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Categoria: Saudade!


17:51 · 25.02.2015 / atualizado às 18:19 · 25.02.2015 por
O Backstreet Boys fa show em Recife no dia 6 de junho
O Backstreet Boys fa show em Recife no dia 6 de junho

Nos anos 90, o Backstreet Boys era a boy band mais cobiçada do mundo e tudo o que uma adolescente comum, fã de música pop, queria era ir para um show deles,  certo? Era um desejo quase impo$$ível: apresentações deles nem eram tão frequentes (como hoje, rs) e se deslocar para o eixo Rio/São Paulo, pagando ingresso e passagens aéreas caras, era apenas uma aspiração burguesa!

Mas, os tempos mudaram. A cada década que passa, o Backstreet Boys está cada vez mais perto de Fortaleza, ainda que não esteja mais no auge e suas fãs já sejam balzacas (ou tenham lá pelos seus 20 e tantos anos).

Pois Brian, A.J., Howie, Nick e Kevin, nem tão boys assim…, dão o pontapé inicial de sua nova turnê pelo Brasil justamente em Recife, no dia 6 de junho,quando se apresentam no Chevrolet Hall. Depois, o quinteto passa por Belo Horizonte (no Chevrolet Hall, dia 9), Rio de Janeiro (Citibank Hall, dia 11), São Paulo (Citibank Hall, dia 12) e encerra em Porto Alegre (no Pepsi on Stage, dia 14).

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O grupo americano segue divulgando “In a world like this” (2013), baseado no último disco de inéditas, mas o forte do repertório, com certeza, serão sucessos como “As long as you love me”, “Quit Playing Games (With My Heart)”, “I’ll Never Break Your Heart”, “Everybody (Backstreet’s Back)”, “Larger Than Life”, “I Want It That Way”, entre outros! A última passagem da banda pelo País foi em 2011.

Abaixo, segue o trailer da turnê 2015 do Backstreet Boys!

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13:16 · 06.01.2015 / atualizado às 13:33 · 06.01.2015 por
Um dos "clásssicos" modelos do Walkman
Um dos “clásssicos” modelos do Walkman

A Sony surpreendeu, nesta segunda (5), ao anunciar a volta do Walkman, um dos acessórios mais badalados e “high tech” dos anos 80 e 90, sensação em uma época em que a produção e o consumo de celulares ainda eram embrionários no exterior (avalie, no Brasil!). Mas, apesar de remeter toda aquela memória afetiva – afinal, quem não se achava ao andar com aquele “trambolho” pendurado nas calças ouvindo a sua música preferida? -, não parece meio deslocado no tempo e desnecessário trazê-lo ao mercado após mais de 40 anos de sua criação (sim, o protótipo é de 1978).

Não para a empresa japonesa. A marca quer tirar proveito desse sentimento nostálgico, transformando o modelo vintage – de “reles” tocador portátil de fitas K7, que depois evoluiu para discman ou CDMan – em um objeto de desejo turbinado, com funções mais modernas, para se adaptar à vigente realidade digital. A ideia é que o novo  Walkman  retorne como um reprodutor, também portátil, de arquivos digitais de áudio em alta definição. Obviamente, as pilhas devem ser dispensadas (quem sente falta delas e do gasto com elas?).

O anúncio do relançamento do Walkman veio à tona durante coletiva que antecede o início da CES 2015, maior feira de eletrônicos do mundo que começa no dia 6 de janeiro em Las Vegas.  Na ocasião, o presidente e COO da Sony Electronics, Mike Fasulo, declarou que “ninguém precisará se desfazer de sua imensa coleção de MP3”. “O novo Walkman vem com software que aprimora a qualidade do som de arquivos com compressão para reproduzí-los de maneira mais fiel possível à gravação original“. Porém, arquivos sem compressão, ou seja, os mais pesados, mas com mais qualidade, serão os que mais se beneficiarão do novo gadget”, afirmou. Vamos ver…

No entanto, maiores detalhes sobre o produto não foram revelados como data de lançamento, o tamanho, valores, etc – e o essencial: o aparelho funcionará ainda como tocador de fita e CDs? Porque se não for, aí já não é mais Walkman… É um ipod ou reprodutor de MP3 fantasiado de Walkman, não é verdade? Tomara que não seja mais uma nova “forçação” de barra…

 

 

21:16 · 04.07.2012 / atualizado às 22:04 · 04.07.2012 por
Iggy Pop: ídolo IMORTAL!

