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07:30 · 27.03.2015 / atualizado às 06:58 · 27.03.2015 por

Canindé
Doze dias após a instalação da Academia Canindense de Letras (ACL) os escritores, poetas, cordelistas e folcloristas Celso Gois Almeida, José Mathias de Oliveira, Noélia Bastos, José Natan Marreiro, Nilber Santiago e José Maria Gonzaga Vieira serão empossados na tarde deste sábado, 28, como os mais novos membros dessa entidade cultural de Canindé. A solenidade está prevista para as 14 horas na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) desta cidade.

A ACL foi instalada em Canindé no dia 14 de março passado. Os fundadores são: Arievaldo Viana, Bosco Sobreira, Caroline Secundino Treigher, Cesar Magalhães Pinto, Erivaldo Façanha, Francisco Fonseca Lopes, Graça Secundino Pereira, Helena Mesquita, Jardel Araújo Crisóstomo, Maria Evan Gomes, Pedro Paulo Paulino, Mundinha Cruz, Silvio Santos e Tonico Marreiro. Por enquanto, eles e os novos empossados e reunirão na sede provisória da Academia, a Biblioteca Municipal.

A divulgação da novidade cultural na terra de São Francisco está sendo feita através dos blogs Acorda Cordel e Vila Campos, do poeta e cordelista Pedro Paulo Paulino.

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07:30 · 06.08.2014 / atualizado às 07:21 · 06.08.2014 por

Quixadá
Um adolescente de 16 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio registrada na noite desta terça-feira, 5, na periferia de Quixadá. Segundo a Polícia, o crime ocorreu por volta das 20 horas no bairro Monte Alegre. A vítima foi atingida por três disparos de arma de fogo, um no ombro esquerdo, um no joelho esquerdo e o último no maxilar. Os motivos do crime ainda são desconhecidos. A Polícia descobriu apenas que foi praticado por dois indivíduos numa motocicleta preta, com escapamento barulhento. A dupla utilizava capacetes pretos.

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05:30 · 31.10.2011 / atualizado às 06:06 · 31.10.2011 por

Quixeramobim > O servente Francisco Antônio Pereira da Silva, 18 anos, morreu afogado na tarde deste domingo, 30, em Quixeramobim. Conforme informações do Centro de Operações Policiais Militares (Copom) do Sertão Central, ele brincava com amigos, de prender a respiração debaixo d’água, dento de um tanque. A prática é conhecida como apneia. Entre um mergulho e outro não voltou mais á superfície. O corpo do jovem foi encaminhado para o núcleo de Perícia Forense (Pefoce). Somente após a necropsia será possível certificar se a causa da morte foi afogamento. O suposto acidente ocorreu no meio de uma bebedeira, num bairro da periferia da cidade.

07:30 · 09.10.2011 / atualizado às 14:06 · 09.10.2011 por

Quixadá > Na edição deste domingo, 9 no Diário do Nordeste, o Nobile Express Vale das Pedras, um moderno complexo hoteleiro erguido no lugar do antigo Hotel Municipal é um dos destaques do Caderno Regional. Como na edição impressa não foi possível destacar registros fotográficos do megaempreendimento na “Terra dos Monólitos”, baixamos algumas neste blog para matar a curiosidade dos internautas. A estrutura é deslumbrante, digna dos grandes centros turísticos. Para ler a reportagem adquira o seu exemplar com o seu jornaleiro ou acesse > Rede Hoteleira – Quixadá terá sala de cinema.

05:00 · 05.10.2011 / atualizado às 07:26 · 05.10.2011 por

Quixadá > Mais de cinco mil devotos de São Francisco participaram da procissão pelas ruas de Quixadá, no enceramento das homenagens ao santo protetor dos pobres e patrono dos animais. Ruas enfeitadas, velas acessas, flores, bandeiras, por todos os cantos havia algum tipo de homenagem ao frade italiano Giovanni di Pietro di Bernardone, canonizado em 1228, menos de dois anos após sua morte. Muitos descalços, utilizando o mesmo traje de devoção é fé do pregador religioso, exaltavam seu nome a cada instante.

As festividades foram encerradas com missa campal presidida por dom Ângelo Pignoli, bispo da diocese de Quixadá. Mais uma vez o pátio da igreja ficou lotado. Foram 10 dias de novenas e celebrações eucarísticas e no entorno da paróquia, quermesses e leilões com o objetivo de arrecadar recursos para atender o principal desejo do missionário católico, a caridade. O vigário da Paróquia de São Francisco de Assis em Quixadá, Valdenor do Nascimento, recebeu muitos elogios pela organização da festa este ano.

Em Quixeramobim também houve procissão em homenagem a São Francisco de Assis. O cortejo foi promovido no bairro da Maravilha, pela paróquia que recebe o nome do protetor religioso. A festa começou no primeiro dia do mês com a reinauguração da igreja. Agora as atenções se voltam para os festejos em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. Até o dia 12 de outro, dedicado à santa, os paroquianos devem participar de caminhadas diárias, a partir das 5 horas da manhã e missas às 19 horas. Logo após as celebrações, comidas típicas no barracão e música ao vivo todas as noites.

Em Quixadá, mais de cinco mil pessoas participaram da procissão em homenagem a São Francisco. 

