai cair ! Vai cair ! Vai cair !”, gritavam alguns alunos.

A reportagem do Sistema Verdes Mares tentou colher informações mais precisas sobre o ariscado momento. Apesar das dezenas de comentários as pessoas com quem a reportagem tentou manter contato não haviam se manifestado até a publicação desta edição. Também ainda não havia sido possível falar com a Secretaria de Educação de Baturité ou algum representante da administração municipal e nem com a Defesa Civil local. O expediente começa às 8h.

De qualquer forma a Polícia Militar foi alertada sobre o risco, para proibirem o risco desnecessário que dezenas de crianças  podem correr no retorno à aulas na manhã desta terça-feira se ainda estiver correndo muita água no rio.

No domingo três pessoas morreram afogadas na travessia de uma passagem molhada no município de Reriutaba. O carro que transportava elas foi arrastado pela correnteza.

Nota da Prefeitura

Sobre o vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (2), a Prefeitura de Baturité esclareceu trata-se de caso esporádico, por conta do elevado volume de chuvas na região; nestas situações, a Secretaria de Educação do Município orienta os pais, que as crianças residentes na zona rural a não se deslocarem para as escolas da sede;, as faltas serão abonadas e às aulas serão repostas oportunamente.

A administração municipal ressaltou que nestes casos o transporte escolar fica inoperante, para não colocar em risco a vida dos alunos, bem como dos servidores que conduzem estes veículos.

Chuvas no Maciço 

No intervalo das 7h do domingo para às 7h desta segunda-feira a Funceme disponibilizou registros de chuvas apenas em três municípios do Maciço de Baturité. Foram 40,3 mm em Mulungu19,2 mm em Redenção e 13,8 mm em Palmácia.

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07:30 · 01.04.2019 / atualizado às 07:35 · 01.04.2019 por
A expectativa é de mais chuva no Sertão Central após um intervalo de aproximadamente uma semana. O dia amanheceu nublado em Quixadá. 

Apesar de as chuvas no intervalo das últimas 24 horas continuarem sendo registradas no norte do Estado, com a maior desse período em Coreaú, 126 mm, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), no Sertão Central voltou a chover com mais intensidade neste fim de semana. Em Quixadá, nos pluviômetros domésticos, os moradores apontaram 70 mm. As chuvas estão chegando no período noturno, acompanhadas de relâmpagos e trovões.

O órgão meteorológico oficial do Estado, a Funcemeregistrou 50 mm no posto pluviométrico dos distrito de Tapuiará, onde está localizado o Açude Pedras Brancas, de onde está sendo captada a água para abastecer a cidade e também a área urbana de Quixeramobim, onde choveu 28 mm, no Assentamento Novo Canaã. Em Ibaretama, na estação da Fazenda Niterói, foram 22 mm e em Pedra Branca, no posto do distrito de Mineirolândia, 12 mm.

A maior chuva do mês de março no Sertão Central ocorreu em Solonópole, com 122 mm, seguida de 50,2 mm em Quixeramobim, no dia 24.

A previsão da Funceme para esta segunda-feira (1º) é de nebulosidade variável com eventos de chuva em todo o Estado. Esse quadro é provocado por dois sistemas, um deles é atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), sobre o Oceano Atlântico e o outro um Cavado de Altos Níveis (CAN) entre os estados do Piauí, Pernambuco e Bahia.

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é uma banda de nuvens que circunda a faixa equatorial do globo terrestre, formada principalmente pela confluência dos ventos alísios do hemisfério norte com os ventos alísios do hemisfério sul, enquanto o Cavado de Altos Níveis (CAN) é um sistema de circulação horária em alta altitude com banda de nuvens e chuva formando um aspecto aproximadamente anelar, acrescentam os meteorologistas.

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07:30 · 21.03.2019 / atualizado às 07:35 · 21.03.2019 por
Os moradores de Palmácia foram surpreendidos com a maior chuva do ano na cidade. As principais ruas da cidade ficaram alagadas. Fotos > VC Repórter

Os moradores de Palmácia, no Maciço de Batuité, foram surpreendidos por um temporal no fim da tarde desta quarta-feira (20). De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) choveu 64,6 milímetros no Município. As principais ruas do Centro da cidade ficaram alagadas.

Foi a maior chuva do ano na cidade conforme o monitoramento realizado pela Funceme. Quatro dias antes havia chovido 61,6 mm. Na quinta-feira (14) foram 45,2 mm.

Até a publicação desta edição, as outras maiores chuvas no período das 7h da quarta-feira (20) às 7h desta quinta-feira (21) no Ceará foram 23 mm em Mucambo, 22 mm em Viçosa do Ceará e Iracema, 16,4 em Santa Quitéria, 16 mm em Tauá e Crateús, 14,5 mm em Paramoti  e 12 mm em Amontada.

Diminuição das chuvas

Quanto a diminuição das chuvas nos últimos dias, os meteorologistas da Funceme observaram uma redução no transporte vertical de calor associado à ZCIT. Além da configuração desfavorável notaram ainda a Oscilação Madden-Julian (OMJ) sobre a região Nordeste o que também explica, em parte, tal diminuição.
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A OMJ é uma combinação de ondas que podem aumentar a instabilidade do ar e formar nuvens e chuva, e correspondendo a uma variabilidade climática, tropical e intrasazonal. Ela se apresenta como um distúrbio atmosférico se deslocando de oeste para leste num período entre 30 e 60 dias. A oscilação exibe uma fase convectiva, com chuvas, e outra de supressão de precipitação, formando centros opostos de atividade convectiva.