Sempre rindo, surpreendendo e aprendendo demais com o Iggy Pop, hoje com 65 anos. Vendo entrevista reveladora do “padrinho do punk” no “O Assunto é Música – Conversa com Iggy Pop”, programa do Multishow HD (exibido hoje, 20h30), o eterno vocalista do Stooges confessou, ao jornalista inglês David Fanning, que por muito tempo se sentiu incomodado com o “glamouroso” título (de padrinho punk) conquistado ao longo dos anos. No começo, ele já sabia que era algo pejorativo, apesar de acreditar que ele só estava sendo espontâneo!

E todo mundo achava que o cara era doido demais para se importar com o apelidinho! Juro que eu tb achava isso dele por causa do livro “Mate-Me, por Favor – A História do Punk”, lido e recomendado por mim trocentas veezs!

Que nada! Mais do que o esterótipo bizarro de roqueiro junk propagado aos quatro cantos do mundo, o sobrevivente Iggy, ou melhor James Newell Osterberg,  teve, até uma certa época, uma “vida normal”. Tudo bem que o ilustre filho único do Michigan, criado em um trailer por pais órfãos (tendo a figura paterna sido obrigada a servir no Exército americano em algum “mato” na Segunda Guerra, quando queria mesmo era ser jogador de beiseball), afetou de alguma maneira a sua personalidade…

Mas o cara disse que a sua infância foi até normal. Ele estudou foi muito, tentou ser o primeiro da turma, “adorava debates” estudantis, porque buscava a segurança da e$tabilidade (claro que isso foi muito antes de cair de amores pela música, quando tocou bateria pela primeira vez).

No entanto, apesar da família não “transbordar” dinheiro, Iggy não foi uma criança carente, ao contrário de seus colegas que tinham muito mais condições financeiras, garantiu ele.  Seus pais chegaram até a “alugar um piano, que ocupava metade da casa” para investir e proporcionar educação artística ao jovem. Mais surpreso?

AMIGO DO BOWIE E DO LOU REED!

David Bowie, Iggy Pop e Lou Reed: best friends "forever"

Iggy também falou do Stooges e da parceria com o inglês David Bowie, na época Ziggy Stardust: “Era um cara que tinha muitas habilidades,  queria estabelecer uma ‘base’ nos EUA… Era um cara realmente muito bom, em qualquer lugar do mundo, mas parceria meio perdido, não sabia bem o que fazer”…. Ele definiu o novaiorquino Lou Reed de maneira parecida: “era também um cara de muitas habilidades, mas ‘ninguém o via’, os americanos são criados para sentar no sofá e coçar a cabeça (risos). Eles não ouvem!”. Muito bom, né?

O performer declarou também que talvez não tenha sido mesmo tão “bem-$ucedido” por causa das drogas ou de suas “escolhas” (já que ele não se adequava nem tentava se ajustar à indústria) e admitiu sim ter já feito música que não se orgulha pra ganhar algum $ na época das vacas magras.

MORAL DA HISTÓRIA?

A melhor frase desse bate-papo de meia-hora, que acho inclusive pode ser adotada para uma vida, foi: “Algumas pessoas prosperam na crise ou no drama”, disse uma vez o agente para ele. Será mesmo? Ou esse empresário que foi “incompetente” (extorquiu?) demais, ou Iggy era mazela ao quadrado, ou tudo isso se resume a uma psicologia barata? Assim como o cantor, prefiro acreditar na primeira hipótese. Auto-ajuda realmente funciona para quem quer se reerguer! hehehehe

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08:28 · 31.05.2012 / atualizado às 08:43 · 31.05.2012 por

Álbum que despontou a carreira de David Bowie na música e por muitos considerado o melhor da sua discografia, “The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars” ganhou versão remasterizada em seu aniversário de 40 anos. A melhor notícia é que o astro – conhecido como o camaleão do rock – disponibilizou na internet, via streaming, o material para os fãs matarem aquela saudade!