07:00 · 26.07.2011 / atualizado às 06:31 · 26.07.2011 por

Terra do forró se rende ao samba e suingue

Quixadá: Burguesinha, burguesinha, burguesinha. Dois dias após o show de Seu Jorge na praça José de Barros, no Centro de Quixadá, ainda tem gente cantarolando os sucessos do sambista carioca pelas ruas de Quixadá. O espetáculo continua sendo elogiado na cidade. Acostumado ao ritmo do forró o público se rendeu ao samba e ao suingue do cantor compositor e seu grupo. Burguesinha e Mina do condomínio foram as músicas mais aplaudidas. Mas alguns sucessos antigos, como Na rua da chuva e na fazenda, de Hyldon, também foram acompanhados pelo coro estimando em mais de cinco mil espectadores.

O espetáculo da principal atração da noite dourou pouco mais de uma hora. Deixou aquela sensação de quero mais. Mas a simpatia de Seu Jorge, retornando ao palco com sua banda e ainda fazendo um solo de voz e violão deixou todo mundo satisfeito. Não foi diferente com a banda Código de Barra ou simplesmente CDB. O jovem grupo de Canindé fez bonito, aquecendo o público antes do samba invadir a praça.  Com um mix entre o pop, rock romântico e MPB, Rose Nunes, Assis Castro, Jander Silva e Elias Abreu convenceram a plateia do talento nos palcos. Também foram muito aplaudidos.

Quem chegou na praça não quis mais sair. Aos poucos todos iam se rendendo aos gingados bem diferentes do habitual forró. E não importava a idade, crianças e idosos acompanhavam os hits mais conhecidos e quando não sabiam as letras das músicas, pouco divulgadas nas emissoras da região, faziam questão de acompanhar com coreografias dos braços, uma forma de retribuir o presente de férias. “Limpei os ouvidos e lavei a alma” comentava feliz a professora Gorete Ferreira. Há muito tempo não havia se divertido tanto, ainda mais ao lado do marido e das filhas. Na opinião dela os governantes deveriam promover mais shows dessa natureza.

11:30 · 24.07.2011 / atualizado às 11:30 · 24.07.2011 por

Memorial literário é opção de lazer

Quixadá: Encontrar algum tipo de entretenimento dominical nas cidades do Interior não é fácil. Onde existem clubes, uma piscina para se refrescar. Na falta é correr para os açudes. Mas o que fazer durante o resto do dia a não ser ficar postado diante da televisão ? Em Quixadá uma opção interessante é visitar o Memorial Rachel de Queiroz. O espaço literário inaugurado no ano passado, no aniversário centenário da escritora, é uma boa opção. O chalé da pedra, uma exótica edificação erguida sobre um dos muitos monólitos espalhados pela cidade, abriga o espaço cultural dedicado exclusivamente à primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.

Chalé da Pedra. A exótica edificação fica na Praça da Cultura, no Centro de Quixadá

Recentemente, quem esteve visitando o memorial foi a família da escritora Imortal. A irmã, Maria Luiza, acompanhada de um sobrinho, esposa e filhos do casal, reviveu a história da ilustre personagem da literatura brasileira, acolhida como uma filha pelo povo de Quixadá.  Dentre as inúmeras recordações ali expressadas em objetos e fotos estava o dia em que Rachel recebeu o prêmio de reconhecimento pelo livro “O Quinze”. A música “Espelho de Rachel de Queiroz”, na voz e violão do cantor e compositor Dario Queiroz, autor da letra, surpreendeu e emocionou a família.

O memorial foi inaugurado no dia 10 de dezembro do ano passado, ano em que o Brasil lembrava o centenário de Rachel de Queiroz. Além da inauguração várias homenagens foram feitas a ela pelo povo de Quixadá. Desde então o espaço cultural recebe cerca de 200 visitas por mês, na maioria alunos de diversas cidades do Ceará. Pesquisadores do Brasil e do Mundo também tem procurado o chalé, para estudos históricos e literários. Mas para conhecer a história é preciso agendar a visita no Centro Cultural de Quixadá. Mais informações > (88) 3414 4605 ou (88) 3414 4681.

11:00 · 23.07.2011 / atualizado às 11:00 · 23.07.2011 por

Agricultores protagonizam um dia muito interessante

Quixadá: para muitos pode parecer bobagem, mas acompanhar o I Festival da Agricultura Familiar no Centro de Quixadá foi com certeza um atrativo muito interessante para quem passou por lá. Acostumados às farras musicais foram poucos os jovens, principalmente estudantes, a apreciarem aquele momento. Podiam aproveitar as férias. Diversão não faltou. Afinal de contas quem transforma o lugar onde estamos em uma festa somos nos mesmos. Quem acompanhou nem percebeu o tempo passar. De repente já era fim de tarde. E logo depois aquele forrozinho, autêntico. Coisas assim não tem preço.

Os flagrantes fotográficos falam por si. Mas perceber nos olhos daquela gente humilde, até pouco tempo atrás acostumada apenas a lamentar a perda da colheita pela chuva que não veio, aquele orgulho serafim, de ter a melhor cabrinha leiteira, a super galinha caipira e a maior espiga do festival, era contagiante. Mel, queijo, mandioca, tudo a venda, acompanhado de um dos melhores temperos da vida, a alegria, de graça, era sair com a sacola pesada, mas com a alma bem leve. Coisas assim não tem preço.

E a velha praça José de Barros – homenagem ao fundador de Quixadá – onde o Leão rotariano acabou adormecido e abandonado por conta do descaso público, mais uma vez foi transformada na praça do povo. E se os forrozeiros incomodaram a vizinhança foi com um barulhinho baixinho, desses que as famílias reunidas no alpendre da casa grande ouviam do fole do saudoso Luiz Gonzaga, apreciando o luar sertanejo. Coisas assim têm um preço: respeitar o passado, as nossas raízes e esperar que festivais assim se multipliquem sertão adentro.



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