Previsão

A previsão da Funceme para hoje é de nebulosidade variável com chuvas isoladas no Litoral do Pecém, Litoral Norte, Serra da Ibiapaba e no Sertão Central e Inhamuns. Nas demais regiões, há possibilidade de chuva.

Amanhã, pode chover em todas as regiões do Ceará. Há nuvens sobre todo o Estado, por causa da proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), completaram os metorologistas.

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07:30 · 15.03.2019 / atualizado às 07:25 · 15.03.2019 por
O cruzamento da Avenida José Caetano com a Rua Rui Maia, próximo à rodoviária de Quixadá, voltou a alagar com 80 mm de chuva.

Quixadá, no Sertão Central, registrou a maior chuva do ano na tarde desta quinta-feira (14). Foram 80 milímetros em pouco mais meia hora. Foi o volume captado nos pluviômetros de moradores deste Município do Sertão Centra. Há dois meses, exatamente no dia 14 de janeiro, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) apontou 71 mm,  no posto pluviométrico do distrito de Tapuiará, distante 25 Km do Centro da cidade. Até o início desta manhã os sites do órgão meteorológico estadual estavam sem acesso.

A reportagem do Diário do Nordeste esteve nos locais considerados críticos na área urbana de Quixadá. Não demorou muito para os alagamentos retornarem no entorno do terminal rodoviário. Os cruzamentos da Av. José Caetano com a Rua Rui Maia e também na Rua Francisco Enéas de Lima causaram transtornos para motoristas, motociclistas, transeuntes e principalmente aos moradores daquela área. O comércio, borracharias e oficinas também encerraram o expediente mais cedo. Quem retornava para casa precisou ter disposição para molhar os pés, as pernas.

Quem tinha pressa de chegar em casa precisou arregaçar as pernas das calças e caminhar com água à altura dos joelhos.
As oficinas não puderam mais receber clientes no fim da tarde. Era preciso aguardar a água escoar.
Não foi diferente nas borracharias. Os funcionários até estavam dispostos a passar o rodo, mas a quantidade de água era maior que a disposição.

Outros pontos, como a Rua Rodrigues Júnior, nas proximidades da Praça da Estação e as ruas Basílio Pinto e José Enéas Monteiro Lessa, esta última já no Planalto Universitário, também tiveram alguns trechos alagados.

No Planalto Universitário, quem tentou cruzar a Rua José Enéas Monteiro Lessa, próximo ao Detran, ficou pelo caminho.
Apesar dos transtornos muitos gostaram do retorno das chuvas. Precisam apenas ter um transporte adequado nesta época do ano.

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09:00 · 26.02.2019 / atualizado às 10:33 · 26.02.2019 por
O Batente, em Ocara, é o sexto açude a sangrar este ano no Ceará. Foto > VC Repórter

A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) confirmou na manhã desta terça-feira (26) mais um açude público monitorado pela Companhia a atingir 100% do seu volume hídrico. Na noite da segunda-feira (25) foi a vez do Batente, em Ocara, na região do Maciço de Baturité, sangrar.

Desde o início de fevereiro já são seis reservatórios a atingirem cota máxima. O primeiro deles foi o Germinal, em Palmácia, seguido do São José I, em Boa Viagem; o Tijuquinha em Baturité; o Maranguape nesse município, e o Cocó, na capital cearense.

O Batente tem capacidade para 33,5 milhões de m³. Em abril do ano passado havia sangrado. Mesmo assim, os 155 açudes monitorados pela Cogerh acumulam somente 11% do volume de água do aporte total. Juntos podem armazenar 18.617 bilhões de m³.

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11:00 · 25.02.2019 / atualizado às 09:52 · 26.02.2019 por
A água passou a correr no domingo (24) sobre a passagem molhada de acesso à localidade de Veneza, em Quixeramobim. Fotos > VC Repórter

As chuvas neste fim de semana causaram euforia entre moradores de alguns municípios no Centro do Estado, principalmente Quixeramobim e Solonópole. As águas voltaram a correr em rios e riachos. Várias passagens molhadas e barragens ao longo desses leitos transbordaram. As localidades de Ipueiras e de Veneza, a pouco mais de 20 km do Centro de Quixeramobim são exemplos. “As corredeira vão para o Açude Torado. Ele vai desaguar na barragem da cidade“, explicou o coordenador municipal de Proteção e Defesa Civil, Paulo Gustavo da Silva.

Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), no intervalo das 7h deste domingo (24) às 7h da segunda-feira (25) choveu 29 milímetros em Quixeramobim. Do sábado para o domingo, no mesmo intervalo de 24h, foram 82,3 mm. No dia anterior as precipitações foram de 17, mm. Na quinta-feira (22) a Funceme registrou 50 mm e na quarta-feira (21), 43 mm. No mês, a média apontada pelo órgão oficial de meteorologia do Estado é de 96,2 mm.

Riacho do Sangue

Os moradores de Solonópole, mais ao sul do Estado, também comemoram as boas chuvas na região. Praticamente seco desde dezembro de 2016, o Riacho do Sangue, como o açude público deste Município é denominado oficialmente pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), está voltando a acumular água, o equivalente a 2,12% ou 1,24 hm³. Do sábado para o domingo choveu 66,4 mm. Uma barragem particular no leito rompeu, elevando o volume hídrico do reservatório estadual.

O Boqueirão, como é mais conhecido o Açude Riacho do Sangue, em Solonópole, começou a acumular água novamente.

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