Clica aqui para ouvir as lindezas que são “Five Years”, “Soul Love”, “Moonage Daydream”, “Starman”, “It Ain’t Easy”, “Lady Stardust”, “Star”, “Hang On To Yourself”, “Ziggy Stardust”, “Sufragette City” e “Rock & Roll Suicide”.

Previsto para ser lançado em 4 de junho, a edição especial estará disponível em duas versões: em CD e em quatro discos de vinil, aos quais se juntam um DVD áudio com versões alternativas dos temas do clássico álbum, que me fez apaixonar pela obra do cara!

Apesar da importante data, o recluso cantor não planeja outras ações comemorativas nem um showzinho sequer! Afeeeeeeeee! O último disco do inglês foi “Reality” (2003) e já fazem sete anos que ele não se apresenta mais ao vivo. Para quem não lembra, o astro de 65 anos teve um enfarte na “Reality Tour”, afastando-o dos palcos.

Só acho que tá na hora de ele se recuperar desse trauma e voltar ao mundo da música. Seus conterrâneos Lemmy Kilmmister (do Motörhead), Paul McCartney  e Keith Richards – quase setentões – não conseguem?

MAIS SOBRE ZIGGY STARDUST

Divisor de águas na história do rock e considerado o empurrãozinho que Bowie  precisava para deslanchar na indústria musical, o quinto disco do artista, “The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars”, traz a saga espetacular e surreal do alienígena Ziggy Stardust, que chega à Terra nos últimos anos da sua vida e tenta transmitir uma mensagem de paz e esperança, passando-se por um astro de rock ‘n’ roll. Enfim, é uma obra obrigatória para qualquer iniciante no rock!  

E o alter ego de Bowie não se restringia apenas ao registro sonoro de 1976. O personagem ganhava vida nos palcos, sessões de fotos e até entrevistas com jornalistas, chegando a muitas vezes confundir e surtar o próprio cantor… Psicodélicos eram esses anos 70.

 

11:22 · 11.04.2012 / atualizado às 11:35 · 11.04.2012 por
Queen ainda no topo de listas! Eles merecem!

Em tempos que Adele vem colecionando recordes e mais recordes no Reino Unido, tendo batido vários astros da música, finalmente uma pesquisa em que a cantora, fenômeno de vendas no mundo, não lidera mais uma lista. Segundo levantamento da Official Charts Company é do Queen o título de disco mais vendido de todos os tempos.  De 1981,  “Greatest Hits” vendeu quase seis milhões de cópias. É desse bolachão grandes sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “Don’t Stop Me Now” e “Another One Bites the Dust”.

Em segundo e terceiro lugares aparecem os também clássicos “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles,  e “Gold”, do Abba – com cinco e 4,9 milhões de cópias, respectivamente. Freddie Mercury e companhia surgem novamente na pesquisa na décima posição com a segunda parte da coletânea, “Greatest Hits II”.  Além do Queen, Michael Jackson, Beatles e Coldplay alcançaram o feito de aparecer duas vezes na lista, que conta com 40 ábuns no total, incluindo popstars da atualidade como a própria Adele (por “21”).

Adele pode não ter conquistado os primeiros lugares da pesquisa, mas se a loura continuar nesse “ritmo” de hitmaker poderá subir mais posições. Na lista, a diva mostrou que não é fraca e ficou em sétimo lugar, desbancando o Pink Floyd e o seu épico “The Dark Side Of the Moon”.  O segundo trabalho da britânica já vendeu 4,14 milhões de cópias no Reino Unido. Caso venda mais 12 mil unidades de “21”, Adele ultrapassará também “Brothers in Arms”, de Dire Straits, a atual sexta colocação.

Abaixo, confira a lista dos 10+!

1) Queen – “Greatest hits”

2) The Beatles – “Sgt. Pepper’s lonely hearts club band”

3) Abba – “Gold”

4) Oasis – “(What’s the story) Morning glory?”

5) Michael Jackson – “Thriller”

6) Dire Straits – “Brothers in arms”

7) Adele – “21”

8) Pink Floyd – “The dark side of the moon”

9) Michael Jackson – “Bad”

10) Queen – “Greatest hits II”

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14:03 · 21.03.2012 / atualizado às 14:06 · 21.03.2012 por
Skatistas homenageiam clássico do The Doors

Um dos maiores hits do The Doors completou quatro décadas esse ano. Para não deixar passar em branco, a banda lançou novo vídeo da música. A grande estrela do clipe é, claro, a cidade americana, vivida tão intensamente pelos integrantes nos loucos e psicodélicos anos 60 e 70.

Para o inédito “L.A. Woman”, foram convidados os skatistas profissionais Kenny Anderson, Alex Olson e Braydon Szafranski, que dão um rolê sob o ponto de vista do quarteto na época. Sobre duas rodas, o trio percorre Venice Beach, Hollywood, a avenida Sunset Boulevard e o club Whisky a Go Go, algumas das paradas obrigatórias e referências diretas às canções do Doors. 

Uma homenagem a Jim Morrisson também não poderia ficar de fora. A menção ao ex-vocalista é feita com o registro de um muro com uma pintura do artista. Vale a pena conferir o vídeo, dirigido por Matt Goodman, que ganhou um ar contemporâneo e dinâmico ao clássico de 1972. 

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A última vez que o Doors esteve no Brasil foi em 2009 com o nome de Riders on the Storm (por causa de pendência jurídica após briga entre John Densmore e Ray Manzarek e Robby Kieger).

Recentemente, o tecladista e o guitarrista fizeram uma parceria estranha com o DJ Skrilllex. “Breakin’ A Sweat”, trabalho de participação do DJ de dubstep e os remanescentes do The Doors, foi criada para o documentário “Re:Generation”. Achei desnecessária essa parceria… 😉

21:50 · 25.02.2012 / atualizado às 22:02 · 25.02.2012 por
Música "A Really Good Time" faz parte do disco "Country Life" (1974)

Tem bandas e artistas que, mesmo após décadas, continuam soando atuais, autênticas, inovadoras. É o caso do Roxy Music (leia aqui mais sobre o grupo em texto anterior do blog), que continua a me impressionar.

Seja pelo virtuosismo, loucura, ousadia, inteligência dos caras, ainda me surpreendo ao pegar da estante o disco “Country Life” (1974), da “infame” capa com as fãs alemãs de calcinha (na época em que foi lançado, o álbum chegou até ser recolhido das lojas em alguns países por atentado ao pudor!).

Tenho esse CD já tem uns seis anos, comprei junto com o “For Your Pleasure” (1973), quando um cara estava se desfazendo da coleção de milhares de CDs para comprar sabe lá o quê (deveria ser droga porque ele se livrava também de vários do David Bowie – CUMA ASSIM??)!

Comprei meio que no escuro, sem saber o que continha lá, ninguém me deu dica, mas sabia que o Roxy tinha sido uma banda que deixou a sua marca na história da música… Conhecia bem pouco, confesso,  tipo farofas como “More Than Words”, que nem se comparam a outros sucessos do quinteto, que só durou por 13 anos (acabou em 1983)…

Mas o que me motivou a escrever esse post foi a música “A Really Good Time”, que nem é considerada hit dos ingleses. Não é balada romântica nem agitada. A melodia conta, entre outros instrumentos, com um violino, piano, bonita assimBryan Ferry está um gentleman, com uma voz e letra de uma verdade e uma honestidade rara, pouco vista na música e, principalmente, nas pessoas. Nunca tinha prestado tanta atenção como agora. A mensagem é sensacional. Vale a pena.

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Tá curioso para saber porque ela é tão perfeita? Traduzi a letra para vocês porque a acho muito especial (acreditam que não tinha no Google?).  Enfim, escutem e leiam com atenção. Espero que gostem e se emocionem também.

“A Really Good Time” (Tempo muito bom)

You’re heard enough (você já ouviu bastante)
Of the blues and stuff (de tristeza e outras coisas)
You’re pretty swell now (Você já está bem crescida)
‘Cause you’re pretty tough (Porque você é muito dura)
But I don’t have to tell you (mas eu não tenho que te dizer)
How hard it can be to get by (como pode ser difícil de aguentar)

You never bothered (você nunca se importou)
About anyone else (com ninguém)
You’re well educated (você é bem educada)
With no common sense (de forma incomum)
But love – that’s one thing (mas o amor é uma coisa)
You really need to get by (você precisa mesmo lidar com isso)

All your troubles (todos os seus problemas)
Come from yourself (vêm de você mesma)
Nobody hurts you (ninguém te machuca, magoa)
– They don’t care (eles não se importam)
Just as long as you show them (até que você mostre a eles)
A really good time (que você sabe se divertir)

All the things (todas as coisas)
You used to do (que você costumava fazer)
A trip to the movies (Uma viagem pelos filmes)
A drink or two (um drinque ou dois)
They don’t satisfy you (eles não te satisfazem)
They don’t tell you anything new (eles não te dizem nada de novo)

You know I don’t talk much (você sabe que não sou de falar)
Except to myself (A não ser comigo mesmo)
‘Cause I’ve not much to say (porque eu não tenho muito a dizer)
And there’s nobody else (e não há ninguém…)
Who’s ready and willing (que está pronto e desejando)
And able to know me – I guess (e capaz de me conhecer)

Listen to me (Me ouça)
I’m not finished yet (Eu ainda não terminei)
There’s something to tell you (Tenho algo a dizer)
That I can’t forget (Que eu não posso esquecer)
Just have a really good time (Tenha um tempo bom)

There’s a girl (Há uma garota)
I used to know (Eu costumava conhece-la)
Her face is her fortune (O rosto dela é a sua fortuna)
She’s got a heart of gold (Ela tem um coração de ouro)
She never goes out much (Ela não sai muito)
But boy – when she does (Mas, cara, quando ela faz
Then you know (Depois você sabe)

She’s got no money (ela não tem dinheiro)
Well, maybe a dime (talvez, algum)
But she knows what she’s worth (Mas ela sabe do seu valor)
And that’s reason why (E essa é a razão)
She’s gonna make it (porque ela vai conseguir)
She’s got what it takes (ela tem o que precisa)
You’ll appreciate that (você a apreciará)
She’s probably late (provavelmente, está atrasada)
But I know  (Mas eu sei)
And you know (e você também)
We all know (Todos nós)
She’ll have a really good time (Ela aproveitará o momento)

 

07:15 · 08.02.2012 / atualizado às 07:27 · 08.02.2012 por
Brian Ferry, o bandleader do Roxy Music

Se todo mundo ainda tivesse junto, o Roxy Music completaria 40 anos de atividade. Para não deixar a data passar em branco e, claro, não perder a  oportunidade de $, a EMI lançará, no dia 3 de abril,  a caixa “The Complete Studio Recordings 1972-1982“, que inclui seus oito álbuns de estúdio, lados B, singles não incluídos nos discos e remixes. O pacote inclui ainda 4 DVDs com qualidade de alta definição

Apesar de não ter sido uma banda de apelo massivo, o vocalista e tecladista Brian Ferry e as várias formações (Brian Eno, Andy McKay, Phil Manzanera, Paul Thompson e Graham Simpson para citar aqui alguns dos integrantes mais ilustres) fizeram história ao inovar no jeito de fazer rock, o art rock, como costuma ser definido o estilo do Roxy Music.

Combinando glam rock, experimetalismo, elementos eletrônicos, virtuosismo dos músicos e muita produção visual, a banda, que tinha um pé no futurismo e outro na nostalgia, emplacou vários sucessos como a pop “More Than This” (um estranho no ninho no repertório esquisitinho do Roxy) e “Do The Strand”,  “Flesh and Blood”, “Ladytron” e “Love is a drug”. 

Com estilo só um “pouquinho” segmentado, a verdade é que o som dos britânicos nem sempre era muito palatável (para os fãs mais desavisados…). Não raro algumas canções descambavam para uma coisa mais progressiva, mas isso é questão de gosto.

O Sound curte bastante. Apesar de não ter vivido os loucos anos 70 para entender a psicodelia, o Roxy Music foi original não só para a época, mas ainda é até hoje pela ousadia que tiveram. A contribuição do grupo foi fundamental para a música, tendo influenciado no surgimento do movimento punk, da new wave e dos grupos eletrônicos nos anos 80.  

Nos palcos, o Roxy Music manteve-se até 1983. Após isso, só uma breve reunião em 2001 para uma turnê. Dá uma sacada nesses vídeos para ver como era massa! 

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